O dia acabou e fomos pro hotel, onde jantamos como quatro amigos de longa data. As confissões já eram total.
Diego contou que tinha ficado com um amigo e outra mina. Lola e Vicky admitiram que tinham a fantasia de serem penetradas por dois caras ao mesmo tempo.
Eu, por minha vez, contei que já tinha ficado com três minas e dois caras quando tinha a idade do Diego e da Vicky.
A questão é que a gente se esquentou pra caralho no jantar e fomos dormir super tarados.
Ao chegar no quarto com a Lola, a gente comentou a cena lésbica que ela tinha tido com a Vicky. Ela não acreditava que tinha se animado tanto. Eu dizia pra ela não se preocupar, que tinha sido muito gostoso. E que eu tinha ficado surpreso positivamente.
Ela me dizia que eu tava louco pra comer a Vicky, e era verdade, e eu dizia que ela tava morrendo de vontade de ser macetada pelo Diego. Mesmo reconhecendo que o Diego tinha uma rola "linda", ela não admitia que queria sentir aquela pica enfiada nela.
Eu dizia que não tinha problema, que até eu achava aquela rola do caralho. Depois de um tempo, ela admitiu que pelo menos tinha curiosidade.
Dia 5.
A gente dormiu e no outro dia foi o de sempre: pegar o Buggy e ir pra praia deserta.
De novo os quatro pelados e de novo se olhando descaradamente.
Num momento, o Diego me chama pra gente ir caminhar os quatro. Eu e a Vicky falamos que não. A Lola topou, me olhando como quem pedia aprovação. Eu dei. Então os dois foram caminhar pela praia. Depois de 10 minutos, a gente perdeu eles de vista. A Vicky se levanta e me pergunta:
– Será que foram muito longe?
– Pode ser.
– Tem que tomar cuidado com esses dois! Eles se olhavam de um jeito foda. Pra falar a verdade, sim.
– Me passa o bronzeador?
– Eu? – pergunto feito um baita otário.
– Sim – e ela se levanta.
Eu fico atrás dela e começo a passar o creme nas costas dela. A rola começa a endurecer e eu recuo uns 10 cm. Ela me pede pra passar na bunda e eu não acredito. Tô durasso e percebo que tô a 5 cm do corpo dela, qualquer movimento que ela Você vai notar.
Nesse momento, ela dá meio passo pra trás e me toca.
- Ué! O que foi? Tá com tesão? Por quê?
- O que você acha? Tocando na sua bunda não consigo me segurar. A verdade é que você tem uma raba linda e eu fico com muito tesão passando a mão nela.
- Sério? Você gosta da minha bunda? Ela falou com uma voz que fazia minha piroca ficar ainda mais dura.
- Siiim. Adoro.
- Você também tem uma piroca muito bonita, sabia?
- Sim, mas não dá pra comparar com a do Diego, falei feito idiota.
- É verdade, mas é muito bonita.
- O que você gostaria de fazer com essa piroca? Perguntei criando coragem, enquanto passava bronzeador nos peitos dela.
- Hmmm. Eu gostaria de chupar ela. E você, o que gostaria de fazer comigo?
- Eu já estava esfregando a piroca no meio da racha da bunda dela.
- De tudo, respondi.
- O que é de tudo?
- Chupar sua buceta e seu cu, essa raba linda que você tem.
- Sério? Sabia que você tá me deixando com muito tesão, né?
- Siiiim? Eu falava e passava a mão na buceta dela, esfregava o clitóris.
- Para, falou ela, tô com medo de alguém chegar.
- Não consigo parar, respondi. Quero te comer.
- Não, disse ela. E já tava quase gozando. Continua me tocando assim que vou gozar. Fica de olho se vem alguém, falei. E me ajoelhei na areia e comecei a chupar o cu dela e enfiar dois dedos na buceta enquanto com o dedão esfregava o clitóris.
Ela já não aguentava mais.
- Ahhhhhhh. Ahhhhhhhhhhhhh. Ahhhhhhhhhhhhhhhhh. Ahhhhhhhhhhhhhh. Tô gozando, chupa minha buceta, por favor.
Virei ela, comecei a chupar como um possesso e enfiei primeiro um e depois dois dedos no cu dela. Ela gozou de novo: Siiiiiiiiiii. Come meu cu. Come meu cu com seus dedos. Quero que você arrebente meu cu. Eu respirava e aproveitava pra perguntar: ééé?
Siiiiiii. Siiiiiiiiii. Ahhhhhhhhhhhhhh. Come meu cu assim. Com seus dedoaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh. Ahhhhhhhhhhh.
Ela desabou na areia e ordenou:
- Levanta e vê se vem alguém.
Eu levantei e ela começou a me fazer um Uma das melhores boquetas que já recebi na vida. Ela passava a língua na cabeça. Me olhava com cara de puta enquanto engolia. Começou a passar o dedo médio no meu cu e foi enfiando cada vez mais fundo. Cuspia na cabeça da pica e engolia de novo. Chupava minhas bolas. Tava nessa quando eu falei:
- Para que vou gozar!
Ela enfiou meio dedo no meu cu e começou a chupar com tudo. Enchi ela de porra, mas não escapou uma gota. Abriu a boca e mostrou a língua cheia do meu leite.
- Mmmmmm. Que gostoso seu leite...
Uns 15 minutos depois, Lola e Diego apareceram, ele com a pica dura.
- Mmmm. Como demoraram. O que vocês estavam fazendo? — disse Vicky, projetando a culpa.
- Nada — respondeu Diego, sério.
- Além disso, ficamos sozinhos o mesmo tempo que vocês dois — completou Lola, também muito séria.
Aquela seriedade toda me deu suspeita. Diego não olhava pra Lola, e Lola em nenhum momento olhou pra pica do Diego.
Fomos embora e, assim que chegamos no hotel, encarei a Lola:
O que você tem? Tá distante. Aconteceu algo com o Diego que você quer me contar? Ou aconteceu algo que você não quer me contar?
- Mmmmm, sim — e começou a chorar.
- O que foi? Ele te tratou mal?
- Não, foi o contrário, mas juro que não transamos.
Tamo quites, pensei.
- Não consegui me segurar, não consegui me segurar — ela dizia, segurando o rosto com as duas mãos.
- Calma — falei —, não vou ficar bravo. Me conta, e depois eu conto o que fizemos com a Vicky. Mas olha, a gente também não transou.
Ela fez cara de surpresa. Se acalmou, secou as lágrimas e começou a contar:
Quando a gente saiu, caminharam por um bom tempo até que, por iniciativa do Diego, sentaram.
- Tô cansado.
- Vamos parar um pouco.
- Que loucura o de ontem, né? — disse Lola.
- É, mas somos adultos e livres, não deve ter problema.
- Mas somos casados, e vocês são recém-casados, não podemos machucar nossos parceiros.
- É, espero que eles pensem do mesmo jeito, embora do Tommy eu duvide.
- Por quê?
- Vi como ele fica olhando pra bunda da minha mulher, e tenho certeza que ele deve estar tramando algo pra comer ela.
- Ela também não é nenhuma santa.
- Você também não, diz Diego olhando agora descaradamente pras tetas da Lola e esfregando a pica.
- E você menos ainda, olha como você tá me olhando e batendo uma, ela falava com o olhar fixo na pica dele.
- Não, para, não tô batendo uma, tô me acariciando.
- Ah tá, e qual é a diferença?
- É, dizia Diego tentando, se é que dava, impressionar ela ainda mais. Olha bem, isso é se acariciar. E ele se aproximava mais da Lola. Já tinha a pica a 30 cm do rosto da Lola, que olhava como se estivesse hipnotizada. E isso seria bater uma, e ele começa a subir e descer a mão num ritmo muito mais rápido.
- Ah. É, dizia Lola com a voz trêmula.
- Viu?, continuava Diego, e acaricia uma teta pelo lado da Lola, isso é te acariciar, bater uma seria outra coisa. Você bate uma com frequência? Perguntava Diego.
- Bastante. Dizia Lola, que não conseguia parar a própria mão direita que se aproximava perigosamente da buceta.
- E no que você pensa quando faz isso?
- Numa pica boa.
- Tipo essa?, diz Diego e aproxima ela a 10 cm da boca dela.
Lola, que agora tá esfregando o clitóris descaradamente, abre os lábios instintivamente.
- É, tipo essa.
- E você não ia gostar de chupar um pouquinho? E ele aproxima a 2 cm da boca dela.
- Siiim, adoraria, mas não deveria.
- E você consegue se controlar tão fácil? Enquanto isso, já passava a ponta da pica pelo rosto dela de um lado pro outro, molhando com o líquido pré-seminal.
Ela pega a pica com a mão, custa a segurar porque é muito grande.
- É linda, diz, mas isso não tá certo.
- Vai ficar com vontade? Enquanto acariciava o rosto dela e enfiava um dedo na boca.
Ela chupava o dedo com desespero e batia uma lentamente pra ele. Ele aproxima a pica do dedo, e tira o dedo devagar da boca dela. Ela, se sentindo com a boca vazia e com aquela pica a 2 cm, estica a língua e bebe aquele líquido pré-seminal. Ali não aguentou mais. Começou a bater uma pra ele descontroladamente e a chupar o pau dele como uma expert, e olha que era mesmo. Chupava, passava a língua por todo o tronco, lambia os ovos dele, cuspia e chupava de novo, sempre olhando pra ele com uma cara de puta incrível.
- Você gosta de chupar esse pau?
- Siiiiii. Siiiii, e enfiava de novo na boca. Siiiii. Não goza não, quero ficar o dia inteiro chupando ele, é lindo.
- Não dá, tô perto de gozar.
- Vai, siiiim, goza em mim, enche minha boca de porra, adoro sua porra, por favor goza na minha boca, vai.
Não precisou pedir de novo. Três jorros longos e grossos bateram na garganta dela, e ela tentava não perder nada, mas não conseguiu, escorria pelo canto dos lábios e ela continuava chupando.
Nessa hora ele desce e começa a chupar os peitos dela, desesperado, sobe e dá um beijo de língua, ela ainda tem a porra dele na boca, mas em vez de dar nojo, isso excita os dois. Ele chupa a própria porra do rosto dela e volta a chupar os peitos. Continua metendo os dedos, já nem sei quantos, na buceta, e ela implora:
- Me chupa a buceta agora, por favor!
Nem precisou falar, Diego se jogou como um possesso e chupou a buceta dela por uns 10 minutos, nos quais Lola, sim minha Lola, gozou umas quatro vezes.
Não conseguiam nem ficar de pé.
- Como eu gosto dos seus peitos!
- E eu do seu pau!
- Quero te foder, ele diz.
- Não, podem vir.
- Ah, então é só por isso.
- Sim, só por isso, tô morrendo de vontade de ter esse pau dentro de mim.
- Eu também tô morrendo de vontade de te foder.
O pau do Diego já tava endurecendo de novo, mas Lola cortou:
- Melhor a gente ir, senão vão desconfiar.
Todo esse relato, longe de me irritar, me deixou com muito tesão. Já tinha broxado e tava chupando os peitos da Lola como um possesso. Nós dois precisávamos transar. Ela precisava de um pau dentro e eu de uma buceta bem suculenta pra foder. Lola me dizia:
- Para, conta você primeiro. Enquanto contava tudo, ia tirando toda a roupa dela e comendo ela, devagar no começo e selvagem no final.
— Você gostaria de ter essa cock na sua pussy?
— Siiiiim. E você, de fazer aquele ass divino da Vicky?
— E que ele meta na sua pussy e eu no cú?
— E você, de comer ela junto com o Diego?
— Siiiiiiiiim. Ahhhhhhhhh. Siiiiiiiii. Ahhhhhhhhh. Gozamos sem parar. Távamos a mil. Queria ficar gozando a noite toda. Mas não dava.
Dormimos até o outro dia de manhã.
Dia 6.
Mesmo cenário pro último dia das férias. Íamos pra praia deserta e acho que todo mundo esperava que rolasse algo bom.
Saímos no buggy, chegamos na praia e, como era de esperar, ficamos pelados os quatro. Começamos a passar bronzeador um no outro, já tava todo mundo se esquentando, porque enquanto passávamos o creme, ficávamos nos olhando.
A coisa começou com os comentários do dia anterior e as perguntas sobre o que a gente tinha feito. Era óbvio que os quatro sabiam de tudo, mas fingíamos de besta.
Continuávamos passando o protetor enquanto os diálogos picantes começaram.
— Então se divertiram ontem na caminhada? — perguntou a Vicky.
— Tanto quanto vocês enquanto ficaram — disse a Lola com um sorriso.
— O Diego me contou que você chupa muito bem a cock.
— O Tommy falou a mesma coisa de você.
— Fico feliz que ele tenha gostado. Você não me contou, Diego — continuou a Vicky —, você chupou os peitos dela, aqueles que você tanto gostava?
— Sim, mas tinham um gosto…
— Um gosto? — falei eu.
— É, um gosto estranho, sei lá…
— Tipo o quê?
— Um gosto de pouco…
Todo mundo caiu na risada…
— Sua cock tinha o mesmo gosto — disse a Lola.
— Mmmm, você também ficou com vontade de mais?
— Também por quem você diz? Por você ou pelo Diego?
— Pelos dois, ha ha ha!
O Diego já tava de pau duro pra caralho. Eu também. A Lola olhava pra cock do Diego como se fosse comer ele a qualquer momento.
A Vicky começa a bater uma pro Diego. olhando pra gente e falando pra Lola:
- Olha, é minha e não vou emprestar! Ha ha!
- Lola faz o mesmo e diz: Também tenho uma
- É, diz Vicky enquanto se abaixa pra chupar ela, mas hoje me parece que tem gosto de muito. Ha ha ha
- Eu vou chupar os peitos da Lola falando: Esses também têm gosto de muito e passo a mão na buceta dela, esfregando o clitóris.
- Siiiim? Pergunta Diego, visivelmente excitado, e essa bunda, que gosto será que tem? Enquanto coloca a Vicky de quatro e começa a lamber a bunda dela de um jeito completamente delicioso.
Eu não aguento mais e começo a comer a Lola sem parar de olhar aquela cena de chupada de cu.
Lola já não se segura nos comentários:
- Que bunda linda que você tem, Vicky!
- Igual aos seus peitos, diz Vicky, totalmente descontrolada com os dedos na buceta e no cu que o Diego tá metendo.
- Não aguento mais, mete em mim, Diego, diz Vicky quase gozando.
Ela monta em cima do Diego, dando pra gente a melhor vista daquela bunda divina. Coloco a Lola de quatro e começo a comer ela enquanto enfio dois dedos no cu dela. Lola, que fica com a cabeça do lado da bunda da Vicky, começa a chupar ela. Diego enfia os dedos na boca da Lola e depois no cu da sua esposa novinha. Peço pra Lola tirar a cabeça, quero ver a bunda da Vicky em ação.
Lola tira a cabeça e pega na minha rola, enfiando ela mesma no cu dela:
- Siiiiiiim! Mete no meu cu, Tommy, siiiiiim! Assimiiiiiiim. Come meu cu assim. Por favor. Não para.
- Ela tá metendo no seu cu? Perguntava Vicky
- Siiiiim, e adoro que ele arrebente meu cu assim. Você não ia gostar de levar uma no cu?
- Sim, adoraria, gritava Vicky com dois dedos da Lola dentro do cu dela.
Então Lola vira a cabeça, me olha e fala:
- É sua chance, agora ou nunca.
Vicky vira a cabeça e me vê parado, me aproximando da bunda dela.
- Siiiiim, me comam entre os dois. Quero que me enfiestem, quero sentir duas picas dentro de mim. Lola enfiou dois dedos na buceta, tirou eles super melados e passou no cu da Vicky. Eu me agachei e apoiei a cabeça na bunda dela. Foi instantâneo. O cu da Vicky começou a abrir e eu empurrava cada vez mais.
- Tá doendo, ela gritava, mas não tira, por favor.
Eu me segurava firme na minha rola pra conseguir meter até o fundo. Roçava a rola do Diego com a minha mão. Lola se ajeitou e começou a passar a língua por tudo: na rola do Diego que ela adorava, na minha e no que sobrava livre da Vicky.
Penetrar aquela bunda era uma sensação inexplicável. Tinha visto ela pela primeira vez no aeroporto de Buenos Aires e achei impressionante, e agora era eu quem tava desvirginando ela. Ela se mexia num ritmo perfeito. Eu sentia como a rola do Diego se mexia separada só por uma pele fina.
Era o êxtase total. Vicky já tinha gozado umas cinco vezes. Lola umas três. Diego gritava que ia gozar, eu também ia logo. Aí sinto as convulsões na rola do Diego que pulsava como se fosse explodir, e de fato tava explodindo dentro da mulher dele. Não aguentei mais, não quis fazer isso e comecei a gozar que nem um cavalo. Vicky apertava a bunda pra me dar mais prazer, se é que dava pra melhorar o que eu tava sentindo naquele momento.
Lola olhava a cena se masturbando freneticamente. Apertava os próprios mamilos, enfiava três dedos na buceta e dois no cu. Gritava como se tivesse possuída e tava mesmo.
Diego saiu de dentro da Vicky e Lola, enquanto não parava de se masturbar, se jogou na rola do Diego.
Eu continuava com a rola dentro da Vicky que seguia apertando a bunda dela. Lola de vez em quando chupava minha bunda e minhas bolas e voltava pra rola do Diego.
Terminamos abraçados e beijando cada um a parceira do outro.
Assim terminava o penúltimo dia em Búzios. No outro dia a gente tinha que partir, então voltamos pro hotel e pedimos pra abrir a cama. porta que dividia os dois quartos.
Os recepcionistas se olharam surpresos e na hora nos deram as chaves.
Fomos tomar banho. A porta que separava os quartos estava, e ia continuar, por acordo de todos, escancarada até a hora de voltar.
Lola se pelou toda e foi tomar banho. Vicky se ofereceu pra ajudar, coisa que surpreendentemente ela não aceitou, dizendo que talvez mais tarde.
Eu fiquei vendo TV pelado e me tocando, quando Vicky aparece vestida no meu quarto dizendo que ia dar uma volta na praia, se eu queria acompanhar.
Aceitei, avisei a Lola que ainda tava no banho, e fomos pro centrinho. A gente caminhava pelas ruas, olhava vitrines, em certo momento demos as mãos e na volta paramos de frente pro mar e começamos a nos beijar com muita paixão. A gente se apalpava por cima da roupa, mas num dado momento decidimos parar e ir pro hotel.
Entramos esperando ver eles em alguma situação comprometedora e não, Lola dormia na cama do quarto dela e Diego de cueca samba-canção no dele. Vicky me olha e fala: Bom, até amanhã. Eu olhei pra ela tipo "vai me deixar assim?" Ela não falou nada e foi dormir. Eu tava muito tarado mas não queria acordar a Lola e dormi sem mais. Vicky fez o mesmo.
Dia 7.
No outro dia, Lola me acorda dizendo:
— Escuta, já começaram!
E era verdade. Diego falava com voz forte e clara:
— Chupa minha rola assim! Como eu gosto! A porta que separava os quartos tava escancarada. Lola começa a me punhetar, eu falo:
— Deixa eu espiar pra ver.
— Vamos, fala ela.
Espio pela porta e vejo a Vicky de quatro, com a bunda bem apontada pra nós. Lola se ajoelha e começa a me chupar também. Eu separo ela e vou pra cama deles, deito do lado do Diego. Agora a gente tá igual, as duas de quatro chupando a gente, que se olha e se sorri.
Nisso, Lola me pede Deixa ela chupar, usa a palavra: buceta. Eu ajeito ela pra cabeça dela ficar perto da Vicky e, claro, da pica do Diego. Não deu nem dez minutos e já formamos um círculo perfeito. Lola, de quatro, chupava o Diego e passava a mão nas bolas dele. Eu, também de quatro, chupava a bunda dela por trás, e a Vicky, sentada, chupava a minha pica. Era foda ver aquela cena. Eu continuei chupando a bunda da Lola e enfiava até três dedos na buceta dela.
- Cê gosta dessa pica? - o Diego perguntou pra Lola, que mal conseguia falar. - Siiiim. - Ela respondia e enfiava de novo na boca.
- Quero te comer. - o Diego falou.
Eu tiro a boca da bunda dela, tiro a pica da boca da Vicky e agarro a Lola por trás, pelos peitos, e enfio de uma vez no cu dela, falando:
- Agora é sua chance.
A Vicky, que já tava chupando o Diego de novo, tira a boca, pega a pica dele e, olhando pra Lola, fala:
- Vem, não perde essa, senta aqui.
A Lola não pensou duas vezes: de cócoras, pegou a base do pau do Diego, encostou a cabeça na entrada da buceta dela e começou a descer devagar, engolindo tudo. Por Deus, não acabava nunca de entrar. Quando enfiou tudo, começou a cavalgar igual uma louca. Eu comecei a chupar a bunda dela, mas fiquei meio noiado de ficar tão perto da pica do Diego, então me afastei. Quando tava fazendo isso, a Lola gritou: "Cê vai pra onde? Vem. Quero que você meta no meu cu!" Não precisei ser convencido e comecei a meter com toda força. O ritmo era insano. A sensação da pica do Diego entrando e saindo da buceta da minha mulher era estranha, mas eu amava. A Vicky aproveitava pra chupar tudo: minhas bolas, meu cu, as bolas do marido novo dela e o que sobrava da Lola. Não aguentamos mais e começamos a gritar que íamos gozar.
- Siiiiim - a Lola gritava - gozem em mim os dois. Me encham de porra, por favor.
Gozamos os três: eu, a Lola e o Diego. A Vicky continuou. chupando todo mundo. Diego e eu deitamos e ele começou a chupar a buceta da Lola. Daí a pouco estavam na posição 69 e se chupavam igual desesperadas. Acho que devem ter gozado umas três vezes cada uma de novo.
Tomamos banho e começamos a nos preparar pra voltar pra Buenos Aires.
Não sei por que, mas decidimos, apesar de termos nos divertido pra caralho, não trocar os números, mesmo sabendo muita informação um do outro pra nos conectar se quiséssemos depois.
Até hoje, toda vez que lembramos disso, a gente fica super excitado com a Lola e acaba transando igual animais.
Mando beijos pras minas e abraços pros caras e já sabem…Se gostaram, podem me mandar seus comentáriosreybaco2005@hotmail.como no Telegram @reybaco2005
Diego contou que tinha ficado com um amigo e outra mina. Lola e Vicky admitiram que tinham a fantasia de serem penetradas por dois caras ao mesmo tempo.
Eu, por minha vez, contei que já tinha ficado com três minas e dois caras quando tinha a idade do Diego e da Vicky.
A questão é que a gente se esquentou pra caralho no jantar e fomos dormir super tarados.
Ao chegar no quarto com a Lola, a gente comentou a cena lésbica que ela tinha tido com a Vicky. Ela não acreditava que tinha se animado tanto. Eu dizia pra ela não se preocupar, que tinha sido muito gostoso. E que eu tinha ficado surpreso positivamente.
Ela me dizia que eu tava louco pra comer a Vicky, e era verdade, e eu dizia que ela tava morrendo de vontade de ser macetada pelo Diego. Mesmo reconhecendo que o Diego tinha uma rola "linda", ela não admitia que queria sentir aquela pica enfiada nela.
Eu dizia que não tinha problema, que até eu achava aquela rola do caralho. Depois de um tempo, ela admitiu que pelo menos tinha curiosidade.
Dia 5.
A gente dormiu e no outro dia foi o de sempre: pegar o Buggy e ir pra praia deserta.
De novo os quatro pelados e de novo se olhando descaradamente.
Num momento, o Diego me chama pra gente ir caminhar os quatro. Eu e a Vicky falamos que não. A Lola topou, me olhando como quem pedia aprovação. Eu dei. Então os dois foram caminhar pela praia. Depois de 10 minutos, a gente perdeu eles de vista. A Vicky se levanta e me pergunta:
– Será que foram muito longe?
– Pode ser.
– Tem que tomar cuidado com esses dois! Eles se olhavam de um jeito foda. Pra falar a verdade, sim.
– Me passa o bronzeador?
– Eu? – pergunto feito um baita otário.
– Sim – e ela se levanta.
Eu fico atrás dela e começo a passar o creme nas costas dela. A rola começa a endurecer e eu recuo uns 10 cm. Ela me pede pra passar na bunda e eu não acredito. Tô durasso e percebo que tô a 5 cm do corpo dela, qualquer movimento que ela Você vai notar.
Nesse momento, ela dá meio passo pra trás e me toca.
- Ué! O que foi? Tá com tesão? Por quê?
- O que você acha? Tocando na sua bunda não consigo me segurar. A verdade é que você tem uma raba linda e eu fico com muito tesão passando a mão nela.
- Sério? Você gosta da minha bunda? Ela falou com uma voz que fazia minha piroca ficar ainda mais dura.
- Siiim. Adoro.
- Você também tem uma piroca muito bonita, sabia?
- Sim, mas não dá pra comparar com a do Diego, falei feito idiota.
- É verdade, mas é muito bonita.
- O que você gostaria de fazer com essa piroca? Perguntei criando coragem, enquanto passava bronzeador nos peitos dela.
- Hmmm. Eu gostaria de chupar ela. E você, o que gostaria de fazer comigo?
- Eu já estava esfregando a piroca no meio da racha da bunda dela.
- De tudo, respondi.
- O que é de tudo?
- Chupar sua buceta e seu cu, essa raba linda que você tem.
- Sério? Sabia que você tá me deixando com muito tesão, né?
- Siiiim? Eu falava e passava a mão na buceta dela, esfregava o clitóris.
- Para, falou ela, tô com medo de alguém chegar.
- Não consigo parar, respondi. Quero te comer.
- Não, disse ela. E já tava quase gozando. Continua me tocando assim que vou gozar. Fica de olho se vem alguém, falei. E me ajoelhei na areia e comecei a chupar o cu dela e enfiar dois dedos na buceta enquanto com o dedão esfregava o clitóris.
Ela já não aguentava mais.
- Ahhhhhhh. Ahhhhhhhhhhhhh. Ahhhhhhhhhhhhhhhhh. Ahhhhhhhhhhhhhh. Tô gozando, chupa minha buceta, por favor.
Virei ela, comecei a chupar como um possesso e enfiei primeiro um e depois dois dedos no cu dela. Ela gozou de novo: Siiiiiiiiiii. Come meu cu. Come meu cu com seus dedos. Quero que você arrebente meu cu. Eu respirava e aproveitava pra perguntar: ééé?
Siiiiiii. Siiiiiiiiii. Ahhhhhhhhhhhhhh. Come meu cu assim. Com seus dedoaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh. Ahhhhhhhhhhh.
Ela desabou na areia e ordenou:
- Levanta e vê se vem alguém.
Eu levantei e ela começou a me fazer um Uma das melhores boquetas que já recebi na vida. Ela passava a língua na cabeça. Me olhava com cara de puta enquanto engolia. Começou a passar o dedo médio no meu cu e foi enfiando cada vez mais fundo. Cuspia na cabeça da pica e engolia de novo. Chupava minhas bolas. Tava nessa quando eu falei:
- Para que vou gozar!
Ela enfiou meio dedo no meu cu e começou a chupar com tudo. Enchi ela de porra, mas não escapou uma gota. Abriu a boca e mostrou a língua cheia do meu leite.
- Mmmmmm. Que gostoso seu leite...
Uns 15 minutos depois, Lola e Diego apareceram, ele com a pica dura.
- Mmmm. Como demoraram. O que vocês estavam fazendo? — disse Vicky, projetando a culpa.
- Nada — respondeu Diego, sério.
- Além disso, ficamos sozinhos o mesmo tempo que vocês dois — completou Lola, também muito séria.
Aquela seriedade toda me deu suspeita. Diego não olhava pra Lola, e Lola em nenhum momento olhou pra pica do Diego.
Fomos embora e, assim que chegamos no hotel, encarei a Lola:
O que você tem? Tá distante. Aconteceu algo com o Diego que você quer me contar? Ou aconteceu algo que você não quer me contar?
- Mmmmm, sim — e começou a chorar.
- O que foi? Ele te tratou mal?
- Não, foi o contrário, mas juro que não transamos.
Tamo quites, pensei.
- Não consegui me segurar, não consegui me segurar — ela dizia, segurando o rosto com as duas mãos.
- Calma — falei —, não vou ficar bravo. Me conta, e depois eu conto o que fizemos com a Vicky. Mas olha, a gente também não transou.
Ela fez cara de surpresa. Se acalmou, secou as lágrimas e começou a contar:
Quando a gente saiu, caminharam por um bom tempo até que, por iniciativa do Diego, sentaram.
- Tô cansado.
- Vamos parar um pouco.
- Que loucura o de ontem, né? — disse Lola.
- É, mas somos adultos e livres, não deve ter problema.
- Mas somos casados, e vocês são recém-casados, não podemos machucar nossos parceiros.
- É, espero que eles pensem do mesmo jeito, embora do Tommy eu duvide.
- Por quê?
- Vi como ele fica olhando pra bunda da minha mulher, e tenho certeza que ele deve estar tramando algo pra comer ela.
- Ela também não é nenhuma santa.
- Você também não, diz Diego olhando agora descaradamente pras tetas da Lola e esfregando a pica.
- E você menos ainda, olha como você tá me olhando e batendo uma, ela falava com o olhar fixo na pica dele.
- Não, para, não tô batendo uma, tô me acariciando.
- Ah tá, e qual é a diferença?
- É, dizia Diego tentando, se é que dava, impressionar ela ainda mais. Olha bem, isso é se acariciar. E ele se aproximava mais da Lola. Já tinha a pica a 30 cm do rosto da Lola, que olhava como se estivesse hipnotizada. E isso seria bater uma, e ele começa a subir e descer a mão num ritmo muito mais rápido.
- Ah. É, dizia Lola com a voz trêmula.
- Viu?, continuava Diego, e acaricia uma teta pelo lado da Lola, isso é te acariciar, bater uma seria outra coisa. Você bate uma com frequência? Perguntava Diego.
- Bastante. Dizia Lola, que não conseguia parar a própria mão direita que se aproximava perigosamente da buceta.
- E no que você pensa quando faz isso?
- Numa pica boa.
- Tipo essa?, diz Diego e aproxima ela a 10 cm da boca dela.
Lola, que agora tá esfregando o clitóris descaradamente, abre os lábios instintivamente.
- É, tipo essa.
- E você não ia gostar de chupar um pouquinho? E ele aproxima a 2 cm da boca dela.
- Siiim, adoraria, mas não deveria.
- E você consegue se controlar tão fácil? Enquanto isso, já passava a ponta da pica pelo rosto dela de um lado pro outro, molhando com o líquido pré-seminal.
Ela pega a pica com a mão, custa a segurar porque é muito grande.
- É linda, diz, mas isso não tá certo.
- Vai ficar com vontade? Enquanto acariciava o rosto dela e enfiava um dedo na boca.
Ela chupava o dedo com desespero e batia uma lentamente pra ele. Ele aproxima a pica do dedo, e tira o dedo devagar da boca dela. Ela, se sentindo com a boca vazia e com aquela pica a 2 cm, estica a língua e bebe aquele líquido pré-seminal. Ali não aguentou mais. Começou a bater uma pra ele descontroladamente e a chupar o pau dele como uma expert, e olha que era mesmo. Chupava, passava a língua por todo o tronco, lambia os ovos dele, cuspia e chupava de novo, sempre olhando pra ele com uma cara de puta incrível.
- Você gosta de chupar esse pau?
- Siiiiii. Siiiii, e enfiava de novo na boca. Siiiii. Não goza não, quero ficar o dia inteiro chupando ele, é lindo.
- Não dá, tô perto de gozar.
- Vai, siiiim, goza em mim, enche minha boca de porra, adoro sua porra, por favor goza na minha boca, vai.
Não precisou pedir de novo. Três jorros longos e grossos bateram na garganta dela, e ela tentava não perder nada, mas não conseguiu, escorria pelo canto dos lábios e ela continuava chupando.
Nessa hora ele desce e começa a chupar os peitos dela, desesperado, sobe e dá um beijo de língua, ela ainda tem a porra dele na boca, mas em vez de dar nojo, isso excita os dois. Ele chupa a própria porra do rosto dela e volta a chupar os peitos. Continua metendo os dedos, já nem sei quantos, na buceta, e ela implora:
- Me chupa a buceta agora, por favor!
Nem precisou falar, Diego se jogou como um possesso e chupou a buceta dela por uns 10 minutos, nos quais Lola, sim minha Lola, gozou umas quatro vezes.
Não conseguiam nem ficar de pé.
- Como eu gosto dos seus peitos!
- E eu do seu pau!
- Quero te foder, ele diz.
- Não, podem vir.
- Ah, então é só por isso.
- Sim, só por isso, tô morrendo de vontade de ter esse pau dentro de mim.
- Eu também tô morrendo de vontade de te foder.
O pau do Diego já tava endurecendo de novo, mas Lola cortou:
- Melhor a gente ir, senão vão desconfiar.
Todo esse relato, longe de me irritar, me deixou com muito tesão. Já tinha broxado e tava chupando os peitos da Lola como um possesso. Nós dois precisávamos transar. Ela precisava de um pau dentro e eu de uma buceta bem suculenta pra foder. Lola me dizia:
- Para, conta você primeiro. Enquanto contava tudo, ia tirando toda a roupa dela e comendo ela, devagar no começo e selvagem no final.
— Você gostaria de ter essa cock na sua pussy?
— Siiiiim. E você, de fazer aquele ass divino da Vicky?
— E que ele meta na sua pussy e eu no cú?
— E você, de comer ela junto com o Diego?
— Siiiiiiiiim. Ahhhhhhhhh. Siiiiiiiii. Ahhhhhhhhh. Gozamos sem parar. Távamos a mil. Queria ficar gozando a noite toda. Mas não dava.
Dormimos até o outro dia de manhã.
Dia 6.
Mesmo cenário pro último dia das férias. Íamos pra praia deserta e acho que todo mundo esperava que rolasse algo bom.
Saímos no buggy, chegamos na praia e, como era de esperar, ficamos pelados os quatro. Começamos a passar bronzeador um no outro, já tava todo mundo se esquentando, porque enquanto passávamos o creme, ficávamos nos olhando.
A coisa começou com os comentários do dia anterior e as perguntas sobre o que a gente tinha feito. Era óbvio que os quatro sabiam de tudo, mas fingíamos de besta.
Continuávamos passando o protetor enquanto os diálogos picantes começaram.
— Então se divertiram ontem na caminhada? — perguntou a Vicky.
— Tanto quanto vocês enquanto ficaram — disse a Lola com um sorriso.
— O Diego me contou que você chupa muito bem a cock.
— O Tommy falou a mesma coisa de você.
— Fico feliz que ele tenha gostado. Você não me contou, Diego — continuou a Vicky —, você chupou os peitos dela, aqueles que você tanto gostava?
— Sim, mas tinham um gosto…
— Um gosto? — falei eu.
— É, um gosto estranho, sei lá…
— Tipo o quê?
— Um gosto de pouco…
Todo mundo caiu na risada…
— Sua cock tinha o mesmo gosto — disse a Lola.
— Mmmm, você também ficou com vontade de mais?
— Também por quem você diz? Por você ou pelo Diego?
— Pelos dois, ha ha ha!
O Diego já tava de pau duro pra caralho. Eu também. A Lola olhava pra cock do Diego como se fosse comer ele a qualquer momento.
A Vicky começa a bater uma pro Diego. olhando pra gente e falando pra Lola:
- Olha, é minha e não vou emprestar! Ha ha!
- Lola faz o mesmo e diz: Também tenho uma
- É, diz Vicky enquanto se abaixa pra chupar ela, mas hoje me parece que tem gosto de muito. Ha ha ha
- Eu vou chupar os peitos da Lola falando: Esses também têm gosto de muito e passo a mão na buceta dela, esfregando o clitóris.
- Siiiim? Pergunta Diego, visivelmente excitado, e essa bunda, que gosto será que tem? Enquanto coloca a Vicky de quatro e começa a lamber a bunda dela de um jeito completamente delicioso.
Eu não aguento mais e começo a comer a Lola sem parar de olhar aquela cena de chupada de cu.
Lola já não se segura nos comentários:
- Que bunda linda que você tem, Vicky!
- Igual aos seus peitos, diz Vicky, totalmente descontrolada com os dedos na buceta e no cu que o Diego tá metendo.
- Não aguento mais, mete em mim, Diego, diz Vicky quase gozando.
Ela monta em cima do Diego, dando pra gente a melhor vista daquela bunda divina. Coloco a Lola de quatro e começo a comer ela enquanto enfio dois dedos no cu dela. Lola, que fica com a cabeça do lado da bunda da Vicky, começa a chupar ela. Diego enfia os dedos na boca da Lola e depois no cu da sua esposa novinha. Peço pra Lola tirar a cabeça, quero ver a bunda da Vicky em ação.
Lola tira a cabeça e pega na minha rola, enfiando ela mesma no cu dela:
- Siiiiiiim! Mete no meu cu, Tommy, siiiiiim! Assimiiiiiiim. Come meu cu assim. Por favor. Não para.
- Ela tá metendo no seu cu? Perguntava Vicky
- Siiiiim, e adoro que ele arrebente meu cu assim. Você não ia gostar de levar uma no cu?
- Sim, adoraria, gritava Vicky com dois dedos da Lola dentro do cu dela.
Então Lola vira a cabeça, me olha e fala:
- É sua chance, agora ou nunca.
Vicky vira a cabeça e me vê parado, me aproximando da bunda dela.
- Siiiiim, me comam entre os dois. Quero que me enfiestem, quero sentir duas picas dentro de mim. Lola enfiou dois dedos na buceta, tirou eles super melados e passou no cu da Vicky. Eu me agachei e apoiei a cabeça na bunda dela. Foi instantâneo. O cu da Vicky começou a abrir e eu empurrava cada vez mais.
- Tá doendo, ela gritava, mas não tira, por favor.
Eu me segurava firme na minha rola pra conseguir meter até o fundo. Roçava a rola do Diego com a minha mão. Lola se ajeitou e começou a passar a língua por tudo: na rola do Diego que ela adorava, na minha e no que sobrava livre da Vicky.
Penetrar aquela bunda era uma sensação inexplicável. Tinha visto ela pela primeira vez no aeroporto de Buenos Aires e achei impressionante, e agora era eu quem tava desvirginando ela. Ela se mexia num ritmo perfeito. Eu sentia como a rola do Diego se mexia separada só por uma pele fina.
Era o êxtase total. Vicky já tinha gozado umas cinco vezes. Lola umas três. Diego gritava que ia gozar, eu também ia logo. Aí sinto as convulsões na rola do Diego que pulsava como se fosse explodir, e de fato tava explodindo dentro da mulher dele. Não aguentei mais, não quis fazer isso e comecei a gozar que nem um cavalo. Vicky apertava a bunda pra me dar mais prazer, se é que dava pra melhorar o que eu tava sentindo naquele momento.
Lola olhava a cena se masturbando freneticamente. Apertava os próprios mamilos, enfiava três dedos na buceta e dois no cu. Gritava como se tivesse possuída e tava mesmo.
Diego saiu de dentro da Vicky e Lola, enquanto não parava de se masturbar, se jogou na rola do Diego.
Eu continuava com a rola dentro da Vicky que seguia apertando a bunda dela. Lola de vez em quando chupava minha bunda e minhas bolas e voltava pra rola do Diego.
Terminamos abraçados e beijando cada um a parceira do outro.
Assim terminava o penúltimo dia em Búzios. No outro dia a gente tinha que partir, então voltamos pro hotel e pedimos pra abrir a cama. porta que dividia os dois quartos.
Os recepcionistas se olharam surpresos e na hora nos deram as chaves.
Fomos tomar banho. A porta que separava os quartos estava, e ia continuar, por acordo de todos, escancarada até a hora de voltar.
Lola se pelou toda e foi tomar banho. Vicky se ofereceu pra ajudar, coisa que surpreendentemente ela não aceitou, dizendo que talvez mais tarde.
Eu fiquei vendo TV pelado e me tocando, quando Vicky aparece vestida no meu quarto dizendo que ia dar uma volta na praia, se eu queria acompanhar.
Aceitei, avisei a Lola que ainda tava no banho, e fomos pro centrinho. A gente caminhava pelas ruas, olhava vitrines, em certo momento demos as mãos e na volta paramos de frente pro mar e começamos a nos beijar com muita paixão. A gente se apalpava por cima da roupa, mas num dado momento decidimos parar e ir pro hotel.
Entramos esperando ver eles em alguma situação comprometedora e não, Lola dormia na cama do quarto dela e Diego de cueca samba-canção no dele. Vicky me olha e fala: Bom, até amanhã. Eu olhei pra ela tipo "vai me deixar assim?" Ela não falou nada e foi dormir. Eu tava muito tarado mas não queria acordar a Lola e dormi sem mais. Vicky fez o mesmo.
Dia 7.
No outro dia, Lola me acorda dizendo:
— Escuta, já começaram!
E era verdade. Diego falava com voz forte e clara:
— Chupa minha rola assim! Como eu gosto! A porta que separava os quartos tava escancarada. Lola começa a me punhetar, eu falo:
— Deixa eu espiar pra ver.
— Vamos, fala ela.
Espio pela porta e vejo a Vicky de quatro, com a bunda bem apontada pra nós. Lola se ajoelha e começa a me chupar também. Eu separo ela e vou pra cama deles, deito do lado do Diego. Agora a gente tá igual, as duas de quatro chupando a gente, que se olha e se sorri.
Nisso, Lola me pede Deixa ela chupar, usa a palavra: buceta. Eu ajeito ela pra cabeça dela ficar perto da Vicky e, claro, da pica do Diego. Não deu nem dez minutos e já formamos um círculo perfeito. Lola, de quatro, chupava o Diego e passava a mão nas bolas dele. Eu, também de quatro, chupava a bunda dela por trás, e a Vicky, sentada, chupava a minha pica. Era foda ver aquela cena. Eu continuei chupando a bunda da Lola e enfiava até três dedos na buceta dela.
- Cê gosta dessa pica? - o Diego perguntou pra Lola, que mal conseguia falar. - Siiiim. - Ela respondia e enfiava de novo na boca.
- Quero te comer. - o Diego falou.
Eu tiro a boca da bunda dela, tiro a pica da boca da Vicky e agarro a Lola por trás, pelos peitos, e enfio de uma vez no cu dela, falando:
- Agora é sua chance.
A Vicky, que já tava chupando o Diego de novo, tira a boca, pega a pica dele e, olhando pra Lola, fala:
- Vem, não perde essa, senta aqui.
A Lola não pensou duas vezes: de cócoras, pegou a base do pau do Diego, encostou a cabeça na entrada da buceta dela e começou a descer devagar, engolindo tudo. Por Deus, não acabava nunca de entrar. Quando enfiou tudo, começou a cavalgar igual uma louca. Eu comecei a chupar a bunda dela, mas fiquei meio noiado de ficar tão perto da pica do Diego, então me afastei. Quando tava fazendo isso, a Lola gritou: "Cê vai pra onde? Vem. Quero que você meta no meu cu!" Não precisei ser convencido e comecei a meter com toda força. O ritmo era insano. A sensação da pica do Diego entrando e saindo da buceta da minha mulher era estranha, mas eu amava. A Vicky aproveitava pra chupar tudo: minhas bolas, meu cu, as bolas do marido novo dela e o que sobrava da Lola. Não aguentamos mais e começamos a gritar que íamos gozar.
- Siiiiim - a Lola gritava - gozem em mim os dois. Me encham de porra, por favor.
Gozamos os três: eu, a Lola e o Diego. A Vicky continuou. chupando todo mundo. Diego e eu deitamos e ele começou a chupar a buceta da Lola. Daí a pouco estavam na posição 69 e se chupavam igual desesperadas. Acho que devem ter gozado umas três vezes cada uma de novo.
Tomamos banho e começamos a nos preparar pra voltar pra Buenos Aires.
Não sei por que, mas decidimos, apesar de termos nos divertido pra caralho, não trocar os números, mesmo sabendo muita informação um do outro pra nos conectar se quiséssemos depois.
Até hoje, toda vez que lembramos disso, a gente fica super excitado com a Lola e acaba transando igual animais.
Mando beijos pras minas e abraços pros caras e já sabem…Se gostaram, podem me mandar seus comentáriosreybaco2005@hotmail.como no Telegram @reybaco2005
15 comentários - Férias em Búzios 4 FINAL
Abrazooooo
Abraz
Te mando un abrazo
es un enorme elogio una paja
Abrazo
Espero poder superarme algun día
Te mando un abrazo
Abrazo locoooo