Minha sogra me domina? 2 [A queda]

Namorada: oi amor, como cê tá? hoje eu vou ficar até as 22 na facul porque a gente vai fazer grupo de estudo... blablablá


Eu: ué, mas não é que fecham a facul umas 20h mais ou menos?

Namorada: sim, amor, mas se você pedir uma autorização, eles deixam até meia-noite, então avisa pra sua mãe que não me espere pra jantar, te amo

*interrompe* e nisso minha sogra sai do banheiro e me olha meio corada, mas firme.
Me olha, eu olho pra ela.

Sogra: era ela? O que ela queria?

Eu: sim, não tinha nada pra avisar que faziam grupo de estudo e ficavam até umas 22:00 mais ou menos

Sogra: que orgulho, puxou a mãe kkkk

*ri safado*, seguido de voltar a fazer cara séria e meio sorriso..

Sogra: e você tá desocupado? Não tem nada pra fazer?

Eu: por enquanto sim…, posso ajudar com alguma coisa?

Falei meio nervoso. Senti que o comentário foi bem direto, mas fiquei na expectativa sobre a situação.


Sogra: siim, tenho muito trabalho pra terminar. Vai catar a roupa que tá no bidê e leva pra lavar, e depois pendura a roupa.

Meu coração tava batendo a mil, senti um calorão no corpo todo. Ficar totalmente exposto me deixou um segundo em branco. Quando criei coragem pra olhar nos olhos dela
ver ela de braços cruzados com um olhar desafiador e um pouco de raiva.

Sogra: o que você está esperando?

eu: não.nada.


Me recompus e fui pro banheiro, juntei tudo como deu na bacia.
Não queria nem olhar pra trás, termino de juntar tudo e me encho de coragem pra ir até o tanque, me sentindo um cachorro com a buceta entre as pernas. Quando vou em direção à porta, percebo que minha sogra tava rindo baixinho.

Bom, depois de colocar a roupa pra lavar e estender a que já tava pronta.
Minha sogra tava com o netbook dela mexendo nas coisas dela.

Eu: sogra, já terminei tudo, precisa de mais alguma coisa?

Sorri e bate palmas num tom debochado

Sogra: mas que obediente, bom, agora que te tenho aqui. A gente precisa conversar.

eu: …

Sogra: Olha, tô fazendo as contas da casa e a verdade é que a coisa tá complicada pra caralho.

eu: mas você tinha me falado que…

Senti que o mundo tava desabando, não tinha pra onde correr, até que:


Sogra: toma *me dá dinheiro* vai fazer as compras na verdureira, no açougue e no mercadinho, a lista tá aí na mesa, pede o ticket

Eu tava na pista, um pouco mais aliviado, mas bem confuso…
Ela me disse as coisas que eu tinha que comprar. Fui e fiz todas as compras quase na hora. Saí tão rápido que nem contei o dinheiro. Fui no açougue e quem me atendeu foi uma mina corpuda, não gorda, mas caderuda e com uma bela bunda. Pelo que se sabe no bairro, ela é sapatão, mas nunca vi ela com outra mina. O que ela tinha era um gênio bem forte, na real parecia que ela gostava de cortar carne haha...

Quando fui tirar o dinheiro pra pagar, percebi que não tinha o que deveria... queria morrer.
Tive que pedir mil desculpas, mas tinha pedido a quantidade errada.. na hora contei o dinheiro rápido e fiz as contas na correria..

A jovem resmungou baixinho, mas não falou nada comigo. Ela viu a cara de alguém que tava passando pelo pior dia da vida.
Pago e vou embora quase sem olhar pra trás.

Moça: Ei, você tá esquecendo o ticket

Eu: ah, valeu, tô com a cabeça em outro lugar.

volto e pego o ticket

Moça jovem: Sou a Nicol, acho que faz uma semana que trabalho aqui e ainda não nos conhecemos, você é daqui?

eu: ssi, eu me chamo Martin, é, você tem razão, prazer.

nicol: e você é daqui?

eu: nãoo.. sim.. bah, é complicado, sou o namorado da Mili

nicol: da mili? sii, conheço ela, é uma mina mó gostosa, a gente trocou ideia umas 2 ou 3 vezes nos stories, mas ela parece mó gente boa

Eu: Bom, vou continuar com minhas compras. Até mais, Nicol!

Terminei todas as compras, me sentindo, no geral, com uma meia vitória. Conhecer alguém novo e superar o desafio da minha sogra.

Chego na casa da minha mina. Dou um meio alô pro sogrão. (Acho que ele nem me nota)... passo pela lavanderia... e quando saio, tem um quintal com um apê maiorzinho lá no fundo, o da frente é onde o sogrão dorme. Vale dizer que, mesmo sendo casados, ele quase não se vê com a sogra.
Passo pelo pátio e entro no próximo apê.

(Este apê é uma cozinha principal, um corredor com o famoso banheiro, seguido de uma sala de estar que tem uns 3 sofás (um grande, dois individuais) e uma TV bem grandona, com uma escada que subindo dá num corredor com 3 quartos (2 ocupados). E além disso, nessa sala de estar tem uma porta que leva pro lavanderia.)
Feita essa explicação.

Na cozinha, minha sogra tava fazendo as coisas do trabalho, mandando umas mensagens. Ela me vê e larga tudo que tava fazendo.

Eu: tudo pronto, sogrinha gostosa.

Sogra: Valeu, gatinho, senta aqui, quer tomar um mate?

Eu: fala sério, se tu quiser eu preparo..

Sogra: vô, neném… vem cá.

Ela vai em direção à sala principal
Ele me convidava pra sentar no sofá.

Obedeço e me sento, já tava nervoso de novo, não sabia o que podia rolar e inventava na minha cabeça desculpa caso ela me repreendesse por ter comprado aquela quantidade de coisas.

Ela vai e vem trazendo uma tábua de madeira, o mate, a cuia, meio que sem ligar pra mim. Traz a chaleira com a água pro mate, a gente senta de frente um pro outro. Vale dizer que essas poltronas são bem baixinhas, uns 15 ou 20 cm de altura, pra vocês terem uma ideia.

Sogra: como foi, gatinho?

seguido de começar a cevar o primeiro mate

Eu: Beleza, sogrinha, trouxe tudo como você pediu.

Sogra: Sii, trouxe os tickets aqui. Toma um mate.

Me aproxima um mate de longe... Enquanto começo a tomar o mate, vejo ela começando a olhar os tickets, parecia que tava contando.

aproximo o mate pra ela..

Sogra: filho, sabe quanto eu gastei hoje?

Eu: Sii.. gastou xxx?

Sogra: sii, muito bem, já sei quanto dinheiro te dei!

*me grita*

Sogra: Tô te falando que você me sai muito caro, filho da puta!

Fico mudo sem saber como reagir.

*Se recompõe*

Sogra: Olha, nós dois sabemos muito bem que não se vive só de "por favor" e "obrigado", estamos de acordo, né?

yo: Ssi..





Sogra: olha aqui, gatinho, o mundo funciona de um jeito bem simples.
  
Sogra: como é que você acha que o pessoal ganha a vida?

*Se acomoda na poltrona, prepara um mate e pega os tickets... continua.*
*Deixa um ticket do açougue na mesinha*

Sogra: O açougueiro vende?

e me faz sinal pra eu terminar a frase..

Sogra: Carneee..

Sogra: A verdureira vende?

Eu: buceta?

Sogra: muito bem! já tá pegando o jeito

Sogras: e as putas? O que as putas vendem?

O ar cortou, senti meus ouvidos tamparem e a pressão cair.
minha sogra com cara de pôquer me encarando bem nos olhos


Sogra: você acha que eu sou uma puta, Martin?

Eu: Não, sogra, pelo amor de Deus, como é que eu vou pensar isso de você

Enquanto isso, eu tava todo tremendo no sofá de medo.

Ela fica me encarando fixamente, toda puta da vida... e depois se acalma de novo...
Pega um ar, solta e fica uns segundos em silêncio.

Sogra: eu acho que você é uma puta.

Fiquei totalmente sem reação, não sabia nem o que fazer nem o que dizer.

eu: .como?

Me ceba outro mate

Sogra: achei que você tinha entendido, te coloquei pra lavar, comprar…

Ela para e começa a se aproximar da minha poltrona até que eu fico sentado nela e ela na minha frente, mas bem na minha cara, roubando meu espaço. Eu tava totalmente desconfortável.

Sogra: toma, escolheu *me mostra os tickets como um leque de opções
eu, com muito medo, aponto um aleatório…

Sogra: Mmmm deixa ver… Açougue!


Sogra: Acho que hoje todo mundo vai querer comer bife à milanesa, né?

Coloca um pé em cima do sofá e se inclina na minha direção.

Sogra: quanto você cobra, vagabunda?

Em seguida, ela levanta o vestido, deixando minha cara bem na frente da buceta dela, porque pra minha surpresa, ela não tava de calcinha.


Ela me olha com um sorriso de superioridade.
Sogra: acho que você entendeu

Ela me agarra pela nuca e me puxa contra a buceta dela. Tinha bastante pelo, mas não era peluda, estava toda encharcada, até os fios. Senti todo aquele gosto de mulher madura.
Tava morrendo de medo pela imprevisibilidade de tudo naquele momento, mas ao mesmo tempo tava adorando esse rumo que as coisas estavam tomando…

Passei a língua por todo o comprimento da buceta com umas duas lambidas... apertar o clitóris com a língua, chupar o clitóris dela... eu tava em êxtase com o gosto daquela coroa, não queria, mas no fundo eu tava me deixando levar...

me forcei a enfiar a língua dentro da buceta dela, comecei a girar a língua lá dentro e notei como ela se mijava de prazer, a danada gostosa.

Sogra: siii, gatinho, vai fundo, isso, assim... Aaaahhh

nisso sai um jato da buceta dela e ela mijou um pouco na gozada
En meio a tudo isso, eu continuei pra intensificar aquela gozada, senti todos os fluidos dela acabando na minha cara ou na minha boca, nunca vou esquecer esses sabores, me sentia enojado mas profundamente excitado...






Até aqui com essa segunda parte, em breve a terceira. Muito obrigado pelo apoio e pelas mensagens, e valeu também pras coroas e pros casais que mandam histórias e contribuições!

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