Hi, my name is Cecilia, and in this story, I want to tell you how I went from being a regular, normal housewife to an incestuous mom who absolutely loves this experience. Let me describe myself a bit so you can get to know me. As I already said, my name is Cecilia (everyone calls me Ceci). I’m 45 years old, fair-skinned, with shoulder-length brown hair. I’m 5’3" and weigh about 143 lbs. I have great tits—I wear a 36C bra—they’re big, round, with brown nipples. For my age, I think they’re still perky because when I wear low-cut tops, I notice men can’t stop staring. I’m not thin, but I’m not fat either—let’s say curvy, like they call women like me here in my country. I have a bit of a belly, but nothing too exaggerated—after three kids, there are some leftovers. My vagina has thick, fleshy lips, and I keep it completely shaved—I’ve liked it that way since I was a teenager. I shave once a week or on the day I know it’s going to be used. My husband has told me that when I wear leggings or yoga pants, my vagina shows a lot, or the fabric of my thong gets wedged and gives me a camel toe. He’s even mentioned more than once when we’re out that I’m showing off my pussy, but he doesn’t mind me wearing this kind of clothing. Moving on, my legs are normal—thank God I don’t have cellulite, thanks to my years at the gym, and I think I have nice legs. I saved for last what I consider my biggest asset—and I’m not the only one who says so. As this story goes on, you’ll see more than one person thinks the same: my ass. Yes, my ass—I think it’s my biggest attraction. Even though I’m a mature woman, I believe it’s what men like most about me. On the street, they can’t help but turn to look because it’s big, round, and not saggy for my age. And let’s add that I always wear thongs, leggings, and yoga pants, so it’s not unusual to see my ass eating up the fabric of my clothes or showing off my thong. With some leggings, it might even be see-through. a linha da minha calcinha fio dental, mas enfim, não quero ser exibida, só vou dizer que os homens adoram meu bundão. Sou casada, meu marido se chama Manuel, tem 60 anos. Ele foi meu professor no ensino médio e, com apenas 18 anos, conseguiu me levar para a cama. Sem nenhuma experiência sexual antes dele, acabei engravidando. Nos casamos no ano seguinte e estamos juntos há 26 anos. Ele já está aposentado e, bom, vocês devem entender que é meio complicado, porque ele não gosta mais de sair, se divertir e essas coisas. E eu, uma mulher madura e divertida, adoro uma festa, mas vou falar sobre isso mais tarde. Vou continuar explorando meu ambiente.
Tivemos três filhos: Mavel, a mais velha, tem 26 anos, está casada há 1 ano e mora com o marido. Irma tem 22 anos, está estudando engenharia nos Estados Unidos, já está lá há quase dois anos e está mais do que adaptada. Ela só vem nos visitar uma vez por ano e depois volta. Por último, meu filho Luis tem 18 anos, está no último ano do ensino médio e é um dos protagonistas dessa história de incesto. Vou descrevê-lo um pouco para vocês o conhecerem: ele tem 1,80m e pesa, na minha opinião, uns 86kg. É forte, porque joga futebol americano. Tem a pele morena como o pai e cabelo preto. É bonitão, bem, é meu filho, o que mais posso dizer?
Meu aniversário de casamento estava chegando, faltava uma semana, então decidi surpreender meu marido com algo muito especial. Comprei uma liga vermelha com meia-calça e salto alto de stripper, o sutiã mal cobria metade dos meus peitos e o fio dental era tão minúsculo que, se eu não tivesse depilado, daria para ver todos os pelos da minha buceta. O fio dental só aparecia por cima das minhas nádegas, deixando elas à mostra para o deleite dele. Tinha a roupa, agora precisava que a casa ficasse vazia para eu poder ser a putinha que eu gosto no meu aniversário.
C: Ei, filho, você sabe que meu aniversário de casamento está chegando e eu queria te pedir um favor.
L: Desde que não seja dinheiro, o que você quiser, mãe.
C: Não, só quero pedir para que nesse dia você não fique em casa, porque quero um jantar a sós com seu... Pai e bom depois, você sabe. L: Sim, tranquila, imagino a que você se refere, não se preocupa, vou ligar pro Dani pra ver se posso ficar na casa dele. C: Sério, filho, não te incomoda? L: Nada, mãe, é o aniversário de vocês, aproveitem. C: Obrigada, filho, ai que vergonha, o que você vai pensar de mim. L: Calma, vergonha nada, eu sou seu filho, sou maior de idade e te amo, e se você é feliz, eu sou também, além disso pode me contar e me dizer qualquer coisa, eu sou uma tumba. C: Tá combinado, hein, e você sabe que pode contar comigo pra qualquer coisa, meu amor, bom, vai ser só esse dia, ok. L: Ok, mãe, que aproveitem hehehe. C: Obrigada, meu amor. O dia chegou e meu marido saiu, imaginei que fosse comprar algum presente pra mim, eu ia tomar um banho e colocar minha roupa pra surpreendê-lo quando chegasse, meu filho estava no quarto dele e fui dizer que ia tomar banho, dando a entender que era hora de ele ir, peguei minha liga, o sutiã, a calcinha fio-dental, as meias e os sapatos e deixei em cima da cama. Tomei banho, depilei minha buceta deixando sem um único pelo e saí pra me vestir, abri a porta do banheiro e meu filho estava no meu quarto com uma mala na mão, parado na frente da minha cama olhando minha roupa. C: É o que vou usar hoje à noite pro seu pai!!! L: Desculpa, mamãe, só vim te dizer que já tô indo, tá bonito, que sorte tem meu pai. C: Sorte? L: Sim, quando eu casar quero uma esposa como você, assim gostosa e que me surpreenda com roupas como essas. Bom, já vou, te amo, mãe, que se divirta. Ele me deixou sem conseguir responder, só vi ele saindo do quarto, até esse momento nunca tinha recebido um elogio assim do meu filho e me deixou pensando no que ele disse. Bom, tentei me concentrar e me preparei pra me vestir o mais puta possível, porque queria uma boa foda no meu aniversário. Me vesti, passei perfume em todo meu corpo e por cima do meu visual de puta coloquei um vestido preto de uma peça só, justo, que com um puxão sairia, deixando à disposição do meu marido a sua puta. Me vi no O espelho antes de eu colocar o vestido e eu me via tão sexy, minha bunda estava incrível e só de imaginar que meu marido ia me usar em alguns minutos já estava ficando molhada. Desci para a cozinha, já tinha o jantar pronto e a mesa da sala decorada com velas, subi para verificar o quarto, estava tudo pronto para ele me comer a noite toda. Meu marido chegou e me deu um presente que comprou (uma pulseira de prata) e flores, jantamos e ficamos conversando até que eu disse que subiria para o quarto e o esperaria. Ele subiu uns 10 minutos depois e começou a me beijar e apalpar, eu fiz o mesmo e ao passar minha mão pelo pau dele, ele estava mole. Devo dizer que não me surpreendeu totalmente, pois em ocasiões anteriores já tinha notado que ele tinha dificuldade de ter uma ereção, mas dessa vez eu estava tão gostosa que me incomodou um pouco não acontecer, tirei o vestido e fiquei na frente dele de lingerie, dei uma volta mostrando minha bunda. C: Hoje, por ser especial, vou deixar você usar esse buraquinho. Separei as nádegas mostrando meu ânus, só coberto pelo fio da calcinha. Olhei para o rosto dele e estava desconcertado, um pouco preocupado, me ajoelhei e peguei seu cinto, comecei a tirá-lo. C: Quer que sua putinha chupe seu pau, papai? M: Sim, meu amor. Abaixei sua calça e sua cueca, mas oh decepção, seu pau estava morto, nem mesmo meio ereto, peguei com minha mão e comecei a movê-la e nada, coloquei na minha boca e coube toda, até consegui colocar suas bolas dentro da minha boca, movi minha língua por todo seu pau e bolas e tirei esperando que começasse a crescer, mas nada. M: Me desculpe, Ceci, não sei o que está acontecendo comigo, sério, quero fazer, mas não sei o que é. C: Talvez se eu dançar um pouco e você me ver me masturbando? M: Talvez. Levei-o para a beirada da cama e o sentei lá, comecei a me mexer, mostrei minha buceta depilada, fiquei de quatro olhando minha bunda, voltei para ele engatinhando e procurei seu pau com minha língua, dei lambidas e lambidas, mas nada. C: Talvez você esteja cansado e bem, podemos esperar. M: Me desculpe, amor. C: Vamos para a cama. Pois é. A gente tava na cama e ele ligou a TV, conversamos alguns minutos e de repente ficou um silêncio. Passou quase 1 hora, virei pra olhar e ele tava dormindo. Me senti tão mal, eu tava toda arrumada pra uma noite de sexo, ofereci minha bunda, chupei o pau dele e ele acabou dormindo. Desliguei a TV e virei pra dormir também, me senti tão idiota. No dia seguinte acordei e ele já não estava, levantei e fui pra cozinha, tinha um bilhete na mesa. "Amor, saí pro médico, volto mais tarde". Senti uma tristeza e pena por não entender, mas não soube o que fazer. Passou o dia inteiro e eu não saí pra lugar nenhum, eram umas 4 da tarde quando meu filho voltou.
L: Oi, já voltei, como foi a noite? Satisfeita?
C: Oi filho, foi boa, acho.
L: Tem algo? Não te vejo tão contente.
C: Não filho, tá tudo bem.
L: E o pai?
C: Saiu, não deve demorar pra chegar.
L: Bom, vou pro meu quarto, me avisa quando o jantar tiver pronto.
C: Sim filho, claro.
Não podia contar a verdade, ainda mais porque são coisas de casal. Preparei o jantar e esperei meu marido pra chamar meu filho pra jantar. A noite passou, meu filho foi pro quarto dele, eu pro meu e meu marido ficou na sala. Mais tarde ele subiu e entrou na cama comigo.
M: O médico disse que tenho impotência pela minha idade e que agora, pra ter uma ereção, preciso de remédio.
C: E me conta isso assim, do nada?
M: Desculpa, mas também não é fácil pra mim.
C: Você contou que toma remédios pro problema do coração? Não pode tomar nenhum outro por causa da reação, ou você quer morrer?
M: Quero te fazer feliz.
C: Vamos deixar isso pra lá, sério, não quero falar sobre isso. Vamos só dormir.
Senti impotência e raiva, mas também não queria fazê-lo se sentir mal, então me resignei a só dormir e presumir que a gente nunca mais ia transar. A semana passou e nossa vida rotineira voltou, saíamos pra fazer algumas coisas, voltávamos à tarde, jantávamos, íamos pra cama e dormíamos. E assim os dias foram passando, até o final. de semana. Eu me sentia triste porque, como mulher, achava que não estava certo que, na minha idade, eu me conformasse em nunca mais curtir uma boa trepada com um cara gostoso e o pau dele. Fiquei me culpando por ter casado com um homem muito mais velho que eu. No sábado, a irmã do meu marido o convidou para uma festa e, mesmo sem estar a fim, tive que acompanhá-lo. Saímos de casa por volta das 11 da manhã, deixei comida pronta pro meu filho e avisamos que voltaríamos à noite. Na festa, eu estava de mau humor mesmo, e meu marido estava se divertindo com a família dele.
C: Olha, na verdade tô me sentindo meio mal, minha cabeça tá doendo. Acho melhor eu ir pra casa.
M: Vamos, eu te acompanho.
C: Não, você tá curtindo com sua família e faz tempo que não os vê. Que tal se eu pegar a caminhonete e, mais tarde, peço pro Luis vir te buscar?
M: Tem certeza?
C: Sim, olha, se você for comigo, provavelmente eu vou ficar dormindo e você vai se entediar. Melhor ficar, sério, não me incomoda.
M: Ok, amor, dirige com cuidado. Me avisa quando chegar e manda me buscar mais tarde, ok?
Saí da festa e peguei o caminho de casa. Nem pensei em avisar o Luis, porque de qualquer jeito eu ia chegar e me trancar no quarto pra dormir. Na verdade, a dor de cabeça era mentira, mas eu não tava a fim de aguentar uma festa.
45 minutos depois, já estava chegando em casa. O vizinho tinha estacionado o carro na nossa entrada, e não tinha onde deixar a caminhoneta. Mas também não tava a fim de brigar com ele nem de me dar o trabalho de pedir pra ele tirar o carro. Deixei a caminhoneta algumas casas antes da nossa entrada; afinal, mais tarde meu filho iria buscar o pai e precisaria tirá-la de lá.
Entrei pelo portão dos fundos, que dá pro jardim, porque era mais perto do que o portão principal. Pra minha surpresa, estava aberto. Bom, nem me incomodei em gritar pro meu filho pra dar uma bronca; não tava com paciência. Entrei pela cozinha, passei pela sala e não vi meu filho, então imaginei que ele estivesse no quarto dele. Subi as escadas e fui até o quarto dele... que fica bem no fundo do corredor, ia falar com ele para dizer que já tinha chegado quando algo me deixou muda. A porta do quarto dele estava aberta e meu filho, completamente nu de costas para mim, andava pelo quarto. Não soube o que fazer, porque ver aquelas costas largas e musculosas, aquela bunda firme e aquelas pernas grandes e fortes me deixou sem palavras. Não tinha percebido que meu filho tinha crescido tanto e se tornado um homem. Sabia que devia sair dali, pois não sabia se ele ia se virar ou sair do quarto; a porta do meu quarto também estava aberta, então entrei sem fazer barulho e deixei a porta entreaberta para espiar. Por um momento pensei em chamá-lo e dizer que já estava em casa, mas algo me impedia e eu queria continuar olhando meu filho. Depois de alguns segundos, vi que ele ia sair do quarto e me afastei da porta. Ouvi seus passos vindo na minha direção e tive que me esconder no banheiro do meu quarto para não ser descoberta. Ouvi ele entrar e fechar a porta; fiquei esperando no banheiro em silêncio, agucei o ouvido e escutei ele abrindo minhas gavetas, parecia estar procurando algo. Passaram uns 3 minutos e não o ouvi mais, então decidi abrir a porta do banheiro só um pouquinho para ver o que estava acontecendo. A luz do banheiro estava apagada, então ele não conseguiria ver para dentro. Abri a porta só uns dois centímetros e quase caí para trás. Meu filho estava sentado na beirada da cama, completamente nu. Desci o olhar dos peitorais para o abdômen e, mais abaixo, a imagem me fez engolir seco. Seu pau, bom, melhor dizer, sua piroca. Fazia anos que não via meu filho nu, e essa primeira impressão me chocou. Ele estava semi-ereto e deitado sobre a perna direita dele. Tive que tampar a boca para não fazer nenhum som. Naquele estado, já era ainda maior que a do pai dele. Sentia culpa por estar olhando o pau do meu filho, mas algo mais forte que eu fazia com que eu não perdesse nenhum detalhe. Mordi meu lábio inferior sem perceber e lambi meus lábios, me deliciando com aquela coisa que meu filho tinha. entre as pernas. Um calafrio percorreu meu corpo ao sentir minha buceta começar a ficar molhada. Permaneci calada e sem tirar os olhos do meu filho, ele esticou a mão para a cama e pegou algo que estava ali, tinha nas mãos a calcinha fio dental vermelha que usei no dia do meu aniversário. L: que calcinhas tão pequenininhas você usa, mamãe. Tive que colocar minhas mãos novamente na boca ou acabaria gritando "o que você está fazendo". L: mal deve cobrir sua xota e como sua bunda deve ficar enfiada nesse fio. Levou minha calcinha ao nariz e aspirou. C: mmm que cheiro gostoso tem sua buceta!!! Continuei com a mão tapando minha boca, lembrei que não tinha lavado aquela roupa pois não a tinha usado para transar e no dia seguinte só tirei e guardei, ele tinha razão, devia ter exatamente o aroma da minha vagina impregnado. Baixei o olhar para o pau dele pois com a outra mão ele deu uns tapinhas como se fossem palmadas e aquele animal despertou. Sua mão cobria apenas metade do pau e ele começou a puxar a pele, diante dos meus olhos apareceu a cabeça do pau dele, grande, grossa, como um cogumelo de tom escuro, tive que apertar as pernas, sentia que meus fluidos iam escapar da minha buceta e podiam me fazer gemer. Meu filho começou a se masturbar, subia e descia a mão por todo o pau, pegava pela base e deixava completamente ereto diante dos meus olhos, era um míssil, calculei que devia ter uns 20 cm, talvez até mais, e embora estivesse surpresa, o que mais me deixava boquiaberta era a grossura que ele tinha, toda mulher sabe e não vai me deixar mentir que o que mais nos dá prazer é a grossura de um pau. Saí do transe quando meu filho se deixou cair deitando na cama com os pés pendurados na beirada, seu olhar estava no teto e isso me deu uma ideia, abri um pouco mais a porta do banheiro, queria ver o espetáculo ainda melhor, meu filho estava masturbando aquele monstro enquanto tinha minha calcinha no nariz. L: senta, mamãe, senta nele, claro que cabe todo nessa rabão. Ele estava imaginando que eu enfiava na Caralho? Todo vestígio de raiva ou incômodo com a situação desapareceu, porque ao ouvir essas palavras minha mente me imaginou só com aquela calcinha fio-dental, sentada na pica enorme do meu filho, enfiada na minha bunda, não aguentava mais – minha buceta estava encharcada e minha boca queria gritar de prazer. Não sei quanto tempo tinha passado, mas tinha certeza que esse espetáculo já tinha durado pelo menos mais do que meu marido aguentaria me comendo. Peguei minha calcinha e enrolei no pau dele, isso só fez mostrar que o pau dele era enorme, porque o fiozinho não cobria nada.
L: Ohhh, mamãe, quer leitinho? Quer leitinho de macho?
Ele dizia isso com os olhos fechados e as manos batendo uma com minha calcinha enrolada no pau. Queria gritar e dizer: Siiim, siiim, filho, quer leitinho de macho! Minha mão entrou dentro da minha legging e descobri minha calcinha encharcada. Tinha uma mão na boca e a outra na minha buceta. Tive que enfiar dois dedos dentro e buscar meu clitóris. Estava me masturbando junto com meu filho. Sentia que algo estava errado, mas não conseguia parar – ou não queria parar. Gozei nos meus dedos e tive que apertar os dentes, senão seria descoberta pelo meu filho. Mal me recuperei da minha gozada, voltei a olhar pro meu filho. Ele ainda não tinha gozado – tinha um fôlego bom. Passaram mais alguns minutos e o inevitável veio.
O primeiro jato do meu filho foi um mar de porra – branca, grossa e numa quantidade incrível. Nunca tinha visto ou imaginado que um pau pudesse gozar daquela maneira. O segundo foi igual ao primeiro. Ele soltou o pau já encharcado de sêmen e deixou cair sobre a barriga, e ele continuou convulsionando – 1, 2, 3 disparos a mais. Era incrível ver toda aquela porra. Finalmente, meu filho se levantou, ficando sentado de novo na cama, e eu tive que fechar um pouco a porta.
L: Vai ficar grávida com tanto leitinho, mamãe.
Meu filho fantasia em me engravidar. Minha cara de surpresa virou um sorriso safado, e minha imaginação decolou. Me vi deitada ali do lado dele, com as pernas abertas e toda aquela porra inundando minha buceta. procurando ficar grávida. Ele se levantou ainda com o pau duro e meu fio dental enroscado nele, toda aquela porra tinha respingado e estava encharcada, ele tirou o fio dental do pau e pegou com os dedos, foi até meu criado-mudo e pegou papel higiênico, limpou a porra que tinha no pau, nas pernas, no abdômen e depois limpou meu fio dental, com uma toalha que estava no chão ele secou e quando viu que estava quase seco, dobrou e colocou de volta em uma das minhas gavetas, mexendo nas roupas que havia dentro, acho que para eu não perceber ele bagunça as coisas e assim daria tempo para secar e eu não descobriria sua travessura. Eu continuei em silêncio pois ele ainda estava no meu quarto, foi até a cama e apalpou para ver se não estava molhada, com a toalha limpou algum vestígio de porra no chão, seu pau estava relaxado e mesmo assim parecia enorme, perdeu um pouco da firmeza mas ainda assim parecia incrivelmente grosso e a cada passo ou movimento que ele fazia balançava como o badalo de um sino. Ele saiu do quarto e eu fiquei ainda em silêncio, justo quando ele fechou a porta minha mente parece que despertou, o que tinha acontecido? Meu filho me deseja. Ele quer penetrar meu cu. Quer gozar na minha buceta. Quer me engravidar!!! Levei minha mão até minha buceta, estava encharcada, suada, eu tinha gozado vendo meu filho se masturbar com meu fio dental. Fechei os olhos lembrando daquele pedaço de carne que meu filho tem entre as pernas. P: que pauzão gostoso, grande, grosso, com uma cabeçona e quanta porra ele solta. Levei minhas mãos novamente à minha boca, porra de dizer isso, não podia acreditar que estava excitada, feliz e me surpreendi porque não deveria ser assim, era meu filho, mas não podia evitar, estava tão tarada que sem perceber minha mão estava novamente masturbando minha buceta. Sorri para mim mesma e fiquei no banheiro mais alguns minutos enquanto me recuperava do meu novo orgasmo. Nessas últimas semanas eu estava irritada porque meu marido não me comia, não podia gritar que precisava de um pauzão bom para me usar por não fazer isso me senti mal e sem planejar descobri que na minha própria casa tem outro pau, um que parece do melhor ator pornô que posso imaginar e o que me deixa tão excitada é descobrir que esse pau quer estar dentro de mim, dentro do meu cu, da minha buceta, me encher de porra, me engravidar, minha mente era um mar de sentimentos conflitantes porque a vida tinha acabado de me dar uma boa sacudida, pensei que minha vida sexual tinha acabado e agora parece que pode haver uma solução, meu filho.
Tivemos três filhos: Mavel, a mais velha, tem 26 anos, está casada há 1 ano e mora com o marido. Irma tem 22 anos, está estudando engenharia nos Estados Unidos, já está lá há quase dois anos e está mais do que adaptada. Ela só vem nos visitar uma vez por ano e depois volta. Por último, meu filho Luis tem 18 anos, está no último ano do ensino médio e é um dos protagonistas dessa história de incesto. Vou descrevê-lo um pouco para vocês o conhecerem: ele tem 1,80m e pesa, na minha opinião, uns 86kg. É forte, porque joga futebol americano. Tem a pele morena como o pai e cabelo preto. É bonitão, bem, é meu filho, o que mais posso dizer?
Meu aniversário de casamento estava chegando, faltava uma semana, então decidi surpreender meu marido com algo muito especial. Comprei uma liga vermelha com meia-calça e salto alto de stripper, o sutiã mal cobria metade dos meus peitos e o fio dental era tão minúsculo que, se eu não tivesse depilado, daria para ver todos os pelos da minha buceta. O fio dental só aparecia por cima das minhas nádegas, deixando elas à mostra para o deleite dele. Tinha a roupa, agora precisava que a casa ficasse vazia para eu poder ser a putinha que eu gosto no meu aniversário.
C: Ei, filho, você sabe que meu aniversário de casamento está chegando e eu queria te pedir um favor.
L: Desde que não seja dinheiro, o que você quiser, mãe.
C: Não, só quero pedir para que nesse dia você não fique em casa, porque quero um jantar a sós com seu... Pai e bom depois, você sabe. L: Sim, tranquila, imagino a que você se refere, não se preocupa, vou ligar pro Dani pra ver se posso ficar na casa dele. C: Sério, filho, não te incomoda? L: Nada, mãe, é o aniversário de vocês, aproveitem. C: Obrigada, filho, ai que vergonha, o que você vai pensar de mim. L: Calma, vergonha nada, eu sou seu filho, sou maior de idade e te amo, e se você é feliz, eu sou também, além disso pode me contar e me dizer qualquer coisa, eu sou uma tumba. C: Tá combinado, hein, e você sabe que pode contar comigo pra qualquer coisa, meu amor, bom, vai ser só esse dia, ok. L: Ok, mãe, que aproveitem hehehe. C: Obrigada, meu amor. O dia chegou e meu marido saiu, imaginei que fosse comprar algum presente pra mim, eu ia tomar um banho e colocar minha roupa pra surpreendê-lo quando chegasse, meu filho estava no quarto dele e fui dizer que ia tomar banho, dando a entender que era hora de ele ir, peguei minha liga, o sutiã, a calcinha fio-dental, as meias e os sapatos e deixei em cima da cama. Tomei banho, depilei minha buceta deixando sem um único pelo e saí pra me vestir, abri a porta do banheiro e meu filho estava no meu quarto com uma mala na mão, parado na frente da minha cama olhando minha roupa. C: É o que vou usar hoje à noite pro seu pai!!! L: Desculpa, mamãe, só vim te dizer que já tô indo, tá bonito, que sorte tem meu pai. C: Sorte? L: Sim, quando eu casar quero uma esposa como você, assim gostosa e que me surpreenda com roupas como essas. Bom, já vou, te amo, mãe, que se divirta. Ele me deixou sem conseguir responder, só vi ele saindo do quarto, até esse momento nunca tinha recebido um elogio assim do meu filho e me deixou pensando no que ele disse. Bom, tentei me concentrar e me preparei pra me vestir o mais puta possível, porque queria uma boa foda no meu aniversário. Me vesti, passei perfume em todo meu corpo e por cima do meu visual de puta coloquei um vestido preto de uma peça só, justo, que com um puxão sairia, deixando à disposição do meu marido a sua puta. Me vi no O espelho antes de eu colocar o vestido e eu me via tão sexy, minha bunda estava incrível e só de imaginar que meu marido ia me usar em alguns minutos já estava ficando molhada. Desci para a cozinha, já tinha o jantar pronto e a mesa da sala decorada com velas, subi para verificar o quarto, estava tudo pronto para ele me comer a noite toda. Meu marido chegou e me deu um presente que comprou (uma pulseira de prata) e flores, jantamos e ficamos conversando até que eu disse que subiria para o quarto e o esperaria. Ele subiu uns 10 minutos depois e começou a me beijar e apalpar, eu fiz o mesmo e ao passar minha mão pelo pau dele, ele estava mole. Devo dizer que não me surpreendeu totalmente, pois em ocasiões anteriores já tinha notado que ele tinha dificuldade de ter uma ereção, mas dessa vez eu estava tão gostosa que me incomodou um pouco não acontecer, tirei o vestido e fiquei na frente dele de lingerie, dei uma volta mostrando minha bunda. C: Hoje, por ser especial, vou deixar você usar esse buraquinho. Separei as nádegas mostrando meu ânus, só coberto pelo fio da calcinha. Olhei para o rosto dele e estava desconcertado, um pouco preocupado, me ajoelhei e peguei seu cinto, comecei a tirá-lo. C: Quer que sua putinha chupe seu pau, papai? M: Sim, meu amor. Abaixei sua calça e sua cueca, mas oh decepção, seu pau estava morto, nem mesmo meio ereto, peguei com minha mão e comecei a movê-la e nada, coloquei na minha boca e coube toda, até consegui colocar suas bolas dentro da minha boca, movi minha língua por todo seu pau e bolas e tirei esperando que começasse a crescer, mas nada. M: Me desculpe, Ceci, não sei o que está acontecendo comigo, sério, quero fazer, mas não sei o que é. C: Talvez se eu dançar um pouco e você me ver me masturbando? M: Talvez. Levei-o para a beirada da cama e o sentei lá, comecei a me mexer, mostrei minha buceta depilada, fiquei de quatro olhando minha bunda, voltei para ele engatinhando e procurei seu pau com minha língua, dei lambidas e lambidas, mas nada. C: Talvez você esteja cansado e bem, podemos esperar. M: Me desculpe, amor. C: Vamos para a cama. Pois é. A gente tava na cama e ele ligou a TV, conversamos alguns minutos e de repente ficou um silêncio. Passou quase 1 hora, virei pra olhar e ele tava dormindo. Me senti tão mal, eu tava toda arrumada pra uma noite de sexo, ofereci minha bunda, chupei o pau dele e ele acabou dormindo. Desliguei a TV e virei pra dormir também, me senti tão idiota. No dia seguinte acordei e ele já não estava, levantei e fui pra cozinha, tinha um bilhete na mesa. "Amor, saí pro médico, volto mais tarde". Senti uma tristeza e pena por não entender, mas não soube o que fazer. Passou o dia inteiro e eu não saí pra lugar nenhum, eram umas 4 da tarde quando meu filho voltou.
L: Oi, já voltei, como foi a noite? Satisfeita?
C: Oi filho, foi boa, acho.
L: Tem algo? Não te vejo tão contente.
C: Não filho, tá tudo bem.
L: E o pai?
C: Saiu, não deve demorar pra chegar.
L: Bom, vou pro meu quarto, me avisa quando o jantar tiver pronto.
C: Sim filho, claro.
Não podia contar a verdade, ainda mais porque são coisas de casal. Preparei o jantar e esperei meu marido pra chamar meu filho pra jantar. A noite passou, meu filho foi pro quarto dele, eu pro meu e meu marido ficou na sala. Mais tarde ele subiu e entrou na cama comigo.
M: O médico disse que tenho impotência pela minha idade e que agora, pra ter uma ereção, preciso de remédio.
C: E me conta isso assim, do nada?
M: Desculpa, mas também não é fácil pra mim.
C: Você contou que toma remédios pro problema do coração? Não pode tomar nenhum outro por causa da reação, ou você quer morrer?
M: Quero te fazer feliz.
C: Vamos deixar isso pra lá, sério, não quero falar sobre isso. Vamos só dormir.
Senti impotência e raiva, mas também não queria fazê-lo se sentir mal, então me resignei a só dormir e presumir que a gente nunca mais ia transar. A semana passou e nossa vida rotineira voltou, saíamos pra fazer algumas coisas, voltávamos à tarde, jantávamos, íamos pra cama e dormíamos. E assim os dias foram passando, até o final. de semana. Eu me sentia triste porque, como mulher, achava que não estava certo que, na minha idade, eu me conformasse em nunca mais curtir uma boa trepada com um cara gostoso e o pau dele. Fiquei me culpando por ter casado com um homem muito mais velho que eu. No sábado, a irmã do meu marido o convidou para uma festa e, mesmo sem estar a fim, tive que acompanhá-lo. Saímos de casa por volta das 11 da manhã, deixei comida pronta pro meu filho e avisamos que voltaríamos à noite. Na festa, eu estava de mau humor mesmo, e meu marido estava se divertindo com a família dele.
C: Olha, na verdade tô me sentindo meio mal, minha cabeça tá doendo. Acho melhor eu ir pra casa.
M: Vamos, eu te acompanho.
C: Não, você tá curtindo com sua família e faz tempo que não os vê. Que tal se eu pegar a caminhonete e, mais tarde, peço pro Luis vir te buscar?
M: Tem certeza?
C: Sim, olha, se você for comigo, provavelmente eu vou ficar dormindo e você vai se entediar. Melhor ficar, sério, não me incomoda.
M: Ok, amor, dirige com cuidado. Me avisa quando chegar e manda me buscar mais tarde, ok?
Saí da festa e peguei o caminho de casa. Nem pensei em avisar o Luis, porque de qualquer jeito eu ia chegar e me trancar no quarto pra dormir. Na verdade, a dor de cabeça era mentira, mas eu não tava a fim de aguentar uma festa.
45 minutos depois, já estava chegando em casa. O vizinho tinha estacionado o carro na nossa entrada, e não tinha onde deixar a caminhoneta. Mas também não tava a fim de brigar com ele nem de me dar o trabalho de pedir pra ele tirar o carro. Deixei a caminhoneta algumas casas antes da nossa entrada; afinal, mais tarde meu filho iria buscar o pai e precisaria tirá-la de lá.
Entrei pelo portão dos fundos, que dá pro jardim, porque era mais perto do que o portão principal. Pra minha surpresa, estava aberto. Bom, nem me incomodei em gritar pro meu filho pra dar uma bronca; não tava com paciência. Entrei pela cozinha, passei pela sala e não vi meu filho, então imaginei que ele estivesse no quarto dele. Subi as escadas e fui até o quarto dele... que fica bem no fundo do corredor, ia falar com ele para dizer que já tinha chegado quando algo me deixou muda. A porta do quarto dele estava aberta e meu filho, completamente nu de costas para mim, andava pelo quarto. Não soube o que fazer, porque ver aquelas costas largas e musculosas, aquela bunda firme e aquelas pernas grandes e fortes me deixou sem palavras. Não tinha percebido que meu filho tinha crescido tanto e se tornado um homem. Sabia que devia sair dali, pois não sabia se ele ia se virar ou sair do quarto; a porta do meu quarto também estava aberta, então entrei sem fazer barulho e deixei a porta entreaberta para espiar. Por um momento pensei em chamá-lo e dizer que já estava em casa, mas algo me impedia e eu queria continuar olhando meu filho. Depois de alguns segundos, vi que ele ia sair do quarto e me afastei da porta. Ouvi seus passos vindo na minha direção e tive que me esconder no banheiro do meu quarto para não ser descoberta. Ouvi ele entrar e fechar a porta; fiquei esperando no banheiro em silêncio, agucei o ouvido e escutei ele abrindo minhas gavetas, parecia estar procurando algo. Passaram uns 3 minutos e não o ouvi mais, então decidi abrir a porta do banheiro só um pouquinho para ver o que estava acontecendo. A luz do banheiro estava apagada, então ele não conseguiria ver para dentro. Abri a porta só uns dois centímetros e quase caí para trás. Meu filho estava sentado na beirada da cama, completamente nu. Desci o olhar dos peitorais para o abdômen e, mais abaixo, a imagem me fez engolir seco. Seu pau, bom, melhor dizer, sua piroca. Fazia anos que não via meu filho nu, e essa primeira impressão me chocou. Ele estava semi-ereto e deitado sobre a perna direita dele. Tive que tampar a boca para não fazer nenhum som. Naquele estado, já era ainda maior que a do pai dele. Sentia culpa por estar olhando o pau do meu filho, mas algo mais forte que eu fazia com que eu não perdesse nenhum detalhe. Mordi meu lábio inferior sem perceber e lambi meus lábios, me deliciando com aquela coisa que meu filho tinha. entre as pernas. Um calafrio percorreu meu corpo ao sentir minha buceta começar a ficar molhada. Permaneci calada e sem tirar os olhos do meu filho, ele esticou a mão para a cama e pegou algo que estava ali, tinha nas mãos a calcinha fio dental vermelha que usei no dia do meu aniversário. L: que calcinhas tão pequenininhas você usa, mamãe. Tive que colocar minhas mãos novamente na boca ou acabaria gritando "o que você está fazendo". L: mal deve cobrir sua xota e como sua bunda deve ficar enfiada nesse fio. Levou minha calcinha ao nariz e aspirou. C: mmm que cheiro gostoso tem sua buceta!!! Continuei com a mão tapando minha boca, lembrei que não tinha lavado aquela roupa pois não a tinha usado para transar e no dia seguinte só tirei e guardei, ele tinha razão, devia ter exatamente o aroma da minha vagina impregnado. Baixei o olhar para o pau dele pois com a outra mão ele deu uns tapinhas como se fossem palmadas e aquele animal despertou. Sua mão cobria apenas metade do pau e ele começou a puxar a pele, diante dos meus olhos apareceu a cabeça do pau dele, grande, grossa, como um cogumelo de tom escuro, tive que apertar as pernas, sentia que meus fluidos iam escapar da minha buceta e podiam me fazer gemer. Meu filho começou a se masturbar, subia e descia a mão por todo o pau, pegava pela base e deixava completamente ereto diante dos meus olhos, era um míssil, calculei que devia ter uns 20 cm, talvez até mais, e embora estivesse surpresa, o que mais me deixava boquiaberta era a grossura que ele tinha, toda mulher sabe e não vai me deixar mentir que o que mais nos dá prazer é a grossura de um pau. Saí do transe quando meu filho se deixou cair deitando na cama com os pés pendurados na beirada, seu olhar estava no teto e isso me deu uma ideia, abri um pouco mais a porta do banheiro, queria ver o espetáculo ainda melhor, meu filho estava masturbando aquele monstro enquanto tinha minha calcinha no nariz. L: senta, mamãe, senta nele, claro que cabe todo nessa rabão. Ele estava imaginando que eu enfiava na Caralho? Todo vestígio de raiva ou incômodo com a situação desapareceu, porque ao ouvir essas palavras minha mente me imaginou só com aquela calcinha fio-dental, sentada na pica enorme do meu filho, enfiada na minha bunda, não aguentava mais – minha buceta estava encharcada e minha boca queria gritar de prazer. Não sei quanto tempo tinha passado, mas tinha certeza que esse espetáculo já tinha durado pelo menos mais do que meu marido aguentaria me comendo. Peguei minha calcinha e enrolei no pau dele, isso só fez mostrar que o pau dele era enorme, porque o fiozinho não cobria nada.
L: Ohhh, mamãe, quer leitinho? Quer leitinho de macho?
Ele dizia isso com os olhos fechados e as manos batendo uma com minha calcinha enrolada no pau. Queria gritar e dizer: Siiim, siiim, filho, quer leitinho de macho! Minha mão entrou dentro da minha legging e descobri minha calcinha encharcada. Tinha uma mão na boca e a outra na minha buceta. Tive que enfiar dois dedos dentro e buscar meu clitóris. Estava me masturbando junto com meu filho. Sentia que algo estava errado, mas não conseguia parar – ou não queria parar. Gozei nos meus dedos e tive que apertar os dentes, senão seria descoberta pelo meu filho. Mal me recuperei da minha gozada, voltei a olhar pro meu filho. Ele ainda não tinha gozado – tinha um fôlego bom. Passaram mais alguns minutos e o inevitável veio.
O primeiro jato do meu filho foi um mar de porra – branca, grossa e numa quantidade incrível. Nunca tinha visto ou imaginado que um pau pudesse gozar daquela maneira. O segundo foi igual ao primeiro. Ele soltou o pau já encharcado de sêmen e deixou cair sobre a barriga, e ele continuou convulsionando – 1, 2, 3 disparos a mais. Era incrível ver toda aquela porra. Finalmente, meu filho se levantou, ficando sentado de novo na cama, e eu tive que fechar um pouco a porta.
L: Vai ficar grávida com tanto leitinho, mamãe.
Meu filho fantasia em me engravidar. Minha cara de surpresa virou um sorriso safado, e minha imaginação decolou. Me vi deitada ali do lado dele, com as pernas abertas e toda aquela porra inundando minha buceta. procurando ficar grávida. Ele se levantou ainda com o pau duro e meu fio dental enroscado nele, toda aquela porra tinha respingado e estava encharcada, ele tirou o fio dental do pau e pegou com os dedos, foi até meu criado-mudo e pegou papel higiênico, limpou a porra que tinha no pau, nas pernas, no abdômen e depois limpou meu fio dental, com uma toalha que estava no chão ele secou e quando viu que estava quase seco, dobrou e colocou de volta em uma das minhas gavetas, mexendo nas roupas que havia dentro, acho que para eu não perceber ele bagunça as coisas e assim daria tempo para secar e eu não descobriria sua travessura. Eu continuei em silêncio pois ele ainda estava no meu quarto, foi até a cama e apalpou para ver se não estava molhada, com a toalha limpou algum vestígio de porra no chão, seu pau estava relaxado e mesmo assim parecia enorme, perdeu um pouco da firmeza mas ainda assim parecia incrivelmente grosso e a cada passo ou movimento que ele fazia balançava como o badalo de um sino. Ele saiu do quarto e eu fiquei ainda em silêncio, justo quando ele fechou a porta minha mente parece que despertou, o que tinha acontecido? Meu filho me deseja. Ele quer penetrar meu cu. Quer gozar na minha buceta. Quer me engravidar!!! Levei minha mão até minha buceta, estava encharcada, suada, eu tinha gozado vendo meu filho se masturbar com meu fio dental. Fechei os olhos lembrando daquele pedaço de carne que meu filho tem entre as pernas. P: que pauzão gostoso, grande, grosso, com uma cabeçona e quanta porra ele solta. Levei minhas mãos novamente à minha boca, porra de dizer isso, não podia acreditar que estava excitada, feliz e me surpreendi porque não deveria ser assim, era meu filho, mas não podia evitar, estava tão tarada que sem perceber minha mão estava novamente masturbando minha buceta. Sorri para mim mesma e fiquei no banheiro mais alguns minutos enquanto me recuperava do meu novo orgasmo. Nessas últimas semanas eu estava irritada porque meu marido não me comia, não podia gritar que precisava de um pauzão bom para me usar por não fazer isso me senti mal e sem planejar descobri que na minha própria casa tem outro pau, um que parece do melhor ator pornô que posso imaginar e o que me deixa tão excitada é descobrir que esse pau quer estar dentro de mim, dentro do meu cu, da minha buceta, me encher de porra, me engravidar, minha mente era um mar de sentimentos conflitantes porque a vida tinha acabado de me dar uma boa sacudida, pensei que minha vida sexual tinha acabado e agora parece que pode haver uma solução, meu filho.
5 comentários - Viro uma mãe incestuosa parte 1