con un pendejo

Tava na casa da praia com meu marido, passando um fim de semana prolongado delicioso por causa de um feriado emendado. Mas como a gente tava há um tempão sem visitar nosso lar praiano, o mato e o gramado estavam bem altos. Sempre passavam por ali homens ou garotos que se ofereciam pra capinar as casas dos turistas em troca de uma graninha. Daí chegou um gurizinho sem camisa, só de short, descalço, pele queimada de sol, cabelo crespo, dava pra ver os abdominais bem definidos e o corpo dele, magro mas durinho. Me chamou poderosamente a atenção... Ele perguntou pro meu marido se queria que ele limpasse o mato da casa, e o José (assim que chama meu marido) disse que sim. Senti uma emoção, uma coisa estranha me aconteceu, mas aquele moleque me atraía. Confesso antes de continuar meu relato que não sou nenhuma santa, já fui infiel ao meu marido várias vezes porque, digamos, sou muito safada, embora amigas próximas que sabem da minha conduta digam "muito puta", hahaha. Mas nunca fiz isso com alguém muito mais novo que eu, nem com gente ligada à minha família ou amizades. Tenho 42, por sinal; foram deslizes em viagens que fiz sozinha, seja a trabalho ou lazer. Já tive amantes ocasionais na minha faixa de idade ou bem mais velhos — sou daquelas que acredita firmemente que na variedade está o prazer!
O fato é que não conseguia parar de admirar o garoto, acho que de cara o pivete percebeu que eu tava olhando e olhando. Eu tava na beira da piscininha, usando uma fio dental branca que deixava minhas curvas bem à mostra. O menino também me olhava, mas com admiração, meio besta, só parava quando meu marido tava por perto. Depois de um tempo cortando o mato, ele começou a suar, tava um espetáculo, os músculos pequenos tensos pelo trabalho com o facão e aquele abdômen, Meu Deus. Já tava começando a ficar agitada imaginando umas coisas obscenas e sensuais. Numa dessas que a gente cruzou os olhares, sorri safadamente pra ele e ele retribuiu o gesto. Isso me Me emocionei, ela já estava toda descontrolada... Mas eu teria que me contentar em só fantasiar com aquele caipira, já que eu estava ali com minha parceira.con un pendejoMas de repente, o Universo conspirou a meu favor. José recebeu uma ligação no celular; o chefe dele pediu uns papéis urgentes que meu maridinho tinha em casa. Então, todo preocupado, ele veio até mim e disse que precisava atender o pedido do "chefão", mas eram três horas de viagem ida e mais três de volta, sem contar o tempo que levaria pra encontrar o chefe e entregar os documentos. Fiz cara de "tristeza" e disse que era o preço do dever, que o cargo bom dele exigia sacrifícios assim e que, no fim, ele estaria de volta à noite ou, melhor, amanhã cedinho pra continuar nosso relax na praia, já que ainda tínhamos o domingo inteiro e parte da segunda, que era feriado. Ficou combinado assim: no dia seguinte ele voltaria pra praia. Então, meu amado maridinho partiu. Depois de um tempo, verifiquei por onde ele ia, só pra garantir que não voltasse de repente por algum imprevisto. Tudo certo, ele estava indo pra cidade... Meu corpo começou a se animar, meus pelinhos ficaram arrepiados e senti que minha cara se transformava de ovelha pra loba! Eu tinha a chance perfeita de tentar seduzir meu "macheiro". Pois bem, levantei da espreguiçadeira na beira da piscina, me aproximei do garoto, que já tinha avançado no trabalho — o quintal da casinha não era tão grande.
— Oi! Vejo que você trabalha bem, já cortou metade do mato...
— Sim, senhora, já tenho prática...
— Nossa, e quanto tempo de prática você tem? Você ainda é bem jovem.
— Bom, trabalho nisso desde os 9 anos e já tenho 18...
— Ah, ok! Pois vou te dizer, você tem um corpo muito gostoso, deve ser pelo trabalho pesado que faz desde pequeno.
O jovem ficou vermelho ao perceber que eu o olhei de cima a baixo, sem vergonha. Ele baixou o olhar e continuou no serviço. Pensei numa estratégia: ofereci que ele desse uma pausa e bebesse um suco de melancia, que é bom pra desidratação que o sol causava. Fomos pra dentro de casa, pedi que ele se sentasse enquanto eu servia o suco. Ao andar, eu fazia isso de um jeito... provocante, insinuante... Dei o suco pra ele e o menino fixou os olhos nos meus peitos, não parava de olhar calado, sem beber o copo. Vendo ele assim, perguntei:
— O quê, cê gosta das minhas tetas? — sorri maliciosamente.
— Claro, senhora, são bonitas... — respondeu com os olhinhos abertos como faróis.
— Hahaha, que simpático você é... Como é seu nome?
— Wilker...
— Uff, olha só que nome, hein? Wilker.
— E Wilker, cê tem namorada?
— Não, não tenho — falava meio gaguejando, coitado.
— Um moço simpático e trabalhador como você e sem namorada? Que ruim isso!
— É que aqui não tem muitas garotas da minha idade, senhora. E as poucas que têm gostam dos caras mais velhos com dinheiro.
— Ah, entendi... E imagino que você alivia suas vontades de algum jeito, né?
— Minhas vontades? Não entendi...
— Hehehe, tô falando que na sua idade os jovens costumam querer quase toda hora transar com garotas e tal, então você deve bater uma com frequência.
— Eeehh, bom, não, ééé, sim, às vezes eu faço... — Tava muito nervoso o menino, acho que suava mais do que quando trabalhava.
— Mmmmm, ou seja, cê deve ter essas bolinhas cheias de porra, hahaha. Sabe? Eu queria ficar a sós com você, vai pensar que sou uma sem-vergonha porque sendo uma senhora casada, tô te falando isso. Mas é uma coisa muito curiosa que eu sinto, e vou falar na lata; já que cê me contou que não conseguiu ficar com nenhuma garota, tô te oferecendo ser sua primeira mulher, quero que você me coma e descarregue essa porra acumulada que cê tem dentro de você desde sei lá quando... Vou direto ao ponto porque não temos muito tempo, quando a gente goza, o "senhor" tempo passa voando e eu sei disso. Desculpa se sou atrevida e cê fica com vergonha ou se intimida com o que eu tô dizendo, mas você me chamou a atenção, gostei de você e pronto! E quero que você tenha sua primeira transa comigo.
— Ma... mas senhora, e se seu marido chegar? Ele me maaata... Não, não, de jeito nenhum, não quero problema!
— Olha, Wilker, meu marido foi pra cidade e não volta até amanhã cedo, então não precisa se preocupar com isso, ok? Tô te falando na moral. certeza...
—Senhora, meu coração tá acelerado, mas fico meio sem jeito, não sei o que fazer primeiro e meu pau tá durasso...
—É mesmo? Isso significa que você tá pronto pra ação, haha. Fica tranquilo que eu cuido de tudo, vou te ensinar com paciência, meu lindo — Me aproximei e dei um beijo na boca dele, nos abraçamos, afastei os braços dele e comecei a descer, dando beijinhos molhados no peito dele, nos mamilos, descendo por cada abdômen da barriga dele que me enlouquecia. O garoto suspirava e gemia, pedi pra ele abaixar o short e o membro orgulhoso e desafiador dele emergiu molhado de líquido pré-seminal.
— Uuuy, Wilker, que pedaço de carne que você tem, rapaz... muack — beijei a virilidade dele — Vou te dar um boquete gostoso, amor, algo que sei que você vai gostar e eu também.
Mas era previsível, assim que coloquei o pau dele na minha boca e dei três chupadinhas, o garoto jorrou litros e litros de porra que tentei engolir, mas era tanto que inevitavelmente banhou meu rosto e meus peitos. Enquanto ele gozava, as pernas dele tremiam e ele soltava gemidos de prazer. Como ele tava suadinho, senti um gosto salgado, mas super gostoso.
— Meu macho, que gozada gostosa que você me deu...
— Senhora, é incrível, senti demais o seu boquete... Não sabia que era tão bom assim, achei que ia cair no chão...
— Hahaha, já percebi, garoto... Seu primeiro boquete, adorei ser eu quem te deu, amorzinho.
Ele se levantou e começamos a nos beijar como loucos, ele me tocava por toda parte, me apertava sem jeito, queria cobrir meu corpo apressado por todos os lados. Eu acalmei ele e fui guiando nos beijos e carícias, ele era um novato nisso e me dava tesão ser a professora dele. Deitamos no sofá da entrada, ele me cobriu de beijos o corpo inteiro, chupava conforme minhas instruções, passou pelos meus pés, panturrilhas, coxas, subiu pros meus peitos onde se demorou um pouco, arrancando gemidinhos de prazer de mim. Me virei e ele percorreu beijando meu pescoço, costas até chegar na minha bunda, eu me arrepiava de gosto, pedi pra ele morder de leve. indiquei que ela as separasse com as mãos e enfiasse a língua no meu ânus. Ela fez isso, chupou também quando pedi, até que, louca de tesão, me virei de novo e levei ela ao meu clitóris e buceta. Lá, pedi que me lambesse, chupasse e mexesse a língua bem rápido até que tive um orgasmo enorme, foi uma explosão imensa... puta que orgasmo! Nos beijamos de novo, o pau duro dela já estava pronto pra me dar mais prazer.
— Agora, meu homem, você vai me comer! Enfia esse teu pau, primeiro devagar e depois vai acelerando as penetradas, ok?
— Sim, sim... o que a senhora mandar, my wife!
— Enquanto me come, vai me chamar de slut, slut, foxy... É assim que quero ser tratada! É isso que eu sou pra você, papi...
— Sim, minha slut, vou te comer e meter forte, você é uma slut casada que adora ser comida por esse moleque, né? Que putona você é, porra...
— Siiiim, siiiim... Me come, meu male, me faz tua, me faz tua mulher... Sou casada, mas uma foxy que te viu e enlouqueceu, então me possuí... Aaagh, aaagh, Deeeus, papacito, vai, assim, mais rápido, me come!
Ele meteu forte, nós dois suávamos, nos olhávamos com luxúria, virei de lado, depois montei nele, tanto de frente quanto de costas, até que ele gozou de novo enquanto eu já tinha tido vários outros orgasmos sublimes. Ali, relaxados, fomos fazer xixi, voltamos de mãos dadas pro sofá pra continuar com beijos e carícias, mordidas, beliscões em zonas-chave que eu pedia pra ele me dar e eu dava nele. Isso nos excitou de novo, a paixão e o desejo eram algo inacreditável, desmedido... Éramos male e women levados pelo sexo ao limite. Fiquei de quatro, pedi pra ele me comer assim.
— Olha, love, sua slut se posicionando pra você me comer de novo com essa tua piroca... — e mexi minha bunda.
— Aaah, que cuzinho gostoso você tem, tá divina, parece uma slut de verdade... Toma pau, é isso que você quer, né? Aí vai o meu pau que você deseja, você é minha agora, minha women, é uma foxy tirona...
— Aaaai, sim, sou toda sua, sua mulher, amorzinho, aaahg, me dá duro, me come e me enche de porra. Gostosa de novo... Você é melhor que meu marido, gosto mais do jeito que você me come, agora vou ser sua escrava, papiii...
Essas palavras fizeram ele se descontrolar, me surrava com a fúria de um touro selvagem, assim ele me dava e me dava até me fazer ter orgasmo atrás de orgasmo... Aí ele se esvaziou dentro de mim de novo, senti o leite dele escorrendo, ele caiu nas minhas costas e eu no sofá, ficamos grudados por um tempão, sem dizer uma palavra, só uns gemidinhos baixos. Depois ele levantou e foi pro banheiro, esperei ele e falei quando voltou:
— Wilker, foi maravilhoso transar com você... Te confesso que fazia anos que não tinha um sexo tão gostoso quanto o que a gente gozou. Mas você tem que ser discreto, porque sou mulher casada, nada de contar pra ninguém o que rolou aqui. E assim você vai me ter sempre que der, fechado? — o menino, com cara de bobo e quase apaixonado, jurou que esse seria nosso segredo, que ia me proteger e cuidar pra continuar me tendo como mulher dele. A gente se deu uns beijos carinhosos, mas já era hora de ele terminar o serviço, pra quando meu marido chegasse no dia seguinte encontrar tudo em ordem, como devia ser. Ele terminou, juntou o lixo em sacos grandes, foi se despedir, abracei ele e a gente se beijou de novo. Falei que pro próximo encontro, que esperava que não demorasse, eu ia ter outra "surpresinha", parando minha bunda e apontando com o dedinho pro meu cu, sinalizando que era por ali que a parada ia vir!

5 comentários - con un pendejo

No sé si será real o no, pero me puso la verga muy gorda y dura.
el-fo
muy bueno, que rico que te inicien asi en el sexo
Siempre Golosa!!!!
Felicitaciones x la garchada q te llevaste