Essa história é de quando minha mãe, minha irmã e eu nos mudamos, por causa da separação dos meus pais. A gente começou num apartamento médio, mas bem confortável. Enquanto minha irmã ia pra escola, eu trabalhava de manhã e estudava à noite. Minha mãe tava procurando emprego na época, por mais que eu falasse que não precisava, que eu dava conta de tudo. Mas ela insistiu tanto que acabou conseguindo um trabalho temporário de casa.
O negócio é que a gente tinha um vizinho, uns 45 anos, que tava em cima da minha mãe. Ele se fez de amigo. No começo, achei até legal, minha mãe conhecer outros caras. Mas com o tempo, esse cara ficou muito chato. Minha mãe já nem queria mais ser amiga dele porque ele era muito insistente. No início, eles saíam, ele trazia algum presente. Lembro que um dia encontrei ele na sala com minha mãe. Ela tava meio bebida, e ele tentou passar dos limites. Quando entrei, ele me cumprimentou meio assustado e vazou, falando que tava tarde e precisava trabalhar no dia seguinte.
Até que chegou meu aniversário, onde as coisas mudaram. Naquela manhã, minha irmã se despediu antes de ir pra escola e me deixou meu presente. Minha mãe também me deu o dela. Como eu tinha tempo antes de ir trabalhar, quando minha mãe foi pra cozinha, eu agarrei a bunda dela e falei:
— Quero meu presente de verdade. (Ela ficou vermelha)
— Ah... quer agora... tá bem, filho, tudo pelo seu aniversário.
Ela se pelou pra mim. Eu tirei minha pica e ela começou a chupar. Com certeza era um presente melhor do que o que ela tinha me dado. E quando a coisa tava esquentando, bateram na porta. Era a voz do vizinho chamando minha mãe. (Porra, esse cara não cansa, pensei.) Minha mãe se apressou, vestiu só a jaqueta, fechando só até o peito. Abriu a porta e ele disse:
— Oi, tudo bem? Tava pensando, se você tiver tempo hoje, a gente pode ir no shopping ver aquele filme novo que você queria. O que acha?
— Hmm, eu até gostaria... mas hoje é aniversário do meu filho, acho que não vou poder...
Quando minha mãe falava isso, eu já tava cansado daquele cara, aí me deu na telha de incomodar ele e marcar meu território. Comecei a lamber a buceta dela, enquanto ela tentava me parar, mas no fim se entregou. Só que esse cara continuava insistindo.
— Ah, é aniversário do seu filho, então talvez a gente possa sair depois pra comemorar.
— Hmmm... b... bom, sei lá... depende do hmm... dele.
— Ei, você tá bem?
— Sim, sim... só que tava... emocionada porque meu filho já vai fazer 21... hmmm.
Tentei aumentar ainda mais a adrenalina, então coloquei a camisinha e comecei a enfiar devagar, depois rápido e com força.
— Ahhh
— Ei, se quiser, posso passar aí e te ajudar, pra você se sentir...
— Não, não, tá tudo bem, só bati o dedinho mindinho.
— Tem alguém aí dentro?
— Hmmm... sim?

Fechei a porta rapidamente e carreguei ela até o sofá, depois me sentei e coloquei ela em cima de mim, com as pernas abertas, segurando pelos braços e falei:
— Agora sim, ninguém vai nos interromper, e espero que você esteja pronta, porque eu tô cheio de energia.
Minha mãe não parava de gemer de tesão, enquanto eu me movia pra cima e pra baixo, metendo até o fundo dela.

Nisso ouço alguém puxar um banco e tentar subir pra espiar pela janela. Minha mãe nem percebia, de tanta excitação que tava, mas quando virei, era aquele idiota do vizinho. Olhei pra ele, mostrei o dedo do meio e falei: vai se foder, amigo. Depois disso, ele caiu e saiu correndo. A gente ficou transando por pelo menos uns 30 minutos.
e acabei gozando em jatos tão fortes que cheguei no rosto dela e nos peitos dela

Desde aquele dia ele nunca mais voltou, até a gente descobrir que ele ia se mudar duas semanas depois do que aconteceu. Sinceramente, não me arrependo de nada. Por mim, minha mãe pode refazer a vida dela com quem quiser, mas aquele sujeito não, ele era muito odioso. Também não tava preocupado se ele contasse pra alguém, porque quem ia acreditar num velho maluco sem provas?
Muito obrigado a todos pelo apoio, isso me motiva a continuar contando minhas histórias. Isso serve como terapia e até como um diário. Antes eu não tinha ninguém pra contar minhas coisas, mas agora conheço muita gente que faz o mesmo que eu e já não me sinto mais mal.
O negócio é que a gente tinha um vizinho, uns 45 anos, que tava em cima da minha mãe. Ele se fez de amigo. No começo, achei até legal, minha mãe conhecer outros caras. Mas com o tempo, esse cara ficou muito chato. Minha mãe já nem queria mais ser amiga dele porque ele era muito insistente. No início, eles saíam, ele trazia algum presente. Lembro que um dia encontrei ele na sala com minha mãe. Ela tava meio bebida, e ele tentou passar dos limites. Quando entrei, ele me cumprimentou meio assustado e vazou, falando que tava tarde e precisava trabalhar no dia seguinte.
Até que chegou meu aniversário, onde as coisas mudaram. Naquela manhã, minha irmã se despediu antes de ir pra escola e me deixou meu presente. Minha mãe também me deu o dela. Como eu tinha tempo antes de ir trabalhar, quando minha mãe foi pra cozinha, eu agarrei a bunda dela e falei:
— Quero meu presente de verdade. (Ela ficou vermelha)
— Ah... quer agora... tá bem, filho, tudo pelo seu aniversário.
Ela se pelou pra mim. Eu tirei minha pica e ela começou a chupar. Com certeza era um presente melhor do que o que ela tinha me dado. E quando a coisa tava esquentando, bateram na porta. Era a voz do vizinho chamando minha mãe. (Porra, esse cara não cansa, pensei.) Minha mãe se apressou, vestiu só a jaqueta, fechando só até o peito. Abriu a porta e ele disse:
— Oi, tudo bem? Tava pensando, se você tiver tempo hoje, a gente pode ir no shopping ver aquele filme novo que você queria. O que acha?
— Hmm, eu até gostaria... mas hoje é aniversário do meu filho, acho que não vou poder...
Quando minha mãe falava isso, eu já tava cansado daquele cara, aí me deu na telha de incomodar ele e marcar meu território. Comecei a lamber a buceta dela, enquanto ela tentava me parar, mas no fim se entregou. Só que esse cara continuava insistindo.
— Ah, é aniversário do seu filho, então talvez a gente possa sair depois pra comemorar. — Hmmm... b... bom, sei lá... depende do hmm... dele.
— Ei, você tá bem?
— Sim, sim... só que tava... emocionada porque meu filho já vai fazer 21... hmmm.
Tentei aumentar ainda mais a adrenalina, então coloquei a camisinha e comecei a enfiar devagar, depois rápido e com força.
— Ahhh
— Ei, se quiser, posso passar aí e te ajudar, pra você se sentir...
— Não, não, tá tudo bem, só bati o dedinho mindinho.
— Tem alguém aí dentro?
— Hmmm... sim?


Fechei a porta rapidamente e carreguei ela até o sofá, depois me sentei e coloquei ela em cima de mim, com as pernas abertas, segurando pelos braços e falei:— Agora sim, ninguém vai nos interromper, e espero que você esteja pronta, porque eu tô cheio de energia.
Minha mãe não parava de gemer de tesão, enquanto eu me movia pra cima e pra baixo, metendo até o fundo dela.


Nisso ouço alguém puxar um banco e tentar subir pra espiar pela janela. Minha mãe nem percebia, de tanta excitação que tava, mas quando virei, era aquele idiota do vizinho. Olhei pra ele, mostrei o dedo do meio e falei: vai se foder, amigo. Depois disso, ele caiu e saiu correndo. A gente ficou transando por pelo menos uns 30 minutos.
e acabei gozando em jatos tão fortes que cheguei no rosto dela e nos peitos dela

Desde aquele dia ele nunca mais voltou, até a gente descobrir que ele ia se mudar duas semanas depois do que aconteceu. Sinceramente, não me arrependo de nada. Por mim, minha mãe pode refazer a vida dela com quem quiser, mas aquele sujeito não, ele era muito odioso. Também não tava preocupado se ele contasse pra alguém, porque quem ia acreditar num velho maluco sem provas?Muito obrigado a todos pelo apoio, isso me motiva a continuar contando minhas histórias. Isso serve como terapia e até como um diário. Antes eu não tinha ninguém pra contar minhas coisas, mas agora conheço muita gente que faz o mesmo que eu e já não me sinto mais mal.
2 comentários - Presente de aniversário da mamãe (O vizinho chato)