—Shhh, não faz barulho e você vai continuar viva... —Maria tremia sem controle, incapaz de desviar o olhar daquele cadáver fresco que segundos antes tinha o pau dentro dela. O coração batia tão rápido que ela tinha quase certeza de que ia desmaiar a qualquer momento. O silêncio foi tomando conta da situação, e aos poucos o captor soltou a mão dos lábios manchados de porra de Maria. —Tá bem, não vou te machucar. Mas vaza daqui, esse lugar não é seguro. —Foi a primeira vez que a garota ruiva ouviu a voz do seu captor, tão acolhedora e forte que por um segundo ela esqueceu o que estava rolando. —Olha ele ali! —Gritou o homem de repente, soltando Maria e saindo feito uma fera ao avistar uma figura envolta na escuridão da noite. Já Maria caiu de bunda no chão, pronta pra chorar depois de processar tudo que tinha acabado de testemunhar: ela tinha acabado de ver um assassinato e, se alguém a visse naquele lugar junto com o cadáver fresco, ia ser culpada. Afinal, que advogado ia defender uma puta? Com toda a frieza que conseguiu juntar, ela se arrastou de quatro até o corpo; a buceta dela ainda escorria a porra do cliente e o pau dele, estranhamente, ainda estava duro. Maria não ligou pra isso e só pegou a carteira do homem, pronta pra vazar e esquecer aquela noite, mas deu azar: a gabardina marrom, que era a única roupa dela além do babydoll, estava presa debaixo do cadáver. —E agora, o que eu faço? Com passos silenciosos e discretos, a jovem prostituta caminhava pelos becos de Londres onde as luzes da cidade não conseguiam chegar. Por não ter força pra mover o corpo do cliente, teve que voltar pra casa só de lingerie amarela, velha e cheia de buracos. O frio entrava pelas zonas proibidas do corpo dela, balançando até os poucos pelinhos que a buceta escondia, e ela só podia continuar andando enquanto se Cuidava pra não ser vista, mas numa cidade tão grande e naquela hora era impossível não trombar com algum bebado que se aproximava da puta tentando contratar ela, e quando ela recusava, só levava uns tapas e uns apertões brutos até conseguir escapar. Já não dava mais pra continuar, numa das várias fugas dos abusadores da cidade, correndo pelas ruas de paralelepípedo, o salto do sapato quebrou, fazendo ela cair e rasgando ainda mais a roupa erótica. Agora tava toda suja e ainda com a buceta escorrendo porra. Não sabia o que fazer pra combater o frio, porque se não fizesse nada, era certeza que ia pegar uma hipotermia, e aí uma ideia bizarra veio na cabeça dela. Mary, a puta ruiva como as amigas chamavam, sentou a bunda num banquinho velho, levantou as pernas e começou a se masturbar pra esquentar o corpo, tentando se aquecer. Três dedos entravam tão fundo na buceta molhada e suja que ela tinha que morder a boca com força pra não gemer alto demais. Esses dedos saíam do sexo dela banhados nos próprios fluidos e na porra que ainda tinha dentro. O frio tava passando, mas precisava de mais, então mudou de posição pra enfiar agora quatro dedos na buceta frouxa, cada vez mais rápido, enquanto com a outra mão brincava com os peitos e beliscava os bicos agora duríssimos. — Ahhh, tenho que me apressar e acabar, se alguém me pegar assim, tô ferrada... Ahhh, que gostoso. No meio do prazer sozinha, um barulho de pancadas e briga interrompeu a parada, fazendo ela entrar em pânico e terminar a sessão na pressa, rastejando de quatro até o beco oposto pra espiar. E aí ela viu: o captor de luvas brancas tava lutando com uma figura preta misteriosa, ou melhor, tava sendo analisado por ele, porque "luva branca" caiu derrotado no chão, esperando a figura misteriosa tirar a vida dele com um canivete que escorria sangue fresco. Se você gostou... Se você gostou dessa história e quer saber a continuação, então me ajuda votando e comentando. (30 pontos para a próxima parte)
0 comentários - Caça e Perversão Vol.2