Oi, meu nome é Arleth, estou há 4 anos com meu parceiro. Ele é boxeador e quando tínhamos cerca de 1 ano e 2 meses de relacionamento, ele teve que viajar por 7 meses. Obviamente, como qualquer mulher, eu também tinha minhas necessidades e, sem meu namorado há 4 meses, não conseguia satisfazê-las. Minha história com Carlos começa pouco depois. Ele começou a falar comigo pelo Instagram, respondia meus stories e me elogiava constantemente, era muito divertido conversar com ele, eu me divertia muito. Ele costumava se insinuar bastante e eu, só por diversão, entrava na brincadeira. Às vezes ele pedia fotos, me dizia coisas como "vamos ver uma foto da sua carinha linda 🥰" ou "me mostra seu look de hoje" e eu mandava minhas fotos.
Ele tinha a incrível habilidade de falar comigo nos meus momentos de fraqueza, situações em que eu estava especialmente com tesão ou enquanto me masturbava. Ele também adorava me mandar fotos, constantemente aumentava minha autoestima e soltava piadas sexuais se insinuando. Eu gostava de deixá-lo excitado de vez em quando e, com o tempo, ele pedia fotos que mostrassem um pouquinho mais, e eu aceitava.
Ele também gostava de me mandar fotos, me enviava fotos quando saía do banho, sem camisa ou vídeos em que, segundo ele, para não se atrasar e falar comigo ao mesmo tempo, se filmava trocando de roupa na frente do celular e me mandava. Até esse ponto ele nunca tinha passado dos limites, no máximo eram insinuações, piadas sexuais ou comentários como que se um dia a gente transasse ele ia me deixar com as pernas tremendo, também ainda não tinha visto o pau dele, mesmo nos vídeos dele se trocando ele sempre aparecia de cueca, embora houvesse muitas fotos que ele me mandava em que dava pra ver um volume gigante na virilha. Um dia, depois de 1 mês conversando quase todo dia, eu estava com muito tesão, não aguentava mais, nem mesmo tinha vontade ou me satisfazia me masturbar com as mãos, então mandei uma mensagem e uma foto para o Carlos, a foto era do meu pijaminha de vaquinha.
Ele não demorou nem dois minutos para responder e me mandou um "você tá com uma cara de muito cavalgável, gostosa". Bastou uma mensagem para me deixar ainda mais excitada do que já estava. Ele ficava pedindo para eu emprestar o uniforme para que eu tirasse o leite dele e mais comentários desse tipo. Depois de uma hora de piadas sexuais, ele me perguntou o que eu estava usando debaixo do pijama e aí o clima mudou. Como se estivesse bêbada de tesão, mandei algumas fotos só de calcinha.
A segunda foto era uma que só meu namorado tinha, tirada com o celular dele. A ideia de estar dando a exclusividade que era do meu namorado sobre mim a um estranho me deixava com muito tesão. Depois disso, passamos a noite toda trocando mensagens picantes. Ele me mandava fotos dele, nudes artísticos, fotos do pau e vídeos onde se filmava batendo punheta pra mim. Ele pediu fotos mostrando mais, mas eu disse que se ele quisesse me ver completa, teria que me convidar pra jantar primeiro.
Aquele fim de semana era Halloween, então ele me convidou para uma festa e disse que passaria para me pegar. Naquela noite, coloquei uma fantasia de coelhinha da Playboy e só estava usando a calcinha da segunda foto por baixo. Quando ele avisou que estava lá fora me esperando, falei pros meus pais que não voltaria naquela noite e que não me esperassem. Saí correndo para encontrá-lo.
Quando entrei no carro, vi um cara muito gato, com maquiagem de caveira, super atencioso e, acima de tudo, tão engraçado e fofo quanto no chat. Mas nem dez minutos depois que entrei e ele começou a dirigir, já tinha uma mão na minha perna, acariciando bem devagar e suavemente, mas com firmeza. Nem dez minutos e eu já estava completamente molhada. Além disso, não conseguia parar de olhar pro pau dele — marcava muito na calça e às vezes se mexia, obviamente de propósito.
Depois de chegarmos na festa, tudo foi muito bem. Bebemos muito, conversamos e, de vez em quando, íamos ao banheiro nos amassar. Em uma dessas, ele puxou o pau pra fora e empurrou minha cabeça para que eu chupasse. Aceitei e coloquei na boca, mas não antes de apreciá-lo e observá-lo bem. Tinha uma forma perfeita, era branco e as veias marcavam por todo o pau. A cabeça se destacava com uma cor rosa, e o tamanho do membro era perfeito — macio e com um cheiro tão bom, muito marcante. Sem perceber, estava babando por tê-lo na boca. Sem pensar muito, enfiei e saboreei como uma criança com seu picolé. Era perfeito senti-lo dentro da minha boca e envolvê-lo com a língua. engoli-lo e sentir que ele tocava minha garganta, talvez fosse o quão bêbada eu estava, mas aquele momento foi eternamente gratificante. Quando percebi que ele ia gozar, tirei da boca e disse pra ele guardar o melhor pro final. Então saímos do banheiro e fomos pro carro, a caminho do apartamento dele. No caminho, tudo tranquilo, ele acendeu um baseado e fumamos juntos, ele continuou acariciando minha perna e de vez em quando enfiava os dedos. Eu tirei o pau dele pra fora e fiquei masturbando, às vezes chupava, mas nunca deixei ele gozar. Chegamos no apartamento dele e, antes de termos a cena de sexo mais incrível da minha vida, que durou da noite até de madrugada, tiramos essas fotos.
E sem perceber, aquela noite começou o que na época foi a fase mais baixa da minha vida. Nota: vou dividir esse relato em 2 partes pra não ficar extremamente longo e chato, valeu por ler :))

Ele tinha a incrível habilidade de falar comigo nos meus momentos de fraqueza, situações em que eu estava especialmente com tesão ou enquanto me masturbava. Ele também adorava me mandar fotos, constantemente aumentava minha autoestima e soltava piadas sexuais se insinuando. Eu gostava de deixá-lo excitado de vez em quando e, com o tempo, ele pedia fotos que mostrassem um pouquinho mais, e eu aceitava.
Ele também gostava de me mandar fotos, me enviava fotos quando saía do banho, sem camisa ou vídeos em que, segundo ele, para não se atrasar e falar comigo ao mesmo tempo, se filmava trocando de roupa na frente do celular e me mandava. Até esse ponto ele nunca tinha passado dos limites, no máximo eram insinuações, piadas sexuais ou comentários como que se um dia a gente transasse ele ia me deixar com as pernas tremendo, também ainda não tinha visto o pau dele, mesmo nos vídeos dele se trocando ele sempre aparecia de cueca, embora houvesse muitas fotos que ele me mandava em que dava pra ver um volume gigante na virilha. Um dia, depois de 1 mês conversando quase todo dia, eu estava com muito tesão, não aguentava mais, nem mesmo tinha vontade ou me satisfazia me masturbar com as mãos, então mandei uma mensagem e uma foto para o Carlos, a foto era do meu pijaminha de vaquinha.
Ele não demorou nem dois minutos para responder e me mandou um "você tá com uma cara de muito cavalgável, gostosa". Bastou uma mensagem para me deixar ainda mais excitada do que já estava. Ele ficava pedindo para eu emprestar o uniforme para que eu tirasse o leite dele e mais comentários desse tipo. Depois de uma hora de piadas sexuais, ele me perguntou o que eu estava usando debaixo do pijama e aí o clima mudou. Como se estivesse bêbada de tesão, mandei algumas fotos só de calcinha.
A segunda foto era uma que só meu namorado tinha, tirada com o celular dele. A ideia de estar dando a exclusividade que era do meu namorado sobre mim a um estranho me deixava com muito tesão. Depois disso, passamos a noite toda trocando mensagens picantes. Ele me mandava fotos dele, nudes artísticos, fotos do pau e vídeos onde se filmava batendo punheta pra mim. Ele pediu fotos mostrando mais, mas eu disse que se ele quisesse me ver completa, teria que me convidar pra jantar primeiro.Aquele fim de semana era Halloween, então ele me convidou para uma festa e disse que passaria para me pegar. Naquela noite, coloquei uma fantasia de coelhinha da Playboy e só estava usando a calcinha da segunda foto por baixo. Quando ele avisou que estava lá fora me esperando, falei pros meus pais que não voltaria naquela noite e que não me esperassem. Saí correndo para encontrá-lo.
Quando entrei no carro, vi um cara muito gato, com maquiagem de caveira, super atencioso e, acima de tudo, tão engraçado e fofo quanto no chat. Mas nem dez minutos depois que entrei e ele começou a dirigir, já tinha uma mão na minha perna, acariciando bem devagar e suavemente, mas com firmeza. Nem dez minutos e eu já estava completamente molhada. Além disso, não conseguia parar de olhar pro pau dele — marcava muito na calça e às vezes se mexia, obviamente de propósito.
Depois de chegarmos na festa, tudo foi muito bem. Bebemos muito, conversamos e, de vez em quando, íamos ao banheiro nos amassar. Em uma dessas, ele puxou o pau pra fora e empurrou minha cabeça para que eu chupasse. Aceitei e coloquei na boca, mas não antes de apreciá-lo e observá-lo bem. Tinha uma forma perfeita, era branco e as veias marcavam por todo o pau. A cabeça se destacava com uma cor rosa, e o tamanho do membro era perfeito — macio e com um cheiro tão bom, muito marcante. Sem perceber, estava babando por tê-lo na boca. Sem pensar muito, enfiei e saboreei como uma criança com seu picolé. Era perfeito senti-lo dentro da minha boca e envolvê-lo com a língua. engoli-lo e sentir que ele tocava minha garganta, talvez fosse o quão bêbada eu estava, mas aquele momento foi eternamente gratificante. Quando percebi que ele ia gozar, tirei da boca e disse pra ele guardar o melhor pro final. Então saímos do banheiro e fomos pro carro, a caminho do apartamento dele. No caminho, tudo tranquilo, ele acendeu um baseado e fumamos juntos, ele continuou acariciando minha perna e de vez em quando enfiava os dedos. Eu tirei o pau dele pra fora e fiquei masturbando, às vezes chupava, mas nunca deixei ele gozar. Chegamos no apartamento dele e, antes de termos a cena de sexo mais incrível da minha vida, que durou da noite até de madrugada, tiramos essas fotos.

E sem perceber, aquela noite começou o que na época foi a fase mais baixa da minha vida. Nota: vou dividir esse relato em 2 partes pra não ficar extremamente longo e chato, valeu por ler :))
3 comentários - Chantageada por trair