a segunda parte dessa história
morbosa e excitante
espero que vocês curtam tanto quanto eu
VALEU PELOS PONTOS
OS COMENTÁRIOS
E POR ME SEGUIR
Na sexta, me encontrei de novo com o Oscar pra tomar uma cerveja e bater papo, mas mais pra convidar ele pra ir em casa no sábado à noite. Como ele não tinha nada planejado, topou na hora e perguntou o que era pra levar. Falei que era só vontade de se divertir. Ele tava ansioso pra conhecer minha mina. Descrevi ela do jeitinho que ela é: não muito alta, um pouco cheinha, mas com uns peitões do caralho e uma raba que pede comida.
Oscar, que festas você deve estar dando então
Não se iluda, com o que eu tenho não dá.
Oscar, por que você tá dizendo isso? Por acaso você duvida dela?
Não, não, de jeito nenhum, mas se pelo menos fosse parecida com a sua, eu sei que seria muito feliz.
Oscar, nisso aí não posso te ajudar.
Não sei, talvez sim.
Oscar, não tô entendendo.
Eu sei que com uma rola como a sua ela seria muito feliz, tenho medo que ela encontre uma assim e eu perca ela.
Oscar, acho que você não vai perder ela não, no máximo ela vai te chifrar. O que não entendo é como posso te ajudar com isso.
E se tu come ela? Tu não vai me roubar ela, isso é certeza.
Oscar, pra mim não tem problema nenhum, mas é sério mesmo que você tá me falando isso? E ela deixaria?
Me diz uma gostosa que não deixaria comer um pau desse, claro que deixaria, já conversamos e ela me disse que sim.
Oscar, então você tá me convidando pra sua casa pra eu comer a sua mulher?
Não, não tão assim, para. É mais ver como rola: se ela te achar gostoso e você curtir ela, não tô te dando de presente, é pra ela matar a vontade de uma boa pica e não perder ela por besteira.
Oscar, te entendo. Bom, eu vou estar aí e a gente vê o que rola.
Aquele sábado foi interminável, nós dois esperando o Oscar. Ela queria ver como ele era, dizia que não ia dar pra ele só porque ele tinha uma pica grande, que se não gostasse, eu podia esquecer. Claro que ela não sabia o quanto eu tinha sido sincero com o Oscar. Depois de comer, ela foi descansar e eu fui ver pornô de novo. Dessa vez era um negão de pica grossa comendo uma esposa na cozinha enquanto o corno estava no quintal. Ele arrebentava toda a buceta dela enquanto ela se segurava pra não gritar e ser descoberta, deitada na bancada, olhando pro marido com os olhos arregalados. Não aguentei e bati uma punheta. No melhor momento, entra a Silvia.
Silvia, que siririqueira que tu é, vai me ver assim hoje, mas eu vou meter até o cu dela e vou arrebentar tudo.
Não falei nada, guardei a pica, desliguei o computador e fui pra cozinha, tomei uns mates com ela, tava na cara que ela tava puta e com tesão em mim, e enquanto tomava mate ela disse
Silvia, prepara o rabinho que agora, quando seu amigo chegar, você vai ver ao vivo como vira uma corna.
Bom, meu anjo, minha fantasia é que um pauzão te coma, mas não quero ser um corno manso, por isso prefiro que seja o Oscar te comendo e não outro.
Silvia, vou ser comida pelos pausudos que eu quiser e você vai ver tudo, corno.
Nisso bateram na porta, ficamos em silêncio e ela atendeu, com aquele vestido decotado, tava uma rainha.
Oscar, boa tarde, cê deve ser a Silvia, né? Toma, trouxe isso pra você.
Silvia, sim, pode entrar, a gente tava te esperando.
E aí, como cê tá? Vem, senta aqui. Quer tomar alguma coisa?
Oscar, sem mate tá de boa pra mim, cê tá mentindo pra mim, hein?
Por quê?
Oscar, tua mulher é uma gostosa.
Silvia, ele te disse que não era?
Oscar, não, pelo contrário, acho que ele não me disse como você era justamente pra ser uma surpresa.
Continuaram conversando como se eu não existisse, eu me dediquei a atendê-los, levando bebidas e até servi o jantar. Assim que terminamos de comer, levantei a mesa e foi aí que pude ouvir a Silvia.
Silvia, esse masturbador morre de vontade de me ver transando com outro, e que esse outro seja bem dotado. Faz meses que ele fala de você.
Oscar, não me importa o que ele quer, me importa o que você quer. Se você quiser, vamos pro quarto.
Silvia, vamos, vou dar o gosto pra esse punheteiro.
Realmente tava muito puta comigo, elas se levantaram e entraram na mesa, a Silvia, pra minha surpresa, fechou a porta. Não tive coragem de abrir, só escutei atrás dela.
Silvia, mas isso é sensacional, o masturbador não estava mentindo.
Oscar e você é uma gostosa
Já tava pelado, me masturbando a piroca, imaginando que a Silvia já tava chupando a piroca dele, nisso ela era uma expert, pelo menos comigo.
Posso entrar?
Silvia, nãooo, hoje não é seu dia de olhar, vai embora, corno, que depois o Oscar te conta.
Resignado, fiquei ali ouvindo e imaginando como eles transavam, os gemidos da Silvia eram incríveis, o barulho que os corpos deles faziam ecoava na minha cabeça, não tinha dúvida, o Oscar tava comendo ela. Passou um tempão até que a Silvia me disse
Silvia amorrrr, traz umas cervejinhas
Rapidamente entrei com três latas, os dois pelados e banhados de suor. Oscar pegou duas e abriu, deu uma pra ela que, sorrindo, me disse
Agora vai, fecha a porta que o Oscarcito vai passar a noite comigo.
Safadeando por dentro, saí do meu quarto fechando a porta. Eles iam continuar trepando a noite toda, e eu só conseguia imaginar como estavam fazendo e bater uma bronca monstra no quarto ao lado. Só esperava que o domingo fosse diferente e que eu pudesse ver eles.
morbosa e excitante
espero que vocês curtam tanto quanto eu
VALEU PELOS PONTOS
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Na sexta, me encontrei de novo com o Oscar pra tomar uma cerveja e bater papo, mas mais pra convidar ele pra ir em casa no sábado à noite. Como ele não tinha nada planejado, topou na hora e perguntou o que era pra levar. Falei que era só vontade de se divertir. Ele tava ansioso pra conhecer minha mina. Descrevi ela do jeitinho que ela é: não muito alta, um pouco cheinha, mas com uns peitões do caralho e uma raba que pede comida.
Oscar, que festas você deve estar dando então
Não se iluda, com o que eu tenho não dá.
Oscar, por que você tá dizendo isso? Por acaso você duvida dela?
Não, não, de jeito nenhum, mas se pelo menos fosse parecida com a sua, eu sei que seria muito feliz.
Oscar, nisso aí não posso te ajudar.
Não sei, talvez sim.
Oscar, não tô entendendo.
Eu sei que com uma rola como a sua ela seria muito feliz, tenho medo que ela encontre uma assim e eu perca ela.
Oscar, acho que você não vai perder ela não, no máximo ela vai te chifrar. O que não entendo é como posso te ajudar com isso.
E se tu come ela? Tu não vai me roubar ela, isso é certeza.
Oscar, pra mim não tem problema nenhum, mas é sério mesmo que você tá me falando isso? E ela deixaria?
Me diz uma gostosa que não deixaria comer um pau desse, claro que deixaria, já conversamos e ela me disse que sim.
Oscar, então você tá me convidando pra sua casa pra eu comer a sua mulher?
Não, não tão assim, para. É mais ver como rola: se ela te achar gostoso e você curtir ela, não tô te dando de presente, é pra ela matar a vontade de uma boa pica e não perder ela por besteira.
Oscar, te entendo. Bom, eu vou estar aí e a gente vê o que rola.
Aquele sábado foi interminável, nós dois esperando o Oscar. Ela queria ver como ele era, dizia que não ia dar pra ele só porque ele tinha uma pica grande, que se não gostasse, eu podia esquecer. Claro que ela não sabia o quanto eu tinha sido sincero com o Oscar. Depois de comer, ela foi descansar e eu fui ver pornô de novo. Dessa vez era um negão de pica grossa comendo uma esposa na cozinha enquanto o corno estava no quintal. Ele arrebentava toda a buceta dela enquanto ela se segurava pra não gritar e ser descoberta, deitada na bancada, olhando pro marido com os olhos arregalados. Não aguentei e bati uma punheta. No melhor momento, entra a Silvia.
Silvia, que siririqueira que tu é, vai me ver assim hoje, mas eu vou meter até o cu dela e vou arrebentar tudo.
Não falei nada, guardei a pica, desliguei o computador e fui pra cozinha, tomei uns mates com ela, tava na cara que ela tava puta e com tesão em mim, e enquanto tomava mate ela disse
Silvia, prepara o rabinho que agora, quando seu amigo chegar, você vai ver ao vivo como vira uma corna.
Bom, meu anjo, minha fantasia é que um pauzão te coma, mas não quero ser um corno manso, por isso prefiro que seja o Oscar te comendo e não outro.
Silvia, vou ser comida pelos pausudos que eu quiser e você vai ver tudo, corno.
Nisso bateram na porta, ficamos em silêncio e ela atendeu, com aquele vestido decotado, tava uma rainha.
Oscar, boa tarde, cê deve ser a Silvia, né? Toma, trouxe isso pra você.
Silvia, sim, pode entrar, a gente tava te esperando.
E aí, como cê tá? Vem, senta aqui. Quer tomar alguma coisa?
Oscar, sem mate tá de boa pra mim, cê tá mentindo pra mim, hein?
Por quê?
Oscar, tua mulher é uma gostosa.
Silvia, ele te disse que não era?
Oscar, não, pelo contrário, acho que ele não me disse como você era justamente pra ser uma surpresa.
Continuaram conversando como se eu não existisse, eu me dediquei a atendê-los, levando bebidas e até servi o jantar. Assim que terminamos de comer, levantei a mesa e foi aí que pude ouvir a Silvia.
Silvia, esse masturbador morre de vontade de me ver transando com outro, e que esse outro seja bem dotado. Faz meses que ele fala de você.
Oscar, não me importa o que ele quer, me importa o que você quer. Se você quiser, vamos pro quarto.
Silvia, vamos, vou dar o gosto pra esse punheteiro.
Realmente tava muito puta comigo, elas se levantaram e entraram na mesa, a Silvia, pra minha surpresa, fechou a porta. Não tive coragem de abrir, só escutei atrás dela.
Silvia, mas isso é sensacional, o masturbador não estava mentindo.
Oscar e você é uma gostosa
Já tava pelado, me masturbando a piroca, imaginando que a Silvia já tava chupando a piroca dele, nisso ela era uma expert, pelo menos comigo.
Posso entrar?
Silvia, nãooo, hoje não é seu dia de olhar, vai embora, corno, que depois o Oscar te conta.
Resignado, fiquei ali ouvindo e imaginando como eles transavam, os gemidos da Silvia eram incríveis, o barulho que os corpos deles faziam ecoava na minha cabeça, não tinha dúvida, o Oscar tava comendo ela. Passou um tempão até que a Silvia me disse
Silvia amorrrr, traz umas cervejinhas
Rapidamente entrei com três latas, os dois pelados e banhados de suor. Oscar pegou duas e abriu, deu uma pra ela que, sorrindo, me disse
Agora vai, fecha a porta que o Oscarcito vai passar a noite comigo.
Safadeando por dentro, saí do meu quarto fechando a porta. Eles iam continuar trepando a noite toda, e eu só conseguia imaginar como estavam fazendo e bater uma bronca monstra no quarto ao lado. Só esperava que o domingo fosse diferente e que eu pudesse ver eles.
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