Continuação da minha história parte 2
O plano era o seguinte: Jenny me passaria as fitas no dia seguinte e levaria as fitas de vídeo para modificar. A Natalia instalaria o software "spector" no PC dela para espionar as conexões dele. Eu cuidaria de colocar as fitas enquanto ele dormisse. UM MÊS DEPOIS, NA REUNIÃO Coloquei elas a par do nosso experimento de feminização. Meninas, nosso projeto tá indo de vento em popa. O José começou a visitar sites sobre transexualismo, aliás, ontem chegou um pacote e parece que são uns vídeos e revistas de transformação de garoto pra garota de um site que faz esse tipo de coisa. Também tá trocando ideia com um cara se passando por Mônica. Outra coisa: acho que ele emagreceu um pouco, como se quisesse ter um corpo mais feminino. E tem mais: nem precisei colocar uma calcinha na gaveta dele, sumiu uma rosa de renda minha. Genial, convidei a Tanya, uma paciente transexual que tá uma gostosa, ela chega daqui a quinze minutos. Não te importa, né? Quando seu irmão chega? (Jenny) Ótimo, meu irmão chega daqui a meia hora, mais ou menos. A Tanya chegou e a gente colocou ela a par de todo o nosso projeto. Ela comentou que queria que tivesse sido tão fácil pra ela, e se mostrou super disposta a ajudar. Assim que ouvimos a chave do meu irmão, executamos o plano. A Tanya foi pro banheiro e saiu de lá pra cruzar com o José no caminho. Quando se encontraram, a Tanya, que tava com uma minissaia bem justinha, um top e uns saltos altíssimos, disse "oi" com a voz mais rouca que tinha. Na hora eu me aproximei e fiz as apresentações. "José, esse é um amigo da faculdade que, como você pode ver, nos deu uma surpresa. Tanya, esse é o José, meu irmão." "Oi, José, vai tomar um café com a gente, né?" (Tanya) "Beleza, vou trocar de roupa e desço." (José) Voltamos pra sala. "Inacreditável, ele vai descer, isso tá funcionando, meninas." (Noemí) Pouco tempo depois, o José já tava na sala servindo um café. A gente tava falando da Tanya, dizendo que tem que ser muito corajoso pra fazer o que ela fez. — O que foi que ela fez, Tanya? Não acha? — perguntou Jenny.
— É verdade, sim. — respondeu José, meio sem graça.
— Não acha que ela é muito gostosa? Você a reconheceria como homem se não te dissessem? — perguntou Natália.
— Sim, acho que ela está muito bem pra quem já foi homem. — (José)
— Você faria uma coisa dessas? — perguntou Noemi.
— Não, eu não, claro que não. — respondeu José, já bem desconfortável.
Depois de um tempo conversando com Tanya, ela perguntou se a gente queria sair pra conhecer os amigos e amigas dela. Claro que todas dissemos que sim, enquanto José parecia indeciso.
— Vamos, José, sai com a gente. — falei eu.
— Sei não. — disse José.
— Vamos, não se faz de rogado. — falei.
Nosso plano era que ele saísse com a gente pra conhecer outros transexuais como a Tanya.
— Então, vamos? — falei.
— Beleza, vou com vocês.
Perfeito, já tínhamos ele onde queríamos. Enquanto isso, Jenny me passou as novas fitas. Nessa, a mensagem subliminar dizia: "Eu amo o glamour", "sou uma mulher cheia de glamour", "adoro ser elegante", "odeio vulgaridade". Aos poucos, íamos programando a mente dele de um jeito bem discreto.
Quando José se trocou, saímos. Tanya nos levou pros bares que ela frequentava. Lá, nos apresentou pra várias amig@s dela, mas uma delas chamou nossa atenção mais que todas. Era uma "mulher" altíssima, uns 1,80 no mínimo, loira, cabelo liso comprido com risca no meio, caindo dos dois lados do rosto, olhos verdes claros, maquiagem perfeita. Vestia um vestido justo longo de gaze vermelho, com um xale semi-transparente combinando. Devia ter uns 28 ou 30 anos. Quando nos apresentou, Tanya comentou que ela ia nos ajudar com o José. Depois, apresentou o José:
— Esse é o José, irmão de uma amiga. Essa é a Tiffany, ela tem uma agência de modelos.
— Oi, tudo bem? — disse José.
— Como você tá, lindo? — disse Tiffany.
— O que você acha de mim, lindo? Tô gostosa, né? — (Tiffany)
Aos poucos, Tiffany foi levando ele pra apresentar pras amigas dela, depois voltava comigo e minhas amigas, e assim passamos a noite. curtindo a música e batendo um papo, tudo dentro da normalidade, porque isso era só o começo e meu irmãozinho, ou melhor, minha irmãzinha, não fazia ideia do que a esperava. Continua...
O plano era o seguinte: Jenny me passaria as fitas no dia seguinte e levaria as fitas de vídeo para modificar. A Natalia instalaria o software "spector" no PC dela para espionar as conexões dele. Eu cuidaria de colocar as fitas enquanto ele dormisse. UM MÊS DEPOIS, NA REUNIÃO Coloquei elas a par do nosso experimento de feminização. Meninas, nosso projeto tá indo de vento em popa. O José começou a visitar sites sobre transexualismo, aliás, ontem chegou um pacote e parece que são uns vídeos e revistas de transformação de garoto pra garota de um site que faz esse tipo de coisa. Também tá trocando ideia com um cara se passando por Mônica. Outra coisa: acho que ele emagreceu um pouco, como se quisesse ter um corpo mais feminino. E tem mais: nem precisei colocar uma calcinha na gaveta dele, sumiu uma rosa de renda minha. Genial, convidei a Tanya, uma paciente transexual que tá uma gostosa, ela chega daqui a quinze minutos. Não te importa, né? Quando seu irmão chega? (Jenny) Ótimo, meu irmão chega daqui a meia hora, mais ou menos. A Tanya chegou e a gente colocou ela a par de todo o nosso projeto. Ela comentou que queria que tivesse sido tão fácil pra ela, e se mostrou super disposta a ajudar. Assim que ouvimos a chave do meu irmão, executamos o plano. A Tanya foi pro banheiro e saiu de lá pra cruzar com o José no caminho. Quando se encontraram, a Tanya, que tava com uma minissaia bem justinha, um top e uns saltos altíssimos, disse "oi" com a voz mais rouca que tinha. Na hora eu me aproximei e fiz as apresentações. "José, esse é um amigo da faculdade que, como você pode ver, nos deu uma surpresa. Tanya, esse é o José, meu irmão." "Oi, José, vai tomar um café com a gente, né?" (Tanya) "Beleza, vou trocar de roupa e desço." (José) Voltamos pra sala. "Inacreditável, ele vai descer, isso tá funcionando, meninas." (Noemí) Pouco tempo depois, o José já tava na sala servindo um café. A gente tava falando da Tanya, dizendo que tem que ser muito corajoso pra fazer o que ela fez. — O que foi que ela fez, Tanya? Não acha? — perguntou Jenny.— É verdade, sim. — respondeu José, meio sem graça.
— Não acha que ela é muito gostosa? Você a reconheceria como homem se não te dissessem? — perguntou Natália.
— Sim, acho que ela está muito bem pra quem já foi homem. — (José)
— Você faria uma coisa dessas? — perguntou Noemi.
— Não, eu não, claro que não. — respondeu José, já bem desconfortável.
Depois de um tempo conversando com Tanya, ela perguntou se a gente queria sair pra conhecer os amigos e amigas dela. Claro que todas dissemos que sim, enquanto José parecia indeciso.
— Vamos, José, sai com a gente. — falei eu.
— Sei não. — disse José.
— Vamos, não se faz de rogado. — falei.
Nosso plano era que ele saísse com a gente pra conhecer outros transexuais como a Tanya.
— Então, vamos? — falei.
— Beleza, vou com vocês.
Perfeito, já tínhamos ele onde queríamos. Enquanto isso, Jenny me passou as novas fitas. Nessa, a mensagem subliminar dizia: "Eu amo o glamour", "sou uma mulher cheia de glamour", "adoro ser elegante", "odeio vulgaridade". Aos poucos, íamos programando a mente dele de um jeito bem discreto.
Quando José se trocou, saímos. Tanya nos levou pros bares que ela frequentava. Lá, nos apresentou pra várias amig@s dela, mas uma delas chamou nossa atenção mais que todas. Era uma "mulher" altíssima, uns 1,80 no mínimo, loira, cabelo liso comprido com risca no meio, caindo dos dois lados do rosto, olhos verdes claros, maquiagem perfeita. Vestia um vestido justo longo de gaze vermelho, com um xale semi-transparente combinando. Devia ter uns 28 ou 30 anos. Quando nos apresentou, Tanya comentou que ela ia nos ajudar com o José. Depois, apresentou o José:
— Esse é o José, irmão de uma amiga. Essa é a Tiffany, ela tem uma agência de modelos.
— Oi, tudo bem? — disse José.
— Como você tá, lindo? — disse Tiffany.
— O que você acha de mim, lindo? Tô gostosa, né? — (Tiffany)
Aos poucos, Tiffany foi levando ele pra apresentar pras amigas dela, depois voltava comigo e minhas amigas, e assim passamos a noite. curtindo a música e batendo um papo, tudo dentro da normalidade, porque isso era só o começo e meu irmãozinho, ou melhor, minha irmãzinha, não fazia ideia do que a esperava. Continua...
4 comentários - Induzido à feminização forçada Pt. 2
OJALA SALGA LA 3RA RAPIDO!!