Por mi culpa mi mamá entregó su cuarto

Vou te situar, isso aconteceu quando eu tinha uns 10 anos. Naquela época, minha mãe já estava separada do meu pai há 3 anos, e eles nunca mais se falaram. A gente tinha uma papelaria ao lado de casa, com a entrada dentro de casa, e minha mãe atendia lá. Passavam muitos homens por lá, e na época eu não entendia por que a maioria era homem — só fui sacar agora. É que minha mãe é muito gostosa. Tem uns peitões enormes e uma bunda que qualquer um podia se afogar de tão grande. Ela sempre ignorava todos os elogios que os homens faziam, e eu sempre achei que era porque ela ainda amava meu pai. Até que numa sexta-feira, sem aula, decidi fazer uma surpresa pra ela na papelaria. Entrei sem ela perceber, porque ela tava conversando com uma moça, e me sentei num lugar onde ela não me via. Pouco depois, entrou o Abraham, um cara de 20 anos que tava trabalhando instalando uns aparelhos estranhos pra deixar a casa inteligente. Apesar da idade, ele tinha 1,75m e dava pra ver que malhava, porque o filho da puta era bem trincado. — Oi, dona Michel (esse é o nome da minha mãe). — Oi, Abraham, precisa de algo? — Só vim avisar que terminei de instalar os aparelhos, só faltam os do seu quarto. Ele nem terminou de explicar, quando minha mãe cortou ele com uma voz estranha. — Me desculpa, Abraham, mas fiquei sem grana e não consegui te pagar pra comprar os aparelhos que faltam. — Não se preocupa, eu compro e quando a senhora puder, vai me pagando aos poucos. — Sério, Abraham? Você é um amor. Assim que eu conseguir o dinheiro, vou te dando. — Bom, vou indo. Tenha uma boa tarde. Durante toda a conversa, minha mãe se inclinava mais que o normal no balcão, como se quisesse mostrar o decote, e mordia uma caneta. Quando ela se virou, eu a cumprimentei. Ela se assustou. — Oi, mãe. — O que você tá fazendo aqui, filho? — Fiquei entediado em casa e quis vir te ver. — Desde quando você tá aqui? — Acabei de chegar, mãe. Ela suspirou e continuou trabalhando como se nada tivesse acontecido. O Abraham terminou o serviço 2 dias depois. depois, minha mãe não conseguiu juntar todo o dinheiro porque também faltava pagar a mão de obra, e pedi pra ela se por favor poderia passar no último sábado do mês, ele aceitou. Naquela sexta de manhã, minha mãe tava muito preocupada porque já tinha gastado todo o dinheiro no médico, já que eu tinha pegado uma gripe. Ela ligou pra uma amiga. Não consegui ouvir quase nada da conversa porque ela entrou rápido no quarto dela. Pouco depois, ela saiu com uma blusa vermelha super justa, parecia de látex, com um decote enorme que se ela se abaixasse, um peito escapava fácil, uma saia preta tipo couro, também super justa, dava pra ver que ela tava de fio dental, meia vermelha e salto alto. Ela se despediu e falou que não demorava, que ia só abrir um pouco e voltar, porque eu ainda tava doente. Passaram duas horas e eu já tava entediado, resolvi ir ver minha mãe sem ela perceber, pra ela não me xingar por estar fora da cama. Entrei o mais silencioso possível e me escondi atrás de umas caixas onde ninguém me via. O mais estranho é que a cortina da papelaria tava meio aberta, eu pensei que minha mãe já tava fechando, quando ouvi lá na frente uma voz, meio excitada e nervosa, ela disse: — Oi, Abraham, que bom que você veio, já tô fechando, me ajuda a fechar direito porque do jeito que eu tô não consigo. — Claro, senhora, sem problema. Desculpa, vai a uma festa? — Não, por que a pergunta? — É que a senhora tá muito arrumada e fechando cedo, pensei que ia pra uma festa. Ela não respondeu por que tava vestida daquele jeito, ofereceu um refrigerante e uma cadeira, começaram a conversar. — Olha, Abraham (enquanto sentava do lado dele), tive um problema com o dinheiro, meu filho ficou doente e gastei tudo no médico e nos remédios, não tenho como te pagar. Sei que você precisa do dinheiro urgente. Tem outro jeito de te pagar o que te devo (enquanto a mão dela acariciava a virilha dele). — Senhora Michel, não sei como quer me pagar, mas aceito o que a senhora propuser. (Enquanto a mão dele ainda tocava a entreperna da minha mãe) Dominada pela excitação e luxúria, ela subiu em cima dele sem pensar. — Te ofereço tudo o que está por cima de você.
Ele começou a beijar o pescoço dela e os peitos, e os dois começaram a se despir e se acariciar, até que minha mãe implorou pra ele meter. Abraham não só era sarado, como também era bem dotado. Até minha mãe se surpreendeu ao ver aquela pica.
Ele começou a subir e descer naquela pica, e minha mãe começou a gemer. — Ai, papai, me castiga mais, me comportei muito mal, ahhh, continua enfiando essa pica tão gostosa.
Essas palavras que minha mãe disse foram como energia pra Abraham, porque ele começou a penetrar ela mais rápido, até que minha mãe começou a gritar: — Tô gozando, tô gozando.
— Vamos gozar juntos, sua puta.
— Sim, sou sua puta, faz comigo o que quiser.
Os dois gozaram juntos, e eu só conseguia ver a cara de prazer da minha mãe.Por mi culpa mi mamá entregó su cuartoComentem se gostaram ou se querem mais histórias sobre minha mãe, já que esse foi o primeiro encontro de muitos.

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