Minha putinha tinha acabado de morrer. Já eram 10 anos com ela e eu me sentia terrível. Ela era parte da família. E do outro lado do quarto se ouviam uns gemidos: constantes, abafados e o rangido de uma cama de madeira, alguns sussurros que dava pra entender como palavrões. Eu não estava no clima e só queria dormir, mas essa mistura de tristeza com raiva e um pouco de tesão estava me deixando louca. Depois de vários minutos, eles pararam.
No dia seguinte, quando acordei, vi meu sobrinho saindo. Na verdade é sobrinho por afinidade, é neto da irmã do meu pai. É meio enrolado, eu sei. Ele me cumprimentou já que saímos quase ao mesmo tempo e eu respondi, mas ainda estava irritada, não tinha dormido direito.
Fui os restos da minha putinha que criaram. Cheguei em casa e comecei a chorar, minha irmã me consolou um pouco. A partir daquele dia me senti sozinha. Nem eu nem minha irmã tínhamos nos casado. Mesmo assim já tínhamos filhos, mas nossos parceiros não moravam conosco. Que estranho nesses dias (sarcasmo).
Comecei a sair com minha irmã pra viajar e nos distrair, ela tava triste também porque a casada se sentia sozinha. A verdade é que ajudou porque nos aproximamos um pouco mais. Nunca fomos tão unidas mesmo tendo vivido a vida toda aqui.
Nessas férias ficamos na praia. A verdade é que fez muito bem pra nós duas. Embora eu, pelo menos, tenha percebido que meu corpo já não era mais o mesmo. O Oscar, o cara que eu saía e às vezes dormia comigo, não era grande coisa, pra ser sincera. Ele é bem passivo e na cama meio morno. Mas na minha idade, ter alguém do lado já é lucro. Ou pelo menos é o que eu penso. Olhei pro meu corpo, meus quadris, embora um pouco largos, já têm algumas estrias e celulite, não sou perfeita. Mas minhas nádegas são carnudas. Tenho uma barriguinha e sou baixinha. Meus seios são pequenos, eu diria o tamanho, mas vocês nem sabem, são tipo do tamanho de umas toranjas normais.
Ficamos na piscina, as duas de shorts e camiseta com um biquíni por baixo. Muito de tia, né? Mas é o que somos. Entramos no mar uma hora depois e, como dá pra imaginar, saímos molhadas. Foi aí que encontramos um casal de caras. Um deles ficou me encarando, a camiseta toda colada no corpo. Ele me olhou com tesão e eu vi que ele estava com o pau todo marcado no calção de banho. Fiquei excitada e peguei a toalha pra ir me enxaguar. Me senti estranha.
No jantar, decidi colocar um vestido. Não me sentia totalmente confortável, pois minhas pernas já não são mais as de antes. Mas, no fim das contas, não posso ficar sempre me preocupando com o que vão dizer, então coloquei mesmo. Saímos para jantar e conversei animadamente com minha irmã sobre nossas vidas. Ambas concordamos que no amor não tivemos sorte, mas tínhamos nossos filhos; ela uma filha e eu um filho, nenhum dos dois morava mais conosco. Compartilhamos algumas experiências e me senti mais tranquila. Dois senhores, um pouco mais novos, uns cinco anos, nos chamaram para dançar. Não dançavam tão bem, mas foi divertido. O que dançou comigo deu uma flertada e foi bom me sentir desejada.
Ao chegar no quarto, quase não consegui dormir. Tinha percebido que, mesmo meu corpo não sendo perfeito e eu não me achando sexy, ainda atraía vários homens. Ou será que os homens são tão tarados que pegam qualquer coisa com bunda? Pode ser, mas eu estava chamando atenção e isso já bastava. A ideia ficou na minha cabeça.
Talvez pra vocês pareça um pouco exagerado, mas eu cresci numa família meio reservada e presa às expectativas dos outros. Sem muito carinho, meu pai morreu quando eu era jovem e minha mãe era dura. No fim de toda essa carga, acabamos sem uma família de verdade e me custou muitos anos aceitar isso.
Quando voltamos das férias, a verdade é que eu me sentia bem e foi difícil me despedir daquela tristeza do lar. Mas tentei me recompor e levar minha vida o mais normal possível. Na entrada do prédio, encontrei meu sobrino Marco. Nos cumprimentamos e ele nos ajudou a subir as maletas. Conversamos um pouco, demos risada. Lembrei que meu computador (era nosso, dos dois) não estava funcionando e perguntei se depois ele poderia dar uma olhada. Ele disse que sim e trocamos números. A gente nem tinha os números um do outro, e olha que moramos tão perto!
No trabalho me arrumei um pouco mais do que o normal. Meia-calça, saia e blusa branca com um casaco. Meus quadris estavam em evidência e meus santos, mesmo já um pouco caídos, com o sutiã se mantinham no lugar kkk. Percebia os olhares dos alunos e de alguns dos meus colegas. Trabalho numa escola como administrativa. Minhas colegas me disseram que eu estava bem, que fazia tempo que não me arrumava. Isso me fez sentir com um pouco mais de confiança e eu retribuí o elogio. Saímos para almoçar e nos divertimos muito, sério. Conversamos muito sobre homens, coisa que não fazíamos. Por exemplo, não sabia que a Clara, já uma senhora casada, assistia pornô e fantasiava em fazer anal. Na idade dela, uns 45 anos, nunca tinha feito. Curioso, ela nos disse que não tinha confiança com o marido. A Sara nos contou que ela gostava de ser maltratada, que dissessem grosserias pra ela e que com o marido dela era assim mesmo. Eu disse que não parecia que o marido dela fosse desses homens. Todas nós rimos. Eu confessei pra elas que adoraria que me comessem com força. Uma vez tive um namorado mais novo que me tratou com rudeza na cama. Mas desde então, nunca mais ninguém.
Devo confessar que não apresentei o Oscar nas reuniões do trabalho. Ele sempre andava mal arrumado e tem uma atitude mais tranquila e passiva. Mas ele me faz rir muito, isso sim. Por favor, homens, se vistam bem, façam suas mulheres rirem e perguntem o que elas mais gostam. Senão, vão acabar sendo corneados.
Enfim, naquela noite subimos pro quarto. Não contei pra vocês. Temos um quarto de empregada que usamos como quarto de hóspedes. É onde costumo dormir quando o Oscar vem ficar e minha irmã fica no apartamento. Vocês sabem, por privacidade. Por isso que ouvi meu sobrinho transando, porque os quartos são colados. Quando cheguei de noite, a gente ficou com muito tesão e fizemos amor. Mas fiquei com vontade, não passamos do papai e mamãe e de ladinho, e foi bem rápido. Queria mais, mas ele ou não queria mais ou não conseguia. Me masturbei e tentei deixar ele duro, mas não deu mais. Nem vontade de continuar me tocando eu tive.
Para piorar a noite, meu sobrino estava com alguém. Eu ouvia gemidos, mas eram mais como guinchos, daquelas vozes finas e estridentes. Mas isso não impedia que eu ficasse excitada, ainda mais do jeito que eu estava. Eu ficava falando coisas pro meu sobrino tipo: me dá mais, sim, enfia tudo, vamos, eu quero pau. Nunca tinha feito assim e me surpreendeu um pouco, mas também estava muito tesuda. Aguentei uns vinte minutos daquilo. E o Oscar roncando, meu Deus.
No outro dia não os encontrei. Saí cedo pro trabalho. Desci pra tomar banho, me arrumei e mais um dia. O dia inteiro fiquei pensando em conversar com Oscar sobre nosso relacionamento. Mil cenários imaginei.
Quando cheguei à noite do trabalho, lembrei que tinha que renovar meu título de eleitor e descobri que minha computador não estava pegando internet. Reiniciei o modem, fiz tudo que era normal e nada. Aí mandei mensagem pro Marco. Ele respondeu minutos depois e disse que passava em uma hora, que chegaria do trabalho. Quando minha irmã foi ao mercado fazer as compras da semana, me deu o maior tesão da minha vida. Vi ele e lembrei daquela noite. Também olhei pra ele, já era um homem, parecia forte. Devo dizer que praticamente vi ele crescer, agora tem 26 anos. E é desnecessário dizer, mas ele tem uma bunda boa e um volume que, bom, não é normal, eu acho. Vi quando ele se agachou debaixo da escrivaninha pra ver o modem que estava embaixo e o CPU. Sim, eu sei, meu computador é velho.
Sem perceber, eu estava excitada e meu coração batia forte. Deve ter sido uma combinação de tudo. As conversas com minhas amigas, o sexo ruim da noite passada, os sons daquela garota e os pensamentos que não consegui tirar da cabeça todas essas semanas.
— Pronto, tia, acho que já está.
— Vamos ver, filho da puta, deixa eu ver se entra na internet — me sentei na cadeira pra esperar.
— Já devia, tia. Ia sair ou por que tão arrumada, tia?
— hahaha, o que você tá dizendo, filho? Eu sempre vou assim pro trabalho.
— Se eu a vi esses dias, ela tá se vestindo diferente, não me diga que tem um gato por aí haha
— A gente se arruma pra gente mesma, não pros homens.
— Tá bom, tia, era brincadeira, eu sei — eu tava me sentindo meio agressiva.
—Mas se… eu me arrumei diferente, era uma topa que eu tinha guardada lá
— Ficou bom, tia. Olha aí, clica, se for aí e sua internet é essa. Acho que só estava desconfigurado, mas já reiniciei tudo e mudei o nome.
— Ah, ótimo, já posso entrar, filho, muito obrigada. Agora tenho que me apressar para fazer a burocracia do INE. Ei, você quer um café?
— Tia, tá tudo bem?
A gente ficou conversando sobre várias coisas triviais, divertidas. Percebi que o Marco era confiante, carismático e tinha um humor inteligente, além de falarmos sobre algumas coisas da vida e pude notar que ele tinha um bom senso. Mas depois as coisas mudaram para um plano estranho que me excitou, mas me deu medo.
— E aí, como tá a coisa com o Oscar, tia? A boa vida com ele, acorda super tarde, queria ser ele haha
— kkkk ele é um preguiçoso, mas é que ele também trabalha de tarde.
—Ah, não sabia, eu não conseguiria trabalhar de noite, que eu fico acordada até tarde.
— Que tal se a gente forçar a madrugada, hein? haha
— Por que você diz isso, tia? — na hora senti que tinha caído numa armadilha ou me entregado sozinha
— Bom, você não vai deitar pra dormir, né kkkk — ri nervosa
— Bom, tia, algumas amigas com quem eu saio — me senti decepcionada
— Você tem muitas?
— Não, na verdade foi só uma vez. Não sabia que dava pra ouvir, tia haha desculpa
— Se tem uma coisa —eu estava nervosa
— Eu nunca ouvi eles hahaha
— Que coisa é essa que você tá falando, meu filho! Eu não grito desse jeito — me arrependi de falar, mas escapou.
Talvez ela nunca tenha gemido de verdade
— Chega! Temos que parar.
— Não queria ofender a senhora, tia, achei que era brincadeira
— Tudo bem, não se preocupa. Valeu pela ajuda com a internet.
— Tá bom, tia, descanse. A gente se vê.
Aquela noite eu fiquei pensando em tudo. Eu não estava sendo eu mesma. Só consegui concluir que eu estava com tesão e mal atendida, por pior que soe. E que eu não tinha realmente aproveitado minha sexualidade, mesmo já tendo sinais de que não era indiferente aos homens.
Meus dedos estavam se esfregando contra meu pijama; acariciando minha buceta, pressionando os lábios. Meti minha mão na calcinha e senti a umidade escapando, meus dedos se encheram da viscosidade e esfregando contra meus lábios, pareciam que se beijavam. Não pude evitar tocar meu botão e com as pontas dos dedos ir de um lado para o outro, pressionando, fazendo formas. Com vontade própria dois dos meus dedos deslizaram sem resistência, dentro de mim se moviam deliciosamente, meu quadril empurrava pedindo um homem, mas os dedos brincavam dentro, tocando, roçando, entrando e saindo cada vez mais rápido e voltando aos meus lábios com mais suco que antes. Meus quadris empurravam forte contra o atrito dos meus dedos no meu clitóris. Minha outra mão tomou parte clamando por outro par de dedos, entrando e saindo e a outra mão acariciava meu clitóris faminto. Meu quadril teimoso como se resistindo e pedindo um pedaço maior, minha mão teimosa entrando e saindo até que gozei.
Meu coração batia forte querendo escapar e, com susto, percebi que tinha molhado os lençóis. Nunca tinha me masturbado assim, nem tirado tanto. Mas estava suando, acelerada, excitada, com fome.
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Deixo aqui algumas outras histórias pra vocês
-Eu grávida e o amigo do meu marido (fotos)-A professora e muito mais coisas que ela é (fotos)
-Comi um negão num torneio (fotos)
-Me chantageiam por causa do meu marido - Parte I
-Minha obrigação com o jovem negro
-Meu sobrinho e eu, a tia peituda.
No dia seguinte, quando acordei, vi meu sobrinho saindo. Na verdade é sobrinho por afinidade, é neto da irmã do meu pai. É meio enrolado, eu sei. Ele me cumprimentou já que saímos quase ao mesmo tempo e eu respondi, mas ainda estava irritada, não tinha dormido direito.
Fui os restos da minha putinha que criaram. Cheguei em casa e comecei a chorar, minha irmã me consolou um pouco. A partir daquele dia me senti sozinha. Nem eu nem minha irmã tínhamos nos casado. Mesmo assim já tínhamos filhos, mas nossos parceiros não moravam conosco. Que estranho nesses dias (sarcasmo).
Comecei a sair com minha irmã pra viajar e nos distrair, ela tava triste também porque a casada se sentia sozinha. A verdade é que ajudou porque nos aproximamos um pouco mais. Nunca fomos tão unidas mesmo tendo vivido a vida toda aqui.
Nessas férias ficamos na praia. A verdade é que fez muito bem pra nós duas. Embora eu, pelo menos, tenha percebido que meu corpo já não era mais o mesmo. O Oscar, o cara que eu saía e às vezes dormia comigo, não era grande coisa, pra ser sincera. Ele é bem passivo e na cama meio morno. Mas na minha idade, ter alguém do lado já é lucro. Ou pelo menos é o que eu penso. Olhei pro meu corpo, meus quadris, embora um pouco largos, já têm algumas estrias e celulite, não sou perfeita. Mas minhas nádegas são carnudas. Tenho uma barriguinha e sou baixinha. Meus seios são pequenos, eu diria o tamanho, mas vocês nem sabem, são tipo do tamanho de umas toranjas normais.
Ficamos na piscina, as duas de shorts e camiseta com um biquíni por baixo. Muito de tia, né? Mas é o que somos. Entramos no mar uma hora depois e, como dá pra imaginar, saímos molhadas. Foi aí que encontramos um casal de caras. Um deles ficou me encarando, a camiseta toda colada no corpo. Ele me olhou com tesão e eu vi que ele estava com o pau todo marcado no calção de banho. Fiquei excitada e peguei a toalha pra ir me enxaguar. Me senti estranha.
No jantar, decidi colocar um vestido. Não me sentia totalmente confortável, pois minhas pernas já não são mais as de antes. Mas, no fim das contas, não posso ficar sempre me preocupando com o que vão dizer, então coloquei mesmo. Saímos para jantar e conversei animadamente com minha irmã sobre nossas vidas. Ambas concordamos que no amor não tivemos sorte, mas tínhamos nossos filhos; ela uma filha e eu um filho, nenhum dos dois morava mais conosco. Compartilhamos algumas experiências e me senti mais tranquila. Dois senhores, um pouco mais novos, uns cinco anos, nos chamaram para dançar. Não dançavam tão bem, mas foi divertido. O que dançou comigo deu uma flertada e foi bom me sentir desejada.
Ao chegar no quarto, quase não consegui dormir. Tinha percebido que, mesmo meu corpo não sendo perfeito e eu não me achando sexy, ainda atraía vários homens. Ou será que os homens são tão tarados que pegam qualquer coisa com bunda? Pode ser, mas eu estava chamando atenção e isso já bastava. A ideia ficou na minha cabeça.
Talvez pra vocês pareça um pouco exagerado, mas eu cresci numa família meio reservada e presa às expectativas dos outros. Sem muito carinho, meu pai morreu quando eu era jovem e minha mãe era dura. No fim de toda essa carga, acabamos sem uma família de verdade e me custou muitos anos aceitar isso.
Quando voltamos das férias, a verdade é que eu me sentia bem e foi difícil me despedir daquela tristeza do lar. Mas tentei me recompor e levar minha vida o mais normal possível. Na entrada do prédio, encontrei meu sobrino Marco. Nos cumprimentamos e ele nos ajudou a subir as maletas. Conversamos um pouco, demos risada. Lembrei que meu computador (era nosso, dos dois) não estava funcionando e perguntei se depois ele poderia dar uma olhada. Ele disse que sim e trocamos números. A gente nem tinha os números um do outro, e olha que moramos tão perto!
No trabalho me arrumei um pouco mais do que o normal. Meia-calça, saia e blusa branca com um casaco. Meus quadris estavam em evidência e meus santos, mesmo já um pouco caídos, com o sutiã se mantinham no lugar kkk. Percebia os olhares dos alunos e de alguns dos meus colegas. Trabalho numa escola como administrativa. Minhas colegas me disseram que eu estava bem, que fazia tempo que não me arrumava. Isso me fez sentir com um pouco mais de confiança e eu retribuí o elogio. Saímos para almoçar e nos divertimos muito, sério. Conversamos muito sobre homens, coisa que não fazíamos. Por exemplo, não sabia que a Clara, já uma senhora casada, assistia pornô e fantasiava em fazer anal. Na idade dela, uns 45 anos, nunca tinha feito. Curioso, ela nos disse que não tinha confiança com o marido. A Sara nos contou que ela gostava de ser maltratada, que dissessem grosserias pra ela e que com o marido dela era assim mesmo. Eu disse que não parecia que o marido dela fosse desses homens. Todas nós rimos. Eu confessei pra elas que adoraria que me comessem com força. Uma vez tive um namorado mais novo que me tratou com rudeza na cama. Mas desde então, nunca mais ninguém.
Devo confessar que não apresentei o Oscar nas reuniões do trabalho. Ele sempre andava mal arrumado e tem uma atitude mais tranquila e passiva. Mas ele me faz rir muito, isso sim. Por favor, homens, se vistam bem, façam suas mulheres rirem e perguntem o que elas mais gostam. Senão, vão acabar sendo corneados.
Enfim, naquela noite subimos pro quarto. Não contei pra vocês. Temos um quarto de empregada que usamos como quarto de hóspedes. É onde costumo dormir quando o Oscar vem ficar e minha irmã fica no apartamento. Vocês sabem, por privacidade. Por isso que ouvi meu sobrinho transando, porque os quartos são colados. Quando cheguei de noite, a gente ficou com muito tesão e fizemos amor. Mas fiquei com vontade, não passamos do papai e mamãe e de ladinho, e foi bem rápido. Queria mais, mas ele ou não queria mais ou não conseguia. Me masturbei e tentei deixar ele duro, mas não deu mais. Nem vontade de continuar me tocando eu tive.
Para piorar a noite, meu sobrino estava com alguém. Eu ouvia gemidos, mas eram mais como guinchos, daquelas vozes finas e estridentes. Mas isso não impedia que eu ficasse excitada, ainda mais do jeito que eu estava. Eu ficava falando coisas pro meu sobrino tipo: me dá mais, sim, enfia tudo, vamos, eu quero pau. Nunca tinha feito assim e me surpreendeu um pouco, mas também estava muito tesuda. Aguentei uns vinte minutos daquilo. E o Oscar roncando, meu Deus.
No outro dia não os encontrei. Saí cedo pro trabalho. Desci pra tomar banho, me arrumei e mais um dia. O dia inteiro fiquei pensando em conversar com Oscar sobre nosso relacionamento. Mil cenários imaginei.
Quando cheguei à noite do trabalho, lembrei que tinha que renovar meu título de eleitor e descobri que minha computador não estava pegando internet. Reiniciei o modem, fiz tudo que era normal e nada. Aí mandei mensagem pro Marco. Ele respondeu minutos depois e disse que passava em uma hora, que chegaria do trabalho. Quando minha irmã foi ao mercado fazer as compras da semana, me deu o maior tesão da minha vida. Vi ele e lembrei daquela noite. Também olhei pra ele, já era um homem, parecia forte. Devo dizer que praticamente vi ele crescer, agora tem 26 anos. E é desnecessário dizer, mas ele tem uma bunda boa e um volume que, bom, não é normal, eu acho. Vi quando ele se agachou debaixo da escrivaninha pra ver o modem que estava embaixo e o CPU. Sim, eu sei, meu computador é velho.
Sem perceber, eu estava excitada e meu coração batia forte. Deve ter sido uma combinação de tudo. As conversas com minhas amigas, o sexo ruim da noite passada, os sons daquela garota e os pensamentos que não consegui tirar da cabeça todas essas semanas.
— Pronto, tia, acho que já está.
— Vamos ver, filho da puta, deixa eu ver se entra na internet — me sentei na cadeira pra esperar.
— Já devia, tia. Ia sair ou por que tão arrumada, tia?
— hahaha, o que você tá dizendo, filho? Eu sempre vou assim pro trabalho.
— Se eu a vi esses dias, ela tá se vestindo diferente, não me diga que tem um gato por aí haha
— A gente se arruma pra gente mesma, não pros homens.
— Tá bom, tia, era brincadeira, eu sei — eu tava me sentindo meio agressiva.
—Mas se… eu me arrumei diferente, era uma topa que eu tinha guardada lá
— Ficou bom, tia. Olha aí, clica, se for aí e sua internet é essa. Acho que só estava desconfigurado, mas já reiniciei tudo e mudei o nome.
— Ah, ótimo, já posso entrar, filho, muito obrigada. Agora tenho que me apressar para fazer a burocracia do INE. Ei, você quer um café?
— Tia, tá tudo bem?
A gente ficou conversando sobre várias coisas triviais, divertidas. Percebi que o Marco era confiante, carismático e tinha um humor inteligente, além de falarmos sobre algumas coisas da vida e pude notar que ele tinha um bom senso. Mas depois as coisas mudaram para um plano estranho que me excitou, mas me deu medo.
— E aí, como tá a coisa com o Oscar, tia? A boa vida com ele, acorda super tarde, queria ser ele haha
— kkkk ele é um preguiçoso, mas é que ele também trabalha de tarde.
—Ah, não sabia, eu não conseguiria trabalhar de noite, que eu fico acordada até tarde.
— Que tal se a gente forçar a madrugada, hein? haha
— Por que você diz isso, tia? — na hora senti que tinha caído numa armadilha ou me entregado sozinha
— Bom, você não vai deitar pra dormir, né kkkk — ri nervosa
— Bom, tia, algumas amigas com quem eu saio — me senti decepcionada
— Você tem muitas?
— Não, na verdade foi só uma vez. Não sabia que dava pra ouvir, tia haha desculpa
— Se tem uma coisa —eu estava nervosa
— Eu nunca ouvi eles hahaha
— Que coisa é essa que você tá falando, meu filho! Eu não grito desse jeito — me arrependi de falar, mas escapou.
Talvez ela nunca tenha gemido de verdade
— Chega! Temos que parar.
— Não queria ofender a senhora, tia, achei que era brincadeira
— Tudo bem, não se preocupa. Valeu pela ajuda com a internet.
— Tá bom, tia, descanse. A gente se vê.
Aquela noite eu fiquei pensando em tudo. Eu não estava sendo eu mesma. Só consegui concluir que eu estava com tesão e mal atendida, por pior que soe. E que eu não tinha realmente aproveitado minha sexualidade, mesmo já tendo sinais de que não era indiferente aos homens.
Meus dedos estavam se esfregando contra meu pijama; acariciando minha buceta, pressionando os lábios. Meti minha mão na calcinha e senti a umidade escapando, meus dedos se encheram da viscosidade e esfregando contra meus lábios, pareciam que se beijavam. Não pude evitar tocar meu botão e com as pontas dos dedos ir de um lado para o outro, pressionando, fazendo formas. Com vontade própria dois dos meus dedos deslizaram sem resistência, dentro de mim se moviam deliciosamente, meu quadril empurrava pedindo um homem, mas os dedos brincavam dentro, tocando, roçando, entrando e saindo cada vez mais rápido e voltando aos meus lábios com mais suco que antes. Meus quadris empurravam forte contra o atrito dos meus dedos no meu clitóris. Minha outra mão tomou parte clamando por outro par de dedos, entrando e saindo e a outra mão acariciava meu clitóris faminto. Meu quadril teimoso como se resistindo e pedindo um pedaço maior, minha mão teimosa entrando e saindo até que gozei.
Meu coração batia forte querendo escapar e, com susto, percebi que tinha molhado os lençóis. Nunca tinha me masturbado assim, nem tirado tanto. Mas estava suando, acelerada, excitada, com fome.
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Deixo aqui algumas outras histórias pra vocês
-Eu grávida e o amigo do meu marido (fotos)-A professora e muito mais coisas que ela é (fotos)
-Comi um negão num torneio (fotos)
-Me chantageiam por causa do meu marido - Parte I
-Minha obrigação com o jovem negro
-Meu sobrinho e eu, a tia peituda.
3 comentários - Minha sexualidade com meu sobrino - parte 1