Confesiones de una putita 6, el poli y yo

Depois de terminar minha história com Atilio (veja relatos anteriores), eu me comportei muito bem, fui uma garota boa e dedicada, até séria diria eu, mas não dá pra lutar contra a natureza e mais cedo ou mais tarde eu voltaria às minhas manias de puta. Um dia no final de dezembro apareceu o Luis, um policial novo que ia custodiar o quarteirão, por causa de uma série de roubos que houve nos comércios da região. Luis é moreno, tem uns 50 anos, deve medir 1,80m e tem um físico bem bom. Ele começou a ir todos os dias no bar onde eu trabalho porque segundo ele disse: "tenho três grandes vícios: cigarro, café e mulheres como você". Devo confessar que ele me deixava meio desconfortável quando aparecia, me encarava fixo com aqueles olhos negros e penetrantes, eu sentia como se ele estivesse me despindo com o olhar. O tratamento dele comigo sempre foi amável e correto (mas sempre soltava alguma indireta tipo "que linda essa calça em você, esses lábios vermelhos estão pedindo pra serem mordidos... etc). Como vocês sabem, eu sou bem puta provocadora, mas com ele não, ele me intimidava... irradiava uma aura terrivelmente masculina, um macho poderoso que me atraía e me intimidava. Ele costumava fazer a ronda de dia, das 7 às 19h, mas um dia que eu fui obrigada a mudar meu horário de trabalho e sair às 21h, eu o encontrei na rua quando estava indo pra casa. "Pra onde vai uma ruivinha (agora eu uso o cabelo ruivo) tão linda sozinha nessa hora?" E eu, ficando meio vermelha (coisa que eu odeio porque sendo tão branca fica muito visível), disse: "pra minha casa..." "Tá com pressa? Seu namorado tá te esperando?" Eu disse que não tinha namorado e ele sorriu como um gato prestes a comer um rato e me diz: "melhor pra mim... posso te convidar pra tomar alguma coisa?" Eu disse que sim, mas porque não consegui resistir àquele perfume tão terrivelmente masculino que ele tinha. Fomos a uma cervejaria e ficamos conversando umas três horas, depois ele diz: "certeza que você tá cansada, bebê, te levo em casa". Saímos de lá e entramos no carro dele, uma vez lá dentro, ele se aproximou até ficar bem colado em mim e me disse: "não sabe a vontade que eu tenho de comer você toda vermelha, suas curvas me deixam louco, essa bunda gordinha que pede palmadas aos gritos, esses lábios carnudos que estão pedindo para serem mordidos, mas principalmente essas tetas grandes que você tem me deixam maluco". E ele começou a me beijar... uff, como beija bem!! Ele mordisca meus lábios, brinca com a língua... me beija muito e por um longo tempo, e isso me derrete e me deixa muito excitada. Enquanto me beija, vai subindo as mãos da minha cintura até meus peitos e os acaricia por cima da roupa sem parar de me beijar. Eu começo a soltar pequenos gemidos de prazer, seus beijos, suas carícias e aquele cheiro de homem terrivelmente masculino estão me excitando como nunca... Ele para de me beijar, me olha com aqueles olhos negros tão intensos e diz: "que boca gostosa você tem, que beijos deliciosos e como você esquenta, estou com um tesão danado, gata, preciso te foder". Ele liga o carro e me leva a um hotel que estava ali perto, entramos, ele me vira de costas apoiada contra a porta e começa a me beijar o pescoço por trás e a tocar meus peitos, mordisca minhas orelhas, passa a língua e posso sentir ele encostar o pau duro na minha bunda. Entre gemidos, ele me diz no ouvido: "estou com uma vontade enorme de você, ruivinha, desde que te vi no bar, você é tão lindamente sexy". Depois me leva para a cama e me senta em cima dele, vai beijando meu pescoço, tira minha camiseta, abre meu sutiã e começa a chupar meus peitos. Uff, como faz bem, brinca com a língua nos meus mamilos, me morde devagar, os chupa. Não aguento mais de tão excitada que estou e não consigo parar de gemer. Ele me olha nos olhos e diz: "Ah, você não era tão tímida quanto parecia, é uma putinha tarada, hein? Olha como você está? Preciso fazer tudo que venho imaginando há dias..." Me deita na cama e se levanta para buscar algo, volta e diz: "levanta as mãos e fecha os olhos". Eu obedeço e sinto algo metálico envolvendo meus pulsos, quando abro os olhos, vejo que ele colocou suas algemas de serviço em mim. Olho para ele e ele diz: "ruivinha, agora você vai ser minha boneca e vou fazer tudo que que eu quisesse". Ele começou a beijar meu pescoço e foi descendo, demorou um tempão brincando com meus peitos, e eu sentia a mão dele acariciando suavemente por cima da calcinha... Ele me dizia que puta mais gostosa, já está toda molhada. Nunca tinha me sentido tão excitada assim, ele estava me dominando completamente e eu o sentia tão masculino, tão homem, tão... sei lá, poderoso... Não aguentava mais, pedi por favor que ele me comesse. Ele me virou e me posicionou de quatro na beirada da cama... ele ia colocar uma camisinha e eu pedi que não, precisava senti-lo assim, pele com pele, e ele enfiou o pau de uma vez até o fundo. Gemi de prazer, de sentir ele me preenchendo toda. Ele começou a se mover devagar, mas com cada enfiada bem profunda, e eu ia pedindo mais, me come mais forte, e ele foi acelerando o ritmo, e eu parei de gemer para começar a gritar de prazer, não aguentava de tão excitada que estava. Precisava que ele me comesse bem forte e que enfiasse o pau bem dentro e fundo. Ele começou a dar palmadas na minha bunda e eu implorei que batesse forte, precisava sentir aquela mão grande marcando minha pele. Não aguentava mais, disse entre gritos que precisava que ele me enchesse de porra, que precisava sentir ele gozar bem dentro. Ele começou a se mover mais rápido e a me dizer: é assim que você gosta, puta? É assim que você gosta de ser comida?? Que putinha vermelha. E eu senti, senti a porra quente dele me preenchendo toda e não aguentava mais, e eu também gozei com um orgasmo super intenso, daqueles que há muito tempo não tinha com ninguém. Depois ele me disse que eu o surpreendi, porque quando me olhava, ele percebia que eu ficava meio nervosa e que no início pensou que eu era uma garota tímida e que transar comigo ia ser meio chato, mas que meus peitos podiam compensar... mas que gostou que, na verdade, uma vez excitada, eu era uma puta bem safada que gostava de pau e de ser comida. Desde aquela vez, sempre que ele tem tempo, saímos e transamos tudo que podemos, nunca tinha saído com um cara que me excitasse tanto com seu cheiro tão masculino... meu Deus, acho que me apaixonei pelo policial.

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