Viajávamos eu e meu marido por uma estrada nacional e de repente ficamos parados por causa de um bloqueio na pista.... daí nasceu uma situação inesperada pra mim, mas que nunca vou esquecer.
Eles faziam um de peão de festa.
Isso deu motivo pra nascer uma nova oportunidade de dar um passo à frente no nosso caminho de repetir uma experiência. Tanto eu quanto meu marido estávamos esperando uma chance.
Meu marido conversou um bom tempo com um deles, enquanto eu passeava sob o olhar atento e quente daqueles peões.
Nos convidaram pra um churrasco, com uns sucos bons, me disse meu marido, e eu já aceitei, porque
, mas vendo os dois conterrâneos que se ofereceram pro churrasco, não pude deixar de exclamar… cê acredita?
Colocando em dúvida a mim mesma por ter dúvidas de tentar. Aquela pergunta tava dizendo que podia ser,….. e se podia ser…… porque aqueles caras jovens tinham uma boa pinta.
Assim a gente partiu.
Uns 5 quilômetros mais na frente, saímos da estrada e fomos por um caminho cheio de árvores. No começo, fiquei com um certo medo, porque não sabia pra onde iam nos levar, mas logo pararam num bosque perto de uma ponte.
É um bom lugar pra um churrasquinho, né patrão.
— Parece ideal —disse meu marido.
Foi assim que juntaram lenha, armaram o fogo e montaram a grelha, com um vinhozinho no meio… batendo papo.
Eu me deitei no sol pra aproveitar aquele tempo lindo.
A conversa deles, pelo que deu pra ver do que aconteceu depois, foi sobre mim, sobre o que meu marido propôs pra eles e quando eles quiseram começar….
Disseram de repente… agora a gente pode tomar o aperitivo, enquanto o churrasco vai ficando pronto, vamos provar a peituda… eu não sabia se fazia ou não, mas quando o peão começou a desabotoar a camisa e a tirar o cinto, percebi que as coisas iam rolar conforme o combinado com meu marido, e que eu já não tinha mais o que opinar. A gente ia realizar a fantasia, aquela fantasia tantas vezes bolada por nós dois, dessa vez com dois caras e meu marido como o terceiro.
O mais novo foi se aproximando de mim, me perguntou se eu tava a fim de brincar com eles. Achei educada a atitude dele. Olhei pro Jorge e ele abriu os braços como quem diz, óbvio… Então respondi com um sorriso, passei a língua nos lábios e um… Sim, segura e tranquila. Senti a mão dele percorrer minha cabeça e soltar meu cabelo, enquanto o outro já tinha esticado um colchonete grande e macio. Os dois me levaram até ele, e ficamos os três bem juntinhos, tão perto que eu sentia a respiração forte de ambos.
Claro, eles estavam prontos, embora eu não soubesse pra quê, e eu, que já tinha feito algo parecido,
Fazer com dois homens, enquanto meu marido olhava, estava prestes a acontecer. Um me beijava na boca e percorria meu pescoço, o outro começou a apalpar minha bunda por baixo da minha saia, aí senti ele enfiar as mãos por baixo da minha calcinha fio dental e roçar os dedos nos meus lábios da buceta... e então aaahh enfiou dois dedos na minha buceta, eu comecei a ficar muito excitada só de pensar em ser comida por dois homens me deixava louca. Depois foram tirando minha roupa e me deitando, sem parar de beijar meu corpo inteiro.
Quando eles se pelaram completamente, vi que o cara mais novo tinha um corpo escultural, músculos bem definidos e fortes, com um pau grande, grosso e gostoso. O outro tinha mais corpo de homem maduro, uma barriguinha e um pau também igualmente gostoso e madurão. Aí começaram a acariciar meu corpo todo enquanto eu estava deitada, beliscando meus mamilos já soltos e, aos poucos, foram me deixando com tesão e no ponto. Já molhada com a saliva deles e meus próprios sucos vaginais, mmm… eu me sentia no céu, com duas línguas brincando na minha buceta. Eu queria ser penetrada naquele momento, mas eles me faziam desejar ainda mais aquele instante. Continuaram por um bom tempo assim, enfiando uma língua de cada vez. Olhei para o meu marido e cheguei a pensar que só aquilo era permitido. Vi ele vermelho, excitado e de pau duro. Ele fez sinal de que estava tudo bem. O mais maduro subiu em cima de mim e aproximou o pau grande e grosso dele. Comecei a beijar, chupar e depois mamar delicadamente. Engoli várias vezes, ele já estava muito quente e quase gozava na minha boca. Diminuí o ritmo, mesmo que o roçar do pau do outro na minha buceta pronta e cheia de vontade me enlouquecesse. Continuei fazendo um trabalho gostoso no pau dele enquanto ele apertava meus peitos, e o outro cara continuava me fazendo explodir de prazer com a língua ou com o pau. Depois, senti um dos dedos dele indo pro meu cu, e aos poucos ele foi me dilatando até conseguir. Eu sabia, ou melhor, queria que um deles terminasse no meu cu, mas antes disso, eles me fizeram gritar de prazer várias vezes. Um eu tinha na boca e o outro já estava entrando deliciosamente na minha buceta quente. Gozei quatro vezes enquanto eles trocavam de papéis, um na minha buceta e o outro na minha boca. Foi uma delícia que nunca tinha vivido antes. Nós três ofegávamos em uníssono, e os olhos do meu marido quase saltavam. Eles me deram o gosto de ser penetrada de quatro, deitada semi-sentada e de lado. O inesperado (mas desejado) foi quando me deixaram montar no novinha. Senti o pau grande e duro dele entrando em mim, e quase gozei na hora, mas aí o outro se colocou atrás e me meteu no cu... foi nesse momento que enlouqueci, dois paus me penetrando ao mesmo tempo, sentia os caralhos entrando e saindo... aaahhh na hora eu gozei umas duas ou três vezes a mais, senti minha buceta molhar por dentro quando o velho gozou lá dentro. Ele saiu e eu continuei com meu conterrâneo, que uma hora e outra metia e tirava o pauzão gostoso e delicioso, e depois mmmm os dois de novo ao mesmo tempo gozamos, senti me molhando mais e mais.
Acordei tonta, já abraçada no meu marido, que me beijava feito louco.
Isso quase me deixou mais excitada pra continuar, mas tava com medo de desmaiar e achei que ele não ia querer me possuir assim, toda recém-comida. Foi o contrário. Foi do caralho. Até aquele momento, meu Jorge não tinha se metido, virou um vulcão, me comeu de frente e de costas, agora tudo, tudinho só com ele... A gente se sorriu e agora foi ele quem me serviu, cortando uns pedaços gostosos de churrasco.
Nos despedimos dos nossos amigos e voltamos pelo mesmo caminho, sem passar pelo piquete…

3 comentários - Tudo por um boquete na estrada