Relato de como feminizamos meu irmão
Eu e meu irmão morávamos na mesma casa. Oi, sou Marta e sou psicóloga. Um dia, minhas amigas da faculdade e eu estávamos tomando café em casa, conversando e rindo sobre qualquer assunto que surgia. Estávamos nessa quando meu irmão passou em direção ao quarto dele. Uma das minhas amigas comentou: "Seu irmão não tem amigos? A verdade é que ele é um cara solitário." Eu disse: "Por que ele não vem tomar café com a gente?" Noemí comentou: "Acho que tantas mulheres juntas dão um pouco de medo nele. É verdade o que nos diziam nas aulas de sexologia, ou pelo menos com meu irmão se cumpre 100%." Eu disse de novo: "Se eu colocasse todos no consultório, eles iam se ligar", disse Natalia. "E o que você ia fazer com eles? Ia trocar o cérebro deles? Hahahaha." Noemí disse: "Bom, seria uma ótima ideia. Se eles tivessem um pouco de mentalidade feminina, acho que dariam mais bola pra gente. O que você acha, Jenny? Você tem um consultório de sexologia." Natalia disse: "O que querem que eu diga? Já vi tantos homens ruins soltos por aí, que essa ideia já tinha passado pela minha cabeça", disse Jenny. "Ei, e por que a gente não tenta?" Rosa disse: "O quê? O que devemos tentar?" Eu disse: "Bom, isso, colocar um pouco de mentalidade feminina nos homens. Aliás! Por que a gente não experimenta com seu irmão?" (Rosa) "Não tô entendendo." (Eu) "Bom, tá claro. Por que a gente não transforma seu irmão na sua irmã? Seria divertido." (Jenny) "Vocês tão doidas?! Como pensam em fazer isso? Vão entrar no quarto dele e dizer... 'Ei, José, vamos te transformar numa mina, tá bom?'" (Eu) "Poxa, Marta, não é tão fácil, mas também não é impossível." (Natalia) "Eu sei como fazer. Vamos levar a sério?" Jenny: "Não sei... Bom, tá bom?" (Uma após a outra) "Então, combinado? Pois bem. Lembram da matéria de sugestão da graduação? Pois bem, eu pratiquei com alguns pacientes, é muito fácil." "Ahhh, sim, como?" (Eu) "Bom, uma forma é através de mensagens subliminares. Quando testei com um paciente, pedi à esposa dele que colocasse áudios com mensagens que gravamos enquanto ele estivesse dormindo. Preparamos fitas de filmes onde inserimos mensagens subliminares entre os fotogramas, depois de quatro meses, o paciente estava muito menos violento e mais gentil com sua esposa, funcionou. Então qual é a sua ideia? (Noemí) Muito simples, primeiro preparamos umas fitas nas quais gravamos frases do tipo "eu gosto de ser mulher", "eu adoro roupas femininas", "eu amo ser muito feminina",... depois modificamos as gravações de séries, filmes, etc., e introduzimos fotogramas com fotos de modelos e frases que digam algo assim como "eu adoraria ser como elas", e depois de dois meses, Marta, começa a deixar umas calcinhas entre suas gavetas ou cestos como por descuido, sabe, e vemos se ela as veste. Também podemos espionar o PC dela para ver se ela se conecta a páginas de transexualismo, a internet está cheia de garotos que não saíram do "armário" mas sim da "gaveta", com certeza seu irmão vai se conectar a essas páginas. Enquanto nós insistimos para que ele saia conosco, o halloween é daqui a dois meses, poderíamos sugerir que ele se fantasie de garota para ver como reage. Tenho um par de pacientes transexuais, poderíamos convidá-los e falar do assunto para ver se ele se dá por aludido, até convidá-lo para sair com eles para festas. (Jenny) Poderia servir para o projeto de modificação de comportamento "Transformei meu irmão na minha melhor amiga", o que vocês acham? (eu) Vamos fazer? Vai ser divertido. (Jenny) Valeu!!! (todas) Continua...
Eu e meu irmão morávamos na mesma casa. Oi, sou Marta e sou psicóloga. Um dia, minhas amigas da faculdade e eu estávamos tomando café em casa, conversando e rindo sobre qualquer assunto que surgia. Estávamos nessa quando meu irmão passou em direção ao quarto dele. Uma das minhas amigas comentou: "Seu irmão não tem amigos? A verdade é que ele é um cara solitário." Eu disse: "Por que ele não vem tomar café com a gente?" Noemí comentou: "Acho que tantas mulheres juntas dão um pouco de medo nele. É verdade o que nos diziam nas aulas de sexologia, ou pelo menos com meu irmão se cumpre 100%." Eu disse de novo: "Se eu colocasse todos no consultório, eles iam se ligar", disse Natalia. "E o que você ia fazer com eles? Ia trocar o cérebro deles? Hahahaha." Noemí disse: "Bom, seria uma ótima ideia. Se eles tivessem um pouco de mentalidade feminina, acho que dariam mais bola pra gente. O que você acha, Jenny? Você tem um consultório de sexologia." Natalia disse: "O que querem que eu diga? Já vi tantos homens ruins soltos por aí, que essa ideia já tinha passado pela minha cabeça", disse Jenny. "Ei, e por que a gente não tenta?" Rosa disse: "O quê? O que devemos tentar?" Eu disse: "Bom, isso, colocar um pouco de mentalidade feminina nos homens. Aliás! Por que a gente não experimenta com seu irmão?" (Rosa) "Não tô entendendo." (Eu) "Bom, tá claro. Por que a gente não transforma seu irmão na sua irmã? Seria divertido." (Jenny) "Vocês tão doidas?! Como pensam em fazer isso? Vão entrar no quarto dele e dizer... 'Ei, José, vamos te transformar numa mina, tá bom?'" (Eu) "Poxa, Marta, não é tão fácil, mas também não é impossível." (Natalia) "Eu sei como fazer. Vamos levar a sério?" Jenny: "Não sei... Bom, tá bom?" (Uma após a outra) "Então, combinado? Pois bem. Lembram da matéria de sugestão da graduação? Pois bem, eu pratiquei com alguns pacientes, é muito fácil." "Ahhh, sim, como?" (Eu) "Bom, uma forma é através de mensagens subliminares. Quando testei com um paciente, pedi à esposa dele que colocasse áudios com mensagens que gravamos enquanto ele estivesse dormindo. Preparamos fitas de filmes onde inserimos mensagens subliminares entre os fotogramas, depois de quatro meses, o paciente estava muito menos violento e mais gentil com sua esposa, funcionou. Então qual é a sua ideia? (Noemí) Muito simples, primeiro preparamos umas fitas nas quais gravamos frases do tipo "eu gosto de ser mulher", "eu adoro roupas femininas", "eu amo ser muito feminina",... depois modificamos as gravações de séries, filmes, etc., e introduzimos fotogramas com fotos de modelos e frases que digam algo assim como "eu adoraria ser como elas", e depois de dois meses, Marta, começa a deixar umas calcinhas entre suas gavetas ou cestos como por descuido, sabe, e vemos se ela as veste. Também podemos espionar o PC dela para ver se ela se conecta a páginas de transexualismo, a internet está cheia de garotos que não saíram do "armário" mas sim da "gaveta", com certeza seu irmão vai se conectar a essas páginas. Enquanto nós insistimos para que ele saia conosco, o halloween é daqui a dois meses, poderíamos sugerir que ele se fantasie de garota para ver como reage. Tenho um par de pacientes transexuais, poderíamos convidá-los e falar do assunto para ver se ele se dá por aludido, até convidá-lo para sair com eles para festas. (Jenny) Poderia servir para o projeto de modificação de comportamento "Transformei meu irmão na minha melhor amiga", o que vocês acham? (eu) Vamos fazer? Vai ser divertido. (Jenny) Valeu!!! (todas) Continua...
2 comentários - Inducido en una feminizacion forzada Pt.1