SEXO CON UN TRAVA QUE CONOCI EN UN FESTIVAL (anécdota real)

O que vocês vão ler agora não vão acreditar, me chamo Marcos Caleri Lassa e desde hoje gosto de levar uma boa pirocada de uns travecões. Tava indo na casa de um amigo pra fumar um baseado e ele disse que rolava ir num festival de alguma coisa que tinha na minha cidade, falei que sim, como era perto da gente, fomos e chegamos. O lugar era um festival LGBT cheio de gente da comunidade, viados, um monte de cuties e bichas fazendo manifestação pela igualdade, eu tava muito excitado vendo os travecões, e por sorte consegui pegar umas 3 bombonas. Era um grupo de 3 amigas transexuais, uma era uma negra morena com um top preto e uma bunda gigante de dar vontade de meter pica até matar, enquanto eu olhava pra ela, meu pau ficava duro e eu pensava no que podia fazer com ela e se ela teria grande, imaginando o tamanho daquela cock. Enquanto isso, esperei atravessar a rua enquanto o pessoal passava, olhava pra ela e meu pau ficava duro e eu deixava bem claro, e ela entrava na brincadeira e me olhava, cheguei perto e pedi as horas. — Ei, você tem horas? Desculpa. — Sim, são 19:06. — Nossa, sério? Pensei que era mais tarde, e aí, o que você tá fazendo aqui? — Vim com duas amigas ver o que rolava nesse festival da nossa comunidade. — Nossa, sério? Eu passei por acaso hahaha. Muito lindo o que tão montando aqui. — Sim, também notei que tem uns caras gostosos, eu vim ver isso também, tô procurando um cara bonito que nem você. — Sério, você me acha bonito? — Sim, mas desculpa se fui invasiva, não quis te deixar desconfortável. — Não me deixa desconfortável, de jeito nenhum. — Muita gente se incomoda com minha condição de garota transexual. — Olha, eu não te conheço, mas você não era o garoto gay que passou a mão na minha bunda uma vez no colégio? — VOCÊ É MARCOS CALERI??? NESSE MOMENTO EU FIQUEI EM CHOQUE. — NOSSA, CARALHO, VOCÊ MUDOU PRA CARALHO, PERDÃO, DIGO, MUDOU PRA CARALHO. — Nossa, não sabia que ia te encontrar aqui, você também, atrevida, tá de olho na minha bunda e na minha cara, dá pra ver que você tá com vontade. — Vontade de quê? — Olha, minha casa fica a duas quadras, se quiser a gente vai só nós dois (Pensei nisso). Muito, mas eu falei "foi", é um ex-colega de escola) A verdade é que tava com uma puta vontade de ver a rola dele assim que ele falou que era um ex-colega, agora ficou uma gostosa do caralho, se antes de conhecer ele tava sem hormônio e já tinha uma bunda daquelas, agora como mulher tá triplamente mais comível, e pra piorar, quero que ele me domine, é mó alta, foi a primeira vez que realmente me senti um putinho, porque ouvia a voz dele e pensava, deus, com essa voz de traveco quero que ele arrebente minha bunda. Enquanto eu olhava de canto, e a gente chegava, ele falava: ~Eu lembro que vocês me zoavam pra caralho porque eu era o viadinho, o que comia de quatro, não esqueço disso hein -Como você se chama agora? Me desculpa, fui muito burra, quero confessar uma coisa ~ O quê? Que você come? É óbvio, se você tava olhando pro meu volume com os olhos (Eu fiquei em choque porque nunca antes um viado tinha me dito como eu me sentia sobre minha sexualidade, sentia que tava tudo errado e que tinha que parar, mas me joguei, tomei a iniciativa e fui feliz) Fiquei em silêncio e não respondi até chegar, e ele me ofereceu um copo d'água, tudo isso enquanto ligava a TV e tava passando um canal pornô gay, me senti super desconfortável, mas pensei e falei "já era, já imaginava como ia ser, se na escola ele pegava todas" ~E aí, o que foi, te incomodou? Antes você me olhava e agora te sinto desconfortável -Me sinto mal, sinto que tô fazendo tudo errado, estando com um cara agora na casa dos outros, sabendo como vai terminar ~Por que você não se liberta um pouco e se deixa levar? Já foi, idiota, se faz feliz, eu decidi ser Camila e não mais Mariano pra minha felicidade, porque queria me sentir uma mulher já que na infância fui um menino que era menina no corpo errado, não sou um cara, sou uma mulher -Mas...(nisso ele pega nas minhas bochechas e me dá um beijo de língua bem forte, e aí diretamente meu pau ficou duro como pedra, e ele tava tocando, e eu pensava, deus, que lábios de viado são esses que me deixam tão excitado, me sinto tão putinho agora) Isso me coloca a mão na porra do pau dela e ela fala ~Eu tenho maior, vou te dar a Booty agora, chupa aqui, vai. Ela puxou a tanga pro lado e saiu uma porra de uma pica gigante, bem venosa e preta como ela, digo, ela. Ela deixou dura e eu fiquei tão puta que fui direto chupar, enfiei inteira na boca, enquanto apalpava aquele rabão gordo que ela tinha, e pensava: caralho, tô chupando uma pica boa de um traveco, vou tomar o leite de um viado de roupa de mulher, enquanto tem som de pornô gay alto na casa, situação mais doente não imaginei. Enquanto chupava, ela falava ~Isso, viado, chupa, assim, do jeito que você me olhava e agora tem ela toda na sua boca de maricon. Fala mais, viado, vai, me trata como um putão, um que faz merda, que me deixa de pau duro ~Olha como eu te deixo duro, essa é uma sensação que só os bem viadinhos têm coragem de fazer, olha. Ela coloca a pica dela em cima da minha e bate punheta pras duas juntas, aperta, a gente gozou pra caralho até eu gozar, um gozo que saiu com um gemido, me senti livre, com um parceiro que virou o gatinho do colégio ~Fica de quatro, lindo, vai chegar um presentinho por você ter saído do armário e assumido que é viado ~Vai, mamãe, me faz teu, me come todo. Fiquei de quatro e como ela entrou, deus, já era, senti como se fosse casar com essa traveco linda, pude apalpar a bunda toda e ela meteu o pauzão dela, toda a sensação de viado que acabou de tomar o primeiro pau biológico, me senti nas nuvens. 1 hora e meia me bombando em várias posições, eu também nela, a gente fazia vai e volta, era uma rola linda, juro que até pedi ela em casamento. Nisso, voltei pro ponto pra pegar o busão e ela foi comigo ~Finalmente, doido, realizei um sonho, juro que desde o colégio eu apalpava tua bunda pensando em um dia comer, mesmo você me xingando de otário por reprimir o que você gosta, a pica. Você é a primeira mulher. Cara que me fode assim, sério, muito obrigado por me fazer sentir tão bem, Mariano, digo, Camila, desculpa, não me acostumei ~ Fica tranquila, me chama quando quiser, me chama do jeito que você quiser, você tem tudo permitido, o que você é na cama ninguém tem. Poucas se deixam comer igual você. Nisso o ônibus chegou e eu fui embora. Dá like pra parte 2 que eu fiquei com ela e mais duas amigas.

5 comentários - SEXO CON UN TRAVA QUE CONOCI EN UN FESTIVAL (anécdota real)

yaaaaa segui contando... subi fotos si tenes?!
que grande jaja ya me dieron ganas de estar con un traba a mi tambien
Creo que es el relato más raro que haya leído, pero no puedo negar que me calentó.
Te dejo +10 puntos 👍.