------Capítulo 3: A surpresa da Mamãe------
Ela me pediu pra deitar na cama dela, eu obedeci e me deitei. Esperei uns 5 minutos e vi minha mãe sair do banheiro, e sinceramente, fiquei surpreso porque ela tava com um look bem sexy. Quando saiu do banheiro, me perguntou como tava, e eu respondi na sinceridade que tava bem provocante. Ela me deu um sorriso cativante, veio andando de um jeito sexy, o que eu curti. Chegou perto do meu rosto e disse:
- Mãe: Hoje a gente vai se divertir pra caramba.
- Eu: É o que eu espero, mãe.
Começamos a nos beijar de um jeito carinhoso e, aos poucos, foi virando um beijo cheio de desejo um pelo outro. Tirei a regata e o shorts, enquanto minha mãe tirava o sutiã. Vi aquelas tetonas enormes balançando quando se soltaram do sutiã tamanho G. Sinceramente, sempre me impressionei com aquelas tetonas, mesmo tomando banho junto e nos vendo pelados, mas desde aquele dia, meu jeito de pensar e ver minha mãe mudou completamente — comecei a vê-la como mulher e não como minha mãe. Depois de terminar de tirar a roupa, vi a buceta da minha mãe: era rosa, sem nenhum pelo, dava pra ver uma pele macia. Nisso, voltei a me beijar com ela enquanto apalpava as bundas dela e brincava com a buceta dela, que já tava molhada. Eu já tava excitado, meu pau tava no talo. Minha mãe desceu e começou a chupar ele. Ficou chupando por uns 15 minutos, até que eu levantei ela e joguei na cama pra começar a lamber a buceta dela. Os sucos dela tavam escorrendo pra caramba. 10 minutos depois, minha mãe gozou. 10 segundos depois, ela acalmou a respiração, e esse foi meu sinal: penetrei minha mãe. Enfiei todo o meu membro, embora tenham ficado uns 5 cm pra fora, mas recuei um pouco e empurrei com força. Minha mãe gemeu alto, então imaginei que meu pau tinha entrado no útero dela. Continuei empurrando por 30 minutos. Durante esse tempo, minha mãe teve mais 5 orgasmos. Mudamos de posição: carreguei minha mãe enquanto segurava as pernas dela e penetrava fundo na buceta dela.
Ficamos transando por 3 horas, eu e minha mãe gozamos ao mesmo tempo e caímos na cama suados e cansados até não escutarmos mais barulho do bordel. Olhamos o horário, era 1h da manhã, então decidimos ir dormir.
No dia seguinte, acordamos os dois por volta das 7h da manhã. Olhei pra minha mãe e falei:
— Eu: Que noite, hein, mãe?
— Mãe: Pois é, querido, foi a melhor noite e o melhor sexo da minha vida.
— Eu: Se quiser, pode descansar. Vou tomar banho e fazer seu trabalho hoje.
— Mãe: Obrigada, filho.
Beijei minha mãe e apertei um peito dela. Minha mãe só me olhou de um jeito safado. Tomei banho rápido e saí do quarto. Fui pra cozinha preparar meu café da manhã e, de quebra, preparei o da minha mãe também e deixei tampado. Abri a porta do bordel e fui pra cozinha e sala do bordel, também preparei o café de lá. Terminei 20 minutos depois e fui pros quartos das meninas acordar uma por uma. Todas estavam peladas, então levantei todas e falei que o café já tava pronto. Depois fui pras meninas que dançavam nos tubos fazer a mesma coisa. Entrei nos quartos delas e, do mesmo jeito, estavam peladas, mas diferente das prostitutas, elas estavam nuas por causa do calor que tava fazendo. Fui com elas pra sala, e lá estavam as 10 meninas tomando café da manhã peladas, sem sutiã e sem calcinha. Acompanhei as 5 meninas que acabei de chamar. Elas sentaram e eu só fiquei olhando da cozinha enquanto elas conversavam sobre como tinha sido o dia anterior. As meninas só reclamavam que os homens que iam transar com elas só aguentavam 10 minutos e reclamavam que não conseguiam aproveitar o sexo. Uma menina só mencionou que um senhor gordo aguentou meia hora com ela, mas o pau dele era muito pequeno e, quando gozou, caiu no sono. Aí ela chamou a segurança e o senhor foi retirado do local.
As outras meninas só riram. Eu só mostrei um sorrisinho e comecei a falar:
— Eu: Bom, meninas, hoje é... Domingo, então é dia de folga pra elas hoje, não trabalham. Podem visitar parentes, sair pra passear ou fazer compras.
As garotas só sorriram pra mim, e 9 das 15 decidiram sair. As 6 que ficaram me perguntaram se podiam ajudar em algo. Eu só concordei e pedi pra limparem a sala do puteiro, que eu cuidava de limpar o bar (a gente tinha serviço de limpeza, mas só aos domingos limpavam os quartos onde transam, enquanto nos outros dias cuidavam da limpeza geral do puteiro). Depois de terminar a limpeza, elas resolveram entrar na sala privada do puteiro pra ver filmes, enquanto eu decidi voltar pra casa. Entrei em casa e fui pra sala, onde vi minha mãe terminando de tomar café da manhã e falei:
— Eu: Que noite e meia, né mãe?
— Mãe: Pois é, querido, você virou uma fera na cama *olhar sexy*
— Eu: Bom, você pediu pra eu ser bruto, só obedeci
— Mãe: E eu agradeço, querido, nunca me senti tão satisfeita transando. Embora *pensando* essa tenha sido minha segunda vez transando, mas com certeza essa foi a melhor
— Eu: De nada, mãe, eu também me senti satisfeito com sua buceta molhadinha gostosa e seu cuzinho apertado *sorriso safado*
Minha mãe corou, levantou pra lavar o prato e a xícara. A gente começou a conversar sobre os negócios dela e o que dava pra melhorar pra aumentar a renda da família. Falamos sobre onde investir e mais um monte de coisas por 2 horas. Era meio-dia e tava calor, então decidimos tomar banho juntos. Transamos, mas foi algo rápido porque minha mãe tinha que sair pra supervisionar uma empresa, então ia ficar fora por 8h, e a Natsume-nee voltava no dia seguinte. Depois de 30 minutos, minha mãe foi embora com 3 seguranças. Fiquei sozinho, preparei meu almoço. Depois de 1h, terminei de cozinhar e almocei. Fui pro puteiro pra cozinhar pras garotas. Levei mais uma hora e gritei: "Meninas, o almoço já tá pronto!" As 6 garotas chegaram na sala, e 4 delas já tinham vestida, mas elas estavam só de biquíni, enquanto as outras duas ainda estavam peladas. Comecei a conversar com elas e falei que minha mãe tinha saído pra dar uma olhada nos negócios, e comentei que no dia anterior ela tinha me dado sinal verde pra transar com elas quando eu quisesse, claro, se elas topassem. Todas sorriram e começaram a comemorar, mas eu acalmei elas e falei pra terminarem de comer, que depois a gente conversava sobre transar. Elas terminaram de comer depois de 30 minutos e resolvi falar com elas. Comecei explicando que pedi pra minha mãe poder transar com elas, no começo ela não quis, mas expliquei que quando ela não estivesse por perto, eu ia precisar de alguém pra saciar minha fome de sexo, então ela topou depois de 15 minutos discutindo. As minas entenderam que a gente só podia transar quando minha mãe saísse pra resolver os negócios.
Akame: Então, já que sua mãe tá fora, vai escolher alguma de nós? *sorriso safado*
Eu: Talvez... tenho 8 horas pra transar com alguma de vocês.
Himeno: Então, quem você vai escolher pra começar?
Não sabia por onde começar, já que na sala tinha 5 milfs com corpos sexys pra caralho e 4 jovens gostosas. Depois de pensar por uns 2 minutos, decidi por...
Ela me pediu pra deitar na cama dela, eu obedeci e me deitei. Esperei uns 5 minutos e vi minha mãe sair do banheiro, e sinceramente, fiquei surpreso porque ela tava com um look bem sexy. Quando saiu do banheiro, me perguntou como tava, e eu respondi na sinceridade que tava bem provocante. Ela me deu um sorriso cativante, veio andando de um jeito sexy, o que eu curti. Chegou perto do meu rosto e disse:
- Mãe: Hoje a gente vai se divertir pra caramba.
- Eu: É o que eu espero, mãe.
Começamos a nos beijar de um jeito carinhoso e, aos poucos, foi virando um beijo cheio de desejo um pelo outro. Tirei a regata e o shorts, enquanto minha mãe tirava o sutiã. Vi aquelas tetonas enormes balançando quando se soltaram do sutiã tamanho G. Sinceramente, sempre me impressionei com aquelas tetonas, mesmo tomando banho junto e nos vendo pelados, mas desde aquele dia, meu jeito de pensar e ver minha mãe mudou completamente — comecei a vê-la como mulher e não como minha mãe. Depois de terminar de tirar a roupa, vi a buceta da minha mãe: era rosa, sem nenhum pelo, dava pra ver uma pele macia. Nisso, voltei a me beijar com ela enquanto apalpava as bundas dela e brincava com a buceta dela, que já tava molhada. Eu já tava excitado, meu pau tava no talo. Minha mãe desceu e começou a chupar ele. Ficou chupando por uns 15 minutos, até que eu levantei ela e joguei na cama pra começar a lamber a buceta dela. Os sucos dela tavam escorrendo pra caramba. 10 minutos depois, minha mãe gozou. 10 segundos depois, ela acalmou a respiração, e esse foi meu sinal: penetrei minha mãe. Enfiei todo o meu membro, embora tenham ficado uns 5 cm pra fora, mas recuei um pouco e empurrei com força. Minha mãe gemeu alto, então imaginei que meu pau tinha entrado no útero dela. Continuei empurrando por 30 minutos. Durante esse tempo, minha mãe teve mais 5 orgasmos. Mudamos de posição: carreguei minha mãe enquanto segurava as pernas dela e penetrava fundo na buceta dela.
No dia seguinte, acordamos os dois por volta das 7h da manhã. Olhei pra minha mãe e falei:
— Eu: Que noite, hein, mãe?
— Mãe: Pois é, querido, foi a melhor noite e o melhor sexo da minha vida.
— Eu: Se quiser, pode descansar. Vou tomar banho e fazer seu trabalho hoje.
— Mãe: Obrigada, filho.
Beijei minha mãe e apertei um peito dela. Minha mãe só me olhou de um jeito safado. Tomei banho rápido e saí do quarto. Fui pra cozinha preparar meu café da manhã e, de quebra, preparei o da minha mãe também e deixei tampado. Abri a porta do bordel e fui pra cozinha e sala do bordel, também preparei o café de lá. Terminei 20 minutos depois e fui pros quartos das meninas acordar uma por uma. Todas estavam peladas, então levantei todas e falei que o café já tava pronto. Depois fui pras meninas que dançavam nos tubos fazer a mesma coisa. Entrei nos quartos delas e, do mesmo jeito, estavam peladas, mas diferente das prostitutas, elas estavam nuas por causa do calor que tava fazendo. Fui com elas pra sala, e lá estavam as 10 meninas tomando café da manhã peladas, sem sutiã e sem calcinha. Acompanhei as 5 meninas que acabei de chamar. Elas sentaram e eu só fiquei olhando da cozinha enquanto elas conversavam sobre como tinha sido o dia anterior. As meninas só reclamavam que os homens que iam transar com elas só aguentavam 10 minutos e reclamavam que não conseguiam aproveitar o sexo. Uma menina só mencionou que um senhor gordo aguentou meia hora com ela, mas o pau dele era muito pequeno e, quando gozou, caiu no sono. Aí ela chamou a segurança e o senhor foi retirado do local.
As outras meninas só riram. Eu só mostrei um sorrisinho e comecei a falar:
— Eu: Bom, meninas, hoje é... Domingo, então é dia de folga pra elas hoje, não trabalham. Podem visitar parentes, sair pra passear ou fazer compras.
As garotas só sorriram pra mim, e 9 das 15 decidiram sair. As 6 que ficaram me perguntaram se podiam ajudar em algo. Eu só concordei e pedi pra limparem a sala do puteiro, que eu cuidava de limpar o bar (a gente tinha serviço de limpeza, mas só aos domingos limpavam os quartos onde transam, enquanto nos outros dias cuidavam da limpeza geral do puteiro). Depois de terminar a limpeza, elas resolveram entrar na sala privada do puteiro pra ver filmes, enquanto eu decidi voltar pra casa. Entrei em casa e fui pra sala, onde vi minha mãe terminando de tomar café da manhã e falei:
— Eu: Que noite e meia, né mãe?
— Mãe: Pois é, querido, você virou uma fera na cama *olhar sexy*
— Eu: Bom, você pediu pra eu ser bruto, só obedeci
— Mãe: E eu agradeço, querido, nunca me senti tão satisfeita transando. Embora *pensando* essa tenha sido minha segunda vez transando, mas com certeza essa foi a melhor
— Eu: De nada, mãe, eu também me senti satisfeito com sua buceta molhadinha gostosa e seu cuzinho apertado *sorriso safado*
Minha mãe corou, levantou pra lavar o prato e a xícara. A gente começou a conversar sobre os negócios dela e o que dava pra melhorar pra aumentar a renda da família. Falamos sobre onde investir e mais um monte de coisas por 2 horas. Era meio-dia e tava calor, então decidimos tomar banho juntos. Transamos, mas foi algo rápido porque minha mãe tinha que sair pra supervisionar uma empresa, então ia ficar fora por 8h, e a Natsume-nee voltava no dia seguinte. Depois de 30 minutos, minha mãe foi embora com 3 seguranças. Fiquei sozinho, preparei meu almoço. Depois de 1h, terminei de cozinhar e almocei. Fui pro puteiro pra cozinhar pras garotas. Levei mais uma hora e gritei: "Meninas, o almoço já tá pronto!" As 6 garotas chegaram na sala, e 4 delas já tinham vestida, mas elas estavam só de biquíni, enquanto as outras duas ainda estavam peladas. Comecei a conversar com elas e falei que minha mãe tinha saído pra dar uma olhada nos negócios, e comentei que no dia anterior ela tinha me dado sinal verde pra transar com elas quando eu quisesse, claro, se elas topassem. Todas sorriram e começaram a comemorar, mas eu acalmei elas e falei pra terminarem de comer, que depois a gente conversava sobre transar. Elas terminaram de comer depois de 30 minutos e resolvi falar com elas. Comecei explicando que pedi pra minha mãe poder transar com elas, no começo ela não quis, mas expliquei que quando ela não estivesse por perto, eu ia precisar de alguém pra saciar minha fome de sexo, então ela topou depois de 15 minutos discutindo. As minas entenderam que a gente só podia transar quando minha mãe saísse pra resolver os negócios.
Akame: Então, já que sua mãe tá fora, vai escolher alguma de nós? *sorriso safado*
Eu: Talvez... tenho 8 horas pra transar com alguma de vocês.
Himeno: Então, quem você vai escolher pra começar?
Não sabia por onde começar, já que na sala tinha 5 milfs com corpos sexys pra caralho e 4 jovens gostosas. Depois de pensar por uns 2 minutos, decidi por...
2 comentários - Mi vida incestuosa en un prostíbulo (3/¿?)