Mãe come salva-vidas do camping

Tudo começou no verão, numa semana que tava um calorão do caralho e já estressados com isso, minha coroa falou pra gente ir no sábado passar o dia num camping com piscina que fica na saída da cidade. Topei na hora porque era um sufoco ficar em casa todo dia com aquele calor, e um dia indo pras piscina não ia ser ruim não.
Chegamos no sábado nas piscinas umas 10h da manhã e nos instalamos com as coisas que a gente levou — eu, minha mãe e uma amiga dela — numa das mesas com churrasqueira que era coberta, porque com o calor que tava, nem fodendo a gente ia ficar no sol.
Pouco depois, minha mãe foi com a amiga dela pro vestiário pra colocar o biquíni, eu fiz o mesmo mas no carro porque tava uma fila enorme naquela hora pra usar os vestiários dos homens.
Voltei quase na hora e claro que minha mãe com a amiga dela ainda não tinham saído, então sentei numa das espreguiçadeiras enquanto mexia no celular pra passar o tempo.
Daqui a pouco minha mãe sai com a amiga dela, rindo à toa dos vestiários, conversando numa boa quando cruzam com o salva-vidas. Era um cara alto, uns 1,85 ou por aí, e como minha mãe tem 1,64-65, fez o cara parecer ainda mais alto do que já era, claro. Começaram a bater um papo e eu vi minha mãe se interessando pelo guri, que devia ter uns 25 a 30 anos. Não dava pra ver direito porque ele usava óculos escuros, mas com certeza era mais novo que minha mãe, que tem 47.
Os três ficaram conversando por uns 5 minutos ali na beira da piscina, minha mãe, a amiga dela e o salva-vidas. Vi minha mãe ajeitando a blusa por cima do biquíni toda hora e comecei a ficar nervoso, ou ela tava tentando seduzir o cara ali mesmo ou não percebia que tava fazendo isso sem querer.
Depois de um tempo, ela veio pra onde eu tava e deitou do lado da minha espreguiçadeira, pra mexer no celular também, enquanto tomava sol com a amiga dela do lado.
Não dei muita importância pro que tinha rolado há pouco e fui me jogar na piscina. Minha mãe e a amiga dela vieram atrás depois de um tempo e a gente ficou nadando junto.
Depois de um tempo, vejo que minha mãe tinha se afastado na piscina e já não a via entre os outros que estavam lá, até que percebo que ela estava numa borda, de novo conversando com o salva-vidas, que tinha se aproximado da grade da piscina para falar com ela. Comecei a me irritar com o cara sendo tão insistente com a minha mãe, mas acho que a minha velha também tinha culpa nisso, de tanto que ficava falando com ele.
Saímos todos juntos porque já era tipo 13:30-14:00 e bateu uma fome, então fomos pra onde estavam as coisas e começamos a servir.
—Ei, qual é a desse salva-vidas que o pessoal tanto fala? Você conhece ele de antes? —Perguntei pra minha mãe num tom de brincadeira pra ver qual era.
-Não, de lugar nenhum kkk mas ele me ajudou a abrir a porta do vestiário que tava emperrada e foi muito gente boa
—E o que você fazia no camarim das mulheres? — respondi quase de imediato.
-Não, idiota, ela tava do lado de fora e a gente foi pedir ajuda pra ela.
-Ah...
—Ele deve estar super entediado num lugar onde só tem velho e nenhuma criança pra se afogar, que pelo menos converse com alguém em vez de ficar à toa — Responde quase na hora


Isso me deu uma certa calma, talvez, mas almoçamos normalmente enquanto minha amiga e minha mãe conversavam, descansamos um pouco e fui de novo pra piscina, mesmo que devesse ter descansado na mesa.
Quando olho pra onde estavam as cadeiras de praia, vejo minha mãe de novo, dessa vez sem a amiga, conversando com o salva-vidas, agora ele sem camisa, claro, e minha mãe sem a blusa que usava por cima do biquíni, de costas pra ele, mostrando a bunda talvez, embora quisesse fingir que tava se bronzeando.
Na hora me irritou e, enquanto tentava disfarçar, falei que tinha dado uma dor de barriga com a comida e fui deitar quase do lado dela, mas ela nem ligou e continuou conversando com o novo amigo dela, que continuava lá como se nada tivesse acontecido.
Mãe come salva-vidas do camping


Eles riam conversando e eu tentava ignorar enquanto mexia no celular, mas é claro que eu ouvia e ouvia tudo o que diziam e comecei a perceber como minha mãe falava cada vez mais coisas pra fazer ele rir, do mesmo jeito que ele devolvia as piadas.
Foram várias coisas que foram ditas, mas uma me marcou;
—E você não vai continuar tomando banho? —Fala o salva-vidas.
Não, vou acabar me afogando kkkkk" — responde minha mãe, olhando pra ele.
—Mas vou te resgatar eu, pra isso tô aqui — responde o salva-vidas quase na hora.

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Como não dava pra ignorar, preferi ir pra piscina e não dar bola, até porque a amiga da minha mãe também tava por perto, então duvido que tivesse rolado algo mais entre eles além de ficarem se provocando, que eu já desconfiava que era com outra intenção.
Fiquei me banhando por uns meia hora ou talvez uma hora, até que cansei e saí de novo em direção às espreguiçadeiras. Quando saí, não achei minha mãe, então fui até a amiga dela perguntar qual era a dela.
-Foi comprar algo pra beber, acabou a cerveja.
- E pra onde foi?
Lá fora, ele disse que tinha um negócio perto.
- Mas é só estrada ou não?
-Sim, mas tem um negócio perto de umas casas aqui do lado, ele disse.
Notei que não era tão verdade o que a amiga dela dizia, ou pelo menos era o que parecia, porque nem ela sabia o que me responder. Comecei a ficar nervoso, pensando que era mais uma das ideias da minha véia quando ela tá com tesão, e com o sol que tava fazendo, era bem provável.
Me fiz de desinteressado e fui até o carro procurar ela, qual é a dessa mina, mas claro que não tava, nem na mesa onde a gente tinha as coisas, muito menos nas espreguiçadeiras e na piscina, então comecei a achar que podia ser verdade o que a amiga tava falando, até que resolvi ir no vestiário, mas também não tive sorte.
Pensando que pude ter pensado mal da minha mãe, me deparo com mais cômodos atrás dos vestiários. Um levava pra onde guardavam as coisas de manutenção da piscina e tal, que tava fechado, mas do lado tinha um com a porta entreaberta e trancada, enquanto pelas janelas dava pra ver vassouras, infláveis e outras paradas, então acho que era o quarto dos salva-vidas. Era óbvio o que eu tava imaginando até aquele momento.
Vou me aproximando e ouço umas coisas caindo, o que me assustou na hora e me fez recuar, mas como não aconteceu mais nada, fui me chegando de pouco em pouco.
Quando já tava pelo lado, comecei a ouvir o que já imaginava desde que vi que minha velha não tava em lugar nenhum.
Quanto mais perto eu chegava do quarto, mais gemidos eu ouvia, e cada vez ficava mais óbvio que era da minha mãe, até que confirmei quando consegui espiar por uma das janelinhas que rodeavam o lugar na parte de cima, quase coladas no teto.
-Mmm... Vai, vai mmm
Era a única coisa que se ouvia enquanto eu via minha mãe encostada num monte de cadeiras de praia, enquanto o mesmo salva-vidas que vi antes, agora pelado, metia na minha mãe segurando ela pela cintura.
—Como dá pra ver que tu gosta de ser puta —dizia o salva-vidas enquanto minha mãe nem se entendia no que respondia entre seus gemidos.
Fiquei olhando eles por um tempo até que pararam de repente, minha mãe se virou e achei que tinham me descoberto, mas passaram dois minutos e quando olhei de novo, dessa vez vi ela deitada em cima de uma bancada, sem sutiã enquanto o cara continuava metendo nela, agora de frente e segurando ela pelo pescoço.
Provavelmente ela podia ter me visto, mas enquanto a minha coroa gemia enquanto levava, nem abria os olhos ou, se abria, não tava ligada no que tava olhando entre cada metida que davam nela.
O cara começou a acelerar mais e minha mãe já nem disfarçava o que gritava naquele quarto, longe das outras pessoas. O salva-vidas tirou ele e banhou a barriga dela de porra, enquanto minha mãe respirava mais calma.
- Viu, haha, te falei que não decepcionava - O cara fala enquanto enfia a pica na minha mãe, que já começou a chupar na hora.
—Foi melhor do que eu pensei — respondeu minha velha enquanto continuava fazendo o que tinha que fazer.
Mesmo depois de uns 20 minutos olhando, não vi sentido em continuar ali e fui pra piscina, onde minutos depois vi minha velha voltando, dessa vez de biquíni de novo, fingindo que nada tinha acontecido, mais uma dela.

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