Minha esposa sendo comida no consultório

Olá, somos um casal liberal, ela é uma hotwife e praticamos cuckold. Vou contar várias experiências nossas, onde às vezes é ela que escreve como foi comida ou o que aconteceu, porque ela também gosta de escrever e eu adoro ler o que ela faz.

Dessa vez, é ela quem escreve.

Olá, vou compartilhar que sou uma dona de casa com permissão do meu marido pra fazer o que eu quiser no sexo, e por isso sou muito safada. Gosto de ser assim porque meu marido também curte pra caralho. Meu nome é Ivonne, e dessa vez tive que ir ao médico. Vou contar um pouco: fui a uma loja de sapatos porque vendo sapato por catálogo, e estavam fazendo mamografias de graça, então entrei na fila. Depois de algumas semanas, fui buscar os resultados porque não davam na hora. Fui com uma legging meio branca e rosa, meio transparente, e por isso essa legging precisa de uma calcinha fio dental branca por baixo. Aí tive a brilhante ideia de usar uma calcinha fio dental com um triângulo minúsculo na frente. Não sei por que fui assim ao médico, sem saber que ia ser examinada de tudo. Pensei que ele só ia me dar os resultados da mamografia e interpretá-los. Bom, também tava com uns tênis brancos e uma blusa azul meio folgada que cobria metade da minha bunda, então tava bem à vontade. Por baixo, usava um sutiã bem leve de renda, porque como tava com minha blusa esportiva azul e larga, fui bem despreocupada. Esperei um tempo até ser chamada pelo médico. Quando vi ele, fiquei surpresa, porque era um médico não muito velho, bem alto e nem feio. Eu sou baixinha, tenho 1,60m, bunduda e não muito peituda. Fiquei surpresa, mas me recuperei rápido sem demonstrar muito interesse. O médico me perguntou se eu tava sozinha ou acompanhada, e eu respondi na hora que sozinha. Ele pediu meu nome e tudo, pegou os resultados e começou a interpretá-los pra mim. Disse que tinha umas coisinhas suspeitas e continuou a conversa. No meio do papo, ele comentou que dava pra ver que eu malhava. Exercício. Eu tava me achando bem gostosa, e isso me deixou inquieta e meio tesuda. Ele me mandou tirar umas cópias que faltavam e, quando voltei, ele disse que eu tava ofegante e perguntou se eu não queria um pouco da bebida dele. Como tava fazendo bastante calor lá fora, voltei muito suada e, pra ser sincera, com muita sede. Por isso, falei que sim, que não tinha problema, só um gole. Ele me aproximou a bebida dele e eu tomei. Ele insistiu e disse: “Sério, se quiser, toma mais um pouco, não tenho problema. Você tá parecendo bem acalorada”. E, com a sede que eu tava, quase terminei a bebida dele, que, pra ser sincera, tinha um gosto meio estranho, mas conseguiu me refrescar. Entreguei os documentos que ele pediu e ele continuou com os termos médicos dele. Enquanto ele falava e eu olhava pra ele com atenção, comecei a sentir calor de novo, mas mais tesuda do que quando o vi entrando no consultório. Sentia como se tivesse me molhando só de olhar pra ele: alto, os braços pareciam fortes, simpático, e de vez em quando eu via o volume dele, que era bem grande. Me concentrei na explicação dele e, no final, ele disse que ia examinar meus peitos por causa das coisas que tinham aparecido estranhas. Eu aceitei sem problema nenhum. Ele disse que, se eu quisesse, era só tirar o sutiã pra ele poder apalpar. Eu tirei, e ele apalpou um pouco pela frente. Tentei me concentrar pra não sentir nada além, mas foi impossível. Fiquei com tesão ao sentir as mãos grandes dele nos meus peitos pequenos, e parece que ele percebeu, porque disse: “Olha, fica de pé que eu vou ficar atrás de você pra poder te tocar com mais precisão”. Eu perguntei: “Mas é necessário?” E ele respondeu: “Bom, pra descartar qualquer problema, vamos ter que fazer isso, mas, se quiser, a gente deixa pra outra ocasião ou você pode passar com outra pessoa”. Pensei um pouco e fiquei de pé. Ele se colocou atrás de mim e disse que, se eu me sentisse incomodada ou sentisse qualquer desconforto, era só falar que ele parava. Ele ficou bem perto de mim e começou a tocar meus peitos, primeiro de um jeito normal, como qualquer médico faria no exame de toque. meus peitos, mas depois os toques dele passaram a ser massagens eróticas. eu fechei os olhos e me deixei levar um pouco, reagi e falei "doutor, tá tudo bem?" com a voz meio trêmula, e ele disse "é o que estou verificando, e aproveito pra dizer que seus peitos são bem gostosos, assim como seu corpo". eu consegui ver num espelho de corpo inteiro que, ao me dizer isso, ele tava olhando fixamente pra minha bunda, que já tava quase toda de fora porque ele tinha levantado minha blusa um pouco, e continuou falando "com todo respeito, também dá pra ver muito bem a calcinha fio dental que você tá usando por baixo da sua legging". eu falei "ai, doutor, não me diz isso que vou ficar nervosa", ele só riu discretamente.

Doutor: parece que tá tudo bem, mas se me permite, vou ter que tocar diretamente seus peitos por baixo da blusa pra descartar qualquer coisa.

Eu pensei bem rápido e, como já tava meio excitada, concordei com a cabeça. Além disso, ele já não tava mais falando "meus seios", tava falando "meus peitos", e isso foi me deixando com mais tesão aos poucos.

Doutor: vou passar um pouco de óleo nas minhas mãos pra tocar bem seus peitos.
Eu: sim, tá bem, doutor, o que o senhor disser.

Ele passou um pouco de óleo e enfiou bem devagar as mãos por baixo da minha blusa até chegar nos meus peitos, e começou a me tocar primeiro de um jeito suave, depois de um jeito mais safado. Massageava meus peitos de trás pra frente, terminando nos bicos, que ele apertava de um jeito bem sensual. Uma e outra vez repetia o mesmo movimento, e eu me sentia cada vez mais quente.

Doutor: quer que eu pare ou posso continuar examinando?
Eu: continua, doutor, fica tranquilo.

Eu já tava com mais tesão, mas não tava demonstrando, e aquela massagem foi uma delícia. De repente, escapou um gemido bem sutil, mas acho que o doutor percebeu, porque não parou de massagear meus peitos. Tava naquele vai e vem com meus peitos, de trás pra frente, uma e outra vez, e depois ele mudou o movimento, começou com movimentos circulares, só tocando meus bicos. Com as palmas das mãos, ele apertava elas contra mim e soltava, fazendo isso uma e outra vez, sem parar os movimentos circulares. Eu só fechava os olhos enquanto minha respiração ficava ofegante e acelerava aos poucos.

Doutor: Tá sentindo bem?
Eu: Sim, doutor, siim.
Doutor: O massagem não incomoda?
Eu: Não, doutor, o senhor continuuaaah.

Eu sentia como as mãos dele eram experientes em tocar meus peitos, quando de repente senti que ele encostou levemente o pacote dele na minha bunda e reagi, acordando daquele pequeno êxtase, me jogando bruscamente pra frente e tirando as mãos dele dos meus peitos.

Doutor: Tá tudo bem?
Eu: Sim, doutor, só senti que ele encostou um pouco em mim e me assustei.
Doutor: Se quiser, a gente pode parar, mas ainda falta fazer outro toque pra descartar qualquer possível problema.
Eu: Tá bem, doutor, sem problema.
Doutor: A senhora faz exercício regularmente, né?
Eu: Sim, doutor, por quê?
Doutor: Vou ter que examinar outras partes do seu corpo pra descartar algum tumor ou outro problema, tá bem?
Eu: Sim, doutor.
Doutor: Vou pedir pra senhora ficar na mesma posição pra continuar e, se não for incômodo, vou pedir pra tirar a blusa.

Nessa altura, eu já desconfiava do que o doutor queria, mas não ia deixar. Na minha cabeça, era só a revisão e pronto. Tirei a blusa e meus peitos ficaram expostos, com os bicos durinhos. O doutor percebeu, mas não falou nada, só vi como os olhos dele se cravaram nos meus peitos. Virei de costas pra ele e ele começou de novo com a mesma coisa que tava fazendo antes. Isso durou um tempinho e eu comecei a ficar mais excitada. A bebida que ele me deu com certeza tinha alguma coisa, porque minha respiração ficava ofegante a cada movimento das mãos dele.

Doutor: Vou começar a descer pra tocar sua barriga e me diz se dói ou se gosta.
Eu: Sim, doutor, pode ir.

Ele começou a descer pela minha barriga e as mãos dele quase se enfiavam, ficando perto da minha buceta. Subia as mãos e, dessa vez, voltava descendo pelos meus quadris, enfiando um pouco por baixo da minha legging, ficou assim por um tempo.
 
Doutor: incomoda ou você se sente bem?
Eu: Sente bem, dotô. Sente beeem
Doutor: eu paro
Eu: Nãão, continua, por favor
Doutor: Vou me apoiar um pouco em você pra fazer força e pressionar seu abdômen
Eu: Sim, dotô, sim
 
Eu continuava de olhos fechados e senti de repente ele se apoiar nas minhas costas e, aos poucos, encostar o volume dele na minha bunda, fazendo pressão no meu abdômen, me deixando completamente colada nele. Senti todo o pacote dele no meio das minhas nádegas, meio duro, e pensei que já tava ereto.
 
Doutor: você gosta que eu pare ou continuamos?
Eu: Continua, continua, eu dizia com a respiração acelerada.
Doutor: vou tocar seus peitos de novo
Eu: sim, dotô, faz o que for preciso
 
O dotô pegou meus peitos de novo, mas não parou de pressionar o volume dele na minha bunda. Me surpreendi e minha excitação cresceu ao sentir o pacote dele crescendo aos poucos, quando eu já achava que tava ereto. Não sentia algo assim há muito tempo. O dotô ficou se esfregando assim comigo por uns minutos, fingindo que tava me examinando por todos os lados.
 
Doutor: Peço desculpas pelo que tá rolando aí embaixo.
Eu: Não se preocupa, dotô, eu entendo, imagino que faz parte disso.
Doutor: É sim, mas se quiser a gente para
Eu: Não, dotô. Continua
 
Sentia o membro dele crescendo cada vez mais nas minhas nádegas quando, instintivamente e sem perceber, comecei a levantar meu corpo na ponta dos pés. Comecei a me erguer na pontinha e descer pra esfregar o membro dele na minha bunda uma vez e outra, enquanto ele continuava com as mãos amassando meus peitos do jeito dele. Ficamos assim por um bom tempo, e às vezes eu me abaixava levemente pra sentir o pau dele no meio das minhas nádegas. Eu já tava muito excitada quando ele baixou uma das mãos e, aos poucos, tentou enfiar por baixo da minha legging, tentando alcançar minha já molhada buceta. Me afastei dele e não deixei. Como eu falei no começo, não ia deixar que ele fizesse mais nada mas mas..........

Eu: Doutor nãooooo
Doutor: Por quê?
Eu: Nãooo doutor por favor não faça isso
Doutor: É parte do exame
Eu: Nãooo aí nãoooooooo, não me toque aí
Doutor: Por quê? Não está se sentindo bem?
Eu: Tô sim mas nãoooooo
Doutor: O que você sente?
Eu: Gostosoooo mas não continua
Eu: Nãoooo haaag por favooor não continuaaaa huffff
Eu: Nãoo continua, sou casadaaaa e nãoooo
Eu: Doutor sou casadaaaa por favor nãooo haaaa haaasiiiiiii, siiiim
Nesse ponto ele já tinha alcançado minha bucet1nha e tava massageando meu clitóris, a outra mão nos meus peitos e encostando o pau no meu cuz1nho
Doutor: Então eu paro
Eu: Siiiii para por favor, não, não, melhor continua mas só isso e pronto
Eu: Sou casada o que meu marido vai dizer?
Doutor: Com certeza ele não tem problema com eu te examinar direitinho
Eu: se o senhor diz tá bom, haaaa siiiim, mas sou casadaaaaaaaa, meu maridooo
Doutor: Diga que é casada e infiel
Eu: Sim, sou casada e infiel e adoro, mas doutor não pareeee continua assiiiiiii
Doutor: Diga que é uma casada puta e que quer pau
Eu: Siiii doutor, sou uma casada infiel
Doutor: e puta
Eu: siiii sou uma puta por fazer essas coisas com o senhorrrr, mas continuaaaa
Eu: sim sou casada infiel mas nãoooo doutor não quero no meu cuz1nho
Eu: te falei que é só isoooo e prontoooo, não quero ele dentro de mim
Nessa altura eu já tava sentindo um orgasmo gostoso e prazeroso
Doutor: Tem certeza que não quer?
Eu: Não sei doutor, nãoooo nãoooo sei, vai ser necessário pro meu exame?
Eu: Nãooo doutor só me toqueeeeee
Doutor: Vou introduzir minha mão pra te examinar
Eu: siii sim doutor faz isso faz o necessário
Doutor: Assim tá bom? Vaaaai sua vad1azinha, você tá super molhada já coloquei um dedo mas parece que cabe outro
Eu: siii doutor não para coloca mais um, aliás se quiser coloca um terceiro, eu adoroooo sou uma putinha muito safada
Doutor: Olha só parece que você já tá se soltando hein
Eu: sim doutor, faz o que quiser com seus dedossss mas não coloca seu pau, só isso
Naquele momento eu senti como eu tinha dois dedos se movendo dentro de mim enquanto tinha outro orgasmo, ele mexia como se estivesse procurando algo lá dentro quando começou um movimento de vai e vem, uma e outra vez, mas a posição era desconfortável praquela tarefa e de repente, sem avisar, me pegou pela barriga e me levantou como uma boneca de pano com os braços enormes dele e me colocou de quatro em cima de uma mesa de um metro de altura

Eu: Doutor, o que cê tá fazendo?
Doutor: É pra examinar melhor a senhora
Eu: Mas doutor, essa posição é pra quê?
Doutor: Pra seus peitos ficarem balançando e eu poder examinar melhor enquanto vejo outras partes do seu corpo
Eu: Mas doutoooooor

Ele se colocou do meu lado e com uma mão começou a massagear um dos meus peitos que tava balançando e com a outra percorreu minhas costas até chegar na minha bunda e ficou massageando como se quisesse pegar tudo com a mão dele.

Doutor: Abre um pouco as pernas
Eu: Tá bom assim, doutor?

Ele começou a descer a mão entre minhas nádegas e a esfregar minha bucetinha por cima da legging fazendo pressão, eu já tava que não aguentava mais, queria sentir os dedos dele dentro do meu corpo quente de novo

Eu: Doutor, quer que eu tire a legging pro senhor me examinar melhor?
Doutor: Isso mesmo, putinha, faz isso e vai ter que fazer tudo que eu mandar

Ele me chamar de putinha me excitava pra caralho, eu tava sendo infiel e isso me deixava ainda mais tesuda, na hora me levantei e tirei a legging, fiquei só com a calcinha fio dental minúscula que eu tava usando, só com aquele triangulinho que mal cobria minha bucetinha.

Doutor: Olha só, que gostosa você é, uma putinha
Eu: Por que cê diz isso, doutor?
Doutor: Pela calcinha de puta que você tá usando
Eu: É que meu marido gosta
Doutor: O que acontece é que seu marido quer que alguém use o seu corpo
Eu: Cê acha mesmo?
Doutor: Claro que siiiim
Eu: Vou ser sua putinha, doutor, continua me examinando

Terminei de falar isso e me coloquei de novo de quatro em cima da mesinha com as pernas mais abertas que o normal, mas dessa vez o doutor ficou completamente atrás de mim e com uma mão apertou minha costas
pra que ela ficasse com as tetas em cima da mesa e com a minha buceta mais à vista
ele, puxou minha calcinha fio dental pro lado e começou a meter os dois dedos de novo
dentro de mim, comecei a me molhar de novo enquanto ele enfiava e tirava os dedos uma
e outra vez.

Doc: Cê gosta, né, sua puta.
Eu: Sim, doutor, continua, continua, eu falava entre gemidos
Doc: Parece que vou meter mais um dedo
Eu: Siiiim, faz isso, faz o que quiser
Eu: Não paraaaa simmmm
Doc: Repete que é uma puta
Eu: Sim, doutor, vou ser sua puta hoje, vou ser sua rabuda, sou
uma infiel que tá traindo o marido

Ele enfiou mais um dos dedos enquanto com a outra mão continuava amassando minhas
nádegas, de repente senti que juntou os três dedos e tentou enfiar quatro
dedos dentro de mim, eu já tava tão molhada e excitada que ele começou a
tirar todos os dedos e a empurrar uma e outra vez como se quisesse enfiar a mão
inteira dentro de mim, tirava e enfiava cada vez mais fundo e eu sentia como
aos poucos ele ia abrindo caminho uma e outra vez até que de repente...

Eu: Haaaaaaaag doutoooooor,
Eu: Enfiou a mão inteira dentro de mimiiiiiiiiiii
Eu: Haaaaaaa siiiiiiiiiii haaaaaa nãoooooo doutorrrrrr é tão
bom não paraaaa
Doc: Viu que puta que você é, pelo visto não é a primeira
vez que faz isso
Eu: a verdade é que não, doutor, já fiz outras vezes e eu
gostoooo, não para, continuaaaa

Ele começou a enfiar e tirar a mão dentro de mim, tirou a
mão de leve e começou a enfiar a outra mão, mas dessa vez com as
palmas abertas, enfiava três dedos de cada mão e aos poucos começou a abrir
minha bucetinhaaaaa

Eu: Doutor, o que cê tá fazendo haaaaaaa
Doc: Cala a boca, puta, você vai gostar, dá pra ver que você gosta de
ficar bem aberta
Eu: Doutor, nãooo, meu marido vai perceber como você vai me
deixar, não, continuaaaa
Doc: Ele vai gostar que eu te deixe assim, puta,
Doc: Ou será que você quer que eu pare?
Eu: Nãoooo, continua assimmm haaaaa mas vai me deixar muito
aberta

Ele continuou me abrindo com as mãos uma e outra vez até que
eu me senti muito aberta

Doc: Nessa parte, você vai me ajudar
Eu: O que o senhor quer que eu faça
Doutor: Tire a tanga
Doutor: Coloque as mãos na sua bucetinha e abra ela pra mim
Eu: siiiim siiiim o que o senhor disser. Naquele momento fiquei completamente nua
Eu: tá bom assim?

Eu me abri com meus dedos e senti um tesão imenso ao saber que ele estava olhando dentro de mim, é algo que me excita muito, eu estava de quatro como uma puta com a buceta aberta esperando alguma coisa

E então consegui ver de relance pelo espelho que o doutor abaixou as calças e tirou um pau descomunal, bem grosso e comprido, senti ele aproximar o pau da minha abertura e me disse pra não parar de me abrir pra ele, senti ele enfiar devagar e percebi como se entrasse num buraco sem nada apertando, foi algo muito muito safado porque eu estava tão aberta que ele metia e tirava o pau sem eu perceber, sem tocar nas paredes da minha buceta dilatada, uma vez com o pau dentro ele brincava contra as paredes da minha entrada e girava ele devagar, aí eu sentia ele tocando em cima e embaixo só, ficou assim brincando um bom tempo enquanto minha respiração estava muito ofegante e meu coração batia a mil por estar naquela posição com a buceta aberta, de repente ele disse "tira as mãos sua puta, já deu", soltei minha abertura e senti como se abraçasse o pau dele.

Doutor: Você é a puta mais vadia que já conheci na clínica
Eu: Sim doutor, sou uma puta vadia, safada e muito quente, pronta pro senhor

O doutor começou a me bombar de um jeito descomunal, metia e tirava o pau cada vez mais forte enquanto as bolas dele batiam em mim, continuou assim por um tempo até

Eu: Não para siiiiiim vou gozar
Doutor: Eu tambémééééém
Doutor: Diz que é uma puta infiel e que adora pica
Eu: Siiiiiiiiim sou uma puta infiel, adoro pica e adoro ser fodida pelo senhor
Eu: tô gozando doutoooooor tô gozandooooooooooo

Continua…….

1 comentários - Minha esposa sendo comida no consultório

Se le olvidó al doctor como lamer los pezones o que