Olá, talvez seja necessário me apresentar. Meu nome é Andrés, tenho 28 anos e só posso dizer que moro no México, sou engenheiro. Minha mãe, a quem vamos chamar de Susana, tem 51 anos, ela só estudou até o ensino médio e trabalha em uma adega de vinhos. É difícil começar a relatar isso, não sou um bom escritor e tem muitos pontos a cobrir, espero que minha redação seja a melhor possível. Pra não deixar isso muito longo e chato, quando eu tinha 10 anos e minha mãe 33, meu pai nos abandonou como sempre por uma mulher mais "jovem e gostosa" e os problemas não demoraram a aparecer, vocês sabem, guarda, pensão, brigas, etc etc. Tecnicamente não tive um bom relacionamento com meu pai e com minha mãe foi muito complicado durante esse período, e eu, como filho, só era usado como bode expiatório, acusações do meu pai e da minha mãe, ambos só me usavam pra atacar, mas enfim, me concentrei nos meus estudos e no meu gosto pela matemática, o que no futuro me faria estudar engenharia. Nessa fase, é preciso entender que diante dos desafios financeiros, minha mãe Susi teve que arrumar até dois empregos, um como guarda de segurança e outro como promotora de marcas, vocês sabem, aquelas pessoas que entregam panfletos na rua. Em determinado momento (deixo claro que na época eu não sabia disso), minha mãe começou a ser cortejada por homens, fossem colegas de trabalho, gente aleatória e até vizinhos e parentes políticos, e como não, se era uma mulher divorciada, curvilínea e com um bom papo, uma MILF em potencial no fim das contas e, no final, carne fresca pra homens que queriam "satisfazer" suas necessidades que supostamente uma mulher nessa situação teria, e mesmo assim ela sempre manteve um perfil baixo, pois nunca fiquei sabendo da maioria dos seus rolos na época, dá pra dizer que é aqui que essa história começa? Vamos dividir em episódios pra tentar dar uma cronologia ou lógica a tudo isso. Episódio Roberto. Roberto era um colega também guarda que em algum momento se envolveu com ela e começaram a sair e como o trabalho exige que em certas épocas trocassem de turno e às vezes ficavam em turnos opostos, então não se viam direito. Ela foi aos poucos me metendo na cabeça que ia fazer a vida dela com outro homem e que estava saindo com Roberto e, sem eu perceber, foi trazendo ele cada vez mais pra dentro de casa. E também não vou mentir pra vocês, Roberto era um cara foda, engraçado, educado e muito gente boa. Não era bonitão, mas digamos que tinha lá seus motivos pra conquistar qualquer mulher, e eu gostava dele. Mas aí entram meus hormônios e minhas mudanças, como qualquer garoto da minha idade (13 anos na época). Agora eles não ficavam mais em casa, já saíam pra bailes, feiras, comer fora etc, e claro, sem mim. Voltavam altas horas da noite e eu sentia muito ciúme, porque, como eu disse, é óbvio que eles não estavam só de mãos dadas. Aí entra outro ponto: nos fins de semana eu tinha que passar na casa do meu pai, o que eu odiava, porque só tinha reclamação e ele não parava de chamar minha mãe de puta. Em certas ocasiões, essas discussões ficaram mais intensas e acabei falando umas verdades pra ele, que nunca gostei de ir na casa dele, nem de ver ele, nem a mulher dele, nem a filha nova (ele teve mais filhos depois). E, como da primeira vez que criei coragem, vazei daquele lugar e fui pra casa. Quando cheguei, notei que estava vazia, ou pelo menos foi o que pensei. Deixei minhas coisas e subi pro meu quarto, ou pelo menos tentei, porque enquanto subia comecei a ouvir uns sons... sexuais? Eram gemidos e aquele barulhinho de penetração. Na hora, meu coração quase explodiu de raiva e excitação, e aquele tesão que hoje em dia já não tenho mais. Me aproximei e a porta estava completamente aberta. Foi aí que vi minha mãe de quatro, com as mãos pra trás, sendo penetrada uma vez atrás da outra por Roberto, enquanto ele falava umas coisas tão baixas tipo "você é uma puta nojenta", "ganha a comida do seu filho", "é melhor não me fazer puto da vida", etc, etc. No fim, foram tantos sentimentos confusos que preferi me retirar e fui pra Cara, mais especificamente fui brincar com os outros caras. Voltei de noite com tudo aquilo na cabeça, não sabia se chegava e fazia um escândalo ou usava isso a meu favor, sei lá. Mas quando entrei, minha mãe tava na cozinha e eu gritei que tinha voltado. Ela ficou nervosa e me perguntou que viu minhas coisas (mochila e tal) no sofá, e me perguntou por que não avisei que ia voltar da casa do meu pai. Eu, prestes a explodir, acho que consegui me segurar e só respondi: "A real é que briguei com o pai, já tava de saco cheio dele e nunca gostei de visitar ele, então melhor voltei. Pensei que a gente podia ver um filme juntos ou sair pra comer, só eu e você, mãe, mas quando cheguei não te vi e acabei saindo com os moleques. Achei que você tinha saído pra passear com o Beto." Meio aliviada e até compreensiva, ela disse: "Ai, filho, desculpa, mas bom, você vê se quer ou não ir ver seu pai. Olha, se quiser, amanhã a gente vai comer, só eu e você." Foi aí que entendi que podia extravasar toda essa raiva e ao mesmo tempo me fazer de vítima, mas ainda tinha que trabalhar essa parte. No dia seguinte, saímos pra comer e ela tinha se arrumado mais gostosa do que o normal, o que me agradou e desagradou ao mesmo tempo. Em todos os lugares que a gente ia, eu tentava pedir o mais caro ou às vezes não pedia nada, mas já mais consciente, via como ela roubava olhares dos homens e eu aproveitava pra fazer minha parte com abraços e brincadeiras de filho, e elogios toda hora: "Como você tá gostosa", "Nossa, notei que aquele cara tá te olhando muito, talvez queira sair com você", "Você usa tanto perfume que até sufoca", etc, etc. Essa parte da história termina quando ela briga com o Roberto por ciúmes, e na minha casa eles começam a gritar e o Roberto joga na cara dela: "Pra quem você tá se fazendo, garota? Sabe que aquele cara tá de olho em você, e não me vem com essa que não sabe. Todo mundo sabe que você era a puta da (fábrica onde ela trabalhava). Foi assim que te conheci, não vem com papinho." Tudo isso termina com o Roberto sendo expulso de casa e levando um baita tapa na cara da minha mãe. Mamãe. Eu, todo inocente, mas mostrando maturidade, pergunto: @:É verdade o que ele disse? ©:Não, filho, só falei por raiva, mas não é verdade. @:É que, mãe 🥺, sabe, eu ouvi uns rumores, mas pensei que era só fofoca. ©:Que rumores, filho, e quem te contou? @:Bom, que você não ia trabalhar e saía com outro cara, e uns colegas da escola ficam me zoando com isso. ©:Olha, filho, isso não é verdade, e mesmo que fosse, não é da conta deles. @:Olha, mãe, não vou te falar nada, você me preocupa, e você sabe o que faz. Já entendo as coisas, entendo que meu pai foi embora com "ela" porque gostou mais dela, entendo que os adultos são assim, mas eu tô nem aí, só quero que você se cuide e cuide de mim. Nisso, eu inventei um dos rumores, porque queria te colocar nessa situação. Pra encerrar essa parte, às vezes eu roubava o celular dela (um Moto, um dos primeiros com tela touch da época) e via as mensagens de texto: na maioria, caras desesperados pedindo uma chance, e outros que já tinham comido ela. Lendo aquelas mensagens, eu realmente não reconhecia minha mãe, porque ela brincava com eles ou virava a putinha pessoal deles. Vou parar por aqui, espero não decepcionar, porque não teve muita intensidade, mas é que o clímax da história vem anos depois. Por enquanto, vou deixar umas fotos do nosso love. Amanhã tento postar outra parte. Valeu por ler.



3 comentários - Historia de amor con mi mamá I
Las madres son las perras de una historia mal contada