Depois de fazer essa pergunta, ela responde nervosa: “não sei”, desviando o olhar para o lado, como se afastando do meu. Agora, envergonhado, respondo: “tem certeza que não sabe?”. Bom, vou tentar de novo, insisto, e dou um beijão nela, ela fica dura e sem dizer uma palavra. De novo, minha boca cola na dela, mas agora eu fico mais tempo, como se buscando mais contato, aos poucos ela abre a boca.
Primeiro, lembro de muitas imagens passando uma atrás da outra bem rápido, meu coração acelerou como se quisesse pular pra fora do peito. Ainda não conseguia acreditar no que tava rolando, acho que a Noli também tá surpresa. Nossas bocas finalmente estavam onde deviam estar, juntas, se conhecendo, se percorrendo, se curtindo, buscando se fundir em movimentos sincronizados. Nossas línguas, que não queriam ficar de fora do que tava acontecendo, conseguiram se abraçar de um jeito como se nunca quisessem se soltar. Não lembrava há quanto tempo meu corpo inteiro não sentia essa sensação, essa adrenalina correndo nas veias, me deixando com um tesão danado. De qualquer forma, estava me sentindo estranho, sabia claramente que o que estava rolando não era certo, mas o que importava era como eu me sentia, e, sem dúvida, não queria que esse momento acabasse. Perdi a noção do tempo e do espaço de novo, só me toquei quando percebi que a chuva começou a cair. No começo foi gostoso, refrescante, tipo pra apagar aquele fogo que a Noli tava me fazendo sentir. Aos poucos a chuva foi ficando mais forte, parecia que uma tempestade foda tava prestes a desabar. Ela vê um teto pra gente se proteger da chuva, a gente corre rápido, tentando desviar das poças que já tinham se formado na rua. Agora, sem me preocupar tanto com a água, seguro ela pela cintura e a gente se olha nos olhos. Ela sorri e fala que eu sou o protetor dela, depois solta uma gargalhada e me abraça. Fico pasmo, tô conseguindo chegar num nível que nunca pensei que alcançaria, me sinto feliz pra caralho. Realmente não queria estar em outro lugar, me sinto como um adolescente nos primeiros encontros escondidos. Não quero parar de aproveitar isso, mas já era um temporal e realmente parecia que alguém estava furioso testemunhando tudo que estávamos fazendo. Olho bem na diagonal e vejo um lugar com luzes coloridas chamativas, parecia aberto pra gente se abrigar até a tempestade passar. Continuo olhando e comento com a Noli: "que pinta de hotel tem aquilo, vamos?". Ela caiu na risada e me fala: "claro, por causa da chuva, né? E pra fazer aquelas massagens que você dá tão bem". A gente riu, meio cúmplices, e eu abraço ela de novo.
Primeiro, lembro de muitas imagens passando uma atrás da outra bem rápido, meu coração acelerou como se quisesse pular pra fora do peito. Ainda não conseguia acreditar no que tava rolando, acho que a Noli também tá surpresa. Nossas bocas finalmente estavam onde deviam estar, juntas, se conhecendo, se percorrendo, se curtindo, buscando se fundir em movimentos sincronizados. Nossas línguas, que não queriam ficar de fora do que tava acontecendo, conseguiram se abraçar de um jeito como se nunca quisessem se soltar. Não lembrava há quanto tempo meu corpo inteiro não sentia essa sensação, essa adrenalina correndo nas veias, me deixando com um tesão danado. De qualquer forma, estava me sentindo estranho, sabia claramente que o que estava rolando não era certo, mas o que importava era como eu me sentia, e, sem dúvida, não queria que esse momento acabasse. Perdi a noção do tempo e do espaço de novo, só me toquei quando percebi que a chuva começou a cair. No começo foi gostoso, refrescante, tipo pra apagar aquele fogo que a Noli tava me fazendo sentir. Aos poucos a chuva foi ficando mais forte, parecia que uma tempestade foda tava prestes a desabar. Ela vê um teto pra gente se proteger da chuva, a gente corre rápido, tentando desviar das poças que já tinham se formado na rua. Agora, sem me preocupar tanto com a água, seguro ela pela cintura e a gente se olha nos olhos. Ela sorri e fala que eu sou o protetor dela, depois solta uma gargalhada e me abraça. Fico pasmo, tô conseguindo chegar num nível que nunca pensei que alcançaria, me sinto feliz pra caralho. Realmente não queria estar em outro lugar, me sinto como um adolescente nos primeiros encontros escondidos. Não quero parar de aproveitar isso, mas já era um temporal e realmente parecia que alguém estava furioso testemunhando tudo que estávamos fazendo. Olho bem na diagonal e vejo um lugar com luzes coloridas chamativas, parecia aberto pra gente se abrigar até a tempestade passar. Continuo olhando e comento com a Noli: "que pinta de hotel tem aquilo, vamos?". Ela caiu na risada e me fala: "claro, por causa da chuva, né? E pra fazer aquelas massagens que você dá tão bem". A gente riu, meio cúmplices, e eu abraço ela de novo.
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