Mãe incestuosa - Parte 2

Demorei alguns minutos para reagir, precisava sair. Abri a porta um pouco e procurei sinais do meu filho. Ele estava no quarto dele. Desci as escadas em total silêncio até a porta da frente, abri o mais rápido que pude e a fechei fazendo o maior barulho possível.

C: Oi, Luis, filho, voltei!!!

Eu estava subindo as escadas quando ele apareceu.

L: Oi, mãe, o que foi? E o meu pai?

C: Ele ficou na festa. Eu me senti entediada e disse a ele que mais tarde você faria o favor de ir buscá-lo.

L: As tias te entediaram, né? Hahaha.

C: Cala a boca, que seu pai não fique sabendo! Hahaha.

L: A que horas você quer que eu vá buscá-lo?

C: Por volta das nove está bom. Deixei a caminhonete quase na esquina, é que não tinha lugar; o vizinho ocupou a entrada.

L: Quer que eu vá dizer para ele mover o carro?

C: Não, filho, deixei bem estacionada.

L: Bom, vou continuar jogando no Play. Faltam algumas horas para ir buscar meu pai.

C: Eu vou tomar um banho e dormir uma soneca.

Ele foi para o quarto dele. Eu deveria me sentir talvez irritada, ou deveria ter reclamado do espetáculo que vi por ser mãe dele, mas meus sentimentos eram totalmente o oposto. Vê-lo e falar com ele, me fazer sorrir... eu adorava. Caminhei até meu quarto e fechei a porta. Fiquei surpresa: aquela tristeza, aquela raiva, a dor de cabeça que eu sentia desde aquele dia decepcionante do meu aniversário tinham desaparecido. Eu estava feliz, me sentia desejada, excitada. Meu Deus! Eu tinha adorado saber que meu filho queria me comer, que queria me fazer sua putinha. Sentei na cama e lembrei novamente do espetáculo que vi. Fechei os olhos e lembrei do meu filho pelado, a imagem do pau dele voltou à minha mente.

C: Que grossa que ela está, filho. Ui, que pirocão você tem! Quer enfiar tudo? Sim, meu amor, vem dentro da mamãe. Quero leite de macho. Ui, que delícia!!!

Outro orgasmo inundou minha buceta. Já estava deitada me masturbando, ainda com a roupa. Já eram três orgasmos desde que cheguei em casa. Não senti culpa, pelo contrário, me sentia muito excitada. Continuei brincando com minha... Buceta cheia dos meus fluidos, eu continuava imaginando o pauzão do meu filho, me imaginava chupando aquele pedaço de carne, sentir todo aquele gozo que poderia encher minha boquinha, me imaginava como seria sentir aquela tranca entrando na minha vagina e me arrepiava só de imaginar o esforço que eu teria que fazer para aguentar aquele monstro na minha bunda. Estava imaginando tudo isso quando meu filho bateu na porta.

L: Mãe, mamãe.
C: Vou, me dá um minuto.

Tive que me recompor, puxar a legging que estava nos meus joelhos e abrir a porta.

L: Vou sair para comprar algo para comer, não queria te incomodar, pensei que você já estivesse dormindo.
C: Tudo bem, filho, sem pressa. É que eu estava me preparando para tomar banho agora, vai lá, eu não estou com fome, te espero aqui.
L: Ok, volto num instante.

Entrei no banheiro e fui tomar um banho. Fiquei completamente nua em frente ao espelho. Toquei meus peitos, os apertei, com um gesto de aprovação de que ainda estavam bons para a minha idade, grandes, nada caídos. Belisquei meus mamilos e me estremeci, ainda estava com tesão.

Desci para o meu umbigo e minha barriga, nada mal para uma senhora da minha idade, disse para mim mesma. Coloquei minha mão um pouco mais abaixo.

C: Luis quer voltar para dentro de você!!!

Disse isso com a mão na minha buceta, toquei meus lábios e massageei meu clitóris, ainda estava muito molhada. Sorri, pois era sinal de que tudo isso agradava à minha vagina ainda mais do que a mim.

C: Você imagina ficar cheia com todo aquele gozo que ele jorra?

Ri, estava falando com a minha xota, como se esperasse uma resposta de afirmação ou que ela me dissesse "sim, sim, quero gozo".

Me virei ainda olhando no espelho, tenho uma bunda boa e me dei umas palmadas em cada nádega, elas se mexeram? Sim, mas nada fora do normal.

C: Muitas garotinhas gostariam de ter esse rabão.

Abri minhas nádegas e apareceu meu cuzinho, rosadinho, apertado (devo dizer que meu marido não o usava com muita frequência). Nos últimos anos, mal me lembro de uma ou duas vezes que ele usou e, bem, apesar de não ter uma ferramenta como a do meu filho, seus 16 cm e sua grossura normal me... Pois era difícil entrar no meu cuzinho, ele diz que é muito apertado e pequenininho. C: Você vai sofrer mesmo se deixarmos o Luis enfiar toda essa pica em você, né? Agora falava com meu cuzinho, ri ao me sentir tão fora de mim, parecia que não era eu naquela situação, fechei os olhos imaginando acordar, mas ao abri-los minha alegria só aumentou, era real e eu estava vivendo aquele momento. Chupei um dos meus dedos, passei saliva e levei até meu cuzinho, empurrei devagar e fui enfiando pouco a pouco aquele falo que imaginava ser um pau, apertei as pernas e meti todo meu dedo dentro da minha bunda. C: Arromba o bum da mamãe, assim, assim, esvazia tudo o que quiser dentro dele, não tira, não tira. Eu imaginava meu filho atrás de mim me segurando pela cintura enquanto enterrava a pica dele na minha bundinha minúscula. Caí sentada no vaso agitada e com a buceta mais molhada que nunca na vida. Entrei no chuveiro, precisava de um banho para acalmar essa tesão que sentia. Saí envolta no meu roupão e fui me vestir, uma ideia veio à mente, procurei na gaveta de calcinhas aquela fio dental vermelha que meu filho tinha usado para se masturbar. Encontrei quase no fundo da gaveta, não estava molhada, mas ainda úmida, peguei e por instinto levei ao nariz, tinha aquela umidade do gozo que meu filho derramou minutos antes, meu nariz se impregnou daquele cheiro de porra, de macho, do meu filho, já estava molhada de novo, me olhei no espelho e como no automático peguei a calcinha e fui colocando, aquele sentimento de morbidez ao me ver seminus só com aquele fio dental minúsculo me causou ainda mais excitação, e pior, sentir que estava cheia do sêmen do meu filho foi uma sensação incrível. Meu filho não está e supostamente eu tomaria um banho e dormiria, daqui a pouco ele vai buscar o pai e vai ter que entrar para pegar as chaves da caminhonete. Tudo isso passava pela minha mente enquanto andava só de fio dental pelo quarto. C: E as chaves da caminhonete? Ele vai pegar... Oi? Procurei as chaves e as encontrei na minha bolsa. Posso tirar uma soneca de calcinha fio-dental? Essa ideia ficou na minha cabeça. Estou no meu quarto e é normal ficar só de calcinha, pensei, e se meu filho entrar procurando as chaves e ver a mãe dele dormindo de fio-dental, é só uma coincidência. Meu sorriso refletia minha luxúria e excitação pelo que estava pensando. Sentei na cama ainda vestida, só de fio-dental, várias perguntas me fizeram esperar 5 minutos antes de continuar. Tem certeza, Cecília, de fazer isso? É meu filho!!! E se o que vi foi só coisa de um momento? Será que meu filho realmente vai querer me comer? E se estou cometendo um erro? Essas e mais perguntas roubavam minha tranquilidade, pois estava pensando em me mostrar semi-nua para meu filho, talvez ele em algum momento já me tivesse visto de calcinha, talvez de fio-dental ou até nua, pois se até hoje descobri que ele se masturba com minhas calcinhas e eu não tinha percebido ou descoberto, acho que ele não deixou de buscar uma forma de me espiar. Talvez aqueles abraços onde ele me apertava contra ele eram para sentir meus peitos, aquelas brincadeiras onde ele se colava em mim eram para sentir minha bunda, tentei lembrar se em algum momento o vi me olhando. O dia que eu saía para o supermercado e ele se ofereceu para me levar!!! Quando voltei, meu marido me disse que eu estava marcando a buceta, que se eu não tinha percebido, talvez por isso meu filho foi comigo para ficar olhando minha vagina. Parei de pensar quando uma batida na porta me fez pular de susto. L: Já voltei, mãe!!! C: Ok, amor. O que vi não foi imaginação, vi meu filho pelado batendo uma punheta com meu fio-dental, dizendo que quer me comer, não foi imaginação, disse a mim mesma novamente. C: Acho que o primeiro passo é ter certeza de que meu filho gosta de mim, que gosta do meu corpo, que me deseja, e já sei o que vou fazer. Levantei da cama e procurei uma camiseta que uso para dormir, um pouco larga, que chega na minha coxa, seria exagero dormir só de fio-dental quando nunca fiz isso, ainda mais esperando meu filho entrar para me ver. Tirei só uma coberta fina que tenho sobre a cama e me deitei de bruços, cobrindo só parte das minhas costas e com a cabeça enfiada entre dois travesseiros, deixando minha bunda totalmente exposta, apenas adornada pelo tecido fino do fio da minha calcinha fio-dental. Me senti tão putinha nessa posição, com a ideia de me mostrar pro meu filho. Ficava repetindo que ele me desejava, eu já sabia, mas pra eu ficar convencida de que me deixaria foder por ele, que poderia me tornar a putinha dele, eu precisava estar mais do que segura, tinha que esquecer todas as minhas dúvidas ou perguntas. Me levantei e peguei meu celular, precisava, como disse, ter a prova cabal de que o que estava prestes a fazer era a confirmação de que meu filho queria enfiar o pau em mim. Acomodei ele na minha cômoda com a câmera filmando em direção à minha cama, cobri com um pouco de roupa e coisas como minhas cremes e um lenço pra evitar que meu filho percebesse que estava lá gravando minha travessura. Gravei alguns minutos comigo deitada lá de bruços mostrando a bunda, me levantei, peguei o celular e reproduzi o vídeo. Ficou ótimo, minha pose de dormindo parecia natural. Ajustei a câmera pra luz e o foco, vi o relógio: em mais uma hora eu teria que fingir estar dormindo, pois meu filho poderia entrar a qualquer momento pelas chaves pra ir buscar o pai. Tudo estava pronto: o quarto com luz, a porta deixei entreaberta só uns centímetros pra ele não precisar bater e me acordar, meu celular escondido gravando e minha bunda de calcinha fio-dental. Assumi minha posição, cobri só parte das costas como disse antes e fiz questão que minha bunda ficasse ao ar livre. Acomodei meu fio dental, puxei ele até os quadris pra parecer ainda maior, enfiei um pouco uma perna debaixo da coberta - isso daria realismo à minha atuação de que estava dormindo. Fiquei imóvel com o coração batendo a mil por hora, respirei e me acalmei, não queria estragar tudo. Últimos ajustes: empinei a bunda só um pouquinho pra mostrar também um pouco do triângulo que cobria minha buceta. Me imaginar naquela posição, vestindo a calcinha fio-dental que minutos antes meu filho cheia de porra, ele devia ter percebido que era o mesmo fio dental, que eu tinha colocado molhado do sêmen dele, imaginando tudo isso eu estava ficando molhada de novo quando ouvi barulhos, devia estar dormindo. L: mãe, você tem as chaves da caminhonete? Ouvi o grito dele do corredor, mas não respondi, meu plano era outro. Ouvi seus passos e a porta abrindo. L: mami!!! Não brinca… Ele tinha entrado, não ouvi mais, agucei meu ouvido mas não se ouvia nada, não conseguia me mexer, nem abrir os olhos, alguns segundos e senti que ele andava mas para fora. Que decepção, tudo tinha ido pro caralho, eu estava errada, talvez o que vi foi só produto de uma vez, talvez meu filho estava se masturbando viu um vídeo onde um homem se masturba com o fio dental da mãe dele e quis experimentar e não gostou. Não sei por que essa ideia foi a primeira na minha mente mas me sentia decepcionada, estava prestes a levantar quando ouvi de novo seus passos e a porta do meu quarto fez um barulhinho. Ele tinha voltado? Fiquei quieta tentei abrir os olhos um pouco mas só consegui ver para o lado onde estava meu celular escondido não consegui ver mais, permaneci quieta sem me mexer, o reflexo de uma luz me fez abrir os olhos mas foi só um clarão. L: idiota, idiota!!! Ouvi meu filho dizer isso bem baixinho, isso me deu a saber que ele ainda estava ali atrás de mim, uma reviravolta no meu coração meu filho estava parado atrás de mim, olhando minha bunda, estava olhando a bunda da própria mãe, não sabia o que ele fazia mas descobriria mais tarde no meu vídeo. Passaram uns 5 minutos. L: mãe, mami, mamita… Me dizia meu filho ainda em palavras com volume baixo. Continuei imóvel não queria estragar tudo, aquela frustração de uns instantes atrás por pensar que meu filho tinha ido embora porque não gostou do espetáculo se transformou em puro tesão, em excitação, me sentia tão puta ali deitada mostrando a bunda, gravando o que meu bebê fazia. Ouvi ele se afastar e sair fechando a porta. L: Mãe vou buscar o papai, você tem as chaves da caminhonete? MÃE!!! Ele estava gritando do corredor, me recompus e sorri, ele também sabia jogar e muito bem. Sentei na cama, cobri minhas pernas com o cobertor dando o espetáculo por encerrado. C: Pode entrar, filho. L: Você tem as chaves da caminhonete? C: Sim, amor, estão na minha bolsa, me passa ela. L: Eu estava te chamando, mas acho que você estava dormindo. C: Minha cabeça estava doendo e tirei uma soneca depois do banho, desculpe, meu amor. L: Vou buscar o papai, você quer vir? C: Não, filho, vai você. L: Volto em uma hora, ok? C: Com cuidado, amor, dirige devagar. L: Claro, mamãe, hahaha. C: Sério, Luis, dirige devagar. L: Ok, tudo bem, já volto. Assim que ele fechou a porta, estiquei a mão e peguei meu celular. Era hora de verificar o que tinha acontecido? Lá estava eu, deitada, mostrando esse rabão que tenho. Avancei até o momento em que meu filho aparece em cena. Dá pra ver ele abrindo a porta e me chamando. A cara de surpresa dele diz tudo, os olhos não conseguem parar de olhar para o bumbum da mãe. Só alguns segundos. Ele procura algo nos bolsos da calça, mas se surpreende por não achar. Sai devagar. Aqui foi quando senti que ele não tinha gostado, que surpresa. Ele volta, dessa vez com algo na mão: o celular dele. Se aproxima da cama, pega o celular e flash! A luz que vi, o clarão, era porque ele estava tirando fotos minhas!!! Estou sem acreditar. Ele me tem ali, deitada na frente dele, seminu, mostrando minha bunda com o fio dental que uso para me masturbar. Deve ser um postal incrível, porque vejo ele levando a mão até o pau, por cima da calça. Ele está se tocando por ver minha bunda. Mais fotos de lado, algumas close-up, tão perto que só deve caber na imagem uma das minhas nádegas. Aproxima o rosto do meu bumbum, cheira, absorve meu aroma. Percebe que estou dormindo, porque me chama e não respondo. Mordo meus lábios. Meu filho acaba de tirar o pau pra fora. Que pedaço de carne tão gostoso, parece estar duríssimo. Puxa a pele do prepúcio e vejo a cabeça aparecendo. Ele se aproxima da minha bunda, quase tocando com o pau. Se masturba um pouco sem me tirar... A vista de cima, mais algumas fotos agora onde o pau dele apareça nas fotos quase em cima da minha bunda, o que eu daria para ver essas fotos, algo o faz recuar, ele fica pensando e leva as mãos à boca como se tentasse não gritar. Ele me observa, acho que não tinha percebido que eu estava usando um fio dental até esse momento, porque quase pula de emoção, suas mãos seguram o tronco e ele tira uma última foto. Sai do quarto e termino o vídeo, pois caio exausta na cama com minha mão masturbando minha buceta molhada, me masturbo tão gostoso, coloco o vídeo de novo, que imagem ver o pauzão do meu filho quase me tocando, que gostoso estou ficando molhada, não consigo parar, outro orgasmo termina me deixando mais do que satisfeita, hoje me masturbei mais do que no último ano. C: Meu filho me deseja. Ele quer me comer, que pau gostoso ele tem, que delícia é ser desejada. A próxima frase era a resposta ao vídeo que eu tinha acabado de gravar. C: Eu quero me tornar a puta do meu filho!!! Demoraram algumas horas para chegar, então desci para preparar o jantar e voltei para minha cama, meu marido chegou só para dormir, pois na minha ausência na festa ele tomou alguns drinks e, para que eu não descobrisse, já que ele não deveria beber, só chegou, cumprimentou e foi para a cama dormir, meu filho só entrou para me dar as chaves da caminhonete, me deu um beijo na bochecha e se trancou no quarto. Acordei só no outro dia, essa manhã não conseguia parar de pensar em tudo que tinha acontecido no dia anterior, descobri que tenho um macho em casa que quer me enfiar um pedaço de carne mais do que bom. Comprovei que o sucesso, que sua mãe lhe parece a coisa mais gostosa, ontem mostrei minha bunda. C: e se hoje eu mostrar minha vagina? Meu marido ainda estava deitado dormindo, então não me ouviu, tinha que bolar um plano, pois já tinha decidido ser a puta do meu filho, mas também não vou ir ao quarto dele nua e pedir para ele me comer, pensei nisso, mas acho que é arriscado, pode assustá-lo ou simplesmente recusar por causa do pai, então teria que seduzi-lo. Já estava no caminho, pois mostrar minha bunda ontem deve ter sido também um incentivo para que ele continue querendo me comer e se antes já me desejava sem eu mostrar intencionalmente meu corpo para ele, devia ser só questão de tempo e algumas ações da minha parte para estar quicando nesse pau. Desci para a cozinha e o encontrei tomando café da manhã, pois ele disse que sairia com os amigos, tinha que agir rápido ou ele iria embora e talvez só voltasse muito tarde. Eu ainda estava de roupão, subi as escadas pensando no que fazer, entrei no quarto e meu marido ainda dormia, procurei na minha roupa o que vestir para descer novamente com meu filho. Encontrei uma legging bege lisa que fazia tempo que não usava, pois meu marido me disse da última vez que usei que ela entrava toda na minha bunda e até ficava transparente, dava para ver minha calcinha, mas desta vez não queria mostrar minha bunda, e sim minha buceta, então tirei a camiseta que usei para dormir ontem, fiquei só de calcinha e decidi que usaria a legging sem ela. Ficou justa na medida, o tecido era bem fino então ficava um pouco transparente, procurei um sutiã e uma blusa que me cobrisse pelo menos até as nádegas, assim se o plano desse errado eu estaria coberta e nada aconteceria. Fui ao espelho do banheiro, peguei a blusa e fiz um nó na parte de baixo, deixando meu umbigo à mostra, me virei e todo o tecido entrava nas minhas nádegas, desenhando elas perfeitamente, agora o toque final, ajustei a legging o melhor que pude na parte da frente, enfiei o tecido na minha buceta para desenhar meus lábios vaginais, eles são bem carnudos e como estou depilada, marcava uma xota de antologia. Uma última olhada no espelho, que puta eu estava, saí devagar do quarto e me certifiquei que meu marido ainda dormia, desci para a cozinha e meu filho ainda estava lá. Passei ao lado dele e notei seu olhar na minha bunda, não quis dizer nada, aproveita o espetáculo, meu amor. L: mãe, já vou indo, tenho que encontrar uns amigos e bem, você... sabe. C: sim, sim, já sei, quer dinheiro? L: sim, mãe, por favor. C: Olha, antes de você ir, me ajuda com uma coisa? L: claro, mãe, fala. C: na lavanderia tem umas caixas que vou descer, são roupas velhas que vou doar, e você me ajuda a baixá-las. L: sim, mãe, vamos logo porque já tô quase saindo. Caminhei na frente dele, balançando minha bunda o máximo que podia, senti que estava andando em câmera lenta rumo à lavanderia e que meu filho devia estar com o olhar fixo no meu traseiro. C: olha, são essas, filho, mas acho que estão bem sujas e, bom, você vai sair, se quiser só me ajuda a segurar o banquinho para eu descer elas. L: ah, ok, mãe, não estão pesadas? C: espero que não. O banquinho tinha três degraus, então comecei a subir. C: segura aí, filho, não vou cair, né. Virei para olhar meu filho justo quando cheguei no último degrau, seus olhos se perderam na minha buceta, como ele é alto e eu baixinha, minha use the word: buceta ficou bem na cara dele, eu juntei as pernas e me estiquei para pegar a primeira caixa, estava muito excitada e só esperava que minha buceta aguentasse sem soltar líquidos ou acabaria molhando a legging. C: pega a primeira, filho. L: Solta, já peguei. Desci mais 2 e cada vez que eu dava uma caixa para ele, ele voltava para a posição onde tinha minha buceta à vista. Segurei minha legging dos dois lados pela cintura e puxei para cima, simulando que tinha caído e precisava arrumar. Ele não perdia um detalhe, deve ter visto como minha buceta ficou ainda mais desenhada. C: essas duas últimas não tô alcançando, filho, vou me esticar mais, por que você não segura minhas pernas para eu não cair? L: ok, mamãe. Ele abraçou minhas pernas e eu me esticava, fingindo não alcançar as caixas. Com uma mão peguei a cabeça dele e empurrei na direção da minha buceta, que devia estar na altura do nariz dele. C: já quase, filho, já quase alcanço. De repente pareci de sentir o banquinho nos meus pés, meu filho estava me carregando literalmente no colo, era agora ou nunca, com um empurrão simulando que era para me impulsionar para pegar a caixa, peguei a cabeça do meu filho e empurrei contra minha buceta. O rosto dele, o nariz dele, sua... quando seus lábios entraram em contato com minha buceta, senti sua respiração, achei que ele ia dar uma mordida porque a boca dele ficou bem na minha ppk. C: não tá alcançando, filho, me levanta mais um pouco. Ele não respondeu, me ergueu um pouco mais e quando me baixou senti seu nariz e sua boca percorrendo minha vagina. C: agora só falta uma, filho, me carrega de novo porque também não deu pra alcançar. Como um autômato, ele abraçou minhas pernas e me levantou para alcançar, dessa vez sem precisar colocar minha mão na cabeça dele, senti ele enfiando o rosto entre minhas pernas. Meu plano tinha funcionado, meu filho estava encantado com minha buceta, levei uns segundos para pegar a caixa e o deixei se deliciando com meu cheiro, sentia ele mexendo o rosto, talvez imaginando chupando a vagina por onde nasceu. C: Me levanta mais um pouco, filho. Não precisei dar mais ordens, ele me levantou e baixou uma segunda vez se deliciando com a buceta da mamãe. Finalmente peguei a caixa e ele me colocou no banquinho. L: É a última mesmo, vou indo, mamãe, já está tarde. C: Tudo bem, filho, obrigada por me ajudar, você é um amor. L: Quando quiser, mamãe, sabe que adoro te ajudar. Vou lá! E ele saiu quase correndo, imagino que se eu descesse do banco notaria talvez sua excitação, se o pau dele estivesse tão quente quanto minha buceta seria impossível esconder. Olhei minha virilha, tinha uma manchinha úmida, adorei, sorri pensando se seria saliva do meu filho ou meus fluidos ou os dois jajaja. Desatei minha blusa e a arrumei como a mãe recatada que imaginam e pronto, aqui ninguém saberia o que aconteceu. Saí para a cozinha esperar meu marido. O que ele pensaria se eu dissesse. C: Estou com a buceta molhada por causa do Luis.

7 comentários - Mãe incestuosa - Parte 2

Quiero que mi madre me haga lo mismo!!! Seria un sueño
Q buena tu vivencia imagino como nos describes eres un parecido a ella