As famílias voltaram depois do meio-dia, como haviam dito. Nicole chegou toda fogosa e passou a tarde toda tentando me arrastar para algum cantinho escondido da chácara para transar. Normalmente eu teria adorado a iniciativa dela, mas naquela tarde minha mente estava em outro lugar, não parava de pensar, com terror e ansiedade, no que o caseiro tinha me dito e no que eu tinha certeza que ele queria fazer comigo. Fingi que ainda estava mal e a acalmei depois do jantar, colocando minha mão debaixo do longo toalha de mesa, levantando sua saia e desviando sua calcinha delicada para o lado até chegar ao seu clitóris com meus dedos habilidosos, tudo isso enquanto os pais dela estavam a poucos metros. Ela apertava os dentes para não gemer, abria as pernas e inundava meus dedos com seus fluidos, enquanto eu, olhando para a tela da TV para disfarçar, só pensava em como conseguir um conjunto de lingerie naquela noite para agradar o pedido de Pablo, o caseiro. Todos nos recolhemos para nossos quartos, apaguei a luz e, impaciente, esperei meia hora até que não se ouviam mais ruídos na casa nem se viam luzes acesas por baixo das portas dos quartos. Tentei entrar no quarto de Nicole para pegar de volta o conjunto que ela tinha usado à tarde, mas ao abrir a porta ela se mexeu na cama e abortei a ideia imediatamente. Só me restava uma chance e fui sorrateiramente percorrer os banheiros para vasculhar os cestos de roupa suja. No primeiro não encontrei nada, mas no segundo, que ficava ao lado do quarto dos meus sogros, encontrei a roupa que minha sogra tinha usado naquela tarde e que, para minha surpresa, assim como a filha, por trás daquela fachada de senhora conservadora, havia uma lingerie muito sensual e delicada. Me despi ali mesmo e comecei a vestir primeiro sua calcinha delicada de cetim e renda branca com detalhes cor-de-rosa, ao fazer isso notei que havia manchas de secreção e não pude evitar sentir o cheiro doce da buceta da minha sogra. Aí eu enfiei como sempre, escondendo ao subir minhas bolas pra dentro e meu pênis pra trás. Para minha surpresa, a lingerie da minha sogra também ficou perfeita em mim e parecia ao mesmo tempo mais cara e fina que a da Nicole. Depois veio o sutiã tipo halter com arcos pré-moldados e enchimento, nunca tinha usado um assim e adorei porque o pré-moldado fazia parecer que eu tinha uns peitinhos pequenos por baixo. Já excitado além do meu controle, me tentei com o que tinha sobre a pia e peguei uma tiara daquelas que ela usava para maquiar, com a qual prendi minha melena para trás, assim como também um batom vermelho intenso. Minha experiência com maquiagem era quase nula, mas naquele momento eu estava tão excitado e querendo me sentir femme que não hesitei e passei nos lábios. Quando me vi no espelho, me senti muito bem com a imagem, em qualquer outro cenário meu pau estaria duro saindo pela lateral da calcinha fio dental, mas os nervos e a ansiedade eram tais que ele estava super mole e apertadinho entre minhas pernas, deixando uma imagem de uma virilha lisa e bem feminina. Coloquei a roupa de homem por cima e bem sorrateiramente saí de casa a caminho da casinha que ficava ao lado da piscina, lá havia banheiros, um vestiário e um depósito. Fui tentando as portas até que consegui abrir a do depósito, dentro encontrei o cômodo quase vazio com uma luz fraca num canto e um colchão grande jogado no meio do chão, isso sim, com lençóis postos. Pablo tinha me pedido para esperar lá, então trêmulo entrei e fechei a porta atrás de mim, sem saber quanto tempo teria que esperar e com a ansiedade nas alturas, decidi tirar a roupa de homem e ficar só com o conjunto da minha sogra. Andava em círculos ao redor do colchão quando de repente a porta se abriu e eu fiquei novamente petrificado. Ao ver que era o Pablo que entrava, me acalmei um pouco, mas mesmo assim fiquei paradinho e quieto com as pernas juntas e as mãos cruzadas na frente. Pablo trancou A porta fechou-se atrás dele e ele me lançou um olhar que nunca esquecerei, como um predador estudando sua presa. Ordenou que eu parasse de me cobrir com as mãos, que as apoiasse na minha cintura e desse umas voltinhas para ele. Em silêncio e com os joelhos tremendo, segui suas ordens girando na ponta dos pés e instintivamente empinando a bunda para trás quando virei as costas. Quando terminei a voltinha, descobri que ele já estava seminu, só de cueca, sob a qual se percebia um volume considerável que não parecia poder ficar ali dentro por muito mais tempo. “Nunca imaginei que uma promíscua pudesse me excitar tanto, não sei se é o tesão acumulado, mas você é uma bomba, gata, olha só essa raba”. Após dizer isso, ele se aproximou, pegou meus quadris com suas mãos grandes e me virou como uma boneca. Sentir suas mãos fortes sobre minha pele arrepiou toda minha coluna. Parado atrás de mim, começou a massagear minhas nádegas com as mãos enquanto sua boca beijava meu pescoço. Se as mãos dele já me haviam arrepiado, sentir sua respiração e seus lábios no meu pescoço foi um choque. Não acreditava no que estava acontecendo: estava gelada, respirando rápido e tremendo, numa mistura de medo, antecipação e excitação que me absorveu completamente. Suas mãos passaram das minhas nádegas para minhas coxas, percorrendo meus quadris pela borda do fio-dental. Depois subiram pelas minhas coxas até minha barriga e seios, enquanto sua boca continuava entretida no meu pescoço. E foi aí que senti, pela primeira vez, a forma dura de seu pênis preso na cueca se apoiar entre minhas nádegas. Naquele momento, algo se acendeu em mim: todas aquelas fantasias estavam se tornando realidade, e não consegui ficar mais parada. Minhas mãos acompanharam as dele sobre meus seios falsos, e empinei minha bunda para trás para sentir ainda mais a dureza de seu pênis contra minhas nádegas. Ele retribuiu o gesto, empurrando seu pênis para frente e mordendo meu pescoço até arrancar meu primeiro gemido. Depois, ele se agachou, beijando toda minha coluna até chegar às minhas nádegas. as quais ele mordeu e lambeu por inteiro, para depois puxar a calcinha da minha sogra para o lado e enterrar o rosto entre elas, alcançando meu buraquinho ansioso com a língua. Quando senti sua língua entrando no meu cu, achei que ia desmaiar — que sensação, que tesão! Tremendo, caí de joelhos no colchão, ficando de quatro enquanto ele me segurava firme pelos quadris, controlando meu corpo inteiro, com o rosto totalmente enterrado entre minhas nádegas. Me peguei empurrando para trás com os quadris, querendo sentir mais fundo — sua língua estava me proporcionando uma sensação nova, molhada e muito gostosa. Eu estava de olhos fechados, corpo tremendo da cabeça aos pés, e soltando, cada vez que sua língua entrava e saía de mim, um gemidinho bem natural e feminino. Enquanto isso, meus testíbooties ainda estavam dentro de mim e meu pau era como se não existisse — continuava mole e preso entre minhas pernas, parecia que todos os meus terminais nervosos tinham fugido para o meu cu, que não parava de receber carícias molhadas. De repente, senti seu rosto abandonando meu cu e suas mãos saindo dos meus quadris. De quatro como estava, só consegui virar a cabeça e olhar para trás por cima do ombro. Vi ele se levantar, alto e imponente, deixar a cueca cair pelas pernas e se ajoelhar novamente atrás de mim com seu pau — que naquele momento me pareceu gigante — apontando direto para o meu cu, enquanto nossos olhos se cruzavam e ele disse: “Vou te viciar nisso, putinha, você me deixa louco”.
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