Meu nome é Carlos, sou casado com a Viviana há mais de 20 anos, nós dois temos 45 anos. Ela sempre foi uma mulher muito linda e que deslumbrava todo mundo, e mesmo tendo tido um filho, isso não fez ela perder a beleza, pelo contrário, depois da gravidez ela cuidou muito mais do corpo e hoje, aos 45, ela está mais gostosa até do que aos 20, é uma verdadeira MILF.
Para descrevê-la fisicamente e botar vocês no contexto: ela tem 1,74m, cabelo loiro natural semi-liso, e as medidas são 95/65/95, pernas tonificadas de tanto ir na academia e uma elegância que deslumbra. E mesmo ela tendo feito uma cirurgia nos peitos alguns anos atrás, foi mais para firmar do que para aumentar, já que depois de ser mãe eles não ficaram iguais aos de antes, mas ela resolveu assim, e realmente eles parecem peitos totalmente naturais, tanto na vista quanto no toque. Por outro lado, a cintura não é a mesma de quando ela tinha 20 anos, mas não desarmona nada com esses peitos lindos e, principalmente, com uma bunda que sempre foi espetacular. Ela tem aquele bundão redondo, de nádegas firmes e bem delineadas que quando a gente vai pra praia deixa qualquer um maluco.
Já descrevi minha esposa Vivi, agora vou falar da nossa relação. Estamos casados há vários anos, como falei, e ela sempre foi de família rica. Na verdade, o pai dela tinha uma joalheria bem importante onde eu trabalhava, que quando ele faleceu foi herdada pela minha esposa, já que ela era filha única, e eu fiquei responsável pelo negócio da família, porque ela nunca tinha trabalhado.
Como era uma joalheria com muitos anos de tradição, o negócio andava sozinho, não precisava de muito mais do que estar lá e dar uma controlada, mas como muita gente, a pandemia acabou com a gente. No início a gente aguentou, mas as dívidas foram ficando cada vez maiores, e mesmo o negócio tendo melhorado um pouco, esse acúmulo de dívidas fazia com que a gente ficasse o tempo todo à beira da falência, o que não era só o problema de ficar sem renda, mas seria um baque... Foi uma questão sentimental, já que era o negócio da família.
Com a corda no pescoço, não tive alternativa senão buscar outras opções. Pedir dinheiro a um banco era quase impossível, muito menos a amigos ou conhecidos, pois a Vivi descobriria e seria uma "desonra". Minhas chances estavam se esgotando e eu teria que expor nossos problemas financeiros até que a lâmpada acendeu na minha cabeça. Tive a ideia de comprar joias baratas (de fantasia, digamos) e colocar vendedores ambulantes ou até mesmo vender algumas na loja como se fossem boas, obtendo uma grande margem de lucro. Tinha visto muitos fazerem isso e realmente se saíam bem, embora precisasse ser muito discreto para que os clientes importantes não descobrissem que eu vendia quinquilharias.
Comecei com a segunda opção, ou seja, tentar vender coisas baratas a preços altos na loja, e, embora algumas tenham sido vendidas, não foi tão bem-sucedido quanto imaginei. O tempo estava se esgotando e decidi buscar vendedores ambulantes. Parecia uma tarefa fácil, mas não foi bem assim. Embora soubesse que há pessoas por trás dos vendedores de rua, nunca imaginei que fosse tão organizado. Nem todo mundo podia simplesmente sair vendendo; havia zonas bem delimitadas e cada uma tinha um chefe. Depois de tentar com alguns vendedores, que obviamente fracassaram, um homem apareceu na minha loja e pediu para falar comigo. Depois de pensar muito, deixei que ele entrasse no meu escritório e recebi uma espécie de ameaça para não me meter no "território" dele. Aquele homem era um estrangeiro que controlava uma boa área de vendas. Quem vive em Buenos Aires vai imaginar de quem estou falando, e, para quem não vive, era um negro africano.
Depois de receber uma ameaça sutil, decidi tentar negociar algo com ele, mas ele não parecia disposto a negociar nada comigo e acabou indo embora. Algumas semanas depois, eu já estava desesperado e, como um presente do céu — ou uma maldição —, aquele homem que me havia ameaçado voltou à minha loja e pediu para falar comigo. Ele disse que tinha um negócio para me propor, e eu o ouvi com muita atenção. ele disse que percebeu que no meu negócio eu misturava joias boas com bijuterias, mas que a diferença era muito nítida porque eram de péssima qualidade, e me propôs fornecer algumas peças baratas que passariam facilmente por boas, até me mostrou algumas coisas que realmente pareciam verdadeiras (para quem não entende de joias, claro).
A ideia me agradou, mas tinha um problema: eu não tinha um tostão para comprar a mercadoria dele, muito menos os volumes que ele queria vender para fechar o negócio. Eu sentia que uma boa oportunidade estava escapando das minhas mãos e, como outro presente do céu – ou uma maldição –, ele me propôs a solução. Ele me emprestaria dinheiro para pagar minhas dívidas (que a essa altura já eram muitas) e ainda me daria mercadoria em consignação, que eu iria pagando conforme vendesse. A solução era em parte boa, mas em parte muito ruim, já que ele ficaria metido no meu negócio o tempo todo. Mesmo assim, não tinha outra alternativa: ou aceitava isso ou perdia absolutamente tudo, então aceitei.
No dia seguinte, ele me trouxe uma quantia bem importante de dinheiro e uma bolsa cheia de peças para vender. Eu quitei todas as dívidas e coloquei a mercadoria à venda. Tínhamos combinado um pagamento semanal, que no começo cumpri religiosamente, mas como em todo empréstimo, os juros estavam me matando, e a dívida, que já era grande, só aumentava. Pouco a pouco, foi ficando muito difícil cobrir os pagamentos semanais, principalmente porque eu tentava manter o estilo de vida caro que levava com a Vivi, até que uma semana não consegui pagar. Ele, super tranquilo, foi embora e voltou na semana seguinte. Naquela semana, consegui juntar uma grana, mas não dava para cobrir as duas parcelas, só uma e meia. Ele pegou o dinheiro, mas a parcela da semana anterior continuava em aberto – o que eu tinha dado era só para os "juros".
Depois de dois meses, a situação tinha ficado muito complicada. Eu já devia mais de 5 parcelas, e Os juros só aumentavam e aumentavam, e a pressão ficava cada vez mais forte. Não iam só me espancar, mas também iam desmoralizar a joalheria dizendo que eu vendia coisas falsificadas, até iam me denunciar por golpes e coisas assim, chegou ao ponto de um dia o negro vir com um advogado pra me apertar. A coisa estava saindo do controle. Um fim de semana estávamos com a Vivi num shopping, e enquanto ela comprava roupas eu estava tomando um café tranquilamente, algo normal, digamos. Quando a Vivi chegou, me disse um pouco surpresa que tinha esbarrado com um fornecedor meu, e que tinham conversado um pouco. Perguntei quem era e ela disse "um homem negro, meio grandão". Eu entrei em desespero e perguntei o que ele tinha dito, mas ela disse que nada importante, que só mandou ele dar lembranças.
Eu fiquei muito nervoso, estavam me seguindo. Na semana seguinte, quando o negro veio cobrar, não só paguei o que pude (3 parcelas) como também reclamei do que ele tinha feito. Ele, super tranquilo, disse que se eu pagasse não ia acontecer nada e falou que na semana seguinte eu tinha que dar mais 3 parcelas, sem falta. Óbvio que não consegui juntar esse dinheiro e ele voltou a me ameaçar. Eu não podia fazer nada, se recorresse à polícia a Vivi descobriria tudo e o negócio ia pro buraco, então tentei aguentar o máximo que pude. Naquela mesma semana ele voltou pra buscar o dinheiro e, claro, eu não tinha. Pensei que ele ia me bater, mas não foi assim, ele só foi embora e disse que voltaria na semana seguinte.
Chegou a semana seguinte e o negro entrou na loja e foi direto pro meu escritório. Pediu o dinheiro que eu devia, mas o que eu paguei só cobria a parcela daquela semana. Ele, super tranquilo, ficou sentado olhando pro relógio sem dizer absolutamente nada. A situação era muito estranha, os dois estávamos calados, eu com cara de assustado e ele quase rindo, não parecia bravo.
Passaram uns 20 minutos que pareceram uma eternidade, até que ouço alguém batendo na porta do meu escritório. Achei que eram alguns valentões que vinham me dar uma surra, mas não era nem de perto isso. Quando abri a porta me deparei com minha esposa Viviana parada ali. Eu saí do meu escritório para que ela não visse o negro e perguntei o que ela estava fazendo ali. Ela me disse que o fornecedor tinha dito para ela ir naquela hora porque queria conversar com ela, mas que não avisasse nada para ele. Ela percebeu que algo estranho estava acontecendo, e não acreditou nas minhas desculpas fracas, então não me restou alternativa a não ser deixá-la entrar, não queria que ela fizesse um escândalo na frente dos funcionários.
Quando ela entrou, viu o negro sentado, sorrindo. Com certeza estava adorando ver minha fachada se desmoronar. Vivi perguntou o que estava acontecendo e antes que eu pudesse dizer algo, o negro começou a contar tudo. Falou sobre o empréstimo e principalmente enfatizou que vendíamos joias "fajutas". Vivi começou a chorar e a me dizer que eu tinha destruído a joalheria do pai dela e, claro, também me deu uns tapas. Ela estava realmente mal, ofendida, desiludida, irritada e furiosa, mas depois de um tempo se acalmou. Perguntou quanto era a dívida e quase desmaiou com o valor, que obviamente era enorme por causa dos juros abusivos que o negro cobrava. Ela pediu prazos para pagar, já que teríamos que vender pelo menos os dois carros para quitar, mas o negro disse que não, que o prazo tinha acabado e que não nos machucaria fisicamente, apenas desacreditaria a joalheria e nos denunciaria por fraude, inclusive a Vivi também, já que a joalheria tecnicamente estava no nome dela.
A situação estava muito tensa e Vivi assumiu as rédeas da negociação, perguntou novamente o que ele queria e ele disse que nada, mas ela tinha um ás na manga. Disse que se ele fizesse isso, nunca devolveríamos o dinheiro, seria tudo prejuízo do ponto de vista econômico. O negro pensou, e claro que Vivi tinha razão, ele não recuperaria absolutamente nada com tudo isso. Ela insistiu novamente no prazo de pagamento, mas ele continuou firme em não dar prazo, até que ela disse textualmente: "sem O prazo para pagar é impossível e você sabe, não temos esse dinheiro em caixa, vamos buscar uma solução... O que você quer para nos dar um prazo razoável, vamos negociar". O negro continuou pensando que ela tinha razão, mas não queria ceder, principalmente porque estava bravo comigo, até que ele disse "o que você tem para oferecer?" enquanto olhava ela de cima a baixo. Ela entendeu rápido o que o negro quis dizer, e ainda mais rápido respondeu "você está louco, vá fazer a denúncia, todos vamos perder".
Ficou um silêncio constrangedor, e o negro disse "muito bem, não há mais nada para conversar". O negro saiu do escritório e foi embora. Vivi ficou pensando e depois de alguns segundos voltou a me bater e me xingar sem parar, até que me disse "tem o telefone? Liga pra ele voltar, vamos negociar". Eu disse que não, que já era, que aquela não era uma solução, mas ela insistiu até dizer "se perdermos a joalheria nos divorciamos" e vários xingamentos. Eu liguei para o negro e em uns 10 minutos ele voltou. Vivi fez ele entrar, e sentada na mesa como se fosse a chefe aconteceu a seguinte conversa entre eles (eu não disse nada):
Vivi: bom, o que você quer, seja direto
Negro: Você sabe o que eu quero
Vivi: Isso é impossível, não vou transar com você...
Negro: Então eu vou embora, não sei pra que me fizeram vir
Vivi: não entendo o que você ganharia com isso, além do mais estou pedindo tempo, não reduzir a dívida.
Negro: não é por dinheiro senhora, é para dar uma lição no seu marido
Vivi: e a lição seria me comer por causa dele?
Negro: algo assim, talvez assim ele aprenda a respeitar a palavra. Não acha que seja justo? Eu dei muito e ele me traiu
Vivi: sim, a mim também me traiu com tudo isso...
Negro: exato...
Vivi: Então quem você deveria comer é ele, não eu
Negro: jajajá não senhora, não gosto de homens, mesmo que ele mereça um castigo.
Vivi: vamos fazer o seguinte, eu fico nua para você e deixo você me tocar, mas nada mais que isso
Negro: jajá não não, não me parece um acordo justo
Vivi: mas outra coisa é impossível, eu não vou transar com o senhor…
Negro: não vejo saída, senhora, me desculpe
Vivi: ok ok… vamos fazer o seguinte, acrescento que eu te masturbo, mas nada além disso.
Negro: não, senhora, obrigado
O negro se levantou como se fosse embora, e Vivi o segurou de repente, agarrando seu braço.
Vivi: Faço só mais uma oferta, mas é a última
Negro: estou ouvindo
Vivi: estou disposta a chupar você, mas com uma condição
Eu: O QUÊ?!!?!?!? NÃÃÃÃÃÃO PARA
Vivi: VOCÊ CALA A BOCA!
Negro: estou ouvindo
Vivi: que o prazo que você nos der para pagar seja de um mês.
Negro: um mês é demais, senhora, eu pensava em dar 48 horas, sinto muito (o negro fez menção de ir embora)
Vivi: espere… três semanas e deixo você me tocar também, se quiser, claro.
Negro: duas semanas, e é minha oferta final
Vivi: está bem… você tem camisinha?
Negro: o quê?!?! hahah não não, sem camisinha
Vivi: não, com ou nada
Negro: nada então, adeus
O negro fez menção de ir embora e Vivi dessa vez não o deteve. Ele foi embora e dessa vez parecia definitivo, mas depois de alguns minutos Vivi pediu meu telefone e ligou para ele. Quando ele atendeu, ela simplesmente disse "está bem, venha depois das 17 quando os funcionários não estiverem" e desligou. Faltava meia hora, que se tornou realmente uma eternidade. Eu tentava pedir desculpas, mas ela me ignorava, nem sequer me olhava, estava sentada olhando para o relógio. Às 17 horas em ponto, ela me disse para ir ao salão dispensar os funcionários e esperar pelo negro. Eu obedeci e às 17h30 o negro bateu no vidro, eu o deixei entrar e fomos até o escritório. Lá estava Vivi, sentada no mesmo lugar. Ela se levantou e disse "vamos acabar com isso de uma vez".
O negro, sorrindo, sentou-se e deixou que minha esposa fizesse tudo. Eu tentei sair do escritório, não queria ver, mas ela disse "você fica aqui, seu imbecil, e assiste tudo". Não me restava alternativa senão observar como minha esposa ia chupar um negro na minha frente.
Ela começou a se despir, um pouco sexy, mas não tanto, não estava com vontade de dar um grande show para o negro, embora ele estivesse gostando mesmo assim. Ela primeiro tirou a camisa, deixando os seios quase nus e cobertos apenas pelo sutiã. Depois foi a vez de tirar a calça, o que ela fez de costas para ele. Pela cara do negro, ele estava adorando o corpo da minha esposa, e não era pra menos. Em poucos minutos, ela já estava na frente de um estranho só de roupa íntima, que ainda por cima era bem sexy.
O negro estava tocando o pau por cima da calça enquanto via minha esposa dançar para ele, até que ele disse: "tira tudo". Ela obedeceu pela metade, porque só tirou o sutiã, mostrando uns mamilos rosados lindos, mas não tirou a calcinha, dizendo: "a calcinha eu não tiro". Ele deu o ok para isso e disse: "chega mais perto". Ela se aproximou e, estando a poucos centímetros, o negro se levantou na frente dela.
Eles se olharam fixamente e o negro tentou beijá-la, mas ela recusou. Ele não disse nada, entendeu que não era o combinado, mas como tinham combinado que ele poderia tocá-la, então começou a apalpar os seios primeiro e depois deu algumas apertadas nas nádegas. Ela apenas se deixou apalpar pelo negro, que depois de acariciar bem a Vivi, a empurrou suavemente pelos ombros e a fez ajoelhar na frente dele. A "ordem" era clara: ela tinha que começar com o boquete. Ela desabotoou o mais rápido que pôde a calça dele e a baixou junto com a cueca, e na frente do rosto da minha esposa ficou um belo pedaço de carne, que, embora ainda não estivesse duro, já parecia grande.
Ela começou timidamente a pegar no pau do negro e lentamente o masturbava. Aquele pedaço enorme de carne parecia não reagir às "carícias" da minha esposa, e o negro disse: "não era masturbação", pedindo, claro, que ela chupasse o pau. Ela respirou fundo, como se estivesse se entregando, abriu a boca e começou a colocar na boca a enorme cabeça do negro, que apenas soltou um suspiro. Ela tentava masturbá-lo o máximo que podia sem... meter muito pau na boca, só chupava a cabeça e pouco mais, mas ele não se deixava enganar e reclamou de novo "vamos, não era masturbação".
Vivi sabia que não ia conseguir enganá-lo e teve que começar a chupar o pau dele sem escapatória. O enorme pênis negro ia entrando cada vez mais na boca da minha esposa, que mesmo sempre tendo feito boquete muito bem e com facilidade, agora não estava tão simples engolir aquilo, principalmente porque o negro estava ficando cada vez mais duro e grande.
Os minutos foram passando e só se ouviam os gemidos do negro e o barulho do pau entrando na boca da minha esposa, já praticamente como se nada. Vivi parecia já estar controlando bem aquele pedaço de pau, e o boquete já fluía como tantos outros magníficos que minha esposa já me fez.
O negro olhava para ela cada vez mais excitado, dava para ver que o boquete era muito, muito bom, e Vivi, acho que por instinto, começou a mexer um pouco os quadris, claro sinal de que estava com tesão e precisava esfregar em alguma coisa, mas como estava agachada não encontrava nada para esfregar o clitóris. O boquete continuava, e o pau do negro parecia ter chegado ao seu esplendor, e realmente era grande para os padrões que a gente imagina. Mesmo eu não tendo um pau pequeno, o do negro era sem dúvida bem maior que o meu, devia ter uns 22 ou 23 centímetros no mínimo, e era grosso e com uma cabeça enorme.
Já mais solta, ou com tesão, Vivi começou a segurar o pau do negro com uma mão só e aproveitou que tinha a mão esquerda "livre" para descer e começar a esfregar o clitóris devagar. Já dava para ver que minha esposa não estava chupando o negro por obrigação, mas sim com vontade, estava curtindo mamar aquele pauzão.
Em um momento, enquanto Vivi chupava o pau do negro com muita vontade, ele pediu para ela parar. Ela se surpreendeu e perguntou se estava fazendo errado, e ele... Muito safado, sorrindo, ele disse: "Não, não, é maravilhoso, mas quero sentar para aproveitar melhor". Não sei o que passou pela cabeça da minha esposa naquele momento, mas o rosto dela mostrava que estava feliz, talvez por estar fazendo um bom boquete, porque ela curtia o pau do negro, ou as duas coisas.
O negro se sentou, abriu as pernas e, segurando o pau, disse à minha esposa: "Continua, por favor"... Vivi agora se ajoelhou, e quase ficando de quatro, se acomodou entre as pernas do negro, que começou a segurar seu cabelo e fez uma espécie de rédea de cavalo, digamos, com a qual ele controlava um pouco o movimento da cabeça da minha esposa, que parecia totalmente entregue nessa altura.
Sem muito esforço, o moreno levou a boca da minha esposa novamente ao seu pau, e ela, sem problema algum, voltou a chupá-lo, mas desta vez ela deixava o macho "controlar" a intensidade e profundidade do boquete.
Não sei o que teria acontecido, mas, por sorte, o negro deixava ela chupar tranquilo, não a fazia engasgar com o pau nem fazia muito rápido, dava tempo suficiente para minha esposa também curtir. Claro que os dedos da Vivi continuavam esfregando seu clitóris, e, ao vê-la agora de quatro e por trás, eu podia ver perfeitamente que ela tinha puxado a calcinha e estava se masturbando direto, não por cima da calcinha, e a calcinha estava tão puxada para o lado que dava para ver os lábios vaginais, que já estavam um pouco inchados e brilhantes.
O impressionante boquete seguia seu curso normal, tranquilo mas normal. O negro não queria apressar o processo, dava para ver que ele estava tentando esticar ao máximo, até mesmo fazendo a Vivi chupar suas bolas, ou só lamber o tronco, para depois enfiar na boca dela de novo. Ele chegou até a "dar" umas pancadas com o pau no rosto dela enquanto ria e curtia como tinha minha esposa dominada.
Pela minha cabeça passavam milhares de pensamentos, arrependimento porque tudo aquilo era culpa minha, sentimentos de desespero querendo que tudo acabasse logo, até que começaram a me cruzar pensamentos luxuriosos, que num primeiro momento me davam vergonha até de pensar, mas que foram se transformando mais em tesão do que em vergonha. Depois que isso aconteceu e me aprofundei no tema do mundo cuckold, li algo que me deixou mais tranquilo, já que acontece com muitos. Eu estava assistindo a um filme pornô ao vivo, com minha esposa como protagonista, e era algo que me deixava maluco.
A situação estava além de quente, e eu percebia que a Vivi estava com um tesão absurdo, super excitada. Parecia que ela esfregava o clitóris cada vez mais rápido, que os quadris dela se esfregavam com mais força nos dedos, até que aconteceu algo que me deixou gelado. Vivi parou de se tocar e se concentrou 100% de novo no pau do negro, mas agora não era ele quem controlava o ritmo, minha esposa tomou a iniciativa. O moreno continuava segurando os cabelos loiros dela, mas agora era só para segurar mesmo, e Vivi começou a fazer força para enfiar até o último centímetro daquele pau enorme na boca.
No início foi um pouco difícil, ela só conseguia engolir uns ¾ do pau, que já era uma enormidade, mas não fazia ele desaparecer por completo. O moreno já estava fascinado com as habilidades de head master da Vivi, mas ela queria mais, queria mostrar que dava conta daquele membro e continuou tentando, e embora tenha conseguido enfiar um pouco mais, não conseguiu por completo. O negro percebeu as intenções da minha esposa e disse: "Nessa posição você não vai conseguir". Claro que ele tinha razão, por ser tão comprido e a Vivi não ter a garganta reta, era impossível aquilo entrar por completo, então ele se levantou na frente dela, que agora estava de joelhos e com as pernas abertas. O negro, com suavidade, segurou o queixo dela, fez ela olhar para cima e perguntou se ela queria ele completo.
A putinha safada... Vivi disse "sim" com a cabeça, e o negro, mordendo os lábios, pegou seu pau e apontou para baixo, direto para a boca da minha esposa, que olhava fixamente nos olhos dele.
Quando Vivi sentiu a cabeça do pau apoiando nos seus lábios, imediatamente abriu a boca o máximo que pôde, e o negro, com muita suavidade mas de forma constante, começou a enfiar o pau na boca dela. Era impressionante ver aquele pedaço de pau desaparecendo dentro da boca da minha esposa, que não oferecia resistência nenhuma. O negro, com muito cuidado, continuou o máximo que pôde e, faltando talvez uns 3 ou 4 centímetros para o nariz da Vivi tocar o ventre dele, notou que minha esposa começava a engasgar.
Estava a poucos centímetros de conseguir, mas aquele pedacinho que faltava era o mais difícil, ambos sabiam, e o negro rapidamente tirou quase completamente seu pau da garganta da minha esposa. Vivi tomou desesperada uma baita golada de oxigênio e depois suspirou. O negro a parabenizava pela sua "façanha", mas ela respondeu algo que nenhum dos dois esperava... "Faltou um pouquinho, vamos tentar de novo". O negro não conseguia esconder sua surpresa e felicidade com a ousadia da Vivi e disse "claro, mas respira fundo antes... me avisa quando estiver pronta". Ela deu várias goladas de ar e abriu a boca para que seu novo macho empalasse sua garganta.
Agora o negro enfiou bem mais rápido que antes, mas de novo, faltando uns míseros centímetros, ele sentiu que fazia tope, parecia não ter solução, não entrava mais, mas Vivi não desistia. Ela queria engolir ele inteiro e continuou insistindo, como uma adolescente teimosa. Tentaram mais algumas vezes, mas ainda não entrava tudo, até que eu decidi intervir, algo que obviamente surpreendeu os dois.
Eu disse que assim nunca ia entrar, que o negro tinha que entrar por trás enquanto ela esticava a cabeça, dessa forma a garganta ficaria completamente reta. Ela não entendia como era a posição que eu estava propondo, Então baixei minha calça e cueca, me posicionei atrás dela, puxei sua cabeça para trás e praticamente apoiando minhas bolas na testa dela, enfiei meu pau na boca dela nessa posição. Obviamente, como meu pau é menor, e mesmo estando bem duro, entrou muito fácil até o fundo. Tirei depois de dar umas 3 ou 4 bombadas e disse: "Entendeu, putinha?".
Ela logo me respondeu: "Sim, entendi, otário... qual é, tá com ele duro? Gosta de me ver chupar um pauzão?". Ela não ia deixar eu humilhar ela assim, claro, e eu, pra não ficar parecendo um corno de merda, disse: "Não... quero que isso acabe logo". Ela não ia ficar quieta e, rindo de forma provocante, respondeu: "Aguenta aí, isso te acontece por pedir dinheiro e não pagar... e deixa claro que faço isso pelo negócio, não por você... entendeu?". Optei por ficar quieto, era melhor não dizer nada do que continuar sendo humilhado.
Ela se ajeitou como eu tinha dito e falou pro negro: "Vamos, vamos testar". O negro, que não tinha dito nada durante nossa discussão, obedeceu e se posicionou. Apoiou o pau e começou a enfiar, e dessa vez conseguiu entrar completamente na boca e garganta da minha esposa, e mesmo tendo sido só alguns segundos, tanto ela quanto ele ficaram maravilhados com a técnica, a ponto de repetirem várias vezes mais. Minha esposa finalmente tinha conseguido engolir inteiro o pau daquele animal, e se sentia feliz e, principalmente, poderosa.
Ela disse pro moreno que sentasse de novo e ele obedeceu. Ela ficou de pé na frente dele, que a encarava fixamente. Vivi abriu um pouco as pernas, puxou a calcinha de lado e deixou à vista sua boceta rosadinha, toda depilada exceto por uma linha mínima de pelos loiros perfeitamente e cuidadosamente raspados como sempre, e principalmente brilhando de tão molhada que estava. O negro se lambia enquanto esfregava o pau, pensou que minha esposa estava se oferecendo, que ia comê-la, que ia fazer qualquer coisa com ela, mas não foi bem assim.
Vivi: O que acha? Quer? gosta?
Negro: siiii… quer essa rola dentro, gostosa? (enquanto segurava o pau)
Vivi: pode ser… o que você me dá em troca?
Negro: haha… você vai gozar como nunca…
Vivi: mmm… não não… vamos fazer um negócio… que tal ficar em zero com a dívida?
Negro: jaaaaaaaaaaaa….. não não, quero minha grana e você quer meu pau
Vivi: não tanto quanto você quer me comer… o que acha de 75% da dívida?
Negro: não vale tanto
Vivi: Tem certeza? (ela se virou, se abaixou um pouco, deixando em primeiro plano sua bunda linda, puxou a calcinha e ficou à vista do negro a buceta completa e o cu dela)
Negro: uhhh…
Vivi: o que diz? 75%… fechamos?
Negro: 25…
Vivi: não, papi, é muito pouco… quando você esteve com uma mulher assim?
Negro: 30 e é minha última oferta
Vivi: não vejo solução (ela voltou a ficar de frente e subiu a calcinha de novo)
Negro: 35? Vamos, sei que você quer meu pau…
Vivi: 65 e fechamos agora mesmo…
Negro: não não… é muito
Vivi começou a tocar os peitos e a usar a palavra: buceta enquanto se movia e gemía, fazendo a putinha. O negro estava ficando desesperado, não queria perder grana mas também não queria perder a oportunidade de comer minha esposa, era tentador demais, porque se ela chupava pau assim, devia foder ainda melhor.
Negro: 40!! É minha última oferta
Vivi não disse nada, só se aproximou, abriu as pernas, puxou a calcinha e foi descendo sobre o negro. Acho que tanto ele quanto eu pensamos que minha esposa ia montar nele, aceitando tacitamente a oferta de 40%, mas não, de novo Vivi começou a brincar com ele. Ela pegou o pau dele e apoiou nos lábios da buceta. Pela expressão do negro ela devia estar mais que molhada, porque ele suspirou de prazer, mas quando pensamos que ela ia continuar e enfiar, ela parou aí e disse “fechamos em 50?”. O negro ficou uns segundos pensando e depois quase gritou “ok ok 50!!! Agora enfia, gostosa”.
Ela com um sorriso malandro deu um beijinho e disse "calma, pussy, são negócios, agora que terminamos sim vamos aproveitar os dois". Nunca tinha visto a Vivi assim, mesmo sendo uma mulher muito inteligente, ela nunca tinha mostrado essa faceta de comerciante, de negociadora, e muito menos de puta como estava se mostrando. Talvez ela tivesse isso escondido ou então, com toda a confusão que armou, ela soltou as amarras e não estava nem aí pra nada, na real não sei, mas sabia que nunca tinha nem sonhado que minha esposa fosse tão dominadora e puta.
Mesmo tendo fechado o trato, ela ainda não tinha enfiado o pau do negro, e ele estava ficando desesperado. Ele começou a apressá-la, e ela mostrou novamente toda a sua dominância: "calma, pussy, tô acostumando minha buceta, você tem um pau muito grande pra enfiar assim do nada". Com as mãos, ela continuava passando o pau do negro pelos lábios da sua vagina, como se estivesse abrindo eles, e mesmo sem penetrar, dava pra ver de trás que a cabecinha parecia entrar um pouquinho mais a cada vez, até que ela parou o equipamento daquele macho e, bem devagar, começou a descer sobre ele. Acho que quando a cabeça entrou, até eu senti. O negro não disse nada, só fechou os olhos, mas ela soltou um gemido forte, mais parecido com um alívio do que qualquer outra coisa. Pouco a pouco, ela foi subindo e descendo lentamente, e a cada movimento, um pouco mais de pau ia abrindo sua vagina.
Os gemidos da Vivi ficavam cada vez mais intensos, e as mãos do moreno voavam pelo corpo da minha esposa. Ele a apalpava por todos os lados, e mesmo apertando e beijando os peitos lindos dela, quando agarrava a bunda dela, parecia que os dois curtiam ainda mais. Ele apertava, abria, dava palmadas, e ainda acompanhava os movimentos dela, ajudando-a a enfiar cada vez mais pau sem medo.
Já fazia alguns minutos que a Vivi tinha conseguido enfiar o pau do negro inteiro, mas só quando se acostumou com o novo tamanho do pênis que ela começou a aproveitar 100%.
Em uma dessas entradas e saídas, ela ficou sentada e sem se mexer em cima do moreno, óbvio ela estava com o pau totalmente enfiado, e depois de alguns segundos em que ela suspirou de prazer, começou a se mover de novo, mas agora não era pra cima e pra baixo, sim pra frente e pra trás, ela estava "tirando o atraso" como a gente diz aqui no Brasil.
Ela, totalmente penetrada, esfregava-se na humanidade do "agiota", pra frente e pra trás, e até por momentos como se fosse em círculos. A única coisa que eu imaginava era em como ficaria a buceta dela depois de uns movimentos daqueles em cima daquele pauzão.
Os movimentos eram rápidos e profundos, e o negro a abraçou. Ambos ficaram com as bocas a centímetros e a Vivi se decidiu, não sei se foi por tesão ou por quê, mas enquanto montava magistralmente naquele macho, começou a beijá-lo com paixão, com fúria, com desejo. As línguas deles se entrelaçavam, as bocas se mordiam e as mãos do negro voltaram para as nádegas da minha esposa e a "ajudavam" a se mover, ou melhor, acompanhavam os movimentos dela.
Eu sabia que era uma loucura, minha esposa não só estava pagando pelos meus maus negócios, mas parecia estar gostando, e muito. Os gemidos já eram gritos de prazer, de alívio. Se não fosse minha esposa, acho que teria sido o melhor filme pornô da história, embora aquele sentimento de ser um corno não me deixasse aproveitar ao máximo.
Continuaram por alguns minutos da mesma forma, até que o negro a freou e disse pra ela sair. Ela, surpresa, obedeceu e ele se levantou, a pegou pela cintura, e depois de comer sua boca apaixonadamente, a levou até a escrivaninha, a virou colocando-a de costas pra ele, e fez com que apoiasse as mãos.
As nádegas da Vivi ficaram à mercê do negro, e por sorte não aconteceu o que eu pensei num primeiro momento. Eu achava que o negro ia querer enfiar no cu dela, porque essa posição geralmente com a Vivi a gente faz pra sexo anal, que ela gosta, óbvio, mas que com um touro daquele não sei se aguentaria. Ela mesmo assim não disse nada, nunca saberei se ela... teria entregado a buceta na hora pro negro ou tava confiante de que o moreno não iria por ali.
Seja como for, o negro começou a passar o pau pelos lábios da buceta da minha esposa, e segundos depois meteu nela. A primeira enfiada não foi doida, mas foi constante e funda.
Vivi não conseguiu evitar dar um pulinho, era realmente um pau grande, mas pelos gemidos tava claro que ela tava gostando, e muito.
O que aconteceu depois foram vários minutos intensos de uma foda feroz do negro na minha esposa, que gritava, gemia, até pedia mais forte. Ela tava completamente descontrolada, louca, com tesão, definitivamente uma puta pro meu gosto. Claro que se eu fosse o negro seria fantástico ter uma mulher assim, mas sendo minha esposa e vendo ela gozar com outro homem daquele jeito me partia ao meio. Não era só outro possuindo ela, era ela curtindo, e claro, muito mais do que comigo. Ouvir o som típico dos corpos batendo nas enfiadas (aquele PAF PAF PAF) junto com os gemidos e gritos da minha esposa era demolidor pra mim, e mesmo que uma parte de mim quisesse sair daquele quarto e esperar lá fora até tudo acabar, por outro lado não podia estar mais excitado... não sabia o que tava acontecendo comigo, como podia estar curtindo ver outro homem, o cara que tava me chantageando ainda por cima, comendo minha esposa de um jeito selvagem e descarado e eu sem fazer nada, e pior, minha esposa curtindo tanto. Apesar de tudo, o tesão me fez ficar ali e continuar testemunhando como eles estavam fazendo a Vivi gozar como eu nunca tinha conseguido.
Depois de uma saga quase interminável de orgasmos da minha esposa com aquele negro, ele já não aguentava mais, tava prestes a explodir, e avisou a Vivi, que não tava nem aí pro que o negro fizesse, tava entregue a ele. Ela não disse absolutamente nada, e o negro rapidamente tirou o pau, girou ela e a fez ficar de joelhos na frente dele. Claro que ele ia fazer ela tomar a porra, algo a O que a Vivi não é muito fã, mas dessa vez não só permitiu como ainda abriu a boca sozinha, e acabou saboreando cada mililitro de porra que tocava suas papilas gustativas.
A quantidade de gozo que aquele negro depositou na boca da minha esposa foi algo descomunal. Acho que para juntar aquela quantidade de sêmen, eu teria que gozar umas três ou quatro vezes. Era um rio de porra, e a Vivi não conseguiu conter tudo na sua doce boca, começando a escorrer fios de sêmen pelos seios, embora a grande maioria ela tenha conseguido capturar e engolir como uma boa putinha que é, olhando fixamente nos olhos do seu macho.
Já com o negro descarregado, e minha esposa com apenas alguns vestígios de sêmen na boca, ela se dedicou a lamber e chupar com muita suavidade, enquanto o pau dele ia murchando aos poucos.
Foram alguns minutos, mas serviram para os dois baixarem a adrenalina e relaxarem. O negro ajudou a Vivi a se levantar, deu mais uns apertões na sua bunda como quem diz "obrigado, gostei", e começou a se vestir.
A Vivi, por sua vez, sentou-se na poltrona do chefe, digamos, e ainda completamente nua e de pernas abertas, disse ao moreno:
Vivi: Bom, você me assina um documento dizendo que perdoa esses 50%?
Negro: Haha, não, não. Eu cumpro minha palavra, senhora.
Vivi: Espero que sim.
Negro: Claro que sim... (olhando para mim) Na próxima semana virei buscar o pagamento semanal, e em duas semanas, o resto da dívida, como combinamos.
Vivi: Não, não, nós dissemos um mês...
Negro: Não, senhora, combinamos duas semanas.
Vivi: Tá bom... em duas semanas o espero. Eu vou me responsabilizar pela dívida de agora em diante.
Negro: Está bem, contanto que me paguem...
O moreno foi embora, e a Vivi, depois de ficar alguns minutos calada e pensativa, ainda nua na poltrona, começou a me xingar e dizer todo tipo de coisa, mas diferente de antes, agora não chorava, só estava com raiva. Eu tentava dar desculpas, mas ela não queria me ouvir, até que disse uma última coisa que... Ela foi lapidar e nos fez calar a boca, terminou a frase dizendo "corno de merda"...
Isso me partiu ao meio e ela percebeu, mas não se desculpou e continuou brava, embora agora calada, enquanto se vestia para ir embora.
Sugeri irmos juntos, mas ela recusou e só disse "te vejo em casa". Fiquei sentado no sofá, devastado, com raiva, com vontade de chorar e, para minha surpresa, um pouco excitado. Vez ou outra vinham à minha mente flashes da tremenda foda da Vivi com o negro e isso me excitava.
Enquanto caminhava pelo escritório tentando tirar essas imagens da mente, esbarrei em algo inesperado. Embora não fosse muito, ainda havia algumas gotas de sêmen no chão. Era uma parte mínima de tudo que o negro havia descarregado na minha esposa, mas o suficiente para me fazer delirar.
Quase imediatamente, tirei meu pau, que já estava duríssimo, e fiz uma punheta impressionante e, sobretudo, rápida. Não passou nem um minuto e já gozei como um animal, enquanto flashes de como o negro fazia minha esposa gozar continuavam passando pela minha mente.
Depois disso, o remorso, a frustração, a tristeza e até a raiva contra ela, principalmente, haviam voltado, mas agora se somava a tesão, que já era um sentimento muito mais forte que antes.
Quando voltei para casa, a Vivi estava dormindo. Dava para ver que ela tinha tomado um banho e ido dormir. Os dias seguintes foram muito difíceis, ela não falava comigo, e quando falava era para me insultar ou me culpar pela dívida e por ela ter que transar com o agiota por causa da minha incompetência, e geralmente terminava a discussão me dizendo "Eu aguentei aquele pau, você aguenta os chifres, seu trouxa".
Claro que a história não terminou aí, ainda faltava pagar os 50% da dívida e não tínhamos o dinheiro, a menos que vendêssemos os dois carros e reduzíssemos nosso padrão de vida consideravelmente, algo que a Vivi não pensava em fazer.
Para descrevê-la fisicamente e botar vocês no contexto: ela tem 1,74m, cabelo loiro natural semi-liso, e as medidas são 95/65/95, pernas tonificadas de tanto ir na academia e uma elegância que deslumbra. E mesmo ela tendo feito uma cirurgia nos peitos alguns anos atrás, foi mais para firmar do que para aumentar, já que depois de ser mãe eles não ficaram iguais aos de antes, mas ela resolveu assim, e realmente eles parecem peitos totalmente naturais, tanto na vista quanto no toque. Por outro lado, a cintura não é a mesma de quando ela tinha 20 anos, mas não desarmona nada com esses peitos lindos e, principalmente, com uma bunda que sempre foi espetacular. Ela tem aquele bundão redondo, de nádegas firmes e bem delineadas que quando a gente vai pra praia deixa qualquer um maluco.
Já descrevi minha esposa Vivi, agora vou falar da nossa relação. Estamos casados há vários anos, como falei, e ela sempre foi de família rica. Na verdade, o pai dela tinha uma joalheria bem importante onde eu trabalhava, que quando ele faleceu foi herdada pela minha esposa, já que ela era filha única, e eu fiquei responsável pelo negócio da família, porque ela nunca tinha trabalhado.
Como era uma joalheria com muitos anos de tradição, o negócio andava sozinho, não precisava de muito mais do que estar lá e dar uma controlada, mas como muita gente, a pandemia acabou com a gente. No início a gente aguentou, mas as dívidas foram ficando cada vez maiores, e mesmo o negócio tendo melhorado um pouco, esse acúmulo de dívidas fazia com que a gente ficasse o tempo todo à beira da falência, o que não era só o problema de ficar sem renda, mas seria um baque... Foi uma questão sentimental, já que era o negócio da família.
Com a corda no pescoço, não tive alternativa senão buscar outras opções. Pedir dinheiro a um banco era quase impossível, muito menos a amigos ou conhecidos, pois a Vivi descobriria e seria uma "desonra". Minhas chances estavam se esgotando e eu teria que expor nossos problemas financeiros até que a lâmpada acendeu na minha cabeça. Tive a ideia de comprar joias baratas (de fantasia, digamos) e colocar vendedores ambulantes ou até mesmo vender algumas na loja como se fossem boas, obtendo uma grande margem de lucro. Tinha visto muitos fazerem isso e realmente se saíam bem, embora precisasse ser muito discreto para que os clientes importantes não descobrissem que eu vendia quinquilharias.
Comecei com a segunda opção, ou seja, tentar vender coisas baratas a preços altos na loja, e, embora algumas tenham sido vendidas, não foi tão bem-sucedido quanto imaginei. O tempo estava se esgotando e decidi buscar vendedores ambulantes. Parecia uma tarefa fácil, mas não foi bem assim. Embora soubesse que há pessoas por trás dos vendedores de rua, nunca imaginei que fosse tão organizado. Nem todo mundo podia simplesmente sair vendendo; havia zonas bem delimitadas e cada uma tinha um chefe. Depois de tentar com alguns vendedores, que obviamente fracassaram, um homem apareceu na minha loja e pediu para falar comigo. Depois de pensar muito, deixei que ele entrasse no meu escritório e recebi uma espécie de ameaça para não me meter no "território" dele. Aquele homem era um estrangeiro que controlava uma boa área de vendas. Quem vive em Buenos Aires vai imaginar de quem estou falando, e, para quem não vive, era um negro africano.
Depois de receber uma ameaça sutil, decidi tentar negociar algo com ele, mas ele não parecia disposto a negociar nada comigo e acabou indo embora. Algumas semanas depois, eu já estava desesperado e, como um presente do céu — ou uma maldição —, aquele homem que me havia ameaçado voltou à minha loja e pediu para falar comigo. Ele disse que tinha um negócio para me propor, e eu o ouvi com muita atenção. ele disse que percebeu que no meu negócio eu misturava joias boas com bijuterias, mas que a diferença era muito nítida porque eram de péssima qualidade, e me propôs fornecer algumas peças baratas que passariam facilmente por boas, até me mostrou algumas coisas que realmente pareciam verdadeiras (para quem não entende de joias, claro).
A ideia me agradou, mas tinha um problema: eu não tinha um tostão para comprar a mercadoria dele, muito menos os volumes que ele queria vender para fechar o negócio. Eu sentia que uma boa oportunidade estava escapando das minhas mãos e, como outro presente do céu – ou uma maldição –, ele me propôs a solução. Ele me emprestaria dinheiro para pagar minhas dívidas (que a essa altura já eram muitas) e ainda me daria mercadoria em consignação, que eu iria pagando conforme vendesse. A solução era em parte boa, mas em parte muito ruim, já que ele ficaria metido no meu negócio o tempo todo. Mesmo assim, não tinha outra alternativa: ou aceitava isso ou perdia absolutamente tudo, então aceitei.
No dia seguinte, ele me trouxe uma quantia bem importante de dinheiro e uma bolsa cheia de peças para vender. Eu quitei todas as dívidas e coloquei a mercadoria à venda. Tínhamos combinado um pagamento semanal, que no começo cumpri religiosamente, mas como em todo empréstimo, os juros estavam me matando, e a dívida, que já era grande, só aumentava. Pouco a pouco, foi ficando muito difícil cobrir os pagamentos semanais, principalmente porque eu tentava manter o estilo de vida caro que levava com a Vivi, até que uma semana não consegui pagar. Ele, super tranquilo, foi embora e voltou na semana seguinte. Naquela semana, consegui juntar uma grana, mas não dava para cobrir as duas parcelas, só uma e meia. Ele pegou o dinheiro, mas a parcela da semana anterior continuava em aberto – o que eu tinha dado era só para os "juros".
Depois de dois meses, a situação tinha ficado muito complicada. Eu já devia mais de 5 parcelas, e Os juros só aumentavam e aumentavam, e a pressão ficava cada vez mais forte. Não iam só me espancar, mas também iam desmoralizar a joalheria dizendo que eu vendia coisas falsificadas, até iam me denunciar por golpes e coisas assim, chegou ao ponto de um dia o negro vir com um advogado pra me apertar. A coisa estava saindo do controle. Um fim de semana estávamos com a Vivi num shopping, e enquanto ela comprava roupas eu estava tomando um café tranquilamente, algo normal, digamos. Quando a Vivi chegou, me disse um pouco surpresa que tinha esbarrado com um fornecedor meu, e que tinham conversado um pouco. Perguntei quem era e ela disse "um homem negro, meio grandão". Eu entrei em desespero e perguntei o que ele tinha dito, mas ela disse que nada importante, que só mandou ele dar lembranças.
Eu fiquei muito nervoso, estavam me seguindo. Na semana seguinte, quando o negro veio cobrar, não só paguei o que pude (3 parcelas) como também reclamei do que ele tinha feito. Ele, super tranquilo, disse que se eu pagasse não ia acontecer nada e falou que na semana seguinte eu tinha que dar mais 3 parcelas, sem falta. Óbvio que não consegui juntar esse dinheiro e ele voltou a me ameaçar. Eu não podia fazer nada, se recorresse à polícia a Vivi descobriria tudo e o negócio ia pro buraco, então tentei aguentar o máximo que pude. Naquela mesma semana ele voltou pra buscar o dinheiro e, claro, eu não tinha. Pensei que ele ia me bater, mas não foi assim, ele só foi embora e disse que voltaria na semana seguinte.
Chegou a semana seguinte e o negro entrou na loja e foi direto pro meu escritório. Pediu o dinheiro que eu devia, mas o que eu paguei só cobria a parcela daquela semana. Ele, super tranquilo, ficou sentado olhando pro relógio sem dizer absolutamente nada. A situação era muito estranha, os dois estávamos calados, eu com cara de assustado e ele quase rindo, não parecia bravo.
Passaram uns 20 minutos que pareceram uma eternidade, até que ouço alguém batendo na porta do meu escritório. Achei que eram alguns valentões que vinham me dar uma surra, mas não era nem de perto isso. Quando abri a porta me deparei com minha esposa Viviana parada ali. Eu saí do meu escritório para que ela não visse o negro e perguntei o que ela estava fazendo ali. Ela me disse que o fornecedor tinha dito para ela ir naquela hora porque queria conversar com ela, mas que não avisasse nada para ele. Ela percebeu que algo estranho estava acontecendo, e não acreditou nas minhas desculpas fracas, então não me restou alternativa a não ser deixá-la entrar, não queria que ela fizesse um escândalo na frente dos funcionários.
Quando ela entrou, viu o negro sentado, sorrindo. Com certeza estava adorando ver minha fachada se desmoronar. Vivi perguntou o que estava acontecendo e antes que eu pudesse dizer algo, o negro começou a contar tudo. Falou sobre o empréstimo e principalmente enfatizou que vendíamos joias "fajutas". Vivi começou a chorar e a me dizer que eu tinha destruído a joalheria do pai dela e, claro, também me deu uns tapas. Ela estava realmente mal, ofendida, desiludida, irritada e furiosa, mas depois de um tempo se acalmou. Perguntou quanto era a dívida e quase desmaiou com o valor, que obviamente era enorme por causa dos juros abusivos que o negro cobrava. Ela pediu prazos para pagar, já que teríamos que vender pelo menos os dois carros para quitar, mas o negro disse que não, que o prazo tinha acabado e que não nos machucaria fisicamente, apenas desacreditaria a joalheria e nos denunciaria por fraude, inclusive a Vivi também, já que a joalheria tecnicamente estava no nome dela.
A situação estava muito tensa e Vivi assumiu as rédeas da negociação, perguntou novamente o que ele queria e ele disse que nada, mas ela tinha um ás na manga. Disse que se ele fizesse isso, nunca devolveríamos o dinheiro, seria tudo prejuízo do ponto de vista econômico. O negro pensou, e claro que Vivi tinha razão, ele não recuperaria absolutamente nada com tudo isso. Ela insistiu novamente no prazo de pagamento, mas ele continuou firme em não dar prazo, até que ela disse textualmente: "sem O prazo para pagar é impossível e você sabe, não temos esse dinheiro em caixa, vamos buscar uma solução... O que você quer para nos dar um prazo razoável, vamos negociar". O negro continuou pensando que ela tinha razão, mas não queria ceder, principalmente porque estava bravo comigo, até que ele disse "o que você tem para oferecer?" enquanto olhava ela de cima a baixo. Ela entendeu rápido o que o negro quis dizer, e ainda mais rápido respondeu "você está louco, vá fazer a denúncia, todos vamos perder".
Ficou um silêncio constrangedor, e o negro disse "muito bem, não há mais nada para conversar". O negro saiu do escritório e foi embora. Vivi ficou pensando e depois de alguns segundos voltou a me bater e me xingar sem parar, até que me disse "tem o telefone? Liga pra ele voltar, vamos negociar". Eu disse que não, que já era, que aquela não era uma solução, mas ela insistiu até dizer "se perdermos a joalheria nos divorciamos" e vários xingamentos. Eu liguei para o negro e em uns 10 minutos ele voltou. Vivi fez ele entrar, e sentada na mesa como se fosse a chefe aconteceu a seguinte conversa entre eles (eu não disse nada):
Vivi: bom, o que você quer, seja direto
Negro: Você sabe o que eu quero
Vivi: Isso é impossível, não vou transar com você...
Negro: Então eu vou embora, não sei pra que me fizeram vir
Vivi: não entendo o que você ganharia com isso, além do mais estou pedindo tempo, não reduzir a dívida.
Negro: não é por dinheiro senhora, é para dar uma lição no seu marido
Vivi: e a lição seria me comer por causa dele?
Negro: algo assim, talvez assim ele aprenda a respeitar a palavra. Não acha que seja justo? Eu dei muito e ele me traiu
Vivi: sim, a mim também me traiu com tudo isso...
Negro: exato...
Vivi: Então quem você deveria comer é ele, não eu
Negro: jajajá não senhora, não gosto de homens, mesmo que ele mereça um castigo.
Vivi: vamos fazer o seguinte, eu fico nua para você e deixo você me tocar, mas nada mais que isso
Negro: jajá não não, não me parece um acordo justo
Vivi: mas outra coisa é impossível, eu não vou transar com o senhor…
Negro: não vejo saída, senhora, me desculpe
Vivi: ok ok… vamos fazer o seguinte, acrescento que eu te masturbo, mas nada além disso.
Negro: não, senhora, obrigado
O negro se levantou como se fosse embora, e Vivi o segurou de repente, agarrando seu braço.
Vivi: Faço só mais uma oferta, mas é a última
Negro: estou ouvindo
Vivi: estou disposta a chupar você, mas com uma condição
Eu: O QUÊ?!!?!?!? NÃÃÃÃÃÃO PARA
Vivi: VOCÊ CALA A BOCA!
Negro: estou ouvindo
Vivi: que o prazo que você nos der para pagar seja de um mês.
Negro: um mês é demais, senhora, eu pensava em dar 48 horas, sinto muito (o negro fez menção de ir embora)
Vivi: espere… três semanas e deixo você me tocar também, se quiser, claro.
Negro: duas semanas, e é minha oferta final
Vivi: está bem… você tem camisinha?
Negro: o quê?!?! hahah não não, sem camisinha
Vivi: não, com ou nada
Negro: nada então, adeus
O negro fez menção de ir embora e Vivi dessa vez não o deteve. Ele foi embora e dessa vez parecia definitivo, mas depois de alguns minutos Vivi pediu meu telefone e ligou para ele. Quando ele atendeu, ela simplesmente disse "está bem, venha depois das 17 quando os funcionários não estiverem" e desligou. Faltava meia hora, que se tornou realmente uma eternidade. Eu tentava pedir desculpas, mas ela me ignorava, nem sequer me olhava, estava sentada olhando para o relógio. Às 17 horas em ponto, ela me disse para ir ao salão dispensar os funcionários e esperar pelo negro. Eu obedeci e às 17h30 o negro bateu no vidro, eu o deixei entrar e fomos até o escritório. Lá estava Vivi, sentada no mesmo lugar. Ela se levantou e disse "vamos acabar com isso de uma vez".
O negro, sorrindo, sentou-se e deixou que minha esposa fizesse tudo. Eu tentei sair do escritório, não queria ver, mas ela disse "você fica aqui, seu imbecil, e assiste tudo". Não me restava alternativa senão observar como minha esposa ia chupar um negro na minha frente.
Ela começou a se despir, um pouco sexy, mas não tanto, não estava com vontade de dar um grande show para o negro, embora ele estivesse gostando mesmo assim. Ela primeiro tirou a camisa, deixando os seios quase nus e cobertos apenas pelo sutiã. Depois foi a vez de tirar a calça, o que ela fez de costas para ele. Pela cara do negro, ele estava adorando o corpo da minha esposa, e não era pra menos. Em poucos minutos, ela já estava na frente de um estranho só de roupa íntima, que ainda por cima era bem sexy.
O negro estava tocando o pau por cima da calça enquanto via minha esposa dançar para ele, até que ele disse: "tira tudo". Ela obedeceu pela metade, porque só tirou o sutiã, mostrando uns mamilos rosados lindos, mas não tirou a calcinha, dizendo: "a calcinha eu não tiro". Ele deu o ok para isso e disse: "chega mais perto". Ela se aproximou e, estando a poucos centímetros, o negro se levantou na frente dela.
Eles se olharam fixamente e o negro tentou beijá-la, mas ela recusou. Ele não disse nada, entendeu que não era o combinado, mas como tinham combinado que ele poderia tocá-la, então começou a apalpar os seios primeiro e depois deu algumas apertadas nas nádegas. Ela apenas se deixou apalpar pelo negro, que depois de acariciar bem a Vivi, a empurrou suavemente pelos ombros e a fez ajoelhar na frente dele. A "ordem" era clara: ela tinha que começar com o boquete. Ela desabotoou o mais rápido que pôde a calça dele e a baixou junto com a cueca, e na frente do rosto da minha esposa ficou um belo pedaço de carne, que, embora ainda não estivesse duro, já parecia grande.
Ela começou timidamente a pegar no pau do negro e lentamente o masturbava. Aquele pedaço enorme de carne parecia não reagir às "carícias" da minha esposa, e o negro disse: "não era masturbação", pedindo, claro, que ela chupasse o pau. Ela respirou fundo, como se estivesse se entregando, abriu a boca e começou a colocar na boca a enorme cabeça do negro, que apenas soltou um suspiro. Ela tentava masturbá-lo o máximo que podia sem... meter muito pau na boca, só chupava a cabeça e pouco mais, mas ele não se deixava enganar e reclamou de novo "vamos, não era masturbação".
Vivi sabia que não ia conseguir enganá-lo e teve que começar a chupar o pau dele sem escapatória. O enorme pênis negro ia entrando cada vez mais na boca da minha esposa, que mesmo sempre tendo feito boquete muito bem e com facilidade, agora não estava tão simples engolir aquilo, principalmente porque o negro estava ficando cada vez mais duro e grande.
Os minutos foram passando e só se ouviam os gemidos do negro e o barulho do pau entrando na boca da minha esposa, já praticamente como se nada. Vivi parecia já estar controlando bem aquele pedaço de pau, e o boquete já fluía como tantos outros magníficos que minha esposa já me fez.
O negro olhava para ela cada vez mais excitado, dava para ver que o boquete era muito, muito bom, e Vivi, acho que por instinto, começou a mexer um pouco os quadris, claro sinal de que estava com tesão e precisava esfregar em alguma coisa, mas como estava agachada não encontrava nada para esfregar o clitóris. O boquete continuava, e o pau do negro parecia ter chegado ao seu esplendor, e realmente era grande para os padrões que a gente imagina. Mesmo eu não tendo um pau pequeno, o do negro era sem dúvida bem maior que o meu, devia ter uns 22 ou 23 centímetros no mínimo, e era grosso e com uma cabeça enorme.
Já mais solta, ou com tesão, Vivi começou a segurar o pau do negro com uma mão só e aproveitou que tinha a mão esquerda "livre" para descer e começar a esfregar o clitóris devagar. Já dava para ver que minha esposa não estava chupando o negro por obrigação, mas sim com vontade, estava curtindo mamar aquele pauzão.
Em um momento, enquanto Vivi chupava o pau do negro com muita vontade, ele pediu para ela parar. Ela se surpreendeu e perguntou se estava fazendo errado, e ele... Muito safado, sorrindo, ele disse: "Não, não, é maravilhoso, mas quero sentar para aproveitar melhor". Não sei o que passou pela cabeça da minha esposa naquele momento, mas o rosto dela mostrava que estava feliz, talvez por estar fazendo um bom boquete, porque ela curtia o pau do negro, ou as duas coisas.
O negro se sentou, abriu as pernas e, segurando o pau, disse à minha esposa: "Continua, por favor"... Vivi agora se ajoelhou, e quase ficando de quatro, se acomodou entre as pernas do negro, que começou a segurar seu cabelo e fez uma espécie de rédea de cavalo, digamos, com a qual ele controlava um pouco o movimento da cabeça da minha esposa, que parecia totalmente entregue nessa altura.
Sem muito esforço, o moreno levou a boca da minha esposa novamente ao seu pau, e ela, sem problema algum, voltou a chupá-lo, mas desta vez ela deixava o macho "controlar" a intensidade e profundidade do boquete.
Não sei o que teria acontecido, mas, por sorte, o negro deixava ela chupar tranquilo, não a fazia engasgar com o pau nem fazia muito rápido, dava tempo suficiente para minha esposa também curtir. Claro que os dedos da Vivi continuavam esfregando seu clitóris, e, ao vê-la agora de quatro e por trás, eu podia ver perfeitamente que ela tinha puxado a calcinha e estava se masturbando direto, não por cima da calcinha, e a calcinha estava tão puxada para o lado que dava para ver os lábios vaginais, que já estavam um pouco inchados e brilhantes.
O impressionante boquete seguia seu curso normal, tranquilo mas normal. O negro não queria apressar o processo, dava para ver que ele estava tentando esticar ao máximo, até mesmo fazendo a Vivi chupar suas bolas, ou só lamber o tronco, para depois enfiar na boca dela de novo. Ele chegou até a "dar" umas pancadas com o pau no rosto dela enquanto ria e curtia como tinha minha esposa dominada.
Pela minha cabeça passavam milhares de pensamentos, arrependimento porque tudo aquilo era culpa minha, sentimentos de desespero querendo que tudo acabasse logo, até que começaram a me cruzar pensamentos luxuriosos, que num primeiro momento me davam vergonha até de pensar, mas que foram se transformando mais em tesão do que em vergonha. Depois que isso aconteceu e me aprofundei no tema do mundo cuckold, li algo que me deixou mais tranquilo, já que acontece com muitos. Eu estava assistindo a um filme pornô ao vivo, com minha esposa como protagonista, e era algo que me deixava maluco.
A situação estava além de quente, e eu percebia que a Vivi estava com um tesão absurdo, super excitada. Parecia que ela esfregava o clitóris cada vez mais rápido, que os quadris dela se esfregavam com mais força nos dedos, até que aconteceu algo que me deixou gelado. Vivi parou de se tocar e se concentrou 100% de novo no pau do negro, mas agora não era ele quem controlava o ritmo, minha esposa tomou a iniciativa. O moreno continuava segurando os cabelos loiros dela, mas agora era só para segurar mesmo, e Vivi começou a fazer força para enfiar até o último centímetro daquele pau enorme na boca.
No início foi um pouco difícil, ela só conseguia engolir uns ¾ do pau, que já era uma enormidade, mas não fazia ele desaparecer por completo. O moreno já estava fascinado com as habilidades de head master da Vivi, mas ela queria mais, queria mostrar que dava conta daquele membro e continuou tentando, e embora tenha conseguido enfiar um pouco mais, não conseguiu por completo. O negro percebeu as intenções da minha esposa e disse: "Nessa posição você não vai conseguir". Claro que ele tinha razão, por ser tão comprido e a Vivi não ter a garganta reta, era impossível aquilo entrar por completo, então ele se levantou na frente dela, que agora estava de joelhos e com as pernas abertas. O negro, com suavidade, segurou o queixo dela, fez ela olhar para cima e perguntou se ela queria ele completo.
A putinha safada... Vivi disse "sim" com a cabeça, e o negro, mordendo os lábios, pegou seu pau e apontou para baixo, direto para a boca da minha esposa, que olhava fixamente nos olhos dele.
Quando Vivi sentiu a cabeça do pau apoiando nos seus lábios, imediatamente abriu a boca o máximo que pôde, e o negro, com muita suavidade mas de forma constante, começou a enfiar o pau na boca dela. Era impressionante ver aquele pedaço de pau desaparecendo dentro da boca da minha esposa, que não oferecia resistência nenhuma. O negro, com muito cuidado, continuou o máximo que pôde e, faltando talvez uns 3 ou 4 centímetros para o nariz da Vivi tocar o ventre dele, notou que minha esposa começava a engasgar.
Estava a poucos centímetros de conseguir, mas aquele pedacinho que faltava era o mais difícil, ambos sabiam, e o negro rapidamente tirou quase completamente seu pau da garganta da minha esposa. Vivi tomou desesperada uma baita golada de oxigênio e depois suspirou. O negro a parabenizava pela sua "façanha", mas ela respondeu algo que nenhum dos dois esperava... "Faltou um pouquinho, vamos tentar de novo". O negro não conseguia esconder sua surpresa e felicidade com a ousadia da Vivi e disse "claro, mas respira fundo antes... me avisa quando estiver pronta". Ela deu várias goladas de ar e abriu a boca para que seu novo macho empalasse sua garganta.
Agora o negro enfiou bem mais rápido que antes, mas de novo, faltando uns míseros centímetros, ele sentiu que fazia tope, parecia não ter solução, não entrava mais, mas Vivi não desistia. Ela queria engolir ele inteiro e continuou insistindo, como uma adolescente teimosa. Tentaram mais algumas vezes, mas ainda não entrava tudo, até que eu decidi intervir, algo que obviamente surpreendeu os dois.
Eu disse que assim nunca ia entrar, que o negro tinha que entrar por trás enquanto ela esticava a cabeça, dessa forma a garganta ficaria completamente reta. Ela não entendia como era a posição que eu estava propondo, Então baixei minha calça e cueca, me posicionei atrás dela, puxei sua cabeça para trás e praticamente apoiando minhas bolas na testa dela, enfiei meu pau na boca dela nessa posição. Obviamente, como meu pau é menor, e mesmo estando bem duro, entrou muito fácil até o fundo. Tirei depois de dar umas 3 ou 4 bombadas e disse: "Entendeu, putinha?".
Ela logo me respondeu: "Sim, entendi, otário... qual é, tá com ele duro? Gosta de me ver chupar um pauzão?". Ela não ia deixar eu humilhar ela assim, claro, e eu, pra não ficar parecendo um corno de merda, disse: "Não... quero que isso acabe logo". Ela não ia ficar quieta e, rindo de forma provocante, respondeu: "Aguenta aí, isso te acontece por pedir dinheiro e não pagar... e deixa claro que faço isso pelo negócio, não por você... entendeu?". Optei por ficar quieto, era melhor não dizer nada do que continuar sendo humilhado.
Ela se ajeitou como eu tinha dito e falou pro negro: "Vamos, vamos testar". O negro, que não tinha dito nada durante nossa discussão, obedeceu e se posicionou. Apoiou o pau e começou a enfiar, e dessa vez conseguiu entrar completamente na boca e garganta da minha esposa, e mesmo tendo sido só alguns segundos, tanto ela quanto ele ficaram maravilhados com a técnica, a ponto de repetirem várias vezes mais. Minha esposa finalmente tinha conseguido engolir inteiro o pau daquele animal, e se sentia feliz e, principalmente, poderosa.
Ela disse pro moreno que sentasse de novo e ele obedeceu. Ela ficou de pé na frente dele, que a encarava fixamente. Vivi abriu um pouco as pernas, puxou a calcinha de lado e deixou à vista sua boceta rosadinha, toda depilada exceto por uma linha mínima de pelos loiros perfeitamente e cuidadosamente raspados como sempre, e principalmente brilhando de tão molhada que estava. O negro se lambia enquanto esfregava o pau, pensou que minha esposa estava se oferecendo, que ia comê-la, que ia fazer qualquer coisa com ela, mas não foi bem assim.
Vivi: O que acha? Quer? gosta?
Negro: siiii… quer essa rola dentro, gostosa? (enquanto segurava o pau)
Vivi: pode ser… o que você me dá em troca?
Negro: haha… você vai gozar como nunca…
Vivi: mmm… não não… vamos fazer um negócio… que tal ficar em zero com a dívida?
Negro: jaaaaaaaaaaaa….. não não, quero minha grana e você quer meu pau
Vivi: não tanto quanto você quer me comer… o que acha de 75% da dívida?
Negro: não vale tanto
Vivi: Tem certeza? (ela se virou, se abaixou um pouco, deixando em primeiro plano sua bunda linda, puxou a calcinha e ficou à vista do negro a buceta completa e o cu dela)
Negro: uhhh…
Vivi: o que diz? 75%… fechamos?
Negro: 25…
Vivi: não, papi, é muito pouco… quando você esteve com uma mulher assim?
Negro: 30 e é minha última oferta
Vivi: não vejo solução (ela voltou a ficar de frente e subiu a calcinha de novo)
Negro: 35? Vamos, sei que você quer meu pau…
Vivi: 65 e fechamos agora mesmo…
Negro: não não… é muito
Vivi começou a tocar os peitos e a usar a palavra: buceta enquanto se movia e gemía, fazendo a putinha. O negro estava ficando desesperado, não queria perder grana mas também não queria perder a oportunidade de comer minha esposa, era tentador demais, porque se ela chupava pau assim, devia foder ainda melhor.
Negro: 40!! É minha última oferta
Vivi não disse nada, só se aproximou, abriu as pernas, puxou a calcinha e foi descendo sobre o negro. Acho que tanto ele quanto eu pensamos que minha esposa ia montar nele, aceitando tacitamente a oferta de 40%, mas não, de novo Vivi começou a brincar com ele. Ela pegou o pau dele e apoiou nos lábios da buceta. Pela expressão do negro ela devia estar mais que molhada, porque ele suspirou de prazer, mas quando pensamos que ela ia continuar e enfiar, ela parou aí e disse “fechamos em 50?”. O negro ficou uns segundos pensando e depois quase gritou “ok ok 50!!! Agora enfia, gostosa”.
Ela com um sorriso malandro deu um beijinho e disse "calma, pussy, são negócios, agora que terminamos sim vamos aproveitar os dois". Nunca tinha visto a Vivi assim, mesmo sendo uma mulher muito inteligente, ela nunca tinha mostrado essa faceta de comerciante, de negociadora, e muito menos de puta como estava se mostrando. Talvez ela tivesse isso escondido ou então, com toda a confusão que armou, ela soltou as amarras e não estava nem aí pra nada, na real não sei, mas sabia que nunca tinha nem sonhado que minha esposa fosse tão dominadora e puta.
Mesmo tendo fechado o trato, ela ainda não tinha enfiado o pau do negro, e ele estava ficando desesperado. Ele começou a apressá-la, e ela mostrou novamente toda a sua dominância: "calma, pussy, tô acostumando minha buceta, você tem um pau muito grande pra enfiar assim do nada". Com as mãos, ela continuava passando o pau do negro pelos lábios da sua vagina, como se estivesse abrindo eles, e mesmo sem penetrar, dava pra ver de trás que a cabecinha parecia entrar um pouquinho mais a cada vez, até que ela parou o equipamento daquele macho e, bem devagar, começou a descer sobre ele. Acho que quando a cabeça entrou, até eu senti. O negro não disse nada, só fechou os olhos, mas ela soltou um gemido forte, mais parecido com um alívio do que qualquer outra coisa. Pouco a pouco, ela foi subindo e descendo lentamente, e a cada movimento, um pouco mais de pau ia abrindo sua vagina.
Os gemidos da Vivi ficavam cada vez mais intensos, e as mãos do moreno voavam pelo corpo da minha esposa. Ele a apalpava por todos os lados, e mesmo apertando e beijando os peitos lindos dela, quando agarrava a bunda dela, parecia que os dois curtiam ainda mais. Ele apertava, abria, dava palmadas, e ainda acompanhava os movimentos dela, ajudando-a a enfiar cada vez mais pau sem medo.
Já fazia alguns minutos que a Vivi tinha conseguido enfiar o pau do negro inteiro, mas só quando se acostumou com o novo tamanho do pênis que ela começou a aproveitar 100%.
Em uma dessas entradas e saídas, ela ficou sentada e sem se mexer em cima do moreno, óbvio ela estava com o pau totalmente enfiado, e depois de alguns segundos em que ela suspirou de prazer, começou a se mover de novo, mas agora não era pra cima e pra baixo, sim pra frente e pra trás, ela estava "tirando o atraso" como a gente diz aqui no Brasil.
Ela, totalmente penetrada, esfregava-se na humanidade do "agiota", pra frente e pra trás, e até por momentos como se fosse em círculos. A única coisa que eu imaginava era em como ficaria a buceta dela depois de uns movimentos daqueles em cima daquele pauzão.
Os movimentos eram rápidos e profundos, e o negro a abraçou. Ambos ficaram com as bocas a centímetros e a Vivi se decidiu, não sei se foi por tesão ou por quê, mas enquanto montava magistralmente naquele macho, começou a beijá-lo com paixão, com fúria, com desejo. As línguas deles se entrelaçavam, as bocas se mordiam e as mãos do negro voltaram para as nádegas da minha esposa e a "ajudavam" a se mover, ou melhor, acompanhavam os movimentos dela.
Eu sabia que era uma loucura, minha esposa não só estava pagando pelos meus maus negócios, mas parecia estar gostando, e muito. Os gemidos já eram gritos de prazer, de alívio. Se não fosse minha esposa, acho que teria sido o melhor filme pornô da história, embora aquele sentimento de ser um corno não me deixasse aproveitar ao máximo.
Continuaram por alguns minutos da mesma forma, até que o negro a freou e disse pra ela sair. Ela, surpresa, obedeceu e ele se levantou, a pegou pela cintura, e depois de comer sua boca apaixonadamente, a levou até a escrivaninha, a virou colocando-a de costas pra ele, e fez com que apoiasse as mãos.
As nádegas da Vivi ficaram à mercê do negro, e por sorte não aconteceu o que eu pensei num primeiro momento. Eu achava que o negro ia querer enfiar no cu dela, porque essa posição geralmente com a Vivi a gente faz pra sexo anal, que ela gosta, óbvio, mas que com um touro daquele não sei se aguentaria. Ela mesmo assim não disse nada, nunca saberei se ela... teria entregado a buceta na hora pro negro ou tava confiante de que o moreno não iria por ali.
Seja como for, o negro começou a passar o pau pelos lábios da buceta da minha esposa, e segundos depois meteu nela. A primeira enfiada não foi doida, mas foi constante e funda.
Vivi não conseguiu evitar dar um pulinho, era realmente um pau grande, mas pelos gemidos tava claro que ela tava gostando, e muito.
O que aconteceu depois foram vários minutos intensos de uma foda feroz do negro na minha esposa, que gritava, gemia, até pedia mais forte. Ela tava completamente descontrolada, louca, com tesão, definitivamente uma puta pro meu gosto. Claro que se eu fosse o negro seria fantástico ter uma mulher assim, mas sendo minha esposa e vendo ela gozar com outro homem daquele jeito me partia ao meio. Não era só outro possuindo ela, era ela curtindo, e claro, muito mais do que comigo. Ouvir o som típico dos corpos batendo nas enfiadas (aquele PAF PAF PAF) junto com os gemidos e gritos da minha esposa era demolidor pra mim, e mesmo que uma parte de mim quisesse sair daquele quarto e esperar lá fora até tudo acabar, por outro lado não podia estar mais excitado... não sabia o que tava acontecendo comigo, como podia estar curtindo ver outro homem, o cara que tava me chantageando ainda por cima, comendo minha esposa de um jeito selvagem e descarado e eu sem fazer nada, e pior, minha esposa curtindo tanto. Apesar de tudo, o tesão me fez ficar ali e continuar testemunhando como eles estavam fazendo a Vivi gozar como eu nunca tinha conseguido.
Depois de uma saga quase interminável de orgasmos da minha esposa com aquele negro, ele já não aguentava mais, tava prestes a explodir, e avisou a Vivi, que não tava nem aí pro que o negro fizesse, tava entregue a ele. Ela não disse absolutamente nada, e o negro rapidamente tirou o pau, girou ela e a fez ficar de joelhos na frente dele. Claro que ele ia fazer ela tomar a porra, algo a O que a Vivi não é muito fã, mas dessa vez não só permitiu como ainda abriu a boca sozinha, e acabou saboreando cada mililitro de porra que tocava suas papilas gustativas.
A quantidade de gozo que aquele negro depositou na boca da minha esposa foi algo descomunal. Acho que para juntar aquela quantidade de sêmen, eu teria que gozar umas três ou quatro vezes. Era um rio de porra, e a Vivi não conseguiu conter tudo na sua doce boca, começando a escorrer fios de sêmen pelos seios, embora a grande maioria ela tenha conseguido capturar e engolir como uma boa putinha que é, olhando fixamente nos olhos do seu macho.
Já com o negro descarregado, e minha esposa com apenas alguns vestígios de sêmen na boca, ela se dedicou a lamber e chupar com muita suavidade, enquanto o pau dele ia murchando aos poucos.
Foram alguns minutos, mas serviram para os dois baixarem a adrenalina e relaxarem. O negro ajudou a Vivi a se levantar, deu mais uns apertões na sua bunda como quem diz "obrigado, gostei", e começou a se vestir.
A Vivi, por sua vez, sentou-se na poltrona do chefe, digamos, e ainda completamente nua e de pernas abertas, disse ao moreno:
Vivi: Bom, você me assina um documento dizendo que perdoa esses 50%?
Negro: Haha, não, não. Eu cumpro minha palavra, senhora.
Vivi: Espero que sim.
Negro: Claro que sim... (olhando para mim) Na próxima semana virei buscar o pagamento semanal, e em duas semanas, o resto da dívida, como combinamos.
Vivi: Não, não, nós dissemos um mês...
Negro: Não, senhora, combinamos duas semanas.
Vivi: Tá bom... em duas semanas o espero. Eu vou me responsabilizar pela dívida de agora em diante.
Negro: Está bem, contanto que me paguem...
O moreno foi embora, e a Vivi, depois de ficar alguns minutos calada e pensativa, ainda nua na poltrona, começou a me xingar e dizer todo tipo de coisa, mas diferente de antes, agora não chorava, só estava com raiva. Eu tentava dar desculpas, mas ela não queria me ouvir, até que disse uma última coisa que... Ela foi lapidar e nos fez calar a boca, terminou a frase dizendo "corno de merda"...
Isso me partiu ao meio e ela percebeu, mas não se desculpou e continuou brava, embora agora calada, enquanto se vestia para ir embora.
Sugeri irmos juntos, mas ela recusou e só disse "te vejo em casa". Fiquei sentado no sofá, devastado, com raiva, com vontade de chorar e, para minha surpresa, um pouco excitado. Vez ou outra vinham à minha mente flashes da tremenda foda da Vivi com o negro e isso me excitava.
Enquanto caminhava pelo escritório tentando tirar essas imagens da mente, esbarrei em algo inesperado. Embora não fosse muito, ainda havia algumas gotas de sêmen no chão. Era uma parte mínima de tudo que o negro havia descarregado na minha esposa, mas o suficiente para me fazer delirar.
Quase imediatamente, tirei meu pau, que já estava duríssimo, e fiz uma punheta impressionante e, sobretudo, rápida. Não passou nem um minuto e já gozei como um animal, enquanto flashes de como o negro fazia minha esposa gozar continuavam passando pela minha mente.
Depois disso, o remorso, a frustração, a tristeza e até a raiva contra ela, principalmente, haviam voltado, mas agora se somava a tesão, que já era um sentimento muito mais forte que antes.
Quando voltei para casa, a Vivi estava dormindo. Dava para ver que ela tinha tomado um banho e ido dormir. Os dias seguintes foram muito difíceis, ela não falava comigo, e quando falava era para me insultar ou me culpar pela dívida e por ela ter que transar com o agiota por causa da minha incompetência, e geralmente terminava a discussão me dizendo "Eu aguentei aquele pau, você aguenta os chifres, seu trouxa".
Claro que a história não terminou aí, ainda faltava pagar os 50% da dívida e não tínhamos o dinheiro, a menos que vendêssemos os dois carros e reduzíssemos nosso padrão de vida consideravelmente, algo que a Vivi não pensava em fazer.
2 comentários - Mi esposa paga mis deudas
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