Oi, bom dia, tarde ou noite. Como já vi nessa página, é bem comum contar experiências que tiveram com familiares, então eu também quero dar minha contribuição compartilhando algumas das minhas.
Vejam, na minha família somos 4: minha mãe, minhas duas irmãs e eu. Cada um de nós é filho de pais diferentes por causa das escolhas ruins de parceiros que nossa mãe fez na adolescência. Minha mãe teve minha irmã mais velha - vamos chamá-la de Maria por segurança - aos 15 anos, com o primeiro namorado. Eu nasci quando minha mãe tinha 16, com o segundo namorado dela (porque o primeiro fugiu, coisa que meu pai também fez). E nossa irmã mais nova - vamos chamar de Martha por segurança também - nasceu quando nossa mãe tinha 17 anos. O pai dela ficou mais presente que os nossos, mas no fim também vazou.
Isso parece ter feito nossa mãe entrar na razão, porque depois de tudo isso ela finalmente parou de procurar parceiro e começou a criar a gente sozinha. Mas vamos ao assunto: eu e minha irmã mais velha sempre nos demos super bem, até melhor do que com a Martha. Sempre, até hoje, cuidamos um do outro, sempre estivemos juntos... mas é aí que tá. Isso fez com que não tivesse aquele tipo de vergonha que normalmente tem entre irmãos.
Formamos uma relação tão próxima que, quando chegamos na adolescência, começou a mudar. Num momento de confusão durante a festa de 15 anos de uma prima nossa, durante uma dança bem colada por causa da quantidade de gente, começamos a sentir coisas um pelo outro. Quando nos afastamos, guiados pelo instinto, compartilhamos um beijo - isso quando eu tinha 15 e ela 16. Beijo que quase foi descoberto pela nossa mãe, que tinha nos seguido porque estranhou a gente isolado. Demos uma desculpa pra ela não suspeitar.
Mas aquele beijo, algumas semanas depois, deixaria claro o tipo de relação que a gente tem até hoje. Depois disso, aproveitando que mamãe e Martha tinham saído para comprar algumas coisas, Maria e eu aproveitamos que havíamos ficado sozinhos para explorar aquelas sensações que experimentamos na noite daquela festa. Nós duas já tínhamos visto nossos corpos várias vezes, então, uma vez que nos despimos e nos olhamos mais uma vez, observamos nossos corpos nus, mas naquela ocasião fizemos mais do que só nos ver. Ela me tocou e eu fiz o mesmo, toquei seus seios pela primeira vez – os seios que ela tentava esconder quando era mais nova – e ela começou a tocar meu membro. Ela me disse que tinha me visto nas vezes em que eu estava me masturbando com os vídeos que guardava no meu telefone e que tinha sentido coisas parecidas com as da festa, que queria sentir de novo. Depois disso, fomos para o quarto dela e, guiadas pela forma como as pessoas transavam nos filmes pornô, começamos a fazer sexo de um jeito desajeitado e óbvio pela nossa inexperiência, mas as coisas foram ficando melhores conforme o tempo passava e conforme íamos deixando os nervos de lado. Então, nossa primeira vez, mesmo começando um pouco mal porque eu fui meio brusca, terminou "bem" o suficiente para a gente rir enquanto continuávamos no nosso lance. E acabamos gostando tanto que começamos a fazer cada vez mais e mais, até mesmo quando ela arrumou um ou outro namorado com o passar do tempo.
Essa é uma foto dela atualmente, porque mesmo tendo namorado, ela continua voltando para o irmãozinho satisfazê-la. E caso estejam se perguntando, atualmente ela tem 23, eu tenho 22, nossa irmã mais nova tem 20 e nossa mãe 38. Bom, essa seria uma das minhas histórias com familiares. Tenho mais, depois publico. Espero que tenham gostado de ler, sei que pode não ser o que muitos esperam desse tipo de relato. Espero que os próximos que compartilhar eu consiga escrever melhor, mas por enquanto eu me despeço. Se alguém quiser detalhes ou algo do tipo, me mande mensagem privada.
Vejam, na minha família somos 4: minha mãe, minhas duas irmãs e eu. Cada um de nós é filho de pais diferentes por causa das escolhas ruins de parceiros que nossa mãe fez na adolescência. Minha mãe teve minha irmã mais velha - vamos chamá-la de Maria por segurança - aos 15 anos, com o primeiro namorado. Eu nasci quando minha mãe tinha 16, com o segundo namorado dela (porque o primeiro fugiu, coisa que meu pai também fez). E nossa irmã mais nova - vamos chamar de Martha por segurança também - nasceu quando nossa mãe tinha 17 anos. O pai dela ficou mais presente que os nossos, mas no fim também vazou.
Isso parece ter feito nossa mãe entrar na razão, porque depois de tudo isso ela finalmente parou de procurar parceiro e começou a criar a gente sozinha. Mas vamos ao assunto: eu e minha irmã mais velha sempre nos demos super bem, até melhor do que com a Martha. Sempre, até hoje, cuidamos um do outro, sempre estivemos juntos... mas é aí que tá. Isso fez com que não tivesse aquele tipo de vergonha que normalmente tem entre irmãos.
Formamos uma relação tão próxima que, quando chegamos na adolescência, começou a mudar. Num momento de confusão durante a festa de 15 anos de uma prima nossa, durante uma dança bem colada por causa da quantidade de gente, começamos a sentir coisas um pelo outro. Quando nos afastamos, guiados pelo instinto, compartilhamos um beijo - isso quando eu tinha 15 e ela 16. Beijo que quase foi descoberto pela nossa mãe, que tinha nos seguido porque estranhou a gente isolado. Demos uma desculpa pra ela não suspeitar.
Mas aquele beijo, algumas semanas depois, deixaria claro o tipo de relação que a gente tem até hoje. Depois disso, aproveitando que mamãe e Martha tinham saído para comprar algumas coisas, Maria e eu aproveitamos que havíamos ficado sozinhos para explorar aquelas sensações que experimentamos na noite daquela festa. Nós duas já tínhamos visto nossos corpos várias vezes, então, uma vez que nos despimos e nos olhamos mais uma vez, observamos nossos corpos nus, mas naquela ocasião fizemos mais do que só nos ver. Ela me tocou e eu fiz o mesmo, toquei seus seios pela primeira vez – os seios que ela tentava esconder quando era mais nova – e ela começou a tocar meu membro. Ela me disse que tinha me visto nas vezes em que eu estava me masturbando com os vídeos que guardava no meu telefone e que tinha sentido coisas parecidas com as da festa, que queria sentir de novo. Depois disso, fomos para o quarto dela e, guiadas pela forma como as pessoas transavam nos filmes pornô, começamos a fazer sexo de um jeito desajeitado e óbvio pela nossa inexperiência, mas as coisas foram ficando melhores conforme o tempo passava e conforme íamos deixando os nervos de lado. Então, nossa primeira vez, mesmo começando um pouco mal porque eu fui meio brusca, terminou "bem" o suficiente para a gente rir enquanto continuávamos no nosso lance. E acabamos gostando tanto que começamos a fazer cada vez mais e mais, até mesmo quando ela arrumou um ou outro namorado com o passar do tempo.
Essa é uma foto dela atualmente, porque mesmo tendo namorado, ela continua voltando para o irmãozinho satisfazê-la. E caso estejam se perguntando, atualmente ela tem 23, eu tenho 22, nossa irmã mais nova tem 20 e nossa mãe 38. Bom, essa seria uma das minhas histórias com familiares. Tenho mais, depois publico. Espero que tenham gostado de ler, sei que pode não ser o que muitos esperam desse tipo de relato. Espero que os próximos que compartilhar eu consiga escrever melhor, mas por enquanto eu me despeço. Se alguém quiser detalhes ou algo do tipo, me mande mensagem privada.
4 comentários - Histórias de Família #1