el culo de mi novia 22 otra vez jose

Hoje vão dois capítulos que espero que vocês curtam bastante.
acho que o tesão é grande demais
mas vale a pena pra continuar essa história


VALEU PELOS PONTOS
OS COMENTÁRIOS
E AOS QUE ME SEGUEM


AGORA É SÓ APROVEITAR
















Fazia três meses desde a última vez que vimos o José, e uma noite a Laurita me disse que precisava falar comigo.


Que, tá sentindo falta dele?


Laura, é que não desce, meu bem. Acho que o filho da puta me deixou grávida.


De novo um filho dos outros? E o que você pretende fazer agora?


Laura, quero que dessa vez alguém tome conta, preciso falar com ele, isso não é brincadeira.


E se a fera quiser te comer de novo?


Laura, não vou deixar ele, quero que você saiba disso, que o negão se vire.


Tá bom, eu cuido disso, mas só se a gente for ver junto.


Claro que sim.


Mil coisas passaram pela minha cabeça ao mesmo tempo, já não adiantava mais manter as aparências, eu era o rei dos corno, sem dúvida nenhuma, dois filhos e nenhum meu, tinha que aceitar as piadas que ia sofrer, mas estranhamente tudo aquilo me excitava pra caralho. Falei com o Sergio e reservei a quinta por um dia só, seria um sábado inteiro e, como não foi planejado por causa da urgência, eles não viriam. Não consegui segurar meu gênio e também convidei a Adriana, a sacanagem me venceu e a Laura não se opôs. No sábado, chegamos com ela na quinta. A princípio, não íamos direto ao choque, preferimos curtir a quinta naquele dia e deixar a conversa com o negro José pra depois. Dessa vez não teve churrasco, e sim massas e vinho, apesar da recepção que tivemos do negro. Adriana e Laura na cozinha conversando, e eu fui dar uma volta pela quinta com uma cerveja na mão. Depois de um tempo, cruzei com o José, que estava passeando com o cachorro dele.


José não esperava vocês por aqui, fico muito feliz que tenham vindo, já tô me acostumando a comer a sua mulher.


Bom, não foi pra isso que a gente veio, acho que ela não quer dar pra você.


José é a única que encara minha pica e ela adora, eu sei que ela ama minha pica tanto quanto você.


Não, eu não gosto da sua pica, sofro muito com ela, não gozo, muito pelo contrário.


José tirou a pica pra fora da calça e descaradamente me mostrou, ela era linda, gigante e gostosa, tão grande que dava medo em qualquer um.


José, você sabe que, junto com sua mulher, é o único que aguentou a parada? Outro dia veio uma família com um cara promíscuo, você não faz ideia de como eu passei mal.


Por quê?


O José, o cara, só se animou a chupar ela. Quando eu virei ele, mal encostei a cabeça, tu não sabe como ele gritou. Eu arrebentei o cu dele, mas não consegui meter tudo. Não sei como ele fez, mas se soltou e escapou de mim. Se trancou em casa e não saiu mais. Mas você, corno, você também é o melhor. Sabe o que eu gosto em você? Que você não é viado, não fica de frescura. Pelo contrário, você também é bem macho quando come a travesti. Isso me excita em você. Vai, vem, tira essa vontade. Olha como eu tô.


O pau dele ainda tava meio borrachudo, tava me convencendo, mas ainda tava com medo.


Não, não, por favor, não.


José, vai lá, chupa ela um pouquinho, juro que vou ser muito bonzinho com você.


Vai devagarzinho? Vai me tratar bem, quero gozar também, me promete?


José, mas é claro que sim, você vai aproveitar muito, tá? Vai ver, vou te comer devagarinho assim pra você trazer sua mulher de novo pra mim.


Bom, tá bom.


Me ajoelhei na frente daquela pica e enquanto chupava ela, entre gemidos, ele dizia que eu tava dando o melhor boquete. Quando já tava bem dura, ele quis enfiar tudo dentro da minha boca, mas não conseguiu — a pica dele era grande demais pra minha boca e me fez engasgar. Ele aproveitou minha indefensão e foi pro meu cu. Eu já tinha batido uma enquanto chupava ele e, claro, tinha gozado. Senti quando ele abriu minhas pernas e eu falei


Devagarzinho, por favor, lembra da sua promessa


Ele não respondeu, só molhou meu buraco com força, apoiou a cabeça do pau dele. Eu tava tranquilo, achei que ia ser bem carinhoso e que ele ia meter devagar. Isso não aconteceu. Ele me segurou pela cintura e, de um só empurrão, meteu até as bolas. Me matou, filho da puta. Não consegui segurar o grito de dor e minhas lágrimas caíam sozinhas. O filho da puta tinha me enganado e tava rindo enquanto me comia com força.


Devagar, você disse que ia me comer bem devagarzinho.


José e tu achou que eu era otário, agora tu é todo meu, vou arrebentar bem essa sua bunda, seu viado vagabundo, aqui quem manda sou eu, tu só serve pra me dar o cu, se comporta direito e não chora, viado.


Tá doendo muito, tira ela, por favor, não aguento mais, cê vai me matar, tira logo, não tô dando conta, não quero mais, chega, chega, tira, tira, eu te imploro.


Ele respondia com mais violência aos meus pedidos e ria deles. Pra minha sorte, logo acabou. Ele tava com muita abstinência, mas não parava de meter gozando dentro do que um dia foi meu cu, e não parou até o pau dele morrer. Só aí ele tirou, e eu caí igual um saco de areia. O cachorro lambeu meu cu, e eu pensei o pior. O preto era capaz de tudo, mas, por sorte, não aconteceu mais nada. Ele me deixou largado no mato enquanto eu me perguntava como podia ser tão otário. Eu tinha sido enganado e me senti usado. Me levantei como pude e continuei andando, apesar da dor no cu que tava sentindo. Depois de um bom tempo, fui pra casa. O almoço já tava quase pronto. Procurei a Laurita e a Adriana em silêncio. Do quarto vinham uns gemidos. Espiei, e lá estavam elas, se rolando na cama. Foi foda ver como se beijavam, se apalpavam, enquanto a Laura batia uma pra Adriana e ela fazia o mesmo com a bocetinha dela. Me deixou duro de novo. Até que, depois de um tempão, vi a Laurita sentar em cima da Adriana, enfiando o pau dela na buceta, metendo fundo com chupada de cu também, e na hora começar a cavalgar, gemendo igual uma louca, até terminar num sessenta e nove. Meu pau tava pulsando, assim como meu cu e meu corpo. As duas ficaram lá conversando baixinho, até que a Adriana disse pra ela.


Adriana, vamos pra cozinha, o Oscar pode chegar a qualquer hora.


Aí saí de casa bem quietinho e entrei batendo na porta, as duas estavam esquentando o macarrão. Peguei outra cerveja e dei um beijo nela, sabia que na boca dela eu ia sentir o gosto azedo dos sucos da Adriana. Tava fervendo de tesão, mas de repente quis saber se ela ia me contar, o que não aconteceu em momento nenhum. Comemos e saímos pra caminhar, o dia tava fresco.


Tá se divertindo, amor?


Laura, se ela beber, já fico mais tranquila. Acho que é hora de falar com o José.


Perfeito, mas você sabe que ele vai te comer, não é mesmo?


Laura, espero que não, céus, porque você já sabe que se ela se propuser, com certeza consegue e me destrói toda.


E isso não é o que você quer, minha vida?


Adriana deixa você ir tranquila, é melhor que vá sozinha, a gente vai pra casa e espera ela lá.






Depois ela conta tudo pra gente, né, meu céu?


Laura, mas claro, vocês vão, eu tenho que resolver isso.


A ideia de que ela tava escondendo de mim as coisas que fazia quando eu não tava por perto fez minha imaginação voar longe, quantas vezes ela deve ter dado sem eu saber? Será que desde o começo eu fui corno? Era bem possível que sim, chegamos em casa e eu comecei a bater um papo com a Adriana.


Cê acha que vai ser só uma conversinha?


Adriana agora deve estar chupando a pica desesperada, tua mulher é muito puta, tão puta que foi capaz de comer aquela pica que nenhuma profissional quer, nessa quinta tu vai ter que trazer ela direto, amor, e quando ela tiver de barriga vão fazer fila pra comer ela.


Quem?


Adriana, os problemas que esse negão vai te trazer, meu céu, ou, se você quiser, os que eu trouxer pra eles.


Como as que você trouxer?


Adriana, sabe a grana que eu faço sua esposa ganhar, meu bem? Não ia gostar de ver como ela se vende gostoso e ainda faz uma grana?


Nunca me passou pela cabeça.


Essa ideia ficou martelando na minha cabeça, fomos pro quarto e começamos a trepar enquanto a Adriana não parava de me esquentar com as palavras dela.


Adriana, amor, que buceta linda você tem, o negrão arrebentou seu cuzinho, meu céu? Deixa eu ver, deixa eu olhar, nossa, como ele deixou você, bebê, deve estar ardendo, não é mesmo? Vê se isso acalma essa safada, não sei como você consegue sentar, olha que vermelha que ela tá.


Enfiou a boca no meu buraquinho e na hora me penetrou com a língua, já me fez gemer.


Adriana, amorzinho, quer que eu meta a pica em você? Se visse como sua buceta tá pulsando.


Mete logo, não acho que vai doer.


Embora a rola da Adriana não chegasse aos pés do negão, ela também não tinha do que reclamar. Ela me penetrou bem devagar, fez eu sentir a vara de carne dela até chegar nas bolas, e aí me sentou em cima dela. Do nada, começou a me humilhar, falando o quão puta eu era e que ela ia trazer os machos dela pra me comer também. Gozei sem nem me tocar, e depois chupei a rola dela agradecendo pela foda. Tava nessa quando a Laurita entrou e subiu na cama.


Arrebenta a buceta dela, quero que ela me limpe a pica, tô cheio de porra do preto e também quero a sua.


Engoli o pouco de porra que a Laura tinha enquanto a Adriana me comia de novo, mas agora com força. Ficamos assim boa parte da tarde, tomamos banho e fomos pra casa. Quando chegamos, tomamos uns mates só nós dois, e foi aí que a Laura me contou o que rolou com o José.


Laura, vou te contar tudo, mas hoje à noite você dorme com o cu bem cheio. Entrei na casa dele e dei a notícia, ele disse que você já tinha contado e que, de tanta alegria, arrebentou o seu rabo. Falei que ele tinha que assumir a responsabilidade, e ele só riu. Disse que essa era a consequência de ser tão, mas tão piranha, e que ele só ia se encarregar de me foder, que era pra isso que tinha vindo. Me levou pro quarto dele enquanto se despia, perdi a cabeça, meu amor. Ele rachou minha buceta em quatro e me deixou assim. O amor dele, a única coisa que podemos esperar é que nos dê a pica enorme dele.


Eu passo, amor, não quero saber mais nada desse preto.


Laura, bom, eu também não, mas vou dar uma passada lá de vez em quando, meu céu.


Ele te comeu gostoso, não é mesmo? No fim das contas, foi pra isso que você foi, bebê. A verdade é que ele me destruiu, me fez mijar em cima de mim, amor. Ele diz que sou a única que deixa ele meter essa pica, e eu acredito. Depois da pica dele, por uns dias você não consegue fazer nada, ela te arrebenta, bebê. Agora não sei como você aguenta ele no cu, já pode até aguentar a de um cavalo. Adoro que você seja tão putinho, amor, somos um pro outro. Agora vai procurar o Fede, não sabe como sinto falta dele.


A verdade é que ela tinha razão em tudo. Fui atrás dele, cheguei em casa e fui dormir. No outro dia, eu trabalhava.

4 comentários - el culo de mi novia 22 otra vez jose

lo mas seguro es que era cornudo desde el principio, ojala se sincere en los proximos cap se esta volviendo monotono
Oscarcito, laura por que no te conto que cogieron con adriana? La otra vez estaba celosa y ahora que paso, tanto ocultamiento, sera que el hijo sera de adriana y no de jose. Mucha intriga. Van puntos