sacandome la duda y calentura

Um dia na empresa onde trabalho, uma colega me contou que a cunhada dela tinha um namorado e que, segundo a cunhada, aquele cara tinha um pauzão de mais de trinta centímetros, bem grosso, e que fazia a cunhada gozar tanto que ela já tinha dividido o namorado com algumas amigas, e todas ficaram super encantadas com aquele pauzão; a gente ria e disfarçava com brincadeiras e piadas o fato de que aquilo tinha nos impressionado pra caralho; meu marido tem um pau grande, mas não igual ao que a amiga descreveu.

Na segunda-feira seguinte, eu tava mais ansiosa do que nunca, e minha colega chegou com um sorriso que não cabia no rosto; ela me contou em detalhes tudo o que tinha feito e que, de fato, o pau era tão grande quanto descreviam.

Mas a coisa não podia ficar por isso; eu não queria contar pro meu marido o quanto o comentário da minha colega tinha me excitado, porque ele ia se empolgar e tentar fazer eu ir lá e fazer algo de que eu me arrependeria depois; mas eu tava com tanta curiosidade e, no fundo, sem saber, uma excitação tão forte.sacandome la duda y calenturaNão consegui mais me segurar e, uma tarde na saída do trabalho, fui até o local onde ficava a casa do namorado da cunhada da minha colega para tentar vê-lo e saber como ele era. Sentei num café na esquina da frente e me acomodei na janela pra ver se ele saía. Depois de um tempo, vi chegar um táxi de onde desceu um casal que entrou na casa. Ao caminhar pelo jardim, vi que a garota era uma loira bem alta e estava agarrada na cintura dele, com a cabeça apoiada no peito do homem. Então entendi que ele era o dono do pau grande, tinha que ser. Era um cara de uns 35 anos, quase 1,90m de altura, parecia meio atlético e me causou uma impressão muito boa. Só de vê-lo e imaginar a ferramenta enorme dele, fiquei molhadinha e tive que apertar as pernas pra não vazar nenhum líquido.

Fiquei nesse café umas duas horas e já estava indo embora quando a mulher que tinha entrado saiu e se dirigiu pra esquina onde ficava o café em que eu estava. Senti um arrepio, sabendo que ela tinha acabado de receber aquele pauzão e vinha andando com uma leveza típica de uma boa sessão de sexo, e no rosto dela dava pra ver que estava muito feliz. Fiquei olhando ela caminhar e já ia seguir em frente, mas de repente ela voltou e entrou no café. Pediu um cigarro e sentou pra fumar. Não consegui me conter, me aproximei e perguntei se podia sentar com ela. Ela me olhou meio desconfiada, mas disse que sim. Imediatamente perguntei se ela conhecia minha colega de trabalho — fiz isso pra saber se era a cunhada ou outra amiga. Ela disse que não conhecia, e então me atrevi a confessar por que estava ali. Ela me confessou que era a segunda vez que o visitava e que cada vez gostava mais, que na verdade o pau dele não era só enorme, mas o cara sabia usar muito bem. Me recomendou que não deixasse passar essa oportunidade, que agora ele estava mais do que disposto porque sabia que não teria visitas pelo resto da tarde. Ela foi embora e eu fiquei um tempão pensando, sabia que pelo meu marido não teria problema, na verdade ele adoraria a ideia, o problema era eu; por um lado, estava com um medo danado, fui criada de um jeito muito recatado e achava que não conseguiria superar, mas por outro lado a excitação era muito maior, me decidi a seguir meu destino.
Toquei a campainha e uma voz muito forte e grave respondeu, quase tanto quanto a do meu marido, e aliás adoro esse tipo de voz, me identifiquei como amiga da cunhada da minha colega de escritório e ele mandou eu entrar e seguir para o pátio interno que logo me atenderia; naquele dia estava com um vestido bem primaveril, todo florido e de tecido bem leve que o vento balançava enquanto eu andava, me sentia fresca e frágil; como quase sempre, e seguindo o gosto do Alberto, que já era quase o meu próprio gosto, não usava sutiã e estava com uma tanguinha daquelas que atrás é só uma tirinha que entra bem fundo, me sentia como se estivesse pelada debaixo do vestido que mal cobria o fim da minha bunda; cheguei no pátio interno e no meio tinha uma espécie de fonte, me aproximei pra ver se tinha peixe, água ou o que era; não via ninguém em lugar nenhum e subi um pé na borda da piscininha e me inclinei pra olhar; era uma fonte pequena que estava desligada, tinha um pouco de água onde não se via peixe nenhum, mas parecia ser água bem fresca; fiquei um tempão olhando o movimento da água e sentindo o vento levantar suavemente meu vestido por trás, pensando que se alguém me visse assim poderia facilmente ver minha bunda quase nua; estava ficando ainda mais excitada com essa ideia quando senti uma presença atrás de mim; não quis me virar, sabia que era ele, comecei a ficar tão emocionada que meu coração acelerou, senti um nó na garganta e a respiração parecia não querer sair, queria me mexer, fazer alguma coisa, mas estava paralisada, sabia que ele poderia ver por baixo da minha saia e sentia ele se aproximando cada vez mais; senti o calor dele antes de sentir o corpo dele encostar nas minhas costas, fiquei imóvel, sentindo os olhos dele me percorrerem inteira, esperando o momento em que as mãos dele chegariam até mim; em uma parte da minha mente e por um instante, lembrei do homem que me tocou no cinema e fiquei ainda mais excitada; sentia que minhas pernas estavam falhando, minha buceta estava tão molhada que comecei a sentir líquido escorrendo pela minha coxa, até senti meu cu pulsar; desejei tanto que ele me pegasse nos braços porque senão eu cairia, desejava tanto virar e olhar para ele e me deparar com aquele pinto lindo e grande que eu queria para mim, queria sentir ele de uma vez, era tão gostoso, mas não aguentei mais, desabei em um orgasmo explosivo que quase me jogou no chão, não conseguia me segurar, tremia tanto e gemia como nunca em nenhum orgasmo de tantos que meu marido já tinha me dado; era incrível, não acabava, sentia que ainda saía fluxo e não parava e que estava tão quente que queimava e ele ainda não tinha me tocado; era tanta delícia que sentia que meu corpo todo se contorceu de tal forma que ele me segurou pelos ombros e, com certeza, como quem conhecia bem o que estava acontecendo comigo, simplesmente me abraçou e, acariciando meu cabelo, olhou nos meus olhos, que eu fechava intermitentemente para viver ainda mais o orgasmo mais fantástico de toda a minha vida; era tanto e tão lindo o que eu sentia que estava totalmente disposta a me entregar para ele agora e foi assim que aconteceu.
Definitivamente, meu marido tinha toda a razão, eu estava tão excitada só de sentir a presença de um estranho perto e sabendo que logo deixaria de ser fiel ao meu único homem, isso me deixava ainda mais com tesão; o cara me segurava abraçada, deixando eu aproveitar aquele orgasmo tão intenso, tremia da cabeça aos pés e meus fluidos da buceta continuavam saindo; devagar, ele me levou andando até dentro de casa e me ajudou a sentar porque eu sentia que caía se não me segurasse; ele me trouxe uma taça de vinho que eu Bebi com sede e depois fui apreciando bem devagar. Ele era bem bonito e alto, tinha o peito largo e dava pra ver claramente os músculos dele, mas claro que meu olhar tinha um alvo certo. Queria saber se era verdade tudo que me contaram sobre ele. Olhei pro volume dele por cima da calça e, claro, tinha algo bem grande ali. Não conseguia tirar os olhos daquele montão, mas fazendo um esforço, olhei nos olhos dele. Ele me convidou com o olhar pra chegar perto; eu fiquei petrificada, não conseguia me mexer, só queria sair correndo. Olhei pra ele como quem pede ajuda e talvez ele tenha entendido, porque se aproximou devagar. Sentou do meu lado, acariciou meu cabelo, me beijou suavemente na bochecha e tentou chegar nos meus lábios. Eu não consegui aceitar e virei o rosto. Então ele parou, levantou meu rosto com as mãos e perguntou por que eu tinha vindo. Tentei explicar, mas as palavras saíam atropeladas, quase sem sentido. Não sei o que falei, porque ele simplesmente me envolveu com os braços grandes e me apertou forte, sem pressa, e me senti muito melhor. Depois acariciou meu pescoço e disse que não faria nada que eu não pedisse. Olhei nos olhos dele e agradeci com o olhar.

Ele perguntou se eu queria ver o que tinha vindo ver. Eu só balancei a cabeça que sim, e então ele desabotoou a calça que tava usando e ficou parado. Eu fiquei tensa, mas aproximei a mão e apertei forte aquele volume enorme por cima da calça; senti que ele se mexeu com força. Aí não me segurei mais e enfiei a mão… hummmmmmm, que emoção. Senti ele tão quente, tão grande, não acreditava no que tava tocando. Precisava ver, e apressada puxei a calça dele pra baixo, que já tava solta, e na minha frente saltou imponente um pauzão. Não, era muito mais. Eu já tinha visto vários paus em filmes, alguns bem grandes, até o do meu marido eu achava supergrande, mas isso superava qualquer comparação de longe. Peguei ele com as duas mãos e, mesmo tendo mãos grandes, e colocando elas em linha, uma do lado da outra, eu não conseguia pegar aquele pau todo, tão grosso e comprido; comecei a imaginar que nenhuma mulher conseguiria enfiar um pedaço daquele, mas entendi que o prazer devia ser tão intenso, porque eu já estava soltando uma quantidade enorme de fluidos pela minha buceta, até sentia meu cu pulsando, queria fazer alguma coisa mas não tinha coragem, ele sabia o que eu sentia porque devagar me pegou pelos ombros e começou a me despir, eu queria que a terra me engolisse, mas também queria experimentar aquilo, já não dava mais pra parar; uma vez nua, ele começou a acariciar meus peitos com uma delicadeza que não parecia própria de um homem daquele tamanho, fazia isso com uma mão só e com a outra tirou a roupa dele, ficando como eu, completamente nu; o pauzão, por causa do peso, não conseguia ficar na horizontal, balançava pra cima e pra baixo e de um lado pro outro, eu não conseguia evitar, minhas mãos tocavam tudo, desde a base até a cabeça imensa que parecia uma pera vermelha gigante; ele me pegou pela nuca e tentou me fazer descer pra eu fazer sexo oral nele; sabia que não podia recusar que ele fizesse comigo o que quisesse, e aproximei meu rosto e toquei ele com meus lábios, suave, e depois fui beijando todo o contorno, sentia aquele pedaçao de carne pulsando com a proximidade dos meus lábios, comecei a dar beijinhos suaves e cada vez foram mais fortes, eu gostava de sentir aquela pele tão macia e aquele cheiro de macho, forte, excitante, ele me pegou pela cabeça e me aproximou da ponta pra eu pegar ele com meus lábios; por mais que eu quisesse, não dava pra enfiar aquele pau na minha boca, mas eu tinha uma obrigação comigo mesma e com aquele homem de tentar, então abri minha boca o máximo que pude e mal sentia uma pequena parte da cabeça do pau tentando entrar, e ele, sem soltar meu rosto, começou a acariciar meu pescoço e ao redor da boca que estava totalmente aberta, tentava relaxar mais meus músculos, mas era impossível; então ele Me senti mais excitado e tentei enfiar com força, senti que ia rasgar minha boca e tentei abri-la o máximo possível, senti que entrou um pouco mais, mas nem assim a ponta inteira entrou; então senti o gosto do líquido pré-seminal dele, e amei, tentei passar alguma coisa e minha boca sugou; ele aproveitou para enterrar a glande inteira, senti que me preenchia completamente, mas era uma sensação de satisfação tão grande que senti outro orgasmo chegando; ele sentiu meus tremores e me penetrou com os dedos na minha buceta, tornando minha chegada ainda mais explosiva; ele continuava empurrando o pênis enorme dentro da minha boca, mas não tinha como continuar, a glande inteira estava dentro, sentia minha mandíbula como se fosse se soltar do resto do rosto, tentei me entregar às sensações na minha buceta e não sentir nenhuma dor na boca, mas era muito difícil, o pau parecia que crescia, então percebi tarde demais o que estava acontecendo, ele começou a gozar e, claro, me engasguei com tanto esperma que perdi o controle e agarrei com as duas mãos aquele pau intruso para puxar e tirar antes de me sufocar com o líquido quente dele; ele entendeu errado, pensou que eu queria era masturbá-lo e apertou mais o quadril contra meu rosto, e não sei o que aconteceu, minha garganta se dilatou tanto que permitiu que o pau dele entrasse um pouco mais e se enchesse de esperma que eu engolia e engolia sem parar; ele empurrou mais e senti que se introduzia mais em mim até que travou bem no fundo da minha garganta, eu não conseguia me mexer e senti meu nariz se abrindo ao máximo para respirar porque a boca e a garganta estavam totalmente entupidas; senti como continuava jorrando esperma até que ele ficou parado dentro de mim, eu continuei num orgasmo tão prolongado por tamanha excitação que me dava sentir aquele pau enorme tentando entrar mais e mais; sabia que não entraria mais e ainda faltava mais da metade; eu tentava imaginar a cena, eu quase de joelhos na frente de um completo estranho, cujo pau enorme estava perfurando toda a minha garganta e ainda queria penetrar mais; isso não parava de me excitar cada vez mais. Depois de vários minutos, ele me pegou pelo pescoço e, massageando, foi tirando aos poucos o pau que ainda continuava ereto, embora não tanto como antes; me levantou do chão e me beijou com força no pescoço, nos olhos, em todo o meu rosto e finalmente me beijou na boca, penetrando com a língua insistente, tentando acariciar a pele interior machucada por tamanho esforço.

Aos poucos, recuperei a compostura; senti que era hora de sair daquela casa, mas que longe estava da realidade; ele me levou para a cama enorme dele, parecia que tudo nele e ao redor dele era gigante; me deitou de lado e se deitou junto a mim. Me acariciou devagar, o corpo todo, eu tentava não sentir nada para me acalmar e ir embora o mais rápido possível, mas as carícias dele eram tão sedosas, tão intensamente suaves e contundentes que me deixei levar de novo; não ousava olhar nos olhos dele, só baixava o olhar e percebi que o pau dele estava pronto de novo, isso me excitou tanto que agarrei com as duas mãos e percorri de cima a baixo, tentava abranger toda a grossura mas não conseguia, ele com uma das mãos me acariciava a bunda e com a outra apertava meus peitos que estavam duros a ponto de doer; meus bicos estavam bem empinados, depois me beijou uma e outra vez, adoro ser beijada; me beijava e enfiava a língua bem fundo e eu devorava ela e tentava puxar para sentir cada vez mais para dentro; então começou a me penetrar com os dedos na minha buceta, eram longos e grossos, como um pau não tão pequeno, me penetrou com dois dedos, depois outro e mais um tentava me penetrar com a mão inteira, girava e empurrava; eu tentei ajudar e abri bem as pernas, então com a outra mão ele acariciou selvagemente meu cu e me penetrou com um dedo bem fundo, eu sentia que estava me molhando de novo de desejo e de outro orgasmo iminente.

Quando sentiu que eu estava mais que pronta, me virou e me Coloco de joelhos com o quadril bem levantado, eu tremia pelo que vinha, sabia que daria o meu melhor pra sentir aquela fera me penetrando, mas seria impossível conseguir, sabia que ele era o expert e então decidi me entregar totalmente nas mãos dele; me deixei fazer o que quisesse e quando me colocou na posição que queria, abriu bem minhas pernas deixando minha buceta totalmente aberta, mas ainda mais meu cu; ele pegou um lubrificante da mesinha lateral e passou uma quantidade generosa, na buceta bem fundo e nos lábios, aquela carícia me excitava ainda mais, depois pegou mais lubrificante e enfiou dois dedos no meu cu, mexia pra todos os lados, girava, enfiava até o fundo, tirava até a ponta e depois, sem tirar, abria os dedos e enfiava de novo sem juntá-los, aí senti que enfiava mais um dedo e girava e abria pra deixar o esfíncter dilatar o máximo possível; de repente senti que me penetrava pelo cu com algo bem mais grosso, não eram os dedos dele, pensei que tinha enfiado a mão inteira, mas não, era mais firme; tremi ao pensar que era o pau dele, mas não podia ser, quase não doeu, pelo contrário, me sentia plena e muito tesuda com aquilo dentro, olhei de novo e percebi, não sei em que momento, ele tinha tirado um consolador grande com formato de pau e estava enfiando tudo no meu cu, era tão grande quanto o pau do meu marido, era delicioso sentir aquilo, devagar ele enfiava e tirava; ao mesmo tempo, me acariciava o clitóris com a outra mão. Depois senti que abria minha buceta com os dedos e agora era ali que ele se preparou pra abrir o máximo que podia, enfiou quatro dedos e mexia como se fosse um pau prestes a gozar, com uma rapidez incrível; não parava um segundo, o consolador no cu continuava entrando e saindo; já estava quase gozando de novo quando, sem esperar, num movimento só, ele tirou o consolador, tirou a mão da buceta e encaixou o pau dele na minha buceta; empurrou fundo. necessário para me trancar lá dentro; não consegui impedir; que orgasmos, eu tremia da cintura para cima como uma doente, meus peitos doíam de tão duros que estavam, meu quadril estava imóvel, não conseguia nem avançar nem recuar, o pau tinha entrado sem eu esperar quase até a metade, era imenso, não aguentava a dor tão forte que sentia, mas era tanto prazer e tanto fluxo que continuava saindo, que minhas pernas amoleceram e quase caí na cama, mas ele me segurou firme sem me deixar cair, começou a retirada do seu imperioso e gigante pau, era um pequeno descanso, depois de tirar só uma pequena parte, ele enfiou de novo ainda mais fundo, e aí eu não aguentei mais e caí quase desmaiada na cama; ele se arrastou comigo para não perder a penetrada, então se virou de lado e se deitou ao meu lado sem tirar, depois pegou minha perna esquerda e levantou o máximo que pôde para girar o corpo dele e ficar entre minhas pernas, para assim me virar e eu ficar de costas e ele por cima na posição de missionário, depois, sem tirar o pau, continuei me mexendo para deslocar minhas pernas até a cintura dele e ir subindo elas, cada vez que me acomodava sentia o pau entrando mais e mais; ele chegou a colocar minhas pernas sobre os ombros dele e nessa posição senti que ele poderia me perfurar tanto e me machucar, tentei me levantar, mas claro que ele não deixou, pelo contrário, me apertou forte e me penetrou tão duro que eu desmaiei.
Acordei sentindo uma forte ardência na buceta e uma sensação de estar cheia, totalmente cheia, ele estava me olhando intensamente; quanto tempo passou, não importa, ele sorria e me fez sorrir, senti todo o pau enorme dele dentro de mim, sabia que ele tinha me rasgado, sentia líquidos saindo e saindo da minha buceta, sabia que não era só meu orgasmo, era sangue com certeza e claro, porra; ele estava parado, minhas pernas para o alto, eu olhava para elas e parecia que não eram minhas, não as sentia, ele me beijou ternamente e Suavemente, depois com mais paixão e finalmente a gente se beijava com tanto ardor, minha língua procurava a dele, sugava e ele apertava meus lábios com os dele, senti um calor novo na minha buceta dolorida, o pau dele estava recuperando o tamanho, embora parecesse que nunca tinha perdido, fiquei com medo de pensar que ele ia me machucar de novo, mas não, ele ficou parado, só o pau se mexia dentro de mim, senti ele pulsar e comecei a mexer os músculos da buceta pra acompanhar, fui ficando excitada de novo e ele começou a se mover devagar pra frente e pra trás; ele penetrava meu cu com um dedo; depois enfiou dois dedos e depois mais um, me apertei forte nele e senti minha buceta se acostumar com o volume dele... meu cu estava sendo bem cuidado e eu já sentia outro orgasmo chegando; ele se ajeitou melhor e tirou boa parte do pau pra depois enfiar até o fundo e de novo tirava até a metade e mergulhava até sentir bater na parede do útero; sentia uma dor forte a cada estocada, mas era maior o prazer de me sentir tão cheia, tão completamente possuída; aquele pau enorme quase entrando tudo dentro de mim até onde dava e os quatro dedos dele no meu cu, que prazer indescritível, gozei num novo orgasmo, dessa vez completamente consciente e foi de tanto prazer que apertei ele tão forte como agradecendo por tudo que ele me fazia sentir; sabia que meu marido ia ficar absolutamente encantado quando eu contasse e, lembrando disso, senti outro orgasmo de novo.

Não sei quanto tempo durou aquele momento sublime, ele gozou tanto que a cama e os lençóis deviam estar encharcados, depois tirou o pau até a metade e retirou os dedos do meu cu; ele olhou nos meus olhos e disse que agora a gente ia experimentar o cu; pulei da cama como pude, não sei como, me soltei do abraço dele e quase gritando falei que nem louca ia enfiar aquilo no meu cu e comecei a catar minhas roupas; me vesti apressada e quase sem me despedir saí de casa; mal na rua... Percebi que tava toda molhada, que não me lavei e que qualquer um ia perceber o estado que eu tava, mas não liguei; eu ia continuar curtindo essa experiência por muito tempo.

1 comentários - sacandome la duda y calentura

winide
muy buen relato hermosa gozastes como loco y te sacastes calentura con el cuñado tu compañera y no le distes cola