Fui pra cozinha esperar meu marido. Quando ele desceu, me contou que um dos irmãos dele tinha convidado ele pra passar uns dias na casa deles, porque a mãe dele tava com a saúde frágil e morava com ele. Eu não ia me enfiar numa visita pra sogra, então me fiz de boazinha e convenci ele a ir sozinho. Falei que não tava me sentindo bem e que, além disso, não me dou lá muito bem com as irmãs e irmãos dele. Ele disse que ia sair naquela mesma tarde e que ficaria só três ou quatro dias, e que me avisaria se mudasse algo. Eu tava era pulando de alegria por dentro — sem meu marido em casa, meu plano de seduzir meu filho ia ganhar mais força. Mas, pela situação, tive que fazer cara de preocupada com a saúde da sogra e um pouco de raiva por ainda não ter transado com meu marido, assim ele ficaria mais do que pronto pra vazar e não ficar ali comigo naquele estado.
Deram 4 da tarde e ele já tinha a mala na porta. Me disse que voltava em uns dias e que esperava que eu já estivesse melhor quando ele voltasse. Se ele soubesse que eu espero a mesma coisa... Tenho uns dias pra provar aquela pica enorme que meu filho tem e sentir de novo o que é ser usada por um macho. Assim que meu marido saiu, botei a mão na massa. Terminei a comida e me preparei pra colocar meus planos em ação.
Pensei: meu filho não tem hora pra chegar hoje, então não seria estranho se eu andar de lingerie pela casa, já que tô sozinha. Meu plano era ele chegar e me ver com pouca roupa. Se ele reclamasse, eu diria que não esperava ele, que tava sozinha e com calor. Minha mente trabalhava em cada detalhe, porque eu queria que meu filho ficasse excitado. Tomei um banho e decidi fazer mais uma sacanagem: tirei o chuveirinho e, com papel higiênico, fiz um tampão na saída da água. Precisava criar situações onde meu filho ficasse a sós comigo. Me imaginei entrando no banho e, já pelada ou semi-pelada, chamar ele e dizer que o ralo tava entupido. Ri sozinha, porque tava planejando tudo como uma estrategista. Terminei minha maldade e, já banhada, fui escolher o que vestir.
Pensei: fio dental? Não, é muito. Demais pra primeira vez, pelo menos. Esse aqui tá show. Peguei uma calcinha fio dental florida, vesti, me olhei no espelho... Minhas bundonas ficaram desenhadas nela, uma maravilha. Enfiei um pouquinho só pra simular ainda mais minha raba. Em cima, só um top branco. Peguei um roupão transparente que tenho pra não ser tão na cara que eu tava quase pelada em casa. Esperei. Eram quase 8 da noite quando vi ele estacionar a moto pela janela e abrir o portão pra guardar. Desci o mais rápido que pude e fui pra cozinha, ia fingir que tava fazendo alguma coisa quando ele entrasse.
L: Mãe, pai, cheguei! — gritou da porta, entrando em casa.
C: Oi, filho, tô na cozinha. Seu pai não tá.
Ouvi ele caminhando até onde eu tava.
L: Aonde ele foi... — A cara dele era um poema, os olhos quase saltaram de susto. Tive que falar pra ele reagir.
C: Foi na casa dos seus tios. Vai ficar uns dias lá, porque sua avó tá doente.
L: Ah, ok.
C: Tá bem, filho?
L: Sim, mãe. É que... sei lá, me assustei.
C: Por quê?
L: Você tá vestida meio... leve.
C: Ahhh, desculpa, filho. É que eu tava sozinha, acabei de tomar banho e aqui na cozinha faz muito calor. Não te esperava. Me perdoa, meu amor. Vou subir rápido pra me trocar.
L: NÃO. Assim tá bom. Só me surpreendeu, fazia tempo que você não andava assim em casa. Não troca não, assim você tá perfeita.
C: Ok, filho. Sou sua mãe, podia andar pelada pela casa que tenho toda confiança em você, hahaha.
Ele não respondeu. Como eu disse antes, minha intenção não era assustar ele, mas seduzir. Então acho que esse último comentário foi demais, mas não insisti mais, senão estragaria meu plano. Continuei na cozinha, ele sentado na bancada, observando meus movimentos como um robô.
C: Vou tirar esse roupão, senão vai acabar molhado ou queimado. E olha que ele é fininho.
Sem meu filho dizer uma palavra, tirei na frente dele aquele roupão fino que, mais que cobrir, era um convite ao tesão de ver ele vestido.
C: Muito melhor.
Na frente dele, fiquei só de calcinha fio dental e um top que só cobria meus peitos. Brincava com as minhas mãos, eu ficava passando na minha bunda, fingindo que estava limpando as mãos, ou então puxava a blusa e ajustava nos meus peitos pra eles ficarem balançando. Meu filho continuava mudo, sem saber o que dizer ou fazer. C: por que você não vai tomar um banho e desce pra jantar comigo? L: é, mãe, vou sim, só deixa, já vou… C: vai, tô te esperando aqui. Ele não se mexia, imaginei que não queria levantar, devia estar com uma ereção daquelas e não lembrava que roupa tava vestindo porque o balcão cobria a cintura pra baixo. C: vou colocar os pratos enquanto você vai tomar banho, ok? L: ok, mãe. Dei pelo menos uns segundos enquanto virava pra pegar os pratos e ele saiu da cozinha quase correndo pro quarto dele. Tava adorando meu jogo, me sentia tão viva, tão gostosa, tão puta. Levantei um pouco minha calcinha e fiz questão de marcar a buceta como de manhã, também entrou um pouco mais na minha bunda e já parecia mais uma tanga do que uma calcinha. Subi uns degraus e pedi pra ele se apressar pra jantar. C: se quiser, pode andar de roupa leve porque tá muito calor. L: ok, mãe. Uns minutos depois, vi ele descendo a escada, uma decepçãozinha ao ver ele de jeans e camiseta. C: não tá com calor? L: tô, mas não dava pra vestir roupa leve. C: por quê? L: hmm, coisas de homem hahaha. Rimos os dois, entendi o jogo dele: se vestisse um shorts ou uma bermuda, ia marcar o pau e ele não queria ser descoberto. Jantamos e conversamos, ele me fazia rir com as piadas e outras besteiras. C: eu levanto os pratos, ok. Caminhei até onde ele tava sentado e peguei as coisas da mesa, perto dele, coloquei meus peitos quase na cara dele enquanto recolhia os pratos e o resto. Uma colher caiu no chão e ele se inclinou pra pegar, ficou quase aos meus pés, o olhar dele foi direto na minha buceta. De novo. A mesma que de manhã esteve na cara dele, de novo tava a uns centímetros dela. L: tá marcando!!! Ouvi as palavras dele quase como um sussurro. C: o quê, filho? L: nada, digo que tá marcando um pouco. C: tá marcando a minha buceta? L: um pouquinho. C: seu pai diz que é porque Eu tenho os lábios bem carnudos, mas não fica feio, né? L: não, nada disso, pelo contrário, fica… C: que isso, como é que fica? L: você não vai se incomodar se eu falar? C: sou sua mãe, nada do que você disser vai me incomodar, porque você não fala com intenção de ofender. L: fica gostosa. C: uffa, que elogio bonito, vou levar assim. Só não conta pra ninguém que sua mãe tem uma buceta que parece gostosa, ok. L: ok, mãe. Ela ainda não tinha pegado a colher que tinha caído no chão. Virei de costas e me inclinei pra pegar, dessa vez deixei minha bunda quase na cara dela. C: você vai me dizer que minha bunda também parece uma delícia? L: sim. C: já não é tão firme como antes, mas obrigada pelo elogio também. Dei duas palmadas numa das minhas nádegas bem na frente da cara dela e tive que sair pra cozinha rebolando minha bunda grande na frente dele pra acabar com o martírio dele. C: vou pro meu quarto, filho, você ainda vai ficar? L: não, eu também já vou pro meu, vamos. Andei na frente dele rebolando minha bunda pra ele se deliciar. Subi os degraus devagar e antes de entrar no meu quarto me despedi dele. Entrei no meu quarto, minha buceta estava mais que molhada, tive que me masturbar porque tava muito excitada, imagino que meu filho deve estar fazendo o mesmo. Pena que não posso ver aquela coisa tão gostosa, ser apalpada pela curiosidade da minha bunda, da minha buceta, dos meus peitos. Não conseguia dormir, queria continuar com o plano, tinha só alguns dias pra conseguir e não podia perder tempo. Procurei na minha roupa uma calcinha fio dental preta normal, e troquei meu top por um sutiã preto combinando. Saí do meu quarto indo ver meu filho. A porta dele estava trancada, pena que não podia entrar com qualquer desculpa e ver o que ele tava fazendo, tive que bater. C: filho, Luis. L: o que foi, mãe? C: ouvi um barulho no quintal, vem comigo ver. L: vou, mãe. Ele demorou um minuto pra sair, tava com a jeans que usou no jantar e o torso nu, descalço. L: o que você ouviu? C: não sei se é o cachorro do vizinho, mas ouvi barulhos, vem comigo ver. Dessa vez ele foi na minha frente e acho que pela mentira de ouvir Ruídos não prestou atenção na minha roupa ou em mim. Saímos pro quintal, ele acendeu a luz e deu uma olhada, porta fechada e tudo em ordem. Eu sabia que era mentira, mas fingia muito bem. L: não vejo nada estranho, mãe. C: me deu medo, filho. L: calma, tô aqui. Ele me abraçou na porta, porque eu tava dentro de casa. Senti o peito dele no meu rosto e os braços nas minhas costas, me deu um beijo na testa, já que ele é mais alto que eu, ficamos nessa posição. L: vamos voltar pra cama, que tal? Ele me virou e eu caminhei de novo em direção às escadas, minha bunda agora de fio dental subindo na frente dele. L: vou acender a luz ou a gente cai. Acendeu a luz da escada e o olhar dele foi direto pro meu rabo. L: cê tá de fio dental, mamãe? C: desculpa, filho, com esse susto e o barulho, nem percebi que levantei assim pra falar com você. L: cê dorme de fio dental sempre? C: quando tô com calor, como hoje, sim. L: fica bem em você o preto, mãe. C: obrigada, love. Uma olhada rápida na virilha dele me mostrou que, apesar da calça que ele tava, o pau dele já tava começando a acordar. C: dorme comigo, filho. L: o quê? C: dorme comigo, por favor. Me assustei com os barulhos e seu pai não tá aqui, me acompanha pra eu não ficar com medo. L: claro, deixa eu pegar meu pijama e... C: não, vem assim mesmo, já, não quero ficar sozinha, por favor. L: ok, vamos. Subi as escadas rebolando a bunda, olha filho, imagina que você chupa, que morde, que lambe, que usa, que penetra, que enche de porra. Era isso que eu imaginava enquanto subíamos. Entramos no meu quarto e, com a luz acesa, meu filho me via pela primeira vez de fio dental e sutiã. C: pega o lugar do seu pai na cama, filho. L: como? C: dorme no lugar do seu pai. L: ah, ok, é que com tudo isso nem sei o que tô pensando. Me meti na cama e ele apagou a luz geral, só a televisão iluminava o quarto, não consegui ver quando ele tirou a calça por causa da pouca luz e porque eu teria que ter virado de lado e não queria ser muito óbvia. Sabia que ele tava de cueca e... Ver ele deitado do meu lado sem camisa me deixava tão excitada, os peitorais de homem jovem, forte, minha buceta já começava a molhar. C: que tal se a gente desligar a TV? L: claro, mãe, cadê o controle remoto? C: coloquei por aqui. Entre os lençóis procurei o controle remoto, senti com a mão que rocei a perna dele e subi minha mão tão rápido que peguei meu filho de surpresa. C: aqui está!!! Ele estremeceu, não tinha pegado o controle da TV, o que eu agarrei com a mão foi o pau dele, coberto só pelo tecido da cueca, mas minha mão conseguiu segurar ele pelo meio e o tinha no meu poder. Soltei porque não queria deixar ele desconfortável. C: isso não é o controle, né? E minha mão apertou de novo o falo dele, dessa vez passei de baixo pra cima sem ouvir uma palavra do meu filho. C: desculpa, filho. L: relaxa, mãe, me desculpa você, não sei o que deu em mim. C: aqui está o controle, achei. Desliguei a TV e me deitei, não queria pressionar demais meu filho, mas estava tão excitada que precisava avançar. C: Luis!!! L: fala, mãe. C: aquilo que eu toquei, é o teu pau? L: sim, mãe, desculpa é que… C: não, não, filho, tá tudo bem, você não está encrencado, só me surpreendeu. L: por quê? C: é enorme. L: sério, você acha? C: bom, só senti por uns segundos, mas deu pra imaginar, e imagino ele bem grandão. Uns segundos de silêncio me faziam temer o pior, porque se meu filho se sentisse desconfortável ou me achasse uma louca por tocar nele, sairia correndo dali. Tava prestes a falar quando ele quebrou o silêncio. L: tem 21 cm!!! C: ufff, olha só, é grande mesmo. L: isso é bom? C: pras suas futuras namoradas e sua futura esposa vai ser ótimo. Uma risada cúmplice entre os dois ecoou no quarto. C: por vários centímetros você ganha do seu pai. L: quanto mede o dele? C: 16 no máximo. L: então ganhei dele, hahaha C: o que mais me surpreende é a grossura que senti. De novo aquele silêncio entre nós dois me deixava assustada. C: mas deve ser a cueca que você tá usando, por isso Senti assim. L: ela é bem fina. C: é que nunca tinha sentido uma pica tão grossa assim, sério que você tem ela desse jeito? L: sim, mãe. C: vai dizer que sou maluca, mas sério, filho, você me deixou surpresa, olha que eu achava que a do seu pai era grande e bem grossa, mas se o que eu toquei é real, uffa, que delícia deve ser. Meu filho fazia muitas pausas entre as conversas, talvez a mente dele estivesse processando o que rolava sem saber o que fazer ou dizer, e eu tinha que ir com passos firmes, guiando ele, não queria estragar tudo. L: é real, mãe, assim que eu tenho. C: não acredito, juro. Posso apertar de novo só pra confirmar se você tem ela assim tão grossa? Outro silêncio, mas eu tava decidida a fazer isso, precisava ser usada e tinha a centímetros uma pica como nunca tinha sonhado, não vou me arrepender, repetia pra mim mesma, isso me dava ânimo pra seguir com meu plano. L: de cueca ou sem cueca? C: sem cueca, você disse que ela é fina, então não deve mudar o que senti agora pouco. Meu filho fez alguns movimentos com as pernas e jogou a cueca pra fora da cama, meu filho tava pelado do meu lado e eu tava prestes a pegar na pica dele. L: pronto!! Deitados de barriga pra cima os dois, estendi minha mão devagar procurando o contato com a pica dele, toquei a perna dele e o quadril, minha mão seguiu o caminho. C: ai, meu Deus, que coisa, ela é grossíssima, não consigo segurar com minha mão. L: viu que é real? Eu sabia que era real, filho, já tinha visto ela assim grossa, já vi ela cuspir porra. C: que surpresa, filho, quem diria que na minha cama ia ter uma pica dessa. Ainda com a mão na pica dele, continuei elogiando e falando sobre o monstro que tava tocando, ele tava mudo, acho que pelo tesão, nervosismo e excitação talvez. C: acho que você foi modesto com os 21 cm, filho, essa coisa deve medir mais. Falei isso com minha mão subindo e descendo por todo o tronco dele. L: já medi, 21 exatos. C: não, filho, você tem uma pica perfeita. Ele fez um movimento como se quisesse tirar da minha mão e eu tive que soltá-lo. L: acho que devia ir pro meu quarto, você já tá mais calma e eu preciso… C: não filho, não vai não. Tonta, tonta, assustei ele, pensei. L: bom, é que talvez te incomode eu estar assim. C: não filho, de jeito nenhum, eu encaro como algo normal, afinal você é um homem, e olha que homem, e se eu te incomodei, desculpa, só queria ter certeza de que era real, sou sua mamãe, quero que confie em mim. L: ok mãe, devo colocar minha cueca? C: melhor não, acho que com essa coisa nesse estado (peguei no pau dele de novo) deve apertar. Ai filho, desculpa, toquei sem querer. Quis amenizar a situação, então me recomponho. C: vamos dormir, que tal? Se quiser, me abraça pra dormir mais gostoso. Virei de lado, dando a bunda pra ele, e ele ainda sem saber o que fazer. C: me abraça filho, vamos dormir. L: é que… C: o que foi. L: essa coisa não baixa e se eu encostar em você, vai… C: ah, já entendi, deixa eu te ajudar. Me encostei pra trás, buscando contato com meu filho, até sentir o pau dele na minha bunda, as pernas dele grudaram em mim e minhas costas entre a barriga e o peito dele. C: deixa eu acalmar esse danado. Estiquei a mão e peguei no pau dele, coloquei bem no meio das minhas duas nádegas. C: assim tá perfeito filho? L: sim, mamãe. C: se comporta hein, não vai meter nos buraquinhos da mamãe. Isso eu falei dando uns tapinhas no pau dele com a palma da mão. L: não mamãe, como é que cê acha… C: não tava falando com você filho. Tava falando com essa coisa, olha como ela tá. Passaram uns minutos, meu filho devia estar no céu, porque em nenhum momento senti a ereção dele baixar. Calculei uns 10 minutos quando ele deu os primeiros sinais de que algo ia rolar. L: mamãe, mamãezinha. De novo com aquela voz calma, queria saber se eu tava acordada. Não me mexi nem respondi, parecia que meu filho se animava em saber que eu tava dormindo, talvez a vergonha ou achar que o que tava rolando poderia me incomodar em algum momento o motivava a fazer no anonimato. L: mãe. Não houve resposta minha. Senti ele começar a mexer o quadril. Um movimento lento, quase parado, o pau dele começou a deslizar pelas minhas nádegas de cima pra baixo e, aos poucos, senti o líquido pré-ejaculatório no meu cu. Meu filho tava excitado e me dando uma esfregada daquelas. A mão dele foi da minha barriga até procurar meus peitos, chegou no sutiã e parou ali, tinha que ter certeza de que a mamãe tava dormindo. L: Mami!!! Continuei sem responder, não queria pressionar ele, mesmo que tivesse adorado puxar a calcinha pro lado e meter aquela pica enorme, sabia que ainda não era a hora. Meu filho ainda tinha dúvidas, percebi quando ele se animou a fazer isso comigo dormindo; quando acordei, quase implorei pra ele me comer. Ele continuava me empurrando com o pau no cu, a mão num dos meus peitos, bastaram uns minutos, senti o primeiro jato de porra no meu cu, um atrás do outro, ele se esvaziou entre minhas nádegas, não parava. Que gostoso que tava, ele tava banhando meu cu com a porra gostosa dele, e que raiva não poder gemer de prazer. Eu ia cobrar tudo isso na primeira fodida que ele me desse, pensei comigo. Depois de se esvaziar no meu cu, ele se grudou em mim, talvez não quisesse que eu acordasse e brigasse com ele, sentia a porra escorrendo pela minha bunda pequena, sentia como molhava minha calcinha. Tava com o cu cheio de porra, com o pau do meu filho também grudado, todo melado naquela porra gostosa, me sentia a mãe mais puta e incestuosa do mundo.
Deram 4 da tarde e ele já tinha a mala na porta. Me disse que voltava em uns dias e que esperava que eu já estivesse melhor quando ele voltasse. Se ele soubesse que eu espero a mesma coisa... Tenho uns dias pra provar aquela pica enorme que meu filho tem e sentir de novo o que é ser usada por um macho. Assim que meu marido saiu, botei a mão na massa. Terminei a comida e me preparei pra colocar meus planos em ação.
Pensei: meu filho não tem hora pra chegar hoje, então não seria estranho se eu andar de lingerie pela casa, já que tô sozinha. Meu plano era ele chegar e me ver com pouca roupa. Se ele reclamasse, eu diria que não esperava ele, que tava sozinha e com calor. Minha mente trabalhava em cada detalhe, porque eu queria que meu filho ficasse excitado. Tomei um banho e decidi fazer mais uma sacanagem: tirei o chuveirinho e, com papel higiênico, fiz um tampão na saída da água. Precisava criar situações onde meu filho ficasse a sós comigo. Me imaginei entrando no banho e, já pelada ou semi-pelada, chamar ele e dizer que o ralo tava entupido. Ri sozinha, porque tava planejando tudo como uma estrategista. Terminei minha maldade e, já banhada, fui escolher o que vestir.
Pensei: fio dental? Não, é muito. Demais pra primeira vez, pelo menos. Esse aqui tá show. Peguei uma calcinha fio dental florida, vesti, me olhei no espelho... Minhas bundonas ficaram desenhadas nela, uma maravilha. Enfiei um pouquinho só pra simular ainda mais minha raba. Em cima, só um top branco. Peguei um roupão transparente que tenho pra não ser tão na cara que eu tava quase pelada em casa. Esperei. Eram quase 8 da noite quando vi ele estacionar a moto pela janela e abrir o portão pra guardar. Desci o mais rápido que pude e fui pra cozinha, ia fingir que tava fazendo alguma coisa quando ele entrasse.
L: Mãe, pai, cheguei! — gritou da porta, entrando em casa.
C: Oi, filho, tô na cozinha. Seu pai não tá.
Ouvi ele caminhando até onde eu tava.
L: Aonde ele foi... — A cara dele era um poema, os olhos quase saltaram de susto. Tive que falar pra ele reagir.
C: Foi na casa dos seus tios. Vai ficar uns dias lá, porque sua avó tá doente.
L: Ah, ok.
C: Tá bem, filho?
L: Sim, mãe. É que... sei lá, me assustei.
C: Por quê?
L: Você tá vestida meio... leve.
C: Ahhh, desculpa, filho. É que eu tava sozinha, acabei de tomar banho e aqui na cozinha faz muito calor. Não te esperava. Me perdoa, meu amor. Vou subir rápido pra me trocar.
L: NÃO. Assim tá bom. Só me surpreendeu, fazia tempo que você não andava assim em casa. Não troca não, assim você tá perfeita.
C: Ok, filho. Sou sua mãe, podia andar pelada pela casa que tenho toda confiança em você, hahaha.
Ele não respondeu. Como eu disse antes, minha intenção não era assustar ele, mas seduzir. Então acho que esse último comentário foi demais, mas não insisti mais, senão estragaria meu plano. Continuei na cozinha, ele sentado na bancada, observando meus movimentos como um robô.
C: Vou tirar esse roupão, senão vai acabar molhado ou queimado. E olha que ele é fininho.
Sem meu filho dizer uma palavra, tirei na frente dele aquele roupão fino que, mais que cobrir, era um convite ao tesão de ver ele vestido.
C: Muito melhor.
Na frente dele, fiquei só de calcinha fio dental e um top que só cobria meus peitos. Brincava com as minhas mãos, eu ficava passando na minha bunda, fingindo que estava limpando as mãos, ou então puxava a blusa e ajustava nos meus peitos pra eles ficarem balançando. Meu filho continuava mudo, sem saber o que dizer ou fazer. C: por que você não vai tomar um banho e desce pra jantar comigo? L: é, mãe, vou sim, só deixa, já vou… C: vai, tô te esperando aqui. Ele não se mexia, imaginei que não queria levantar, devia estar com uma ereção daquelas e não lembrava que roupa tava vestindo porque o balcão cobria a cintura pra baixo. C: vou colocar os pratos enquanto você vai tomar banho, ok? L: ok, mãe. Dei pelo menos uns segundos enquanto virava pra pegar os pratos e ele saiu da cozinha quase correndo pro quarto dele. Tava adorando meu jogo, me sentia tão viva, tão gostosa, tão puta. Levantei um pouco minha calcinha e fiz questão de marcar a buceta como de manhã, também entrou um pouco mais na minha bunda e já parecia mais uma tanga do que uma calcinha. Subi uns degraus e pedi pra ele se apressar pra jantar. C: se quiser, pode andar de roupa leve porque tá muito calor. L: ok, mãe. Uns minutos depois, vi ele descendo a escada, uma decepçãozinha ao ver ele de jeans e camiseta. C: não tá com calor? L: tô, mas não dava pra vestir roupa leve. C: por quê? L: hmm, coisas de homem hahaha. Rimos os dois, entendi o jogo dele: se vestisse um shorts ou uma bermuda, ia marcar o pau e ele não queria ser descoberto. Jantamos e conversamos, ele me fazia rir com as piadas e outras besteiras. C: eu levanto os pratos, ok. Caminhei até onde ele tava sentado e peguei as coisas da mesa, perto dele, coloquei meus peitos quase na cara dele enquanto recolhia os pratos e o resto. Uma colher caiu no chão e ele se inclinou pra pegar, ficou quase aos meus pés, o olhar dele foi direto na minha buceta. De novo. A mesma que de manhã esteve na cara dele, de novo tava a uns centímetros dela. L: tá marcando!!! Ouvi as palavras dele quase como um sussurro. C: o quê, filho? L: nada, digo que tá marcando um pouco. C: tá marcando a minha buceta? L: um pouquinho. C: seu pai diz que é porque Eu tenho os lábios bem carnudos, mas não fica feio, né? L: não, nada disso, pelo contrário, fica… C: que isso, como é que fica? L: você não vai se incomodar se eu falar? C: sou sua mãe, nada do que você disser vai me incomodar, porque você não fala com intenção de ofender. L: fica gostosa. C: uffa, que elogio bonito, vou levar assim. Só não conta pra ninguém que sua mãe tem uma buceta que parece gostosa, ok. L: ok, mãe. Ela ainda não tinha pegado a colher que tinha caído no chão. Virei de costas e me inclinei pra pegar, dessa vez deixei minha bunda quase na cara dela. C: você vai me dizer que minha bunda também parece uma delícia? L: sim. C: já não é tão firme como antes, mas obrigada pelo elogio também. Dei duas palmadas numa das minhas nádegas bem na frente da cara dela e tive que sair pra cozinha rebolando minha bunda grande na frente dele pra acabar com o martírio dele. C: vou pro meu quarto, filho, você ainda vai ficar? L: não, eu também já vou pro meu, vamos. Andei na frente dele rebolando minha bunda pra ele se deliciar. Subi os degraus devagar e antes de entrar no meu quarto me despedi dele. Entrei no meu quarto, minha buceta estava mais que molhada, tive que me masturbar porque tava muito excitada, imagino que meu filho deve estar fazendo o mesmo. Pena que não posso ver aquela coisa tão gostosa, ser apalpada pela curiosidade da minha bunda, da minha buceta, dos meus peitos. Não conseguia dormir, queria continuar com o plano, tinha só alguns dias pra conseguir e não podia perder tempo. Procurei na minha roupa uma calcinha fio dental preta normal, e troquei meu top por um sutiã preto combinando. Saí do meu quarto indo ver meu filho. A porta dele estava trancada, pena que não podia entrar com qualquer desculpa e ver o que ele tava fazendo, tive que bater. C: filho, Luis. L: o que foi, mãe? C: ouvi um barulho no quintal, vem comigo ver. L: vou, mãe. Ele demorou um minuto pra sair, tava com a jeans que usou no jantar e o torso nu, descalço. L: o que você ouviu? C: não sei se é o cachorro do vizinho, mas ouvi barulhos, vem comigo ver. Dessa vez ele foi na minha frente e acho que pela mentira de ouvir Ruídos não prestou atenção na minha roupa ou em mim. Saímos pro quintal, ele acendeu a luz e deu uma olhada, porta fechada e tudo em ordem. Eu sabia que era mentira, mas fingia muito bem. L: não vejo nada estranho, mãe. C: me deu medo, filho. L: calma, tô aqui. Ele me abraçou na porta, porque eu tava dentro de casa. Senti o peito dele no meu rosto e os braços nas minhas costas, me deu um beijo na testa, já que ele é mais alto que eu, ficamos nessa posição. L: vamos voltar pra cama, que tal? Ele me virou e eu caminhei de novo em direção às escadas, minha bunda agora de fio dental subindo na frente dele. L: vou acender a luz ou a gente cai. Acendeu a luz da escada e o olhar dele foi direto pro meu rabo. L: cê tá de fio dental, mamãe? C: desculpa, filho, com esse susto e o barulho, nem percebi que levantei assim pra falar com você. L: cê dorme de fio dental sempre? C: quando tô com calor, como hoje, sim. L: fica bem em você o preto, mãe. C: obrigada, love. Uma olhada rápida na virilha dele me mostrou que, apesar da calça que ele tava, o pau dele já tava começando a acordar. C: dorme comigo, filho. L: o quê? C: dorme comigo, por favor. Me assustei com os barulhos e seu pai não tá aqui, me acompanha pra eu não ficar com medo. L: claro, deixa eu pegar meu pijama e... C: não, vem assim mesmo, já, não quero ficar sozinha, por favor. L: ok, vamos. Subi as escadas rebolando a bunda, olha filho, imagina que você chupa, que morde, que lambe, que usa, que penetra, que enche de porra. Era isso que eu imaginava enquanto subíamos. Entramos no meu quarto e, com a luz acesa, meu filho me via pela primeira vez de fio dental e sutiã. C: pega o lugar do seu pai na cama, filho. L: como? C: dorme no lugar do seu pai. L: ah, ok, é que com tudo isso nem sei o que tô pensando. Me meti na cama e ele apagou a luz geral, só a televisão iluminava o quarto, não consegui ver quando ele tirou a calça por causa da pouca luz e porque eu teria que ter virado de lado e não queria ser muito óbvia. Sabia que ele tava de cueca e... Ver ele deitado do meu lado sem camisa me deixava tão excitada, os peitorais de homem jovem, forte, minha buceta já começava a molhar. C: que tal se a gente desligar a TV? L: claro, mãe, cadê o controle remoto? C: coloquei por aqui. Entre os lençóis procurei o controle remoto, senti com a mão que rocei a perna dele e subi minha mão tão rápido que peguei meu filho de surpresa. C: aqui está!!! Ele estremeceu, não tinha pegado o controle da TV, o que eu agarrei com a mão foi o pau dele, coberto só pelo tecido da cueca, mas minha mão conseguiu segurar ele pelo meio e o tinha no meu poder. Soltei porque não queria deixar ele desconfortável. C: isso não é o controle, né? E minha mão apertou de novo o falo dele, dessa vez passei de baixo pra cima sem ouvir uma palavra do meu filho. C: desculpa, filho. L: relaxa, mãe, me desculpa você, não sei o que deu em mim. C: aqui está o controle, achei. Desliguei a TV e me deitei, não queria pressionar demais meu filho, mas estava tão excitada que precisava avançar. C: Luis!!! L: fala, mãe. C: aquilo que eu toquei, é o teu pau? L: sim, mãe, desculpa é que… C: não, não, filho, tá tudo bem, você não está encrencado, só me surpreendeu. L: por quê? C: é enorme. L: sério, você acha? C: bom, só senti por uns segundos, mas deu pra imaginar, e imagino ele bem grandão. Uns segundos de silêncio me faziam temer o pior, porque se meu filho se sentisse desconfortável ou me achasse uma louca por tocar nele, sairia correndo dali. Tava prestes a falar quando ele quebrou o silêncio. L: tem 21 cm!!! C: ufff, olha só, é grande mesmo. L: isso é bom? C: pras suas futuras namoradas e sua futura esposa vai ser ótimo. Uma risada cúmplice entre os dois ecoou no quarto. C: por vários centímetros você ganha do seu pai. L: quanto mede o dele? C: 16 no máximo. L: então ganhei dele, hahaha C: o que mais me surpreende é a grossura que senti. De novo aquele silêncio entre nós dois me deixava assustada. C: mas deve ser a cueca que você tá usando, por isso Senti assim. L: ela é bem fina. C: é que nunca tinha sentido uma pica tão grossa assim, sério que você tem ela desse jeito? L: sim, mãe. C: vai dizer que sou maluca, mas sério, filho, você me deixou surpresa, olha que eu achava que a do seu pai era grande e bem grossa, mas se o que eu toquei é real, uffa, que delícia deve ser. Meu filho fazia muitas pausas entre as conversas, talvez a mente dele estivesse processando o que rolava sem saber o que fazer ou dizer, e eu tinha que ir com passos firmes, guiando ele, não queria estragar tudo. L: é real, mãe, assim que eu tenho. C: não acredito, juro. Posso apertar de novo só pra confirmar se você tem ela assim tão grossa? Outro silêncio, mas eu tava decidida a fazer isso, precisava ser usada e tinha a centímetros uma pica como nunca tinha sonhado, não vou me arrepender, repetia pra mim mesma, isso me dava ânimo pra seguir com meu plano. L: de cueca ou sem cueca? C: sem cueca, você disse que ela é fina, então não deve mudar o que senti agora pouco. Meu filho fez alguns movimentos com as pernas e jogou a cueca pra fora da cama, meu filho tava pelado do meu lado e eu tava prestes a pegar na pica dele. L: pronto!! Deitados de barriga pra cima os dois, estendi minha mão devagar procurando o contato com a pica dele, toquei a perna dele e o quadril, minha mão seguiu o caminho. C: ai, meu Deus, que coisa, ela é grossíssima, não consigo segurar com minha mão. L: viu que é real? Eu sabia que era real, filho, já tinha visto ela assim grossa, já vi ela cuspir porra. C: que surpresa, filho, quem diria que na minha cama ia ter uma pica dessa. Ainda com a mão na pica dele, continuei elogiando e falando sobre o monstro que tava tocando, ele tava mudo, acho que pelo tesão, nervosismo e excitação talvez. C: acho que você foi modesto com os 21 cm, filho, essa coisa deve medir mais. Falei isso com minha mão subindo e descendo por todo o tronco dele. L: já medi, 21 exatos. C: não, filho, você tem uma pica perfeita. Ele fez um movimento como se quisesse tirar da minha mão e eu tive que soltá-lo. L: acho que devia ir pro meu quarto, você já tá mais calma e eu preciso… C: não filho, não vai não. Tonta, tonta, assustei ele, pensei. L: bom, é que talvez te incomode eu estar assim. C: não filho, de jeito nenhum, eu encaro como algo normal, afinal você é um homem, e olha que homem, e se eu te incomodei, desculpa, só queria ter certeza de que era real, sou sua mamãe, quero que confie em mim. L: ok mãe, devo colocar minha cueca? C: melhor não, acho que com essa coisa nesse estado (peguei no pau dele de novo) deve apertar. Ai filho, desculpa, toquei sem querer. Quis amenizar a situação, então me recomponho. C: vamos dormir, que tal? Se quiser, me abraça pra dormir mais gostoso. Virei de lado, dando a bunda pra ele, e ele ainda sem saber o que fazer. C: me abraça filho, vamos dormir. L: é que… C: o que foi. L: essa coisa não baixa e se eu encostar em você, vai… C: ah, já entendi, deixa eu te ajudar. Me encostei pra trás, buscando contato com meu filho, até sentir o pau dele na minha bunda, as pernas dele grudaram em mim e minhas costas entre a barriga e o peito dele. C: deixa eu acalmar esse danado. Estiquei a mão e peguei no pau dele, coloquei bem no meio das minhas duas nádegas. C: assim tá perfeito filho? L: sim, mamãe. C: se comporta hein, não vai meter nos buraquinhos da mamãe. Isso eu falei dando uns tapinhas no pau dele com a palma da mão. L: não mamãe, como é que cê acha… C: não tava falando com você filho. Tava falando com essa coisa, olha como ela tá. Passaram uns minutos, meu filho devia estar no céu, porque em nenhum momento senti a ereção dele baixar. Calculei uns 10 minutos quando ele deu os primeiros sinais de que algo ia rolar. L: mamãe, mamãezinha. De novo com aquela voz calma, queria saber se eu tava acordada. Não me mexi nem respondi, parecia que meu filho se animava em saber que eu tava dormindo, talvez a vergonha ou achar que o que tava rolando poderia me incomodar em algum momento o motivava a fazer no anonimato. L: mãe. Não houve resposta minha. Senti ele começar a mexer o quadril. Um movimento lento, quase parado, o pau dele começou a deslizar pelas minhas nádegas de cima pra baixo e, aos poucos, senti o líquido pré-ejaculatório no meu cu. Meu filho tava excitado e me dando uma esfregada daquelas. A mão dele foi da minha barriga até procurar meus peitos, chegou no sutiã e parou ali, tinha que ter certeza de que a mamãe tava dormindo. L: Mami!!! Continuei sem responder, não queria pressionar ele, mesmo que tivesse adorado puxar a calcinha pro lado e meter aquela pica enorme, sabia que ainda não era a hora. Meu filho ainda tinha dúvidas, percebi quando ele se animou a fazer isso comigo dormindo; quando acordei, quase implorei pra ele me comer. Ele continuava me empurrando com o pau no cu, a mão num dos meus peitos, bastaram uns minutos, senti o primeiro jato de porra no meu cu, um atrás do outro, ele se esvaziou entre minhas nádegas, não parava. Que gostoso que tava, ele tava banhando meu cu com a porra gostosa dele, e que raiva não poder gemer de prazer. Eu ia cobrar tudo isso na primeira fodida que ele me desse, pensei comigo. Depois de se esvaziar no meu cu, ele se grudou em mim, talvez não quisesse que eu acordasse e brigasse com ele, sentia a porra escorrendo pela minha bunda pequena, sentia como molhava minha calcinha. Tava com o cu cheio de porra, com o pau do meu filho também grudado, todo melado naquela porra gostosa, me sentia a mãe mais puta e incestuosa do mundo.
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