Que merda essa quarentena. Máximo já estava há mais de 4 meses sem ver sua amiga, sua "victória" que, uma vez por semana, tirava ele do sério e o fazia curtir sua tarinha de macho dominante. Victoria era casada, mas entre quatro paredes era uma puta completa. A quarentena os mantinha isolados e, com a marca de pressão que sua mulher fazia – que devia desconfiar de algo, porque para Victoria estava cada vez mais difícil disfarçar na rua o que ela era na cama de Máximo –, eles nem sequer podiam fazer uma sessão de sexo virtual. As bolas de domingo estavam pra estourar; não havia masturbação, nem vídeo pornô que o deixasse satisfeito. Ele pensou no lema do isolamento social preventivo: não se afastar de casa e satisfazer todas as necessidades essenciais nos comércios próximos. Foder era uma necessidade essencial, sem dúvida! Tinha que transar com alguém do bairro.
A solução apareceu quando ele estava na fila na calçada da quitanda, emburrado e morrendo de frio por causa da espera. Passou Maurício, o filho do vizinho, caminhando em direção à padaria. Maurício tinha 18 anos, era magro, moreno claro. Como trabalhava de ajudante no açougue, vinha com sua calça branca larga e seu moletom com a logo do açougue. Por costume, por sua mania de olhar bundas mais do que porque o cara o excitava, Máximo seguiu Maurício com os olhos enquanto ele se afastava. A calça larga não dizia nada sobre o que havia por baixo, mas Máximo notou que o andar de Maurício tinha algo especial, tinha aquele algo que o faro de um viado reconhece – algo que provoca uma "dúvida razoável" sobre a virgindade do cu que se está julgando. Ou será que a tesão da quarentena estava fazendo ele ver viados em todo lugar? Maurício! Maurício! Máximo nunca tinha reparado no cara. Conhecia Maurício desde antes dele nascer; a mãe dele, de longe, tinha a melhor bunda do quarteirão e, mais de uma vez, Máximo a comeu algumas vezes na juventude. Pensou em quebrar seus votos de homossexualidade pura e... Tentar levantar a gatinha pra comer aquele rabo incrível, se não tivesse jeito mesmo, comia também a buceta, mas justamente pensar naquela calcinha com a parte da frente vazia tirava a vontade. Será que o Maurício tinha puxado os genes da mãe? Mmmm, tinha que descobrir. Precisava arrumar uma aproximação com o Maurício. No bairro ninguém sabia que o Maxino era bi, de vez em quando entrava uma gatinha na casa dele, só pra disfarçar e ninguém desconfiar que o filho da dona Cristina, solteiro aos 40, era viado, e se a coisa com o Maurício desse errado, poucos caras têm coragem de contar que tentaram comer eles, por esse lado tava tranquilo. Pra começar, quando o Maurício voltou do bar, o Maxino cumprimentou com um sorrisão, que o Maurício retribuiu enquanto virava a esquina. A segunda olhada no bundão do menino foi mais promissora que a primeira. Tinha que botar o plano em ação.
- Oi Horácio, tudo bem? Preciso de uns dois quilos de picanha e outras coisas pra amanhã, manda com o Maurício? Me avisa quanto é e dou a grana pro cara, afinal o Maurício mora do lado de casa, pode ser?
- Pode, Maxino, sem problema, me diz aí, o que te mando?
- [...]
- Manda quando fechar o açougue, quando o Maurício voltar pra casa tá bom, né?
Às nove da noite tocou a campainha.
- Oi Maurício, tudo bem? Entra aí.
- Era só pra deixar isso, tá aqui a conta.
- Vai, entra, deixa na cozinha.
O Maurício nunca tinha entrado na casa do Maxino, no máximo tinha espiado pelo muro pra pedir alguma bola que por acaso tinha sido chutada por cima da parede. O velho parecia gente boa, legal, mas nunca tinham trocado mais que meia dúzia de palavras. Começou a seguir o dono da casa até a cozinha de janelões que davam pro quintal e pro churrasqueiro lá no fundo. O jeans apertado do Maurício marcava perfeitamente a bunda e o belo par de pernas que o Lucas tinha.
- Olha só como ele tá bem conservado o... velho safado –, pensou Maurício enquanto caminava até a cozinha sem tirar os olhos da bunda do vizinho. – Posso te pedir uma coisa, Maurício? Tenho certeza que o falso do Horácio mandou a picanha cheia de gordura, eu sou muito desajeitado com facas, não me ajuda a limpar? Maurício dedicou-lhe um sorriso – Tá bom, onde você guarda as facas? – As facas eu já te dou, por favor, pega a tábua que está ali embaixo? – Maurício se abaixou para pegar a tábua de uma prateleira quase colada no chão, sem flexionar as pernas, curvando-se como se fosse para alguém enfiar nele de pé. – Mmmm, que rabinho máximo! –, o garoto sorriu, o garoto sorriu, mas não fez comentários. Pegou a tábua, colocou na bancada e tirou a picanha da sacola. Máximo se posicionou na frente e começou a conversar, sua lábia era boa e em 5 minutos os dois estavam rindo e Máximo foi perdendo a pouca nervosidade que podia ter, não era nenhum otário, os olhares, os gestos, os toques fingidamente descuidados em suas mãos, Maurício era viado e era evidente que queria dar em cima dele. – E você, Máximo, tem namorada? – Hehe, lá vem com tudo –, pensou o garoto, – o vizinho é gostoso pra rolar um pouco, vamos seguir a onda – – Não, com o trabalho e a faculdade estou muito ocupado – – Porque com sua cara, as gatinhas devem te procurar, e mais ainda com as clientes do açougue – – Nem pense – olhou direto nos olhos dele. – E além disso o Horácio me disse no primeiro dia: aqui a gente vem pra trabalhar, não pra pegar gatinhas – – Acho certo, onde se ganha o pão não se come a carne – – Claro, pra comer tem muitos lugares –, disse Máximo, afastando-se um pouco da mesa, e levando visivelmente a mão ao volume que aos poucos a excitação do momento estava fazendo crescer. – Aqui, por exemplo, tá com vontade agora? –, respondeu Máximo, devolvendo o gesto de mãos no volume. No final o cara estava dando em cima dele! – Sempre tô com vontade, o que você gosta? – – Desde essa manhã que não consigo tirar os olhos do seu rabo, cara! – sorriu levando as mãos à a bunda. - Você vai me levar pra cama ou vai me comer aqui? - Engoliram o primeiro beijo e Máximo o levou pela mão até o quarto. - Deixa eu tomar um banho? -, -sim, claro, na prateleira tem as toalhas - Enquanto o chuveiro corria, Máximo tirou a roupa, procurou aquele cueca vermelha que marcava bem o volume, pegou o lubrificante e passou umas gotas de Kenzo na parte de baixo da barriga. Sentou no meio da cama e colocou um vídeo pornô gay na TV. A água do chuveiro corria, Maurício ainda não tinha saído do seu espanto, pensava que idiota, tendo Maurício como vizinho nunca tinha percebido que ele era gay. A água do chuveiro escorria pelo corpo de Máximo, a roupa do uniforme de açougueiro jogada no chão, suas mãos esfregavam suas nádegas, seus dedos ensaboados entravam o máximo possível no seu cu para deixá-lo perfeito para seu vizinho, seus 18 cm, com sua bunda apertada espremiam o pau, Maurício que primeiro chupava e depois dava no cu mais de meia hora sem parar e que às vezes fazia ele gozar sem nem tocar no próprio pau. Secou-se rapidamente, será que o velho ia gostar?, bom, seus amigos sempre diziam que ele tinha uma bunda espetacular, mas e se o Máximo só estivesse louco pelo seu cu! Calma, essa noite ele ia comer carne de macho, com certeza! Saiu envolto em uma toalha presa acima do peito, parou perto da cama e com gestos amplos a deixou cair lentamente no chão e deu uma volta. - Gostou? - -Siiim, vem cá safado - Maurício correu para a cama, Máximo o colocou de bruços, viciado em bunda como era queria antes de tudo aproveitar a vista daquele cu. Siiiim, tinha puxado os genes da mãe, nádegas redondas, perfeitas, bem divididas no meio como se continuassem nas coxas, pele macia, depiladíssima como se tivesse imaginado que hoje iam comê-lo, uma pinta linda na bundinha direita, os dois furinhos das costas, hmmm! Abriu-as, o asterisco era perfeito, rosado, quase fechado, pulsante. Máximo não pôde esperar, esqueceu a camiseta, esqueceu os beijos, esqueceu de tudo aquilo que sempre fazia com seus amantes e começou a lamber a bucetinha dele. Os gemidos do Máximo vieram na hora, a língua brigava pra penetrar o cuzinho, o Maurício levantava o quadril pra sentir a língua mais fundo, os dois estavam desesperados por tantos dias de lei seca. O pau do Maurício vazava pré-gozo, sem avisar, sem preparar, apoiou na rajinha do Máximo e deu a primeira empurrada. -Ai, não Maurício a cam..., ahhhh, siiiiii- a pica do Máximo acabou chegando no fundo do cu do Maurício, deixou quieta um tempinho e pôde sentir como o cuzinho promíscuo dilatava, começou um vai e vem suave, não só dilatava, lubrificava incrivelmente. Passou os braços por baixo dos ombros dele e começou a beijar o pescoço e as orelhas -Ai, Máximo não me deu tempo nem de deitar, ahhh, que gostoso que é sem camisinha, você vai gozar dentro? - - Você quer?- Siii, sempre quis sentir isso-, -então eu te engravido. Maurício estava na estratosfera, com cada pirocada do Máximo levantava a bunda pra enterrar o máximo possível, Maurício estava no espaço, esse cara o enchia de sensações elétricas, em toda a pica, nas bolas, na barriga, com cada esfregada nas nádegas do Maurício, queimava. Mas essa posição, com as nádegas carnudas do cara, deixava um pedaço da pica dele pra fora. Tirou sem avisar. -Nããão, por que, puta? - -vira de costas- Levou ele pra beirada da cama, levantou as pernas dele e enfiou de uma vez, agora sim, ATÉ as bolas. David gritou, da pica dura do Maurício jorrava uma fonte de pré-gozo, esses dois cm a mais de pica que tinham entrado no cu dele, tocaram em alguma mola escondida que o fez subir até as estrelas e em poucos minutos, entre espasmos do esfíncter, dois jatos grossos de porra foram parar no rosto e no peito do Lucas. Lucas, excitadíssimo acelerou, puxou, apertou, bateu selvagemente com o púbis nas nádegas do cara, até conseguir se esvaziar como nunca no fundo do reto do David. Caiu exausto, deitaram, Da bunda bem dilatada do Maximo, saía um filete de porra morna. O pau do Maurício ainda não tinha baixado, a vontade de pau do Maximo também não, ele se levantou, chupou um pouco e sentou em cima, olhando para o rosto dele:
— Agora você vai saber o que é dar para um cara, velhinho —
Começou a cavalgar no pau do Lucas como se tivessem acabado de começar a foder. Ele sentava no púbis do Lucas e apertava como se quisesse que as bolas entrassem dentro, e, de fato, estava tão dilatado e molhado que parte do começo do saco abria um pouco a boca do esfínter, depois tentando fechar o buraco para dar mais prazer ao Lucas ele tirava quase todo o pau da sua bunda para sentar de novo até o fundo.
Maximo tinha ganhado na loteria, o cara estava comendo ele com o cu como nunca um passivo tinha feito. Os 18 cm do Maximo balançavam e davam chicotadas na barriguinha do Maurício que entre o líquido que saía do cu aberto do seu neném e o pré-gozo do pau, sim, era uma poça de néctar do prazer.
Maurício levava à boca e com os dedos oferecia ao Maximo que entre subida e descida muito putamente chupava os dedos do Maurício como se fossem a pica mais deliciosa.
10 minutos, não mais, foram necessários para que o Maximo enchesse de novo o tanque do Maurício e para que o Maximo voltasse a beijar com seu sêmen o peito do Maurício.
Agora sim, os dois estavam cansados. Maurício olhou o celular, opa, 10 e meia! Novo banho, beijo e vazou.
A conexão de internet do Maximo era muito melhor que a do Maurício, então agora, três noites por semana, Maurício vai fazer suas aulas virtuais da universidade na casa do Maximo.
— Como se nota que ele gosta de estudar! — pensa feliz a mãe, ele vem cada vez mais contente das aulas virtuais na casa do Maximo.
Para quando acabar a quarentena, talvez convidem os amigos do Maurício, para que venham estudar na casa do Maximo todos juntos, afinal, a conexão é boa, a casa é grande... e a cama também. ela tem a roupa feminina no máximo e quando está com ele, pedi que chame ela de Patricia
A solução apareceu quando ele estava na fila na calçada da quitanda, emburrado e morrendo de frio por causa da espera. Passou Maurício, o filho do vizinho, caminhando em direção à padaria. Maurício tinha 18 anos, era magro, moreno claro. Como trabalhava de ajudante no açougue, vinha com sua calça branca larga e seu moletom com a logo do açougue. Por costume, por sua mania de olhar bundas mais do que porque o cara o excitava, Máximo seguiu Maurício com os olhos enquanto ele se afastava. A calça larga não dizia nada sobre o que havia por baixo, mas Máximo notou que o andar de Maurício tinha algo especial, tinha aquele algo que o faro de um viado reconhece – algo que provoca uma "dúvida razoável" sobre a virgindade do cu que se está julgando. Ou será que a tesão da quarentena estava fazendo ele ver viados em todo lugar? Maurício! Maurício! Máximo nunca tinha reparado no cara. Conhecia Maurício desde antes dele nascer; a mãe dele, de longe, tinha a melhor bunda do quarteirão e, mais de uma vez, Máximo a comeu algumas vezes na juventude. Pensou em quebrar seus votos de homossexualidade pura e... Tentar levantar a gatinha pra comer aquele rabo incrível, se não tivesse jeito mesmo, comia também a buceta, mas justamente pensar naquela calcinha com a parte da frente vazia tirava a vontade. Será que o Maurício tinha puxado os genes da mãe? Mmmm, tinha que descobrir. Precisava arrumar uma aproximação com o Maurício. No bairro ninguém sabia que o Maxino era bi, de vez em quando entrava uma gatinha na casa dele, só pra disfarçar e ninguém desconfiar que o filho da dona Cristina, solteiro aos 40, era viado, e se a coisa com o Maurício desse errado, poucos caras têm coragem de contar que tentaram comer eles, por esse lado tava tranquilo. Pra começar, quando o Maurício voltou do bar, o Maxino cumprimentou com um sorrisão, que o Maurício retribuiu enquanto virava a esquina. A segunda olhada no bundão do menino foi mais promissora que a primeira. Tinha que botar o plano em ação.
- Oi Horácio, tudo bem? Preciso de uns dois quilos de picanha e outras coisas pra amanhã, manda com o Maurício? Me avisa quanto é e dou a grana pro cara, afinal o Maurício mora do lado de casa, pode ser?
- Pode, Maxino, sem problema, me diz aí, o que te mando?
- [...]
- Manda quando fechar o açougue, quando o Maurício voltar pra casa tá bom, né?
Às nove da noite tocou a campainha.
- Oi Maurício, tudo bem? Entra aí.
- Era só pra deixar isso, tá aqui a conta.
- Vai, entra, deixa na cozinha.
O Maurício nunca tinha entrado na casa do Maxino, no máximo tinha espiado pelo muro pra pedir alguma bola que por acaso tinha sido chutada por cima da parede. O velho parecia gente boa, legal, mas nunca tinham trocado mais que meia dúzia de palavras. Começou a seguir o dono da casa até a cozinha de janelões que davam pro quintal e pro churrasqueiro lá no fundo. O jeans apertado do Maurício marcava perfeitamente a bunda e o belo par de pernas que o Lucas tinha.
- Olha só como ele tá bem conservado o... velho safado –, pensou Maurício enquanto caminava até a cozinha sem tirar os olhos da bunda do vizinho. – Posso te pedir uma coisa, Maurício? Tenho certeza que o falso do Horácio mandou a picanha cheia de gordura, eu sou muito desajeitado com facas, não me ajuda a limpar? Maurício dedicou-lhe um sorriso – Tá bom, onde você guarda as facas? – As facas eu já te dou, por favor, pega a tábua que está ali embaixo? – Maurício se abaixou para pegar a tábua de uma prateleira quase colada no chão, sem flexionar as pernas, curvando-se como se fosse para alguém enfiar nele de pé. – Mmmm, que rabinho máximo! –, o garoto sorriu, o garoto sorriu, mas não fez comentários. Pegou a tábua, colocou na bancada e tirou a picanha da sacola. Máximo se posicionou na frente e começou a conversar, sua lábia era boa e em 5 minutos os dois estavam rindo e Máximo foi perdendo a pouca nervosidade que podia ter, não era nenhum otário, os olhares, os gestos, os toques fingidamente descuidados em suas mãos, Maurício era viado e era evidente que queria dar em cima dele. – E você, Máximo, tem namorada? – Hehe, lá vem com tudo –, pensou o garoto, – o vizinho é gostoso pra rolar um pouco, vamos seguir a onda – – Não, com o trabalho e a faculdade estou muito ocupado – – Porque com sua cara, as gatinhas devem te procurar, e mais ainda com as clientes do açougue – – Nem pense – olhou direto nos olhos dele. – E além disso o Horácio me disse no primeiro dia: aqui a gente vem pra trabalhar, não pra pegar gatinhas – – Acho certo, onde se ganha o pão não se come a carne – – Claro, pra comer tem muitos lugares –, disse Máximo, afastando-se um pouco da mesa, e levando visivelmente a mão ao volume que aos poucos a excitação do momento estava fazendo crescer. – Aqui, por exemplo, tá com vontade agora? –, respondeu Máximo, devolvendo o gesto de mãos no volume. No final o cara estava dando em cima dele! – Sempre tô com vontade, o que você gosta? – – Desde essa manhã que não consigo tirar os olhos do seu rabo, cara! – sorriu levando as mãos à a bunda. - Você vai me levar pra cama ou vai me comer aqui? - Engoliram o primeiro beijo e Máximo o levou pela mão até o quarto. - Deixa eu tomar um banho? -, -sim, claro, na prateleira tem as toalhas - Enquanto o chuveiro corria, Máximo tirou a roupa, procurou aquele cueca vermelha que marcava bem o volume, pegou o lubrificante e passou umas gotas de Kenzo na parte de baixo da barriga. Sentou no meio da cama e colocou um vídeo pornô gay na TV. A água do chuveiro corria, Maurício ainda não tinha saído do seu espanto, pensava que idiota, tendo Maurício como vizinho nunca tinha percebido que ele era gay. A água do chuveiro escorria pelo corpo de Máximo, a roupa do uniforme de açougueiro jogada no chão, suas mãos esfregavam suas nádegas, seus dedos ensaboados entravam o máximo possível no seu cu para deixá-lo perfeito para seu vizinho, seus 18 cm, com sua bunda apertada espremiam o pau, Maurício que primeiro chupava e depois dava no cu mais de meia hora sem parar e que às vezes fazia ele gozar sem nem tocar no próprio pau. Secou-se rapidamente, será que o velho ia gostar?, bom, seus amigos sempre diziam que ele tinha uma bunda espetacular, mas e se o Máximo só estivesse louco pelo seu cu! Calma, essa noite ele ia comer carne de macho, com certeza! Saiu envolto em uma toalha presa acima do peito, parou perto da cama e com gestos amplos a deixou cair lentamente no chão e deu uma volta. - Gostou? - -Siiim, vem cá safado - Maurício correu para a cama, Máximo o colocou de bruços, viciado em bunda como era queria antes de tudo aproveitar a vista daquele cu. Siiiim, tinha puxado os genes da mãe, nádegas redondas, perfeitas, bem divididas no meio como se continuassem nas coxas, pele macia, depiladíssima como se tivesse imaginado que hoje iam comê-lo, uma pinta linda na bundinha direita, os dois furinhos das costas, hmmm! Abriu-as, o asterisco era perfeito, rosado, quase fechado, pulsante. Máximo não pôde esperar, esqueceu a camiseta, esqueceu os beijos, esqueceu de tudo aquilo que sempre fazia com seus amantes e começou a lamber a bucetinha dele. Os gemidos do Máximo vieram na hora, a língua brigava pra penetrar o cuzinho, o Maurício levantava o quadril pra sentir a língua mais fundo, os dois estavam desesperados por tantos dias de lei seca. O pau do Maurício vazava pré-gozo, sem avisar, sem preparar, apoiou na rajinha do Máximo e deu a primeira empurrada. -Ai, não Maurício a cam..., ahhhh, siiiiii- a pica do Máximo acabou chegando no fundo do cu do Maurício, deixou quieta um tempinho e pôde sentir como o cuzinho promíscuo dilatava, começou um vai e vem suave, não só dilatava, lubrificava incrivelmente. Passou os braços por baixo dos ombros dele e começou a beijar o pescoço e as orelhas -Ai, Máximo não me deu tempo nem de deitar, ahhh, que gostoso que é sem camisinha, você vai gozar dentro? - - Você quer?- Siii, sempre quis sentir isso-, -então eu te engravido. Maurício estava na estratosfera, com cada pirocada do Máximo levantava a bunda pra enterrar o máximo possível, Maurício estava no espaço, esse cara o enchia de sensações elétricas, em toda a pica, nas bolas, na barriga, com cada esfregada nas nádegas do Maurício, queimava. Mas essa posição, com as nádegas carnudas do cara, deixava um pedaço da pica dele pra fora. Tirou sem avisar. -Nããão, por que, puta? - -vira de costas- Levou ele pra beirada da cama, levantou as pernas dele e enfiou de uma vez, agora sim, ATÉ as bolas. David gritou, da pica dura do Maurício jorrava uma fonte de pré-gozo, esses dois cm a mais de pica que tinham entrado no cu dele, tocaram em alguma mola escondida que o fez subir até as estrelas e em poucos minutos, entre espasmos do esfíncter, dois jatos grossos de porra foram parar no rosto e no peito do Lucas. Lucas, excitadíssimo acelerou, puxou, apertou, bateu selvagemente com o púbis nas nádegas do cara, até conseguir se esvaziar como nunca no fundo do reto do David. Caiu exausto, deitaram, Da bunda bem dilatada do Maximo, saía um filete de porra morna. O pau do Maurício ainda não tinha baixado, a vontade de pau do Maximo também não, ele se levantou, chupou um pouco e sentou em cima, olhando para o rosto dele:
— Agora você vai saber o que é dar para um cara, velhinho —
Começou a cavalgar no pau do Lucas como se tivessem acabado de começar a foder. Ele sentava no púbis do Lucas e apertava como se quisesse que as bolas entrassem dentro, e, de fato, estava tão dilatado e molhado que parte do começo do saco abria um pouco a boca do esfínter, depois tentando fechar o buraco para dar mais prazer ao Lucas ele tirava quase todo o pau da sua bunda para sentar de novo até o fundo.
Maximo tinha ganhado na loteria, o cara estava comendo ele com o cu como nunca um passivo tinha feito. Os 18 cm do Maximo balançavam e davam chicotadas na barriguinha do Maurício que entre o líquido que saía do cu aberto do seu neném e o pré-gozo do pau, sim, era uma poça de néctar do prazer.
Maurício levava à boca e com os dedos oferecia ao Maximo que entre subida e descida muito putamente chupava os dedos do Maurício como se fossem a pica mais deliciosa.
10 minutos, não mais, foram necessários para que o Maximo enchesse de novo o tanque do Maurício e para que o Maximo voltasse a beijar com seu sêmen o peito do Maurício.
Agora sim, os dois estavam cansados. Maurício olhou o celular, opa, 10 e meia! Novo banho, beijo e vazou.
A conexão de internet do Maximo era muito melhor que a do Maurício, então agora, três noites por semana, Maurício vai fazer suas aulas virtuais da universidade na casa do Maximo.
— Como se nota que ele gosta de estudar! — pensa feliz a mãe, ele vem cada vez mais contente das aulas virtuais na casa do Maximo.
Para quando acabar a quarentena, talvez convidem os amigos do Maurício, para que venham estudar na casa do Maximo todos juntos, afinal, a conexão é boa, a casa é grande... e a cama também. ela tem a roupa feminina no máximo e quando está com ele, pedi que chame ela de Patricia
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