Pedro e Laura formavam um casal jovem. Ele tinha 25 anos, com toda a energia e vitalidade da juventude, e ela tinha 22. Era de estatura média, pele morena clara, rosto bonito e um corpo que não despertava suspiros e assobios na rua só porque ela não sabia valorizar. As roupas dela eram largas e sem graça, mas ela tinha tudo bem distribuído, firme e no tamanho certo. Estavam casados há três anos e ainda não tinham filhos, porque achavam que primeiro precisavam construir um futuro antes de trazer crianças ao mundo. Eram dois jovens de classe média baixa, mas com vontade de crescer, embora soubessem que só desejar não bastava — era preciso se preparar e trabalhar duro.
Quando se casaram, Laura praticamente não sabia fazer nada, e Pedro era estudante de técnico em rádio e TV, trabalhando numa pequena oficina quase como aprendiz. Por isso, o que ganhava era muito pouco. No começo, tiveram que morar num quarto de cortiço nos arredores da cidade. Seis meses depois, ele terminou a escola, recebeu o diploma e arrumou um emprego numa oficina maior, com um salário melhor. Com isso, e depois de dois anos de trabalho, conseguiram se mudar para um apartamentinho mais decente, num bairro melhor, num prédio mais novo e mais limpo. Claro que grande parte do salário de Pedro ia para o aluguel, mas isso não importava, porque fazia eles sentirem que estavam realmente progredindo.
Nessa época, Laura começou a estudar enfermagem numa escola pública, e eles achavam que, quando ela terminasse os estudos e pudesse trabalhar, progrediriam um pouco mais, já que seriam dois salários, mesmo que pequenos. O grande sonho deles era montar uma oficina de conserto de televisões, e para isso economizavam o quanto podiam. Se privavam de muitas coisas, sempre pensando em realizar o sonho de progredir. Mas como todo mundo sabe, o homem propõe, Deus dispõe e aí chega o diabo e bagunça tudo. Um dia infeliz, Pedro sofreu um acidente: ao atravessar uma rua, foi atropelado por um carro e o motorista fugiu, deixando o moleque caído e ferido à própria sorte. Umas testemunhas chamaram a Cruz Vermelha e Pedro foi levado pro hospital. No hospital, conseguiram salvar a vida dele, mas Pedro ficou quase totalmente paralítico, só conseguia mexer um pouco a mão e o pé direito. A partir daí, a vida mudou pro jovem casal. Eles ficaram afogados nas despesas e sem nenhuma renda, porque, claro, Pedro perdeu o emprego e Laura, mesmo tendo procurado serviço, não conseguiu nada simplesmente porque não sabia fazer nada. Na desesperação, ela procurou trabalho até de empregada doméstica, mas nem isso conseguiu. Em dois meses, acabaram-se as poucas economias que tinham, porque tiveram que comprar uma cadeira de rodas pro Pedro, e uns meses depois já estavam a um passo do desespero: não tinham pago o aluguel e tinham vendido duas ou três coisas da casa pra poder comer e sobreviver.
O dono do apartamento onde moravam era o senhor Dom Javier, um cara de uns 55 anos, gordo e feio, um índio ignorante que, por coisas da vida, tinha conseguido fazer dinheiro, porque além do prédio de apartamentos, ele também tinha várias casas que alugava e um depósito de tecidos e roupas onde ganhava uma boa grana. Depois de quatro meses sem pagar o aluguel, Dom Javier mandou dizer com o cobrador que eles tinham que desocupar a moradia, senão ele os jogaria na rua. Pedro não dizia nada porque não conseguia falar, embora desse pra ver que sofria pra caramba, e Laura já não sabia mais o que fazer no desespero dela.
— Vou falar com Dom Javier — disse Laura, chorando pro marido. — Vou implorar pra ele não nos jogar na rua, vou pedir que nos dê mais tempo pra pagar. E além disso, tô pensando que também... Vou pedir trabalho no seu depósito, porque não sei o que vamos fazer se nos expulsarem daqui, não temos pra onde ir. Fico horrorizada só de pensar que vamos ter que mendigar dinheiro na rua. Se o Pedro tivesse conseguido responder, com certeza teria dito pra ela fazer o que quisesse, que não se preocupasse com ele e que o levasse pra algum centro de assistência do governo. No dia seguinte, a Laura foi ver o Dom Javier no escritório dele e, depois de esperar duas horas, ela conseguiu entrar na sala dele. Embora o Dom Javier já tivesse visto ela em outra ocasião, ele não tinha reparado como a inquilina era gostosa e ficou olhando pra ela com olhos cheios de tesão, como se quisesse despir ela com o olhar. A Laura percebeu isso, mas não deu importância. Vim implorar pro senhor não nos jogar na rua, Dom Javier. No momento não temos como pagar, mas a gente vai conseguir em breve e vai pagar. Mas de onde vocês vão pagar, mulher, se nem você nem seu marido trabalham? Não, o melhor é desocuparem o apartamento. Vocês têm três dias pra isso. Por favor, Dom Javier, nos dê mais tempo. Se o senhor quisesse me dar um emprego, eu poderia pagar aos poucos. E o que você sabe fazer pra achar que eu posso te dar trabalho? Não sei fazer nada – respondeu a Laura, baixando a cabeça – mas tô disposta a fazer o que o senhor mandar. Vou limpar, fazer os recados e tudo o que o senhor precisar. Mesmo que a gente fizesse assim, com o que eu te pagasse por esse trabalho, você não conseguiria quitar suas dívidas e ainda dar de comer pro seu marido e pagar os remédios dele. Mas me ocorre um jeito de te ajudar. Vou te dar um emprego e pagar um salário pra você sobreviver, não vou cobrar os aluguéis atuais, mas você vai continuar me devendo os anteriores. O rosto da Laura se iluminou ao saber que o Dom Javier ia dar o emprego e não cobrar o aluguel. Muito obrigada, Dom Javier, não vou decepcionar o senhor e vou trabalhar muito pra... Espera, não me interrompe – disse Dom Javier – ainda não terminei. Terminei. Vou te dar o emprego e tudo mais, mas você disse que faria tudo o que eu pedir. É verdade isso? Claro que sim, seu Javier, farei tudo o que o senhor quiser. E se eu quiser que você chupe minha pica, também vai fazer? Laura ficou chocada com o que ouviu, não estava preparada para responder a uma pergunta dessas e só conseguiu dizer: Desculpa, seu Javier, não entendi direito o que o senhor disse. Você ouviu bem e entendeu bem. O que eu disse foi que parte do seu trabalho vai ser chupar minha pica e se curvar pra mostrar essa bunda sempre que eu quiser. Me escuta, sou um homem sozinho e tenho necessidades sexuais, e por acaso agora não tenho ninguém pra me ajudar a satisfazê-las. Se você quiser me prestar esse serviço, eu pago seu salário, não cobro o aluguel e ainda te dou uma gratificação extra todo mês pra você cobrir seus gastos. O que me responde? Laura ouviu a proposta safada e sentiu medo. Nunca tinha passado pela cabeça dela se prostituir, além de nunca ter estado com outro homem além do marido, e as relações com ele tinham sido mais tranquilas e normais, embora às vezes ela sentisse vontade de que ele a tratasse como uma puta e fizesse ela viver o sexo nas mais variadas situações que ela sabia de ouvir falar que existiam. Um leve tremor percorreu o corpo dela e ela respondeu: Eu não conseguiria fazer isso que o senhor quer, seu Javier, mas se me pedir outra coisa, eu faço. Tô realmente muito necessitada. Não tem outra coisa em que você possa me ajudar. Então ou você aceita o que eu tô propondo ou vai embora daqui e desocupa o apartamento. Não seja tão duro, seu Javier, não posso responder agora. Vou precisar de tempo pra pensar — respondeu Laura, pensando mais em ganhar tempo do que em aceitar a proposta. Tá certo. Você tem o dia todo e essa noite pra pensar. Se aceitar, te espero amanhã às dez pra começar com seus deveres. obrigações, e se você não aceitar, tem três dias pra desocupar minha casa e nem adianta vir me ver, porque não tenho mais interesse em tratar desse assunto. Tá bem, seu Javier, vou pensar. E mais uma coisa: quero que seu marido esteja de acordo com isso, quero que você conte pra ele e que ele aprove, porque não quero ter nenhum tipo de problema mais tarde, ok? Sim, seu Javier, vou contar. Laura saiu do escritório e, quando chegou na rua, desabou a chorar. A vida tava dando a chance dela sobreviver com o marido, mas a um preço muito alto, que talvez ela não conseguisse pagar. Ficou andando pela rua por mais de duas horas pensando no assunto e finalmente tomou uma decisão: ia fazer, ia se sacrificar pelo marido pra salvar o casamento. Era isso que Laura pensava pra justificar o que ia fazer, mas no fundo sentia um desejo e uma curiosidade de encarar um sexo desconhecido, de sentir e experimentar coisas novas que o corpo e a juventude dela pediam, principalmente agora que o marido tava impossibilitado de satisfazê-la por completo. Bolou um jeito de contar pro marido e foi pra casa. Desde o acidente do marido, ela não tinha tido relações sexuais normais, então se contentava em se masturbar de vez em quando e também em chupar a rola do marido de vez em quando, porque, mesmo que não ficasse dura como antes, ele conseguia gozar quando ela batia uma pra ele e colocava na boca, e isso fazia ela se sentir bem, porque sentia que cumpria as obrigações de esposa, embora sempre ficasse no meio do caminho, com vontade de ter um orgasmo. Chegou em casa e, fingindo alegria, disse pro marido que tinha conseguido o emprego e que seu Javier tinha sido muito bom e compreensivo, e que eles poderiam continuar morando no apartamento sem problemas, mas não explicou em que o trabalho dela ia consistir. Preferiu calar a boca por enquanto e esperar o momento certo depois. propício pra falar pra ele. E pra mostrar a alegria dela, ela se ajoelhou na frente dele e puxou a rola dele pra fora, passando a mão pra cima e pra baixo. Ele até deixou escapar umas lágrimas de prazer e, mexendo a mão, deu a entender que tava muito contente e muito orgulhoso dela. "Você vai ver que daqui pra frente nossa vida vai mudar." No outro dia, ela se levantou, tomou banho e se arrumou do melhor jeito que pôde, e foi trabalhar. Chegou no escritório e na hora se apresentou na frente do Dom Javier. Ele mandou ela entrar, e ela entrou na sala em silêncio, de cabeça baixa. "Imagino que você aceitou minhas condições, porque senão não quero te ver nem ouvir nada do que você tem a dizer" – falou Dom Javier, levantando do lugar e sentando num sofá grande que tinha no escritório. "Sim, Dom Javier." "Você contou pro seu marido?" "Sim, Dom Javier." "Muito bem, então chega mais e senta aqui" – disse Dom Javier, apontando pra própria perna dele. Ela hesitou um segundo, mas quase na hora foi até ele e sentou onde ele mandou. Ele passou a mão esquerda na cintura dela e com a direita apalpou os peitos dela por cima da roupa, depois desabotoou a blusa dela e enfiou a mão pra tocar as tetas dela por cima do sutiã, enquanto falava: "Tem várias regras que vou te falando com o tempo, mas a primeira é que você sempre tem que vir pro escritório sem roupa íntima, com blusas ou camisetas fáceis de tirar e com saia, nunca de calça, a menos que eu mande antes. Entendeu?" "Sim, Dom Javier. Também não posso usar calcinha?" "Nada, nem calcinha, nem sutiã, nem meia, nada por baixo da roupa." "Tá bom, Dom Javier, vou fazer assim." "Beleza, levanta e tira toda a roupa." "E se alguém entrar no escritório, Dom Javier?" Dom Javier deu um tapa forte na bunda dela na hora que ela levantava, fazendo ela soltar um gritinho. "Minhas ordens não se discutem, garota, só se obedecem. Essa é outra regra que você tem que seguir: tudo que eu mandar você tem que fazer sem não replicar absolutamente nada, e se eu tiver que repetir uma das minhas ordens, vou te castigar, entendeu? Sim, Dom Javier, me perdoe – respondeu ela humildemente, começando a tirar a roupa – tiro tudo, Dom Javier? Tudo. E ela tirou tudo, ficando completamente pelada na frente dele. que barbada – disse Dom Javier quando viu o corpo nu dela – pensei que você fosse gostosa, mas não imaginava que tanto, dá umas voltas aqui na minha frente e depois volta a sentar onde estava. Ela se aproximou dele e deu umas voltas, e depois sentou de novo no colo dele. Dom Javier começou a passar a mão nos peitos dela, e na bunda, e nas coxas, e beijou ela no pescoço, na orelha, nos peitos e na boca, enfiando a língua até onde dava. Ela lutava contra a natureza dela, mas era impossível recusar as carícias do cara, o fato de estar sendo apalpada e beijada no corpo nu por um homem como aquele, gordo, feio, e com tanta idade que bem poderia ser o pai dela ou talvez até o avô, e de estar totalmente submetida à vontade dele, fazia o corpo dela sentir uma sensação de luxúria e desejo que nunca tinha sentido, e quis que ele continuasse e fizesse com o corpo dela o que quisesse. que peitos gostosos você tem, putinha, macios e firmes – disse Dom Javier – e que bundão, redondo e empinado, agora vejo que não me enganei ao te escolher e que vou poder aproveitar muito tempo com você, mas vamos fazer devagar porque há mais tempo que vida, neste momento estou com um pouco de pressa então por enquanto só quero que você tire meu leite com a boca, ajoelha na minha frente, tira minha calça já que não uso cueca, pega minha pica e coloca entre seus peitos por um tempo e depois chupa ela até eu gozar, e quero que você engula todo meu gozo, não pode deixar cair nem uma gota. Nunca ninguém tinha elogiado os peitos e a bunda dela, nem mesmo o marido, e fora os cantadas grossas de rua, ninguém tinha dito como ela era gostosa com as palavras que disse dom Javier. Ela se ajoelhou como foi ordenado, abaixou as calças dele e puxou a pica e na hora de ver se surpreendeu, era enorme, era quase o dobro do tamanho da do marido dela, que era a única que ela conhecia, e além disso muito mais grossa, e os ovos dele também eram enormes e peludos. Ela encaixou a pica no peito dela e começou a masturbá-lo devagar com as tetas dela. As sensações desconhecidas que Laura sentiu inundaram o corpo dela de prazer, e ela pensou que teria feito aquilo de forma voluntária e de graça se soubesse o que ia sentir. Ela gostava de se sentir humilhada, gostava de se sentir uma puta, e queria que ele a degradasse o quanto quisesse. Ela estava surpresa com os pensamentos dela, mas não ligou pra nada, nem pra dignidade, nem pro marido, nem nada, ela só queria continuar gozando com aquela pica enorme que tinha entre as tetas dela. Ela meteu a pica na boca e, embora não coubesse nem a metade, fez um esforço pra chupar o melhor possível pra que dom Javier gozasse e não tivesse reclamação dela, lambeu também os ovos dele e os colocou na boca um por um, já que não cabiam os dois juntos. E assim ficou por uns trinta minutos até que dom Javier sentiu que ia gozar, agarrou a cabeça dela com as duas mãos pra que ela não fosse tirar e gozou na boca dela, Laura ao sentir a gozada de dom Javier abriu mais a boca e recebeu a porra engolindo como pôde já que a pica enorme impedia ela de mexer bem a garganta, e quando o velho terminou se recostou no encosto do sofá e disse: que bem que você chupa pica, puta. O senhor gostou, dom Javier? — perguntou Laura. Foi bom, embora eu ache que com o tempo e a prática você vai fazer ainda melhor, agora limpa ela bem com a língua apertando até sair a última gota. Laura limpou a pica enorme de cima a baixo incluindo os ovos até deixar brilhando de limpa, e pensou que dom Javier teria com aquilo pra vários dias já que não era mais um jovenzinho, e era uma pena pois Ela tinha ficado com tesão e morrendo de vontade de levar o pau na buceta. Mas estava totalmente enganada, porque não sabia que Dom Javier era muito mais potente do que muitos caras com metade da idade dele. Vem e senta de novo no meu colo, porque vou te dar outras instruções. Laura se levantou e sentou no colo de Dom Javier, passando o braço direito em volta do pescoço dele para que ele tivesse mais liberdade para apalpar o que quisesse. Ele acariciou as nádegas dela e os peitos enquanto perguntava: "Seu marido te come?" "Não, Dom Javier, porque ele não consegue. Só chupo o pau dele de vez em quando, e mal consigo fazer ele endurecer um pouco, e ele goza na minha boca." "Isso é bom, porque não quero mais ninguém te comendo. Por um tempo, só eu quero meter meu pau em todos os seus buracos. Vou meter na sua boca, na sua buceta e no seu cu quando eu quiser." "No cu não, Dom Javier, por favor, porque ninguém nunca meteu lá." "Isso pra mim é fodasse. Vou meter no seu cu quando eu, sua puta, tiver vontade, entendeu?" "Sim, Dom Javier", respondeu Laura humildemente, baixando os olhos. "Sim, o quê?" perguntou Dom Javier. "Sim, o senhor pode meter o pau no meu cu quando sua puta tiver vontade." Laura não acreditava no que tinha acabado de dizer, mas já tinha dito, e sem querer, o corpo dela tremeu ao pensar no momento em que Dom Javier fosse meter o pau enorme no buraquinho virgem do cu dela. Ela temia o momento, mas também o desejava. "Assim que eu gosto, que você seja dócil e obediente", disse Dom Javier. "Sim, Dom Javier, serei sua amante sempre que o senhor quiser." "Não, não, não, mocinha, não se engane. Você não vai ser minha amante, vai ser minha puta para me satisfazer sempre que eu tiver vontade, e só vai dar comigo ou com quem eu mandar." "Sim, Dom Javier, mas não entendi direito essa história de dar com quem o senhor quiser. Pensei que só o senhor fosse me comer." "Isso não tem importância, já vou te explicar mais tarde. Por enquanto, quero te dizer que... Toda manhã, quando você chegar, a primeira coisa que vai fazer é cumprimentar meu pau, beijar ele e limpar com sua língua. Eu não vou lavar ele pra você ter a chance de lavar com a língua. E também, toda vez que eu for mijar, você vai vir comigo pra limpar ele com a boca e tirar as últimas gotinhas de mijo. Tá bom? Sim, seu Javier. Perfeito. Vamos começar agora mesmo. Eles se levantaram e foram pro banheiro particular do seu Javier. Ele mijou e, quando terminou, Laura se ajoelhou do lado dele, enfiou o pau na boca, passou a língua na cabeça e sentiu sair mais umas gotas de mijo, e engoliu tudo. Quando terminaram, voltaram pro escritório. Seu Javier se vestiu enquanto falava pra Laura: Já se vestiu, sua puta? Você vai com a dona Ernestina e vai ajudar ela a costurar uns panos. Ela já sabe o que fazer. E quando eu precisar de você, mando chamar. Nisso, seu Javier viu que ela tava colocando a calcinha. Ele avançou nela com a cara enfurecida, puxou ela forte pelo cabelo, forçando ela a se ajoelhar, e deu dois tapas fortes que ecoaram pelo quarto inteiro. Você é burra ou o que caralhos tá acontecendo? Não falei claramente que você não pode usar calcinha? Me perdoa, seu Javier — disse Laura, assustada com a reação, enquanto esfregava a bochecha —, eu me distraí. Não vai acontecer de novo. É melhor que seja assim. Todas as minhas ordens têm que ser obedecidas. E da próxima vez que você falhar, vou te castigar mais forte. Não vou falhar de novo, seu Javier. Tá bom — disse seu Javier, já mais calmo —, confio em você. E a propósito, não precisa de um adiantamento do dinheiro antes do dia do pagamento? Bem, na verdade sim, seu Javier, mas tava com vergonha de pedir. O velho tirou umas notas do bolso e deu pra Laura, mandando ela ir embora porque ele tinha muito trabalho. Laura se apresentou pra dona Ernestina e começou a trabalhar. Era uma coisa bem simples. Tinha que fazer, e começou a pensar. O dinheiro que o dom Javier deu pra ela era quase um mês de salário, o suficiente pra comprar os remédios do marido e pra eles comerem sossegados por vários dias, mas isso fazia ela se sentir meio mal, fazia ela se sentir uma puta. A real era que ela tinha se prostituído mesmo, tinha se entregado pro dom Javier, um velho feio pra caralho, e tinha recebido dinheiro por isso. Ia ter que calar a consciência pensando que a vida não tinha deixado outra escolha, e que além disso tava fazendo aquilo pelo bem do marido, ou seja, dava pra pensar que tava se sacrificando pelo bem do homem que amava. Esse pensamento fazia ela se sentir um pouco melhor e decidiu encarar desse jeito, era o melhor jeito de não se sentir mal consigo mesma. Era um sacrifício, e ela ia se sacrificar.
Quando se casaram, Laura praticamente não sabia fazer nada, e Pedro era estudante de técnico em rádio e TV, trabalhando numa pequena oficina quase como aprendiz. Por isso, o que ganhava era muito pouco. No começo, tiveram que morar num quarto de cortiço nos arredores da cidade. Seis meses depois, ele terminou a escola, recebeu o diploma e arrumou um emprego numa oficina maior, com um salário melhor. Com isso, e depois de dois anos de trabalho, conseguiram se mudar para um apartamentinho mais decente, num bairro melhor, num prédio mais novo e mais limpo. Claro que grande parte do salário de Pedro ia para o aluguel, mas isso não importava, porque fazia eles sentirem que estavam realmente progredindo.
Nessa época, Laura começou a estudar enfermagem numa escola pública, e eles achavam que, quando ela terminasse os estudos e pudesse trabalhar, progrediriam um pouco mais, já que seriam dois salários, mesmo que pequenos. O grande sonho deles era montar uma oficina de conserto de televisões, e para isso economizavam o quanto podiam. Se privavam de muitas coisas, sempre pensando em realizar o sonho de progredir. Mas como todo mundo sabe, o homem propõe, Deus dispõe e aí chega o diabo e bagunça tudo. Um dia infeliz, Pedro sofreu um acidente: ao atravessar uma rua, foi atropelado por um carro e o motorista fugiu, deixando o moleque caído e ferido à própria sorte. Umas testemunhas chamaram a Cruz Vermelha e Pedro foi levado pro hospital. No hospital, conseguiram salvar a vida dele, mas Pedro ficou quase totalmente paralítico, só conseguia mexer um pouco a mão e o pé direito. A partir daí, a vida mudou pro jovem casal. Eles ficaram afogados nas despesas e sem nenhuma renda, porque, claro, Pedro perdeu o emprego e Laura, mesmo tendo procurado serviço, não conseguiu nada simplesmente porque não sabia fazer nada. Na desesperação, ela procurou trabalho até de empregada doméstica, mas nem isso conseguiu. Em dois meses, acabaram-se as poucas economias que tinham, porque tiveram que comprar uma cadeira de rodas pro Pedro, e uns meses depois já estavam a um passo do desespero: não tinham pago o aluguel e tinham vendido duas ou três coisas da casa pra poder comer e sobreviver.
O dono do apartamento onde moravam era o senhor Dom Javier, um cara de uns 55 anos, gordo e feio, um índio ignorante que, por coisas da vida, tinha conseguido fazer dinheiro, porque além do prédio de apartamentos, ele também tinha várias casas que alugava e um depósito de tecidos e roupas onde ganhava uma boa grana. Depois de quatro meses sem pagar o aluguel, Dom Javier mandou dizer com o cobrador que eles tinham que desocupar a moradia, senão ele os jogaria na rua. Pedro não dizia nada porque não conseguia falar, embora desse pra ver que sofria pra caramba, e Laura já não sabia mais o que fazer no desespero dela.
— Vou falar com Dom Javier — disse Laura, chorando pro marido. — Vou implorar pra ele não nos jogar na rua, vou pedir que nos dê mais tempo pra pagar. E além disso, tô pensando que também... Vou pedir trabalho no seu depósito, porque não sei o que vamos fazer se nos expulsarem daqui, não temos pra onde ir. Fico horrorizada só de pensar que vamos ter que mendigar dinheiro na rua. Se o Pedro tivesse conseguido responder, com certeza teria dito pra ela fazer o que quisesse, que não se preocupasse com ele e que o levasse pra algum centro de assistência do governo. No dia seguinte, a Laura foi ver o Dom Javier no escritório dele e, depois de esperar duas horas, ela conseguiu entrar na sala dele. Embora o Dom Javier já tivesse visto ela em outra ocasião, ele não tinha reparado como a inquilina era gostosa e ficou olhando pra ela com olhos cheios de tesão, como se quisesse despir ela com o olhar. A Laura percebeu isso, mas não deu importância. Vim implorar pro senhor não nos jogar na rua, Dom Javier. No momento não temos como pagar, mas a gente vai conseguir em breve e vai pagar. Mas de onde vocês vão pagar, mulher, se nem você nem seu marido trabalham? Não, o melhor é desocuparem o apartamento. Vocês têm três dias pra isso. Por favor, Dom Javier, nos dê mais tempo. Se o senhor quisesse me dar um emprego, eu poderia pagar aos poucos. E o que você sabe fazer pra achar que eu posso te dar trabalho? Não sei fazer nada – respondeu a Laura, baixando a cabeça – mas tô disposta a fazer o que o senhor mandar. Vou limpar, fazer os recados e tudo o que o senhor precisar. Mesmo que a gente fizesse assim, com o que eu te pagasse por esse trabalho, você não conseguiria quitar suas dívidas e ainda dar de comer pro seu marido e pagar os remédios dele. Mas me ocorre um jeito de te ajudar. Vou te dar um emprego e pagar um salário pra você sobreviver, não vou cobrar os aluguéis atuais, mas você vai continuar me devendo os anteriores. O rosto da Laura se iluminou ao saber que o Dom Javier ia dar o emprego e não cobrar o aluguel. Muito obrigada, Dom Javier, não vou decepcionar o senhor e vou trabalhar muito pra... Espera, não me interrompe – disse Dom Javier – ainda não terminei. Terminei. Vou te dar o emprego e tudo mais, mas você disse que faria tudo o que eu pedir. É verdade isso? Claro que sim, seu Javier, farei tudo o que o senhor quiser. E se eu quiser que você chupe minha pica, também vai fazer? Laura ficou chocada com o que ouviu, não estava preparada para responder a uma pergunta dessas e só conseguiu dizer: Desculpa, seu Javier, não entendi direito o que o senhor disse. Você ouviu bem e entendeu bem. O que eu disse foi que parte do seu trabalho vai ser chupar minha pica e se curvar pra mostrar essa bunda sempre que eu quiser. Me escuta, sou um homem sozinho e tenho necessidades sexuais, e por acaso agora não tenho ninguém pra me ajudar a satisfazê-las. Se você quiser me prestar esse serviço, eu pago seu salário, não cobro o aluguel e ainda te dou uma gratificação extra todo mês pra você cobrir seus gastos. O que me responde? Laura ouviu a proposta safada e sentiu medo. Nunca tinha passado pela cabeça dela se prostituir, além de nunca ter estado com outro homem além do marido, e as relações com ele tinham sido mais tranquilas e normais, embora às vezes ela sentisse vontade de que ele a tratasse como uma puta e fizesse ela viver o sexo nas mais variadas situações que ela sabia de ouvir falar que existiam. Um leve tremor percorreu o corpo dela e ela respondeu: Eu não conseguiria fazer isso que o senhor quer, seu Javier, mas se me pedir outra coisa, eu faço. Tô realmente muito necessitada. Não tem outra coisa em que você possa me ajudar. Então ou você aceita o que eu tô propondo ou vai embora daqui e desocupa o apartamento. Não seja tão duro, seu Javier, não posso responder agora. Vou precisar de tempo pra pensar — respondeu Laura, pensando mais em ganhar tempo do que em aceitar a proposta. Tá certo. Você tem o dia todo e essa noite pra pensar. Se aceitar, te espero amanhã às dez pra começar com seus deveres. obrigações, e se você não aceitar, tem três dias pra desocupar minha casa e nem adianta vir me ver, porque não tenho mais interesse em tratar desse assunto. Tá bem, seu Javier, vou pensar. E mais uma coisa: quero que seu marido esteja de acordo com isso, quero que você conte pra ele e que ele aprove, porque não quero ter nenhum tipo de problema mais tarde, ok? Sim, seu Javier, vou contar. Laura saiu do escritório e, quando chegou na rua, desabou a chorar. A vida tava dando a chance dela sobreviver com o marido, mas a um preço muito alto, que talvez ela não conseguisse pagar. Ficou andando pela rua por mais de duas horas pensando no assunto e finalmente tomou uma decisão: ia fazer, ia se sacrificar pelo marido pra salvar o casamento. Era isso que Laura pensava pra justificar o que ia fazer, mas no fundo sentia um desejo e uma curiosidade de encarar um sexo desconhecido, de sentir e experimentar coisas novas que o corpo e a juventude dela pediam, principalmente agora que o marido tava impossibilitado de satisfazê-la por completo. Bolou um jeito de contar pro marido e foi pra casa. Desde o acidente do marido, ela não tinha tido relações sexuais normais, então se contentava em se masturbar de vez em quando e também em chupar a rola do marido de vez em quando, porque, mesmo que não ficasse dura como antes, ele conseguia gozar quando ela batia uma pra ele e colocava na boca, e isso fazia ela se sentir bem, porque sentia que cumpria as obrigações de esposa, embora sempre ficasse no meio do caminho, com vontade de ter um orgasmo. Chegou em casa e, fingindo alegria, disse pro marido que tinha conseguido o emprego e que seu Javier tinha sido muito bom e compreensivo, e que eles poderiam continuar morando no apartamento sem problemas, mas não explicou em que o trabalho dela ia consistir. Preferiu calar a boca por enquanto e esperar o momento certo depois. propício pra falar pra ele. E pra mostrar a alegria dela, ela se ajoelhou na frente dele e puxou a rola dele pra fora, passando a mão pra cima e pra baixo. Ele até deixou escapar umas lágrimas de prazer e, mexendo a mão, deu a entender que tava muito contente e muito orgulhoso dela. "Você vai ver que daqui pra frente nossa vida vai mudar." No outro dia, ela se levantou, tomou banho e se arrumou do melhor jeito que pôde, e foi trabalhar. Chegou no escritório e na hora se apresentou na frente do Dom Javier. Ele mandou ela entrar, e ela entrou na sala em silêncio, de cabeça baixa. "Imagino que você aceitou minhas condições, porque senão não quero te ver nem ouvir nada do que você tem a dizer" – falou Dom Javier, levantando do lugar e sentando num sofá grande que tinha no escritório. "Sim, Dom Javier." "Você contou pro seu marido?" "Sim, Dom Javier." "Muito bem, então chega mais e senta aqui" – disse Dom Javier, apontando pra própria perna dele. Ela hesitou um segundo, mas quase na hora foi até ele e sentou onde ele mandou. Ele passou a mão esquerda na cintura dela e com a direita apalpou os peitos dela por cima da roupa, depois desabotoou a blusa dela e enfiou a mão pra tocar as tetas dela por cima do sutiã, enquanto falava: "Tem várias regras que vou te falando com o tempo, mas a primeira é que você sempre tem que vir pro escritório sem roupa íntima, com blusas ou camisetas fáceis de tirar e com saia, nunca de calça, a menos que eu mande antes. Entendeu?" "Sim, Dom Javier. Também não posso usar calcinha?" "Nada, nem calcinha, nem sutiã, nem meia, nada por baixo da roupa." "Tá bom, Dom Javier, vou fazer assim." "Beleza, levanta e tira toda a roupa." "E se alguém entrar no escritório, Dom Javier?" Dom Javier deu um tapa forte na bunda dela na hora que ela levantava, fazendo ela soltar um gritinho. "Minhas ordens não se discutem, garota, só se obedecem. Essa é outra regra que você tem que seguir: tudo que eu mandar você tem que fazer sem não replicar absolutamente nada, e se eu tiver que repetir uma das minhas ordens, vou te castigar, entendeu? Sim, Dom Javier, me perdoe – respondeu ela humildemente, começando a tirar a roupa – tiro tudo, Dom Javier? Tudo. E ela tirou tudo, ficando completamente pelada na frente dele. que barbada – disse Dom Javier quando viu o corpo nu dela – pensei que você fosse gostosa, mas não imaginava que tanto, dá umas voltas aqui na minha frente e depois volta a sentar onde estava. Ela se aproximou dele e deu umas voltas, e depois sentou de novo no colo dele. Dom Javier começou a passar a mão nos peitos dela, e na bunda, e nas coxas, e beijou ela no pescoço, na orelha, nos peitos e na boca, enfiando a língua até onde dava. Ela lutava contra a natureza dela, mas era impossível recusar as carícias do cara, o fato de estar sendo apalpada e beijada no corpo nu por um homem como aquele, gordo, feio, e com tanta idade que bem poderia ser o pai dela ou talvez até o avô, e de estar totalmente submetida à vontade dele, fazia o corpo dela sentir uma sensação de luxúria e desejo que nunca tinha sentido, e quis que ele continuasse e fizesse com o corpo dela o que quisesse. que peitos gostosos você tem, putinha, macios e firmes – disse Dom Javier – e que bundão, redondo e empinado, agora vejo que não me enganei ao te escolher e que vou poder aproveitar muito tempo com você, mas vamos fazer devagar porque há mais tempo que vida, neste momento estou com um pouco de pressa então por enquanto só quero que você tire meu leite com a boca, ajoelha na minha frente, tira minha calça já que não uso cueca, pega minha pica e coloca entre seus peitos por um tempo e depois chupa ela até eu gozar, e quero que você engula todo meu gozo, não pode deixar cair nem uma gota. Nunca ninguém tinha elogiado os peitos e a bunda dela, nem mesmo o marido, e fora os cantadas grossas de rua, ninguém tinha dito como ela era gostosa com as palavras que disse dom Javier. Ela se ajoelhou como foi ordenado, abaixou as calças dele e puxou a pica e na hora de ver se surpreendeu, era enorme, era quase o dobro do tamanho da do marido dela, que era a única que ela conhecia, e além disso muito mais grossa, e os ovos dele também eram enormes e peludos. Ela encaixou a pica no peito dela e começou a masturbá-lo devagar com as tetas dela. As sensações desconhecidas que Laura sentiu inundaram o corpo dela de prazer, e ela pensou que teria feito aquilo de forma voluntária e de graça se soubesse o que ia sentir. Ela gostava de se sentir humilhada, gostava de se sentir uma puta, e queria que ele a degradasse o quanto quisesse. Ela estava surpresa com os pensamentos dela, mas não ligou pra nada, nem pra dignidade, nem pro marido, nem nada, ela só queria continuar gozando com aquela pica enorme que tinha entre as tetas dela. Ela meteu a pica na boca e, embora não coubesse nem a metade, fez um esforço pra chupar o melhor possível pra que dom Javier gozasse e não tivesse reclamação dela, lambeu também os ovos dele e os colocou na boca um por um, já que não cabiam os dois juntos. E assim ficou por uns trinta minutos até que dom Javier sentiu que ia gozar, agarrou a cabeça dela com as duas mãos pra que ela não fosse tirar e gozou na boca dela, Laura ao sentir a gozada de dom Javier abriu mais a boca e recebeu a porra engolindo como pôde já que a pica enorme impedia ela de mexer bem a garganta, e quando o velho terminou se recostou no encosto do sofá e disse: que bem que você chupa pica, puta. O senhor gostou, dom Javier? — perguntou Laura. Foi bom, embora eu ache que com o tempo e a prática você vai fazer ainda melhor, agora limpa ela bem com a língua apertando até sair a última gota. Laura limpou a pica enorme de cima a baixo incluindo os ovos até deixar brilhando de limpa, e pensou que dom Javier teria com aquilo pra vários dias já que não era mais um jovenzinho, e era uma pena pois Ela tinha ficado com tesão e morrendo de vontade de levar o pau na buceta. Mas estava totalmente enganada, porque não sabia que Dom Javier era muito mais potente do que muitos caras com metade da idade dele. Vem e senta de novo no meu colo, porque vou te dar outras instruções. Laura se levantou e sentou no colo de Dom Javier, passando o braço direito em volta do pescoço dele para que ele tivesse mais liberdade para apalpar o que quisesse. Ele acariciou as nádegas dela e os peitos enquanto perguntava: "Seu marido te come?" "Não, Dom Javier, porque ele não consegue. Só chupo o pau dele de vez em quando, e mal consigo fazer ele endurecer um pouco, e ele goza na minha boca." "Isso é bom, porque não quero mais ninguém te comendo. Por um tempo, só eu quero meter meu pau em todos os seus buracos. Vou meter na sua boca, na sua buceta e no seu cu quando eu quiser." "No cu não, Dom Javier, por favor, porque ninguém nunca meteu lá." "Isso pra mim é fodasse. Vou meter no seu cu quando eu, sua puta, tiver vontade, entendeu?" "Sim, Dom Javier", respondeu Laura humildemente, baixando os olhos. "Sim, o quê?" perguntou Dom Javier. "Sim, o senhor pode meter o pau no meu cu quando sua puta tiver vontade." Laura não acreditava no que tinha acabado de dizer, mas já tinha dito, e sem querer, o corpo dela tremeu ao pensar no momento em que Dom Javier fosse meter o pau enorme no buraquinho virgem do cu dela. Ela temia o momento, mas também o desejava. "Assim que eu gosto, que você seja dócil e obediente", disse Dom Javier. "Sim, Dom Javier, serei sua amante sempre que o senhor quiser." "Não, não, não, mocinha, não se engane. Você não vai ser minha amante, vai ser minha puta para me satisfazer sempre que eu tiver vontade, e só vai dar comigo ou com quem eu mandar." "Sim, Dom Javier, mas não entendi direito essa história de dar com quem o senhor quiser. Pensei que só o senhor fosse me comer." "Isso não tem importância, já vou te explicar mais tarde. Por enquanto, quero te dizer que... Toda manhã, quando você chegar, a primeira coisa que vai fazer é cumprimentar meu pau, beijar ele e limpar com sua língua. Eu não vou lavar ele pra você ter a chance de lavar com a língua. E também, toda vez que eu for mijar, você vai vir comigo pra limpar ele com a boca e tirar as últimas gotinhas de mijo. Tá bom? Sim, seu Javier. Perfeito. Vamos começar agora mesmo. Eles se levantaram e foram pro banheiro particular do seu Javier. Ele mijou e, quando terminou, Laura se ajoelhou do lado dele, enfiou o pau na boca, passou a língua na cabeça e sentiu sair mais umas gotas de mijo, e engoliu tudo. Quando terminaram, voltaram pro escritório. Seu Javier se vestiu enquanto falava pra Laura: Já se vestiu, sua puta? Você vai com a dona Ernestina e vai ajudar ela a costurar uns panos. Ela já sabe o que fazer. E quando eu precisar de você, mando chamar. Nisso, seu Javier viu que ela tava colocando a calcinha. Ele avançou nela com a cara enfurecida, puxou ela forte pelo cabelo, forçando ela a se ajoelhar, e deu dois tapas fortes que ecoaram pelo quarto inteiro. Você é burra ou o que caralhos tá acontecendo? Não falei claramente que você não pode usar calcinha? Me perdoa, seu Javier — disse Laura, assustada com a reação, enquanto esfregava a bochecha —, eu me distraí. Não vai acontecer de novo. É melhor que seja assim. Todas as minhas ordens têm que ser obedecidas. E da próxima vez que você falhar, vou te castigar mais forte. Não vou falhar de novo, seu Javier. Tá bom — disse seu Javier, já mais calmo —, confio em você. E a propósito, não precisa de um adiantamento do dinheiro antes do dia do pagamento? Bem, na verdade sim, seu Javier, mas tava com vergonha de pedir. O velho tirou umas notas do bolso e deu pra Laura, mandando ela ir embora porque ele tinha muito trabalho. Laura se apresentou pra dona Ernestina e começou a trabalhar. Era uma coisa bem simples. Tinha que fazer, e começou a pensar. O dinheiro que o dom Javier deu pra ela era quase um mês de salário, o suficiente pra comprar os remédios do marido e pra eles comerem sossegados por vários dias, mas isso fazia ela se sentir meio mal, fazia ela se sentir uma puta. A real era que ela tinha se prostituído mesmo, tinha se entregado pro dom Javier, um velho feio pra caralho, e tinha recebido dinheiro por isso. Ia ter que calar a consciência pensando que a vida não tinha deixado outra escolha, e que além disso tava fazendo aquilo pelo bem do marido, ou seja, dava pra pensar que tava se sacrificando pelo bem do homem que amava. Esse pensamento fazia ela se sentir um pouco melhor e decidiu encarar desse jeito, era o melhor jeito de não se sentir mal consigo mesma. Era um sacrifício, e ela ia se sacrificar.
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