Eu e meu sobrinho

Há muitos anos, eu estava preparando a comida pra ir trabalhar. Naquela época, eu não parei de trabalhar porque ganhava por produção e não ia me dar ao luxo de tirar um tempo pra ser mãe, além de estar muito cansada. Usava um short cinza e uma blusa branca meio transparente.

Meu sobrinho, de uns 15 anos, entrou. Ele estava vestido com uniforme esportivo pra jogar futebol: uma camiseta branca, um short azul, meias brancas e chuteiras. Ele entrou e começou a me contar como tinha sido o jogo dele — sempre que voltava de jogar, me contava tudo que tinha rolado.

Virei de costas pra arrumar meu quarto, e meu sobrinho ia de um lado pro outro me contando como foi o jogo. De repente, ele parou na minha frente e ficou me olhando, calado.

Meu sobrinho continuou me encarando. Quando terminei de arrumar, comecei a recolher minhas roupas que estavam espalhadas pelo quarto. Meu sobrinho me seguia de perto e, de vez em quando, me perguntava umas coisas e eu respondia.

Mas achei muito estranho, porque ele é um menino que não para quieto nunca, e naquele momento ele só se mexia quando eu me mexia. Comecei a limpar também, arrumei e fiz várias coisas.

Enquanto me abaixava pra ver o que tinha debaixo da cama, levantei a vista e vi no espelho o reflexo do meu sobrinho, sem me ver refletida, e notei que ele estava com uma ereção. Me chamou a atenção não pelo fato de ver uma ereção, mas por ver uma ereção grande pra idade dele.

Continuei recolhendo as coisas e virei de novo pro espelho, e vi a ereção de novo, mas dessa vez ele estava se tocando disfarçadamente. Me levantei, coloquei as coisas na gaveta, e nisso minha irmã (a mãe dele) chamou meu sobrinho. Eu dei um abraço nele e ele foi embora. Me aproximei do espelho pra arrumar o cabelo e aí percebi que um dos meus peitos estava totalmente pra fora da blusa. Coloquei o peito de volta dentro da blusa (aquela blusa que eu já disse que era meio transparente).

Saí do quarto. Quarto e apaguei a luz, logo em seguida fechei a porta e minha irmã passou por mim e me disse pra colocar um sutiã porque o marido dela já tinha chegado.

Um tempo depois, bem quando ia entrar no meu quarto, vi meu sobrinho sentado na minha cama e, claramente, ele estava se masturbando. Não vi ele batendo uma, mas como ele estava de costas pra mim e pelo movimento que tava fazendo, não foi difícil deduzir. Pensei por alguns segundos se entrava ou me mandava embora, e tava quase saindo quando ouvi ele dizer:

— Que peitão gostoso que a minha tia Andrea tem

O fato de ele ter falado meu nome me fez repensar em ir embora e deixar ele sozinho. Então decidi entrar rápido e acender a luz. Ele levantou na hora e eu pude ver que na mão direita ele tava com meu álbum de fotos, bem numa foto onde eu tô de biquíni na praia, e com o pau pra fora com minha calcinha enrolada nele.

Ele deixou o álbum cair e tentou esconder o pau enfiando de volta na calça, deixando a cabeça aparecendo e um pedaço da minha calcinha. Começou a falar nervoso, várias vezes, que não era o que eu tava pensando e que eu não fosse contar pros pais dele.

Fiquei olhando pra ele por uns segundos e, sinceramente, não vou mentir pra vocês, senti curiosidade e por isso fiz o seguinte:

Primeiro, fingi que tava puta. Sim, tava meio irritada, mas não tanto quanto demonstrei. Ajoelhei na frente dele, baixei a calça dele, peguei minha calcinha e o pau dele, obviamente porque tava enrolado nela, e apertei com força, falei:

— Seu porco do caralho

Olhei pra ele com uma cara de ódio e decidi puxar minha calcinha do pau dele sem soltar a pressão. Ele deu um passo pra trás mais ou menos e eu vi na cara dele uma expressão de dor, medo e prazer. Sei que ele gostou quando minha mão passou por todo o pau dele.

Levantei a calça dele, segurei o pau dele com força de novo e enfiei de volta na calça. Terminei de arrumar a calça enquanto falava um monte de coisas, no final só falei:

— Some da minha frente, seu pervertido e não quero te ver de novo Naquele momento, meu sobrinho saiu correndo do quarto e eu tirei minha cara de brava, cheirei minha mão que tava com cheiro de creme corporal, peguei minha calcinha e também cheirei, e peguei meu álbum e desde então fui pro meu quarto, me senti mal, chorei pela primeira vez e não tirava da cabeça a ereção do meu sobrinho. Me despi e me masturbei várias vezes. Como detalhe extra, eu vi ele pelado de novo um dia que ele tinha saído do banho e deixou a porta do quarto dele entreaberta. O quarto dele não tinha maçaneta e não dava pra fechar, então, entreaberta, eu consegui ver ele. Fiquei parada uns segundos e depois continuei meu caminho. Depois, uma noite, deu sede, acordei e saí do meu quarto de baby doll branco transparente. Sempre durmo de baby doll, e como era quase 2 da manhã, achei que ninguém tava acordado, então fui pra cozinha e, ao passar pela sala, percebi que meu sobrinho tava se masturbando pelado enquanto via um filme de uma mulher mais velha e um cara jovem transando. Dessa vez, fiquei até o fim e vi como ele ficou deitado com a cabeça pra cima, os braços esticados no encosto do sofá e sem roupa. Como o esperma dele saía e escorria pelo pau dele. Tava a uns três ou quatro metros dele, então vi com todos os detalhes tudo que aconteceu. E, por último, cheguei a ver a ereção dele umas duas ou três vezes mais, principalmente quando eu usava roupa colada e a blusa transparente. A última vez foi de propósito mesmo. Pouco tempo depois, fiquei só eu e meu sobrinho porque os pais dele iam viajar por dois meses. No dia seguinte, falei pro meu sobrinho que ia no supermercado e demoraria. Fui. Quando cheguei, ouvi uns gemidos, devagarzinho vi meu sobrinho se masturbando pelado, vendo outro vídeo de duas mulheres mais velhas com peitões e bundonas iguais às minhas. Vi ele fazendo aquilo, eu tava toda excitada, tirei minha roupa, fiquei só de tanga. Com as tetas grandes de fora, me aproximei e meu sobrinho se assustou, se vestiu rápido e disse: "Não conta pros seus pais". Eu falei que não contaria e perguntei se a gente fazia igual no vídeo. Ele disse que sim, tia. Beijei ele na boca, ele chupava minhas tetas gostoso, igual um bebê. Chupei o pau dele como se fosse um pirulito. Ele disse que não aguentava, gozou na minha boca. "Sobrinho, quero engolir seu leite, mmm, que gosto gostoso, filho." Meu sobrinho ficou triste, disse que queria transar. Falei que não podíamos. Ele começou a chorar, e eu beijei ele: "Não chora, filho, tá bom, vamos transar, mas com uma condição: não conta pra ninguém, nem pros seus pais. É segredo. Não podemos transar, só você e eu." Ele disse: "Tá bom, não vou contar pra ninguém. Finalmente vou transar com minha tia Andrea, hehe."

Perguntei ao meu sobrinho: "Quando te vi batendo uma pra minha foto, fiquei excitada, te repreendi e te perdoei." Fomos pro meu quarto, tirei minha calcinha fio dental, ele chupou minha buceta, me deu um orgasmo. Falei: "Deita de costas." Subi, coloquei o pau dele na minha xota, montei e transei com meu sobrinho. Quando terminamos de transar, estávamos exaustos. Fodemos várias vezes, estávamos felizes. Perguntei ao meu sobrinho: "Não conta pra ninguém, pode me foder todo dia?" Ele me deu um beijo: "Tá bom, tia Andrea."

E desde então, fodemos todo dia até agora.Eu e meu sobrinho



tia



Sobrinho


tia peituda


Tia MILF


Tia e sobrinho transando





Eu e meu sobrinho

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