Aqui vai mais um capítulo dessa história.
Espero que vocês curtam.
OBRIGADO PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS
Assim as coisas, depois de um mês de férias, minha namorada já tinha mudado pra caralho. Ela tinha mais amantes do que cabelo na cabeça: meus amigos, minha família e agora os açougueiros. Por sorte, o verdureiro já não estava mais lá, no lugar dele quem atendia era a mulher. Meus velhos não iam vir naquele sábado, o pedido de churrasco foi só pra satisfazer ela, que queria dar pra eles e acabou enfiada numa festa de novo. Então, naquele sábado de manhã, só fiquei pensando no que fazer com aquele churrasco, e no café da manhã, conversei com ela sobre isso.
E agora o que a gente faz com toda essa carne, meus velhos tão de férias.
Laura chama o Carlos e o Sérgio, e se eles quiserem, o Raul e o Rubén também podem vir. Vamos nos divertir pra caralho, gostosa.
Tá a fim de continuar trepando?
Laura, amor, convida eles pra amanhã, céu, aí a gente acaba com essa carne e na semana eu compro de novo.
Quer enfiar de novo neles, sua putinha?
Laura, amor, tu não sabe como o negão me deixa molhada. Quero que você venha também pra ver como eles me comem.
Não acho, embora adoraria ver te arrebentarem toda, mas o que eu faço se o negão quiser me comer?
Laura, isso é o que mais me excita, essa fera é um verdadeiro vencedor, bebê. Se ele te humilhou quando você não estava aqui, imagina do que ele é capaz quando ver você se tocando enquanto ele me arrebenta toda. Você não vai conseguir parar, meu bem, e ele vai te arrebentar também.
Sei lá, sei lá, não curto muito essa ideia.
Ela mentiu descaradamente pra mim, essa ideia me deixava com muito tesão. Eu resistia em ser a mulher dos meus amigos, mas também não queria ser de um açougueiro. Liguei pros meus amigos e convidei eles pra domingo, mas eles não podiam vir e nos chamaram pra ir bem cedo na casa do Raul, o que animou a Laura ainda mais, porque segundo eles tinham uma surpresa pra mim. Naquele sábado à tarde foi muito quente, e a Laura passou o tempo todo brincando com minha bunda e meu pau, já que ela se guardava pra domingo e queria me deixar bem preparado pra eu entregar minha bundinha, coisa que eu resistia. No domingo fomos pra casa do Raul cedo, tipo umas nove horas já estávamos lá. A Laura tava ansiosa pra ver eles de novo, parece. Raul e Ruben nos receberam.
Ruben, aí chegou a nossa putinha, que gostosa você tá, menina, dá pra ver que sentiu muito a nossa falta, né.
Raul, mas acho que sentia falta das nossas picas
Nada demais, Raul. Sexta-feira teve guerra com três açougueiros, deixaram a putinha bem cheia.
Ruben, hoje ela vai transbordar por todos os lados, você não tem ideia da vontade que a gente tem dessa rabuda gostosa.
Laura, beleza, beleza, só viemos pra comer um churrasquinho. Cadê os meninos?
Raul, daqui a pouco tão chegando com a surpresinha pro Oscar. Vamo preparar a petiscada enquanto a gente bate um papo com sua mina, certeza que ela tem muita história pra contar sobre esses açougueiros aí.
Lá estava eu, de novo fazendo papel de empregado pras safadezas da minha namorada. Me excitava ouvir a Laura contando a experiência dela com os açougueiros, e pra piorar, não podia nem me tocar enquanto ela fazia isso. Quando terminei, me mandaram acender o fogo, me mostraram a churrasqueira e lá fui eu. Fiquei sozinho com uma cerveja e um tira-gosto enquanto eles se divertiam com a minha mina, que com certeza já devia estar pegando fogo ou talvez já sendo comida por eles — não sabia. Como um bom serviçal, só obedecia. Não parava de pensar nas coisas que falavam de mim pra ela, e sabia que isso, além de mostrar a raba pra ser admirada, também a excitava pra caralho. Eu tinha virado o corno manso de quem todo mundo zomba, e isso, sinceramente, não me agradava muito. Quando o fogo já tava quase no ponto, ouvi o Carlos e o Sergio chegando com mais alguém. Então fui pra casa pegar a carne que tinha trazido pra botar na grelha. Estranhei ver a Laura vestida como tinha chegado — isso me dizia que ainda não tinha transado. Lá estavam o Carlos, o Sergio e uma tal de Susana, com umas tetas operadas do caralho, uma travesti monstra. Peguei a bandeja de carne e voltei pra churrasqueira. Claramente, essa era a minha surpresa. Atrás de mim, veio o Sergio com uma cerveja.
Sergio, você gostou do presentinho que a gente te deu? É só pra você, então aproveita, chega de punheta enquanto a gente come a sua namorada.
Parece perfeito pra mim, de onde tiraram ela?
Sergio, a única coisa que te adianto é que quando contamos sua história pra ela, ela ficou doida e tava morrendo de vontade de te conhecer. Você não faz ideia da vontade que ela tem de te pegar, então vai fundo e mete ficha.
Não tenha dúvida disso.
Fiz o churrasco e quando levei a carne pra dentro, já tava tudo pronto, o vinho tinto já tava correndo, e o branco também. Só a Laura que tava no fernet, sentada do outro lado de mim, como sempre separados, mas dessa vez eu tava sentado do lado da Adriana. Comemos e conversamos sobre um monte de coisas, várias com duplo sentido. Depois ela me ajudou a levantar a mesa, e eu vi a Laura meio com ciúme por ter a Adriana tão grudada em mim. Ela percebeu que já não era o centro das atenções como das outras vezes, e isso foi baixando a excitação dela. Agora tinha concorrência, mesmo que fosse uma transexual fazendo sombra pra ela. Colocamos música, e o Ruben e o Raul cuidaram de levar ela pro quarto.
Carlos, a gente também vai.
Sérgio, vocês vão ficar sozinhos, mas se quiserem, tem outro quarto.
Adriana, ah, papi, deixa eles pra lá, deixa sua mina fazer o que quiser, você é meu agora.
Claro que sim, vamos
Entramos no quarto e na hora ficamos pelados, abraçados num beijo. Eu já tava com o pau duro, mas ela também, era um baita pau, mais que o dobro do meu. Mesmo assim, Adriana pulou em cima de mim e começou a chupar meu pau, porra, ela sabia como fazer. Num instante ela falou pra fazer um sessenta e nove, não pensei duas vezes.
Adriana, amor, que buceta linda que você tem, meu céu, e como você chupa bem, você é muito bom nisso.
Pouco depois, ela se virou e ficou de quatro.
Adriana, não aguento mais, quero meter ela dentro.
Enfiei no cu arrombado dela, ela não parava de gemer e eu de montar na bunda dela até que finalmente enchi ela de porra, nos abraçamos e comecei a brincar com os peitos dela.
Adriana, você gosta dos meus peitos, céu? Sim, toca eles, adoro que toquem e chupem, você não sabe como isso me excita.
Chupava e apalpava elas, e aí ela levou uma das minhas mãos pro pau dela e fez eu masturbar ela. Era tão gostoso sentir aquele pau na minha mão, comprido e grosso que me deixava louco. Senti ele endurecer enquanto eu batia uma até ela falar
Adriana, meu céu, vira de costas, quero que você sinta ela dentro, igual eu senti a sua.
Não podia acreditar, ia dar pra uma gostosa e tava adorando, na hora me coloquei de quatro e abri bem a bunda pra ela me meter, a Adriana chupou direitinho meu cuzinho, quase morri de prazer com aquilo.
Adriana, sua buceta gostosa, vou arrebentar sua bunda, você quer, não é verdade?
Siiii, arrebenta tudo, é todo seu, me dá essa rola gostosa, enfia até o fundo
Não sei por que falei aquilo, tava tão tesuda que nem pensava, só queria que aquela pica me desse prazer e foi o que fez, juro que vi estrelas quando a cabeça da pica dele entrou, foi foda, ele não parou até enfiar tudo pra dentro e depois começou a me montar igual um animal.
Adriana, então você gosta de corno, agora sim você é todo meu, sua promíscua, você gosta de ter a pica dentro?
Adoro, mas vai com mais calma.
Adriana, sua promíscua, dói muito? Muito, muito? Você não faz ideia de como vou deixar seu cuzinho arrombado, vou te destruir toda, sua promíscua. Você não tem porra nenhuma de macho, depois deixo você apalpar meus peitos de novo, você gosta disso, né?
Tava me arrebentando toda, sentia aquela pica entrando e saindo do meu cu e me tremia de dor, mas ao mesmo tempo eu amava, até que finalmente chegou o momento em que ela gozou. Foi tudo tão intenso que fiquei enroscado num beijo e depois fui chupar a pica dela de novo enquanto ela chupava a minha.
Adriana, vamos descansar um pouquinho? Depois a gente continua, amorzinho, afinal temos o domingo inteiro e sua namorada tá muito ocupada, ela com certeza não descansa, bebê.
Assim a gente dormiu um pouco, eu com a pica dela no meu cu, de conchinha, e eu amava. Ela me acordou com uma cerveja e me comeu de novo. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, já tinha a pica dela dentro e eu tava me contorcendo de novo. Parecia que ela era o macho e eu a mulher dela, mas tudo aquilo me deixou louco, ainda mais as coisas que ela me falava.
Adriana, você gosta, céu? É assim que estão comendo a sua namorada esses quatro caras malvados. Imagina como estão arrebentando ela, corno. Você não faz nem cócegas nela, meu promíscuo. Vou te comer a tarde inteira, amorzinho. Daqui você vai sair bem cheio. Você só vai brincar com as minhas tetinhas, nada mais.
Ele gozou dentro de mim de novo, e a desgraçada pegou meu copo, juntou a porra que escorria do meu cu e a gente tomou junto. Depois, ela colocou meu pau entre os peitos dela e bateu uma com eles. Sinceramente, tava gozando como nunca. Aí, voltei a chupar bem a rola dela e receber de novo no meu cu já todo castigado. Mesmo não aguentando mais, não dava pra recusar. Lá pras nove da noite, a gente tomou banho junto, se trocou e foi pro refeitório, onde sentamos. Chegaram o Carlos e o Sérgio, depois de uma conversa rápida foram embora com a promessa de repetir quando quisesse. Do quarto só saiu o Ruben com a Laura, a coitada tava visivelmente exausta e a única coisa que disse foi que já era hora de ir pra casa.
Espero que vocês curtam.
OBRIGADO PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS
Assim as coisas, depois de um mês de férias, minha namorada já tinha mudado pra caralho. Ela tinha mais amantes do que cabelo na cabeça: meus amigos, minha família e agora os açougueiros. Por sorte, o verdureiro já não estava mais lá, no lugar dele quem atendia era a mulher. Meus velhos não iam vir naquele sábado, o pedido de churrasco foi só pra satisfazer ela, que queria dar pra eles e acabou enfiada numa festa de novo. Então, naquele sábado de manhã, só fiquei pensando no que fazer com aquele churrasco, e no café da manhã, conversei com ela sobre isso.
E agora o que a gente faz com toda essa carne, meus velhos tão de férias.
Laura chama o Carlos e o Sérgio, e se eles quiserem, o Raul e o Rubén também podem vir. Vamos nos divertir pra caralho, gostosa.
Tá a fim de continuar trepando?
Laura, amor, convida eles pra amanhã, céu, aí a gente acaba com essa carne e na semana eu compro de novo.
Quer enfiar de novo neles, sua putinha?
Laura, amor, tu não sabe como o negão me deixa molhada. Quero que você venha também pra ver como eles me comem.
Não acho, embora adoraria ver te arrebentarem toda, mas o que eu faço se o negão quiser me comer?
Laura, isso é o que mais me excita, essa fera é um verdadeiro vencedor, bebê. Se ele te humilhou quando você não estava aqui, imagina do que ele é capaz quando ver você se tocando enquanto ele me arrebenta toda. Você não vai conseguir parar, meu bem, e ele vai te arrebentar também.
Sei lá, sei lá, não curto muito essa ideia.
Ela mentiu descaradamente pra mim, essa ideia me deixava com muito tesão. Eu resistia em ser a mulher dos meus amigos, mas também não queria ser de um açougueiro. Liguei pros meus amigos e convidei eles pra domingo, mas eles não podiam vir e nos chamaram pra ir bem cedo na casa do Raul, o que animou a Laura ainda mais, porque segundo eles tinham uma surpresa pra mim. Naquele sábado à tarde foi muito quente, e a Laura passou o tempo todo brincando com minha bunda e meu pau, já que ela se guardava pra domingo e queria me deixar bem preparado pra eu entregar minha bundinha, coisa que eu resistia. No domingo fomos pra casa do Raul cedo, tipo umas nove horas já estávamos lá. A Laura tava ansiosa pra ver eles de novo, parece. Raul e Ruben nos receberam.
Ruben, aí chegou a nossa putinha, que gostosa você tá, menina, dá pra ver que sentiu muito a nossa falta, né.
Raul, mas acho que sentia falta das nossas picas
Nada demais, Raul. Sexta-feira teve guerra com três açougueiros, deixaram a putinha bem cheia.
Ruben, hoje ela vai transbordar por todos os lados, você não tem ideia da vontade que a gente tem dessa rabuda gostosa.
Laura, beleza, beleza, só viemos pra comer um churrasquinho. Cadê os meninos?
Raul, daqui a pouco tão chegando com a surpresinha pro Oscar. Vamo preparar a petiscada enquanto a gente bate um papo com sua mina, certeza que ela tem muita história pra contar sobre esses açougueiros aí.
Lá estava eu, de novo fazendo papel de empregado pras safadezas da minha namorada. Me excitava ouvir a Laura contando a experiência dela com os açougueiros, e pra piorar, não podia nem me tocar enquanto ela fazia isso. Quando terminei, me mandaram acender o fogo, me mostraram a churrasqueira e lá fui eu. Fiquei sozinho com uma cerveja e um tira-gosto enquanto eles se divertiam com a minha mina, que com certeza já devia estar pegando fogo ou talvez já sendo comida por eles — não sabia. Como um bom serviçal, só obedecia. Não parava de pensar nas coisas que falavam de mim pra ela, e sabia que isso, além de mostrar a raba pra ser admirada, também a excitava pra caralho. Eu tinha virado o corno manso de quem todo mundo zomba, e isso, sinceramente, não me agradava muito. Quando o fogo já tava quase no ponto, ouvi o Carlos e o Sergio chegando com mais alguém. Então fui pra casa pegar a carne que tinha trazido pra botar na grelha. Estranhei ver a Laura vestida como tinha chegado — isso me dizia que ainda não tinha transado. Lá estavam o Carlos, o Sergio e uma tal de Susana, com umas tetas operadas do caralho, uma travesti monstra. Peguei a bandeja de carne e voltei pra churrasqueira. Claramente, essa era a minha surpresa. Atrás de mim, veio o Sergio com uma cerveja.
Sergio, você gostou do presentinho que a gente te deu? É só pra você, então aproveita, chega de punheta enquanto a gente come a sua namorada.
Parece perfeito pra mim, de onde tiraram ela?
Sergio, a única coisa que te adianto é que quando contamos sua história pra ela, ela ficou doida e tava morrendo de vontade de te conhecer. Você não faz ideia da vontade que ela tem de te pegar, então vai fundo e mete ficha.
Não tenha dúvida disso.
Fiz o churrasco e quando levei a carne pra dentro, já tava tudo pronto, o vinho tinto já tava correndo, e o branco também. Só a Laura que tava no fernet, sentada do outro lado de mim, como sempre separados, mas dessa vez eu tava sentado do lado da Adriana. Comemos e conversamos sobre um monte de coisas, várias com duplo sentido. Depois ela me ajudou a levantar a mesa, e eu vi a Laura meio com ciúme por ter a Adriana tão grudada em mim. Ela percebeu que já não era o centro das atenções como das outras vezes, e isso foi baixando a excitação dela. Agora tinha concorrência, mesmo que fosse uma transexual fazendo sombra pra ela. Colocamos música, e o Ruben e o Raul cuidaram de levar ela pro quarto.
Carlos, a gente também vai.
Sérgio, vocês vão ficar sozinhos, mas se quiserem, tem outro quarto.
Adriana, ah, papi, deixa eles pra lá, deixa sua mina fazer o que quiser, você é meu agora.
Claro que sim, vamos
Entramos no quarto e na hora ficamos pelados, abraçados num beijo. Eu já tava com o pau duro, mas ela também, era um baita pau, mais que o dobro do meu. Mesmo assim, Adriana pulou em cima de mim e começou a chupar meu pau, porra, ela sabia como fazer. Num instante ela falou pra fazer um sessenta e nove, não pensei duas vezes.
Adriana, amor, que buceta linda que você tem, meu céu, e como você chupa bem, você é muito bom nisso.
Pouco depois, ela se virou e ficou de quatro.
Adriana, não aguento mais, quero meter ela dentro.
Enfiei no cu arrombado dela, ela não parava de gemer e eu de montar na bunda dela até que finalmente enchi ela de porra, nos abraçamos e comecei a brincar com os peitos dela.
Adriana, você gosta dos meus peitos, céu? Sim, toca eles, adoro que toquem e chupem, você não sabe como isso me excita.
Chupava e apalpava elas, e aí ela levou uma das minhas mãos pro pau dela e fez eu masturbar ela. Era tão gostoso sentir aquele pau na minha mão, comprido e grosso que me deixava louco. Senti ele endurecer enquanto eu batia uma até ela falar
Adriana, meu céu, vira de costas, quero que você sinta ela dentro, igual eu senti a sua.
Não podia acreditar, ia dar pra uma gostosa e tava adorando, na hora me coloquei de quatro e abri bem a bunda pra ela me meter, a Adriana chupou direitinho meu cuzinho, quase morri de prazer com aquilo.
Adriana, sua buceta gostosa, vou arrebentar sua bunda, você quer, não é verdade?
Siiii, arrebenta tudo, é todo seu, me dá essa rola gostosa, enfia até o fundo
Não sei por que falei aquilo, tava tão tesuda que nem pensava, só queria que aquela pica me desse prazer e foi o que fez, juro que vi estrelas quando a cabeça da pica dele entrou, foi foda, ele não parou até enfiar tudo pra dentro e depois começou a me montar igual um animal.
Adriana, então você gosta de corno, agora sim você é todo meu, sua promíscua, você gosta de ter a pica dentro?
Adoro, mas vai com mais calma.
Adriana, sua promíscua, dói muito? Muito, muito? Você não faz ideia de como vou deixar seu cuzinho arrombado, vou te destruir toda, sua promíscua. Você não tem porra nenhuma de macho, depois deixo você apalpar meus peitos de novo, você gosta disso, né?
Tava me arrebentando toda, sentia aquela pica entrando e saindo do meu cu e me tremia de dor, mas ao mesmo tempo eu amava, até que finalmente chegou o momento em que ela gozou. Foi tudo tão intenso que fiquei enroscado num beijo e depois fui chupar a pica dela de novo enquanto ela chupava a minha.
Adriana, vamos descansar um pouquinho? Depois a gente continua, amorzinho, afinal temos o domingo inteiro e sua namorada tá muito ocupada, ela com certeza não descansa, bebê.
Assim a gente dormiu um pouco, eu com a pica dela no meu cu, de conchinha, e eu amava. Ela me acordou com uma cerveja e me comeu de novo. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, já tinha a pica dela dentro e eu tava me contorcendo de novo. Parecia que ela era o macho e eu a mulher dela, mas tudo aquilo me deixou louco, ainda mais as coisas que ela me falava.
Adriana, você gosta, céu? É assim que estão comendo a sua namorada esses quatro caras malvados. Imagina como estão arrebentando ela, corno. Você não faz nem cócegas nela, meu promíscuo. Vou te comer a tarde inteira, amorzinho. Daqui você vai sair bem cheio. Você só vai brincar com as minhas tetinhas, nada mais.
Ele gozou dentro de mim de novo, e a desgraçada pegou meu copo, juntou a porra que escorria do meu cu e a gente tomou junto. Depois, ela colocou meu pau entre os peitos dela e bateu uma com eles. Sinceramente, tava gozando como nunca. Aí, voltei a chupar bem a rola dela e receber de novo no meu cu já todo castigado. Mesmo não aguentando mais, não dava pra recusar. Lá pras nove da noite, a gente tomou banho junto, se trocou e foi pro refeitório, onde sentamos. Chegaram o Carlos e o Sérgio, depois de uma conversa rápida foram embora com a promessa de repetir quando quisesse. Do quarto só saiu o Ruben com a Laura, a coitada tava visivelmente exausta e a única coisa que disse foi que já era hora de ir pra casa.
5 comentários - o cuzão da minha mina 14 depois dos carniceiros
van 10