Capítulo 1Tô carregando a última criação que minha mãe pariu faz pouco tempo, quando percebo meu irmãozinho fechando os olhos e sabendo que ele tá caindo no sono. Sem incomodar ele, coloco ele com todo cuidado no berço, enquanto admiro e dou um sorriso, vendo ele dormindo com uma paz que dá vontade de estar no lugar dele.
Tava tão concentrado admirando o bebê, que nem percebi minha mãe chegar. Me perturbando, ela falou nas minhas costas –Sabe que seu pai não consegue fazer algo tão simples assim?Sorrindo com o comentário dela, viro de costas e, enquanto a observo com atenção, falo pra provocar também –Será que eu e o Tomás temos uma conexão que ele não tem com o pai.Com uma blusa simples que tem um decote pequeno e uma saia que vai quase até o tornozelo, minha mãe, pra mim, está esplêndida. Mas ignorando meus pensamentos sobre ela, ela se aproxima do berço e, enquanto vejo como ela se apoia nele, percebo ao mesmo tempo como esse movimento faz sobressair a bunda grande dela, que, como sempre, está linda de se ver.
Não conseguindo me segurar, me aproximo dela e, enquanto sinto meu pau já duro diante daquela visão, consigo encostar nas suas nalgas magníficas. Ouço ela me dizer, enquanto confere que o bebê está dormindo –Sabe, o jogo do seu pai termina quase ao anoitecer.Continuando com minha ousadia e encorajado pelas palavras dela, pego ela pela cintura e, enquanto esfrego meu amiguinho ereto, também me certifico de que o bebê está dormindo. Digo sem parar de mover meu pau diretamente sobre a bunda dela –E os caras, cadê eles?
Já foram pro aniversário do teu primo, então não vão estar por aqui a tarde toda.Sabendo o que essas palavras significavam, vejo ela virar a cabeça e me olhar com desejo. Não consigo evitar de aproximar minha boca da dela. Segundos depois, a gente tá se beijando como se não houvesse amanhã, enquanto sinto os lábios macios da boca da minha mãe sobre os meus. Começo a lembrar como tudo isso começou.……………….Começava o verão de 2012. Minha família, que era composta pelo meu pai, minha mãe, eu e meus dois irmãos, estava decidindo para onde ir de férias. Já que com o trabalho do meu pai, era bem difícil ter umas férias longas.
Então, improvisando, eles decidiram que todos iríamos finalmente para uns chalés que alugaram, que ficavam nos arredores da cidade.
O casamento dos meus pais era e é bem sólido, eles estavam casados quase desde que terminaram o ensino médio. Então, sendo namorados desde jovens, tiveram que se casar quando minha mãe engravidou de mim.
Meu pai é um empreiteiro que naquela época não passava dos 40 anos, e apesar de ser bem bonachão, não se cuidava muito, digamos, e isso se via na barriga dele, que com o passar do tempo não parava de crescer.
Já minha mãe, apesar de ser dona de casa, com seus quase 38 anos tinha uma certa beleza que se destacava pela simplicidade dela. De olhos verdes e pele cor de caramelo, era tão gostosa que às vezes roubava o olhar de outros homens que a viam passar.
Sem saber como meu pai tinha conseguido conquistar ela, só percebia que, apesar do tempo passar, eles nunca pararam de se amar. Por isso, feliz com isso, decidi não falar nada quando me contaram o que faríamos naquele verão. Decididos, partimos uns dias depois e, assim que terminamos de chegar ao que seria nosso destino naquele verão, cheio de entusiasmo, meu pai nos disse assim que viu a casa –Família, acho que este vai ser o melhor dos nossos verões.Vendo a casa que tínhamos pela frente, não tive outra escolha a não ser concordar com ele, já que o lugar era tão lindo que praticamente deixava qualquer um sem palavras.
Depois de decidir, fomos nos acomodando nos nossos respectivos quartos. Enquanto meus pais terminaram de se instalar no quarto principal, meus irmãos e eu, após uma pequena discussão que acabei vencendo, decidimos que eu ficava com um dos dois quartos extras que a casa tinha, o que obrigava meus dois irmãos a dividirem o quarto que sobrou.
Tudo arrumado e depois de ver que a casa ficava perto de um lago pequeno, não foi má ideia dar um mergulho. Então, terminando de almoçar, meu pai perguntou para todos nós –quem vem pro lago comigo.Todos os caras gritaram que iam, então ela se resignou. Minha mãe, pra não ficar sozinha, teve que entrar na onda.
Pronto, saí pra esperar os outros e, enquanto via meus irmãos chegando com seus sungões, vi meu pai saindo com o dele também. Já minha mãe, seguindo ele, apareceu com uma blusa e um short que batia quase no joelho.
Quero deixar claro que até aquele verão, eu via minha mãe só como isso mesmo, minha mãe. Uma mulher meiga e de muito bom humor, que cuidava perfeitamente da família.
Prontos, a gente se aproximou do lago e, enquanto meus irmãos e eu nos jogávamos sem pudor na água, meu pai ajudava minha mãe a se acomodar. Quando tirei a cabeça da água, vi os dois discutindo por causa de alguma coisa.
Mas, sem saber do que falavam, eu ouvi quando minha mãe, do nada, disse pro meu pai –Tá bom, você ganhou.Dito isso, veio uma cena que ia me marcar pelo resto da vida, porque minha mãe pegou a blusa pelos lados e se livrou dela. Na mesma velocidade que tirou a blusa, despachou a calça, que caiu não muito longe de onde ela estava. Deixando à mostra, para os únicos que estavam ali, a visão do corpo gostoso dela, vestido com um biquíni vermelho tão pequeno que quase não escondia nada.
Bestificado e flutuando ainda dentro da água, não consegui tirar os olhos daquele corpo escultural que se mexia. Termina por se deitar na rede que meu pai tinha ajudado a trazer.
Hipnotizado por aquela visão, foi meu irmão que me tirou do transe em que eu estava. Quando, do nada, se jogou em cima de mim, conseguindo me afogar por breves segundos.
Tirando ele de cima, joguei ele pro lado e, vendo meu pai se jogar na água, feito louco comecei a procurar minha mãe com o olhar.
Encontrando ela ainda na rede, parecia que ia pegar um pouco de sol, já que, com toda sensualidade, vi ela aos poucos passando um protetor solar no corpinho gostoso dela.
Concentrado em cada movimento que ela fazia, não percebi que meu pai já estava do meu lado. Aí, assustado, me mexi quando, do nada, ele falou –Sabe, ela teve vergonha de comprar aquele biquíni.Com 16 anos, meu pai já falava comigo com certa maturidade, e eu, assustado e torcendo pra ele não descobrir enquanto admirava quem era a mulher dele e minha mãe. Falei pra ele –E como você fez pra convencer ela a comprar uma parada dessas?
Fui franco com ela –Ela me respondeu –Comentei que a gente ia estar num lugar onde ninguém ia ver ela, então nenhum sem-noção ia fazer nada que deixasse ela desconfortável.Queria dizer que ele estava errado e que, se tinha alguém ali que tinha olhado pra mulher dele com um certo tesão, mas decidi que essa ia ser uma ideia de merda. Tava quase começando a nadar quando, do nada, meu pai me disse –Alex, posso te pedir um favor?Assentindo, ouvi incrédulo quando, do nada, ela me disse –Manda uns elogios pra sua mãe, que ultimamente ela tá meio pra baixo.Dito isso, ela começou a brincar um pouco com meus irmãos, enquanto eu, sem esquecer do pedido dela. Com uma certa loucura, me mandei até a beira do lago e, enquanto saía da água, não pude deixar de admirar minha mãe, que sem perceber minha presença, continuava passando o tal protetor. Assim que cheguei perto dela, não soube como começar, mas minha mãe, me notando com um sorriso no rosto, me perguntou –Já cansou de ficar na água?Negando, engoli o ar que tava preso e, mentindo, falei olhando pra pele gostosa dela –papai me mandou perguntar se você precisa de ajuda?Minha mãe, surpresa e, claro, contente, deixou o bronzeador nas minhas mãos e, enquanto virava as costas, falou na hora:Não alcanço atrás, então se não se importa, podia passar por toda a minha costa?Nervoso, peguei o pote e, vendo que ela ficava dura, derramei um pouco do líquido branco na minha mão enquanto sentia a excitação começar a dominar de forma incomum certas partes do meu corpo. Com todo cuidado, me preparei para espalhar o líquido leitoso sobre a pele da minha mãe.
No começo, senti ela muito macia ao toque, então me deixei levar pelo prazer tátil. Aos poucos, fui passando o bronzeador até o ponto em que, perdido no prazer, mal ouvi quando ela perguntou:O que você acha?Idiota, larguei na hora –Que coisa?
O biquíni que seu pai me deixou comprar?Ela me disse enquanto acrescentava –O que você acha?
Algo revelador –Soltou sem querer, e ela me disse –Fiz o mesmo comentário pro teu pai, mas ele disse que se eu gostasse, era só comprar, já que ninguém ia estar aqui pra me ver usando.
Tem razão, aqui só estamos nós.argumentei apoiando a ideia que meu pai deu pra ela, enquanto tentava acalmá-la, completei na sequência –Fora isso, esse biquíni fica perfeito em você.
É isso que você acha? –Ela me soltou sem olhar pra mim, e eu, sem parar de tocar ela, me atrevi a dizer –você é uma mulher gostosa, mamãe, então o biquíni fica um sonho em você.Contenta com meu comentário, ela se virou de repente e deixou à mostra, bem perto dos meus olhos, os peitos perfeitos dela. Aí me disse, enquanto me dava um beijo suave na bochecha –valeu, gostosa, acho que eu tava precisando desse elogio.Sentindo como meu amigão reagia não só ao beijo, mas também à vista que tinha na minha frente. Tento disfarçar e me afastar dali, e como se estivesse fugindo, me joguei na água fria, que pra minha sorte ajudou a baixar minha libido.
Mais calmo, tirei a cabeça da água e, enquanto fixava o olhar de novo na figura curvilínea do corpo da minha mãe, ela alheia aos meus pensamentos e mais animada. Gritou enquanto se aproximava da lagoa –Aí tem espaço pra mais alguém?Todos nós concordamos com a cabeça e, enquanto a via se aproximando, comecei a pensar que porra tava acontecendo comigo.
No resto da tarde, tentei não olhar pra ela, aliás, toda vez que ela aparecia com aquele biquíni minúsculo, eu desviava o olhar, e agradeci quando saímos da água e cada um voltou a se vestir.
Depois de terminar meu suplício, papai cuidou do jantar e, assim que acabamos de comer, exaustos pelo nosso primeiro dia de férias, fui pro meu quarto me deitar e, sem perceber, acabei dormindo.
Quando acordei, ainda era noite, mas, sentindo sede, fui até a cozinha pegar um copo d'água. Passei primeiro pelo quarto dos meus irmãos, que, assim como eu, estavam dormindo.
Assim que cheguei perto, fui até a cozinha, mas antes de entrar, vi que a luz tava acesa, enquanto uma voz ofegante dizia bem alto –céus, querido, quase tô gozando.Reconhecendo a voz da minha mãe, fui me aproximando bem devagar e consegui me posicionar atrás da parede que dava na porta. Comecei a espiar, vendo de repente algo que praticamente fez meu pau acordar. No meio da cozinha, meus pais estavam completamente pelados e transando de um jeito que não deixava nada a dever a um filme pornô.Sem conseguir evitar, comecei logo a observar com atenção o corpo da minha mãe, que tinha um par de peitos tão grandes que as mãos do meu pai não conseguiam cobrir por completo.
Enquanto a cintura dela era tão fina que destacava perfeitamente aquele par de bundas que naquele momento batiam sem parar contra o pênis do meu pai.
Louco, levei uma das minhas mãos até minha virilha e, enquanto mexia no meu amiguinho já duro, via os peitos da minha mãe balançando de um lado pro outro descontroladamente, enquanto meu pai tentava agarrá-los sem muito sucesso.
Sem saber que estavam sendo observados, meu velho parou de meter com a cintura e, tentando recuperar o fôlego, empurrou minha mãe até que as mãos dela se apoiassem na bancada da cozinha.
Com a bunda empinada, minha mãe colocou pra fora ainda mais aquele rabão dela e, enquanto esperava meu pai meter de novo, falou com um certo desespero –Amor, termina que quase cheguei.Sabendo que ele tava falando do orgasmo dela, vi meu pai respirar fundo e, tentando tirar força do nada, agarrou os quadris da mulher dele e guiou o pau dele direto pra buceta da esposa. Conseguiu penetrar ela de um jeito que minha mãe só soltou um gemido forte.
Desejando de repente estar no lugar do meu pai e ouvindo os gemidos fortes que minha mãe soltava a cada estocada, comecei a me masturbar com mais força enquanto olhava meus pais trepando. Me masturbei tanto que gozei quase na hora.
Ofegante, descansei uns segundos e, me recuperando rápido, voltei o olhar pra cozinha e espiei de novo. Notei que meu pai quase gritava –me gozoooo…Enquanto ele empurrava a cintura dela e não tirava a anatomia do corpo da minha mãe, que suada e visivelmente puta, disse pro meu pai num tom de reclamação –de novo você me deixou na metade.Meu pai, recuperando o fôlego, pegou o cabelo dela e puxou para o lado, dando beijinhos suaves no pescoço dela enquanto se desculpava, dizendo –Me desculpa, amor, juro que da próxima vez vou te fazer gozar como nunca.Balançando a cabeça negativamente, minha mãe afasta o corpo do do meu pai e, deixando eu ver por breves segundos a buceta gostosa dela, ouço ela soltar pro meu progenitor –não solta promessas que tu não vai conseguir cumprir.Enquanto observo com tesão como parte da porra do meu pai escorre entre as coxas firmes dela, e enquanto desejo que fosse meu sêmen, em vez do do meu pai, percorrendo o corpo dela. Sinto meu pau ganhar força de novo.
Mas sabendo que não tinha tempo pra mais uma punheta, dou um último olhar pro corpo curvilíneo da minha mãe e gravo a imagem do corpo nu dela. Viro e, fazendo silêncio absoluto, volto pro meu quarto.
Chegando lá, não me seguro e, mal me deito na cama, libero meu volume de novo, que já tá duro outra vez. E enquanto memorizo tudo que vi, não paro de bater uma com tanta raiva que acabo gozando mais uma vez.Sem me vestir, relaxo até o ponto que não aguento mais e acabo dormindo, mas longe de sonhar com qualquer coisa. Só uma coisa ocupa meus sonhos: o corpo nu da minha mãe.
Tava tão concentrado admirando o bebê, que nem percebi minha mãe chegar. Me perturbando, ela falou nas minhas costas –Sabe que seu pai não consegue fazer algo tão simples assim?Sorrindo com o comentário dela, viro de costas e, enquanto a observo com atenção, falo pra provocar também –Será que eu e o Tomás temos uma conexão que ele não tem com o pai.Com uma blusa simples que tem um decote pequeno e uma saia que vai quase até o tornozelo, minha mãe, pra mim, está esplêndida. Mas ignorando meus pensamentos sobre ela, ela se aproxima do berço e, enquanto vejo como ela se apoia nele, percebo ao mesmo tempo como esse movimento faz sobressair a bunda grande dela, que, como sempre, está linda de se ver.
Não conseguindo me segurar, me aproximo dela e, enquanto sinto meu pau já duro diante daquela visão, consigo encostar nas suas nalgas magníficas. Ouço ela me dizer, enquanto confere que o bebê está dormindo –Sabe, o jogo do seu pai termina quase ao anoitecer.Continuando com minha ousadia e encorajado pelas palavras dela, pego ela pela cintura e, enquanto esfrego meu amiguinho ereto, também me certifico de que o bebê está dormindo. Digo sem parar de mover meu pau diretamente sobre a bunda dela –E os caras, cadê eles?Já foram pro aniversário do teu primo, então não vão estar por aqui a tarde toda.Sabendo o que essas palavras significavam, vejo ela virar a cabeça e me olhar com desejo. Não consigo evitar de aproximar minha boca da dela. Segundos depois, a gente tá se beijando como se não houvesse amanhã, enquanto sinto os lábios macios da boca da minha mãe sobre os meus. Começo a lembrar como tudo isso começou.……………….Começava o verão de 2012. Minha família, que era composta pelo meu pai, minha mãe, eu e meus dois irmãos, estava decidindo para onde ir de férias. Já que com o trabalho do meu pai, era bem difícil ter umas férias longas.
Então, improvisando, eles decidiram que todos iríamos finalmente para uns chalés que alugaram, que ficavam nos arredores da cidade.
O casamento dos meus pais era e é bem sólido, eles estavam casados quase desde que terminaram o ensino médio. Então, sendo namorados desde jovens, tiveram que se casar quando minha mãe engravidou de mim.
Meu pai é um empreiteiro que naquela época não passava dos 40 anos, e apesar de ser bem bonachão, não se cuidava muito, digamos, e isso se via na barriga dele, que com o passar do tempo não parava de crescer.
Já minha mãe, apesar de ser dona de casa, com seus quase 38 anos tinha uma certa beleza que se destacava pela simplicidade dela. De olhos verdes e pele cor de caramelo, era tão gostosa que às vezes roubava o olhar de outros homens que a viam passar.
Sem saber como meu pai tinha conseguido conquistar ela, só percebia que, apesar do tempo passar, eles nunca pararam de se amar. Por isso, feliz com isso, decidi não falar nada quando me contaram o que faríamos naquele verão. Decididos, partimos uns dias depois e, assim que terminamos de chegar ao que seria nosso destino naquele verão, cheio de entusiasmo, meu pai nos disse assim que viu a casa –Família, acho que este vai ser o melhor dos nossos verões.Vendo a casa que tínhamos pela frente, não tive outra escolha a não ser concordar com ele, já que o lugar era tão lindo que praticamente deixava qualquer um sem palavras.Depois de decidir, fomos nos acomodando nos nossos respectivos quartos. Enquanto meus pais terminaram de se instalar no quarto principal, meus irmãos e eu, após uma pequena discussão que acabei vencendo, decidimos que eu ficava com um dos dois quartos extras que a casa tinha, o que obrigava meus dois irmãos a dividirem o quarto que sobrou.
Tudo arrumado e depois de ver que a casa ficava perto de um lago pequeno, não foi má ideia dar um mergulho. Então, terminando de almoçar, meu pai perguntou para todos nós –quem vem pro lago comigo.Todos os caras gritaram que iam, então ela se resignou. Minha mãe, pra não ficar sozinha, teve que entrar na onda.
Pronto, saí pra esperar os outros e, enquanto via meus irmãos chegando com seus sungões, vi meu pai saindo com o dele também. Já minha mãe, seguindo ele, apareceu com uma blusa e um short que batia quase no joelho.
Quero deixar claro que até aquele verão, eu via minha mãe só como isso mesmo, minha mãe. Uma mulher meiga e de muito bom humor, que cuidava perfeitamente da família. Prontos, a gente se aproximou do lago e, enquanto meus irmãos e eu nos jogávamos sem pudor na água, meu pai ajudava minha mãe a se acomodar. Quando tirei a cabeça da água, vi os dois discutindo por causa de alguma coisa.
Mas, sem saber do que falavam, eu ouvi quando minha mãe, do nada, disse pro meu pai –Tá bom, você ganhou.Dito isso, veio uma cena que ia me marcar pelo resto da vida, porque minha mãe pegou a blusa pelos lados e se livrou dela. Na mesma velocidade que tirou a blusa, despachou a calça, que caiu não muito longe de onde ela estava. Deixando à mostra, para os únicos que estavam ali, a visão do corpo gostoso dela, vestido com um biquíni vermelho tão pequeno que quase não escondia nada.
Bestificado e flutuando ainda dentro da água, não consegui tirar os olhos daquele corpo escultural que se mexia. Termina por se deitar na rede que meu pai tinha ajudado a trazer.Hipnotizado por aquela visão, foi meu irmão que me tirou do transe em que eu estava. Quando, do nada, se jogou em cima de mim, conseguindo me afogar por breves segundos.
Tirando ele de cima, joguei ele pro lado e, vendo meu pai se jogar na água, feito louco comecei a procurar minha mãe com o olhar.
Encontrando ela ainda na rede, parecia que ia pegar um pouco de sol, já que, com toda sensualidade, vi ela aos poucos passando um protetor solar no corpinho gostoso dela.
Concentrado em cada movimento que ela fazia, não percebi que meu pai já estava do meu lado. Aí, assustado, me mexi quando, do nada, ele falou –Sabe, ela teve vergonha de comprar aquele biquíni.Com 16 anos, meu pai já falava comigo com certa maturidade, e eu, assustado e torcendo pra ele não descobrir enquanto admirava quem era a mulher dele e minha mãe. Falei pra ele –E como você fez pra convencer ela a comprar uma parada dessas?
Fui franco com ela –Ela me respondeu –Comentei que a gente ia estar num lugar onde ninguém ia ver ela, então nenhum sem-noção ia fazer nada que deixasse ela desconfortável.Queria dizer que ele estava errado e que, se tinha alguém ali que tinha olhado pra mulher dele com um certo tesão, mas decidi que essa ia ser uma ideia de merda. Tava quase começando a nadar quando, do nada, meu pai me disse –Alex, posso te pedir um favor?Assentindo, ouvi incrédulo quando, do nada, ela me disse –Manda uns elogios pra sua mãe, que ultimamente ela tá meio pra baixo.Dito isso, ela começou a brincar um pouco com meus irmãos, enquanto eu, sem esquecer do pedido dela. Com uma certa loucura, me mandei até a beira do lago e, enquanto saía da água, não pude deixar de admirar minha mãe, que sem perceber minha presença, continuava passando o tal protetor. Assim que cheguei perto dela, não soube como começar, mas minha mãe, me notando com um sorriso no rosto, me perguntou –Já cansou de ficar na água?Negando, engoli o ar que tava preso e, mentindo, falei olhando pra pele gostosa dela –papai me mandou perguntar se você precisa de ajuda?Minha mãe, surpresa e, claro, contente, deixou o bronzeador nas minhas mãos e, enquanto virava as costas, falou na hora:Não alcanço atrás, então se não se importa, podia passar por toda a minha costa?Nervoso, peguei o pote e, vendo que ela ficava dura, derramei um pouco do líquido branco na minha mão enquanto sentia a excitação começar a dominar de forma incomum certas partes do meu corpo. Com todo cuidado, me preparei para espalhar o líquido leitoso sobre a pele da minha mãe.
No começo, senti ela muito macia ao toque, então me deixei levar pelo prazer tátil. Aos poucos, fui passando o bronzeador até o ponto em que, perdido no prazer, mal ouvi quando ela perguntou:O que você acha?Idiota, larguei na hora –Que coisa?
O biquíni que seu pai me deixou comprar?Ela me disse enquanto acrescentava –O que você acha?
Algo revelador –Soltou sem querer, e ela me disse –Fiz o mesmo comentário pro teu pai, mas ele disse que se eu gostasse, era só comprar, já que ninguém ia estar aqui pra me ver usando.
Tem razão, aqui só estamos nós.argumentei apoiando a ideia que meu pai deu pra ela, enquanto tentava acalmá-la, completei na sequência –Fora isso, esse biquíni fica perfeito em você.
É isso que você acha? –Ela me soltou sem olhar pra mim, e eu, sem parar de tocar ela, me atrevi a dizer –você é uma mulher gostosa, mamãe, então o biquíni fica um sonho em você.Contenta com meu comentário, ela se virou de repente e deixou à mostra, bem perto dos meus olhos, os peitos perfeitos dela. Aí me disse, enquanto me dava um beijo suave na bochecha –valeu, gostosa, acho que eu tava precisando desse elogio.Sentindo como meu amigão reagia não só ao beijo, mas também à vista que tinha na minha frente. Tento disfarçar e me afastar dali, e como se estivesse fugindo, me joguei na água fria, que pra minha sorte ajudou a baixar minha libido.
Mais calmo, tirei a cabeça da água e, enquanto fixava o olhar de novo na figura curvilínea do corpo da minha mãe, ela alheia aos meus pensamentos e mais animada. Gritou enquanto se aproximava da lagoa –Aí tem espaço pra mais alguém?Todos nós concordamos com a cabeça e, enquanto a via se aproximando, comecei a pensar que porra tava acontecendo comigo.
No resto da tarde, tentei não olhar pra ela, aliás, toda vez que ela aparecia com aquele biquíni minúsculo, eu desviava o olhar, e agradeci quando saímos da água e cada um voltou a se vestir.
Depois de terminar meu suplício, papai cuidou do jantar e, assim que acabamos de comer, exaustos pelo nosso primeiro dia de férias, fui pro meu quarto me deitar e, sem perceber, acabei dormindo.
Quando acordei, ainda era noite, mas, sentindo sede, fui até a cozinha pegar um copo d'água. Passei primeiro pelo quarto dos meus irmãos, que, assim como eu, estavam dormindo.
Assim que cheguei perto, fui até a cozinha, mas antes de entrar, vi que a luz tava acesa, enquanto uma voz ofegante dizia bem alto –céus, querido, quase tô gozando.Reconhecendo a voz da minha mãe, fui me aproximando bem devagar e consegui me posicionar atrás da parede que dava na porta. Comecei a espiar, vendo de repente algo que praticamente fez meu pau acordar. No meio da cozinha, meus pais estavam completamente pelados e transando de um jeito que não deixava nada a dever a um filme pornô.Sem conseguir evitar, comecei logo a observar com atenção o corpo da minha mãe, que tinha um par de peitos tão grandes que as mãos do meu pai não conseguiam cobrir por completo.
Enquanto a cintura dela era tão fina que destacava perfeitamente aquele par de bundas que naquele momento batiam sem parar contra o pênis do meu pai. Louco, levei uma das minhas mãos até minha virilha e, enquanto mexia no meu amiguinho já duro, via os peitos da minha mãe balançando de um lado pro outro descontroladamente, enquanto meu pai tentava agarrá-los sem muito sucesso.
Sem saber que estavam sendo observados, meu velho parou de meter com a cintura e, tentando recuperar o fôlego, empurrou minha mãe até que as mãos dela se apoiassem na bancada da cozinha.
Com a bunda empinada, minha mãe colocou pra fora ainda mais aquele rabão dela e, enquanto esperava meu pai meter de novo, falou com um certo desespero –Amor, termina que quase cheguei.Sabendo que ele tava falando do orgasmo dela, vi meu pai respirar fundo e, tentando tirar força do nada, agarrou os quadris da mulher dele e guiou o pau dele direto pra buceta da esposa. Conseguiu penetrar ela de um jeito que minha mãe só soltou um gemido forte. Desejando de repente estar no lugar do meu pai e ouvindo os gemidos fortes que minha mãe soltava a cada estocada, comecei a me masturbar com mais força enquanto olhava meus pais trepando. Me masturbei tanto que gozei quase na hora.
Ofegante, descansei uns segundos e, me recuperando rápido, voltei o olhar pra cozinha e espiei de novo. Notei que meu pai quase gritava –me gozoooo…Enquanto ele empurrava a cintura dela e não tirava a anatomia do corpo da minha mãe, que suada e visivelmente puta, disse pro meu pai num tom de reclamação –de novo você me deixou na metade.Meu pai, recuperando o fôlego, pegou o cabelo dela e puxou para o lado, dando beijinhos suaves no pescoço dela enquanto se desculpava, dizendo –Me desculpa, amor, juro que da próxima vez vou te fazer gozar como nunca.Balançando a cabeça negativamente, minha mãe afasta o corpo do do meu pai e, deixando eu ver por breves segundos a buceta gostosa dela, ouço ela soltar pro meu progenitor –não solta promessas que tu não vai conseguir cumprir.Enquanto observo com tesão como parte da porra do meu pai escorre entre as coxas firmes dela, e enquanto desejo que fosse meu sêmen, em vez do do meu pai, percorrendo o corpo dela. Sinto meu pau ganhar força de novo.
Mas sabendo que não tinha tempo pra mais uma punheta, dou um último olhar pro corpo curvilíneo da minha mãe e gravo a imagem do corpo nu dela. Viro e, fazendo silêncio absoluto, volto pro meu quarto.
Chegando lá, não me seguro e, mal me deito na cama, libero meu volume de novo, que já tá duro outra vez. E enquanto memorizo tudo que vi, não paro de bater uma com tanta raiva que acabo gozando mais uma vez.Sem me vestir, relaxo até o ponto que não aguento mais e acabo dormindo, mas longe de sonhar com qualquer coisa. Só uma coisa ocupa meus sonhos: o corpo nu da minha mãe.
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