La placentera venganza de mi prima

Essa história começou no verão de 2016, quando eu tinha 19 anos. Primeiro de tudo, me chamo Javi, sou um garoto andrógino, tenho um rosto bem feminino, já me confundiram com garota mais de uma vez. Sou magro, baixinho, mal chego a 1,65m, tenho pés de garota, calço 37, cabelo loiro comprido e liso até a metade das costas, gosto de deixar ele longo, e meu tom de voz é baixinho e meio feminino. Vocês vão descobrir mais sobre mim mais pra frente. Naquele verão, meus pais e meus tios iam viajar pra comemorar as bodas de prata dos meus tios e decidiram ir juntos. Iam ficar fora 20 dias, e eu tinha que ficar com minha prima, que mora numa cidade a uns 45km da minha. A verdade é que não tava nem um pouco afim, não me dava muito bem com ela, ela era chata e metida. Além disso, ela se chama Eva, é 2 anos mais velha que eu, morena, gostosa, magrinha e uns centímetros mais alta que eu. Toda vez que eu ia pra casa dela, ficava entediado, ela se trancava no quarto com as amigas, geralmente eram umas 6, mas nem sempre vinham todas. Ela não me deixava juntar com elas. Quando saíam, minha tia sempre obrigava ela a me levar junto, aí conheci alguns amigos dela, fiz amizade com alguns e, bom, passava um tempo mais divertido com eles. Era quinta-feira à tarde no dia que eles foram embora. Claro, minha prima tava com alguma amiga trancada no quarto, e eu na sala vendo TV — essa seria minha rotina nos próximos 20 dias. De noite, ficamos sozinhos, não tinha nada preparado pra jantar, embora tivessem deixado a geladeira cheia. — Javi, vamos preparar algo pra jantar. — Vamos. Na minha vida, nunca cozinhei nada. — Que tal a gente fazer lombo com ovos e batata? — Beleza. — Pega uma frigideira ali e coloca óleo. — Quanto de óleo eu coloco? — Um pouco, o suficiente pra fritar o lombo. — É que nunca fiz isso. — Você nunca se virou pra comer nada? — Não, no máximo uma pizza. — Nossa, o que me espera. — Bom, me fala como faz. Ela fez enquanto eu olhava como ela fazia, e aí eu coloquei a Mesa, depois da janta ela ficou no celular e eu fiz a mesma coisa, a gente não se falou mais, ela foi dormir, eu fiquei vendo um filme e fui quando acabou. Acordei umas 10 horas, ela tava tomando café, tomei café também e logo depois: — Então Javi, tem que varrer e passar pano no chão, também tem que recolher um varal de roupa, você varre e eu passo pano atrás de você, e depois a gente recolhe a roupa junto. — Não vou fazer isso não, isso é serviço de mulher. — Como assim, você não vai me ajudar? — Não. Fui pro meu quarto me conectar no computador, já não me dava muito bem com ela, aquilo só piorou tudo. Desci na hora do almoço, não tinha nada feito. — O que a gente vai comer, Eva? — Eu como o que eu quiser, você se vira, ou também tenho que fazer pra você? Tá fudido. — Tá bom. Olhei na geladeira, não sabia que porra fazer, melhor dizendo, não sabia fazer nada. Acabei fazendo dois sanduíches de pão de forma. Passei a tarde sozinho de novo e ela com as amigas. De noite fiz uma pizza e me enfiei no quarto. Umas 2 da madrugada fui no banheiro mijar, em cima de um banquinho tinha roupa da minha prima, ela tinha tomado banho e deixado lá. Vi uma calcinha rosa e tive vontade de pegar, cheirei, ia bater uma punheta e não sei por que resolvi vestir. Me olhei no espelho e comecei a me masturbar, tava concentrado no serviço quando a porta do banheiro abriu. Fiquei paralisado quando ouvi: — Mas que porra você tá fazendo com minha calcinha, seu nojento, seu pervertido... Tirei correndo e saí em disparada pro meu quarto completamente pelado, enquanto ela ficava histérica me xingando de tudo. Me meti na cama do jeito que cheguei, morrendo de vergonha e suando igual um frango. Não tinha passado nem uma hora, a porta abriu de repente. — Acabei de lembrar de uma coisa que você me disse ontem. Eu tava virado pro outro lado e nem liguei. — Tá me ouvindo? — Me deixa em paz. Paz.
—Isso não vai ser possível, priminha.
—Me deixa em paz.
—Se você não virar agora, amanhã mesmo ligo pra sua mãe e conto como te peguei.
—Vamos ver que buceta você quer.

Eu virei, e ela estava com a calcinha que eu tinha vestido na mão e um sutiã.
—Toma, veste.
—Me deixa, não vou vestir nada.
—Claro que vai vestir.
—Já te falei que não vou vestir.
—Tá bom, amanhã explico tudo pra sua mãe.

Eu sabia que minha prima contaria se eu não obedecesse, não sei por que ela tinha essa maldade, sempre teve e nunca ia mudar.
—Por que você não esquece esse assunto, porra? Desculpa, não sei o que deu em mim.
—Esquecer, você diz? Que te peguei com minha calcinha vestida, se masturbando? Tá bom, amanhã falo com sua mãe.
—Porra, não faz isso, por favor.
—Então veste.
—Porra, me dá. Não sei pra que buceta você quer que eu vista isso.

Eu tava completamente nu, coberto pelo lençol, e fui vestir sem me descobrir.
—Assim não. Fica de pé, quero ver como você veste.
—Porra, tia, tô nu.
—E daí? Não vou ver nada que já não tenha visto.

De má vontade, levantei, ficando totalmente nu na frente dela e vestindo aquela calcinha minúscula.
—Uiii, para de puxar, deixa eu ver. Mas que coisinha você tem aí, não é maior que a de um bebê, e ainda por cima não tem nem um pelo, igual a eles. Não é à toa que você veste calcinha, se não tem nada pra esconder. Se descuidar, nascia com buceta, hahahaha. É a única coisa que falta, junto com os peitos, porque até cara de menina você tem.

Fiquei vermelho que nem um tomate com esse comentário. Ela tava certa: naquele momento, não chegava a 3 cm. Dura, não passa de 10 ou 12 cm. Além disso, tenho poucos pelos, e os que nascem eu costumo depilar — não gosto nada de ter pelinhos. Nem preciso dizer que na minha idade sou virgem, nunca me interessei por garotas, nem por garotos também.
—Pronto, hahahaha. Não consigo parar de rir. Sobe logo e tampa essa coisinha. Vamos, dá uma volta pra eu te ver bem. Até que não fica mal em você. A entreperna quase tão lisa quanto a minha hahaha. — Bom, já chega, né? Posso tirar. — Não, priminha, não. Olha, ontem quando te pedi pra me ajudar com o serviço de casa, você disse que era coisa de menina. Pois então, calcinha também é coisa de menina, e você tá usando calcinha. Então, pra mim, agora você é uma menina. Enquanto estiver comigo, é isso que vai usar. Tenho calcinha sobrando pra nós duas. Você vai ser minha priminha esses dias todos e vai fazer exatamente o que você chama de "coisas de menina". O que acha? Concorda? — Mas você é maluca, tia. Não vou fazer nada disso. — Bom, você sabe o que fazer se não quiser que sua mãe descubra o de ontem. — Porra, pelo amor de Deus, não faz isso comigo. Vou te ajudar em tudo. — Como "ajudar"? Você vai fazer tudo sozinha e com a roupa que eu quiser. Então toma, veste isso agora. Ela me passou o sutiã, também rosa. Peguei, mas fiquei olhando pra ela sem saber o que fazer: se vestia ou tirava a calcinha. — O que tá esperando? Vai, veste. Depois de pensar no que fazer, decidi vestir. Tinha certeza de que se não obedecesse, ela contaria pra minha mãe. Passei os braços, mas não consegui fechar. Ela fechou pra mim. — E agora, dormir, priminha. De manhã eu te falo o que você tem que fazer. Ela saiu do quarto. Me deitei na cama, totalmente puto com aquela humilhação. Que desconfortável era usar aquilo no peito. Acabei dormindo sem perceber, mas a noite passou rápido. Às 8:30, minha prima me acordou. — Vamos, acorda, preguiçosa. — É cedo ainda, me deixa mais um pouco. — Levanta, que você tem muita coisa pra fazer. — Porra, tia. — Nem porra nem merda. Vamos, te espero no meu quarto. Levantei, fui ao banheiro primeiro. Me vi no espelho: estava ridículo de calcinha e sutiã. Depois fui pro quarto dela. — Toma, veste isso. Em cima da cama tinha um short jeans elástico e uma camiseta rosa. Vestí o que ela me deu. O short ficou muito apertado e entrava no meu cu, era super desconfortável. A camiseta também ficava justa. — Que priminha mais gostosa. Gostosa, tenho que ver e eu nem sabia. Tão faltando peitos em você, então vamos ver o que a gente pode fazer. Saiu do quarto e não demorou pra voltar com 2 esponjas de banho. — Agora tenho peitos pra você, minha roupa vai servir direitinho, quase temos o mesmo corpo, só falta o tênis. Abriu o armário, procurou lá e tirou um tênis rosa dela de andar em casa. — Toma, calça esses. Ficaram um pouco grandes, ela usava um número a mais que eu. — Pronto, vamos, você vai preparar o café da manhã pra nós duas. O que me espera esses dias, pensei comigo. — Você vai fazer umas torradas e café com leite. — Cadê a torradeira? — Naquele armário ali. Me abaixei pra pegar, tava quase no fundo. — Ei, sabia que você tem uma bunda gostosa? Mais de uma mina ia querer ter uma assim. Depois de café, ela me fez lavar a louça do jantar do dia anterior e do café, varri a cozinha, lavei o chão, me fez tirar o pó e agora ia ter que fazer o almoço. — E pro almoço, tô com vontade de espaguete, claro que você não sabe fazer. — Não. — Vou te explicando. Ela foi me dizendo como fazer, eu ia seguindo o que ela falava enquanto ela tava no WhatsApp. Pra mim pareceu muita quantidade, mas pensei, dá pra uns 2 ou 3 dias. Tava colocando o queijo ralado quando ela saiu da cozinha sem falar nada e voltou em menos de 2 minutos. — Olhem, meninas, que priminha mais gostosa que eu tenho. Me virei e me deparei com as 5 amigas dela ali, me olhando e rindo. Fiquei paralisado olhando pra elas. — Oi, gostosa. Disse uma delas se aproximando e me dando 2 beijos, coisa que as outras repetiram. — Eva, e sua priminha, como chama? — Poxa, não pensei nisso, vamos ter que inventar um. Pronto, chama Mônica, gostou, priminha? Não respondi, tinha virado de costas pra elas. — Perguntei se gostou, priminha. — Sim. Agora respondi. — Meninas, que tal se ajudarmos minha priminha Mônica a pôr a mesa e comer? Essa tarde temos que ensinar pra ela o que é uma tarde de garotas. Comi junto com elas e logo Depois de comer, elas me levaram pro quarto da minha prima. Todas pegaram uma mochila que tinham trazido. — Vamos ver por onde começamos, meninas. Trouxeram tudo que precisa? — Siiim! — responderam todas em coro. — Primeiro vamos dar um jeito no cabelo dela. Mônica, senta aqui. — Ei, ei, o que vocês vão fazer comigo? — Fica tranquila, só uns retoques pra você ficar mais feminina. — Por que você não me deixa em paz de uma vez e esquece de mim? — Para de reclamar e senta aqui, ou prefere que eu chame sua mãe? De má vontade, sentei. Uma das meninas começou a me pentear, depois passou um spray no cabelo todo e em seguida usou o secador. Em poucos minutos, meu cabelo estava todo armado. Mais tarde, ela prendeu com uma presilha e foi passando a chapinha em mechas pequenas. Quando terminou, meu cabelo estava todo cacheado. Por último, arrumou um pouco e passou outro spray. — Eva, o que achou? Ficou bonito modelado, né? — Sim, gostou da mudança de visual, Mônica? — Sei lá. — Espera, que ainda não acabou. Agora vêm as unhas. — Precisa disso tudo? — Claro que sim, Mônica. Quero que você fique bem feminina esses dias todos. Outra das meninas pegou minha mão, ficou olhando minhas unhas, colocou minha mão em cima de uma almofada e começou a lixar uma por uma. Com uma espécie de pinça, arrancou pedacinhos de cutícula, falou o que era. Depois lixou por cima, limpou com álcool, acho, e foi colando as unhas uma a uma. Deixou assim por um tempo e continuou com meus pés. Seguiu os mesmos passos, mas em vez de lixar a unha por cima, arredondou um pouco. Quando terminou isso, voltou pras minhas mãos, cortou um pouco e lixou as bordas dando forma. — Pronto, agora só falta pintar. — Pinta de rosa. Foi minha prima quem falou. Primeiro pegou minha mão e foi pintando todas as unhas das mãos e depois dos pés. — Enquanto seca, vou fumar um cigarro. Todas foram pra sacada, me deixando ali sozinho... ou sozinha já, porque eu me via no espelho. Espelho e já via uma garota sem maquiagem, com aquele cabelo ondulado que tinham colocado em mim. — Já tô aqui de novo. Levantei o rosto e, com uma pinça e uma rapidez tremenda, ela começou a arrancar pelinhos das minhas sobrancelhas. Quando terminou, me olhei no espelho: ela tinha deixado minhas sobrancelhas bem fininhas e femininas. Agora ninguém mais diria que eu era um garoto. Enquanto isso, as outras meninas iam conversando, rindo, algumas se maquiando, alheias ao que estava rolando comigo. — Me deixa descansar um pouco, tô cansado de ficar sentado aí. Vou fumar um cigarro e volto. Aí me toquei que tinha que sair na sacada pra fumar, e era uma tarde de verão plena e reluzente. Bom, pensei, aqui ninguém me conhece. Peguei um cigarro, o celular e saí na sacada. Em alguma sacada do outro lado tinha gente, mas eu, como se nada, sentei numa cadeira, acendi o cigarro e fiquei mexendo no celular. Porra, que difícil foi digitar com as unhas compridas. Voltei depois de fumar. — Acorda, mocinha, que falta a maquiagem. Ela começou passando um pouco de base, blush, depois seguiu com os olhos: rímel, delineador, sombra em tons pastel, e aí os lábios em rosa, claro. — Pronto, Mônica, já tá linda. Me olhei bem no espelho. Porra, se eu tava gostosa, nem eu me reconhecia. Minha prima se aproximou. — Deixa eu ver você bem, priminha. Nossa, se você tá até uma gostosa. Bom, o que você acha? — Não sei o que dizer... bom, tô alucinando, não me reconheço, pareço uma garota. — É que agora você é uma garota, mais uma entre nós. Bem-vinda ao grupo. Sentei na cama, não sabia o que fazer. Elas estavam ocupadas se maquiando. Peguei o celular e fiquei jogando um pouco. Chegou um WhatsApp e, quando abri, minha prima tinha me adicionado no grupo delas, "As Gulosas", e me dava as boas-vindas com um "Bem-vinda ao grupo, Mônica". — Mônica, por que não liga e pede umas pizzas pra jantar, enquanto a gente termina aqui? Liguei e demoraram umas hora mais ou menos pra trazer. Estávamos todas (agora já vou me referir no feminino pra falar de mim) sentadas num sofá duplo sentadas, eu estava no meio de duas garotas quando bateram na porta. — já chegaram, Mônica, vai abrir. Disse minha prima. — eu, como vou abrir assim? — vai lá, vou com você. Ela abriu a porta, mas de um jeito que eu fiquei na frente do cara que trouxe as pizzas, ele não devia ser muito mais velho que eu. — aqui estão as pizzas, gostosas. Ele me entregou e quando me virei, estava sozinha, minha prima tinha entrado pra dentro. — o dinheiro está ali em cima do armário da entrada. Ouvi ela gritar de dentro, ao me virar já vi o dinheiro ali, tive que me abaixar um pouco, de costas pro cara, pra deixar as pizzas em cima de uma cadeira que tinha na entrada. Peguei o dinheiro, paguei morrendo de vergonha e ele se despediu de mim com um: — tchau, gostosa. O cara deve ter pensado: "que mina mais sem educação, nem disse tchau". Só levantei a mão fazendo um gesto. — como foi com o entregador? Parece que você agradou ele, te chamou de gostosa e tudo, hahaha. Ele era gostoso, né, Mônica? — disso eu não entendo. — pra reconhecer isso não precisa entender, talvez você tenha gostado e não queira admitir. — como vou gostar? — mas ele era gostoso, sim, conta pra essas aqui que não viram. — tá bom, chata, sim, ele era gostoso. — viu como não custa nada admitir quando um cara é gostoso? Comemos as pizzas e voltamos pro quarto. Eva começou a revirar o armário, pegou várias roupas e colocou em cima da cama. As outras garotas tiraram roupas das mochilas e começaram a se despir na minha frente. Fui vendo todas ficarem só de calcinha. — vai, o que você está esperando, Mônica? Tira a roupa que vamos nos trocar. Isso é pra você. Ela apontou pra uma minissaia rosa e uma camiseta preta. — e pra que vamos nos vestir agora? — pra nada, vamos tirar umas fotos pro Facebook. — mas como você vai colocar fotos minhas assim no Facebook? — calma, ninguém vai te reconhecer. — tá, mas que não dê pra me ver direito, só por precaução. Tirei primeiro a camiseta e depois o short, ficando só de De calcinha igual a elas e fui colocar a minissaia. — Pera, troca essa calcinha que já tá nojenta, porque entre eu ter usado um dia e você outro, não deve estar lá muito limpa. Procuro numa gaveta e pego outra rosa, toda de renda. — Olha, essa calcinha brasileira vai ficar uma beleza em você, o que tá esperando? Tira logo essa. — Aqui na frente de todas? — Ué, onde mais? Entre a gente não tem frescura. Virando de costas, desci a que tava usando e rapidamente peguei a outra e coloquei. Essa era mais desconfortável, ficava entrando no meu cu. — Deixa a gente ver como ficou, vira pra cá pra todo mundo olhar. Me virei com vergonha. — Olha só, meninas, a virilha dela é quase tão lisinha quanto a nossa. Acho que por isso ela usa calcinha, cueca boxer deve fazer bolsa e ser desconfortável, hahahaha. A verdade é que ela era má, sempre que podia soltava algo pra me humilhar. No fim, coloquei a minissaia, era bem justa e bem curta, depois a camiseta preta de manga curta, gola redonda, deixando quase todo o ombro de fora. Enquanto eu me vestia, minha prima se pelou toda, vi ela inteira na minha frente: os peitos, a buceta bem depilada. Acho que fez de propósito pra eu ver, parou bem na minha frente. — E agora só falta o sapato, meninas, tragam os sapatos que vocês trouxeram pra ela. Tiraram 4 pares de sapato de uma bolsa: 2 pretos, 1 branco e 1 rosa, mas todos de salto bem alto. Não sei por que, mas imaginei que iam me colocar os rosas. Provei todos, eram do meu número e serviam direitinho. — Acho que ficam melhor nesses, né, meninas? — Sim. Responderam todas ao mesmo tempo. Eram uns pretos de pelo menos 8 cm de salto, fechados e abertos na ponta, onde dava pra ver umas unhas bem pintadas. Já tava com os sapatos nos pés e não ousava me mexer. — Ah, ia esquecendo: falta os brincos. Tira esses argolinhos que você tá usando. Colocou uns com uma bolinha rosa pendurada, e passou um pouquinho de perfume Playboy. — Pronto, priminha, já tá gostosa. Me aproximei do espelho. pra me olhar, mas entre as coisas que tinha na frente e porque eu tava em cima da cômoda, não me via direito. Decidi ir me olhar no espelho que tinha no hall. Saí devagarinho do quarto e dei passos curtinhos — era a primeira vez que andava de salto. Cheguei com um pouco de dificuldade, me olhei de cima a baixo, de frente, de costas. Gostei do que vi refletido no espelho. Javi tinha sumido. Ali se via uma jovenzinha gostosa e sexy. — Mônica, cadê você? Vem, vamos tirar umas fotos. Depois de uma sessão de fotos onde me fizeram fotos de todo tipo, fomos pra cozinha beber algo e sentamos no sofá pra ver TV. Um tempo depois, Eva foi com uma das minas pro quarto. Voltaram um pouco depois. — Beleza, minas, e se a gente der uma volta? Pega sua bolsa, Mônica. Coloquei tudo que você precisa: um pouco de maquiagem, um espelhinho, um absorvente, tampão... tudo que uma garota pode precisar. — Mas como é que eu vou sair assim vestida na rua? E se alguém me reconhecer? Eu não saio. — Você vai sair, sim, e sabe por quê? Além disso, quem vai te reconhecer se você não conhece ninguém aqui? Eu mesma não te reconheceria. — E eu não tô acostumada a andar com esses sapatos. — Vamos dar um passeio curto enquanto fumamos um cigarro. Além disso, você vai se acostumar rápido a andar com eles. Duas delas puxaram e me levantaram, me empurrando pra porta. Era perto da meia-noite. Saí meio sem graça pra rua, tava insegura com aqueles sapatos. Me coloquei no meio delas. Descemos até o parque, não cruzamos com ninguém. Dentro do parque tinha mais movimento de jovens. Atravessamos ele pelo meio até o final. Lá, encontraram dois amigos. Deram dois beijos em cada uma. Quando chegaram em mim: — Você eu não conheço. Antes que ele me desse dois beijos, minha prima pulou: — É a Mônica, minha prima. — Eu sou o Heitor. Ele me deu os dois beijos. O outro cara também. Conversaram um pouco e seguimos nosso caminho. A vergonha do começo já tinha passado. Eu tava mais animada e até já tava mandando bem no lance de andar de salto. Saltos, quando passávamos na frente dos caras, eles ficavam olhando pra gente e alguns até falavam alguma coisa, normal, éramos 7 minas de minissaia. Com tudo isso, a cada passo a gente tava mais longe de casa. Como eu tinha me animado e tava me sentindo à vontade, nem percebi que a gente tava se afastando tanto. Quando me toquei, já estávamos na área boêmia, cheia de gente pra todo lado. Não é tão longe, umas meia hora. — Vamos dar uma acelerada que tá quase uma hora e vão nos cobrar pra entrar. — Onde a gente vai? Não era só pra dar um passeio? — Pra balada, dançar um pouco. Antes da 1, as minas entram de graça. — Mas eu nem gosto desse tipo de música. — Uns dois cubas-libres e você vai ver como se mexe sozinha. Entramos sem problema. Lá dentro, tava lotado de gente. Fomos pro fundo da pista, onde encontramos o namorado da Eva e de mais algumas, além de uns amigos. Passei parte da noite beijando caras. Cada cara que aparecia por lá que minha prima conhecia, ela não perdia chance de me apresentar. Não fazia ideia de como dançar aquilo, mas comecei a me mexer. Tentava ficar sempre perto de alguma delas, mas sempre tinha um cara que se metia no meio pra dançar na frente. Aí comecei a ficar meio sufocada. Mais de um procurava o contato físico e isso me incomodava pra caralho. Mais tarde, fomos ao banheiro e, na volta, a Eva me apresentou ao Ramon. Esse eu já conhecia, era um amigo gay do grupo delas. Pensei: "Vou ficar perto dele, esse aí não vai querer nada comigo." Fiquei dançando e conversando com ele. Ele me pegou pela cintura algumas vezes pra dançar por trás e chegava um pouco perto, mas não dei muita importância. Até que tava me divertindo e não corria perigo com ele. A noite foi passando e, aos poucos, o pessoal foi sumindo. Algumas amigas já tinham ido embora com o namorado ou porque estavam cansadas. Bateu vontade de ir ao banheiro, mas não tive coragem de ir sozinha, então pedi pra Eva me acompanhar. — Vai sozinha, agora não tô a fim. Você já sabe onde é. Como não Podia ter aguentado, mas fui embora. Quando voltei, não encontrei a Eva. Esperei um tempinho, mas ela e o namorado não apareciam. De repente, me vi sozinha, o Ramon também não estava. Mandei um zap pra ela:
— "Eva, cadê você?"
— "Chegando em casa com meu namorado."
— "Como assim 'chegando em casa'?"
— "É, a gente quer transar, já que não tem ninguém em casa."
— "E eu? O que eu faço agora? Como vou voltar?"
— "Ué, volta andando, igual a gente veio."
— "Mas como vou voltar sozinha assim? E meus pés estão doendo pra caralho."

Não recebi mais resposta. Fiquei nervosa, procurei na balada se tinha alguma amiga ou até o Ramon, mas não encontrei ninguém. Tentei me acalmar lá fora, fumando um cigarro. Pensava: "Calma, você já voltou pra casa sozinha várias vezes." Mas o nervosismo não passava. Sozinha, sim, mas sozinha era diferente. Eu sabia que era um cara, mas o que se via era outra coisa: uma mina sozinha na rua. Comecei a andar, era quase 5 da manhã. No começo, tinha bastante gente na rua, mas aos poucos fui ficando sozinha. Aí sim, meus nervos estavam à flor da pele. O barulho dos meus saltos no chão já me assustava. Eu andava rápido e não demorei pra chegar em casa sem problemas, tirando uns comentários que uns caras fizeram no começo, mas nada demais. Apertei a campainha lá de baixo, porque não tinha chave. Fiquei quase meia hora apertando e ninguém abria. Sentei na porta esperando, até que a porta abriu. Era o namorado da Eva, que tava indo embora.
— "Tchau, gostosa."
Nem respondi. Subi e apertei a campainha do apartamento. A Eva abriu na hora.
— "Por que você me deixou sozinha lá, sua piranha?"
— "Já te expliquei."
— "Você acha normal isso? Podia ter acontecido alguma coisa comigo, e ainda fiquei meia hora apertando campainha lá embaixo."
— "Entende, eu não ia parar uma transa no meio pra abrir a porta pra você."
— "Você é uma puta, uma vagabunda nojenta. Você é ruim, tem maldade no sangue."

Fiquei satisfeita com isso, fui direto pro meu quarto e dormi. Umas 10 da manhã, a Eva me acordou.
— "Vamos, dorminhoca, levanta. Temos serviço. — Porra, tão cedo? Deixa eu dormir, além disso tô puta. — Essa raiva eu tiro rápido ligando pra sua mãe. — Porra, você é chata pra caralho, hein. — Sim, muito. No final, levantei e fui direto pro banheiro, tomei um banho, fiquei com a cara parecendo um guaxinim. — Evaaa, como tira isso? — Kkkk, que cara você tá, vem aqui que te ensino. Ela me levou pro quarto. — Olha, tem que tirar com esse demaquilante. Ela me ensinou como fazer, demorei um tempinho pra tirar tudo, depois comi alguma coisa e fui me vestir, já que tava só de calcinha. — Onde cê vai, priminha? — Me vestir. — Espera aí, vou ver o que você vai vestir. Ela me levou pro quarto dela, primeiro me passou uma tanga preta e um sutiã, e começou a procurar no armário. Me passou uma minissaia jeans e uma regata branca que só cobria meus peitos. A minissaia era mais larga, mas mais curta que a outra que eu tinha usado. Ela me sentou na cadeira, se distraiu me penteando e fez um rabo de cavalo, e depois me maquiou de novo. Dessa vez, pintou meus lábios de um vermelho intenso, e me fez calçar os outros sapatos pretos, esses eram fechados e de salto agulha. Puta que pariu, por que ela me fazia colocar essas coisas? O que será que ela queria fazer agora? Ela se vestiu e me mandou sentar na cama. — Essa noite você passou dos limites com tudo que me disse, e vai pagar por isso. — É que você passou dos limites me deixando lá. — Caladinha agora, só eu falo. Ontem à noite reparei que você ficava muito grudada no Ramon e dançava com ele, será que você gosta dele? — O que você tá dizendo? — Falei que só eu falo. O coitado ficou todo excitado à toa. — Mas como vou deixar ele excitado se ele é gay? — Eu sei, querida, mas ele sabia quem você era, eu contei pra ele. E ele pensou que você queria alguma coisa com ele, mas você só ficou dançando, esfregando sua bunda nele e pronto. Isso eu chamo de provocadora, mas você vai resolver isso. — Ei, eu não... — Cala a boca e fica aqui sentadinha. Ela saiu do quarto e, três minutos depois, ouvi a porta de casa. Em menos de um minuto, ela entrou no quarto com o Ramon e ele ficou na minha frente. —na frente. —Abre a calça dele. Ela me olhou com cara de espanto. —O quê? —O que você ouviu, abre a calça dele. —Não vou fazer nada. —Então faz o que quiser, vou fazer uma ligação. Ou melhor, vou mandar essa foto sua só de calcinha e dizer que te peguei assim. Com o celular na minha frente, selecionei a foto e procurei o número da minha mãe. —Tá bom, para, para. Eu abri a calça dele, deixando cair. —Tira a camiseta dele também, isso, agora acaricia o pacote dele por cima da cueca. —Mas prima, pelo amor. —Nem pelo amor nem porra nenhuma, ontem você me chamou de puta e eu disse que você ia pagar. —Mas... —Nem mas nem merda, tem duas opções: essa ou mandar a foto. Ela me olhou nervosa, coloquei minha mão em cima e comecei a acariciar ele como ela tinha mandado. —Isso, boa menina, abaixa a cueca dele e faz uma punheta, que disso acho que você entende. Peguei ele com uma mão e comecei a bater uma, e notei que ele foi ficando duro na minha mão, o pau ficava entre meu peito e meu pescoço. —Muito bem, Mônica, você é uma menina obediente e vai continuar sendo, certo? —Sim. —Tá bom, então agora dá um beijinho na ponta. Abaixei a cabeça e dei um beijinho rápido, quase sem encostar os lábios. —Espera, não vi, você tampou com a cabeça, ajoelha e beija de novo. Repeti igual da outra vez. —Um beijo bem dado, cola os lábios no pau, isso, continua dando beijinhos, boa menina, agora vamos dar mais um passo, chupa a ponta como se fosse um sorvete. Coloquei a ponta na boca e comecei a chupar. —Vai, mais um pouquinho pra dentro, vai, priminha, até o fundo, dentro fora, dentro fora, agora a ponta, saboreia, passa a língua, desliza os lábios por ela, besunta eles com esse líquido que ele vai soltando, sim, e eu sou uma puta às vezes, mas agora você também é, agora mesmo você é uma vadiazinha chupando o pau do seu namorado, sim, você ouviu bem, seu namorado, o Ramon, faz tempo que você gosta dele e esses dias você vai ser a namorada dele, a putinha dele, a vadiazinha dele, você vai chupar o pau dele todo dia. Eu continuei chupando enquanto ela... escutava. —e se eu também sou ruim e manipuladora e gosto disso, e você, ao contrário, é fraca e submissa, e gosta que eu te humilhe. Ramón pegou na minha cabeça, acompanhava meus movimentos e às vezes forçava um pouco, de repente senti uma descarga quente na boca, ia tirar, mas ele me agarrou pelo rabo de cavalo e não deixou, virou minha cabeça pra cima, meus olhos encontraram os dele, ele tinha assumido o controle, pegou no pau com a outra mão, tirou da minha boca, se masturbava devagar, gozou na minha cara, enfiou de novo na minha boca, outra descarga lá dentro enquanto a gente se olhava fixo, tirou de novo, continuava se masturbando cada vez mais rápido na frente da minha boca aberta, outra descarga pequena no meu lábio superior, estiquei a língua e chupei, ele aproximou da minha boca, lambi com a língua, aí veio a última gozada, a maior, recebi inteira em cima da língua, não sei por que eu agia assim, mas saía natural, ele enfiou de novo na minha boca, segurava minha cabeça, ele fazia os movimentos, fodia minha boca, aos poucos perdeu a ereção, tirou sem soltar minha cabeça, passava os dedos no meu rosto, descendo o esperma da minha cara pra boca, foi colocando tudo aos poucos. Eva já não falava há um tempo, se afastou de mim e eu fiquei ali de joelhos, pensativa, o pior de tudo é que o que Eva tinha dito antes era verdade, eu ficava excitada com as ordens dele. —você foi muito bem, priminha, foi uma putinha de verdade, engoliu tudo, uma campeã, vai lavar um pouco o rosto. e volta logo. Lavei o rosto e voltei, Ramón já estava vestido. —agora pega na mão do seu namorado, leva ele até a porta, dá um beijão de despedida, ele tem que ir. Na porta a gente se deu um beijão, bom, pelo tempo que ele achou certo, ele colocou uma mão nas minhas costas e a outra não parava de apalpar minha bunda por cima e por baixo da saia. —a gente se vê à tarde, menina. Quando ele foi embora, tive que preparar a comida, almoçamos só nós duas, depois de Comendo sentadas no sofá, peguei o celular: várias mensagens do WhatsApp da minha mãe perguntando como eu tava e um monte do grupo "AS GOSTOSAS". Abri pra ler. Eva: "Meninas, vocês não vão acreditar, a Mônica tá gostosa que nem a gente, arrumou um namorado e vi a putinha chupando ele." Laura: "Que isso, Eva?" Eva: "O que você tá lendo, olha." Eva: "Foto." Uma foto minha chupando a ponta. Laura: "Uau, que cock ela comeu." Eva: "Foto." A cock enfiada até o fundo. Eva: "Vídeo." Um vídeo curto, mas dá pra ver ele gozando na minha cara e boca. Miriam: "Puta merda, a Mônica, parecia uma santinha, nem parece como engole." Eva: "Pois é, a putinha engoliu tudo." Miriam: "E quem é o namorado?" Eva: "Foto." Foto minha e do Ramon nos beijando na porta. Laura: "Ramon? Não acredito." Miriam: "Nossa, que forte." Eva: "Mudando de assunto, hoje à tarde a gente vai sair com o namorado pra tomar algo, vocês topam?" A partir daí foram respondendo, e no final todas vieram com seus respectivos namorados. A gente se preparou lá pras 5 pra sair. Deixei a minissaia jeans com uma camiseta branca. Um tempo depois, o Ramon tava esperando a gente lá embaixo com o carro. Fomos pro shopping, onde todo mundo tinha combinado de se encontrar. Quando saí do carro, ele chegou perto, me deu um tapa na bunda e ficou me segurando pela cintura o tempo todo. Chegamos num dos bares pra esperar os outros. Passamos a tarde toda lá, comemos uns lanches e voltamos pra casa. Na volta, coloquei minha bolsa no meio das pernas porque a saia jeans era tão curta que tava mostrando a calcinha fio dental. Toda vez que ele trocava de marcha, colocava a mão na minha coxa e ficava acariciando. Quando chegamos em casa, minha prima e o namorado desceram. "Ramon, por que você não leva ela pra dar uma volta? Quero ter um tempo a sós com meu boy." "Ok, até mais." Depois de um bom tempo de estrada, ele estacionou o carro. "Vamos, gatinha, vou te pagar uma bebida." Me agarrou de novo, mas dessa vez direto na bunda. Caminhamos um pouco e chegamos num lugar. Assim que entrei, vi que era um... ambiente gay, pediu 2 cervejas e me levou até o fundo, que estava bem escuro, e sentamos num sofá. Ele passou o braço pelo meu ombro, me puxando pra perto dele, e começou a me beijar de língua na hora, me manipulava do jeito que queria. Uma das mãos dele deslizava pelas minhas coxas, eu estava com as pernas cruzadas, ele enfiou a mão entre elas, me forçando a abrir, e começou a acariciar suavemente, cada vez mais pra cima. Parou um momento, pegou minha mão e colocou em cima do volume dele. Deixei ela parada ali, ele voltou a me tocar, minha mão ganhou vida sozinha e começou a acariciar aquele volume. — Abre meu zíper e coloca a mão pra dentro. Abri, enfiei a mão, ele já estava duro, comecei a acariciar, ele continuava me beijando. Depois de alguns minutos: — Vamos tomar isso e vazar. Quando saímos do lugar, já era bem noite, pouca gente na rua. Ele me levou de novo, segurando minha bunda, sem parar de acariciar, enfiou a mão por baixo da saia, senti a mão dele na minha bunda nua, apertando, amassando. Chegamos no carro, a área estava bem escura. Entramos, ele trancou as portas, me puxou pra perto dele e começou a me beijar de novo. Direcionou uma das minhas mãos pra virilha dele, já estava com o pau pra fora da calça. Comecei a tocar, depois a bater uma punheta suave. Na hora, ele empurrou minha cabeça pra baixo, meus lábios bateram na ponta. Envolvi a ponta com os lábios e, com ajuda da língua, chupei um bom tempo só a cabecinha, até que ele me forçou a enfiar tudo. Ele ia acariciando minha cabeça e, de vez em quando, me forçava a engolir até a garganta, me dando uma sensação de sufoco. Eu subia de novo, sugava a ponta, e descia até o fundo, cada vez mais rápido. De repente, senti uma descarga quente forte na minha garganta. Ele forçou minha cabeça até o fundo de novo, soltava e puxava pra cima, e me forçava de novo, sentia ele gozando, enchendo minha boca de porra, escorrendo pelos cantos dos lábios. Continuou até sair a última gota. — Pronto, menina, acabou. Bom, por hoje é só. Fui pra casa, a Eva já tava sozinha me esperando. — Já era hora de chegar. — Quando ele me trouxe. — E aonde vocês foram? — Ele me levou num bar gay, me pagou uma cerveja e me trouxe pra casa. — E só? Não fizeram mais nada? — Bom, sim, mais uma coisa. — Fala logo, o que foi. — Tive que chupar ele no carro. — Putinha que você é, mas não é a única, eu ainda tô com o gosto do pau do meu namorado na boca. Bom, vou dormir. E assim os dias foram passando, o Ramon vinha me ver todo dia, uns dias ficava a tarde inteira lá comigo, outros me levava pra tomar alguma coisa, sempre no mesmo bar, nunca passou um dia sem eu chupar ele. Até que chegou o último, eram 10 da manhã, eu ainda tava na cama quando a Eva entrou no quarto. — Acorda, gostosa, que por ser o último dia o Ramon quis te trazer café na cama. Quando me virei, o Ramon tava na minha frente só de cueca, a Eva saiu do quarto, ele tirou a cueca rapidinho, ficou pelado, começou a bater uma na minha cara, eu ainda deitada só de lingerie olhando ele se masturbar, quando já tava meio duro ele pegou minha cabeça e me forçou a meter na boca, ficou um tempo enfiando e tirando, quando cansou sentou na cama encostado na cabeceira e abriu as pernas. — Vai, minha filha, chupa ele do jeito que você sabe. Me coloquei entre as pernas dele e comecei a chupar como quem chupa um sorvete, ele demorou muito pra gozar mas como sempre tudo acabou na minha boca, garganta abaixo. Quando terminei ele levantou na hora. — Aproveitei muito com você esses dias, você tem uma boquinha gostosa e uma língua safada, cê gosta do meu pau, né? — Ehhh, sei lá. — Tenho certeza que sim, espero que a gente se veja de novo, vou indo, tchau, gata. — Tchau. Antes de ir, ele chegou perto, me segurou por baixo da cabeça e me deu um último beijo, enfiando a língua inteira na minha boca. Depois de um tempo que fiquei largada na cama... Cama com o olhar perdido, desci pra tomar café. Eva estava na cozinha. — Que despertar eufórico, priminha, gostou do café da manhã? Olhei pra ela, mas não respondi. Preparei um café com porra e comi. Aquela manhã foi diferente das outras; ficamos praticamente sem falar. Depois de comer, tive que tirar a maquiagem e me preparar pra ir embora. Meus pais chegariam no fim da tarde, se não houvesse atrasos. Ao vestir minha roupa, me senti meio estranha — tinha passado 17 dias usando saias curtas. Meus pais chegaram por volta das 8 da noite. Nos despedimos e voltei pra tranquilidade da minha casa. Minha prima, ao se despedir, me deu dois beijos e falou no meu ouvido: — Até logo, priminha. Espero ver a Mônica de novo em breve.

1 comentários - La placentera venganza de mi prima