Me cogí a una pendeja embarazada (2)

Sinto que faz um tempão desde que sentamos pra conversar, aquele reencontro tava cheio de tensão entre as mensagens e as fotos que a gente tava trocando, até as coisas que cheguei a confessar pra ela. O bom é que agora, toda essa tensão tinha diminuído, eu realmente precisava ver ela, mas acima de tudo, precisava abraçar ela.
 
Ela me contou um monte de coisas, de como tinham recebido a notícia da gravidez, dos planos que estavam fazendo pro futuro, arrumar a casa, preparar o quarto pra piolha que tava vindo. Por dentro, eu adorava ouvir ela e realmente quero que ela seja feliz, mas aquele diabinho que todo mundo tem no ombro esquerdo queria me confundir, mostrando coisas que, por enquanto, eram impossíveis. Bom, impossível acho que não existe nada, só acho que não seria certo, e pelo jeito que as coisas estavam, ela tava toda empolgada com a situação atual dela.
 
Enquanto ela continua me enchendo de detalhes, que agora não lembro direito, comecei a me perder naqueles olhos que tinham um brilho do caralho. Mal dava pra concordar com a cabeça, porque eu realmente não queria falar o que tava passando na minha mente, claramente não era o momento certo, talvez nunca seja, já tô me sentindo meio egoísta, mas acho que vou ter que me acostumar. No fim das contas, sou um homem felizmente casado, mas o que tava rolando com a Noli tava ficando cada vez mais intenso e não tô conseguindo lidar, uma hora vai escapar das minhas mãos. Tudo nela é uma delícia, desde o cabelo escuro, bem comprido e com cachos nas pontas, aqueles olhões que me devoram só de olhar. Aquela boca que não para de se mexer, mas que eu adoraria calar com a minha agora mesmo.
 
Num dado momento, ela para de falar e levanta pra ir ao banheiro, me diz que é bem chato essa parada de tomar líquido e logo já ter que ir, mas é normal. Ela demorou um pouco, e minha cabeça já tava pensando se ela realmente queria ir ao banheiro ou se alguma coisa tinha deixado ela desconfortável. Quando vejo ela voltando, fico olhando fixo pra barriga dela, e ela me diz: “Quer tocar a barriguinha?”. Acho que congelei de surpresa, se tem uma coisa que a Noli adora fazer é surpreender, mas minha resposta foi rápida e na hora um sorriso aparece no meu rosto, que com certeza ela achou fofo. O que ela não sabe é que, pra mim, aquilo significava que finalmente eu ia poder tocar nela, mesmo que só por uns instantes.
 
Quando vou pegar na barriguinha dela, ela me surpreende com um movimento rápido, segura minha mão e coloca por cima do vestido. Me sinto estranho, gosto daquilo e me dá uma sensação super íntima com ela. Agora não lembro o que passou pela minha cabeça naquele instante, todas as coisas safadas que eu podia querer responder, mas dessa vez, tenho que me segurar. Naquele momento, o que eu queria de verdade era tocá-la e que ela me sentisse, como já devia ter acontecido há muito tempo. Coloco minha mão na barriga dela, é muito macia e quentinha, e bem nessa hora chega a rodada de bebidas que a gente tinha pedido. A garçonete nos vê e nos parabeniza. Rapidamente eu respondo que não é meu, com um olhar safado e a respiração meio ofegante. Lembro que assim que deixaram as bebidas, olho pra Noli e falo: “pensando bem, não era tão louco assim, podia ser minha”. Ela sorri e claramente não quis dizer mais nada.
 
Agora levei a outra mão também pra barriga dela, fechei meus olhos, queria falar algo pra essa piranha, tipo "me ajuda a me controlar, tô morrendo de vontade de comer sua mãe". Noli me fala: "Kkkkkkk só faltava essa, não me diga que você tá mandando mensagem pra ela?". "Algo assim" respondi.
Não quero mesmo tirar minhas mãos, tudo isso já tava me deixando com muito tesão, poder ficar perto da Noli, tocando ela, sentindo o perfume dela. Sorte que a cueca tá bem apertada, porque já tava começando a ficar inquieto aqui embaixo. Não sei por quanto tempo mais vou aguentar segurar isso que sinto sem poder falar pra ela. Falei que ia no banheiro, que a cerveja tava batendo, mas na real foi a desculpa perfeita pra me tocar, nem que fosse por uns segundos. Não sou de me excitar em banheiro público, mas tenho que admitir que tava impecável e ajudou a aliviar um pouco a tensão. Mesmo assim, não podia demorar muito, porque com certeza ela ia desconfiar de algo.
Assim que volto pra mesa, vejo ela segurando o quadril e com cara de dor, me diz que já tá matando as costas e o quadril por causa do peso que tava carregando. Na hora me dá vontade de perguntar se ela quer massagem, ela sabe que tenho mão boa, pelo menos umas várias vezes eu já tinha comentado isso quando a gente se falava. Ela ri, e me fala que adoraria, mas que não era o lugar, eu sorrio pra ela. Ela preferia ir embora, a gente ficou um tempão rindo e falando de tudo, mas tava ficando tarde e ela tinha outro compromisso.
 
Depois de pagar a conta, a gente levantou e saiu do bar. Algo tava me dando uma pontada no peito, mesmo ela dizendo que tava muito feliz em me ver e que tomara que a gente pudesse repetir, por dentro eu sentia que tudo aquilo que eu tinha imaginado não ia rolar. Seguro as mãos dela, a gente troca um sorriso, dou um abraço que parece durar uma eternidade, sinto uma força que me empurra e fala: "não seja otário, é agora ou nunca". A gente se solta, dou um beijo na bochecha direita dela, olho pra ela de novo e dou risada. "Quero outro", falei, e fui na esquerda. Agora falo: "não tem dois sem três" e dou um beijo na testa dela.
Ela ri meio nervosa, e eu falei: “Faltou mais algum?”

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