Tudo começou quando meu sogro sofreu um acidente. Eu era feliz com meu marido, mas sentia que faltava algo e não sabia o que era.
— Corno, meu pai sofreu um acidente, vou pro hospital agora.
— Eu: E é grave?
— Corno: Não sei, mas ele vai ter que ficar uma semana fora da cidade.
— Eu: Não se preocupa, eu estudava pra enfermeira antes de casar com você, vou cuidar dele.
Ele foi embora e arrumou um quarto pra ele. Depois de um tempo, ouvi o carro do meu marido chegando e fui abrir a porta pra ajudar.
— Eu: Oi, Ismael, como você está se sentindo?
— Sogro: Bem, Carla, muito obrigado pela sua preocupação e por me deixar ficar uns dias.
— Eu: Não é nada.
Depois disso, meu marido me ajudou a acomodá-lo e preparou a mala pra ir embora. No dia seguinte:
— Corno: A gente se vê em alguns dias.
— Eu: Se cuida e me liga quando chegar. Te amo, até daqui a alguns dias.
— Corno: Não se preocupa, quando eu me instalar, te ligo.
Depois que meu marido foi embora, comecei a fazer algumas coisas em casa enquanto preparava a comida pra mim e pro meu sogro. Quando ficou pronto, fui até o quarto dele levar e ver como ele estava.
— Eu: Oi, Ismael, trouxe uma sopa pra você. Como está se sentindo?
— Sogro: Meu pescoço tá doendo um pouco.
— Eu: Deixa eu arrumar os travesseiros pra você. Se precisar de mais alguma coisa, é só falar.
— Sogro: Na verdade, preciso tomar um banho. Faz dias que não me lavo.
— Eu: O único problema é que o banheiro fica lá em cima.
— Sogro: Tô muito fraco pra isso. Você não poderia me lavar com uma esponja, só um pouco pelo corpo?
— Eu: Sim, sem problema. Vou esquentar um pouco de água e volto.
— Sogro: Obrigado, querida.
Eu só sorri e comecei a passar a esponja pelo corpo dele. Mas quando cheguei na entreperna dele e abaixei a calça, não conseguia acreditar no que via. Meu marido com certeza não tinha herdado o bastão do pai. Depois que me atrapalhei um pouco, ele pediu pra eu lavar os genitais dele. Eu aceitei, mas ele acabou gozando na minha cara. Embora tenha pedido desculpas, não conseguia tirar a pica do meu sogro da cabeça. Tanto que acabei enfiando os dedos em mim, imaginando a rola dele me penetrando.
Dois dias se passaram desde aquilo. Meu sogro... já tava um pouco melhor e decidi ir tomar um banho depois que ele dormiu, mas não foi bem assim — ele entrou no banheiro enquanto eu me lavava e não sei o que despertou em mim ou o que aconteceu, mas eu me ajoelhei e comecei a chupar aquela rola que ele tinha. Depois do banho, ele disse que a gente não tinha terminado ainda, tirou minha toalha e me levou pro quarto com a ameaça de que ligaria pro meu marido. Eu só fiquei quieta e fui pro meu quarto.
_eu_ Ismael, isso não é uma boa ideia, sério. Além disso, nunca deixei o Carlos me tocar com os dedos no cu.
_sogro_ Cala a boca. Carlos não te ensinou que mulher não fala nessa hora? Agora vou te ensinar.
_eu_ É muito grande.
_sogro_ Falei pra calar a boca e toda rola entra no final. Já entrou, viu, querida? Carlos nunca te comeu assim, né?
Depois de um tempo, o telefone tocou e era o Carlos. Eu quase não conseguia falar de tanto prazer que meu sogro tava me dando.
_sogro_ Atende, senão ele vai desconfiar. Só que minha rola não vai sair de dentro de você.
_eu_ Oi, querido... ahh... ummm...
_corno_ Você tá bem? Tô te achando estranha.
_eu_ Só bati com a pele no pé da cama.
_corno_ Ah, tá. E aí, como tá meu pai?
_eu_ Bem. Acho que ele tá me chamando, preciso ir. Tchau.
Aí, sim, sogro, me fode assim, não para, continua.
Os dias passaram e meu sogro dormia comigo, e a gente transava em cada canto da casa feito coelhos. Quando meu marido voltou, eu morria de medo de ele descobrir, mas ele não ligava. Não podia dizer que não, ele me tinha dominada. Depois de um tempo, engravidei. Era óbvio que não era do meu marido, e eu já não me importava mais.
Continua...
— Corno, meu pai sofreu um acidente, vou pro hospital agora.
— Eu: E é grave?
— Corno: Não sei, mas ele vai ter que ficar uma semana fora da cidade.
— Eu: Não se preocupa, eu estudava pra enfermeira antes de casar com você, vou cuidar dele.
Ele foi embora e arrumou um quarto pra ele. Depois de um tempo, ouvi o carro do meu marido chegando e fui abrir a porta pra ajudar.
— Eu: Oi, Ismael, como você está se sentindo?
— Sogro: Bem, Carla, muito obrigado pela sua preocupação e por me deixar ficar uns dias.
— Eu: Não é nada.
Depois disso, meu marido me ajudou a acomodá-lo e preparou a mala pra ir embora. No dia seguinte:
— Corno: A gente se vê em alguns dias.
— Eu: Se cuida e me liga quando chegar. Te amo, até daqui a alguns dias.
— Corno: Não se preocupa, quando eu me instalar, te ligo.
Depois que meu marido foi embora, comecei a fazer algumas coisas em casa enquanto preparava a comida pra mim e pro meu sogro. Quando ficou pronto, fui até o quarto dele levar e ver como ele estava.
— Eu: Oi, Ismael, trouxe uma sopa pra você. Como está se sentindo?
— Sogro: Meu pescoço tá doendo um pouco.
— Eu: Deixa eu arrumar os travesseiros pra você. Se precisar de mais alguma coisa, é só falar.
— Sogro: Na verdade, preciso tomar um banho. Faz dias que não me lavo.
— Eu: O único problema é que o banheiro fica lá em cima.
— Sogro: Tô muito fraco pra isso. Você não poderia me lavar com uma esponja, só um pouco pelo corpo?
— Eu: Sim, sem problema. Vou esquentar um pouco de água e volto.
— Sogro: Obrigado, querida.
Eu só sorri e comecei a passar a esponja pelo corpo dele. Mas quando cheguei na entreperna dele e abaixei a calça, não conseguia acreditar no que via. Meu marido com certeza não tinha herdado o bastão do pai. Depois que me atrapalhei um pouco, ele pediu pra eu lavar os genitais dele. Eu aceitei, mas ele acabou gozando na minha cara. Embora tenha pedido desculpas, não conseguia tirar a pica do meu sogro da cabeça. Tanto que acabei enfiando os dedos em mim, imaginando a rola dele me penetrando.
Dois dias se passaram desde aquilo. Meu sogro... já tava um pouco melhor e decidi ir tomar um banho depois que ele dormiu, mas não foi bem assim — ele entrou no banheiro enquanto eu me lavava e não sei o que despertou em mim ou o que aconteceu, mas eu me ajoelhei e comecei a chupar aquela rola que ele tinha. Depois do banho, ele disse que a gente não tinha terminado ainda, tirou minha toalha e me levou pro quarto com a ameaça de que ligaria pro meu marido. Eu só fiquei quieta e fui pro meu quarto.
_eu_ Ismael, isso não é uma boa ideia, sério. Além disso, nunca deixei o Carlos me tocar com os dedos no cu.
_sogro_ Cala a boca. Carlos não te ensinou que mulher não fala nessa hora? Agora vou te ensinar.
_eu_ É muito grande.
_sogro_ Falei pra calar a boca e toda rola entra no final. Já entrou, viu, querida? Carlos nunca te comeu assim, né?
Depois de um tempo, o telefone tocou e era o Carlos. Eu quase não conseguia falar de tanto prazer que meu sogro tava me dando.
_sogro_ Atende, senão ele vai desconfiar. Só que minha rola não vai sair de dentro de você.
_eu_ Oi, querido... ahh... ummm...
_corno_ Você tá bem? Tô te achando estranha.
_eu_ Só bati com a pele no pé da cama.
_corno_ Ah, tá. E aí, como tá meu pai?
_eu_ Bem. Acho que ele tá me chamando, preciso ir. Tchau.
Aí, sim, sogro, me fode assim, não para, continua.
Os dias passaram e meu sogro dormia comigo, e a gente transava em cada canto da casa feito coelhos. Quando meu marido voltou, eu morria de medo de ele descobrir, mas ele não ligava. Não podia dizer que não, ele me tinha dominada. Depois de um tempo, engravidei. Era óbvio que não era do meu marido, e eu já não me importava mais.
Continua...
2 comentários - Mí suegro