Acabaram de viver uma loucura gostosa. A Sofía não imaginava que dava pra chegar a esse nível de exibicionismo, e muito menos ficar tão excitada fazendo aquilo. E ainda mais com a mãe do namorado dela.
Quando terminaram, os dois se vestiram. Antes, a Sofía começou a passar lenços de papel nos peitos e acabou indo ao banheiro lavar a parte de cima do corpo.
Depois de um tempo, desceram e encontraram a María na cozinha.
— Oi, gente, não sabia que vocês estavam aqui — mentiu a sogra gostosa.
— Oi, María — disse a Sofía, dando um beijo na bochecha da mulher que tinha sido sua espectadora horas antes.
— Querem comer alguma coisa?
— Quero — disse o Luciano.
— Querem tomar o cum? — perguntou a María, olhando pra Sofía.
— Tá bom — ela respondeu.
— Tá bom — disse o Luciano.
A Sofía tava segurando a tensão, e o Luciano olhava pra ela estranho.
— Valeu — disse a Sofía, sustentando o olhar pra sogra.
— Valeu você — respondeu a María, com um sorriso safado.
— Valeu ela por quê? — quis saber o Luciano.
— Por fazer meu filho feliz — a María desviou do obstáculo sem dificuldade.
— Ah, isso sim… — ele disse.
— E pelo visto, ela te fez muito feliz agora há pouco — falou a María, toda safada.
— Não era que você não sabia que a gente tava aqui?
— Me fiz de sonsa, sempre soube que vocês estavam e o que estavam fazendo.
— Como… — quis saber o Luciano.
— As mães sabem de tudo.
— Você nos viu de novo? — O Luciano lembrou da primeira vez que viu o filho e a Sofía bem acalorados, mas dessa vez claramente não era a mesma coisa.
— Gente — disse a María, olhando pros dois.
— O que foi, mãe? — falou o Luciano, preocupado.
— Podem fazer o que quiserem que não tenho problema nenhum. Na verdade, prefiro que façam aqui do que em outro lugar, aqui vão estar seguros.
— Claro, mãe — disse o Luciano.
— E outra, eu fico aqui durante o dia e não me incomodo, então não se preocupem.
— Valeu — disse a Sofía, meio tímida.
— E não fiquem com vergonha se eu ver vocês, já não me assusto com nada.
O Luciano ficou pensando na mãe dele vendo os dois transando. Será que ela toparia participar com eles? E com a Sofia? Tava claro que a Sofia não era a Florença, a amiga e vizinha fogosa, e que ainda era virgem.
- Saibam que têm em mim uma amiga e confidente, podem me contar o que quiserem
- Obrigada, disse a Sofia
- Pelo pouco que vi, imagino que já tão transando, né? Adiantou-se a Maria
- Não, disse o Luciano
- Não totalmente, esclareceu a Sofia
- Ah, mas "fazem coisas", disse a Maria
- Sim, concordaram os dois adolescentes
- Como as que vi hoje
- Sim
- Bom, fiquem tranquilos, por mim podem fazer o que quiserem à vontade
- Mãe, se apressou o Luciano
- Que foi, meu amor?
- A Sofia tá com medo
- É, um pouco, admitiu ela
- Sim, eu sei, disse a Maria, é pelo tamanho, né?
- É. Falaram os dois namoradinhos
- Bom, fiquem tranquilos que é grande, mas a boa notícia é que essa parte do nosso corpo é preparada, disse a Maria
- Ah, que bom. Disse a Sofia, que parecia se acalmar
- Tem alguma coisa que possa ajudar? Perguntou o Luciano
- O que pode ajudar é uma dilatação e lubrificação corretas
A Maria tentava soar o mais técnica possível, mas mesmo assim não conseguia evitar ficar excitada imaginando os dois jovens transando, e aquela gostosa novinha dando pra aquela pica pela primeira vez na vida.
- Ah, falaram os dois, mas não pareciam entender direito
- Posso falar com vocês numa linguagem mais coloquial
- Não sei o que é isso, disse o Luciano
- Kkkkkk, a Sofia e a Maria riram
- Quer dizer falar numa linguagem mais natural e comum, e não tão técnica, esclareceu a Maria
- Bom, sei lá, disse o Luciano
- É, disse a Sofia
- Tô falando que é muito importante que você esteja bem molhada e que você... disse olhando pro Luciano e parou
- E que eu?
- E que você esteja bem duro...
- Acho que isso não é problema, disse a Sofia corando
- Melhor então, disse a Maria - Ah, bom, isso seria tudo
- No caso de vocês e pelo tamanho da… bom
- Da cock, disse Luciano
- Sim, da cock, disse Maria
- Pode falar, ele disse
- Sim, disse timidamente e muito excitada Sofia
- Nesse caso, como a cock do Luciano tem um tamanho tão bom, vocês devem usar bastante os dedos antes.
- Os dois?
- Sim, Maria estava pegando fogo
- Como?
- Tanto a Sofi na intimidade quando está sozinha quanto quando está com você e você enfia os dedos nela.
- Ah, ele disse
Nenhum dos três falava, mas tinham ficado muito excitados com a conversa.
- E não deixem de usar camisinha, disse Maria
- Sim, sim, claro
- Quem dera minha mãe fosse tão compreensiva, disse Sofi
- Bom, um dia se eu encontrar com ela, a gente conversa numa boa
- Nãao, minha mãe é muito fechada, interferiu Sofia
- Bom, não esquenta
Terminaram o lanche e subiram as escadas, e no patamar Sofia agarrou Luciano e começou a beijá-lo apaixonadamente. Pegou as mãos dele e apoiou na própria bunda.
- A conversa com a minha mãe te deixou com tesão?
- Sim, muito, ela admitiu
- Vamos nos preparar? Ele disse, sempre beijando ela
- Como?
- Enfiando muitos dedos, aqui.
Luciano, mesmo com a possibilidade de ser visto pela mãe, enfiou a mão dentro da calcinha de Sofia, e ela abriu as pernas instintivamente para ajudar o boy na manobra. Os dedos dele trabalhavam muito bem, um deles já estava completamente dentro da pussy dela. Sofia levantou a camiseta e tirou os peitos para Luciano chupar.
Sofia estava um degrau acima de Luciano, e isso dava certa comodidade para ele chupar as tetas dela. A mão dela se enfiou dentro da calça de Luciano e começou uma punheta lenta. Ele abaixou a calça. Estavam na escada! A mãe de Luciano podia aparecer a qualquer momento, e isso não demorou a acontecer.
Maria os viu de lá embaixo e foi subindo sorrateiramente. Primeiro, foi Sofia quem a viu e não se cobriu em nenhum momento. Maria continuava subindo. Luciano ouviu os passos dela e se virou. Viu a mãe subindo e ficou tenso.
- Continuem, disse Maria, não parem por mim
- Obrigada, disse Sofia, e segurou o rosto de Luciano para que ele voltasse aos mamilos dela
Luciano não acreditava no que via. A mãe dele olhava pra eles e não dizia nada. Maria não sabia o que fazer, se seguir em frente ou ficar olhando. A pica do Luciano murchou um pouco por causa do nervosismo. Os dedos dele voltaram ao trabalho. Maria teve uma ideia muito louca e quente. Agarrou as laterais da calça de Sofia e com as duas mãos puxou pra baixo, e no movimento acariciou a bunda da novinha.
- Assim vocês vão ficar mais à vontade, disse
- Obrigada, ela disse, olhando nos olhos dela
- Por nada, gostosa, disse Maria, e acariciou o rosto dela
Maria subiu uns degraus, ficando atrás de Sofia. Luciano olhou pra cima e viu a mãe, que olhou pra ele e disse:
- Vão pro meu quarto, vão ficar mais à vontade
- Obrigada, disse Sofia, enquanto se ajeitava um pouco e subia
- Valeu, mãe, Luciano subiu apressado e entrou com Sofia no quarto dos pais
Assim que chegaram, os dois tiraram toda a roupa e começaram a se beijar o corpo inteiro um do outro.
Maria estava no corredor e conseguia ver tudo claramente porque os jovens deixaram a porta aberta de propósito. Ela não hesitou e foi ao quarto de Luciano pegar as camisinhas.
Entrou e nenhum dos três pareceu se surpreender.
- Continuem, vim deixar as camisinhas pra vocês
- Beleza, ele disse
- Obrigada, ela disse
- Qualquer coisa é só chamar, aproveitem e fiquem à vontade, disse Maria
- Obrigada, disseram os dois
O que eles não esperavam era o que Maria fez em seguida. Ela se aproximou dos dois jovens pelados e disse:
- Peraí, vamos verificar se tá tudo pronto
- O quê? Sofia e Luciano se olharam, sem entender
Maria agarrou a pica do filho dela e bateu uma punheta duas vezes, tava duríssima, pulsando e quente na mão dela. Depois, soltando o pau, disse:
- Isso tá bom, bem duro
Em seguida, a mão dela foi pra buceta da Sofia, que olhava incrédula. Assim que um dedo deslizou pelos lábios da garota, encontrou uma umidade transbordando. Claramente tava muito excitada, e isso ajudava pra caralho em momentos assim
- Você também tá muito boa, bem lubrificada.
- Tchau, disse
A Maria tava excitada e deu um beijinho rápido na boca do filho, depois se virou e fez o mesmo com ela, saindo do quarto como se nada tivesse acontecido. Vou ficar por perto se precisarem de algo…
A Sofia não conseguia acreditar no que tinha rolado. Não deu tempo de ficar excitada com a situação porque foi pega de surpresa, sem reação.
A Maria foi pro quarto do filho e se pelou toda. Se sentia totalmente sem vergonha e muito tesuda. Não fechou a porta. Sentou na cama do filho e deitou as costas pra começar a se masturbar feito uma louca. Começou enfiando dois dedos, igual tinha recomendado pro filho fazer com a Sofia, e na mesma hora se imaginou sendo penetrada pelos dedos do filho e, ao mesmo tempo, enfiando os dedos dela na buceta molhada e macia da Sofia.
- Aghhhhh ahhhh ahhhhh gritou gozando
A Sofia, que naquele momento tava de pernas abertas sendo chupada pelo Luciano, deu um pulo quando ouviu o grito
- É sua mãe?
- É, deve tar se punhetando, disse
- Claro, ela também ficou com muito tesão, né?
- Sim, o Luciano enfiou de novo na buceta da Sofia e encontrou ainda mais molhada
- Vem, mete em mim, disse ela
- Tem certeza?
- Claro que tenho
- Jura?
- Sim, certeza e com muito tesão
O Luciano pegou a camisinha e colocou com dificuldade. Demorou mais do que esperava, mas conseguiu. Voltou a beijar a Sofia e o pau, que tinha perdido um pouco da rigidez, endureceu na hora. Sofía, de pernas completamente abertas, se exibia sem vergonha na frente do namorado. Luciano se posicionou por cima e colocou a cabeça na entrada da buceta da namorada. Empurrou devagar.
— Devagar — disse Sofía
— É, tranquila
A cabeça entrou por completo e Sofía beijou o namorado na boca com um beijo apaixonado.
— Fica assim um pouco
— É, é — disse ele
Luciano se apoiava nos braços e nos joelhos enquanto beijava com paixão a Sofía, que estava muito quente e louca pra sentir ele completamente dentro. Foi ela quem fez o movimento, se adiantando um pouco e sentindo uma pontada de dor.
— Aghhhh — disse ela
— Tá doendo? — perguntou ele
— Um pouco
— Quer que eu tire?
— Não! — quase gritou Sofía.
Já estava ali e nada ia impedir ela. Ia ser penetrada e desvirgada pela bela rola do Luciano.
Maria, que ainda se recuperava do orgasmo, quando ouviu os jovens e seus diálogos de iniciação, ficou com tesão de novo. Não se reconhecia, tinha gozado fazia 3 minutos e já tava quente de novo. Chegou perto da porta, mas dessa vez tomou cuidado pra não ser vista. Sabia que aquele era um momento só deles dois, sem nenhum tipo de distração. Tava bem perto deles, a menos de três metros, e conseguia ouvir claramente o que diziam.
— Não tira! — suplicava Sofía
— Tá bom
— Vamos devagar, vai
Uma mão de Sofía se apoiou na bunda do namorado e empurrou de leve. Ele foi pra frente com suavidade e ela sussurrou:
— Aghh sshhhhhh
— Tá doendo?
— Um pouquinho, mas continua metendo
— Aghhhh, aaaaaghhhh
Sofía sentiu uma pontada de dor e como se algo se rasgasse naquela área, mas sabia que tinha que continuar. A dor era intensa e ela se sentia completamente preenchida com aquela rola, mas ainda faltava entrar mais e ela sabia, mas não queria parar.
— Continuo? — perguntou ele
— Sim, meu amor, hoje vou ser completamente sua — disse ela
— Mmmmm
Ele enfiou a língua na boca dela enquanto afundava. O pau dele entrou mais 2 ou 3 centímetros na buceta apertada da Sofia, que parecia pronta pra ir até o fim. Tanto que ela empinou a bunda, pedindo que a penetração fosse mais fundo. Quando sentiu aquele pedaço enorme de carne invadindo ela quase por completo, recuou um pouco e avançou de novo. Começaram a se mover, levados pelo desejo e pela luxúria. Ele avançou o corpo, ela também. Sentiu que a buceta dela era uma luva e a vara do Luciano, uma mão, do jeito que se encaixava perfeitamente.
— Me beija — ordenou ela.
— Mmmmm — Luciano a beijou fundo.
— Enfia tudo — pediu ela.
— Siiiiim — disse Luciano, e os últimos centímetros entraram.
— Aghhhhhhhhh — gritou Sofia.
Maria estava sentada no chão, gozando em silêncio.
— Siiiiiii — disse Sofia —, vai, vai, vai...
— Mmmmmm, Mmmmm, adoro te foder! — gritou ele.
— Siiiii, siiii, enfia tudo, até o fundo! — implorou ela.
— Mmmmm — Luciano enfiou por completo.
Ficou parado quando a penetração foi total, e ela começou a se mexer de um jeito que, se sentindo completamente cheia, o clitóris dela roçava o corpo dele.
— Vou gozar assim — ela conseguiu dizer.
— Mmmmm, eu também — disse ele.
— Juntos? — perguntou ela.
— Agora — disse ele.
— Aghhhhh aghhhhh aghhhhh.
Ela gozou quando sentiu o tranco que o pau dele deu lá dentro. Ele gozou quando sentiu aquele tremor no corpo da namorada.
Maria também gozou, dessa vez em silêncio, e foi se vestir.
Os jovens se beijaram mais profundamente do que nunca. Uma lágrima escorria pela bochecha da Sofia.
— Doeu muito? — perguntou ele, secando a gota.
— Não vou mentir, doeu pra caralho, mas era algo que eu queria fazer.
— Obrigado — disse ele.
— Obrigada a você, por ter paciência comigo.
Se beijaram de novo e se abraçaram com carinho.
Aos poucos, se recomporam e viram uma mancha vermelha no lençol branco da cama da Maria. Se olharam. surpresos. Não era do vermelho intenso do sangue mais puro, mas ainda assim era bem evidente.
- Sujamos a cama, disse Sofia
- Não esquenta
- Fala pra sua mãe, tô com vergonha
- Nessa altura você ainda tem vergonha? Disse Luciano
- Ainda sim, um pouco
Eles se beijaram de novo e se entregaram a um beijo profundo.
- Quer tomar banho junto? Ele disse
- Cê tá louco?
- Não, vem
Luciano sorria pensando nas coisas que tinha feito com a mãe naquele mesmo banheiro e sabia que ela não ia se incomodar se eles fizessem isso.
- Entra no chuveiro que vou avisar minha mãe
- Mas põe alguma coisa, cê tá pelado, arriscou Sofia
- Ela já me viu assim, disse Luciano e saiu em direção à mãe
Com o pau balançando e a camisinha usada na outra mão, Luciano foi até a cozinha, onde sua mãe estava, pra jogar fora o preservativo.
- O que cê tá fazendo? Disse Maria quando o viu nu
- Vim jogar a camisinha fora
- Ah, mas podia ter posto alguma roupa, né?
- Você é de confiança, Meri, disse piscando um olho e dando um beijo na boca dela
- Cê é demais, disse Maria
- Ah mãe, dá pra gente tomar banho com a Sofi no seu banheiro?
- Não, Lucho, já é demais, tem que ter um limite
- Tá bom, ele disse
(continua…)
Podem deixar seus comentários aquireybaco2005@hotmail.comNo Telegram: @reybaco2005
Quando terminaram, os dois se vestiram. Antes, a Sofía começou a passar lenços de papel nos peitos e acabou indo ao banheiro lavar a parte de cima do corpo.
Depois de um tempo, desceram e encontraram a María na cozinha.
— Oi, gente, não sabia que vocês estavam aqui — mentiu a sogra gostosa.
— Oi, María — disse a Sofía, dando um beijo na bochecha da mulher que tinha sido sua espectadora horas antes.
— Querem comer alguma coisa?
— Quero — disse o Luciano.
— Querem tomar o cum? — perguntou a María, olhando pra Sofía.
— Tá bom — ela respondeu.
— Tá bom — disse o Luciano.
A Sofía tava segurando a tensão, e o Luciano olhava pra ela estranho.
— Valeu — disse a Sofía, sustentando o olhar pra sogra.
— Valeu você — respondeu a María, com um sorriso safado.
— Valeu ela por quê? — quis saber o Luciano.
— Por fazer meu filho feliz — a María desviou do obstáculo sem dificuldade.
— Ah, isso sim… — ele disse.
— E pelo visto, ela te fez muito feliz agora há pouco — falou a María, toda safada.
— Não era que você não sabia que a gente tava aqui?
— Me fiz de sonsa, sempre soube que vocês estavam e o que estavam fazendo.
— Como… — quis saber o Luciano.
— As mães sabem de tudo.
— Você nos viu de novo? — O Luciano lembrou da primeira vez que viu o filho e a Sofía bem acalorados, mas dessa vez claramente não era a mesma coisa.
— Gente — disse a María, olhando pros dois.
— O que foi, mãe? — falou o Luciano, preocupado.
— Podem fazer o que quiserem que não tenho problema nenhum. Na verdade, prefiro que façam aqui do que em outro lugar, aqui vão estar seguros.
— Claro, mãe — disse o Luciano.
— E outra, eu fico aqui durante o dia e não me incomodo, então não se preocupem.
— Valeu — disse a Sofía, meio tímida.
— E não fiquem com vergonha se eu ver vocês, já não me assusto com nada.
O Luciano ficou pensando na mãe dele vendo os dois transando. Será que ela toparia participar com eles? E com a Sofia? Tava claro que a Sofia não era a Florença, a amiga e vizinha fogosa, e que ainda era virgem.
- Saibam que têm em mim uma amiga e confidente, podem me contar o que quiserem
- Obrigada, disse a Sofia
- Pelo pouco que vi, imagino que já tão transando, né? Adiantou-se a Maria
- Não, disse o Luciano
- Não totalmente, esclareceu a Sofia
- Ah, mas "fazem coisas", disse a Maria
- Sim, concordaram os dois adolescentes
- Como as que vi hoje
- Sim
- Bom, fiquem tranquilos, por mim podem fazer o que quiserem à vontade
- Mãe, se apressou o Luciano
- Que foi, meu amor?
- A Sofia tá com medo
- É, um pouco, admitiu ela
- Sim, eu sei, disse a Maria, é pelo tamanho, né?
- É. Falaram os dois namoradinhos
- Bom, fiquem tranquilos que é grande, mas a boa notícia é que essa parte do nosso corpo é preparada, disse a Maria
- Ah, que bom. Disse a Sofia, que parecia se acalmar
- Tem alguma coisa que possa ajudar? Perguntou o Luciano
- O que pode ajudar é uma dilatação e lubrificação corretas
A Maria tentava soar o mais técnica possível, mas mesmo assim não conseguia evitar ficar excitada imaginando os dois jovens transando, e aquela gostosa novinha dando pra aquela pica pela primeira vez na vida.
- Ah, falaram os dois, mas não pareciam entender direito
- Posso falar com vocês numa linguagem mais coloquial
- Não sei o que é isso, disse o Luciano
- Kkkkkk, a Sofia e a Maria riram
- Quer dizer falar numa linguagem mais natural e comum, e não tão técnica, esclareceu a Maria
- Bom, sei lá, disse o Luciano
- É, disse a Sofia
- Tô falando que é muito importante que você esteja bem molhada e que você... disse olhando pro Luciano e parou
- E que eu?
- E que você esteja bem duro...
- Acho que isso não é problema, disse a Sofia corando
- Melhor então, disse a Maria - Ah, bom, isso seria tudo
- No caso de vocês e pelo tamanho da… bom
- Da cock, disse Luciano
- Sim, da cock, disse Maria
- Pode falar, ele disse
- Sim, disse timidamente e muito excitada Sofia
- Nesse caso, como a cock do Luciano tem um tamanho tão bom, vocês devem usar bastante os dedos antes.
- Os dois?
- Sim, Maria estava pegando fogo
- Como?
- Tanto a Sofi na intimidade quando está sozinha quanto quando está com você e você enfia os dedos nela.
- Ah, ele disse
Nenhum dos três falava, mas tinham ficado muito excitados com a conversa.
- E não deixem de usar camisinha, disse Maria
- Sim, sim, claro
- Quem dera minha mãe fosse tão compreensiva, disse Sofi
- Bom, um dia se eu encontrar com ela, a gente conversa numa boa
- Nãao, minha mãe é muito fechada, interferiu Sofia
- Bom, não esquenta
Terminaram o lanche e subiram as escadas, e no patamar Sofia agarrou Luciano e começou a beijá-lo apaixonadamente. Pegou as mãos dele e apoiou na própria bunda.
- A conversa com a minha mãe te deixou com tesão?
- Sim, muito, ela admitiu
- Vamos nos preparar? Ele disse, sempre beijando ela
- Como?
- Enfiando muitos dedos, aqui.
Luciano, mesmo com a possibilidade de ser visto pela mãe, enfiou a mão dentro da calcinha de Sofia, e ela abriu as pernas instintivamente para ajudar o boy na manobra. Os dedos dele trabalhavam muito bem, um deles já estava completamente dentro da pussy dela. Sofia levantou a camiseta e tirou os peitos para Luciano chupar.
Sofia estava um degrau acima de Luciano, e isso dava certa comodidade para ele chupar as tetas dela. A mão dela se enfiou dentro da calça de Luciano e começou uma punheta lenta. Ele abaixou a calça. Estavam na escada! A mãe de Luciano podia aparecer a qualquer momento, e isso não demorou a acontecer.
Maria os viu de lá embaixo e foi subindo sorrateiramente. Primeiro, foi Sofia quem a viu e não se cobriu em nenhum momento. Maria continuava subindo. Luciano ouviu os passos dela e se virou. Viu a mãe subindo e ficou tenso.
- Continuem, disse Maria, não parem por mim
- Obrigada, disse Sofia, e segurou o rosto de Luciano para que ele voltasse aos mamilos dela
Luciano não acreditava no que via. A mãe dele olhava pra eles e não dizia nada. Maria não sabia o que fazer, se seguir em frente ou ficar olhando. A pica do Luciano murchou um pouco por causa do nervosismo. Os dedos dele voltaram ao trabalho. Maria teve uma ideia muito louca e quente. Agarrou as laterais da calça de Sofia e com as duas mãos puxou pra baixo, e no movimento acariciou a bunda da novinha.
- Assim vocês vão ficar mais à vontade, disse
- Obrigada, ela disse, olhando nos olhos dela
- Por nada, gostosa, disse Maria, e acariciou o rosto dela
Maria subiu uns degraus, ficando atrás de Sofia. Luciano olhou pra cima e viu a mãe, que olhou pra ele e disse:
- Vão pro meu quarto, vão ficar mais à vontade
- Obrigada, disse Sofia, enquanto se ajeitava um pouco e subia
- Valeu, mãe, Luciano subiu apressado e entrou com Sofia no quarto dos pais
Assim que chegaram, os dois tiraram toda a roupa e começaram a se beijar o corpo inteiro um do outro.
Maria estava no corredor e conseguia ver tudo claramente porque os jovens deixaram a porta aberta de propósito. Ela não hesitou e foi ao quarto de Luciano pegar as camisinhas.
Entrou e nenhum dos três pareceu se surpreender.
- Continuem, vim deixar as camisinhas pra vocês
- Beleza, ele disse
- Obrigada, ela disse
- Qualquer coisa é só chamar, aproveitem e fiquem à vontade, disse Maria
- Obrigada, disseram os dois
O que eles não esperavam era o que Maria fez em seguida. Ela se aproximou dos dois jovens pelados e disse:
- Peraí, vamos verificar se tá tudo pronto
- O quê? Sofia e Luciano se olharam, sem entender
Maria agarrou a pica do filho dela e bateu uma punheta duas vezes, tava duríssima, pulsando e quente na mão dela. Depois, soltando o pau, disse:
- Isso tá bom, bem duro
Em seguida, a mão dela foi pra buceta da Sofia, que olhava incrédula. Assim que um dedo deslizou pelos lábios da garota, encontrou uma umidade transbordando. Claramente tava muito excitada, e isso ajudava pra caralho em momentos assim
- Você também tá muito boa, bem lubrificada.
- Tchau, disse
A Maria tava excitada e deu um beijinho rápido na boca do filho, depois se virou e fez o mesmo com ela, saindo do quarto como se nada tivesse acontecido. Vou ficar por perto se precisarem de algo…
A Sofia não conseguia acreditar no que tinha rolado. Não deu tempo de ficar excitada com a situação porque foi pega de surpresa, sem reação.
A Maria foi pro quarto do filho e se pelou toda. Se sentia totalmente sem vergonha e muito tesuda. Não fechou a porta. Sentou na cama do filho e deitou as costas pra começar a se masturbar feito uma louca. Começou enfiando dois dedos, igual tinha recomendado pro filho fazer com a Sofia, e na mesma hora se imaginou sendo penetrada pelos dedos do filho e, ao mesmo tempo, enfiando os dedos dela na buceta molhada e macia da Sofia.
- Aghhhhh ahhhh ahhhhh gritou gozando
A Sofia, que naquele momento tava de pernas abertas sendo chupada pelo Luciano, deu um pulo quando ouviu o grito
- É sua mãe?
- É, deve tar se punhetando, disse
- Claro, ela também ficou com muito tesão, né?
- Sim, o Luciano enfiou de novo na buceta da Sofia e encontrou ainda mais molhada
- Vem, mete em mim, disse ela
- Tem certeza?
- Claro que tenho
- Jura?
- Sim, certeza e com muito tesão
O Luciano pegou a camisinha e colocou com dificuldade. Demorou mais do que esperava, mas conseguiu. Voltou a beijar a Sofia e o pau, que tinha perdido um pouco da rigidez, endureceu na hora. Sofía, de pernas completamente abertas, se exibia sem vergonha na frente do namorado. Luciano se posicionou por cima e colocou a cabeça na entrada da buceta da namorada. Empurrou devagar.
— Devagar — disse Sofía
— É, tranquila
A cabeça entrou por completo e Sofía beijou o namorado na boca com um beijo apaixonado.
— Fica assim um pouco
— É, é — disse ele
Luciano se apoiava nos braços e nos joelhos enquanto beijava com paixão a Sofía, que estava muito quente e louca pra sentir ele completamente dentro. Foi ela quem fez o movimento, se adiantando um pouco e sentindo uma pontada de dor.
— Aghhhh — disse ela
— Tá doendo? — perguntou ele
— Um pouco
— Quer que eu tire?
— Não! — quase gritou Sofía.
Já estava ali e nada ia impedir ela. Ia ser penetrada e desvirgada pela bela rola do Luciano.
Maria, que ainda se recuperava do orgasmo, quando ouviu os jovens e seus diálogos de iniciação, ficou com tesão de novo. Não se reconhecia, tinha gozado fazia 3 minutos e já tava quente de novo. Chegou perto da porta, mas dessa vez tomou cuidado pra não ser vista. Sabia que aquele era um momento só deles dois, sem nenhum tipo de distração. Tava bem perto deles, a menos de três metros, e conseguia ouvir claramente o que diziam.
— Não tira! — suplicava Sofía
— Tá bom
— Vamos devagar, vai
Uma mão de Sofía se apoiou na bunda do namorado e empurrou de leve. Ele foi pra frente com suavidade e ela sussurrou:
— Aghh sshhhhhh
— Tá doendo?
— Um pouquinho, mas continua metendo
— Aghhhh, aaaaaghhhh
Sofía sentiu uma pontada de dor e como se algo se rasgasse naquela área, mas sabia que tinha que continuar. A dor era intensa e ela se sentia completamente preenchida com aquela rola, mas ainda faltava entrar mais e ela sabia, mas não queria parar.
— Continuo? — perguntou ele
— Sim, meu amor, hoje vou ser completamente sua — disse ela
— Mmmmm
Ele enfiou a língua na boca dela enquanto afundava. O pau dele entrou mais 2 ou 3 centímetros na buceta apertada da Sofia, que parecia pronta pra ir até o fim. Tanto que ela empinou a bunda, pedindo que a penetração fosse mais fundo. Quando sentiu aquele pedaço enorme de carne invadindo ela quase por completo, recuou um pouco e avançou de novo. Começaram a se mover, levados pelo desejo e pela luxúria. Ele avançou o corpo, ela também. Sentiu que a buceta dela era uma luva e a vara do Luciano, uma mão, do jeito que se encaixava perfeitamente.
— Me beija — ordenou ela.
— Mmmmm — Luciano a beijou fundo.
— Enfia tudo — pediu ela.
— Siiiiim — disse Luciano, e os últimos centímetros entraram.
— Aghhhhhhhhh — gritou Sofia.
Maria estava sentada no chão, gozando em silêncio.
— Siiiiiii — disse Sofia —, vai, vai, vai...
— Mmmmmm, Mmmmm, adoro te foder! — gritou ele.
— Siiiii, siiii, enfia tudo, até o fundo! — implorou ela.
— Mmmmm — Luciano enfiou por completo.
Ficou parado quando a penetração foi total, e ela começou a se mexer de um jeito que, se sentindo completamente cheia, o clitóris dela roçava o corpo dele.
— Vou gozar assim — ela conseguiu dizer.
— Mmmmm, eu também — disse ele.
— Juntos? — perguntou ela.
— Agora — disse ele.
— Aghhhhh aghhhhh aghhhhh.
Ela gozou quando sentiu o tranco que o pau dele deu lá dentro. Ele gozou quando sentiu aquele tremor no corpo da namorada.
Maria também gozou, dessa vez em silêncio, e foi se vestir.
Os jovens se beijaram mais profundamente do que nunca. Uma lágrima escorria pela bochecha da Sofia.
— Doeu muito? — perguntou ele, secando a gota.
— Não vou mentir, doeu pra caralho, mas era algo que eu queria fazer.
— Obrigado — disse ele.
— Obrigada a você, por ter paciência comigo.
Se beijaram de novo e se abraçaram com carinho.
Aos poucos, se recomporam e viram uma mancha vermelha no lençol branco da cama da Maria. Se olharam. surpresos. Não era do vermelho intenso do sangue mais puro, mas ainda assim era bem evidente.
- Sujamos a cama, disse Sofia
- Não esquenta
- Fala pra sua mãe, tô com vergonha
- Nessa altura você ainda tem vergonha? Disse Luciano
- Ainda sim, um pouco
Eles se beijaram de novo e se entregaram a um beijo profundo.
- Quer tomar banho junto? Ele disse
- Cê tá louco?
- Não, vem
Luciano sorria pensando nas coisas que tinha feito com a mãe naquele mesmo banheiro e sabia que ela não ia se incomodar se eles fizessem isso.
- Entra no chuveiro que vou avisar minha mãe
- Mas põe alguma coisa, cê tá pelado, arriscou Sofia
- Ela já me viu assim, disse Luciano e saiu em direção à mãe
Com o pau balançando e a camisinha usada na outra mão, Luciano foi até a cozinha, onde sua mãe estava, pra jogar fora o preservativo.
- O que cê tá fazendo? Disse Maria quando o viu nu
- Vim jogar a camisinha fora
- Ah, mas podia ter posto alguma roupa, né?
- Você é de confiança, Meri, disse piscando um olho e dando um beijo na boca dela
- Cê é demais, disse Maria
- Ah mãe, dá pra gente tomar banho com a Sofi no seu banheiro?
- Não, Lucho, já é demais, tem que ter um limite
- Tá bom, ele disse
(continua…)
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5 comentários - Mamãe gostosa (17)
ABrazoooo