Carlos era um loiro de olhos azuis, bonitão, um cara normal com sua namorada, mas tinha um problema: gostava muito de mulheres e traía minha parceira constantemente. Estava sentado com minha parceira na cama, pelados, esperando fazer amor com ela, quando ela jogou uma calcinha fio-dental vermelha de renda em mim.
- E isso?
- Você vai gostar, é pra você.
- Hahaha, não me vejo usando um fio-dental.
- Eu te vejo.
Não sei como, mas meu corpo começou a se mover sozinho, fazendo com que eu colocasse a calcinha. Uma vez vestida, notei algo estranho na virilha, como se o pau estivesse entrando para dentro. Olhei e vi como ele desaparecia debaixo da calcinha e rapidamente se marcou uma fenda.
- O que está acontecendo, Nuria? O que está rolando comigo?
- Simplesmente seu corpo está se adaptando à calcinha.
- Mas como assim? Você está fazendo bruxaria comigo?
Eu dizia enquanto via meus seios crescerem e surgirem duas tetas protuberantes.
- Vou te explicar, gostosa. Essa calcinha é um fio-dental feminizador, transforma em mulher quem o veste. Como você gosta tanto de mulheres e fica constantemente transando com elas, me desrespeitando, procurei uma vingança na internet e encontrei essa que te transforma em mulher. Se você gosta tanto delas, por que não ser uma delas? Em poucos minutos você será toda uma mulher, a versão feminina de você. Será uma viciada em sexo com homens, uma puta ninfomaníaca.
- Não, por favor, para com isso! Não quero ser mulher, juro que não vou mais transar com outras mulheres.
- Não tem volta atrás. Tenho certeza que você não vai mais transar com mulheres. Só há uma condição: ficar 24 horas sem que um homem goze dentro de qualquer um dos seus três buracos. Mas já garanti que isso não vai acontecer. Em menos de duas horas você estará engolindo a primeira porra. Você está configurada para ser viciada em sêmen e vai recebê-lo pelos seus três buracos. Relaxa, não pode engravidar nem ficar doente, então vai transar sempre sem camisinha.
- Isso não vai acontecer, não vou foder com nenhum homem.
- Em poucos minutos seu cérebro terá mudado, você vai pensar e ter os mesmos... necessidades que qualquer mulher tem, menos uma parte da sua mente que manterá seu lado masculino e poderá falar comigo através de pensamentos. Quero ver você sofrer em seus pensamentos enquanto é fodida diariamente.
- Você é louca, vou te denunciar.
- Hahaha, isso é impossível. A garota em que você está se transformando não saberá que era um garoto antes, terá memórias desde criança como se sempre tivesse sido assim. Pipipipipippipi.
- Carla, seu celular está tocando.
- Sim, diga.
Da minha boca saiu uma voz de mulher. ENTRE ASPAS FALA O PENSAMENTO.
"Essa não é minha voz, de onde saiu?"
"Sua transformação terminou, você é uma mulher completa."
Eu ouvia a voz da Nuria na minha cabeça, mas ela não movia os lábios – era transmitida mentalmente, e a Carla não a ouvia, pois não dizia nada, continuava falando ao telefone.
- Quem era? Carla.
- Marcos, um cara com quem marquei num site de encontros, ele chega em 45 minutos. Preciso me apressar e me arrumar para recebê-lo.
- Te deixo sozinha para se arrumar.
- Sim, você me atrapalha.
Nuria saiu do quarto, enquanto eu notei que o celular era rosa, e o meu anterior era preto.
"E esse celular, de onde saiu?"
"Seu novo celular, Carla. Aliás, todas as vadias que você tinha adicionado sumiram da sua agenda. Agora só tem homens adicionados, já sabe… porque a vadia agora é você."
Apesar de Nuria não estar no quarto, ela falava lentamente comigo.
Carla foi até as gavetas da cômoda para escolher o que vestir e abriu a de cima, cheia de lingerie. Então me vi no espelho: uma garota de cabelo longo loiro, olhos azuis e lábios carnudos, como os que eu gostava nas mulheres, lábios feitos para chupar.
"E toda essa roupa de mulher, de onde saiu, sua puta?"
"Com você, tudo mudou. Olhe o quarto: antes era nosso quarto, agora é um quarto decorado para uma garota. Seus boxers viraram calcinhas e conjuntos de lingerie, suas calças viraram saias e seu calçado são sapatos de salto."
Carla tirou roupas das gavetas e se vestiu. um sutiã, meias até a coxa, uma liga, uma calcinha fio dental e sapatos de salto alto, tudo em vermelho. Ela se sentou em frente ao espelho e começou a se maquiar. Depois de um tempo, a campainha tocou lá embaixo. "Carla, seu homem está aqui. Vai abrir a porta." "Sim, vou." "Mas como você vai abrir a porta vestida assim? Põe alguma coisa!" "Por mais que você diga, ela não te escuta. Só pode se comunicar comigo. Acostume-se, agora você é uma puta assim." "Não tem mais volta, só a opção que eu te disse. Mas só te contei para te fazer sofrer mais, porque olha só, você age como uma mulher." Carla abriu a porta. Entrou um garoto mais alto que ela e bem musculoso. Eles deram dois beijos e ela o levou para o quarto. "Pra ser sincero, Carla, não esperava que você me recebesse assim." "Gosto de ir direto ao ponto. Assim vocês já entram excitados." "Então vamos." Ela me convence a beijá-lo e percorrer seus peitorais com minhas mãos pequenas e femininas. Fui descendo, desabotoei a calça e a puxei para baixo. Toquei no pau do garoto por cima da cueca e me ajoelhei, levando-o à boca. "Não faça isso, não chupa ele, para!" "Hahaha, já está chupando. Viu só que puta você é? Pode gritar o quanto quiser, já sabe que ele não vai te ouvir." Continuei chupando ele por um bom tempo. "Mano, vou gozar." Acelerei os movimentos. "Não, na boca não! Não goza, tira ele! Merda, ele gozou." "Hahaha, meia hora durou sua ilusão. Acostume-se a se ver assim todo dia. Vou te fazer sofrer por alguns meses com seus pensamentos de homem, e depois vou deixar sua mente se desvanecer e você será uma garota normal como as outras. Bem puta, mas uma garota para sempre." "Por favor, faça isso mudar. Não quero ser mulher, muito menos uma puta. Tem que ter um jeito." "Não tem mais como mudar. Além disso, só mudou sua posição. Antes você via sua putinha de cima, e agora vê seus amores de baixo." Eu ia conversando mentalmente com Nuria enquanto meu outro eu, Carla, estava de pernas abertas, curtindo uma boa foda em várias posições, até que ele gozou dentro de mim, e... Ele se deitou ao meu lado, mas ao ver seu pau ali meio ereto, me joguei de novo para chupá-lo, recebendo outra gozada na minha boca. Aí sim me levantei.
- Bom, Marcos, foi um prazer. Me diverti, mas tô com pressa, tenho coisas pra fazer.
- Tudo bem, Carla, a gente se vê outro dia.
- Claro que sim, amor.
Despedi ele na porta e corri pra tomar um banho.
- Carla, seu amigo já foi?
- Sim, Nuria.
- Foi rápido.
- É que logo depois de comer, marquei com outro cara.
- Que puta que você tá, hein.
- Você sabe que eu adoro sexo.
- Claro que sim, Carla, aproveita.
"Outro? Já não basta esse?"
"Ai, Carla, querida, acostume-se a ficar com dois, três e até quatro homens por dia. Você é ninfomaníaca, lembra? Se cobrasse, ficava rica, mas não pode. O feitiço só serve pra você transar por prazer."
"Por favor, pra isso eu não aguento."
"Antes você não reclamava de comer toda mulher que aparecia na sua frente."
"Não é a mesma coisa, esses são homens."
"Ah, olha só: se for mulher, sim, e se for homem, não? Pois é, assim vai ser sua vida agora, gata. Você vai se fartar de homens."
"Porra, Nuria, é um castigo muito pesado. E não me chama de gata."
"Pesado, você diz? Pesado era pra mim saber que você vinha de foder com outras. E como te chamo? Puta, safada, vadiazinha... Qual você gosta mais? Ah, tanto faz, agora você é todas."
Enquanto Carla seguia com a dela, me vestindo, coloquei um conjunto de lingerie de renda rosa e uma robe por cima. Depois comi, limpei a cozinha e fiz várias tarefas de casa – coisas que eu nunca tinha feito e agora saíam sozinhas. Às 5, o interfone tocou: era meu outro macho. Fiquei umas duas horas com ele. Ele me encheu de porra todos os meus buracos. Quando ele foi embora, disse que eu era muito puta e que gostava de fêmeas assim, então em uns dois dias ele me ligaria.
Depois fiz o jantar pra Nuria e pra mim – foi a primeira vez que fiz sem que me pedissem. E, jantando, marquei com outro cara pra nos encontrarmos num bar e ir pra casa dele. A agenda do celular estava cheia de homens, mensagens e fotos peladas. Olá. 'Nuria, por favor, diga a ele que transar tanto não deve ser bom.' 'Você vai ter que se acostumar, eu te criei assim.'" Depois do jantar, tomei banho. Minha virilha e a calcinha ainda estavam encharcadas da porra do meu último macho. Coloquei um fio-dental preto, um top e uma minissaia que mal cobria minha bunda. "Com quem você marcou?" "Com Raúl, um dos meus ficantes fixos." "Nuria, não posso sair na rua assim, por favor, diga a ele para isso, pareço uma puta." "Parece não, você é, linda." "Porra, não quero ser mulher e muito menos uma puta." "Eu também não queria ser uma corna, e você não ligava, então isso aí você procurou." Saí de casa direto para o bar. Lá estava Raúl com um grupo de amigos. Cumprimentei todos, percebi que na minha memória os conhecia há muito tempo e com dois deles já tinha transado. Por último, cumprimentei Raúl com um beijo longo. "Como está minha putinha?" "Muito bem, gato." Pedi um cuba-libre e me apoiei nas pernas de Raúl. Com uma mão ele me segurou pela cintura e a outra direto na bunda. De vez em quando ele massageava e chegou a alcançar minha buceta com os dedos por cima do fio-dental, na frente de todos. Eu me acomodava para facilitar o trabalho dele. "Raúl, por favor, vamos para sua casa, estou muito excitada." "Claro que sim, minha puta." Ficamos até altas horas da madrugada fazendo sexo, e adormeci lá. Ao acordar, transamos de novo. Eu mesma preparei o almoço para nós dois depois e voltei para casa por volta das 10 da manhã. Tomei um banho. Era sábado, fiz todas as tarefas de casa junto com Nuria e, depois do almoço, recebi outro cara em casa. Quando ele foi embora, Nuria e eu nos arrumamos para sair para jantar e ir para a balada. Nada a ver ela comigo: ela bem vestida e elegante, e eu bem vestida, mas puta. Jantamos com algumas amigas. Era curioso, como se as conhecesse de sempre. À noite, chegamos à balada. Muitos caras se aproximavam e me cumprimentavam. Não estávamos há mais de 30 minutos lá dentro quando, com um deles, já fui para o carro fazer um boquete. Às 5... Desde a madrugada ela já tinha chupado três caras diferentes e tinha transado com um no meio da rua, na escuridão. "Nuria, não aguento mais isso, faz parar" "Hahaha, você não tem ideia de como eu curto te ver indo atrás de todos esses caras igual uma putinha, aliás, gosto mais de você como Carla, agora você até ajuda nas tarefas de casa, é uma verdadeira mulherzinha". Essa vai ser a vida da Carla de hoje em diante e para sempre, por ter sido um homem que não respeitava sua parceira.
- E isso?
- Você vai gostar, é pra você.
- Hahaha, não me vejo usando um fio-dental.
- Eu te vejo.
Não sei como, mas meu corpo começou a se mover sozinho, fazendo com que eu colocasse a calcinha. Uma vez vestida, notei algo estranho na virilha, como se o pau estivesse entrando para dentro. Olhei e vi como ele desaparecia debaixo da calcinha e rapidamente se marcou uma fenda.
- O que está acontecendo, Nuria? O que está rolando comigo?
- Simplesmente seu corpo está se adaptando à calcinha.
- Mas como assim? Você está fazendo bruxaria comigo?
Eu dizia enquanto via meus seios crescerem e surgirem duas tetas protuberantes.
- Vou te explicar, gostosa. Essa calcinha é um fio-dental feminizador, transforma em mulher quem o veste. Como você gosta tanto de mulheres e fica constantemente transando com elas, me desrespeitando, procurei uma vingança na internet e encontrei essa que te transforma em mulher. Se você gosta tanto delas, por que não ser uma delas? Em poucos minutos você será toda uma mulher, a versão feminina de você. Será uma viciada em sexo com homens, uma puta ninfomaníaca.
- Não, por favor, para com isso! Não quero ser mulher, juro que não vou mais transar com outras mulheres.
- Não tem volta atrás. Tenho certeza que você não vai mais transar com mulheres. Só há uma condição: ficar 24 horas sem que um homem goze dentro de qualquer um dos seus três buracos. Mas já garanti que isso não vai acontecer. Em menos de duas horas você estará engolindo a primeira porra. Você está configurada para ser viciada em sêmen e vai recebê-lo pelos seus três buracos. Relaxa, não pode engravidar nem ficar doente, então vai transar sempre sem camisinha.
- Isso não vai acontecer, não vou foder com nenhum homem.
- Em poucos minutos seu cérebro terá mudado, você vai pensar e ter os mesmos... necessidades que qualquer mulher tem, menos uma parte da sua mente que manterá seu lado masculino e poderá falar comigo através de pensamentos. Quero ver você sofrer em seus pensamentos enquanto é fodida diariamente.
- Você é louca, vou te denunciar.
- Hahaha, isso é impossível. A garota em que você está se transformando não saberá que era um garoto antes, terá memórias desde criança como se sempre tivesse sido assim. Pipipipipippipi.
- Carla, seu celular está tocando.
- Sim, diga.
Da minha boca saiu uma voz de mulher. ENTRE ASPAS FALA O PENSAMENTO.
"Essa não é minha voz, de onde saiu?"
"Sua transformação terminou, você é uma mulher completa."
Eu ouvia a voz da Nuria na minha cabeça, mas ela não movia os lábios – era transmitida mentalmente, e a Carla não a ouvia, pois não dizia nada, continuava falando ao telefone.
- Quem era? Carla.
- Marcos, um cara com quem marquei num site de encontros, ele chega em 45 minutos. Preciso me apressar e me arrumar para recebê-lo.
- Te deixo sozinha para se arrumar.
- Sim, você me atrapalha.
Nuria saiu do quarto, enquanto eu notei que o celular era rosa, e o meu anterior era preto.
"E esse celular, de onde saiu?"
"Seu novo celular, Carla. Aliás, todas as vadias que você tinha adicionado sumiram da sua agenda. Agora só tem homens adicionados, já sabe… porque a vadia agora é você."
Apesar de Nuria não estar no quarto, ela falava lentamente comigo.
Carla foi até as gavetas da cômoda para escolher o que vestir e abriu a de cima, cheia de lingerie. Então me vi no espelho: uma garota de cabelo longo loiro, olhos azuis e lábios carnudos, como os que eu gostava nas mulheres, lábios feitos para chupar.
"E toda essa roupa de mulher, de onde saiu, sua puta?"
"Com você, tudo mudou. Olhe o quarto: antes era nosso quarto, agora é um quarto decorado para uma garota. Seus boxers viraram calcinhas e conjuntos de lingerie, suas calças viraram saias e seu calçado são sapatos de salto."
Carla tirou roupas das gavetas e se vestiu. um sutiã, meias até a coxa, uma liga, uma calcinha fio dental e sapatos de salto alto, tudo em vermelho. Ela se sentou em frente ao espelho e começou a se maquiar. Depois de um tempo, a campainha tocou lá embaixo. "Carla, seu homem está aqui. Vai abrir a porta." "Sim, vou." "Mas como você vai abrir a porta vestida assim? Põe alguma coisa!" "Por mais que você diga, ela não te escuta. Só pode se comunicar comigo. Acostume-se, agora você é uma puta assim." "Não tem mais volta, só a opção que eu te disse. Mas só te contei para te fazer sofrer mais, porque olha só, você age como uma mulher." Carla abriu a porta. Entrou um garoto mais alto que ela e bem musculoso. Eles deram dois beijos e ela o levou para o quarto. "Pra ser sincero, Carla, não esperava que você me recebesse assim." "Gosto de ir direto ao ponto. Assim vocês já entram excitados." "Então vamos." Ela me convence a beijá-lo e percorrer seus peitorais com minhas mãos pequenas e femininas. Fui descendo, desabotoei a calça e a puxei para baixo. Toquei no pau do garoto por cima da cueca e me ajoelhei, levando-o à boca. "Não faça isso, não chupa ele, para!" "Hahaha, já está chupando. Viu só que puta você é? Pode gritar o quanto quiser, já sabe que ele não vai te ouvir." Continuei chupando ele por um bom tempo. "Mano, vou gozar." Acelerei os movimentos. "Não, na boca não! Não goza, tira ele! Merda, ele gozou." "Hahaha, meia hora durou sua ilusão. Acostume-se a se ver assim todo dia. Vou te fazer sofrer por alguns meses com seus pensamentos de homem, e depois vou deixar sua mente se desvanecer e você será uma garota normal como as outras. Bem puta, mas uma garota para sempre." "Por favor, faça isso mudar. Não quero ser mulher, muito menos uma puta. Tem que ter um jeito." "Não tem mais como mudar. Além disso, só mudou sua posição. Antes você via sua putinha de cima, e agora vê seus amores de baixo." Eu ia conversando mentalmente com Nuria enquanto meu outro eu, Carla, estava de pernas abertas, curtindo uma boa foda em várias posições, até que ele gozou dentro de mim, e... Ele se deitou ao meu lado, mas ao ver seu pau ali meio ereto, me joguei de novo para chupá-lo, recebendo outra gozada na minha boca. Aí sim me levantei.
- Bom, Marcos, foi um prazer. Me diverti, mas tô com pressa, tenho coisas pra fazer.
- Tudo bem, Carla, a gente se vê outro dia.
- Claro que sim, amor.
Despedi ele na porta e corri pra tomar um banho.
- Carla, seu amigo já foi?
- Sim, Nuria.
- Foi rápido.
- É que logo depois de comer, marquei com outro cara.
- Que puta que você tá, hein.
- Você sabe que eu adoro sexo.
- Claro que sim, Carla, aproveita.
"Outro? Já não basta esse?"
"Ai, Carla, querida, acostume-se a ficar com dois, três e até quatro homens por dia. Você é ninfomaníaca, lembra? Se cobrasse, ficava rica, mas não pode. O feitiço só serve pra você transar por prazer."
"Por favor, pra isso eu não aguento."
"Antes você não reclamava de comer toda mulher que aparecia na sua frente."
"Não é a mesma coisa, esses são homens."
"Ah, olha só: se for mulher, sim, e se for homem, não? Pois é, assim vai ser sua vida agora, gata. Você vai se fartar de homens."
"Porra, Nuria, é um castigo muito pesado. E não me chama de gata."
"Pesado, você diz? Pesado era pra mim saber que você vinha de foder com outras. E como te chamo? Puta, safada, vadiazinha... Qual você gosta mais? Ah, tanto faz, agora você é todas."
Enquanto Carla seguia com a dela, me vestindo, coloquei um conjunto de lingerie de renda rosa e uma robe por cima. Depois comi, limpei a cozinha e fiz várias tarefas de casa – coisas que eu nunca tinha feito e agora saíam sozinhas. Às 5, o interfone tocou: era meu outro macho. Fiquei umas duas horas com ele. Ele me encheu de porra todos os meus buracos. Quando ele foi embora, disse que eu era muito puta e que gostava de fêmeas assim, então em uns dois dias ele me ligaria.
Depois fiz o jantar pra Nuria e pra mim – foi a primeira vez que fiz sem que me pedissem. E, jantando, marquei com outro cara pra nos encontrarmos num bar e ir pra casa dele. A agenda do celular estava cheia de homens, mensagens e fotos peladas. Olá. 'Nuria, por favor, diga a ele que transar tanto não deve ser bom.' 'Você vai ter que se acostumar, eu te criei assim.'" Depois do jantar, tomei banho. Minha virilha e a calcinha ainda estavam encharcadas da porra do meu último macho. Coloquei um fio-dental preto, um top e uma minissaia que mal cobria minha bunda. "Com quem você marcou?" "Com Raúl, um dos meus ficantes fixos." "Nuria, não posso sair na rua assim, por favor, diga a ele para isso, pareço uma puta." "Parece não, você é, linda." "Porra, não quero ser mulher e muito menos uma puta." "Eu também não queria ser uma corna, e você não ligava, então isso aí você procurou." Saí de casa direto para o bar. Lá estava Raúl com um grupo de amigos. Cumprimentei todos, percebi que na minha memória os conhecia há muito tempo e com dois deles já tinha transado. Por último, cumprimentei Raúl com um beijo longo. "Como está minha putinha?" "Muito bem, gato." Pedi um cuba-libre e me apoiei nas pernas de Raúl. Com uma mão ele me segurou pela cintura e a outra direto na bunda. De vez em quando ele massageava e chegou a alcançar minha buceta com os dedos por cima do fio-dental, na frente de todos. Eu me acomodava para facilitar o trabalho dele. "Raúl, por favor, vamos para sua casa, estou muito excitada." "Claro que sim, minha puta." Ficamos até altas horas da madrugada fazendo sexo, e adormeci lá. Ao acordar, transamos de novo. Eu mesma preparei o almoço para nós dois depois e voltei para casa por volta das 10 da manhã. Tomei um banho. Era sábado, fiz todas as tarefas de casa junto com Nuria e, depois do almoço, recebi outro cara em casa. Quando ele foi embora, Nuria e eu nos arrumamos para sair para jantar e ir para a balada. Nada a ver ela comigo: ela bem vestida e elegante, e eu bem vestida, mas puta. Jantamos com algumas amigas. Era curioso, como se as conhecesse de sempre. À noite, chegamos à balada. Muitos caras se aproximavam e me cumprimentavam. Não estávamos há mais de 30 minutos lá dentro quando, com um deles, já fui para o carro fazer um boquete. Às 5... Desde a madrugada ela já tinha chupado três caras diferentes e tinha transado com um no meio da rua, na escuridão. "Nuria, não aguento mais isso, faz parar" "Hahaha, você não tem ideia de como eu curto te ver indo atrás de todos esses caras igual uma putinha, aliás, gosto mais de você como Carla, agora você até ajuda nas tarefas de casa, é uma verdadeira mulherzinha". Essa vai ser a vida da Carla de hoje em diante e para sempre, por ter sido um homem que não respeitava sua parceira.
0 comentários - Convertido en ninfómana (venganza)