Pra quem não leu o relato anterior, meu nome é Carlos, sou casado com a Viviana, nós dois temos 45 anos e mais de 20 de casados, com um filho e um negócio herdado da família dela, que eu ferrei por causa da minha má administração, entrando em um monte de dívidas que não consegui pagar, e que minha esposa teve que começar a quitar com nosso principal credor.
Aqui vai o link do primeiro relato: http://www.poringa.net/posts/relatos/4883312/Mi-esposa-paga-mis-deudas.html
Depois daquela primeira vez que minha esposa Viviana tinha dado pro negão que me emprestou dinheiro, aquelas duas semanas que a gente tinha de prazo pra pagar o resto da dívida foram bem difíceis. Por um lado, claro, tinha a dificuldade de conseguir a grana, e ainda se somavam os problemas de casal que toda essa história tinha causado. Por um lado, o fato de eu quase ter quebrado o negócio da família dela, e ainda tinha a parada de eu ter virado corno (segundo ela, foi a primeira vez dela com outro homem durante nosso casamento).
Não vou negar que, em alguns momentos, toda essa história me excitou, mas naqueles dias pesava muito mais o fato de ser corno, dela ter gostado tanto de dar pra aquele negão, e todas as reflexões que surgem por causa disso, e pra piorar, não tinha muito tempo pra processar as coisas. Aquelas 2 semanas que a gente tinha pra pagar estavam jogando contra a gente.
Eu, claro, sugeria vender tudo que desse (os carros principalmente) e pagar pra esquecer esse mau momento, mas ela não aceitava essa opção, era dar pra todo mundo saber dos nossos problemas financeiros, e infelizmente pra Vivi isso tava pesando muito ultimamente.
Não tava sobrando muito tempo e as soluções não apareciam. Ela, assim como eu, tava cada vez mais nervosa, e tinha conseguido uma grana vendendo algumas joias que não usava mais, e claro, como tava com pressa, acabou vendendo mal. Ela conseguiu juntar entre essas vendas e o que a gente gerou com o negócio, um pouco mais de 30% da dívida total. Não era muito, mas pelo menos era alguma coisa.
Chegou o dia de pagar, e a Vivi me disse pra mandar uma mensagem pro negão vir cobrar depois de fechar o negócio. Ela falou que ia levar a negociação, que eu não falasse nada, porque o negão não ia me ouvir. O negão respondeu "ok" e só.
Chegou a hora combinada e o negão foi pontual no negócio. Abri a porta pra ele e fomos pro escritório.
O trato foi cordial, como se nada tivesse acontecido. Já no escritório, ele apertou a mão da minha esposa e, depois de cumprimentar educadamente, ficou calado, como se esperasse alguma coisa — que obviamente era o dinheiro.
Vivi: Bom, aqui estamos. Como você vê, não estamos nos escondendo e queremos resolver isso.
Negão: Acho certo. O dinheiro, por favor...
Vivi: Sobre isso a gente precisa conversar...
Negão: Vocês não têm o dinheiro, né?
Vivi: Temos um pouco... uma boa parte, mas precisamos de mais um tempo, não é fácil.
Negão: Não foi o que combinamos. Hoje era pra pagar, tava claro...
Vivi: Sim, mas você sabe que é quase impossível isso.
Negão: Não é problema meu, senhora. Eu respeitei minha palavra, vocês vi que não.
Vivi: Você tem razão, mas não é que a gente não queira pagar, é simplesmente impossível por causa dos prazos.
Negão: Seu marido já teve tempo demais pra pagar.
Vivi: Isso é verdade, mas como você vê, ele é um mau comerciante. Desde que eu assumi isso, a gente conseguiu avançar bastante. O que posso te oferecer agora é (ela disse um valor em dinheiro vivo).
Negão: Isso não cobre nem 50% da dívida, senhora. Sinto muito.
Vivi: Sim, eu sei, mas é uma grana boa. Acho que você devia aceitar como um gesto de boa vontade pra gente quitar a dívida o mais rápido possível.
Negão: Agradeço, mas não foi o combinado.
Vivi: Eu sei... O que posso te oferecer é um carro como garantia. Você fica com o carro até a gente pagar a dívida, e aí devolve pra gente.
Negão: Claro que não. Isso é um problema pra mim, vocês podem me denunciar por roubo.
Vivi: Confia na gente. Cara...
Negão: Não, senhora, seu marido já me deu o cano, sinto muito.
Vivi: Meu marido não tá mais cuidando disso... Eu te dei o cano? Menti em alguma coisa? Tô aqui botando a cara... e botei várias outras coisas também, não esquece.
Negão: Entendo, mas não posso, senhora. Sinto muito pela senhora, porque dá pra ver que tem palavra, mas até aqui chegamos.
Vivi: Pega o dinheiro e vou botar o carro pra vender. Assim que tiver a grana, juro que te entrego tudo, 100% do valor.
Negão: Devia ter feito isso antes, senhora.
Vivi: Não, seria ruim vender. Já tive que vender um monte de coisas pessoais por mixaria pra trazer um dinheiro agora. Cê acha lógico continuar fazendo negócio ruim?
Negão: Claro que não... e vocês são um negócio ruim pra mim. Já perdi muita grana por causa do prazo e do desconto que te dei.
Vivi: Não é bem assim. Cê colocou um monte de juros em cima da gente, só tirou um pouco do juro. A dívida original cresceu mais de cinco vezes em poucos meses.
Negão: São os juros do mercado, senhora. A senhora não vai me ensinar o que fazer com meu dinheiro.
Vivi: Claro que não. O que tô dizendo é que cê não perdeu seu investimento, só reduziu um pouco do juro. E reconhece que não são juros de mercado, são muito mais altos. Não sei se é porque meu marido atrasou ou se cê tá de birra com a gente.
Negão: Não adianta discutir, senhora. Sinto muito pela senhora.
Mesmo com a Vivi negociando bem com o negão, ele não tava dando o braço a torcer, e a coisa tava empacada. Eu quis falar alguma coisa, mas a Vivi me cortou na hora e mandou eu calar a boca, e voltei pra minha posição de estar ali só de enfeite.
Vivi: Vamos pensar, cara. Igual antes, se cê não aceitar, todo mundo perde.
Negão: Isso tá claro, mas não foi o que a gente combinou.
Vivi: Ah, larga mão desse combinado... já te falei que era impossível.
Negão: E pra que deu sua palavra então? É igual ao seu marido...
Vivi: Não, isso não. Naquele momento era o melhor que eu podia fazer e precisava salvar meu negócio... O que você teria feito?
Negão: Não sei, não é problema meu.
Vivi: Vou repetir de novo, te dei mais do que minha palavra, e além disso tô aqui, encarando de frente, não acha que isso já é suficiente?
O negão ficou calado, provavelmente pensando no que fazer. Os dois tinham razão, de um lado tinha a dívida e do outro mostramos vontade de pagar, ou melhor, minha esposa mostrou vontade de pagar.
Negão: Vamos fazer assim, pego seu dinheiro e dou uma semana pra vocês quitarem o resto, mas nada além disso. (ele achou que Vivi aceitaria, não tínhamos chance)
Vivi: Sinto muito, mas não vamos conseguir cumprir nesses termos.
Negão: (surpreso) Como assim?
Vivi: Que não vamos conseguir pagar em uma semana, pra que vou mentir pra você?
Negão: Então? Não tô entendendo...
Vivi: Então acabou por aqui, se você continuar inflexível com o prazo, não temos mais nada pra conversar, cada um faz o que tem que fazer, você nos denuncia e a gente denuncia você também, aqui todo mundo tá fazendo coisa errada.
Negão: Ha ha ha... vocês vão me denunciar? Tão loucos? (o negão tinha se irritado)
Vivi: Se você nos denunciar, claro que vamos, que outra opção a gente tem? Eu quero pagar minha dívida, mas você não quer aceitar.
Negão: A senhora tá me achando com cara de otário?
Vivi: Claro que não, mas como eu disse, tem coisas possíveis e coisas impossíveis.
Negão: A senhora não sabe com quem tá se metendo.
Vivi: Sei sim, você é (ela falou todos os dados pessoais do negão, até a data que ele entrou no país).
Negão: (furioso) Quem você pensa que é, não faz ideia de quem eu sou!!!
O negão levantou furioso e continuou ameaçando a gente, principalmente a Vivi, mas ela tava muito calma e só olhava pra ele sem demonstrar nada.
Vivi: Escuta, senta aí e vamos conversar de negócio como adultos.
Negão: NÃO, VOCÊ VAI VER O QUE VAI ACONTECER!!!
Vivi: Calminhaaaa... senta aí, cê acha que eu sou burra? Se eu sei tanto sobre você, cê acha que sou tão idiota a ponto de não tomar precauções? Me obedece e senta. O preto continuava furioso, mas sentou como ela pediu. Dava pra ver que ele tava nervoso, desconfiado, olhando pra todo lado, talvez procurando câmera, microfone ou algo. Ele tinha engolido as mentiras da minha esposa (depois descobri que ela sabia de tudo porque tem um ex-colega de escola num cargo alto na imigração e disse que queria contratar o preto como funcionário, só isso).
Vivi: Bem... já estamos mais calmos?
Preto: O que você quer?
Vivi: Calma, te vejo nervoso. Você, cuck, traz algo pra beber. Cê gosta de uísque?
Preto: Não muito, mas tudo bem, o que quiser, não importa.
Vivi: Cuck, traz uns uísques pra gente, por favor.
(Eu obedeci e servi dois copos e entreguei pra eles.)
Vivi: Beleza, vamos falar de negócio. A situação é essa: tenho esse dinheiro aqui que cobre 30% da dívida, a gente precisa refinanciar os outros 70%, mas não vem com juros abusivos, por favor.
Preto: E como cê pretende pagar?
Vivi: Em 12 meses com uma taxa de juros igual à dos bancos.
Preto: Hahaha, não me faz perder tempo.
Vivi: Tá bom, o que você propõe? Fala aí e eu te digo se dá ou não.
Preto: Em 3 meses com 20% ao mês.
Vivi: Hahaha, agora você me faz rir. Já te falei, nada de usura, e o prazo você sabe que a gente não consegue. Não quero enrolar, te ofereço 9 meses com taxa de banco, pagamentos semanais.
Preto: Impossível, taxa de banco só 3 meses, pagamentos semanais, nada mais.
Vivi: Como você é duro (ela falou com um claro duplo sentido).
Preto: Aceita ou não?
Vivi: Lamento dizer que não, mas vou melhorar minha oferta pra você ver minha boa vontade em pagar... que tal 6 meses, pagamentos quinzenais? (ela dava algo a mais, mas tirava por outro lado).
Preto: Não, não, não, pagamentos semanais.
Vivi: Tá bom, 6 meses, pagamentos semanais, taxa de banco, fechado?
Preto: Não, eu não falei 6 meses a taxa de banco, 6 meses a taxa de 20%.
Vivi: Hummm... não dá, a gente não consegue com o dinheiro...
Preto: Vende o carro e pronto.
Vivi: É que eu gosto muito do meu carro... algo. temos que dar um jeito de baixar esses juros, não acha?
Já tava passando da negociação por grana pra outra coisa. Era óbvio, pelo menos pra mim, que a Vivi queria mais do que só negociar a dívida, isso já tava quase fechado. O negão tinha sacado alguma coisa, mas não se jogava na piscina, não acho que por vergonha, mas sim porque a Vivi era boa negociadora e queria tirar o máximo possível.
Negão: Sei lá, o que você tem pra oferecer em troca dos juros?
Vivi: É meio complicado. Me diz, você é casado?
Negão: O que isso tem a ver?
Vivi: Não quero oferecer algo que cause problema pra quem não tá aqui...
Negão: Não sou casado...
Vivi: Beleza... bom, posso te oferecer um alívio a cada 15 dias da sua rotina... o que acha?
Negão: O que seria esse alívio? Desculpa, mas não quero ficar com dúvida, já tive muita treta aqui...
Vivi: Entendo... vou ser o mais clara possível... Vou deixar você transar comigo, ficou claro agora?
Negão: Sim, sim, bem claro.
Vivi: Então?
Negão: A cada 15 dias é muito pouco, não esquece que tô abrindo mão de muita grana.
Vivi: Você não tá me dando nada... o que propõe?
Negão: A cada 2 dias... não esquece que o prazo é longo e os juros são altos...
Vivi: Não, não, não, é demais... não vou aguentar.
Negão: A cada 3 dias, última oferta.
Vivi: Hummm... não, vamos fazer assim: muda o dia do pagamento pra sábado, e o lugar do pagamento é na minha casa, já que nosso filho vai dormir na casa da namorada, assim a gente fica à vontade. Aqui no escritório é desconfortável, não acha?
Eu: O quê?!? Não, cara... (ela me interrompeu)
Vivi: CALA A BOCA VOCÊ!!!! E aí, o que acha?
Negão: Parece bom, mas tem um problema...
Vivi: Ahhh... qual?
Negão: Hoje é terça, e você tá fazendo um pagamento, o justo seria também pagar o outro hoje mesmo.
Vivi: Mas é claro, homem, temos que fechar o trato também.
Minha esposa tava com um sorriso safado, e o negão tava mais que feliz. Ela se levantou e devagar foi se aproximando dele, que olhava pra ela com... luxúria. Eu estava num canto do escritório, feito planta decorativa. Quando a Vivi ficou a poucos centímetros do negão, ele começou a apalpar ela. Ela tava de blusa e saia estilo office bem colada no corpo, e o negão começou a passar a mão na bunda da Vivi. Em segundos, a saia dela já tava subida até o quadril, e só cobria as partes dela uma micro calcinha fio-dental branca de renda.
O negão se lambia enquanto apalpava com tesão a minha esposa, e ela começava a gemer. Essa cena foi interrompida pela Vivi, que disse "fechamos o trato então?". O negão estendeu a mão pra fechar o acordo, mas ela, rindo, falou "não não, tira essa mão". Ela se ajoelhou na frente dele, e sem tirar os olhos dos olhos dele, abaixou o zíper da calça e puxou a piroca já dura do cara.
Ela agarrou com as mãos e, olhando pra ele, disse "trato fechado" e enfiou quase toda na boca, começando a mamar ele magistralmente. O negão gemia e curtia a boca da minha esposa.
Depois de uns minutos, ela tirou a blusa, o sutiã, e começou a fazer uma punheta de peitos, esfregando as tetas nele. O negão tava doido, não só tinha uma mulher gostosa, mas uma mulherão, uma puta incrível, e ainda ia comer ela toda semana, o que mais queria?
Eu, por minha vez, tava com a piroca duríssima, e diferente da vez anterior, não sentia tanta dor emocional, agora tava era com muito tesão, esfregando a rola por cima da calça.
A Vivi, que como toda mulher tem um olhar periférico e não perde nada, percebeu e, rindo, falou pra mim "bate uma se quiser, corno, sei que você adora me ver com um homem de verdade". Essas palavras doloridas eram ao mesmo tempo extremamente excitantes pra mim, o tesão tomou conta dos meus pensamentos na hora e eu só conseguia pensar em gozar vendo minha esposa, então em segundos já tava de calças arriadas, batendo uma como um corno submisso.
Depois de um tempo de boquete e esfregação de peitos, o negão se levantou, Levantou minha esposa como se fosse de papel e a deitou de barriga pra cima na escrivaninha. Pulou em cima dela e comeu a boca dela e, principalmente, os peitos, e foi descendo pela barriga até chegar na pélvis. Ela só se entregou. Relaxou as pernas, que ficaram bem abertas, e ficou deitada na escrivaninha. O negão puxou a calcinha fio dental dela e começou a chupar desesperadamente a pussy dela.
Pelos gritos da minha esposa, o negão tava chupando a pussy dela magistralmente e, de fato, fez ela gozar várias vezes só com sexo oral, algo que eu muito raramente conseguia, e só um orgasmo leve, não vários e tão intensos como ela tava tendo com o negão.
Se fosse por ela, ficava o dia inteiro recebendo sexo oral, mas o negão já tava de pau duro e muito tesudo. Ele se levantou, e enquanto passava um pouco de saliva na cock, olhava pra ela e dizia "quer que eu te coma, puta? Hein?!". Ela, entregue e principalmente cheia de tesão, dizia, quase implorando: "siimm, me come, me come".
O negão parecia louco. Encostou a cock nos lábios vaginais da Vivi, que de olhos fechados continuava pedindo pra ser comida, e ele deu o gosto. Sem piedade, começou a meter a cock inteira na minha esposa, que entre gemidos e algumas caretas de dor gritava "sim".
O que veio depois foram vários minutos de uma foda impressionante, onde a Vivi não parava de gemer e ter orgasmos, enquanto o negão, concentrado, comia ela com fúria e apalpava os peitos dela até deixá-los todos vermelhos e até roxos.
Num momento, o negão começou a enfiar primeiro uns dedos na boca dela e, como percebeu que a Vivi chupava eles, começou a enfiar de 3 ou 4, cada vez mais fundo.
Ela tava como se tivesse viajando, como possuída, e deixava fazer qualquer coisa e, principalmente, dizer qualquer coisa. O negão o tempo todo falava "você gosta, puta?" e ela, com palavras ou só balançando a cabeça, dizia que sim. Nunca tinha visto a Vivi assim, mesmo a gente curtindo sexo sem tabus nem preconceitos. Nunca tinha visto ela como uma puta entregue igual tava acontecendo agora.
O negão decidiu mudar de posição, e claro, fez ela se apoiar na mesa, deixando a bunda linda da Vivi bem na frente dele. O que eu teria feito era pegar ela na hora naquela posição, mas o moreno não fez isso. Em vez disso, ele se ajoelhou na frente das nádegas da minha esposa e começou a morder e beijar, pra depois, com as duas mãos, abrir o máximo que podia e enfiar a cara no meio. Claro que ele dava umas linguadas enormes, principalmente no cu, algo que a Vivi curte pra caralho e dessa vez não foi diferente.
Ela gemia que nem uma louca, e o negão percebeu o quanto minha esposa tava adorando, então focou em lamber e meter a língua no cu da Vivi. Eu já tava na segunda punheta e o tesão não baixava, era realmente foda o quanto me excitava ver minha esposa sendo possuída por outro macho, e cada vez que eu olhava a virilha do negão e via o pedaço de pau que pendia, parecia me esquentar mais, não pelo pau do negão em si, mas pelo pedaço de carne que minha esposa tinha comido e ia continuar comendo com certeza. Na minha mente só rondava a ideia do negão se levantar e meter de novo, mas isso demorou, porque o moreno queria continuar curtindo a bunda cada vez mais dilatada da Vivi.
Não sei se foram 10 minutos, 20, 2 horas ou quanto, mas a chupada de cu finalmente acabou, e o negão, sem falar nada, começou a "brincar" com a Vivi. Pegou o pau dele e começou a esfregar na minha esposa, claro que nos lábios da buceta e principalmente na racha do cu. A Vivi não falava nada, nessa altura já tava quase rendida, apoiada na mesa.
O negão, enquanto esfregava na minha esposa, mordia os lábios de tanto tesão que sentia e quis fazer algo que parou meu coração por uns segundos. Deixou o pau parado bem no cu da Vivi e tentou enfiar no rabo dela. Se bem que ele tinha dilatado bastante o cu com a chupada infernal que ela tinha dado, não era tarefa fácil e custava pra caralho.
Vivi, que no começo não falava nada, agora tinha começado a reclamar um pouco, era óbvio que tava doendo. Eu da minha posição não conseguia ver se ele tinha conseguido meter ou não, mas pela cara dela já devia ter alguma coisa enfiada no cu, uns 2 ou 3 centímetros talvez.
O preto com paciência continuava insistindo e não recuava, tava decidido a arrebentar o cu da minha esposa naquele exato momento, mas depois de uns minutos tentando, e com certeza mais alguns centímetros, Vivi mandou ele parar, que não aguentava.
O preto não se conformou e só ficou parado no mesmo lugar, ou seja, não continuou penetrando mas deixou o pedaço que já tinha dentro, tentando que Vivi se acostumasse pra poder continuar, mas não foi assim.
Vivi falou de novo que não, até disse "tira ela por favor" quase como um pedido. O preto obedeceu e devagar tirou ela por completo e a cara de Vivi mostrava isso. Não franzia mais a testa, e a cara dela agora era de alívio.
O preto não desistiu e disse "só falta preparação rainha, sei que você quer por trás". Ela com um tom que mostrava o cansaço respondeu "sim, mas preciso estar confortável, outro dia a gente tenta".
O preto, que já tinha enfiado um dedo no cu de Vivi pra começar a preparar ela pra foder, aceitou com um pouco de resignação que naquele dia não ia arrebentar o cu da minha esposa e com cuidado voltou pra buceta de Vivi. Ele "beliscou" os lábios da buceta e pouco depois meteu de novo na buceta dela.
Embora Vivi gemesse e curtisse, já não era como antes, dava pra ver que ela tava cansada a essa altura, se dependesse dela acabava tudo ali, mas faltava o preto gozar.
Ele percebeu isso e acelerou o ritmo. Comia ela bem rápido, constante e fundo, sempre segurando firme nas nádegas da minha esposa que gemia e se sacudia a cada estocada funda dele.
O preto sem dizer nada absolutamente nada fez algo que eu não tinha percebido até aquele momento, e não é mais nem menos que gozar dentro da minha esposa, que ao sentir a corrente de esperma fervendo daquele macho inundar a buceta dela, só suspirou e deu mais alguns gemidos de prazer.
O negão ficou uns instantes dentro da minha esposa, e pela minha mente passaram mil coisas, doenças foi a primeira, e a segunda uma gravidez. A Vivi não tomava anticoncepcional há uns dois anos, mas não tinha mais volta, ele tinha enchido ela de porra, e mesmo que não tivesse, já tinha comido ela, não só dessa vez mas duas semanas atrás, então era mais que suficiente pra passar alguma doença ou engravidar ela.
Quando o moreno tirou finalmente o pau dele, já um pouco menos duro, olhou a hora e disse que tinha que ir, então começou a se vestir. Eu me aproximei da Vivi que ainda estava "jogada" em cima da mesa, e da buceta dela pendia um fio de esperma grosso que bem devagar ia caindo.
O negão terminou de se vestir rápido e disse que a gente se via no próximo pagamento e me pediu pra abrir a porta.
Eu acompanhei ele e ele foi embora rápido. Voltei pro escritório e a Vivi continuava na mesma posição, dava pra ver que ela tava exausta pra caralho e eu me ofereci pra ajudar, e ela aceitou.
Eu vi ela tão cansada que eu mesmo peguei uma toalha e terminei limpando ela... Sim, limpei o esperma de outro homem que escorria da buceta da minha esposa. Não sei se por curtir ser corno ou o que, mas eu gostei pra caralho. Em vez de sentir raiva ou nojo, curti limpar suavemente a minha esposa, até parecia hipnotizado. Ela me agradeceu pelo gesto, e foi a primeira vez em duas semanas que ela falou comigo de boa, sem me xingar ou me tratar mal.
Naquele momento resolvi falar sobre meus medos de doenças ou gravidez e ela me disse que na gravidez tinha pensado, que tinha começado a tomar pílula de novo, mas que em doenças não tinha pensado, e eu acreditei porque ela ficou com uma cara de preocupação, a ponto de Pediu pra eu mandar uma mensagem pro negão pra ele fazer um exame completo e mandar pra gente.
Por sorte o negão topou e não só fez o exame completo, como também pediu que ela fizesse o dela. Na putaria, nem tinha pensado nisso, e achei bem decente da parte dele.
Claro que a Vivi não tinha nada, e por sorte o negão também não, então todo mundo ficou tranquilo.
No sábado seguinte, era hora de pagar a próxima parcela, mas dessa vez não seria no comércio, e sim na nossa casa. Por um lado, era melhor, já que ninguém veria o negão entrando na loja fora do horário de funcionamento tantas vezes seguidas, o que já era estranho por si só, e além disso a gente ficaria mais à vontade. Mas, de certa forma, não gostava que ele fosse na nossa casa. Primeiro, porque era um estranho, e segundo, e talvez o mais importante, ele já não era só um agiota que se pagava com o corpo da minha esposa — já parecia mais um amante, um macho fixo dela, e claro, eu um corno manso assumido.
Aqui vai o link do primeiro relato: http://www.poringa.net/posts/relatos/4883312/Mi-esposa-paga-mis-deudas.html
Depois daquela primeira vez que minha esposa Viviana tinha dado pro negão que me emprestou dinheiro, aquelas duas semanas que a gente tinha de prazo pra pagar o resto da dívida foram bem difíceis. Por um lado, claro, tinha a dificuldade de conseguir a grana, e ainda se somavam os problemas de casal que toda essa história tinha causado. Por um lado, o fato de eu quase ter quebrado o negócio da família dela, e ainda tinha a parada de eu ter virado corno (segundo ela, foi a primeira vez dela com outro homem durante nosso casamento).
Não vou negar que, em alguns momentos, toda essa história me excitou, mas naqueles dias pesava muito mais o fato de ser corno, dela ter gostado tanto de dar pra aquele negão, e todas as reflexões que surgem por causa disso, e pra piorar, não tinha muito tempo pra processar as coisas. Aquelas 2 semanas que a gente tinha pra pagar estavam jogando contra a gente.
Eu, claro, sugeria vender tudo que desse (os carros principalmente) e pagar pra esquecer esse mau momento, mas ela não aceitava essa opção, era dar pra todo mundo saber dos nossos problemas financeiros, e infelizmente pra Vivi isso tava pesando muito ultimamente.
Não tava sobrando muito tempo e as soluções não apareciam. Ela, assim como eu, tava cada vez mais nervosa, e tinha conseguido uma grana vendendo algumas joias que não usava mais, e claro, como tava com pressa, acabou vendendo mal. Ela conseguiu juntar entre essas vendas e o que a gente gerou com o negócio, um pouco mais de 30% da dívida total. Não era muito, mas pelo menos era alguma coisa.
Chegou o dia de pagar, e a Vivi me disse pra mandar uma mensagem pro negão vir cobrar depois de fechar o negócio. Ela falou que ia levar a negociação, que eu não falasse nada, porque o negão não ia me ouvir. O negão respondeu "ok" e só.
Chegou a hora combinada e o negão foi pontual no negócio. Abri a porta pra ele e fomos pro escritório.
O trato foi cordial, como se nada tivesse acontecido. Já no escritório, ele apertou a mão da minha esposa e, depois de cumprimentar educadamente, ficou calado, como se esperasse alguma coisa — que obviamente era o dinheiro.
Vivi: Bom, aqui estamos. Como você vê, não estamos nos escondendo e queremos resolver isso.
Negão: Acho certo. O dinheiro, por favor...
Vivi: Sobre isso a gente precisa conversar...
Negão: Vocês não têm o dinheiro, né?
Vivi: Temos um pouco... uma boa parte, mas precisamos de mais um tempo, não é fácil.
Negão: Não foi o que combinamos. Hoje era pra pagar, tava claro...
Vivi: Sim, mas você sabe que é quase impossível isso.
Negão: Não é problema meu, senhora. Eu respeitei minha palavra, vocês vi que não.
Vivi: Você tem razão, mas não é que a gente não queira pagar, é simplesmente impossível por causa dos prazos.
Negão: Seu marido já teve tempo demais pra pagar.
Vivi: Isso é verdade, mas como você vê, ele é um mau comerciante. Desde que eu assumi isso, a gente conseguiu avançar bastante. O que posso te oferecer agora é (ela disse um valor em dinheiro vivo).
Negão: Isso não cobre nem 50% da dívida, senhora. Sinto muito.
Vivi: Sim, eu sei, mas é uma grana boa. Acho que você devia aceitar como um gesto de boa vontade pra gente quitar a dívida o mais rápido possível.
Negão: Agradeço, mas não foi o combinado.
Vivi: Eu sei... O que posso te oferecer é um carro como garantia. Você fica com o carro até a gente pagar a dívida, e aí devolve pra gente.
Negão: Claro que não. Isso é um problema pra mim, vocês podem me denunciar por roubo.
Vivi: Confia na gente. Cara...
Negão: Não, senhora, seu marido já me deu o cano, sinto muito.
Vivi: Meu marido não tá mais cuidando disso... Eu te dei o cano? Menti em alguma coisa? Tô aqui botando a cara... e botei várias outras coisas também, não esquece.
Negão: Entendo, mas não posso, senhora. Sinto muito pela senhora, porque dá pra ver que tem palavra, mas até aqui chegamos.
Vivi: Pega o dinheiro e vou botar o carro pra vender. Assim que tiver a grana, juro que te entrego tudo, 100% do valor.
Negão: Devia ter feito isso antes, senhora.
Vivi: Não, seria ruim vender. Já tive que vender um monte de coisas pessoais por mixaria pra trazer um dinheiro agora. Cê acha lógico continuar fazendo negócio ruim?
Negão: Claro que não... e vocês são um negócio ruim pra mim. Já perdi muita grana por causa do prazo e do desconto que te dei.
Vivi: Não é bem assim. Cê colocou um monte de juros em cima da gente, só tirou um pouco do juro. A dívida original cresceu mais de cinco vezes em poucos meses.
Negão: São os juros do mercado, senhora. A senhora não vai me ensinar o que fazer com meu dinheiro.
Vivi: Claro que não. O que tô dizendo é que cê não perdeu seu investimento, só reduziu um pouco do juro. E reconhece que não são juros de mercado, são muito mais altos. Não sei se é porque meu marido atrasou ou se cê tá de birra com a gente.
Negão: Não adianta discutir, senhora. Sinto muito pela senhora.
Mesmo com a Vivi negociando bem com o negão, ele não tava dando o braço a torcer, e a coisa tava empacada. Eu quis falar alguma coisa, mas a Vivi me cortou na hora e mandou eu calar a boca, e voltei pra minha posição de estar ali só de enfeite.
Vivi: Vamos pensar, cara. Igual antes, se cê não aceitar, todo mundo perde.
Negão: Isso tá claro, mas não foi o que a gente combinou.
Vivi: Ah, larga mão desse combinado... já te falei que era impossível.
Negão: E pra que deu sua palavra então? É igual ao seu marido...
Vivi: Não, isso não. Naquele momento era o melhor que eu podia fazer e precisava salvar meu negócio... O que você teria feito?
Negão: Não sei, não é problema meu.
Vivi: Vou repetir de novo, te dei mais do que minha palavra, e além disso tô aqui, encarando de frente, não acha que isso já é suficiente?
O negão ficou calado, provavelmente pensando no que fazer. Os dois tinham razão, de um lado tinha a dívida e do outro mostramos vontade de pagar, ou melhor, minha esposa mostrou vontade de pagar.
Negão: Vamos fazer assim, pego seu dinheiro e dou uma semana pra vocês quitarem o resto, mas nada além disso. (ele achou que Vivi aceitaria, não tínhamos chance)
Vivi: Sinto muito, mas não vamos conseguir cumprir nesses termos.
Negão: (surpreso) Como assim?
Vivi: Que não vamos conseguir pagar em uma semana, pra que vou mentir pra você?
Negão: Então? Não tô entendendo...
Vivi: Então acabou por aqui, se você continuar inflexível com o prazo, não temos mais nada pra conversar, cada um faz o que tem que fazer, você nos denuncia e a gente denuncia você também, aqui todo mundo tá fazendo coisa errada.
Negão: Ha ha ha... vocês vão me denunciar? Tão loucos? (o negão tinha se irritado)
Vivi: Se você nos denunciar, claro que vamos, que outra opção a gente tem? Eu quero pagar minha dívida, mas você não quer aceitar.
Negão: A senhora tá me achando com cara de otário?
Vivi: Claro que não, mas como eu disse, tem coisas possíveis e coisas impossíveis.
Negão: A senhora não sabe com quem tá se metendo.
Vivi: Sei sim, você é (ela falou todos os dados pessoais do negão, até a data que ele entrou no país).
Negão: (furioso) Quem você pensa que é, não faz ideia de quem eu sou!!!
O negão levantou furioso e continuou ameaçando a gente, principalmente a Vivi, mas ela tava muito calma e só olhava pra ele sem demonstrar nada.
Vivi: Escuta, senta aí e vamos conversar de negócio como adultos.
Negão: NÃO, VOCÊ VAI VER O QUE VAI ACONTECER!!!
Vivi: Calminhaaaa... senta aí, cê acha que eu sou burra? Se eu sei tanto sobre você, cê acha que sou tão idiota a ponto de não tomar precauções? Me obedece e senta. O preto continuava furioso, mas sentou como ela pediu. Dava pra ver que ele tava nervoso, desconfiado, olhando pra todo lado, talvez procurando câmera, microfone ou algo. Ele tinha engolido as mentiras da minha esposa (depois descobri que ela sabia de tudo porque tem um ex-colega de escola num cargo alto na imigração e disse que queria contratar o preto como funcionário, só isso).
Vivi: Bem... já estamos mais calmos?
Preto: O que você quer?
Vivi: Calma, te vejo nervoso. Você, cuck, traz algo pra beber. Cê gosta de uísque?
Preto: Não muito, mas tudo bem, o que quiser, não importa.
Vivi: Cuck, traz uns uísques pra gente, por favor.
(Eu obedeci e servi dois copos e entreguei pra eles.)
Vivi: Beleza, vamos falar de negócio. A situação é essa: tenho esse dinheiro aqui que cobre 30% da dívida, a gente precisa refinanciar os outros 70%, mas não vem com juros abusivos, por favor.
Preto: E como cê pretende pagar?
Vivi: Em 12 meses com uma taxa de juros igual à dos bancos.
Preto: Hahaha, não me faz perder tempo.
Vivi: Tá bom, o que você propõe? Fala aí e eu te digo se dá ou não.
Preto: Em 3 meses com 20% ao mês.
Vivi: Hahaha, agora você me faz rir. Já te falei, nada de usura, e o prazo você sabe que a gente não consegue. Não quero enrolar, te ofereço 9 meses com taxa de banco, pagamentos semanais.
Preto: Impossível, taxa de banco só 3 meses, pagamentos semanais, nada mais.
Vivi: Como você é duro (ela falou com um claro duplo sentido).
Preto: Aceita ou não?
Vivi: Lamento dizer que não, mas vou melhorar minha oferta pra você ver minha boa vontade em pagar... que tal 6 meses, pagamentos quinzenais? (ela dava algo a mais, mas tirava por outro lado).
Preto: Não, não, não, pagamentos semanais.
Vivi: Tá bom, 6 meses, pagamentos semanais, taxa de banco, fechado?
Preto: Não, eu não falei 6 meses a taxa de banco, 6 meses a taxa de 20%.
Vivi: Hummm... não dá, a gente não consegue com o dinheiro...
Preto: Vende o carro e pronto.
Vivi: É que eu gosto muito do meu carro... algo. temos que dar um jeito de baixar esses juros, não acha?
Já tava passando da negociação por grana pra outra coisa. Era óbvio, pelo menos pra mim, que a Vivi queria mais do que só negociar a dívida, isso já tava quase fechado. O negão tinha sacado alguma coisa, mas não se jogava na piscina, não acho que por vergonha, mas sim porque a Vivi era boa negociadora e queria tirar o máximo possível.
Negão: Sei lá, o que você tem pra oferecer em troca dos juros?
Vivi: É meio complicado. Me diz, você é casado?
Negão: O que isso tem a ver?
Vivi: Não quero oferecer algo que cause problema pra quem não tá aqui...
Negão: Não sou casado...
Vivi: Beleza... bom, posso te oferecer um alívio a cada 15 dias da sua rotina... o que acha?
Negão: O que seria esse alívio? Desculpa, mas não quero ficar com dúvida, já tive muita treta aqui...
Vivi: Entendo... vou ser o mais clara possível... Vou deixar você transar comigo, ficou claro agora?
Negão: Sim, sim, bem claro.
Vivi: Então?
Negão: A cada 15 dias é muito pouco, não esquece que tô abrindo mão de muita grana.
Vivi: Você não tá me dando nada... o que propõe?
Negão: A cada 2 dias... não esquece que o prazo é longo e os juros são altos...
Vivi: Não, não, não, é demais... não vou aguentar.
Negão: A cada 3 dias, última oferta.
Vivi: Hummm... não, vamos fazer assim: muda o dia do pagamento pra sábado, e o lugar do pagamento é na minha casa, já que nosso filho vai dormir na casa da namorada, assim a gente fica à vontade. Aqui no escritório é desconfortável, não acha?
Eu: O quê?!? Não, cara... (ela me interrompeu)
Vivi: CALA A BOCA VOCÊ!!!! E aí, o que acha?
Negão: Parece bom, mas tem um problema...
Vivi: Ahhh... qual?
Negão: Hoje é terça, e você tá fazendo um pagamento, o justo seria também pagar o outro hoje mesmo.
Vivi: Mas é claro, homem, temos que fechar o trato também.
Minha esposa tava com um sorriso safado, e o negão tava mais que feliz. Ela se levantou e devagar foi se aproximando dele, que olhava pra ela com... luxúria. Eu estava num canto do escritório, feito planta decorativa. Quando a Vivi ficou a poucos centímetros do negão, ele começou a apalpar ela. Ela tava de blusa e saia estilo office bem colada no corpo, e o negão começou a passar a mão na bunda da Vivi. Em segundos, a saia dela já tava subida até o quadril, e só cobria as partes dela uma micro calcinha fio-dental branca de renda.
O negão se lambia enquanto apalpava com tesão a minha esposa, e ela começava a gemer. Essa cena foi interrompida pela Vivi, que disse "fechamos o trato então?". O negão estendeu a mão pra fechar o acordo, mas ela, rindo, falou "não não, tira essa mão". Ela se ajoelhou na frente dele, e sem tirar os olhos dos olhos dele, abaixou o zíper da calça e puxou a piroca já dura do cara.
Ela agarrou com as mãos e, olhando pra ele, disse "trato fechado" e enfiou quase toda na boca, começando a mamar ele magistralmente. O negão gemia e curtia a boca da minha esposa.
Depois de uns minutos, ela tirou a blusa, o sutiã, e começou a fazer uma punheta de peitos, esfregando as tetas nele. O negão tava doido, não só tinha uma mulher gostosa, mas uma mulherão, uma puta incrível, e ainda ia comer ela toda semana, o que mais queria?
Eu, por minha vez, tava com a piroca duríssima, e diferente da vez anterior, não sentia tanta dor emocional, agora tava era com muito tesão, esfregando a rola por cima da calça.
A Vivi, que como toda mulher tem um olhar periférico e não perde nada, percebeu e, rindo, falou pra mim "bate uma se quiser, corno, sei que você adora me ver com um homem de verdade". Essas palavras doloridas eram ao mesmo tempo extremamente excitantes pra mim, o tesão tomou conta dos meus pensamentos na hora e eu só conseguia pensar em gozar vendo minha esposa, então em segundos já tava de calças arriadas, batendo uma como um corno submisso.
Depois de um tempo de boquete e esfregação de peitos, o negão se levantou, Levantou minha esposa como se fosse de papel e a deitou de barriga pra cima na escrivaninha. Pulou em cima dela e comeu a boca dela e, principalmente, os peitos, e foi descendo pela barriga até chegar na pélvis. Ela só se entregou. Relaxou as pernas, que ficaram bem abertas, e ficou deitada na escrivaninha. O negão puxou a calcinha fio dental dela e começou a chupar desesperadamente a pussy dela.
Pelos gritos da minha esposa, o negão tava chupando a pussy dela magistralmente e, de fato, fez ela gozar várias vezes só com sexo oral, algo que eu muito raramente conseguia, e só um orgasmo leve, não vários e tão intensos como ela tava tendo com o negão.
Se fosse por ela, ficava o dia inteiro recebendo sexo oral, mas o negão já tava de pau duro e muito tesudo. Ele se levantou, e enquanto passava um pouco de saliva na cock, olhava pra ela e dizia "quer que eu te coma, puta? Hein?!". Ela, entregue e principalmente cheia de tesão, dizia, quase implorando: "siimm, me come, me come".
O negão parecia louco. Encostou a cock nos lábios vaginais da Vivi, que de olhos fechados continuava pedindo pra ser comida, e ele deu o gosto. Sem piedade, começou a meter a cock inteira na minha esposa, que entre gemidos e algumas caretas de dor gritava "sim".
O que veio depois foram vários minutos de uma foda impressionante, onde a Vivi não parava de gemer e ter orgasmos, enquanto o negão, concentrado, comia ela com fúria e apalpava os peitos dela até deixá-los todos vermelhos e até roxos.
Num momento, o negão começou a enfiar primeiro uns dedos na boca dela e, como percebeu que a Vivi chupava eles, começou a enfiar de 3 ou 4, cada vez mais fundo.
Ela tava como se tivesse viajando, como possuída, e deixava fazer qualquer coisa e, principalmente, dizer qualquer coisa. O negão o tempo todo falava "você gosta, puta?" e ela, com palavras ou só balançando a cabeça, dizia que sim. Nunca tinha visto a Vivi assim, mesmo a gente curtindo sexo sem tabus nem preconceitos. Nunca tinha visto ela como uma puta entregue igual tava acontecendo agora.
O negão decidiu mudar de posição, e claro, fez ela se apoiar na mesa, deixando a bunda linda da Vivi bem na frente dele. O que eu teria feito era pegar ela na hora naquela posição, mas o moreno não fez isso. Em vez disso, ele se ajoelhou na frente das nádegas da minha esposa e começou a morder e beijar, pra depois, com as duas mãos, abrir o máximo que podia e enfiar a cara no meio. Claro que ele dava umas linguadas enormes, principalmente no cu, algo que a Vivi curte pra caralho e dessa vez não foi diferente.
Ela gemia que nem uma louca, e o negão percebeu o quanto minha esposa tava adorando, então focou em lamber e meter a língua no cu da Vivi. Eu já tava na segunda punheta e o tesão não baixava, era realmente foda o quanto me excitava ver minha esposa sendo possuída por outro macho, e cada vez que eu olhava a virilha do negão e via o pedaço de pau que pendia, parecia me esquentar mais, não pelo pau do negão em si, mas pelo pedaço de carne que minha esposa tinha comido e ia continuar comendo com certeza. Na minha mente só rondava a ideia do negão se levantar e meter de novo, mas isso demorou, porque o moreno queria continuar curtindo a bunda cada vez mais dilatada da Vivi.
Não sei se foram 10 minutos, 20, 2 horas ou quanto, mas a chupada de cu finalmente acabou, e o negão, sem falar nada, começou a "brincar" com a Vivi. Pegou o pau dele e começou a esfregar na minha esposa, claro que nos lábios da buceta e principalmente na racha do cu. A Vivi não falava nada, nessa altura já tava quase rendida, apoiada na mesa.
O negão, enquanto esfregava na minha esposa, mordia os lábios de tanto tesão que sentia e quis fazer algo que parou meu coração por uns segundos. Deixou o pau parado bem no cu da Vivi e tentou enfiar no rabo dela. Se bem que ele tinha dilatado bastante o cu com a chupada infernal que ela tinha dado, não era tarefa fácil e custava pra caralho.
Vivi, que no começo não falava nada, agora tinha começado a reclamar um pouco, era óbvio que tava doendo. Eu da minha posição não conseguia ver se ele tinha conseguido meter ou não, mas pela cara dela já devia ter alguma coisa enfiada no cu, uns 2 ou 3 centímetros talvez.
O preto com paciência continuava insistindo e não recuava, tava decidido a arrebentar o cu da minha esposa naquele exato momento, mas depois de uns minutos tentando, e com certeza mais alguns centímetros, Vivi mandou ele parar, que não aguentava.
O preto não se conformou e só ficou parado no mesmo lugar, ou seja, não continuou penetrando mas deixou o pedaço que já tinha dentro, tentando que Vivi se acostumasse pra poder continuar, mas não foi assim.
Vivi falou de novo que não, até disse "tira ela por favor" quase como um pedido. O preto obedeceu e devagar tirou ela por completo e a cara de Vivi mostrava isso. Não franzia mais a testa, e a cara dela agora era de alívio.
O preto não desistiu e disse "só falta preparação rainha, sei que você quer por trás". Ela com um tom que mostrava o cansaço respondeu "sim, mas preciso estar confortável, outro dia a gente tenta".
O preto, que já tinha enfiado um dedo no cu de Vivi pra começar a preparar ela pra foder, aceitou com um pouco de resignação que naquele dia não ia arrebentar o cu da minha esposa e com cuidado voltou pra buceta de Vivi. Ele "beliscou" os lábios da buceta e pouco depois meteu de novo na buceta dela.
Embora Vivi gemesse e curtisse, já não era como antes, dava pra ver que ela tava cansada a essa altura, se dependesse dela acabava tudo ali, mas faltava o preto gozar.
Ele percebeu isso e acelerou o ritmo. Comia ela bem rápido, constante e fundo, sempre segurando firme nas nádegas da minha esposa que gemia e se sacudia a cada estocada funda dele.
O preto sem dizer nada absolutamente nada fez algo que eu não tinha percebido até aquele momento, e não é mais nem menos que gozar dentro da minha esposa, que ao sentir a corrente de esperma fervendo daquele macho inundar a buceta dela, só suspirou e deu mais alguns gemidos de prazer.
O negão ficou uns instantes dentro da minha esposa, e pela minha mente passaram mil coisas, doenças foi a primeira, e a segunda uma gravidez. A Vivi não tomava anticoncepcional há uns dois anos, mas não tinha mais volta, ele tinha enchido ela de porra, e mesmo que não tivesse, já tinha comido ela, não só dessa vez mas duas semanas atrás, então era mais que suficiente pra passar alguma doença ou engravidar ela.
Quando o moreno tirou finalmente o pau dele, já um pouco menos duro, olhou a hora e disse que tinha que ir, então começou a se vestir. Eu me aproximei da Vivi que ainda estava "jogada" em cima da mesa, e da buceta dela pendia um fio de esperma grosso que bem devagar ia caindo.
O negão terminou de se vestir rápido e disse que a gente se via no próximo pagamento e me pediu pra abrir a porta.
Eu acompanhei ele e ele foi embora rápido. Voltei pro escritório e a Vivi continuava na mesma posição, dava pra ver que ela tava exausta pra caralho e eu me ofereci pra ajudar, e ela aceitou.
Eu vi ela tão cansada que eu mesmo peguei uma toalha e terminei limpando ela... Sim, limpei o esperma de outro homem que escorria da buceta da minha esposa. Não sei se por curtir ser corno ou o que, mas eu gostei pra caralho. Em vez de sentir raiva ou nojo, curti limpar suavemente a minha esposa, até parecia hipnotizado. Ela me agradeceu pelo gesto, e foi a primeira vez em duas semanas que ela falou comigo de boa, sem me xingar ou me tratar mal.
Naquele momento resolvi falar sobre meus medos de doenças ou gravidez e ela me disse que na gravidez tinha pensado, que tinha começado a tomar pílula de novo, mas que em doenças não tinha pensado, e eu acreditei porque ela ficou com uma cara de preocupação, a ponto de Pediu pra eu mandar uma mensagem pro negão pra ele fazer um exame completo e mandar pra gente.
Por sorte o negão topou e não só fez o exame completo, como também pediu que ela fizesse o dela. Na putaria, nem tinha pensado nisso, e achei bem decente da parte dele.
Claro que a Vivi não tinha nada, e por sorte o negão também não, então todo mundo ficou tranquilo.
No sábado seguinte, era hora de pagar a próxima parcela, mas dessa vez não seria no comércio, e sim na nossa casa. Por um lado, era melhor, já que ninguém veria o negão entrando na loja fora do horário de funcionamento tantas vezes seguidas, o que já era estranho por si só, e além disso a gente ficaria mais à vontade. Mas, de certa forma, não gostava que ele fosse na nossa casa. Primeiro, porque era um estranho, e segundo, e talvez o mais importante, ele já não era só um agiota que se pagava com o corpo da minha esposa — já parecia mais um amante, um macho fixo dela, e claro, eu um corno manso assumido.
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