O cu da minha mina, 12 amigos e a quinta 2

Novo capítulo dessa história
OBRIGADO POR ME LER
PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS
Espero que vocês curtam tanto quanto eu.








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Naquela manhã acordei cedo, vi que minha namorada tinha dormido a noite inteira com um pau no cu, com certeza os três tinham comido ela a noite toda, a putinha. E no fim das contas, era pra isso que eu tinha levado ela: pra ver minha namorada toda fodida, agora sendo humilhada por eles e adorando. Eu adorava ver como eles a deixavam com tesão e faziam o que queriam com ela, como conseguiam fazer ela desejar ser comida a ponto de implorar por pica, como se estar sendo fodida fosse um favor que estavam fazendo. Preparei o café da manhã pra todo mundo e passamos a manhã. Ela sempre flertando e sendo flertada, sempre mostrando os peitos com a bundinha empinada. Naquele meio-dia, o Carlos, que tinha dormido no meu quarto, comeu ela do jeito que quis, percorrendo o quintal enquanto a gente almoçava em casa. A tarde de sábado foi tranquila, curtimos a piscina, pegamos sol e bebemos muita cerveja. A noite foi pura luxúria. Tinha uma sala de jogos enorme, com totó, pingue-pongue e até uma mesa de sinuca. Preparei vários drinks enquanto eles jogavam e ela flertava cada vez mais ousada. O jogo deles agora era deixar ela tão molhada que fervesse. A gente começou a jogar sinuca por prendas. Eles formaram as duplas com a clara intenção de nos humilhar. Quem perdia pagava uma prenda, e todo mundo já sabia quem ia perder e qual seria a prenda. Foi assim até de manhã, com a Laurita largada naquele colchão velho, toda banhada de porra depois de ter sido comida por todos e ter implorado descaradamente por pica na minha frente. O domingo foi estranho, não teve sexo o dia inteiro, e à noite eles deixaram ela dormir comigo. Tavam tramando alguma coisa. Muito tempo depois eu percebi. Naquela noite, nós dois, bem bebidos, conversamos um pouco na cama.
 
Você tá se divertindo pra caralho, não é, minha putinha? Acho que amanhã quando a gente voltar, você vai chegar cheia de pica e por uns dias não vai ter mais sexo.
 
Laura, não se iluda, acho que amanhã eu fodo até o cachorro se esses filhos da puta continuarem assim, me deixam toda excitada o tempo todo e me deixam na mão, não sei o que dá neles, me falam umas coisas lindas, passam a mão na minha bunda mas não rola nada, sério, não entendo, acho que agora até você com seu pauzinho me faz gozar igual uma gostosa.
 
Pena que com a caganeira que tô nem sobe, meu bem, talvez com eles seja a mesma merda.
 
Laura, sem amor, eles te superam nisso, são uns malditos do caralho, meu céu, nunca batem uma como você, meu bebê, que vive se tocando vendo outro me comer.
 
Adormecemos no meio de um abraço, acordei do lado dela, aquele corpo quente junto ao meu me fez pensar, percebi que o líder era o Sergio, já que me dominava do jeito que queria, aquela atitude prepotente me afundava na submissão completa e acontecia algo estranho, muito estranho, eu gostava muito que ele fosse assim comigo e com a Laurita, mas principalmente comigo, sabia que me dominava abertamente na frente de todos e agora que estava pensando nisso, desejava me sentir dominada, mesmo que me fizesse fazer coisas que me envergonhassem, como lamber e engolir toda a porra do corpo da Laura, como ele me fez fazer na sexta-feira. De repente, comecei a pensar: o que eles poderiam estar planejando para fazer neste último dia no sítio? Se no domingo teve zero sexo e muito tesão, com certeza hoje ia explodir, ainda mais tendo a Laurita toda excitada do jeito que a deixaram, a coitada já não sabia mais o que fazer pra ganhar uma pica, só faltava andar pelada pelo sítio inteiro. Quando ela se levantou, se vestiu bem puta, uma blusinha com um decote tão profundo que, onde mexia, os pezões lindos dela ficavam de fora, e uma saia de colegial que escondia a raba dela, mas deixava nua em qualquer movimento mais brusco, além de não estar usando calcinha por baixo, já não tinha mais fio dental pra vestir. Acreditava firmemente que nem uma puta de cabaré se vestiria igual a ela. O café da manhã foi um tormento, cheio de insinuações safadas, até que o Sergio perguntou
 
Sérgio, você gostaria de tomar um café com muita buceta?
 
Laura respondeu descaradamente que adoraria, todos tiraram as picas e deram pra ela mamar, os olhinhos de Laura brilhavam e ela começou a chupar desesperada.
 
Sergio, fica tranquila putinha, fica, tem quatro picas pra ordenar, você vai tomar todo o leitinho.
 
Um por um foram enchendo o copo dela de cachaça, embora ela engolisse um pouco, fizeram ela tomar, minha namoradinha não aguentava mais.
 
Sergio, vamos lá fora um pouco, o José já deve estar preparando o churrasco de despedida da quinta.
 
Na hora que a gente tava indo, eu saco o plano: iam dar ela de presente pro nojento do José, que segundo eles tinha uma pica tão grande que ia destruir ela, com certeza ia deixar ela de cama. A cara que o José fez quando viu ela foi foda, o olhar dele dizia tudo. E ver a Laura vestida daquele jeito endurecia a pica de qualquer um, ela ali paradinha tomando fernet, rodeada por todo mundo, conversando enquanto se revezavam pra passar a mão na bunda dela, e ela só ria.
 
Sergio, quer comer uma buceta gostosa?
Laurita, siiiim, quero muita carne, tô com muita fome.
Ruben, fome de pica, hein, sua vagabunda?
Raul, ali na churrasqueira tem um monte de carne.
Laura, não, essa carne aí eu não quero, além disso o José tá ali.
Sergio é o José ou ninguém, você escolhe.
Laura, não sejam assim, não sejam tão malvados.
Sergio, eu já sei que o corno te deixou na mão ontem à noite e você tá morrendo de vontade de uma boa pica. A gente só vai te dar se o José te comer. Então, se sua bundinha linda e pequena quer uma boa pica, você já sabe o que fazer.
Laura, mas esse cara é uma piranha, e vocês ainda disseram que não tinha puta que aguentasse ele. Não me façam isso, pelo amor de Deus.
Sergio é o José ou ninguém, você escolhe.
Laura, mas ela vai me matar. Vocês vão cuidar de mim, pelo menos?
Sergio, da foda que você vai levar, você nunca mais esquece. E você, corno, vai se preparando porque vai ter que limpar. Hoje você vai se cansar de tomar porra.
Raul também, com toda a que o José tem guardada.
Laura, tem uns caras aí... não, com ele não, por favor. Me fodam vocês, quero pica já, olha como eu tô.
 
Sergio, se você quer uma puta de pau rastejante, só tem a Dejose, ninguém vai te comer, ficou claro.
Carlos, eu tô vindo.
Laura, não, não liga pra ele.
Carlos, você não tem escolha, sua puta, o José vai te entupir de pica.
O José chegou do nosso lado, o Sérgio deu um fernet pra ele.
Sergio, já viu a Laurita? O que você acha, curtiu? Ela tá afim de te conhecer.
José é a mulher do corno, essa puta tá uma gostosa, tô fazendo um churrasco pra você que vai lamber os dedos.
Sergio, ela quer chupar outra coisa.
José não disse mais nada, só baixou a calça e deixou ver uma piroca impressionante, uns dez centímetros de grossura, embora não fosse muito comprida. Aquela coisa matava ela. Laura só soltou um "ufff" tremendo que todo mundo ouviu.
Sergio, chupa ela, você nunca viu uma rola assim, merece um boquete bem dado.
Laura, mas isso não sei se cabe na minha boca.
Sergio prova a puta, prova
Laura se ajoelhou na frente daquela pica, pegou ela com a mão e levou até a boca. O tesão falou mais alto que tudo, aquela porra de pau não cabia na boca dela, então ela lambeu ele inteiro, da cabeça até os ovos.
José, essa puta sabe o que fazer, é divinaaaa
Sérgio jogou um colchonete e José não hesitou em deitar elas em cima.
 
José, corno, vou te arrebentar.
Laura, ai, papi, devagarzinho, essa coisa vai me matar, vamos aproveitar os dois.
José, cala a boca, sua puta, e goza. Isso aqui é uma pica de verdade, não igual à do viadinho do teu namorado que fica babando.
 
Tenho que admitir que o José foi muito suave quando colocou na buceta dela. Apesar dos gritos da Laura, pude ver como lentamente aquela buceta engolia um pau daqueles devagar, enquanto minha puta se contorcia e todo mundo dizia que ela era a melhor puta de todas, que não afrouxasse, que ela conseguia. Assim ele meteu até as bolas e deixou lá um tempinho enquanto a pobre Laurinha, com lágrimas nos olhos, se contorcia e lentamente começou um vai e vem bem devagar. Aí a besta começou a se mexer e os gritos da Laura já se ouviam lá de casa. Cada metida era uma facada na buceta da minha menina, que não aguentou e gozou em cima.
Sergio, olha só, a puta tá se mijando toda, enche a buceta dela de porra, José, engravida ela na frente do corno e arrebenta o cu dele também.
 
José foi dando cada vez com mais força enquanto a Laurita não parava de chorar e quicar igual uma boneeeeca. Num momento, José perguntou se tirava, e ela gritou que não, que rasgasse ela toda.
José, depois eu rasgo essa sua buceta, puta.
Laura, não, não, por favor, me engravida, quero seu leite, sua putinha, goza dentro, faz o que quiser
 
Laurita tinha ficado maluca, cada metida era mais forte e, num momento, José enfiou até o fundo. Laurita ficou rouca de tanto gritar e ele soltou um grunhido. Percebi que ele estava enchendo a buceta dela de leite. Ficou assim um bom tempo, fazendo ela sentir cada gota de porra, e ela curtia enquanto todos se punhetavam em cima dela. José tirou devagar, o plop que fez ao sair deu pra ouvir até onde eu estava. Já cansado, José veio pro meu lado. Os quatro encheram a cara e o corpo da minha mina de leite, ela, quietinha deitada, continuava gozando, aproveitando a porra que começava a escorrer lentamente da buceta aberta que o José tinha deixado.
José, agora é a sua vez, corno. Fica de quatro, vou te arrombar igual fiz com ela.
 
Desesperado, falei pra ele que não, que só ia chupar ele. Me ajoelhei diante daquela pica enorme e enfiei na boca. Mal cabia, mas com muito esforço consegui chupar. Não queria que ele me mandasse pro hospital, que com certeza ia acontecer se ele metesse no meu cu. Aquele preto filho da puta tava muito atrasado. Daí a pouco ele encheu minha boca de porra, e eu vi os outros arrombando o cu da minha namorada. Preferia que fossem eles do que a besta que já tava com o pau duro de novo, e lá foi ele de novo. Esperei todo mundo terminar de arrebentar o cu dela e apoiei sem falar nada, mas ela percebeu e implorou, já entregue e sem conseguir resistir, que não metesse. Foi tarde demais. O grito desgarrador confirmou: aquela pica horrível tava destruindo o cu dela sem piedade, enquanto ela só pedia pra tirar de dentro. Enquanto isso, eu batia uma de novo enquanto chupava o Sergio, que mandou eu engolir. Minha pobre Laurita acabou com o cu arrebentado, largada no colchonete, e eu com a porra de todo mundo no estômago. O José voltou pra churrasqueira prometendo que ia arrebentar meu cu também. Deixou a carne de lado e foi pra casa dele. Nós levamos a Laurita pra casa entre os quatro. A coitada reclamava que tava doendo tudo e não conseguia andar. Entrei no banheiro com ela, ajudei ela a tomar banho.
 
Laura, você não pôde fazer nada pra evitar que aquela fera me destruísse?
Com a putaria que tu tava, não dava pra parar. Em cima dos quatro, te dando corda, e tu desesperada por um pau desse tamanho. Cê matou bem a vontade de transar, te fizeram direitinho. Ontem te esquentaram o dia inteiro e dá pra ver que tinham tudo planejado, amor. Não pararam até te fazer implorar por pica, e aí cê perdeu, princesa. Perdeu como nunca perdeu antes. Trouxeram um pauzudo que te partiu no meio, depois te arrombaram o cu e deixaram preparado pra ele destruir de vez. E ele destruiu, sem pena nenhuma.
 
Laura me arrombou toda, você tem razão, mas sabe de uma coisa? Ela não parava de gozar e até mijou no pau dela, nunca na minha vida gozei tanto, céus, assim que me recuperar vou comer ela de novo, você devia experimentar, bebê, dá esse cuzinho, amor, você não sabe o que está perdendo.
 
Nem louco, bebê, que eu arrebente você pra mim tá de boa
 
Laura, então posso te comer de novo, bebê? Já que agora vai doer menos, já tô toda aberta, céu.
Se você ama, pega ele. A minha já não vai te fazer cócegas, então aproveita porque hoje à noite a gente vai. Quer que eu te leve pra casa, deixou? Você aguenta de novo?
 
Laura, no banheiro me molhei toda e ainda tô muito quente, amor. Sim, bora, vamos pra casa dela.
Saí do banheiro, deixei ela se secar e se vestir sossegada, e falei com o Sérgio.
 
Ei, a Laura quer ir pra casa do José.
 
Sergio, primeiro vamos comer ela aqui e depois levar. Essa puta vai sair daqui toda arrebentada. Mês que vem a gente convida eles de novo, mas vamos ter uma surpresa só pra você.
 
Foi assim que, assim que Laurita saiu vestida com seu vestidinho preto que todo mundo já conhece, os quatro rodearam ela, como sempre o velho colchão de casal continuava no chão da sala. No começo ela quis resistir, mas logo se entregou aos desejos dos seus males. Em menos de cinco minutos, já estava chupando a pica deles e, apesar do que o Sergio tinha me dito, nenhum deles quis comer ela. Assim, levaram ela pra casa do José. No caminho, iam contando o que a besta ia fazer com ela na casa dele. Era evidente que tudo estava muito bem preparado. Laurita ia tranquila, morrendo de vontade de dar de novo pra besta, achando que os buracos dela já estavam prontos pra uma pica daquelas. Fizeram ela entrar e todo mundo ficou olhando pela janela de fora. José estava esperando ela pelado, com a pica bem dura.
José, você veio me buscar, sua putinha gostosa. Esquece o corno, porque agora você é minha.
Diante de uma pica daquelas, a Laura só conseguia ficar olhando, pasma. Ela se ajoelhou na frente daquela pica e tentou chupar, mas só a cabeça daquela porra entrou. Dava pra ver que ela tava obcecada por aquilo. Insistiu tanto que no fim entrou tudo, e foi o José que segurou a cabeça dela e fodeu a boca dela até encher de porra. Era impressionante ver a cara dela, vazando porra até pelo nariz. Quando ele soltou, a coitada ficou exausta e caiu na cama. O José levantou as pernas dela, colocou no ombro e meteu. Como a minha namorada gritou.
José, agora vou te arrebentar, foi pra isso que você veio, sua puta de merda, agora você é minha puta, queria pica, então toma aqui.
 
Eu monto nela com violência enquanto minha pobre namorada tem os olhos saindo da cara, encharcados de lágrimas. A idiota achou que nunca mais ia sofrer com aquela pica enorme, ficou levando por muito tempo. O negão demorou pra gozar, não sei por quê, mas quando gozou, foi tão forte a pica que a Laurita quase desmaiou. Não era pra menos, acho que até as bolas enormes do negão entraram nela. Ele tirou a pica e disse pra ela.
 
José, fica de quatro, vadia.
Laura, pelo cu não, eu te imploro.
José, fica de quatro como eu mandei, tenho uma surpresa gostosa pra você, a bunda vou dar pro corno do teu marido.
 
O Sérgio falou bem baixinho pra mim naquele momento.
Sergio, você perdeu, amigo. Agora é a sua vez.
Quando olhei de novo, o filho da puta preto trouxe um cachorro.
 
Laura, o que cê tá fazendo? Pra que trouxe esse cachorro?
José, escolhe: eu arrebento tua buceta ou ele arrebenta? Daqui tu sai com o cu arrebentado, sua puta arrombada. Escolhe quem vai te arrebentar.
Laura, o cachorro não, o cachorro
José, então eu arrebento o hotel?
Sérgio, aquele que o cachorro fode ele.
Acho que não vou me rebaixar tanto assim.
Sérgio, vamos apostar alguma coisa?
O que você quiser.
Sergio, se o cachorro ficar de pau duro, você dá a buceta pro negão.
E se der pro negão?
Sérgio, o que você quiser.
Beleza, aceito o duelo.
Tava tão excitado que aceitei sem pensar que tudo podia estar armado, quando a gente olhou de novo o cachorro tava em cima da Laura lambendo a bunda dela e eu usei a palavra: buceta enquanto a Laura não conseguia evitar gemer
José, você gosta de puta? Viu que gostosa ela chupa?
Laura siiiim, amooo ele assim, que continue assim, que não pare mais
O cachorro já tava de pau duro, José tirou ele e colocou por cima dela, na hora o cachorro procurou onde enfiar e José encaixou na bunda dela, de uma só vez meteu tudo. Laurita começou a gritar e implorar pra ele tirar, mas logo começou a gemer, era uma máquina de cavalgar e de gemer até gritar.
 
Laura sim, cachorrinhooo é isso aí, meu amor, isso aí
 
Sergio, perdeu, amigão. Prepara o bum que o José vai te arrebentar, isso não vai ficar assim.
 
Ai não, Sérgio, não vou aguentar isso.
 
Sergio, então a gente arrebenta pra você, mas na frente da puta.
 
Como você gosta de me humilhar, amigo
Sergio é esse ou José, você escolhe.
José, contanto que ela não veja.
O Sergio vai ver do mesmo jeito, você já sabe.
Carlos que seja comido pelo negão
Raul, eu quero dar pra ele, seu corno.
Sergio, depois do José, somos nós.
Nem louco eu.
Quando olhei pela janela, vi a Laurita brigando com o cachorro pra se soltar dele.
 
Laura, tira pra fora, tira pra fora, filho da puta, esse arrombado quase me matou.
O José já vai sair sozinho, vai te deixar a buceta mais arrombada do que se eu tivesse dado.
 
O cachorro finalmente tirou o pau do cu da minha namorada e todos pudemos ver como ficou a bunda dela, que tremia, mas ele não saiu da cama, se virou e lambeu o cu dela de novo. Laura, ao contrário do que eu pensei, começou a gemer e as pernas dela fraquejaram. Aí me levaram pra casa.
Sergio, vamos deixar ela em paz. Vamos tomar uma breja pra esquentar.
Chegamos em casa e começamos a beber, eu não pude porque tinha que dirigir. Falamos sobre o quanto a Laura é uma puta e como todo mundo se divertiu. Depois de um tempão, ela chegou, mal conseguia andar e, pra minha surpresa, o cara que tinha comido ela vinha atrás. Ela foi pro banheiro sem falar nada e de lá pro quarto.
 
Sergio, dá pra ver que ela gostou de como o cachorro comeu ela, ele vai levar ela embora.
 
Nem louco eu largo essa buceta.
 
E, de fato, ela queria levar ele, mas no final pelo menos essa eu ganhei. Subimos as bolsas e voltamos pra casa. Na viagem, a Laura dormiu o tempo todo e, assim que chegamos, foi pra cama descansar.

 

6 comentários - O cu da minha mina, 12 amigos e a quinta 2

Que buena humillacion! Se lo merece por puta arrastrada. Te la va a embarazar hasta el perro.
madre mia...no paro de sorprenderme....segui por favor
van 10
Oscarcito, laurita cada dia me sorprende mas, hasta el mas pijos se la comio sea por la boca y concha y el perro tambien le dio. Lo que te espera, a vos te lo van a destrosar el culo. Creo que laurita se enamoro de la pija de jose y ahora quisas te deje por él. Van puntos