Meu nome é Lucas, tenho 28 anos. O que vou contar aconteceu em janeiro deste ano, é uma história real, se passou na província de Misiones. Minha namorada se chama Camila, tem 25 anos, tem uns peitos de cinema, pernas lindas, uma bunda que chama muita atenção, bem redonda e grande. Ela está comigo há 3 anos, mas sei que já teve vários amantes. A questão é que em janeiro decidimos acampar num lugar chamado Salto Encantado com um amigo dela e dois amigos dele. São dois: um chamado Luciano, de 26 anos, e também foram dois amigos do Luciano, Martín e Agustín. Eu não moro mais em Misiones há muito tempo, mas estava passando minhas férias lá, e essa viagem já estava planejada há um bom tempo. No dia que chegamos, tudo correu normalmente. Entramos na água, tem um riacho que passa por lá formando um piscinão natural, é um lugar lindo, mas a água é muito fria. Minha namorada tinha colocado um biquíni bem pequeno, sem ser fio dental na parte de baixo, mas os peitos ficavam bem para fora do sutiãzinho, e a água fez os bicos dos peitos ficarem durinhos de um jeito incrível, aparecendo muito. O Luciano e os amigos dele notaram e não paravam de olhar. Também, entre brincadeiras na água, vi como eles roçavam nela bastante, mas parecia algo casual, não dava a impressão de que faziam de propósito. Assim passou o dia, sem nada que fizesse pensar no que aconteceria à noite. Quando a noite chegou, fizemos uma fogueirinha, um churrasco e tomamos umas cervejas entre todos. Era uma noite muito quente, então dormir numa barraca ia ser como dormir num forno. Tinha duas barracas: numa dormia Camila comigo, e na outra, tipo iglu, dormiam os três amigos. Lá pelas 2 da manhã, fui dormir, estava morto. No parque não tem muito o que fazer, de noite é um breu danado e fica no meio da selva, então quando acabou a... As cervejas acabaram, a noite tava no fim. Deitei, mas não conseguia dormir, ouvia as risadas, o que eles falavam, e não pegava no sono, então fiquei cochilando. Lá pelas 3 da manhã, sinto abrirem o zíper da barraca, era minha namorada vindo se deitar. Eu tinha deixado um espaço contra a parede da barraca pra ela ficar entre a parede e eu, mas ela me empurrou de leve e se deitou atrás de mim. Ela tava usando uma legging fininha e uma camiseta, começou a se ajeitar e a tirar o sutiã. Quando ela tava fazendo isso, entra o Luciano com uma lanterninha e vê ela, solta um "Uau", e ela dá uma risadinha. Ela se deita de costas pra mim, olhando pro lado dele. Atrás, entra o Martín e se deita atrás do Luciano. A parada é que eles ficavam murmurando coisas, mas eu não conseguia ouvir direito, e sentia uns movimentos. Até que em certo ponto, sinto ela falar: "PRA QUE, SE MEU NAMORADO TÁ AQUI?" E ele responde: "DEIXA EU LAMBER SEUS PEITOS, POR FAVOR". Os murmúrios continuaram, e uns 10 minutos depois, sinto um "Schup Schup" — tavam chupando os peitos da minha namorada atrás de mim. Eu já tava super excitado, e como a gente tava bem colado, sentia uma mão passando na bunda dela, porque também roçava em mim. Aos poucos, comecei a sentir uns gemidinhos bem baixinhos, até que o Luciano falou: "DESCE E CHUPA MINHA PIROCA" e ela respondeu: "NÃO, AQUI NÃO". Aí ele disse: "ENTÃO VIRA E ABAIXA A LEGGING E ABRAÇA SEU NAMORADO". Ela falou que não de novo, mas ele insistiu: "FAZ ISSO AGORA". Aí ela virou, me abraçou, e eu senti o Luciano abaixando a legging dela. Todos os caras tavam dormindo quase pelados, eu só tava de cueca, o calor era infernal. Aos poucos, comecei a sentir minha namorada se mexendo contra mim, tipo umas empurradinhas. No começo, bem de leve, sutis, não se ouvia nada, só movimentos pequenos. Mas devagar foi ficando mais intenso, e dava pra sentir as mãos do Luciano nos peitos dela contra minhas costas. Já dava pra ouvir Pequenos gemidos dos dois, assim ficaram uns 10 minutos até pararem, eu tava com a pica explodindo e nem respirava, ela se virou de novo e mais risadinhas e sussurros, mas a noite ainda não tinha acabado,
Martín disse: "É MINHA VEZ", e já estavam falando mais alto, mas ela respondeu: "SE QUER ALGUMA COISA, FAZ EM SILÊNCIO SEM ACORDAR MEU NAMORADO, SENÃO ACABOU AQUI". Não sei o que ele disse pra ela, mas ela se virou de novo e os movimentos recomeçaram, só que agora eram mais selvagens. Aí ela tentava se afastar de mim, e Martín falou: "OLHA, VADIA, EU NÃO FAÇO BARULHO, MAS VOCÊ ENCOSTA NO SEU NAMORADO E VAI ME DAR O RABO". Ele tirou a camiseta dela, e eu podia sentir os peitos contra minhas costas, os mamilos bem duros. Um primeiro "AI" dela me fez perceber que ele claramente começou a meter nela. Ela gemia com um pouco de dor. Num momento, ela se afasta um pouco de mim e fica mais de bruços, e aí Martín começou a bombar forte nela. Dava pra ouvir o "PUF PUF PUF" das estocadas no rabo da minha namorada e uns soluços. Ele dizia: "ISSO, VADIA, ISSO, VADIA", até que veio o "HUUUUG" da gozada dele. Aí ficou um silêncio longo, depois um murmúrio, e silêncio de novo. Eu acabei dormindo depois de um tempo sem nada acontecer. De repente, sinto movimentos de novo contra mim, e estavam comendo ela outra vez, mas não sabia quem era, só sentia os movimentos.
No dia seguinte, acordei e todo mundo já estava de pé, tomando chimarrão, rindo como se nada tivesse acontecido. E foi assim o dia inteiro, super relaxado, sem nenhum sinal de nada. Eu tava surpreso, não acreditava que ninguém estivesse nem um pouco envergonhado, mas o dia passou assim: caminhada na mata, chimarrão, riacho, e anoiteceu de novo. Igual ao dia anterior, fui pra cama antes, mas fiquei encostado numa parede da barraca, olhando pra dentro dela. Passei um braço sobre o rosto pra não deixar meus olhos aparecerem, mas dava pra ver vultos. A escuridão era grande, mas pelo menos dava pra enxergar alguma coisa. Naquele dia, a gente tinha comido pra caralho e bebido bastante, e como eu sofro de bruxismo, que me atrapalha muito a dormir, falei que ia tomar um remédio pra Ajuda, e que ia me fazer entrar num sono bem profundo. Daí a pouco eles entraram de novo, dessa vez mais relaxados, começaram a tirar a roupa, ela já tava quase nua, só de fio dental, e igual ao dia anterior começaram os sussurros, ela se mexia pra trás e esfregava a bunda na minha mão que tinha ficado solta, e eu tinha deixado de propósito bem perto da bunda dela. Em 30 segundos o Luciano já tava chupando os peitos dela, o som era incrível, ele sugava os peitos dela de um jeito selvagem. As mãos dele percorriam a bunda dela e apertavam, de repente ela se vira um pouco e fala pra mim: LU, TÁ ACORDADO? Eu nem me mexo. De novo: LU, TÁ ACORDADO? Aí o Luciano levanta e fala: LUCAS, OUVIU ESSE BARULHO? Num tom mais alto. Eu nada. Me mexeram um pouco e eu fingia que tava morto de sono. Sabendo o que podia rolar, eu tava deitado um pouco mais pra baixo que eles, pra quando ela virasse, os peitos dela ficassem perto da minha cara. Mas ele não mandou ela virar, falou: HOJE TU NÃO SE SALVA, VAI CHUPAR ELA. Ela não queria, mas ele pegou ela pelo cabelo e disse: QUER QUE SEJA NA FORÇA? VAI CHUPAR ELA. Aí ela foi, foi se deslizando pra baixo, não dava pra ver quase nada, mas dava pra sentir tudo, até que ela começou a chupar. Dava pra ouvir todos os sons, enquanto o Luciano e o Martin conversavam, minha namorada chupava a rola dele.
Passaram alguns minutos até que ela sobe de novo e fica olhando na minha direção, não dava pra ver quase nada, mas sinto que ela tira a calcinha fio-dental. Eu sentia as mãos do Luciano bem perto do meu rosto, pegando nas tetas dela, e dava pra sentir o movimento de bombada, igual no dia anterior, devagar e depois mais violento, até que ele gozou. E aí veio a melhor parte: de novo era a vez do Martín. Eles trocaram de lugar, e começou o vai-e-vem de novo, mas esse era mais selvagem. E a real é que não dava pra ver quase nada lá dentro, então eles não sabiam direito a posição do meu rosto, mas o Luciano tava adorando comer minha mina encostada no meu corpo. Aí, num momento, o Luciano me empurra com a mão pra ver se eu tava acordado, e como eu não fiz nada, ele falou: "TÁ DORMINDO PRA CARALHO". E aí pegou ela e empurrou ela bem contra mim e começou a meter gostoso. As tetas da Camila esfregavam no meu rosto, ela gemia pra caralho, e minha mão que tava embaixo quase encostava na buceta dela. Eu mexia bem devagar pra sentir um pouco mais, sentia os lábios dela bem molhados que, com as enfiadas, chegavam perto da minha mão. Claramente o Luciano tava metendo no cu dela. Quando ele ia gozar, falou: "ESPERA, CHUPA MINHA PIROCA". Fez ela virar, e ela desceu e começou a chupar. Dava pra ouvir ela enfiando até quase a garganta. De repente, aquele "huuuggg" e senti minha mina engasgando com o esperma e começando a tossir. A noite seguiu tranquila até que de madrugada os dois comeram ela de novo. No outro dia, tudo calmo de novo, e depois voltamos pra cidade de Posadas. Espero que tenham gostado da história. Deixem seus pontos 😜
Martín disse: "É MINHA VEZ", e já estavam falando mais alto, mas ela respondeu: "SE QUER ALGUMA COISA, FAZ EM SILÊNCIO SEM ACORDAR MEU NAMORADO, SENÃO ACABOU AQUI". Não sei o que ele disse pra ela, mas ela se virou de novo e os movimentos recomeçaram, só que agora eram mais selvagens. Aí ela tentava se afastar de mim, e Martín falou: "OLHA, VADIA, EU NÃO FAÇO BARULHO, MAS VOCÊ ENCOSTA NO SEU NAMORADO E VAI ME DAR O RABO". Ele tirou a camiseta dela, e eu podia sentir os peitos contra minhas costas, os mamilos bem duros. Um primeiro "AI" dela me fez perceber que ele claramente começou a meter nela. Ela gemia com um pouco de dor. Num momento, ela se afasta um pouco de mim e fica mais de bruços, e aí Martín começou a bombar forte nela. Dava pra ouvir o "PUF PUF PUF" das estocadas no rabo da minha namorada e uns soluços. Ele dizia: "ISSO, VADIA, ISSO, VADIA", até que veio o "HUUUUG" da gozada dele. Aí ficou um silêncio longo, depois um murmúrio, e silêncio de novo. Eu acabei dormindo depois de um tempo sem nada acontecer. De repente, sinto movimentos de novo contra mim, e estavam comendo ela outra vez, mas não sabia quem era, só sentia os movimentos.No dia seguinte, acordei e todo mundo já estava de pé, tomando chimarrão, rindo como se nada tivesse acontecido. E foi assim o dia inteiro, super relaxado, sem nenhum sinal de nada. Eu tava surpreso, não acreditava que ninguém estivesse nem um pouco envergonhado, mas o dia passou assim: caminhada na mata, chimarrão, riacho, e anoiteceu de novo. Igual ao dia anterior, fui pra cama antes, mas fiquei encostado numa parede da barraca, olhando pra dentro dela. Passei um braço sobre o rosto pra não deixar meus olhos aparecerem, mas dava pra ver vultos. A escuridão era grande, mas pelo menos dava pra enxergar alguma coisa. Naquele dia, a gente tinha comido pra caralho e bebido bastante, e como eu sofro de bruxismo, que me atrapalha muito a dormir, falei que ia tomar um remédio pra Ajuda, e que ia me fazer entrar num sono bem profundo. Daí a pouco eles entraram de novo, dessa vez mais relaxados, começaram a tirar a roupa, ela já tava quase nua, só de fio dental, e igual ao dia anterior começaram os sussurros, ela se mexia pra trás e esfregava a bunda na minha mão que tinha ficado solta, e eu tinha deixado de propósito bem perto da bunda dela. Em 30 segundos o Luciano já tava chupando os peitos dela, o som era incrível, ele sugava os peitos dela de um jeito selvagem. As mãos dele percorriam a bunda dela e apertavam, de repente ela se vira um pouco e fala pra mim: LU, TÁ ACORDADO? Eu nem me mexo. De novo: LU, TÁ ACORDADO? Aí o Luciano levanta e fala: LUCAS, OUVIU ESSE BARULHO? Num tom mais alto. Eu nada. Me mexeram um pouco e eu fingia que tava morto de sono. Sabendo o que podia rolar, eu tava deitado um pouco mais pra baixo que eles, pra quando ela virasse, os peitos dela ficassem perto da minha cara. Mas ele não mandou ela virar, falou: HOJE TU NÃO SE SALVA, VAI CHUPAR ELA. Ela não queria, mas ele pegou ela pelo cabelo e disse: QUER QUE SEJA NA FORÇA? VAI CHUPAR ELA. Aí ela foi, foi se deslizando pra baixo, não dava pra ver quase nada, mas dava pra sentir tudo, até que ela começou a chupar. Dava pra ouvir todos os sons, enquanto o Luciano e o Martin conversavam, minha namorada chupava a rola dele.
Passaram alguns minutos até que ela sobe de novo e fica olhando na minha direção, não dava pra ver quase nada, mas sinto que ela tira a calcinha fio-dental. Eu sentia as mãos do Luciano bem perto do meu rosto, pegando nas tetas dela, e dava pra sentir o movimento de bombada, igual no dia anterior, devagar e depois mais violento, até que ele gozou. E aí veio a melhor parte: de novo era a vez do Martín. Eles trocaram de lugar, e começou o vai-e-vem de novo, mas esse era mais selvagem. E a real é que não dava pra ver quase nada lá dentro, então eles não sabiam direito a posição do meu rosto, mas o Luciano tava adorando comer minha mina encostada no meu corpo. Aí, num momento, o Luciano me empurra com a mão pra ver se eu tava acordado, e como eu não fiz nada, ele falou: "TÁ DORMINDO PRA CARALHO". E aí pegou ela e empurrou ela bem contra mim e começou a meter gostoso. As tetas da Camila esfregavam no meu rosto, ela gemia pra caralho, e minha mão que tava embaixo quase encostava na buceta dela. Eu mexia bem devagar pra sentir um pouco mais, sentia os lábios dela bem molhados que, com as enfiadas, chegavam perto da minha mão. Claramente o Luciano tava metendo no cu dela. Quando ele ia gozar, falou: "ESPERA, CHUPA MINHA PIROCA". Fez ela virar, e ela desceu e começou a chupar. Dava pra ouvir ela enfiando até quase a garganta. De repente, aquele "huuuggg" e senti minha mina engasgando com o esperma e começando a tossir. A noite seguiu tranquila até que de madrugada os dois comeram ela de novo. No outro dia, tudo calmo de novo, e depois voltamos pra cidade de Posadas. Espero que tenham gostado da história. Deixem seus pontos 😜
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