Do ônibus pro hotel

Tenho que admitir que tava meio de boa, longe de me considerar bêbado, mas com aquela sensação leve de quando você toma umas duas cervejas. Era o mínimo que eu podia fazer depois de passar numa das provas mais fodas da faculdade. Fui comemorar com uns colegas, mas foi uma comemoração curta. Eram só 5 da tarde, e parecia que ia desabar uma chuva.

Com os fones no ouvido, andei as duas quadras até o ponto do busão me sentindo o cara mais foda do mundo. A real é que tenho uma autoestima boa, mas meu humor era principalmente fruto da alegria e relaxamento que me dava cada vez que passava numa prova. Sempre que saía da faculdade vitorioso, sentia que podia trombar com a própria Scarlett Johansson e chegar nela sem problema nenhum, mas naquele momento não tava pensando em chegar em ninguém nem nada, só tava curtindo e pensando que amanhã a gente jogava a semi contra a Croácia.

Quando cheguei no ponto, me surpreendi de encontrar vazio, só com o fiscal esperando o próximo busão. Depois de um minuto esperando, uma senhora chegou e perguntou pro fiscal se ia ter ônibus no dia seguinte no horário do jogo, porque ela precisava vir pra essa área se tratar no hospital que ficava a meia quadra. O homem disse que sim, que não se preocupasse, e como eu tava num estado de bom humor imbatível, entrei na conversa pra matar o tempo um pouco.

Nisso, enquanto tudo isso rolava, uma mina tinha chegado no ponto e sentado no banquinho, esperando o busão. Durante o minuto que durou a conversa, ela também deu uns palpites, e num desses comentários, a gente trocou olhar. Podia ter sido um olhar inofensivo, como qualquer outro, mas durou um segundo a mais que o normal. Só um. O segundo suficiente pra essa interação ativar algo na minha cabeça que tava desligado.

20 segundos depois, o O ônibus tava no ponto. Se não fosse por aquele olhar trocado, talvez eu nem tivesse reparado naquela mina. A cerveja também ajudou. Ela parecia ter lá seus 27, 28 anos, pele morena e cabelo preto. Era gostosa, e tava usando um vestido marrom clarinho com uma estampa muito foda, tipo mandalas pretas. Em outra situação, eu teria visto ela, pensado que era bonita e pronto. Mas o estado leve de embriaguez, a vitória e o tesão que aquele olhar me deu fez com que, a partir dali, ela fosse a única coisa na minha cabeça.

Subi no ônibus, bem cheio por sinal, morrendo de vontade que ela subisse atrás de mim. Quando passei o cartão e fui pro fundo, vi que ela tinha subido. Os motores lá dentro da minha cabeça já começavam a trabalhar cada vez mais. Fui até a parte do busão que separa o fundo da porta do meio, antes de subir o degrau, porque lá atrás tava lotado. Terminei de me acomodar e notei que ela tava do meu lado.

Escrevendo isso agora não é tão fácil lembrar como eu me sentia na hora, mas é verdade que eu ainda tava bem tranquilo, porque, mesmo no fundo da minha cabeça sabendo que aquele olhar tinha rolado, eu me convencia de que era tudo produto do álcool e da minha imaginação fértil que nunca para.

Naquele dia o trânsito tava um inferno. O trajeto que normalmente faço em 20 minutos, acho que levou uns 40. Mas a real é que não tenho certeza porque em nenhum momento da viagem consegui pensar com clareza.

Quando o busão arrancou, eu tava segurando numa das barras que tinha à minha esquerda. Essa mina também, mas a mão dela tava um pouco mais embaixo. Na minha cabeça, eu queria que rolasse algum roçamento (não) intencional, mas parecia quase impossível, então não tava muito ligado nisso. Nos meus fones tava tocando To Pimp a Butterfly, lá fora já tava chovendo e no Qatar faltavam menos de 24 horas pra scaloneta dar aula de como se joga futebol.

Não lembro como foi, mas Com sutileza e um pouco de sorte, minha mão acabou ficando bem perto da dela, as duas segurando a mesma barra, pra que com o movimento do ônibus elas acabassem se roçando. Um roçar extremamente leve, quase imperceptível, mas que dava pra sentir. A cada segundo que passava, minha cabeça trabalhava mais. Nenhum dos dois mexia a mão, e até aproximávamos um pouquinho a cada balanço do busão, mas continuava sendo algo mínimo. Até infantil. Por enquanto.

Depois de vários minutos, alguém atrás de mim desceu e eu tive que me mexer pra ocupar o espaço que ficou vago, mas antes que eu pudesse me lamentar pela decisão, outra pessoa sentada desceu e eu sentei. Agora eu tava sentado num daqueles assentos individuais que fica um pouco atrás da porta do meio, mas antes de subir o degrau que vai pro fundo do ônibus. Sem dar muito tempo pra outro aproveitar o lugar que sobrou, a mina veio até meu lado e ficou ali parada.

Até aquele momento, ninguém nessa situação poderia ter pensado seriamente que tinha algo ali. Só alguém com muita imaginação, mas também não era algo muito realista, só uma coisa pra entreter a mente. Até ela vir pro meu lado, era algo que qualquer um faria num ônibus tão lotado. Mas eu tava no meu mundo, e ainda tinha esperança de que rolasse algo.

Quando sentei e ela veio pro meu lado, eu tava sentado do meu jeito normal, mas buscando outro contato com ela, abri um pouco mais as pernas. Nada exagerado, considerando que tava calor e muito úmido, especialmente na minha região das bolas, mas um pouquinho mais do que costumo abrir, na esperança de que nossas pernas se encontrassem. Depois de alguns minutos, acabou acontecendo, graças ao movimento típico de um ônibus percorrendo as ruas de Buenos Aires, e aconteceu mais algumas vezes.

Mesmo com esses roços, na minha cabeça eu tava convencido de que era tudo coisa da minha cabeça. Até que no banco da frente, uma Senhora que eu detestei com toda a minha alma se levantou pra descer no ponto seguinte.
"Puta que pariu, já era", pensei. O trampo fino que eu vinha fazendo há uns quinze minutos ia se perder. Ela era a mais perto daquele banco vazio, e qualquer um dos outros candidatos ao banco teria cedido pra ela. Mas não. Ela fez sinal pra um cara que tava mais na frente sentar, e eu não acreditei. Era uma oportunidade irresistível, num busão que já não cabia mais ninguém, e ela recusou.

A partir daí, a ideia de que o olhar e os roços eram algo real, algo palpável, tomou conta da minha cabeça. Os roços das nossas pernas continuaram. E me veio uma ideia, besta, infantil, mas certeira. Em vez de deixar minhas mãos soltas, como sempre faço quando tô sentado, coloquei minha mão esquerda no apoio do banco da frente (como se precisasse!!!), onde ela já tava segurando. E devagar, centímetro por centímetro, nossas mãos se encontraram de novo. Primeiro foi um roço bem leve, mas já sabíamos os dois o que a gente tava fazendo. Ela tava bem perto de mim, e nossas mãos já tavam bem grudadas. Até que ela já tinha posto um dedo em cima da minha mão.

Imagino que agora vocês tão pensando: só isso??? Um dedo em cima da mão dele? Tamo no Poringa, mano, que porra é essa?

Sim, até agora é uma bobeira. Mas desde que entrei no busão, não tinha trocado olhar com a mina de novo. E muito menos a gente tinha falado de novo. Só roços, que agora já eram definitivamente intencionais. Eu ainda tinha uns 10 minutos de viagem, e só pensava em descer com ela, meter um motel e comer ela como se não houvesse amanhã.

Já com a mão dela em cima da minha, se acariciando como se fôssemos um casal, e eu fora de mim, fui acariciando a perna dela com a mão direita. Bem sutil, porque embora já tivesse meio descontrolado, sentia que a galera no busão tava olhando pra gente. Uma paranoia. Estúpida, mas que me mantinha controlado pra não descascar o boneco ali no meio da galera voltando do trampo.

Enquanto a gente se acariciava, eu olhei pra ela, pela primeira vez, desde que subimos no busão. Ela tava rindo, dava pra ver que tava nervosa e com tesão. A reação dela era fofa. Nenhum dos dois entendia direito a situação. Minha cabeça era um caldeirão de pensamentos me invadindo. Primeiro, que eu tinha namorada. Nunca tinha traído nem pretendia, mas tudo isso foi tão inesperado que quando eu pude pensar, já tava fundo demais. Foi por isso também que, mesmo tendo começado a situação, nunca fiz nada concreto porque também não queria. Foi tão sutil e gradual que quando me toquei, minha cabeça já não tava funcionando. Tipo, uma das duas tava funcionando, mas não a que me deixa tomar decisões inteligentes, e sim a outra, que já tava completamente cheia de sangue, pronta pra ir pra guerra.

A real é que nunca esperei estar ali, me acariciando num ônibus com uma gatinha que eu tinha conhecido ali mesmo, com quem não tinha trocado uma palavra, mas lá estava eu. Tinha que fazer umas paradas à tarde, mas já não tava nem aí pra nada. A única coisa que eu tava analisando era como fazer pra gente descer junto e que motel tinha por perto.

Quando a gente tava chegando no meu ponto (haha), criei coragem, levantei e falei:

- Olha, você me encantou e tô a fim de continuar. Quer descer aqui comigo e a gente vai pra algum lugar por aqui?

A verdade é que no pouco tempo que tive pra pensar no que dizer e como dizer, foi isso que saiu. Eu sabia que ela descia umas quadras mais pra frente, porque tinha ouvido ela mandar um zap. Foi uma aposta, porque por um lado eu sabia que tava errado o que tava fazendo e não queria, mas por outro tava com um tesão que nunca tive na minha vida de puta e não queria parar por ali. Sabia que foi arriscado falar aquilo, porque pra uma gostosa descer com um completo estranho naquela situação é um risco muito grande. grande.

"Pode vir" – respondeu depois de hesitar 2 segundos, mas com um sorriso. Ter passado naquela final virou uma merdinha perto daquela resposta.

O busão já tava bem mais vazio, então a gente chegou perto da porta, e como ainda faltava uma parada, segurei o rosto dela com uma mão e a cintura com a outra e dei um beijo. A descarga de tesão depois de tanto tempo nos esquentando no ônibus foi incrível. A gente se pegou por 1 minuto feito dois adolescentes que não têm noção de que tão num lugar público, e descemos.

Quando descemos, a gente se comeu de boca feito dois desesperados. A gente tava em outro planeta. Eu tava com um tesão que me transbordava, a ponto de me sentir drogado, e ela parecia na mesma.

– Eu sei que isso é uma puta loucura, mas sério, você me enlouquece. Eu moro perto, mas se você quiser, a gente vai pra um motel que eu conheço.

– Kkkkk não é possível que a gente tá fazendo isso.

– Também não kkk, mas desde que te vi no ponto, a única coisa que penso é em como te comeria toda.

– Ai, meu Deus, não pode me falar isso, que filha da puta, eu também. – Ela segurou meu rosto e me deu um beijo que quase me transformou num homo erectus. – Me espera, porque eu tava indo pra casa de uma amiga, tenho que avisar que vou mais tarde.

– Pode crer.

Ela avisou a amiga e a gente seguiu pra um motel da área que ficava a umas quadras, e caminhamos juntos. Ela me deu a mão e a gente foi como se fosse um casalzinho. Agora, pensando friamente, me sinto um filho da puta, mas na hora eu já nem era eu. Tava numa nuvem de tesão total.

No caminho, a gente quase não falou. Em cada semáforo, a gente aproveitava pra se pegar. Realmente parecíamos dois caras de 15 anos cuja única forma de descarregar o tesão que sentem é se pegar, e o único efeito disso é o mesmo que jogar gasolina no fogo.

Quando a gente chegou no bendito motel, antes de abrir a porta, encostei ela na parede e a comi ali, totalmente alucinado. Embora não fosse uma rua Super tarada, passava gente, mas não tava nem aí. Queria levantar aquele vestido dela e foder ali mesmo contra a parede, mas num lampejo de lucidez me segurei e abri a porta.

Era um hotel bem tranquilo. Eu tinha ido uma vez só e era ok, valia pelo preço. Quando chegamos no balcão, ela perguntou se tinha o quarto com hidromassagem e, com a resposta positiva, pedimos um turno de 3 horas naquele. Essa assertividade fez eu ficar ainda mais duro, se é que era possível. Tava com vontade de levantar ela e levar pro quarto igual um homem das cavernas.

- Passem na 4.

Mal entramos e já começamos a nos beijar igual loucos. Não tinha mão que desse pra tocar ela. Se na rua a gente tava doido, eu me segurava pra não pegar na bunda dela ou passar a mão, mas agora que távamos sozinhos, nos soltamos completamente. Enquanto beijávamos, comecei a massagear a bunda toda dela com as duas mãos e ela subiu em cima de mim. Quando digo que tava tão excitado que me sentia drogado, não é brincadeira, era uma loucura, nunca tinha me sentido assim. Até tinha mais força que o normal, porque em outra ocasião eu não aguento mais de 20 segundos segurando uma gostosa naquela posição, mas não me cansava.

Caímos na cama e começamos a nos tocar desesperados. Tiramos os tênis, ela tirou minha camiseta e começou a acariciar meu torso todo enquanto eu tirava o vestido dela. A filha da puta não tava de sutiã e ainda tinha uma calcinha fio dental preta de renda que caía perfeitamente nela.

- Nossa, não pode ter essa calcinha, vai me matar.

- Haha, é que é confortável e gosto de usar calcinhas bonitas quando tô de vestido.

- Fica incrível em você, tem um corpaço – e me joguei em cima dela sem conseguir terminar a frase.

A verdade é que ela era uma delícia. Era magrinha, não tinha muitos peitos, mas tinha um corpo esbelto com uma cor linda, e uma bunda muito gostosa, pra ser sincero. Naquele momento, mesmo que ela tivesse o corpo do Pity Alvarez, eu teria comido ela do mesmo jeito, mas o O fato de ela ainda ser gostosa por cima era um plus espetacular.

Enquanto a gente continuava se pegando, ela subiu em cima de mim e começou a rebolarno meu pau, que já tava tão duro dentro da calça que começava a doer. Sem perder tempo, me despiu de uma vez e pegou no meu pau com uma vontade que agradeci pra caralho. A vontade com que eu olhava e tocava nela tava me deixando completamente louco. Ela começou a me bater uma punheta com uma mão e a mexer nas minhas bolas com a outra, e eu me sentei.

Ela começou a me beijar de boca aberta enquanto me masturbava, e pelo visto enjoo de me beijar porque do nada desceu e começou a dar beijinhos na cabeça do meu pau.

— Que pau lindo que você tem, bebê.

Ela ainda nem tinha colocado na boca, mas falou isso e eu quase gozei. Peguei ela pelo cabelo, não com muita força pra não pegar ela desprevenida, mas com uma certa autoridade pra ver se ela curtia essa onda, e puxei ela pra perto pra beijar a boca dela.

— Hoje é toda sua, morena — e soltei ela pra continuar o serviço.

Ela continuou me dando uns beijos na boca e começou a chupar meu pau com uma habilidade que me surpreendeu pra caralho. Na minha experiência com mulheres, que também não é lá muito grande, não muitas sabem chupar bem de cara. Pode ser que eu seja meio exigente, mas pra eu gostar muito tenho que dar umas dicas do que eu curto mais. Essa mina era incrivelmente boa. Ela chupava devagar, com vontade, sem nojo nenhum. Eu tenho um pau bonito, não muito grande mas de bom tamanho e hegemônico (?)

Enquanto me chupava, com uma mão continuava me batendo uma e com a outra acariciava minhas bolas. Eu tava em êxtase total, hipnotizado com aquele sobe e desce, que de vez em quando intercalava com lambidas como se meu pau fosse um sorvete, me olhando fixo nos olhos enquanto tocava um house meio doido típico de hotel, que eu curtia como se tivesse tomado MD do mais puro.

Depois de um tempo, ela começou a chupar com mais ritmo, sem nunca largar minhas bolas. Ela cuspia, eu batia uma, ela olhava nos meus olhos, tava me deixando louco. Podia pedir pra casar que eu ia topar na hora.

- Não pode chupar tão bem, sua filha da puta, se continuar assim não vou aguentar te comer

- Não?? Não quer me comer?? - sem parar de me masturbar, ela fez um biquinho que eu não resisti.

Peguei ela, joguei na cama e comecei a chupar ela. Fiquei uns segundos e aos poucos fui descendo enquanto beijava o corpo dela inteiro, devagar, sempre ligado na respiração e nos gemidos baixinhos pra saber o que mais tava agradando. Quando cheguei nos peitos dela, comecei a chupar e morder de leve os bicos, enquanto passava a mão na buceta por cima da calcinha fio dental. Depois de um tempo, ela mesma tirou a calcinha e aproveitei pra continuar tocando ela.

Fiquei mais uns minutos, alternando entre chupar os peitos dela e beijar ela de língua, enquanto passava o dedo indicador bem de leve no clitóris. Quando ela já tava no limite, comecei a descer pra chegar onde queria desde a primeira vez que vi ela. Não tava toda depilada, tinha um pouco de pelo mas sinceramente, sempre me importei e ainda me importo zero. Sempre é gostoso ver uma buceta toda depilada, mas particularmente não ligo, contanto que não seja uma selva amazônica.

Comecei devagar, dando beijos na parte de dentro das coxas, até chegar nos lábios e aos poucos fui usando a língua, até terminar chupando o clitóris dela direto, devagar e sempre ligado nas reações dela. Amo a tranquilidade de estar lá embaixo, no controle da situação, sabendo que se fizer direito, depois pode fazer o que quiser.

Fiquei um tempo nisso, e comecei a enfiar um dedo. Ela tava toda molhada, e quando entrei, soltou um gemido lindo.

"Ai siiiim, amoooo"

Continuei chupando ela, cada vez mais rápido e enfiando já dois dedos. Ela não parava de se mexer e gemer, eu agarrava o cabelo e falava umas coisas baixinho que eu não conseguia entender direito porque tava muito concentrado na minha tarefa.

- Por favor, preciso que você me coma.

- Não te ouvi, fala mais alto - falei me fazendo de besta enquanto continuava.

- POR FAVOR ME COME LOGO

- Ah é? Quer meu pau dentro? - e quando falei isso, com os dois dedos que tinha dentro e sem parar de chupar ela, fiz pressão na parte da frente, onde fica o ponto G, e ela começou a gemer desesperada

- SIM PELO AMOR DE DEUS SIM ME COME

Já bêbado de prazer, me posicionei como pra foder tipo papai e mamãe, com ela bem aberta e as pernas um pouco levantadas. Enrolei as pernas dela nos meus braços, apoiando uma mão na barriga dela e com a outra apontando o pau pra buceta dela que já tava encharcada.

Antes de meter, só a uns centímetros de distância, já sentia o calor saindo daquela buceta linda. Um pensamento rápido passou pela minha cabeça, uma lembrança distante do meu velho falando "Filho, sempre tem que usar camisinha". Infelizmente, tanto ele quanto eu sabemos que tem momentos que é absolutamente impossível agir com responsabilidade. Nem essa mina, que eu nem sabia o nome, nem eu, pensamos que tinha que usar camisinha.

Quando apoiei e os primeiros dois centímetros do meu pau entraram, foi a melhor sensação que senti na minha vida. Ouvir o gemido de prazer dela, e sentir aquele calor molhado tão particular que a buceta de uma mulher gostosa tem, foi orgásmico. Um prazer infinito. Fazia muito tempo que não comia sem camisinha, e foi tudo de bom que eu lembrava e mais.

Comecei a me mexer devagar, sabendo que já desde o começo tava perto de gozar. Com as pernas dela nos meus ombros comecei a bombar num ritmo suave mas firme, enquanto ela já gemia bem alto.

- ADORO ISSO NÃO PARA NUNCA

Não pensava em parar. Tava gostoso demais e concentrado pra falar, só saíam uns sons animais de mim.

Começamos a pegar ritmo e entramos a Foda forte. Cada vez que eu metia até o fundo, ela soltava um grito de prazer que pra mim era igual um tiro de pó, me enlouquecia e queria mais e mais. A gente não conseguia tirar os olhos um do outro. A gente se devorava na boca e se acariciava o corpo todo do jeito que dava.

Num momento, enquanto com uma mão me apoiava na cama, enrolei o pescoço dela com a mão, de leve, testando pra ver se ela gostava.

- mmm sim vai, me enforca um pouquinho meu amor, por favor

Essa mulher ia me fazer morrer ali, e eu ia morrer feliz, fazendo honra ao Pompilio. Sem parar de comer ela, já um pouco mais devagar, comecei a apertar o pescoço dela aos poucos. Quanto mais apertava, mais ela gemia e se contorcia toda, até que depois de uns minutos começou a tremer e gritar.

- SIIIIIIIII SIM DEUS AAAAAAA

Ela tava gozando e meu pau podia sentir. Eu parei de me mexer porque se eu me mexesse gozava, e não ia parar ali mesmo. Foram 30 segundos até que ela ficou quase dormindo, com meu pau dentro, sem nos mexermos.

- adoro seu pau, cara, nunca para de me comer

- não vou tirar meu pau de dentro não, gostosa, você me deixa louco - falei quase hipnotizado, e a gente se envolveu num beijo muito carinhoso, enquanto eu continuava dentro dela, durão como estava desde o ônibus. - Fica de quatro que vou te foder bem forte

Tirei o pau de dentro dela, e ela se virou rápido de quatro. Ela tinha uma docilidade que me viciada. Fiquei atrás dela, e antes que eu pudesse apontar e entrar, ela olhou pra trás e com a cara mais de puta que conseguia fazer me disse:

- vai me dar uma boa surra de pica, papai??

- vou te destruir e encher de leite, puta linda

Só de falar isso ela soltou um gemido baixinho e ficou de quatro bem arqueada. Agora eu tava totalmente sem freio, então meti o pau, meti bem devagar até o fundo, e comecei a martelar bem forte. Dava tapas nela já quase com raiva. A cada tapa, um gemido a mais, que me convidava a tratar ela como uma puta que ela Gostava que comessem ela bem forte.

Fiquei um tempão metendo forte, mas diminui o ritmo porque já dava pra ver minha porra no horizonte. Com uma mão na cintura dela, agarrei o cabelo dela com a outra e comecei a comer ela bem devagar, enfiando e tirando quase tudo. Ela tava puta de tesão e não parava de pedir minha rola.

- Vou encher você de porra, ouviu? Vou gozar tudo dentro e continuar te comendo enquanto minha porra escorre de você.

- Mmsi, por favor, bebê, não tira, me come toda, me comeeee

Já sem forças pra segurar a gozada, puxei ela bem contra mim e levantei um pouco, trazendo o torso dela contra o meu, sem tirar de dentro. Enquanto comia ela, com o braço esquerdo segurava ela e com o outro comecei a massagear o clitóris dela. Ela começou a gemer que nem uma louca e eu já não aguentei mais, comecei a gozar pra caralho. Sentia que não parava de sair porra e ainda por cima ela começou a gozar também. Ela começou a se contorcer toda e ficou largada na cama, enquanto a porra escorria toda de dentro dela.

Ficamos os dois largados na cama, depois do orgasmo mais forte da minha vida, sem conseguir nos mexer nem falar. Acho até que dormi uns minutos.

Sem falar nada, fomos nos limpar no banheiro e deitamos abraçados feito dois namorados.

- Ficaria trancado aqui o dia inteiro com você, te comendo sem parar e enchendo você toda de porra.

- E daí, o que te impede?

- Tá falando sério? Olha que eu ligo pra recepção agora mesmo.

- Claro, quero continuar te comendo agora mesmo hahaha - e ela subiu em cima de mim sem me deixar falar nada.

Não tive tempo de ligar até terminarmos a segunda transa das várias que tivemos naquele dia. Não sei que desculpas inventei pras coisas que tinha que fazer, nem como consegui comer tantas vezes num dia, nem quanto tive que pagar de hotel. Só sei que foi a melhor experiência da minha vida, e que saí com uma vontade de comer ela de novo que não fazia sentido pra quantidade de porra que tinha deixado dentro dela a noite toda.

8 comentários - Do ônibus pro hotel

ransit
"Me imagino que ahora están pensado: solo eso??? Un dedo encima de su mano? Estamos en Poringa flaco, que te pasa?"
BRILLANTE!!!! eL RELATO ES UNA BOMBA, pero esta línea es sublime!!!
Seguí mostro!!!! Esa pluma no puede parar!!!! Saludos y puntos
Excelente relato, ojalá haya más relatos de cogidas con esta mina, y que le sigas llenando la concha de leche hasta dejarla preñada, cómo hace un macho alfa.