Olá, vou me apresentar:
Sou o Mauro e vou compartilhar histórias do meu corno manso submisso e como comecei a gostar da humilhação.
Sou um cara comum de 29 anos, na média (bonitinho, branco, 1,74m de altura) com uma rola média puxando pra pequena, uns 15 cm.
Uns meses atrás, tava com a que agora é minha ex e vou chamar de Joha (Johana).
Branca,
24 anos.
Tatuada.
Buceta rosada.
Mais bunda do que peito.
O dia que descobri muito a humilhação de outros caras mais dotados e muito mais homens.
A gente tava morando junto em Lomas de Zamora.
Num bairro normal. Com gente de todo tipo.
Mas sempre se juntavam na esquina os típicos manos rochinhos, com motos cortando giro, fazendo bagunça.
Sempre falava pra Joha que essa parada de moto, os rochos, não era minha praia.
E ela dizia que também não, que eram uns negos de merda.
Isso me confortava, saber que ela era minha rainha.
Um dia, voltava do trampo de busão (o carro tinha quebrado). Desci e lá estavam todos os caras enchendo o saco com as motos.
Entre eles, um neguinho bem atrevido, de cabelo clarinho, o Brian.
Moreninho, atrevido, bem nhega,
Rochinho, altura 1,80.
Vou andando, cabeça baixa, pensando no que vou jogar no PC. Quando escuto:
-E aí, comparsa
Virei meio assustado, devo admitir, e quando olhei pra trás era o Brian.
-Brian: Qual é, mano?
-Eu: De boa, tudo certo?
-Brian: Suave, parceiro, tô na loucura, tem um cigarro aí?
Não, não fumo.
-Brian: Aaaah, beleza, mas beber você bebe, né?
Falou mexendo uma garrafa de Quilmes que tinha na mão.
Por pressão ou sei lá, falei que sim e tomei um gole.
-Brian: Isso aí, vem aqui com a galera, vamos tomar umas.
Naaah, deixa, já vou ter que ir, hahaha, senão minha mina me mata.
-Brian: Vem, seu frango, vamos tomar umas.
De novo, por pressão, cedi e fui tomar umas com a galera.
Eram todos desse estilo rochinho, muita camisa de futebol e tênis de marca.
A gente tomou, junto com o Brian e a galera, umas quatro cervejinhas. Uma vez fui mijar e o Brian me seguiu.
Puxei meu pau e comecei a mijar num paredão.
Do meu lado, o Brian chegou e baixou o shortinho dele.
E o mano pelou uma piroca de carne morena, com pelos pretos e grossa que nem vara de pescar.
Uns 15 centímetros, mas dormindo.
O Brian me pegou olhando (e eu fiquei em choque) e me disse:
-Brian: e aí, parceiro, tira uma foto dela kkkkkkkk.
Não dava pra acreditar que aquele mano tinha uma piroca daquelas.
Depois de mais quatro cervejinhas e de ficar de boa com os caras, era hora de ir embora.
Aí o Brian me falou:
-Brian: ei, hoje se te deixarem sair, a gente vai fazer uma bagunça com os manos, vem tomar um bagulho.
Não posso, vou ficar com a Joha, falei meio envergonhado.
-Brian: Fala sério, então vem com a mina, aqui nenhum dos manos vai olhar pra ela, parceiro. Ele disse.
Naquela sexta à noite, propus pra Joha e ela não quis nem saber.
Mas eu queria beber e parecia que tinha me enturmado com os caras, que eram gente boa.
Depois de insistir, ela acabou aceitando.
Ela se arrumou, passou o perfume Nina Bebê que eu comprei.
Shortinho preto curto,
Sapatinho e regatinha preta decotada.
Chegamos na bagunça, que era a umas quadras dali.
E qual não foi minha surpresa ao ver que só tinha homem.
Era o Brian, dois dos manos que sempre ficavam com ele,
E um pedreiro e cortador de grama do bairro, que chamam de Rulo.
O Rulo tem 33 anos e é o típico pedreiro de corpo bonito,
Moreno e bem mano.
Cheguei, cumprimentei todo mundo e a Joha fez o mesmo, dando um beijo no rosto de cada um.
Nem preciso dizer que todos os caras olharam pra bunda dela.
Isso já me deixou desconfortável, com aquele sentimento ruim no estômago.
-Brian: e aí, salsichinha? ele falou com confiança e tom de zoeira.
-Eu: e aí, Brian? respondi.
-Brian: companhia bonita você trouxe (olhando pra Joha).
É sua mina? ele perguntou.
-Eu: sim, é minha namorada.
-Brian: um luxinho, ele disse.
-Joha: kkkkkk obrigada, ela falou com uma risada cúmplice.
Pois é, o nó no estômago já tinha se formado. Presente, antes era mais forte.
Minha mina ria das piadas daquele mano.
— Eh, Logi — falou Brian com um tom forte.
— Tem breja, tem tudo, mas tão faltando umas latas e uns cigarros. Você paga a volta?
— Dale, vai com o Lucas no 24 que é aqui na esquina.
— Eu: Fuaaa, pera aí, vou falar com a Joha.
— Joha: Vai, love, é aqui na esquina, nem vontade de andar.
— Lucas: Dale, perri, é na esquina.
Saí com esse tal Lucas na moto, e nem preciso dizer que o 24 tava fechado. E o Lucas me passeou pelo bairro inteiro, até foi abastecer gasolina.
E comprar cigarro num posto de gasolina, ele fez o mais demorado possível.
Quando a gente voltou, ele deu uns quantos cortes.
E eu pensei: que preto de merda, sempre fazendo bagunça.
— Perro, vai lá e dá os cigarros pro Lucas, eu já volto, vou pegar umas flores.
Ele ligou a Tornado e foi embora dando cortes.
Entrei na casa e não tinha ninguém, e a porta tava aberta, então passei.
Do banheiro saía um cheiro de merda terrível. Então assumi que tava ocupado.
Depois, ouvia uns gemidos leves e o barulho das pernas de uma cama.
Me chamou a atenção que não tava a Joha, nem o Lucas, nem o outro cara.
Então comecei a sentir vontade de vomitar.
Me aproximei da porta.
Olhei pelo olho mágico.
E não podia acreditar. Dava pra ver minha mina apoiada na parede e as pernas morenas quicando e brilhando de suor contra as pernas rosadas da minha mina.
As estocadas eram muito fortes.
Enquanto ele apalpava os peitos dela.
— Brian: Aaaaagh, cê gosta, puta?
— Joha: Mmmm, sim...
dizia entre soluços de prazer.
Ela nunca chorava assim comigo.
— Brian: Abre a burra, dale! E batia na bunda dela.
— Dale, puta, se abre, SE ABRE (já gritava, não tava nem aí pra nada).
Nessa, ele tira da buceta a seco e coloca a Joha de joelhos.
E então ouço que alguém tava vindo.
Me afasto e finjo que não vi nada.
Tava totalmente em choque.
Tinha vontade de chorar e muita raiva.
— Vem — os caras me chamaram —, vamos fumar um. fasito.
Pensei que isso ia me fazer bem, então comecei a fumar com o Lucas e o Rulo (que pelo visto era quem tava cagando no banheiro).
Bateu uma brisa e devem ter passado uns 10 minutos quando o Brian apareceu todo ganhado, relaxado e com a calça do Boca Juniors meio suja.
Na mesma hora aparece a Joha toda suada, sem batom e com o cabelo bagunçado.
— Que isso, mano, vai dar um gole? — ele falou todo metido.
— Eu: — Pode pegar — falei e entreguei a breja.
Aquela cena me deixou louco.
Veio uma mistura de tristeza, raiva e, o mais estranho, tesão.
Aquele favelado que a Johana dizia que não gostava tinha comido minha mina e ainda tava me zoando.
Enfiou aquela pica de uns 20 cm, sem depilar, suada e com cheiro de mijo na buceta rosa e cheirosa dela.
Aquele filho da puta soltou aquele líquido branco e salgado na boca da minha mina, e ela me beijava depois.
Tudo isso me deixou com muito mais tesão.
Terminamos a noite e depois ainda aguentei a zoeira daqueles manos e do Brian.
Vazamos da festa.
Perguntei pra Joha o que tinha rolado, e ela negou tudo.
Isso me deixou com muito mais tesão.
Então é isso, poringa boys, essa é uma das minhas várias histórias de corno.
Queria saber se vocês curtiram, me falem aí que eu trago mais histórias.
Ou se você é um bull ou um cara que curte humilhar, chama aí.
Falou.
Sou o Mauro e vou compartilhar histórias do meu corno manso submisso e como comecei a gostar da humilhação.
Sou um cara comum de 29 anos, na média (bonitinho, branco, 1,74m de altura) com uma rola média puxando pra pequena, uns 15 cm.
Uns meses atrás, tava com a que agora é minha ex e vou chamar de Joha (Johana).
Branca,
24 anos.
Tatuada.
Buceta rosada.
Mais bunda do que peito.
O dia que descobri muito a humilhação de outros caras mais dotados e muito mais homens.
A gente tava morando junto em Lomas de Zamora.
Num bairro normal. Com gente de todo tipo.
Mas sempre se juntavam na esquina os típicos manos rochinhos, com motos cortando giro, fazendo bagunça.
Sempre falava pra Joha que essa parada de moto, os rochos, não era minha praia.
E ela dizia que também não, que eram uns negos de merda.
Isso me confortava, saber que ela era minha rainha.
Um dia, voltava do trampo de busão (o carro tinha quebrado). Desci e lá estavam todos os caras enchendo o saco com as motos.
Entre eles, um neguinho bem atrevido, de cabelo clarinho, o Brian.
Moreninho, atrevido, bem nhega,
Rochinho, altura 1,80.
Vou andando, cabeça baixa, pensando no que vou jogar no PC. Quando escuto:
-E aí, comparsa
Virei meio assustado, devo admitir, e quando olhei pra trás era o Brian.
-Brian: Qual é, mano?
-Eu: De boa, tudo certo?
-Brian: Suave, parceiro, tô na loucura, tem um cigarro aí?
Não, não fumo.
-Brian: Aaaah, beleza, mas beber você bebe, né?
Falou mexendo uma garrafa de Quilmes que tinha na mão.
Por pressão ou sei lá, falei que sim e tomei um gole.
-Brian: Isso aí, vem aqui com a galera, vamos tomar umas.
Naaah, deixa, já vou ter que ir, hahaha, senão minha mina me mata.
-Brian: Vem, seu frango, vamos tomar umas.
De novo, por pressão, cedi e fui tomar umas com a galera.
Eram todos desse estilo rochinho, muita camisa de futebol e tênis de marca.
A gente tomou, junto com o Brian e a galera, umas quatro cervejinhas. Uma vez fui mijar e o Brian me seguiu.
Puxei meu pau e comecei a mijar num paredão.
Do meu lado, o Brian chegou e baixou o shortinho dele.
E o mano pelou uma piroca de carne morena, com pelos pretos e grossa que nem vara de pescar.
Uns 15 centímetros, mas dormindo.
O Brian me pegou olhando (e eu fiquei em choque) e me disse:
-Brian: e aí, parceiro, tira uma foto dela kkkkkkkk.
Não dava pra acreditar que aquele mano tinha uma piroca daquelas.
Depois de mais quatro cervejinhas e de ficar de boa com os caras, era hora de ir embora.
Aí o Brian me falou:
-Brian: ei, hoje se te deixarem sair, a gente vai fazer uma bagunça com os manos, vem tomar um bagulho.
Não posso, vou ficar com a Joha, falei meio envergonhado.
-Brian: Fala sério, então vem com a mina, aqui nenhum dos manos vai olhar pra ela, parceiro. Ele disse.
Naquela sexta à noite, propus pra Joha e ela não quis nem saber.
Mas eu queria beber e parecia que tinha me enturmado com os caras, que eram gente boa.
Depois de insistir, ela acabou aceitando.
Ela se arrumou, passou o perfume Nina Bebê que eu comprei.
Shortinho preto curto,
Sapatinho e regatinha preta decotada.
Chegamos na bagunça, que era a umas quadras dali.
E qual não foi minha surpresa ao ver que só tinha homem.
Era o Brian, dois dos manos que sempre ficavam com ele,
E um pedreiro e cortador de grama do bairro, que chamam de Rulo.
O Rulo tem 33 anos e é o típico pedreiro de corpo bonito,
Moreno e bem mano.
Cheguei, cumprimentei todo mundo e a Joha fez o mesmo, dando um beijo no rosto de cada um.
Nem preciso dizer que todos os caras olharam pra bunda dela.
Isso já me deixou desconfortável, com aquele sentimento ruim no estômago.
-Brian: e aí, salsichinha? ele falou com confiança e tom de zoeira.
-Eu: e aí, Brian? respondi.
-Brian: companhia bonita você trouxe (olhando pra Joha).
É sua mina? ele perguntou.
-Eu: sim, é minha namorada.
-Brian: um luxinho, ele disse.
-Joha: kkkkkk obrigada, ela falou com uma risada cúmplice.
Pois é, o nó no estômago já tinha se formado. Presente, antes era mais forte.
Minha mina ria das piadas daquele mano.
— Eh, Logi — falou Brian com um tom forte.
— Tem breja, tem tudo, mas tão faltando umas latas e uns cigarros. Você paga a volta?
— Dale, vai com o Lucas no 24 que é aqui na esquina.
— Eu: Fuaaa, pera aí, vou falar com a Joha.
— Joha: Vai, love, é aqui na esquina, nem vontade de andar.
— Lucas: Dale, perri, é na esquina.
Saí com esse tal Lucas na moto, e nem preciso dizer que o 24 tava fechado. E o Lucas me passeou pelo bairro inteiro, até foi abastecer gasolina.
E comprar cigarro num posto de gasolina, ele fez o mais demorado possível.
Quando a gente voltou, ele deu uns quantos cortes.
E eu pensei: que preto de merda, sempre fazendo bagunça.
— Perro, vai lá e dá os cigarros pro Lucas, eu já volto, vou pegar umas flores.
Ele ligou a Tornado e foi embora dando cortes.
Entrei na casa e não tinha ninguém, e a porta tava aberta, então passei.
Do banheiro saía um cheiro de merda terrível. Então assumi que tava ocupado.
Depois, ouvia uns gemidos leves e o barulho das pernas de uma cama.
Me chamou a atenção que não tava a Joha, nem o Lucas, nem o outro cara.
Então comecei a sentir vontade de vomitar.
Me aproximei da porta.
Olhei pelo olho mágico.
E não podia acreditar. Dava pra ver minha mina apoiada na parede e as pernas morenas quicando e brilhando de suor contra as pernas rosadas da minha mina.
As estocadas eram muito fortes.
Enquanto ele apalpava os peitos dela.
— Brian: Aaaaagh, cê gosta, puta?
— Joha: Mmmm, sim...
dizia entre soluços de prazer.
Ela nunca chorava assim comigo.
— Brian: Abre a burra, dale! E batia na bunda dela.
— Dale, puta, se abre, SE ABRE (já gritava, não tava nem aí pra nada).
Nessa, ele tira da buceta a seco e coloca a Joha de joelhos.
E então ouço que alguém tava vindo.
Me afasto e finjo que não vi nada.
Tava totalmente em choque.
Tinha vontade de chorar e muita raiva.
— Vem — os caras me chamaram —, vamos fumar um. fasito.
Pensei que isso ia me fazer bem, então comecei a fumar com o Lucas e o Rulo (que pelo visto era quem tava cagando no banheiro).
Bateu uma brisa e devem ter passado uns 10 minutos quando o Brian apareceu todo ganhado, relaxado e com a calça do Boca Juniors meio suja.
Na mesma hora aparece a Joha toda suada, sem batom e com o cabelo bagunçado.
— Que isso, mano, vai dar um gole? — ele falou todo metido.
— Eu: — Pode pegar — falei e entreguei a breja.
Aquela cena me deixou louco.
Veio uma mistura de tristeza, raiva e, o mais estranho, tesão.
Aquele favelado que a Johana dizia que não gostava tinha comido minha mina e ainda tava me zoando.
Enfiou aquela pica de uns 20 cm, sem depilar, suada e com cheiro de mijo na buceta rosa e cheirosa dela.
Aquele filho da puta soltou aquele líquido branco e salgado na boca da minha mina, e ela me beijava depois.
Tudo isso me deixou com muito mais tesão.
Terminamos a noite e depois ainda aguentei a zoeira daqueles manos e do Brian.
Vazamos da festa.
Perguntei pra Joha o que tinha rolado, e ela negou tudo.
Isso me deixou com muito mais tesão.
Então é isso, poringa boys, essa é uma das minhas várias histórias de corno.
Queria saber se vocês curtiram, me falem aí que eu trago mais histórias.
Ou se você é um bull ou um cara que curte humilhar, chama aí.
Falou.
Comentarios Destacados
18 comentários - Villero me humilha e come minha namorada
foto de tu novia?
Saludos!