Opa, faz tempo que não conto nada.
Semana passada fui pra Carlos Paz com uma acompanhante trabalhar. Fui de puta também. Fomos pra uma casa onde tinha 5 caras de Buenos Aires. Chegamos e o cara que abriu a porta já me comeu de boca, na real fez a mesma coisa com as duas. Jantaram, perguntaram pra gente se já tinha jantado, "tão tomando algo? Vem, passa". Aí cumprimentamos os outros 4. Eram tudo amigo, tinham 35 anos, só um tinha 37. Tinham vindo uma semana pra espairecer e depois iam viajar cada um com a família. Alguns eram casados ou moravam junto. Perguntaram se a gente fumava e bebia, que o que tava na mesa era pra beber. Enquanto serviam vinho, a gente conversou bastante, dançamos todo mundo junto até que a Carla fez sinal pra mim e falou "vem, vamos no banheiro trocar de roupa". A gente tinha levado lingerie de renda vermelha e preta. A gente trocou e saiu. Quando saímos, um falou "como são lindas as putas cordobesas". O Chino, como chamavam ele, chegou perto das duas e falou pra mim "você tem cara de mais dominadora, quer começar?" enquanto tirava a bermuda e a cueca. "Me dá um beijo primeiro". A gente se comeu de boca e eu senti ele empurrando minha cabeça pra baixo. Me abaixei e comecei a chupar. Ele ficou duro na hora. Nisso, sinto ele tirar a calcinha que eu tava usando e fala "fica quietinha" e sinto ele passar alguma coisa na minha buceta. Abre e coloca o nariz pra cheirar de lá, saiu falando "que gostosa". "Todos nós vamos provar dessas bucetinhas de vocês, putinhas". Eu continuei no meu, chupando ele inteiro e já tava super excitada. Quando ele passou mais e começou a me tocar, falou "opa, olha como essa puta tá molhada. Cê gosta, meu amor?" Olhei pra ele com cara de puta e falei "sim, vamos pro quarto que eu chupo essa buceta". Ele falou "vamos". A gente foi pra um quarto, quando entrou, ele tirou um pau enorme. Convenhamos que o Chino era bem alto, 1,80 ou mais. Ele falou "chupa um pouco". Deitei na cama de bruços e comecei a chupar. Ele começou a crescer, era gigante. Nisso... Me perguntei por que nenhum dos meus ex-namorados tinha uma tão grande. Aí, na mesma hora, ele mandou: "Fica de quatro". Abriu minha bunda e senti a língua dele no meu cu. Me chupou como nenhum cara tinha feito antes. "Deita", ele disse, e senti aquela pica enorme entrando no meu cu. Doía e eu gozava ao mesmo tempo, e tinha uma vontade imensa de cagar. Falei: "Por favor, vai mais devagar ou termina logo, por favor". "Deixa eu te comer rápido", ele pediu. Começou a se mover mais rápido. Me comeu bem rápido e encheu meu cu de porra. Fui me lavar, ele disse: "Vamos tomar algo", e serviu vinho também. Duas estavam com a Carla, e os outros dois estavam deitados. "Vem, head master", me aproximei deles e comecei a chupar as picas dos dois. Eles tinham picas normais, não tão grandes quanto a do Chinês. "Vem pra cima", coloquei uma camisinha e montei, comecei a me mexer e gemer igual uma loba. Tava muito excitada. A gente se movia no mesmo ritmo, não faltava muito pra eu gozar. Ele começou mais rápido e sinto ele gozando. Na mesma hora falei: "Continua, mais um pouquinho". Ele continuou, eu me mexia até conseguir gozar também, e soltei tudo gemendo. "Fica de quatro", disse o Adrián, que tava olhando a gente gozar enquanto se masturbava. Ele colocou uma camisinha, fiquei de quatro e senti ele entrando, porque eu tinha acabado de gozar. Ele começou a me comer bem forte e, num momento, ele saiu, tirou a camisinha e falou: "Vem, abre a boquinha", enquanto se punhetava, e senti toda a porra saindo e enchendo minha boca. Fui no banheiro cuspir e enxaguar a boca. A gente foi pra sala de jantar e aí aceitei e comecei a beber com eles. Um deles colocou a boca nos meus peitos, que são pequenos, mas mesmo assim chupava e eu gostei do jeito que ele fez. Depois de um tempo, o Chinês falou: "Vem chupar minha pica um pouco". Trouxeram um travesseiro, me ajoelhei ali, e os três estavam com as picas na minha cara. Chupei as três, enquanto chupava uma, punhetava as outras. "Quero sentir essa buceta bem quente", ele sabia que tava assim porque eu tava me tocando, e ele disse: "Não precisa de saliva aqui, olha como você tá molhada, sua puta. Fica de quatro". Encostada na mesa, meu rabo ficou todo exposto. "Coloca uma camisinha", falei pra ele. Ele colocou a camisinha e eu senti ele entrando. Adorava aquilo. Ele me comeu num ritmo gostoso, nem forte nem devagar demais — ou era que ele tinha a pica grande e eu sentia mais. "Vira", ele disse. Me deitou na mesa, segurou minhas pernas e continuou me comendo. Eu me tocava e, quando estava quase gozando, senti que ele ia sair. Tentei segurar com minhas pernas pra ele não sair, mas quando saiu, tirou a camisinha e, enquanto eu me tocava, ele falava "toma" e eu sentia ele gozando na minha mão. Comecei a me tocar mais forte até sentir um orgasmo longo pra caralho, e nisso senti ele metendo de novo. Eu tava tão excitada que não consegui resistir. A gente tava se beijando de boca aberta o tempo todo. Quando ele saiu de cima de mim, Ariel começou a me comer e gozou rápido. Luciano falou "vira", e eu me deitei na mesa de novo, deixando minha bunda exposta. Tentei me segurar na ponta dos pés, senti ele cuspir na minha bunda, apoiou o pau e empurrou, metendo tudo. Soltei um grito de dor, e aquilo pareceu acender ele ainda mais. Ele começou a me comer com uma força danada, sentia entrando e saindo, e cada vez que entrava, ia mais fundo. Por sorte não durou muito, e senti ele gozar. Ele me abria e falava que bunda linda que eu tinha. Quando me levantei, ele me deu um beijo também. E perguntou: "Posso te fazer uma pergunta?" "Pode", falei. "Você gostou ou foi tudo fingido?" Falei que gostei, que consegui gozar várias vezes e que isso não se finge. O chinês apareceu do quarto e me deu o dinheiro. Quando tava no banheiro me lavando, a Carla entrou. Ela tinha fumado pra caralho, não parava de rir. Perguntaram se a gente queria sair com eles. Carla disse: "Não posso, tenho que voltar pra Córdoba." E eu falei: "Não vou ficar sozinha." O chinês, que foi com quem mais conversei, falou: "Fica, depois te levo quando quiser." Carla disse: "Faz o que quiser, eu não posso ficar. Eles são gente boa, fica de boa. Saí com eles, tranquilo, ela já faz isso há anos e sabe como os caras são.
Os meninos estavam se trocando e quando o Chino saiu do quarto, viu que eu estava conversando com o Luciano, e falou: "Bom, você ficou, vai se divertir pra caralho, você gosta de dançar e eu também", e a gente riu. No fim, acabei saindo com eles pra uma balada, foram super cavalheiros, me pagaram tudo. Quando a balada acabou, o Ariel tinha ido embora com uma mina. Falei: "Chino, você me leva até Córdoba?" "Claro, óbvio, já tinha te falado." Chegamos na casa deles, deixei os meninos e fomos pra Córdoba. Chegando no meu apê, ele fala: "Me deixa fazer xixi, por favor, não aguento mais." "Beleza, sobe." Subimos, ele foi no banheiro e quando saiu: "É verdade, você não é escort que nem a Carla, não mentiu pra mim, comecei isso faz pouco tempo e bem espaçado." Ele tirou um baseado e continuou fumando, me ofereceu e eu aceitei. "Tem um pouco de vodka numa garrafa já aberta e suco de laranja, não tenho outra coisa, ou água", falei, e ele riu. Preparou uns drinks de vodka, ficamos conversando nem sei quanto tempo. Contei que quero ir pra algum lugar onde ninguém me conheça por uns dias, fazer isso e voltar com grana. Sentamos no computador pra ver sites onde me anunciar em Rosário, Buenos Aires e Chile, que é onde mais quero ir pra voltar com dólar, porque não tenho dinheiro, ou pelo menos juntar pra ir pro México, que lá sim ganharia uma porrada de dólar.
Ele tem um iPhone 13. Perguntei se podia tirar umas fotos minhas, mas que depois apagasse do celular dele.
Então me maquiei um pouco e fizemos umas fotos. Preciso comprar umas roupas mais provocantes.
Só tenho roupa normal.
Passamos as fotos pro computador e ele me mostrou que tava apagando.
A gente foi pra varanda, quando puxamos o blackout já era dia, olhamos as horas: 9 da manhã. "Quer deitar um pouco?", perguntei.
"Aqui não tem ar, no quarto só tem ar condicionado. Deixo você dormir na cama, mas só dormir, ok?" Ele topou. Falei pra ele parar de beber, senão não dormia mais. Fui no banheiro, coloquei uma roupa, não dava pra dormir pelada do lado dele. Me deitei e me cobri com os lençóis enquanto ele tirava a camisa e a calça. Ele não era só alto, era grande em tudo, tinha uns braços, uma costa, não tinha um pelo. Ele se deitou e não passaram nem 5 minutos, sinto o braço dele sobre mim e ele mais perto. Virei só a cabeça pra olhar pra ele, e eu ia pro sofá senão. "Só isso, deixa eu te abraçar, não vamos fazer nada." Virei a cabeça e senti o corpo todo dele colado em conchinha. Deixei porque ele disse que não ia fazer nada. Ele se mexeu e se ajeitou por baixo da cueca, e quando voltou a se encostar, senti muito mais no meu rabo o pau dele. E ele só apoiou, comecei a sentir ele crescendo. Com a mão que me abraçava, ele desceu e colocou a mão entre minhas pernas, roçando na calcinha, e percebi que ele sentiu o calor e o quanto eu tava molhada. Ele falou: "Deixa eu apoiar a mão só assim", e pressionava meu clitóris, e eu não consegui segurar o movimento. Me virei e comecei a beijar ele, e ele a me tocar. Tirei a cueca dele e desci pra chupar. "Vira", ele disse. Fizemos um 69, ele me fez um oral espetacular, me fez gozar. Aí eu precisava comer a boca dele, e a gente se beijava, eu por cima dele, e a gente se virou, ele ficou por cima de mim. Senti ele entrando dentro de mim. Falei pra colocar camisinha, não terminei de falar e comecei a gemer de prazer. Sentia ele dentro de mim, se movendo e pressionando meu clitóris, e ele percebia e fazia mais, e me fez gozar de novo enquanto a gente se beijava. Ele continuou me comendo até que senti ele me abraçar com força quando gozou. "Fica um pouco aí dentro assim." Enquanto todas as paredes da buceta se contraíam com o pau dele dentro. Quando ele saiu, fui no banheiro me lavar. Da cama até o banheiro, desceu um monte de porra. Me lavava e continuava saindo. Que jeito de gozar, meu Deus, e não era pra menos, ele também tem dois ovos gigantes como ele.
Amanhã compro a pílula do dia seguinte porque não tô me cuidando. Como não tô namorando, pra que tomar? Comprimidos.
Ele foi no banheiro e quando voltou, me abraçou de novo. Colocou o ar em 17, aí a gente tinha que se cobrir e se abraçar. Dormimos até as 15h. Tomamos um mate e ele falou: "Preciso voltar pros meninos". Me deu um beijo e desci com ele pra abrir o portão.
Semana passada fui pra Carlos Paz com uma acompanhante trabalhar. Fui de puta também. Fomos pra uma casa onde tinha 5 caras de Buenos Aires. Chegamos e o cara que abriu a porta já me comeu de boca, na real fez a mesma coisa com as duas. Jantaram, perguntaram pra gente se já tinha jantado, "tão tomando algo? Vem, passa". Aí cumprimentamos os outros 4. Eram tudo amigo, tinham 35 anos, só um tinha 37. Tinham vindo uma semana pra espairecer e depois iam viajar cada um com a família. Alguns eram casados ou moravam junto. Perguntaram se a gente fumava e bebia, que o que tava na mesa era pra beber. Enquanto serviam vinho, a gente conversou bastante, dançamos todo mundo junto até que a Carla fez sinal pra mim e falou "vem, vamos no banheiro trocar de roupa". A gente tinha levado lingerie de renda vermelha e preta. A gente trocou e saiu. Quando saímos, um falou "como são lindas as putas cordobesas". O Chino, como chamavam ele, chegou perto das duas e falou pra mim "você tem cara de mais dominadora, quer começar?" enquanto tirava a bermuda e a cueca. "Me dá um beijo primeiro". A gente se comeu de boca e eu senti ele empurrando minha cabeça pra baixo. Me abaixei e comecei a chupar. Ele ficou duro na hora. Nisso, sinto ele tirar a calcinha que eu tava usando e fala "fica quietinha" e sinto ele passar alguma coisa na minha buceta. Abre e coloca o nariz pra cheirar de lá, saiu falando "que gostosa". "Todos nós vamos provar dessas bucetinhas de vocês, putinhas". Eu continuei no meu, chupando ele inteiro e já tava super excitada. Quando ele passou mais e começou a me tocar, falou "opa, olha como essa puta tá molhada. Cê gosta, meu amor?" Olhei pra ele com cara de puta e falei "sim, vamos pro quarto que eu chupo essa buceta". Ele falou "vamos". A gente foi pra um quarto, quando entrou, ele tirou um pau enorme. Convenhamos que o Chino era bem alto, 1,80 ou mais. Ele falou "chupa um pouco". Deitei na cama de bruços e comecei a chupar. Ele começou a crescer, era gigante. Nisso... Me perguntei por que nenhum dos meus ex-namorados tinha uma tão grande. Aí, na mesma hora, ele mandou: "Fica de quatro". Abriu minha bunda e senti a língua dele no meu cu. Me chupou como nenhum cara tinha feito antes. "Deita", ele disse, e senti aquela pica enorme entrando no meu cu. Doía e eu gozava ao mesmo tempo, e tinha uma vontade imensa de cagar. Falei: "Por favor, vai mais devagar ou termina logo, por favor". "Deixa eu te comer rápido", ele pediu. Começou a se mover mais rápido. Me comeu bem rápido e encheu meu cu de porra. Fui me lavar, ele disse: "Vamos tomar algo", e serviu vinho também. Duas estavam com a Carla, e os outros dois estavam deitados. "Vem, head master", me aproximei deles e comecei a chupar as picas dos dois. Eles tinham picas normais, não tão grandes quanto a do Chinês. "Vem pra cima", coloquei uma camisinha e montei, comecei a me mexer e gemer igual uma loba. Tava muito excitada. A gente se movia no mesmo ritmo, não faltava muito pra eu gozar. Ele começou mais rápido e sinto ele gozando. Na mesma hora falei: "Continua, mais um pouquinho". Ele continuou, eu me mexia até conseguir gozar também, e soltei tudo gemendo. "Fica de quatro", disse o Adrián, que tava olhando a gente gozar enquanto se masturbava. Ele colocou uma camisinha, fiquei de quatro e senti ele entrando, porque eu tinha acabado de gozar. Ele começou a me comer bem forte e, num momento, ele saiu, tirou a camisinha e falou: "Vem, abre a boquinha", enquanto se punhetava, e senti toda a porra saindo e enchendo minha boca. Fui no banheiro cuspir e enxaguar a boca. A gente foi pra sala de jantar e aí aceitei e comecei a beber com eles. Um deles colocou a boca nos meus peitos, que são pequenos, mas mesmo assim chupava e eu gostei do jeito que ele fez. Depois de um tempo, o Chinês falou: "Vem chupar minha pica um pouco". Trouxeram um travesseiro, me ajoelhei ali, e os três estavam com as picas na minha cara. Chupei as três, enquanto chupava uma, punhetava as outras. "Quero sentir essa buceta bem quente", ele sabia que tava assim porque eu tava me tocando, e ele disse: "Não precisa de saliva aqui, olha como você tá molhada, sua puta. Fica de quatro". Encostada na mesa, meu rabo ficou todo exposto. "Coloca uma camisinha", falei pra ele. Ele colocou a camisinha e eu senti ele entrando. Adorava aquilo. Ele me comeu num ritmo gostoso, nem forte nem devagar demais — ou era que ele tinha a pica grande e eu sentia mais. "Vira", ele disse. Me deitou na mesa, segurou minhas pernas e continuou me comendo. Eu me tocava e, quando estava quase gozando, senti que ele ia sair. Tentei segurar com minhas pernas pra ele não sair, mas quando saiu, tirou a camisinha e, enquanto eu me tocava, ele falava "toma" e eu sentia ele gozando na minha mão. Comecei a me tocar mais forte até sentir um orgasmo longo pra caralho, e nisso senti ele metendo de novo. Eu tava tão excitada que não consegui resistir. A gente tava se beijando de boca aberta o tempo todo. Quando ele saiu de cima de mim, Ariel começou a me comer e gozou rápido. Luciano falou "vira", e eu me deitei na mesa de novo, deixando minha bunda exposta. Tentei me segurar na ponta dos pés, senti ele cuspir na minha bunda, apoiou o pau e empurrou, metendo tudo. Soltei um grito de dor, e aquilo pareceu acender ele ainda mais. Ele começou a me comer com uma força danada, sentia entrando e saindo, e cada vez que entrava, ia mais fundo. Por sorte não durou muito, e senti ele gozar. Ele me abria e falava que bunda linda que eu tinha. Quando me levantei, ele me deu um beijo também. E perguntou: "Posso te fazer uma pergunta?" "Pode", falei. "Você gostou ou foi tudo fingido?" Falei que gostei, que consegui gozar várias vezes e que isso não se finge. O chinês apareceu do quarto e me deu o dinheiro. Quando tava no banheiro me lavando, a Carla entrou. Ela tinha fumado pra caralho, não parava de rir. Perguntaram se a gente queria sair com eles. Carla disse: "Não posso, tenho que voltar pra Córdoba." E eu falei: "Não vou ficar sozinha." O chinês, que foi com quem mais conversei, falou: "Fica, depois te levo quando quiser." Carla disse: "Faz o que quiser, eu não posso ficar. Eles são gente boa, fica de boa. Saí com eles, tranquilo, ela já faz isso há anos e sabe como os caras são.
Os meninos estavam se trocando e quando o Chino saiu do quarto, viu que eu estava conversando com o Luciano, e falou: "Bom, você ficou, vai se divertir pra caralho, você gosta de dançar e eu também", e a gente riu. No fim, acabei saindo com eles pra uma balada, foram super cavalheiros, me pagaram tudo. Quando a balada acabou, o Ariel tinha ido embora com uma mina. Falei: "Chino, você me leva até Córdoba?" "Claro, óbvio, já tinha te falado." Chegamos na casa deles, deixei os meninos e fomos pra Córdoba. Chegando no meu apê, ele fala: "Me deixa fazer xixi, por favor, não aguento mais." "Beleza, sobe." Subimos, ele foi no banheiro e quando saiu: "É verdade, você não é escort que nem a Carla, não mentiu pra mim, comecei isso faz pouco tempo e bem espaçado." Ele tirou um baseado e continuou fumando, me ofereceu e eu aceitei. "Tem um pouco de vodka numa garrafa já aberta e suco de laranja, não tenho outra coisa, ou água", falei, e ele riu. Preparou uns drinks de vodka, ficamos conversando nem sei quanto tempo. Contei que quero ir pra algum lugar onde ninguém me conheça por uns dias, fazer isso e voltar com grana. Sentamos no computador pra ver sites onde me anunciar em Rosário, Buenos Aires e Chile, que é onde mais quero ir pra voltar com dólar, porque não tenho dinheiro, ou pelo menos juntar pra ir pro México, que lá sim ganharia uma porrada de dólar.
Ele tem um iPhone 13. Perguntei se podia tirar umas fotos minhas, mas que depois apagasse do celular dele.
Então me maquiei um pouco e fizemos umas fotos. Preciso comprar umas roupas mais provocantes.
Só tenho roupa normal.
Passamos as fotos pro computador e ele me mostrou que tava apagando.
A gente foi pra varanda, quando puxamos o blackout já era dia, olhamos as horas: 9 da manhã. "Quer deitar um pouco?", perguntei.
"Aqui não tem ar, no quarto só tem ar condicionado. Deixo você dormir na cama, mas só dormir, ok?" Ele topou. Falei pra ele parar de beber, senão não dormia mais. Fui no banheiro, coloquei uma roupa, não dava pra dormir pelada do lado dele. Me deitei e me cobri com os lençóis enquanto ele tirava a camisa e a calça. Ele não era só alto, era grande em tudo, tinha uns braços, uma costa, não tinha um pelo. Ele se deitou e não passaram nem 5 minutos, sinto o braço dele sobre mim e ele mais perto. Virei só a cabeça pra olhar pra ele, e eu ia pro sofá senão. "Só isso, deixa eu te abraçar, não vamos fazer nada." Virei a cabeça e senti o corpo todo dele colado em conchinha. Deixei porque ele disse que não ia fazer nada. Ele se mexeu e se ajeitou por baixo da cueca, e quando voltou a se encostar, senti muito mais no meu rabo o pau dele. E ele só apoiou, comecei a sentir ele crescendo. Com a mão que me abraçava, ele desceu e colocou a mão entre minhas pernas, roçando na calcinha, e percebi que ele sentiu o calor e o quanto eu tava molhada. Ele falou: "Deixa eu apoiar a mão só assim", e pressionava meu clitóris, e eu não consegui segurar o movimento. Me virei e comecei a beijar ele, e ele a me tocar. Tirei a cueca dele e desci pra chupar. "Vira", ele disse. Fizemos um 69, ele me fez um oral espetacular, me fez gozar. Aí eu precisava comer a boca dele, e a gente se beijava, eu por cima dele, e a gente se virou, ele ficou por cima de mim. Senti ele entrando dentro de mim. Falei pra colocar camisinha, não terminei de falar e comecei a gemer de prazer. Sentia ele dentro de mim, se movendo e pressionando meu clitóris, e ele percebia e fazia mais, e me fez gozar de novo enquanto a gente se beijava. Ele continuou me comendo até que senti ele me abraçar com força quando gozou. "Fica um pouco aí dentro assim." Enquanto todas as paredes da buceta se contraíam com o pau dele dentro. Quando ele saiu, fui no banheiro me lavar. Da cama até o banheiro, desceu um monte de porra. Me lavava e continuava saindo. Que jeito de gozar, meu Deus, e não era pra menos, ele também tem dois ovos gigantes como ele.
Amanhã compro a pílula do dia seguinte porque não tô me cuidando. Como não tô namorando, pra que tomar? Comprimidos.
Ele foi no banheiro e quando voltou, me abraçou de novo. Colocou o ar em 17, aí a gente tinha que se cobrir e se abraçar. Dormimos até as 15h. Tomamos um mate e ele falou: "Preciso voltar pros meninos". Me deu um beijo e desci com ele pra abrir o portão.

16 comentários - si sos puta una vez sos puta siempre
seria genial ir con alguien