Arturo era um colega da faculdade, mais alto que eu, tipo 1,70m, meio magro mas não demais, olhos claros, pele branquíssima. Ele tinha um corpo estranho. A gente, homem, tem quadril estreito e por isso sempre tem a bunda menor que as mulheres, mas o Arturo não, ele tem quadril largo, não igual ao de uma gostosa, mas dá pra notar, e isso faz ele ter uma bunda grande e diferente da bunda de um cara. Além disso, coisa rara num magro, o Arturo tem peitinhos, sim, já dei uma olhada disfarçada nele de cima a baixo, e criei a teoria de que ele devia ou deveria ter tido algum desequilíbrio hormonal leve que deu esse toque levemente feminino no corpo de homem dele. Os modos dele não eram de viado, mas às vezes dava pra perceber alguma coisa, ele deixava cair uma carta da mão e sentia um cheirinho sutil de bicha, eu pensava que podia ser besteira minha, que todo chileno é viado, mas tinha algo. Extrovertido, falante, muito organizado, muito arrumado, sempre vestia formal porque vinha do escritório pra faculdade: camisa clara lisa com gravata frouxa, paletó escuro no ombro e calças largas de social. Dava pra ver a bunda dele, mas eu ficava tentando adivinhar em cada dobra e em cada movimento das nádegas. Pelo que aconteceu depois, acho que em algum momento ele ia perceber que meus olhares eram especiais. Era fevereiro e tavam chegando as provas finais. Um colega casado nos convidou pra estudar um sábado na casa dele. Como a família tava no litoral, a casa tava só pra gente. Uma casa linda em Ezeiza, com parque e piscina. Fomos eu e o Arturo. Passamos a manhã na beira da piscina, nas espreguiçadeiras, entre livros e anotações, discutindo leis da física e teoremas complicados. Nós dois bem normais: bermudas e umas camisetas que voaram assim que o sol começou a pegar. O dono da casa lá pelas 11 acendeu o fogo e foi no açougue buscar as entranhas que tinha encomendado. Eu e o Arturo continuamos conversando sobre os assuntos da prova. Ele ficou quieto um tempo, me olhou com uma seriedade estranha, Depois ele me disse: — Eu já tô meio cansado e não aguento mais esse calor, vou dar um mergulho. Deixou os livros em cima da espreguiçadeira, virou de costas pra mim e, com toda calma, baixou o short. A sunga tinha entrado um pouco na racha, então naquela primeira olhada na bunda dele parecia que ele tava de fio dental, não consegui evitar que meu pau desse uma cabeçada. Depois, tranquilão, tirou o short e me mostrou aquele rabão em toda sua beleza, largo como os quadris dele, generoso de carne, uma omega insinuante, de um branco nacarado, sem um único pelo, mmmm, não era a bunda de um macho nem de uma cutie, só de lembrar já fico excitado. Arturo, com maior sem-vergonhice, andou até a mochila dele, guardou a sunga e voltou pra pegar o short, eu pude ver o pau dele, era pequenininho, não mais que 4 cm, fininho. Ele vestiu o short bem devagar, como se quisesse me provocar mais, e me disse: "Vamos?" entrar na piscina. Não consegui ir, meu pau tava duro que nem pedra e eu disfarçava flexionando os joelhos e colocando um livro na barriga, como aquele rabão me excitava! Nada aconteceu naquele dia, mas acho que ele percebeu minha ereção (ou talvez eu não tenha conseguido disfarçar e ele viu meus olhos arregalados e minha cara de safado). O pinto dele acabou de me convencer do desequilíbrio hormonal dele, quadris largos, peitinhos, pau pequeno. Mesmo assim, uma coisa era ser andrógino e outra bem diferente era ser viado. Ele tinha ficado pelado pra me excitar ou era a atitude normal de um chileno na frente de um macho? Isso é comum entre os pijudos, mas com o pinto dele eu teria vergonha se outro cara visse o meu. Seria por isso que ele sempre tentava me mostrar a bunda? Minha piranhagem e meu desejo estavam me pregando uma peça? Eu tentava pegá-lo ou só largava o Arturo e vazava? No final, foi bem pra nós três. As aulas começaram. Arturo, nos intervalos, começou a me chamar pra tomar café no buffet do subsolo, que era bem mais tranquilo. Não tinha uma vez que ele não acabasse falando das exigências dele, que não entendia que a Universidade tava me levando tempo, dos compromissos sociais um atrás do outro, enfim. Numa dessas conversas, entre a repetição do assunto e o cansaço, comecei a bocejar. — O que foi, Lucas, tá cansado? — É, Arturo, com essa história de finais de fevereiro, faz uns dois anos que não tiro férias. — E pra onde você gostaria de ir? Falei a primeira coisa que veio na cabeça. — Mendoza. E ele vai com a família de férias e ficava perto do país dele. E, que ele também tava exausto e me propôs que a gente fosse junto uma semana pra Mendoza, eu descansava dos exames e ele sei lá. Pensei, por que não? As aulas tavam começando, eu tinha uns dias sobrando de férias no trabalho e talvez, quem sabe?. Combinamos a data e o Arturo reservou passagens, hotel e passeios. Chegamos num domingo à noite, o hotel era um apartamento confortável e muito bem localizado, tinha um quarto com cama de casal e banheiro suíte, outro menor com duas camas e uma sala-cozinha ampla. Por lógica, deixamos nossas coisas no quarto pequeno, mas como o grande tinha uma TV enorme e o banheiro era melhor, nos instalamos na cama queen. Fiquei só de cueca, sentei contra a cabeceira da cama e liguei a TV. Logo o Arturo disse que tava se sentindo grudento por causa da viagem e que ia tomar banho. Como da outra vez na piscina, ele ficou peladão na minha frente e começou a se preparar pro banho, o pau dele balançava de um lado pro outro e a lua branca imensa da bunda dele atraía minhas pupilas como um ímã, o amigão entre minhas pernas ia me pregar uma peça, minha tara pela rabeta dele tava a mil. Como na frente da piscina, dobrei as pernas pra ele não ver as cabeçadas do meu pau. Quando ele finalmente entrou no banheiro, pensei: ou eu como ele ou corto fora. Entre o murmúrio do chuveiro e o barulho da TV, fui pegando no sono. Me acordou o "oi" dele, olhei pro banheiro, Arturo tava na porta apoiado no batente, sorridente, sensual, com uma toalha branca enorme amarrada Acima da cintura dela, os peitinhos empinados dela se destacavam, a cintura fina aumentava a curvatura do quadril desejadíssimo dela. Ela veio até a cama e sentou do meu lado; com a toalha aberta na frente, dava pra ver a pijinha dela dormindo e o começo delicioso das coxas dela, os pelos dela eram claros e ralos, nada a ver com a minha mata escura e densa com uma árvore linda e grossa, o Arturo mal tem uma plantinha num vaso. — O que você tá olhando? Quer que eu ligue meu notebook e a gente veja um filme? — Tava com vontade de falar a verdade, que eu tava olhando sonhando com a bunda dela, mas continuei me fazendo de besta. — Beleza, bora. Ela escolheu bem. Com um sorriso cúmplice voltou pra cama, na tela de 42 apareceu uma loira de bucetão e dois caras com picas lindas, grossas, retas, com umas cabeças lindas. Depois das besteiras de sempre do pornô, começaram a comer a loira no cu, os closes da pica entrando e saindo do esfíncter estavam maravilhosos, minha pica ficou a mil, entre o filho da puta me esquentando do lado e o filme, meu corpo todo pedia guerra. Não aguentei mais, estiquei as pernas, tirei a cueca e comecei a me tocar. — Nossa, que ferramenta, Lucas! — ela tirou a toalha, a pijinha dela também tava dura. — Você meteria naquela gostosa pelo cu? — E o que você acha, Arturo, com o tesão que eu tô, se você se abaixar eu te empalo. Hahaha, a gente riu, no meu caso pelo menos foi a risada mais falsa da minha vida. O filme terminou como sempre termina os pornôs, os dois caras se masturbando e gozando nos peitos e na cara da gostosa. — Bom, vou dormir! — falou Arturo, enquanto de quatro como uma gata andava até os pés da cama, mostrando a rabuda dela que já tava me cortando a respiração. Ela desceu da cama e foi pro quartinho. O que eu faço?, pensava, estupro ela ou me tranco no banheiro pra bater umas meia dúzia de punheta? Uma indireta atrás da outra, mas e se ela faz isso porque é assim que os andróginos são mesmo? Coloquei a cueca, botei um canal qualquer e a pica Foi descendo. Quando fiquei apresentável, fui pro quarto. Arturo tinha colocado uma tanga ou uma cueca chilena, pensei. Que rabão, por favor! Se ele tinha colocado uma tanga, talvez quisesse guerra, melhor eu ficar na minha e quando ele dormisse, ir bater uma no banheiro. A gente tava os dois de pé no corredor entre as duas camas arrumando nossas coisas, ele não parava de falar. — Eu sei que a gente vai se divertir pra caralho. O hotelzinho é top, amanhã a gente vai pras vinícolas, quarta pra cordilheira, sexta pra San Juan. Que bom que a gente veio só nós dois pra Mendoza, e sabe o que eu mais amo em estar tão longe de casa? — Me levantei e fiquei ouvindo ele, parado na minha frente, no corredor estreito. — Que aqui a gente pode fazer o que der na telha e ninguém vai falar nada, ninguém vai ficar sabendo, não é? Se aquilo não era uma declaração de guerra, as guerras não existiam. Não aguentei mais, segurei a cabeça dele com as duas mãos e meti um beijo nele como se fosse arrebentar a boca dele. Ele sustentou por uns segundos, depois me afastou segurando meus ombros, me olhou com os olhos arregalados. — Para, Lucas, para, o que cê tá fazendo??, eu não esperava por isso.... eu.... eu não.... — Fez um silêncio. Foi pro banheiro e colocou uma peruca, saia e se maquiou um pouco, me disse isso é um chileno de verdade. Ele apertou forte o volume da minha calça e me perguntou se é verdade que os argentinos são pauzudos, por isso a gente perde a maioria das nossas mulheres ou cria os filhos delas quando conhecem um argentino. Arturo ficou olhando pro meu pau com olhos assustados, abriu os lábios e colocou a cabeça do meu pau pra dentro, depois abriu de novo e enfiou um pedaço, começou um vai e vem quase sem roçar, tirou da boca, beijou e engoliu a cabeça de novo. O que esse otário tá fazendo?, pensei. Peguei a mão dele e levei até a base do meu pau, Martín me olhava e olhava pro pau, fiz ele apertar e descer o prepúcio pra descobrir a cabeça. Segurando a mão dele, falei, chupa e aperta. obedeceu. A expressão dele mudou, o olhar encheu de luxúria, começou a chupar o pau rápido, tirou a mão e tentou engolir tudo, senti o engasgo. Levantei ele e levei pela mão até a cama grande, deitei ele e montei por cima. As tetas gostosas dele esfregaram no meu pau e depois eu lambi elas, lambi minha porra pré-gozo na pele dele, apertei, mordi e fui descendo. Virei ele. — Espera, espera — ele falou com cara de terror. — Que foi, não quer dar? — perguntei puto. Naquela altura, se ele dissesse que não, eu ia comer ele à força. — É que sou virgem. Sorri. — Não acredita em mim? — Não, se os chilenos nascem viados. — Olha meu pau miserável e minha bunda gigante, Arturo, você nasceu pra ser viado. Desde pequeno você gosta de homem, igual todo chileno, roubava a roupa da sua irmã e se vestia escondido, mas sua família sempre soube, igual seu pai. — Arturo, você tem razão, Lucas é tudo que você disse. Quando na faculdade vi como você me olhava, e vi seu corpo e seu jeito, fiquei afim de você, pensei que com você ia dar certo, te escolhi, Lucas, por favor, acredita em mim. Montei um plano todo pra me insinuar e você perceber que sou viado, mas não tive coragem de falar. — Tá bom, não esquenta, só relaxa e deixa eu fazer, ok? Abri as nádegas dele, verdade, não entrava nem um alfinete. Tive que dar uma segurada. Eu ia meter seco, do jeito que tava excitado e achando que ele era viado, mas se era virgem, se me fez a honra de me escolher pra desvirgar ele, tinha que fazer a primeira vez dele ser o mais doce possível. Respirei fundo, pensei mentalmente e falei: é chileno, nasceu pra isso, fecha os olhos e relaxa, neném. Hoje vai doer um pouquinho, mas depois você vai ver que valeu a pena passar por isso. Ele me deu um sorriso calmo, fechou os olhos e apoiou a bochecha no travesseiro. Voltei pras nádegas dele e comecei a empurrar com a língua no buraquinho que nem existia. Aos poucos consegui abrir um pouco, senti o primeiro roçar quentinho. seu cuzinho e senti nos meus ouvidos o primeiro gemido doce que o Arturito soltava com a minha mão na bunda dele. Sentei do lado dele e coloquei ele sentado na minha coxa, meio inclinado, pra meter os dedos enquanto beijava ele. Custou, mas encontrei, chupei meu dedo indicador e fui enfiando devagar, como ele apertava!, falei que ia quebrar minhas falanges, e com a risada ele relaxou um pouco e consegui enfiar o dedo inteiro. Comecei a comer ele com o dedo. -Ai, para, para que eu tenho que ir no banheiro.- Sorri. -É só sensação, Arturo, você vai se acostumar.- Continuei mais um pouco, até que a cara de incômodo do meu amiguinho andrógino sumiu. Foi a hora de mandar dois dedos -Ai, dói, ai, ai! -É só um pouquinho, relaxa que você vai ver a dor passar.- De novo, continuei remexendo os dois dedos com tudo, empurrando nas paredes do esfíncter até que a cara de sofrimento dele sumiu. -Chegou a hora, Arturo, deita na beirada da cama enquanto eu pego o lubrificante. -Você trouxe lubrificante, já sabia que ia me comer, Lucas? -Por via das dúvidas, Arturo, não tava convencido de que você ia vir, mas com a vontade que eu tava da sua rabeta, se não te comesse, usava pra deixar as punhetas mais gostosas. Enfiei o dedo com bastante lubrificante e passei muito na minha pica. -Você vai enfiar tudo? -Sua bunda não merece menos, boy, se pudesse enfiava até as bolas! Coloquei as perninhas dele no ombro e apoiei a cabeça. Dei a primeira estocada e ele deu o primeiro grito. Não entrou nem a ponta. -Relaxa, solta essa bunda senão vai doer nos dois, me ajuda, faz força, ele respirou fundo e seguiu minhas instruções. Dei a segunda estocada, grito desgraçado, mas minha cabeça cravou no esfíncter dele. Vinha o pior, tinha que percorrer o canalzinho e vencer pela primeira vez o esfíncter interno, isso ia ser uma tortura pra uma bunda tão apertada. Tirei ela, não falei nada pra não assustar ele, mas minha cabeça tinha vestígios de sangue, enchi o buraquinho dele com lubrificante, com o dedo fiz escorrer pro reto e enfiei Enchi de novo com lubrificante. Enfiei de novo, ela gritou de novo. Parei, respirei fundo e dei uma porrada violenta, ela tremeu, gritou, chorou, mas já minha glande sentia o vazio do reto dela enquanto o esfíncter rígido apertava o tronco do meu pau como se quisesse espremer. Deixei ela quieta. -Já tá quase, rompi a pelinha, você não é mais virgem.- Acariciei ela, sequei as lágrimas dela. -Só mais uma empurradinha, tá? -Não tenho pelinha, idiota, é um cu, não tem hímen-, ela disse entre lágrimas, -Vai logo! -Daqui a pouco você vai ver como seu cu vira buceta, aguenta. Enfiei até o fundo, grito final e um silêncio só interrompido pelos gemidos de dor dela. A gente se olhou, sorri pra ela, peguei a mão dela e levei até o esfíncter dela. Espanto e euforia, os dedos dela tocavam a base do meu pau encostada no que antes era um asterisco fechado e agora era um suave Ahhh, sei lá, o calor do seu pau, eletricidade no cu, nas bolas, como se eu fosse gozar, sei lá, sei lá, mas não tira, continua, me come mais Lucas, enfia tudo. Acelerei, minhas bolas começaram a bater na bunda dela, a piroquinha dela encheu de pré-gozo, fiz o vai e vem mais longo, tirava ele inteiro e enfiava de uma vez, já a bunda dela tava macia e molhada, já tinha acontecido a metamorfose, já a buceta de homem tinha nascido do cu virgem e doce dela. Grossos pingos de porra começaram a sair da piroquinha dela, não pularam no ar, simplesmente escorreram da glande pelo tronco. Peguei com meus dedos uma das poças e bebi, suave e delicioso. Procurei mais gozo, abaixei mais as pernas dela e cheguei na boca dela, beijei ela e compartilhei o gozo dela. Sem parar de beijar, acelerei, ela já gemia como uma puta e a linguagem fina de universitária tinha virado pedidos de uma ninfomaníaca tesuda. Meu pau cresceu dentro dela, ela sentiu e entendeu o que vinha, começou a gritar "me dá seu gozo, me dá seu gozo, me engravida Lucas, inunda meu cu agora meu amor!" Como todo chileno, pedia Porra, que delícia. Enchi ele todinho, ele levou as mãos pro umbigo com um "ahhhh" e fechou os olhos. Tirei devagar e olhei pro buraco dele, tava imenso, molhado, o sangue misturado com meu pré-gozo e os sucos do reto dele formavam uma poça rosa linda. Falei que essa primeira gozada tinha que ficar guardada dentro dele, virei ele e coloquei um travesseiro embaixo pra porra aninhar bem. Fui pegar papel higiênico e limpei a bunda dele até não deixar nenhum vestígio de sangue, não queria preocupar ele. Lavei minha pica e sentei do lado. Ele se levantou um pouco e, de olhos fechados, começou a chupar devagar. — Valeu, Lucas, você me fez feliz. — Passei a mão na cabeça dele. — Valeu por me escolher, chileninho. Agora você precisa escolher: viver pra satisfazer os machos ou viver como um cuck frouxo? Desde que te conheci, sonhava com essa sua bunda. — É tão gostosa assim? — Você sabe que tem uma raba do caralho. — Ele sorriu sensual. — Me sinto diferente, Lucas, sua pica mudou minha vida. Entre palavras doces e carícias, fomos dormindo. Ele acordou primeiro, eu acordei com o barulho do chuveiro e o cantarolar dele, já não mais de barítono, mas de mezzo-soprano. Ele saiu do banho rebolando a bunda e se mexendo como se fosse uma gatinha. — Tá me olhando assim por quê? — falou com a melhor pose de vedete, rebolando aquela raba infernal. — Com você não preciso mais fingir, posso ser a mocinha que sou no meu quarto, querido! — Sorri. — Já é minha mulher, e dos machos que quiserem te comer, já era, chileninha. Se quiser usar fio dental e sutiã, pode. — Ahhh, safado, ficou olhando minha mala? — Não, Artur, só me veio à cabeça. — Hoje à noite, amorzinho, hoje à noite. — Ele ficou sério. — Luquinhas, sabe o quê? Tô doendo. — Tocou as nádegas. — Quando fiz cocô, doeu pra caralho e saiu um monte de sangue, parecia que tava menstruada! — E agora, o que cê sente? — Uma dorzinha no esfíncter. — Bom, Artur, temos três opções: um, a gente vai pra uma clínica e fala pro médico de plantão o que a gente fez e o que tá rolando. — Nem fodendo! — Dois, um amigo chileno... Porra, a voz me passou uma receita: pego uma folha de babosa, descasco, faço um supositório e enfio no teu cu — Nem louca!! — Três: vou sozinho numa farmácia, falo que exagerei na buceta da minha mina e peço uma recomendação. Volto e aplico em você. — Essa eu gostei, além do mais, sou sua namorada, né? — Não, minha mulher Arturita. — Sorrio — Me chama de Zulma. Pedimos café da manhã no quarto, deixei a buceta dela quieta, mas a boca tava perfeita, então antes do café com porra, a Zulminha, de joelhos entre minhas pernas, tomou o primeiro gozo dela. Macho e, como todo chileno, acaba sendo puta dos argentinos e sul-americanos.
1 comentários - Marica chileno