Naquele dia, fizemos várias coisas. No meio-dia, almoçamos juntas e, durante a tarde, fomos para a piscina, demos uma caminhada e depois fomos para o centro de Playa del Carmen. Compramos algumas coisas e decidimos jantar por lá, e depois tomar algo em um dos bares que tinha na Quinta Avenida. Já era quase meia-noite quando pegamos o táxi que nos levou de volta ao hotel. Passamos por um dos balcões, tomamos um uísque cada uma e fomos para o quarto.
Já no quarto, a Antonella tirou a parte de cima da roupa e vestiu uma camisola curta. Eu fiz o mesmo, e nos deitamos nos olhando.
— Tô me divertindo pra caralho, mãe — a Anto falou.
— Eu também, Anto, pra caralho. E em parte é por sua causa — falei pra minha filha, acariciando a bochecha dela.
— Não, mãe. Cê não tem nada pra me agradecer. Quem tem que te agradecer sou eu.
— Não, não. E ainda por cima você prometeu que não vai contar nada, então te devo pra caramba — falei.
— Mãe, foi por sua causa que a gente veio, e graças a você a gente tá curtindo pra caramba.
— Mmmm — fiz, e dei um beijo no canto da boca dela.
— Mmmm — a Anto me abraçou, e ficamos assim até dormir, até o dia seguinte.
No dia seguinte, fomos fazer um passeio num parque temático o dia inteiro, voltando pro hotel muito tarde e mortas de cansaço. Do Cristian, continuávamos sem notícias. Dormimos que nem pedra, porque estávamos realmente acabadas.
No outro dia, decidimos ficar no hotel o dia todo pra descansar e não fazer nada. Cumprimos à risca. À noite, fomos no balcão da recepção tomar algo, e lá encontramos o Cristian.
— Oi, gostosas, tudo bem? — ele falou, sorrindo pra gente.
— Oi, Cristian, como cê tá? — cumprimentamos juntas.
— Mais ou menos — ele falou, com cara de triste.
— O que foi? — perguntamos.
— É que eu vou embora amanhã, vou voltar — ele falou com um meio sorriso.
— É, tudo tem um fim. Finalmente, eu disse.
— Bom, não importa, vamos aproveitar as últimas horas, disse Antonella, divertida.
— Claro, disse Cristian, já mais animado.
— É claro!, eu disse. Vamos tomar alguma coisa!
— Mas é claro! Disse Cristian e pediu umas bebidas para nós três.
Foi quando a conversa começou a esquentar e ficar mais picante. Anto contou pra Cristian que sabia que a gente tinha ficado junto. E começou a fazer piadas sobre nossos encontros íntimos dos últimos dias. Cristian não se intimidava e entrava na brincadeira.
— Como vocês duas são gostosas! Dizia Cristian enquanto nos abraçava.
— Mmmm, dizia Anto, se encostando no corpo dele e beijando sua bochecha.
— Mmmm, eu entrava na onda, mas tentava me controlar. Sabia que em algum momento Cristian ia ficar com Antonella, e embora me desse uma certa pena, entendia que ela merecia.
— Posso fazer uma proposta? Disse Cristian.
— Que proposta? Perguntei.
— Vocês vão comigo pro meu quarto? Tenho um presente pra vocês, disse Cristian.
— Mmmm, você não quer pegar nós duas, né? Disse Anto, divertida.
— Haha, eu ri da sacada da minha filha.
— Nãão, bom… disse ele, não é que me falte vontade de ficar com essas duas belezas, disse enquanto nos abraçava.
— Mmmm, você é muito ousado! Não sei se dá pra acreditar, disse Anto.
— Venham e vão ver que não estou mentindo, tenho um presente.
— Bom, vamos, disse Anto, divertida, enquanto me olhava.
— Qualquer coisa eu vazo, falo no ouvido da Anto.
— Vamos, ele nos abraçou de novo e pegou na mão de Anto, que por sua vez pegou na minha mão.
— Ok, vamos, eu disse, bem tranquila.
Chegamos no quarto, ele abriu a mala e tirou um pareo feminino lindo e um vestido de praia branco muito bonito também.
— Isso é pra vocês, disse Cristian.
— Como assim? Obrigada! Dissemos as duas e já vestimos por cima. da roupa pra ver como ficava em nós
— Como vocês têm dois corpos espetaculares e muito parecidos, os dois presentes são pras duas — disse Cristian, como o bom cavalheiro e sedutor que é
— Ayyy, obrigada — disse Anto e deu um beijo na boca dele
— Obrigada — falei eu, mas o beijo foi na bochecha
— Bom, vamos tomar alguma coisa? — disse Cristian
— Vamos! — disse Anto e foi até o frigobar, de onde tirou umas cervejas Corona
— Vamos brindar — disse Cristian, levantando a garrafa e batendo nas nossas
— Chim chim — falei eu
O quarto tinha duas camas, e a gente tava sentado de frente: Antonella e Cristian numa cama, e eu na outra.
— Como vocês são lindas! Meu Deus! — dizia Cristian
— Ayyy, obrigada, Cris! — dizia Anto
— Obrigada — dizia eu, meio corada e já sentindo o efeito de tudo que tinha bebido até aquele momento
— Obrigado por compartilhar esse momento comigo — disse Cristian, enquanto olhava pra gente e ajeitava o cabelo atrás da orelha de Anto
— Obrigada você por tudo que nos deu! — diz Anto, olhando pra boca dele
— Mmmmm — Cristian aproximou o rosto, buscando a boca de Anto
— Mmmmm — Antonella aproximou o rosto, e as bocas se encontraram
— Mmmmm — Cristian envolveu a cintura dela enquanto a beijava e acariciava as costas
— Mmmmm — Antonella já beijava ele como uma possessa
Enquanto isso, eu olhava pra eles e não conseguia me mexer
— Vou pegar outra cerveja — disse Anto, levantou, pegou uma cerveja e entrou no banheiro
— Obrigado — Cristian me disse e sentou do meu lado
— Obrigada a você — falei, olhando pra boca dele. Mas o que eu tava fazendo?
— Adoro sua boca — ele disse, olhando pros meus lábios e se aproximando perigosamente
— Não… — falei, mas já era tarde. A gente tava se beijando
Começamos a nos beijar como dois adolescentes, sem nos importar que do outro lado da porta estava minha filha. O som da maçaneta nos trouxe de volta à realidade. Antonella entendeu a situação e deu pra ver na cara dos dois. Ela sentou na nossa frente e agora era ela quem olhava pra gente.
— Quer? — disse Anto, passando a cerveza pro Cristian
— Claro — disse Cristian, dando um gole
— Dá um pouco pra minha mãe — disse Anto, e tentou tirar a garrafa bem na hora que ele tava bebendo, fazendo a cerveja escorrer pelo queixo e pescoço dele
— Uhhhh — falei, passando um dedo no rosto dele e levando à boca
— Não pode desperdiçar nada — disse Anto, se levantando e começando a chupar o pescoço dele
— Mmmm — fez Cristian, me olhando e me segurando pela cintura
— Bom, melhor eu ir — falei, fazendo menção de levantar
— Fica — Cristian me segurou pela mão
— Fica, mãe — Antonella me segurou também
— É que... não sei — falei, excitada e confusa
— Não vai embora — disse Cristian, e bebeu de novo, mas agora de propósito deixou a cerveja escorrer pelo pescoço
— Me ajuda — disse Antonella, e começou a beijar o pescoço dele
— Mmmmm sim — falei, e comecei a beijar o outro lado do pescoço dele
Aí a gente cruzou a linha. Cristian começou a me beijar na boca enquanto Antonella desabotoava a camisa dele. Ele virou pra Antonella e começou a beijar ela enquanto acariciava meu pescoço. Eu continuei abrindo a camisa de Cristian, que se jogou na cama quando ela ficou completamente aberta. Antonella e eu nos olhamos, as duas sabiamos o que fazer. Antonella grudou na boca dele enquanto tentava, com minha ajuda, abrir a calça de Cristian. Eu beijava os mamilos dele enquanto minhas mãos iam despindo ele por completo. Desci pra chupar a rola de Cristian e olhei pra cima pra ver como ele se beijava com minha filha, e me impactou ver que os dois me olhavam enquanto eu tava com a rola na boca. Sorri pra eles e continuei com meu trabalho, sentindo a mão de Cristian acariciando minha cabeça. Antonella desceu comigo pra me ajudar com a chupada e eu desci pra chupar os ovos do Cristian, deixando ela com a cabeça e o tronco à disposição dela. Depois de um tempo, subi e começamos a passar a língua na cabeça da pica e, em certos momentos, nos beijávamos entre a gente. Juro que isso me deixava louca de tesão. O Cristian olhava pra gente como se não acreditasse no que tava vivendo. De novo, e dessa vez juntas, Antonella e eu nos preparávamos pra uma nova aventura sexual que até então era impensável. Num momento, começamos a nos beijar com a Antonella, esquecendo a pica do Cristian, que se levantou e começou a acariciar nossas cabeças enquanto olhava e ajudava a tirar a roupa. A gente tava os três ajoelhados na cama e pelados, e aconteceu algo que eu nunca imaginei e que achei do caralho. Juntamos nossas cabeças e começamos a nos beijar, de três! Sim, as línguas se moviam de um jeito descontrolado e parecia que ia ser um beijo e um momento infinitos. O que rolou daí pra frente foi extremamente excitante e, por nunca ter participado de um ménage, nenhum dos três se complementou tão bem. Depois daquele beijo entre os três, voltamos a chupar a pica do Cristian, que ficou de pé e deixou a gente ajoelhada na cama, brincando com o pau duro dele. As coisas que fizemos com a Antonella foram lindas. Depois de chupar com muito tesão a pica dele, deixei a Anto chupando a pica e fui pra trás dele pra beijar as nádegas primeiro e depois abrir e chupar o cu dele direto. Ah, suspirou o Cristian, não faz isso porque eu posso gozar muito rápido.
- Quer gozar nas duas? Disse a Anto
- Onde você quer gozar na gente? Perguntei eu, totalmente entregue
- Na cara, disse o Cristian, já no limite do orgasmo
- Vai, disse a Anto e enfiou de novo na boca
- Vai, eu disse e voltei a chupar os ovos dele
- Goza na gente, vai! Dizia a Anto ajoelhada do meu lado, colando a bochecha na minha e olhando pra ele os olhos
- Queremos teu gozo na cara! Falei eu e me encostei mais no rosto da minha filha
- Tô gozando! Disse Cristian segurando o pau com a mão e apontando pra nossas bocas
- Aghhhh, abriu a boca a Anto
- Mmmmm, estiquei minha língua eu
- Aghhhh, Ahhhhhh, Cristian tava gozando
O primeiro jato caiu dentro da boca da Antonella, o segundo acertou minha bochecha, o terceiro na boca já fechada da Anto, o quarto no meu nariz. Os restantes foram menores e já tudo dentro da minha boca. Dei várias chupadas nele e ofereci pra Antonella. Ela me olhou com a cara toda cheia de porra e sorriu pra mim. Ela tava igual, mas com gozo na boca. Peguei ela pela cintura e comecei a beijar ela toda na cara, chupando toda a porra que ela tinha. Ela fez o mesmo até que no fim a gente se beijou com muita língua, enquanto brincava com o gozo do nosso macho, que agora olhava incrédulo pro que tava vendo.
Jogamos o Cristian na cama e, alternando, fomos nos beijando os três. Cristian deitado no meio abraçava a gente.
(continua…)
Se gostaram e quiserem me escrever, podem fazer prareybaco2005@hotmail.como a Telegram @reybaco2005
Já no quarto, a Antonella tirou a parte de cima da roupa e vestiu uma camisola curta. Eu fiz o mesmo, e nos deitamos nos olhando.
— Tô me divertindo pra caralho, mãe — a Anto falou.
— Eu também, Anto, pra caralho. E em parte é por sua causa — falei pra minha filha, acariciando a bochecha dela.
— Não, mãe. Cê não tem nada pra me agradecer. Quem tem que te agradecer sou eu.
— Não, não. E ainda por cima você prometeu que não vai contar nada, então te devo pra caramba — falei.
— Mãe, foi por sua causa que a gente veio, e graças a você a gente tá curtindo pra caramba.
— Mmmm — fiz, e dei um beijo no canto da boca dela.
— Mmmm — a Anto me abraçou, e ficamos assim até dormir, até o dia seguinte.
No dia seguinte, fomos fazer um passeio num parque temático o dia inteiro, voltando pro hotel muito tarde e mortas de cansaço. Do Cristian, continuávamos sem notícias. Dormimos que nem pedra, porque estávamos realmente acabadas.
No outro dia, decidimos ficar no hotel o dia todo pra descansar e não fazer nada. Cumprimos à risca. À noite, fomos no balcão da recepção tomar algo, e lá encontramos o Cristian.
— Oi, gostosas, tudo bem? — ele falou, sorrindo pra gente.
— Oi, Cristian, como cê tá? — cumprimentamos juntas.
— Mais ou menos — ele falou, com cara de triste.
— O que foi? — perguntamos.
— É que eu vou embora amanhã, vou voltar — ele falou com um meio sorriso.
— É, tudo tem um fim. Finalmente, eu disse.
— Bom, não importa, vamos aproveitar as últimas horas, disse Antonella, divertida.
— Claro, disse Cristian, já mais animado.
— É claro!, eu disse. Vamos tomar alguma coisa!
— Mas é claro! Disse Cristian e pediu umas bebidas para nós três.
Foi quando a conversa começou a esquentar e ficar mais picante. Anto contou pra Cristian que sabia que a gente tinha ficado junto. E começou a fazer piadas sobre nossos encontros íntimos dos últimos dias. Cristian não se intimidava e entrava na brincadeira.
— Como vocês duas são gostosas! Dizia Cristian enquanto nos abraçava.
— Mmmm, dizia Anto, se encostando no corpo dele e beijando sua bochecha.
— Mmmm, eu entrava na onda, mas tentava me controlar. Sabia que em algum momento Cristian ia ficar com Antonella, e embora me desse uma certa pena, entendia que ela merecia.
— Posso fazer uma proposta? Disse Cristian.
— Que proposta? Perguntei.
— Vocês vão comigo pro meu quarto? Tenho um presente pra vocês, disse Cristian.
— Mmmm, você não quer pegar nós duas, né? Disse Anto, divertida.
— Haha, eu ri da sacada da minha filha.
— Nãão, bom… disse ele, não é que me falte vontade de ficar com essas duas belezas, disse enquanto nos abraçava.
— Mmmm, você é muito ousado! Não sei se dá pra acreditar, disse Anto.
— Venham e vão ver que não estou mentindo, tenho um presente.
— Bom, vamos, disse Anto, divertida, enquanto me olhava.
— Qualquer coisa eu vazo, falo no ouvido da Anto.
— Vamos, ele nos abraçou de novo e pegou na mão de Anto, que por sua vez pegou na minha mão.
— Ok, vamos, eu disse, bem tranquila.
Chegamos no quarto, ele abriu a mala e tirou um pareo feminino lindo e um vestido de praia branco muito bonito também.
— Isso é pra vocês, disse Cristian.
— Como assim? Obrigada! Dissemos as duas e já vestimos por cima. da roupa pra ver como ficava em nós
— Como vocês têm dois corpos espetaculares e muito parecidos, os dois presentes são pras duas — disse Cristian, como o bom cavalheiro e sedutor que é
— Ayyy, obrigada — disse Anto e deu um beijo na boca dele
— Obrigada — falei eu, mas o beijo foi na bochecha
— Bom, vamos tomar alguma coisa? — disse Cristian
— Vamos! — disse Anto e foi até o frigobar, de onde tirou umas cervejas Corona
— Vamos brindar — disse Cristian, levantando a garrafa e batendo nas nossas
— Chim chim — falei eu
O quarto tinha duas camas, e a gente tava sentado de frente: Antonella e Cristian numa cama, e eu na outra.
— Como vocês são lindas! Meu Deus! — dizia Cristian
— Ayyy, obrigada, Cris! — dizia Anto
— Obrigada — dizia eu, meio corada e já sentindo o efeito de tudo que tinha bebido até aquele momento
— Obrigado por compartilhar esse momento comigo — disse Cristian, enquanto olhava pra gente e ajeitava o cabelo atrás da orelha de Anto
— Obrigada você por tudo que nos deu! — diz Anto, olhando pra boca dele
— Mmmmm — Cristian aproximou o rosto, buscando a boca de Anto
— Mmmmm — Antonella aproximou o rosto, e as bocas se encontraram
— Mmmmm — Cristian envolveu a cintura dela enquanto a beijava e acariciava as costas
— Mmmmm — Antonella já beijava ele como uma possessa
Enquanto isso, eu olhava pra eles e não conseguia me mexer
— Vou pegar outra cerveja — disse Anto, levantou, pegou uma cerveja e entrou no banheiro
— Obrigado — Cristian me disse e sentou do meu lado
— Obrigada a você — falei, olhando pra boca dele. Mas o que eu tava fazendo?
— Adoro sua boca — ele disse, olhando pros meus lábios e se aproximando perigosamente
— Não… — falei, mas já era tarde. A gente tava se beijando
Começamos a nos beijar como dois adolescentes, sem nos importar que do outro lado da porta estava minha filha. O som da maçaneta nos trouxe de volta à realidade. Antonella entendeu a situação e deu pra ver na cara dos dois. Ela sentou na nossa frente e agora era ela quem olhava pra gente.
— Quer? — disse Anto, passando a cerveza pro Cristian
— Claro — disse Cristian, dando um gole
— Dá um pouco pra minha mãe — disse Anto, e tentou tirar a garrafa bem na hora que ele tava bebendo, fazendo a cerveja escorrer pelo queixo e pescoço dele
— Uhhhh — falei, passando um dedo no rosto dele e levando à boca
— Não pode desperdiçar nada — disse Anto, se levantando e começando a chupar o pescoço dele
— Mmmm — fez Cristian, me olhando e me segurando pela cintura
— Bom, melhor eu ir — falei, fazendo menção de levantar
— Fica — Cristian me segurou pela mão
— Fica, mãe — Antonella me segurou também
— É que... não sei — falei, excitada e confusa
— Não vai embora — disse Cristian, e bebeu de novo, mas agora de propósito deixou a cerveja escorrer pelo pescoço
— Me ajuda — disse Antonella, e começou a beijar o pescoço dele
— Mmmmm sim — falei, e comecei a beijar o outro lado do pescoço dele
Aí a gente cruzou a linha. Cristian começou a me beijar na boca enquanto Antonella desabotoava a camisa dele. Ele virou pra Antonella e começou a beijar ela enquanto acariciava meu pescoço. Eu continuei abrindo a camisa de Cristian, que se jogou na cama quando ela ficou completamente aberta. Antonella e eu nos olhamos, as duas sabiamos o que fazer. Antonella grudou na boca dele enquanto tentava, com minha ajuda, abrir a calça de Cristian. Eu beijava os mamilos dele enquanto minhas mãos iam despindo ele por completo. Desci pra chupar a rola de Cristian e olhei pra cima pra ver como ele se beijava com minha filha, e me impactou ver que os dois me olhavam enquanto eu tava com a rola na boca. Sorri pra eles e continuei com meu trabalho, sentindo a mão de Cristian acariciando minha cabeça. Antonella desceu comigo pra me ajudar com a chupada e eu desci pra chupar os ovos do Cristian, deixando ela com a cabeça e o tronco à disposição dela. Depois de um tempo, subi e começamos a passar a língua na cabeça da pica e, em certos momentos, nos beijávamos entre a gente. Juro que isso me deixava louca de tesão. O Cristian olhava pra gente como se não acreditasse no que tava vivendo. De novo, e dessa vez juntas, Antonella e eu nos preparávamos pra uma nova aventura sexual que até então era impensável. Num momento, começamos a nos beijar com a Antonella, esquecendo a pica do Cristian, que se levantou e começou a acariciar nossas cabeças enquanto olhava e ajudava a tirar a roupa. A gente tava os três ajoelhados na cama e pelados, e aconteceu algo que eu nunca imaginei e que achei do caralho. Juntamos nossas cabeças e começamos a nos beijar, de três! Sim, as línguas se moviam de um jeito descontrolado e parecia que ia ser um beijo e um momento infinitos. O que rolou daí pra frente foi extremamente excitante e, por nunca ter participado de um ménage, nenhum dos três se complementou tão bem. Depois daquele beijo entre os três, voltamos a chupar a pica do Cristian, que ficou de pé e deixou a gente ajoelhada na cama, brincando com o pau duro dele. As coisas que fizemos com a Antonella foram lindas. Depois de chupar com muito tesão a pica dele, deixei a Anto chupando a pica e fui pra trás dele pra beijar as nádegas primeiro e depois abrir e chupar o cu dele direto. Ah, suspirou o Cristian, não faz isso porque eu posso gozar muito rápido.
- Quer gozar nas duas? Disse a Anto
- Onde você quer gozar na gente? Perguntei eu, totalmente entregue
- Na cara, disse o Cristian, já no limite do orgasmo
- Vai, disse a Anto e enfiou de novo na boca
- Vai, eu disse e voltei a chupar os ovos dele
- Goza na gente, vai! Dizia a Anto ajoelhada do meu lado, colando a bochecha na minha e olhando pra ele os olhos
- Queremos teu gozo na cara! Falei eu e me encostei mais no rosto da minha filha
- Tô gozando! Disse Cristian segurando o pau com a mão e apontando pra nossas bocas
- Aghhhh, abriu a boca a Anto
- Mmmmm, estiquei minha língua eu
- Aghhhh, Ahhhhhh, Cristian tava gozando
O primeiro jato caiu dentro da boca da Antonella, o segundo acertou minha bochecha, o terceiro na boca já fechada da Anto, o quarto no meu nariz. Os restantes foram menores e já tudo dentro da minha boca. Dei várias chupadas nele e ofereci pra Antonella. Ela me olhou com a cara toda cheia de porra e sorriu pra mim. Ela tava igual, mas com gozo na boca. Peguei ela pela cintura e comecei a beijar ela toda na cara, chupando toda a porra que ela tinha. Ela fez o mesmo até que no fim a gente se beijou com muita língua, enquanto brincava com o gozo do nosso macho, que agora olhava incrédulo pro que tava vendo.
Jogamos o Cristian na cama e, alternando, fomos nos beijando os três. Cristian deitado no meio abraçava a gente.
(continua…)
Se gostaram e quiserem me escrever, podem fazer prareybaco2005@hotmail.como a Telegram @reybaco2005
11 comentários - Vacaciones con mi hija (3) Incesto
Abrazo hermano!