Continuamos com essa grande história.
Se não leram a parte anterior, convido vocês a fazerem isso neste link
http://www.poringa.net/posts/relatos/4855107/Ensenanzas-De-La-Universidad-I.html
Al Día siguiente me levanté por la mañana pues me preparaba para ir a la universidad, me levanté a darme una ducha y mientras me quitaba mi ropa no pude evitar pensar en lo que había pasado una noche antes, “Me vio?, No me vio?, si me vio le va a decir a mi mamá?, me tengo que disculpar?, Que hago?” Pensaba en todos los escenarios posibles, mi mente divagaba en el destino incierto que gracias a mi obsesión con la mamá de Paul ahora tenia que afrontar las consecuencias, Miraba fijamente hacia la ventana de la señora Nancy esperando que pasara a darse su ducha mañana igual que todos los días y como si Dios escuchara mis plegarias apareció mi vecina, todos los días yo cerraba las cortinas y discretamente a través de una orilla podía verla sin levantar sospechas pero algo en mi me impulso a hacer algo que nunca pensaría, no cerré la cortina dejándome expuesto a la vista de la Señora Nancy, el show de la noche anterior había sido increíble y se lo tenia que agradecer de una manera. Comencé a modelar mi poco musculo enfrente de un espejo que había en el baño, rogando por dentro que se fijara en mi, gracias a que se me hacia tarde y que no quería parecer muy obvio me marché del baño sin mirar hacia su ventana
Caminé un poco nervioso hacia mi cuarto donde me vestí para ir a la universidad, a los pocos minutos esta listo y me disponía a bajar a la cocina donde ya me esperaba mi mamá con el desayuno listo, me dirigí hacia la cocina pensativo
-Buenos Días Adri- me dijo sonriente mi mamá
-Hola má- le respondí mientras me sentaba en la mesa
-Por que tan pensativo Adri?- me preguntó
-¿No te parece atractiva nuestra vecina, mamá?- le dije, a lo que mamá tosió su trago de café que recién había bebido
-Aaaagh perdón hijo- dijo mientras se limpiaba -Solo no esperaba esa pregunta, si si es bonita…espera es ella la mujer que te gusta y que es mayor que tu?- preguntó
-Nonono mamá tranquila- le respondí entre risas
-Buenoooo, supongamos que te creo- me dijo mientras me miraba fijamente pero, en lugar de enfadarse, sonrió y me dijo -Bueno, Adri, es cierto que la señora es una mujer muy atractiva, pero tienes que tener en cuenta que ella es mucho mayor que tú. Además, ella es solo nuestra vecina y no creo que esté interesada en salir con un chico tan joven como tú y olvidaste el detalle que es la mamá de tu mejor amigo y esta casada-
Me sentí un poco avergonzado por lo que había dicho, pero mi madre me acarició el pelo y agregó -No te preocupes, hijo. Todos tenemos nuestras propias preferencias y no hay nada de malo en eso. Lo importante es respetar a los demás y ser honestos con ellos- me abrazó y me tomó de la mano, agradecía tener una madre con la cual podía hablar de todo sin recibir nada mas que consejos -¿por qué no vas al gimnasio como solías hacer antes?- me preguntó -Mira cada que Nancy y yo platicamos me presume su excelente cuerpo gracias al ejercicio así que creo que eso te puede ayudar- me dijo sonriente, le devolví la sonrisa y continué desayunando
“¿Por qué me esta ayudando con la señora Nancy?” me preguntaba internamente, terminé de desayunar, me despedí de mi mamá y Salí en camino a la universidad
A las 8:30 ya me encontraba sentado en mi primer clase del día, Historia del Arte. La profesora era un poco aburrida, pero al menos el material era interesante. Después de eso, tuve una pausa de media hora para comer el bocadillo que mi madre me había preparado también realicé algunas tareas
A las 10:30 comenzó mi siguiente clase, Matemáticas Aplicadas. Esta clase fue ma que menos me gustó, pero tenia que pasarla para graduarme. Trataba de concentrarme lo máximo posible, pero era difícil cuando el profesor hablaba tan rápido y utilizaba tantos símbolos y fórmulas.
Después de Matemáticas Aplicadas, tuve otra pausa de media hora antes de mi última clase del día, Física. Esta fue mi clase favorita del día, ya que el profesor era muy dinámico y siempre hacia demostraciones prácticas interesantes.
A las 3:00 terminó mi última clase del día y me dispuse a ir al Gimnasio, Llegué al gimnasio del edificio después de mi última clase del día, con ganas de hacer un poco de ejercicio para despejar la mente. Cuando llegué al área de pesas, vi a una chica que había visto algunas veces en mis clases, pero con la que nunca había hablado.
— Como é que tá o treino? — me aproximei dela e perguntei.
— Tô fazendo um pouco de braço — ela respondeu com um sorriso.
— Aaammm, sou o Adrián da Universidade, não sei se você me conhece — falei meio tímido.
— Claro que te conheço, hahaha — ela disse entre risadas — Cê é gente boa, mesmo a gente nunca tendo conversado — falou corando.
— Beleza, vou começar a treinar, a gente se vê — falei.
Rapidamente fui pro vestiário vestir minha roupa de academia e comecei meu aquecimento com uns minutos de cardio na esteira. Depois disso, fui pra área de musculação e comecei a trabalhar meus músculos com uma série de exercícios de força.
Enquanto malhava, ouvia música e tentava focar nos meus objetivos de treino, quando senti alguém tocar meu ombro. Era a Mariana de novo.
— Quer fazer algumas séries juntos? — ela perguntou, e claro que aceitei na hora. Enquanto treinávamos, começamos a conversar sobre nossas aulas e descobrimos que tínhamos muitos interesses em comum. Percebi que ela era uma pessoa muito interessante e divertida, e fiquei feliz pra caralho por ter tomado a iniciativa de falar com ela. Depois de uma hora e meia de treino, a gente tinha terminado.
— Quer ir tomar alguma coisa? — perguntei.
— Claro, deixa eu tomar um banho e trocar de roupa, ok? — ela disse.
— Beleza, vou tomar um banho também — falei. Fomos pros nossos vestiários e eu me preparei pra sair com ela.
Tava esperando ansioso na porta do vestiário feminino quando a vi sair. Ela era incrivelmente gostosa, o cabelo e a pele ainda estavam molhados.
— Vamos? — ela se aproximou de mim e disse
— Aaa… aaa sim, claro — respondi gaguejando, porque o cheiro do perfume dela só me fez me apaixonar ainda mais. Saímos da academia, meu coração batia a mil. Era meu primeiro encontro em anos e eu não conseguia parar de ficar nervoso! Mariana, por outro lado, parecia relaxada e sorridente, o que me acalmou um pouco.
Fomos a um café perto da academia e sentamos numa mesa na varanda. Batemos um papo e logo descobrimos que tínhamos um monte de coisas em comum.
O encontro passou voando e, antes que a gente percebesse, já eram 6 da tarde. Nos despedimos com um aperto de mão e combinamos de nos ver de novo em breve. Quando cheguei em casa, não conseguia parar de sorrir. Foi um encontro incrivelmente gostoso e espero ter outro logo.
Eu estava tão feliz que resolvi cozinhar algo para o jantar, porque minha mãe ia chegar mais tarde naquele dia. Procurando na cozinha, decidi fazer uma sopa de legumes com o que tinha na despensa. Olhei na geladeira e encontrei umas cenouras, cebola e alho. Também achei uma lata de tomate e um saco de arroz na despensa.
Quando o sol começou a se esconder atrás do horizonte e o dia quente de verão foi virando uma noite quente, lembrei que tinha que levar o lixo para a calçada antes do caminhão passar amanhã de manhã. Deixei a sopa cozinhando e dei a volta no quintal, pegando o latão de lixo do lado, pela entrada da garagem, até a calçada da frente.
— Oi, Adri — ouvi uma voz me chamando.
Virei o olhar e lá estava minha vizinha, a dona Nancy, que eu não via desde aquela noite que a observei da janela do banheiro. Admirei o corpo inteiro dela, enquanto ela se aproximava de mim com um sorriso suave.
—Oi Adri, como você tá? — me cumprimentou com um beijo na bochecha, o cabelo castanho caramelo da Nancy balançando, caindo pouco além dos ombros, emoldurando o rosto dela lindamente. Os olhos azuis dela não eram penetrantes quando a gente se olhou, mas profundos, quase cinzentos. Ela não tava usando maquiagem nenhuma, mas os lábios carnudos da Nancy ainda estavam com um rosa suave. Dei uma olhada rápida nela, de cima a baixo, esperando que passasse despercebido, e notei que ela tava de shorts de yoga que realçavam as curvas dela perfeitamente.
— Bem, obrigado, e a senhora? — perguntei.
— Quantas vezes já te falei pra me tratar de você? Tudo bem que sou uma senhora, mas não precisa ser assim — ela disse brincando, e eu só ri nervoso — E me diz, sua mãe ainda não chegou do trabalho? — ela perguntou.
— Aaaah, terça e quinta ela chega mais tarde — respondi, pensando como era bom ter a casa só pra mim e os luxos que isso me dava. Depois dessa conversa, eu podia aproveitar a casa vazia e aliviar a pressão que tava nas minhas calças. Nem tinha percebido, mas claro que meu pau já tinha começado a inchar enquanto eu via o corpo incrível da Senhora Nancy. Ainda não tava duro igual pedra, mas tava perigosamente perto. Enquanto mal processava o que ela tava me dizendo, tentei enfiar a mão no bolso da calça sutilmente e ajustar o pênis pelo tecido, empurrando pra uma posição menos perceptível. Depois voltei a prestar atenção no que ela tava falando, na esperança de não ter perdido nada muito importante.
— Aaaah, olha só que coincidência, o Paul também chega tarde terça e quinta, a gente devia se juntar pra comer, pra não ficar sozinho — Nancy fez uma pausa e riu de si mesma — Qualquer coisa me avisa, tô do lado.
— Claro, quando quiser, tô disponível — falei sorrindo.
— Bom, a gente se vê — ela se despediu com um beijo na bochecha.
— Até logo! — Ela assentiu, virou-se e começou a... caminhando pela entrada da garagem até a casa dela.
—Até mais! — Dona Nancy me chamou, caminhando em direção à própria porta. Sabia que não devia, mas olhei pra ela mais uma vez enquanto ela andava até a casa dela, e quase me levou ao limite. Durante toda a conversa, nunca tinha visto ela por trás, mas agora, enquanto Nancy caminhava pela entrada, pude ver a bunda dela em leggings, pulando pra cima e pra baixo a cada passo. Parecia desafiar as leis da física, ao mesmo tempo cheia e firme. Dei uma última olhada, sabendo que teria que guardar aquela imagem pra mais tarde, num momento a sós. Mais do que tudo, fiquei feliz que ela não tinha virado antes. A bunda dela quicando, o decote profundo e os lábios carnudos foram mais que suficientes pra deixar meu pau duro que nem pedra. Fiquei aliviado que ela não tinha notado antes. E com isso, ela entrou em casa e fechou a porta da frente.
Entrei em casa e fui pra cozinha comer, peguei um prato e me servi de um pouco de sopa. Assim que a sopa ficou pronta, ouvi minha mãe abrindo a porta. Falei que o jantar tava servido e sentamos pra comer juntos. Minha mãe ficou muito feliz de ver que eu tinha me dado ao trabalho de fazer o jantar e me agradeceu. Foi um jantar bem simples, mas muito agradável, e me senti muito orgulhoso de ter conseguido preparar tudo sozinho.
Mais tarde naquela noite, tava vendo uma série policial na sala de casa. Tava tão relaxado que quase tinha esquecido completamente do meu encontro com a Dona Nancy. No entanto, na série, um dos detetives entrevistou uma testemunha que usava um decote em V parecido com o da Nancy, mostrando um colo que, mesmo não sendo tão grande quanto o da minha vizinha. Ver aquilo me lembrou tudo o que tinha acontecido antes. Lembrei daqueles olhos profundos, daqueles lábios carnudos, daquele decote cheio e daquela bunda quicando, meu pau ficou duro que nem pedra, apertando contra minha calça jeans.
Desliguei a televisão e Subi as escadas. Ela tirou minha calça, minha camisa e minha cueca e jogou tudo no cesto do canto. Subi na minha cama e meu pau duro caiu contra minha barriga enquanto eu me deitava. Em vez de abrir o notebook e procurar pornografia, fechei os olhos e comecei a acariciar meu pau, pensando na minha vizinha, Nancy.
Enquanto me masturbava, fiquei pensando no decote lindo dela e em como senti falta daquilo enquanto admirava as coxas grossas dela. Aí lembrei como o decote dela balançava quando ela batia palmas e quando ria das próprias piadas. Só esse pensamento já foi o suficiente pra soltar um gemido alto. Enquanto acelerava o ritmo, batendo uma mais rápido, pensei na bunda dela, quicando no ritmo dentro do short de yoga. O tecido elástico esticava tão apertado nas nádegas dela que eu imaginava aquela bunda quicando pra cima e pra baixo num contexto diferente. Pensei em ouvir ela falar o nome dela, saindo da língua dela. A língua dela? Não tinha reparado nada de especial nisso, tava concentrado demais nos lábios macios e vermelhos dela. Do jeito que eles precisavam se juntar e depois se separar só pra dizer o nome dela.
— Adrián? — Levantei. Alguém tava batendo na porta, gritando meu nome. Olhei em volta e vi que já passava das onze da noite. Pensei em só voltar pro que tava fazendo, sentindo meu pau pulsando na minha mão. Minhas bolas estavam tão cheias, mas decidi que tinha que ir ver quem era na porta, caso fosse uma emergência. Pulei da cama e vesti uma calça de pijama amassada do lado da porta.
Descendo as escadas, a pessoa na porta ainda tava batendo quando abri. Nancy estava do outro lado, com um biquinho quase desesperado nos lábios. As sobrancelhas dela se franziram enquanto explicava que a pia da cozinha dela tava vazando e que precisava de ajuda pra tampar. Por mais que eu ouvisse o que ela dizia, eu tava mais concentrado em fazer contato visual de novo, pra evitar olhar descaradamente pro que notei primeiro quando abri a porta: a camisa molhada da Nancy.
Concordei em ajudar e segui ela pelo quintal da frente compartilhado, até a porta dela. Agora eu tava na casa da minha vizinha, pra ajudar a resolver um problema de encanamento, e ela tava de camisa molhada. Mal dava pra entender o que tava rolando, mas fiz o possível pra manter o profissional e educado.
—Então, cadê o problema? — sussurrei, tentando manter um tom baixo pra não acordar mais ninguém na casa.
—Ah, não precisa sussurrar — disse a Nancy, num volume normal — O Paul foi dormir na casa de um amigo da faculdade, suspeito que tem mulher no meio, mas fazer o quê, tô sozinha. — Aquelas duas palavras mandaram um arrepio na minha espinha, me fazendo perceber que não tinha vestido uma camisa antes de vir. A Nancy também notou a falta da camisa, admirando meu corpo definido. Com certeza não era um maromba, mas era musculoso o suficiente pra dar pra ver a definição. Ela supôs que eu provavelmente não era atleta, mas me esforçava pra ir na academia regularmente. Isso trouxe um sorriso no rosto dela, mas ela voltou a se concentrar na bagunça que tinha nas mãos.
A Nancy entrou na cozinha e eu fui atrás. Notei que tinha uma boa quantidade de toalhas espalhadas pelo chão, a maioria molhada com água encharcada. No epicentro da água, uma ilha no meio da cozinha tinha uma pia grande. Embaixo, os armários estavam abertos e um jorro lento e constante de água saía de um dos canos. A Nancy apontou pros canos e, sem dizer mais nada, se inclinou bem na minha frente. Esse movimento me pegou desprevenido, e eu esbarrei nela de leve, o suficiente pra sentir minha rola antes adormecida se contrair. A bunda gordinha dela tava pra cima, as leggings ainda esticadas nela, enquanto ela olhava mais de perto os canos.
— Quer dar uma olhada? — a Nancy me perguntou. Será que ela percebeu que eu tava olhando pra bunda dela? Pensei.
— Claro, vamos ver o que temos — tentei manter a calma, o que era mais fácil agora que eu tinha algo pra focar ativamente que não era o corpo gostoso da minha vizinha. maior. Imediatamente vi o vazamento e a Nancy deslizou a caixa de ferramentas pra mim. Eu já tinha ajudado meu pai em casa antes e também ajudei o pai dela a reformar o banheiro principal, então manjava um pouco de encanamento.
— A primeira coisa que vou fazer é fechar o fluxo de água pra esse cano, pra não vazar mais. Isso vai facilitar o conserto — expliquei enquanto trabalhava, e a Nancy agradeceu. Ela tava agachada do meu lado, eu sorri pra ela, mas ela tava mais focada nos canos que eu tava mexendo. Com o tempinho que isso me deu, dei mais uma olhada demorada na camiseta molhada que a Nancy tava usando. Era o mesmo decote em V de antes, então dava pra ver um bom pedaço do colo, ainda mais considerando que ela tava meio inclinada enquanto agachava. A mancha de umidade tava principalmente em volta do peito esquerdo, e percebi que ela tava de sutiã por baixo. De repente, voltei a atenção e cruzei o olhar com a Nancy. Ela devia ter notado que eu tava olhando.
— Hã? Ah. Foi mal — a Nancy percebeu meu olhar e riu de si mesma. Ela se levantou. — Desculpa, tava tão focada no vazamento que nem me troquei de camisa. Se importa?
Eu não fazia ideia do que poderia importar, quando de repente, num movimento rápido, a Nancy tirou a camisa pela cabeça e jogou em cima da bancada na frente dela. Quase soltei um suspiro. Por baixo da camisa, dava pra ver a barriga dela. Era bem definida, como as coxas já tinham sugerido, mas o que realmente chamou a atenção foi o sutiã azul bebê apertando os peitões dela. Era um sutiã simples, com os babados mais sutis ao longo das alças. No sutiã, descansavam dois peitos grandes, macios e flexíveis, bronzeados e levemente marcados pela idade. Peter sabia que ela era mais velha, mas o corpo da Nancy era absolutamente espetacular.
— Vou pegar uma camisa num segundo, vamos lá — Arruma isso primeiro. Precisamos de algo tipo uma pasta ou algum epóxi de uma loja de ferramentas? — ela perguntou, me tirando do transe em que eu estava, hipnotizado pelo peito dela.
— Ah, não. Talvez mais pra frente, mas o melhor que você pode usar agora é só um pouco de fita adesiva. — Peguei um rolo da caixa de ferramentas e enrolei uma tirinha em volta do vazamento várias vezes. — Agora, a gente já pode ligar a água de novo... — Com um chiado, a água começou a correr de novo. Apontei pra pia e a Nancy abriu a torneira. Depois de um instante, a água estava correndo, e a Nancy se abaixou pra verificar o cano. Se inclinando sobre mim, nós dois admiramos o trabalho dela enquanto a fita segurava. Ela agarrou o cano pra sentir a fita, e eu não consegui evitar imaginar a mão dela agarrando outro cano. A Nancy apertou a fita em volta do cano, e esses movimentos se traduziram fácil na minha mente enquanto eu via a mãozinha dela deslizando ao redor do cano. Pode ser que eu tenha sido interrompido antes, mas de repente percebi que meu pau tava duro. Não tava inchado, não. Meu pau tava completamente ereto, e eu tava de calça de pijama fina com a minha vizinha madura só de sutiã e legging de yoga, praticamente montada em mim. A gente tava sozinho. Tive que parar de pensar na situação, porque só fazia meu pau ficar mais duro. Desviei os olhos das mãos da Nancy no cano pra olhar a calça dela, que tava completamente justa. Tava tão nervoso que precisei me ajeitar, mas como? Não dava pra simplesmente enfiar o pau na cintura, porque aí com certeza ia aparecer. Me curvei e toquei no meu pau duro, fazendo ele tremer. Comecei a empurrar ele pra baixo, tentando pensar em outra coisa que não fosse na MILF que era minha vizinha. Tão perto que os peitos dela estavam do meu rosto. Precisava pensar em outra coisa, mas tinha material de sobra pra trabalhar. Tava empurrando desesperadamente meu pau para baixo quando, de repente, senti outra mão tocando a dele.
Gelei silenciosamente e olhei para cima, vendo Nancy olhando para ele. Ela não estava mais apalpando o cano, mas sim afastando minha mão. Enquanto fazia contato visual, Nancy tirou minha mão e envolveu seus dedinhos em volta da minha pau dura. Ela não a acariciou, só segurou por um momento, que pareceu uma eternidade.
— Você tem uma pau muito bonita, Adri — Nancy quebrou o silêncio sussurrando baixinho e sensual, e eu quase gozei na hora. Fiquei tão estupefato. Minha vizinha estava com um punhado da minha pau. Não sabia o que fazer. Então Nancy tomou o controle.
Ela sentiu minha pau se contrair na minha mão e pôde sentir o sangue bombeando por ela. Sem uma palavra, recuou, saindo do armário e dos canos, em direção ao meu colo. Ela puxou minha calça de pijama para baixo e jogou de lado, de qualquer jeito não estavam servindo pra nada. Eu não conseguia me mexer, só absorvia tudo que acontecia ao meu redor. Nancy segurou meu pau de novo, dessa vez começando a masturbar devagar, de cima pra baixo. Rapidamente encontrou um ritmo lento, eu estava no paraíso. Pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo, era hipnotizante.
— Ninguém gosta de uma punheta seca... — sussurrou, quase pra si mesma, antes de se inclinar em direção à pau na mão dela. Prendi a respiração quando a boca dela se aproximou cada vez mais, até parar a um centímetro da cabeça. Então ela abriu a boca e cuspiu na minha pau. Será que era possível cuspir com elegância? Não tinha certeza, mas se sim, foi isso que minha vizinha acabou de fazer. Ela começou a masturbar de novo, espalhando a saliva toda, dando à minha pau um brilho gostoso e deixando a punheta bem lisinha e macia.
Nancy olhou pra pau na mão dela, admirando. Era de bom tamanho, não tão comprida a ponto de não poder aproveitar tudo, mas definitivamente uma das maiores que já tinha visto. Além disso, era grossa. Não exageradamente grande, mas Simplesmente forte. Tinha grossura, e a Nancy adorava. A cabeça era um pouco mais rosada que o corpo, e por um momento ela passou um dedo ao redor da ponta, me fazendo ficar tenso. Eu conseguia envolver as duas mãos em volta do meu pau, e ela estava prestes a fazer isso quando notou minhas bolas. Pesadas, densas e, o mais importante, cheias. Essas com certeza iam ser um petisco, um pensamento que fez Nancy lamber os lábios inconscientemente. Com uma mão ainda bombeando devagar em volta do meu pau duro, a outra mão dela deslizou até minhas bolas, acariciando-as de leve. Enquanto fazia isso, eu quase derretia. As mãos dela eram tão macias, tão gentis.
Com uma mão levantando devagar meu membro duro e a outra massageando minhas bolas macias, Nancy se perguntou quanto tempo eu aguentaria. Eu estava visivelmente no limite, mas ela tinha fé que eu poderia durar mais. De qualquer forma, ela sabia que queria aquilo na boca dela. Ela tirou as mãos do meu pau, e eu consegui inspirar fundo.
— Ah, não se preocupa, só um segundo — ela tranquilizou, esticando a mão por trás das costas para desabotoar o sutiã num movimento rápido. Meus olhos se arregalaram enquanto eu tentava absorver tudo que estava na minha frente. Devagar, bem devagar, Nancy começou a tirar o sutiã, que praticamente caiu. Será que ela estava provocando ele? As alças deslizaram pelos ombros dela, descendo pelos braços. Os peitos dela se derramaram, tão lindos quanto eu imaginava, claramente Nancy tinha feito a parte dela para mantê-los em boa forma.
Ela se inclinou, pegando no meu pau de novo. Enquanto ela baixava a cabeça na direção do meu pau, eu segurei a respiração de novo. Observei como os lábios dela se abriram e a língua dela apareceu. Ela passou a língua ao longo do meu pau pulsante, pra baixo, depois pra cima, depois pra baixo de novo. Eu soltei um gemidinho. Depois soltei um gemido muito maior quando a Nancy tomou a decisão impulsiva de chupar uma das minhas bolas. Ainda sem quebrar o ritmo lento de acariciar meu pau, ela passou a língua pelas minhas bolas, franzindo os lábios em volta de uma antes de focar na outra, chupando de leve. Ela deixou cair da boca e voltou a atenção pro evento principal. Se levantando, a Nancy pressionou os lábios franzidos contra a cabeça do meu pau e esperou até eu encontrar o olhar dela, fazendo contato visual, antes de se inclinar pra dentro.
Meu pau separou os lábios dela quando a Nancy recebeu meu membro quente na boca ansiosa dela. Enquanto percorria a língua molhada, ela pôde sentir o gosto do líquido pré-gozo escorrendo pela ponta, o que só a deixou mais excitada. Mas ela não parou por aí, levou até o fundo, até o nariz dela ficar pressionado contra o meu colo, eu tava quase desmaiando de tanta estimulação quando a Nancy me fez um garganta profunda sem esforço. Ela se afastou e eu deslizei quase completamente pra fora da boca dela antes dela parar na cabeça, chupando principalmente com os lábios e massageando com a língua enquanto rolava minhas bolas na mão dela.
Eu soltei um gemido quando minhas bolas cheias se apertaram e eu comecei a gozar. Ela empurrou fundo na garganta da Nancy, que engasgou com minha grande carga. Jato após jato, eu me esvaziei dentro dela. Tudo isso foi tanta estimulação que a Nancy continuou chupando, depois de limpar completamente os restos de porra do meu pau a Nancy quebrou o silêncio:
— Bom, valeu por consertar minha pia — Ela riu do ridículo que aquilo soou, mas continuou — Olha, é... Tarde, então é melhor você voltar pra casa e descansar um pouco. Sentei e concordei com a cabeça.
—É, ia dizer o mesmo — Levantamos juntos. Nancy viu meu pau balançar enquanto eu me levantava, e eu vi os peitos dela fazerem o mesmo. Peguei a calça do meu pijama que Nancy tinha jogado pela cozinha mais cedo e, preguiçosamente, vesti. Sabia que ia tomar banho e lavar a roupa amanhã de qualquer jeito.
Juntos, ela me acompanhou até a porta dela. No caminho, passamos por uma porta aberta que dava no que eu imaginei ser um quarto de hóspedes. Dei uma olhada rápida e notei uma escrivaninha ao lado da cama, além do que parecia ser uma configuração profissional de microfone.
—O quê, você faz podcast? — brinquei, curioso.
—Ah, é, algo assim. Talvez outra hora — Nancy respondeu, fechando a porta. Fomos para a frente da casa dela, e me virei pra olhar ela enquanto abria a porta. Ela ainda estava nua e me deu um sorriso suave com aqueles lábios ainda mais suaves. Imaginei aqueles lábios no meu pau de novo, o que deu uma animada no meu membro cansado. Nancy notou o pequeno volume e riu, dando um empurrãozinho brincalhão.
—Acho que você tem algo pra cuidar — Ela piscou. Depois, apertou os peitos com as mãos e os comprimiu levemente enquanto fazia biquinho com os lábios, de um jeito sedutor.
Atravessei o jardim da frente que dividíamos e fui pra minha própria porta. Enquanto andava, ouvi Nancy fechar a porta atrás de mim, antes de abrir a minha e entrar. Quando fechei a porta, tentei processar o que tinha acabado de acontecer. Minha vizinha MILF tinha acabado de me dar uma punheta fenomenal, um boquete dos bons, e depois deixou eu gozar na boca dela, tudo na cozinha dela. Fiquei duro que nem pedra em questão de segundos só de pensar nisso. Uma coisa era certa: queria fazer tudo de novo.
Subi pro meu quarto, onde minha mãe estava sentada na minha cama me esperando.
—O que você estava fazendo tão tarde? Na casa da Vizinha?
Valeu por ter chegado até aqui, agradeço pelos pontos e comentários
Lembrem-se de que quanto mais vocês apoiarem as histórias, com mais frequência vou trazê-las pra vocês.
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Al Día siguiente me levanté por la mañana pues me preparaba para ir a la universidad, me levanté a darme una ducha y mientras me quitaba mi ropa no pude evitar pensar en lo que había pasado una noche antes, “Me vio?, No me vio?, si me vio le va a decir a mi mamá?, me tengo que disculpar?, Que hago?” Pensaba en todos los escenarios posibles, mi mente divagaba en el destino incierto que gracias a mi obsesión con la mamá de Paul ahora tenia que afrontar las consecuencias, Miraba fijamente hacia la ventana de la señora Nancy esperando que pasara a darse su ducha mañana igual que todos los días y como si Dios escuchara mis plegarias apareció mi vecina, todos los días yo cerraba las cortinas y discretamente a través de una orilla podía verla sin levantar sospechas pero algo en mi me impulso a hacer algo que nunca pensaría, no cerré la cortina dejándome expuesto a la vista de la Señora Nancy, el show de la noche anterior había sido increíble y se lo tenia que agradecer de una manera. Comencé a modelar mi poco musculo enfrente de un espejo que había en el baño, rogando por dentro que se fijara en mi, gracias a que se me hacia tarde y que no quería parecer muy obvio me marché del baño sin mirar hacia su ventana
Caminé un poco nervioso hacia mi cuarto donde me vestí para ir a la universidad, a los pocos minutos esta listo y me disponía a bajar a la cocina donde ya me esperaba mi mamá con el desayuno listo, me dirigí hacia la cocina pensativo
-Buenos Días Adri- me dijo sonriente mi mamá
-Hola má- le respondí mientras me sentaba en la mesa
-Por que tan pensativo Adri?- me preguntó
-¿No te parece atractiva nuestra vecina, mamá?- le dije, a lo que mamá tosió su trago de café que recién había bebido
-Aaaagh perdón hijo- dijo mientras se limpiaba -Solo no esperaba esa pregunta, si si es bonita…espera es ella la mujer que te gusta y que es mayor que tu?- preguntó
-Nonono mamá tranquila- le respondí entre risas
-Buenoooo, supongamos que te creo- me dijo mientras me miraba fijamente pero, en lugar de enfadarse, sonrió y me dijo -Bueno, Adri, es cierto que la señora es una mujer muy atractiva, pero tienes que tener en cuenta que ella es mucho mayor que tú. Además, ella es solo nuestra vecina y no creo que esté interesada en salir con un chico tan joven como tú y olvidaste el detalle que es la mamá de tu mejor amigo y esta casada-
Me sentí un poco avergonzado por lo que había dicho, pero mi madre me acarició el pelo y agregó -No te preocupes, hijo. Todos tenemos nuestras propias preferencias y no hay nada de malo en eso. Lo importante es respetar a los demás y ser honestos con ellos- me abrazó y me tomó de la mano, agradecía tener una madre con la cual podía hablar de todo sin recibir nada mas que consejos -¿por qué no vas al gimnasio como solías hacer antes?- me preguntó -Mira cada que Nancy y yo platicamos me presume su excelente cuerpo gracias al ejercicio así que creo que eso te puede ayudar- me dijo sonriente, le devolví la sonrisa y continué desayunando
“¿Por qué me esta ayudando con la señora Nancy?” me preguntaba internamente, terminé de desayunar, me despedí de mi mamá y Salí en camino a la universidad
A las 8:30 ya me encontraba sentado en mi primer clase del día, Historia del Arte. La profesora era un poco aburrida, pero al menos el material era interesante. Después de eso, tuve una pausa de media hora para comer el bocadillo que mi madre me había preparado también realicé algunas tareas
A las 10:30 comenzó mi siguiente clase, Matemáticas Aplicadas. Esta clase fue ma que menos me gustó, pero tenia que pasarla para graduarme. Trataba de concentrarme lo máximo posible, pero era difícil cuando el profesor hablaba tan rápido y utilizaba tantos símbolos y fórmulas.
Después de Matemáticas Aplicadas, tuve otra pausa de media hora antes de mi última clase del día, Física. Esta fue mi clase favorita del día, ya que el profesor era muy dinámico y siempre hacia demostraciones prácticas interesantes.
A las 3:00 terminó mi última clase del día y me dispuse a ir al Gimnasio, Llegué al gimnasio del edificio después de mi última clase del día, con ganas de hacer un poco de ejercicio para despejar la mente. Cuando llegué al área de pesas, vi a una chica que había visto algunas veces en mis clases, pero con la que nunca había hablado.
— Como é que tá o treino? — me aproximei dela e perguntei. — Tô fazendo um pouco de braço — ela respondeu com um sorriso.
— Aaammm, sou o Adrián da Universidade, não sei se você me conhece — falei meio tímido.
— Claro que te conheço, hahaha — ela disse entre risadas — Cê é gente boa, mesmo a gente nunca tendo conversado — falou corando.
— Beleza, vou começar a treinar, a gente se vê — falei.
Rapidamente fui pro vestiário vestir minha roupa de academia e comecei meu aquecimento com uns minutos de cardio na esteira. Depois disso, fui pra área de musculação e comecei a trabalhar meus músculos com uma série de exercícios de força.
Enquanto malhava, ouvia música e tentava focar nos meus objetivos de treino, quando senti alguém tocar meu ombro. Era a Mariana de novo.
— Quer fazer algumas séries juntos? — ela perguntou, e claro que aceitei na hora. Enquanto treinávamos, começamos a conversar sobre nossas aulas e descobrimos que tínhamos muitos interesses em comum. Percebi que ela era uma pessoa muito interessante e divertida, e fiquei feliz pra caralho por ter tomado a iniciativa de falar com ela. Depois de uma hora e meia de treino, a gente tinha terminado.
— Quer ir tomar alguma coisa? — perguntei.
— Claro, deixa eu tomar um banho e trocar de roupa, ok? — ela disse.
— Beleza, vou tomar um banho também — falei. Fomos pros nossos vestiários e eu me preparei pra sair com ela.
Tava esperando ansioso na porta do vestiário feminino quando a vi sair. Ela era incrivelmente gostosa, o cabelo e a pele ainda estavam molhados.
— Vamos? — ela se aproximou de mim e disse — Aaa… aaa sim, claro — respondi gaguejando, porque o cheiro do perfume dela só me fez me apaixonar ainda mais. Saímos da academia, meu coração batia a mil. Era meu primeiro encontro em anos e eu não conseguia parar de ficar nervoso! Mariana, por outro lado, parecia relaxada e sorridente, o que me acalmou um pouco.
Fomos a um café perto da academia e sentamos numa mesa na varanda. Batemos um papo e logo descobrimos que tínhamos um monte de coisas em comum.
O encontro passou voando e, antes que a gente percebesse, já eram 6 da tarde. Nos despedimos com um aperto de mão e combinamos de nos ver de novo em breve. Quando cheguei em casa, não conseguia parar de sorrir. Foi um encontro incrivelmente gostoso e espero ter outro logo.
Eu estava tão feliz que resolvi cozinhar algo para o jantar, porque minha mãe ia chegar mais tarde naquele dia. Procurando na cozinha, decidi fazer uma sopa de legumes com o que tinha na despensa. Olhei na geladeira e encontrei umas cenouras, cebola e alho. Também achei uma lata de tomate e um saco de arroz na despensa.
Quando o sol começou a se esconder atrás do horizonte e o dia quente de verão foi virando uma noite quente, lembrei que tinha que levar o lixo para a calçada antes do caminhão passar amanhã de manhã. Deixei a sopa cozinhando e dei a volta no quintal, pegando o latão de lixo do lado, pela entrada da garagem, até a calçada da frente.
— Oi, Adri — ouvi uma voz me chamando.
Virei o olhar e lá estava minha vizinha, a dona Nancy, que eu não via desde aquela noite que a observei da janela do banheiro. Admirei o corpo inteiro dela, enquanto ela se aproximava de mim com um sorriso suave.
—Oi Adri, como você tá? — me cumprimentou com um beijo na bochecha, o cabelo castanho caramelo da Nancy balançando, caindo pouco além dos ombros, emoldurando o rosto dela lindamente. Os olhos azuis dela não eram penetrantes quando a gente se olhou, mas profundos, quase cinzentos. Ela não tava usando maquiagem nenhuma, mas os lábios carnudos da Nancy ainda estavam com um rosa suave. Dei uma olhada rápida nela, de cima a baixo, esperando que passasse despercebido, e notei que ela tava de shorts de yoga que realçavam as curvas dela perfeitamente.— Bem, obrigado, e a senhora? — perguntei.
— Quantas vezes já te falei pra me tratar de você? Tudo bem que sou uma senhora, mas não precisa ser assim — ela disse brincando, e eu só ri nervoso — E me diz, sua mãe ainda não chegou do trabalho? — ela perguntou.
— Aaaah, terça e quinta ela chega mais tarde — respondi, pensando como era bom ter a casa só pra mim e os luxos que isso me dava. Depois dessa conversa, eu podia aproveitar a casa vazia e aliviar a pressão que tava nas minhas calças. Nem tinha percebido, mas claro que meu pau já tinha começado a inchar enquanto eu via o corpo incrível da Senhora Nancy. Ainda não tava duro igual pedra, mas tava perigosamente perto. Enquanto mal processava o que ela tava me dizendo, tentei enfiar a mão no bolso da calça sutilmente e ajustar o pênis pelo tecido, empurrando pra uma posição menos perceptível. Depois voltei a prestar atenção no que ela tava falando, na esperança de não ter perdido nada muito importante.
— Aaaah, olha só que coincidência, o Paul também chega tarde terça e quinta, a gente devia se juntar pra comer, pra não ficar sozinho — Nancy fez uma pausa e riu de si mesma — Qualquer coisa me avisa, tô do lado.
— Claro, quando quiser, tô disponível — falei sorrindo.
— Bom, a gente se vê — ela se despediu com um beijo na bochecha.
— Até logo! — Ela assentiu, virou-se e começou a... caminhando pela entrada da garagem até a casa dela.
—Até mais! — Dona Nancy me chamou, caminhando em direção à própria porta. Sabia que não devia, mas olhei pra ela mais uma vez enquanto ela andava até a casa dela, e quase me levou ao limite. Durante toda a conversa, nunca tinha visto ela por trás, mas agora, enquanto Nancy caminhava pela entrada, pude ver a bunda dela em leggings, pulando pra cima e pra baixo a cada passo. Parecia desafiar as leis da física, ao mesmo tempo cheia e firme. Dei uma última olhada, sabendo que teria que guardar aquela imagem pra mais tarde, num momento a sós. Mais do que tudo, fiquei feliz que ela não tinha virado antes. A bunda dela quicando, o decote profundo e os lábios carnudos foram mais que suficientes pra deixar meu pau duro que nem pedra. Fiquei aliviado que ela não tinha notado antes. E com isso, ela entrou em casa e fechou a porta da frente.
Entrei em casa e fui pra cozinha comer, peguei um prato e me servi de um pouco de sopa. Assim que a sopa ficou pronta, ouvi minha mãe abrindo a porta. Falei que o jantar tava servido e sentamos pra comer juntos. Minha mãe ficou muito feliz de ver que eu tinha me dado ao trabalho de fazer o jantar e me agradeceu. Foi um jantar bem simples, mas muito agradável, e me senti muito orgulhoso de ter conseguido preparar tudo sozinho.
Mais tarde naquela noite, tava vendo uma série policial na sala de casa. Tava tão relaxado que quase tinha esquecido completamente do meu encontro com a Dona Nancy. No entanto, na série, um dos detetives entrevistou uma testemunha que usava um decote em V parecido com o da Nancy, mostrando um colo que, mesmo não sendo tão grande quanto o da minha vizinha. Ver aquilo me lembrou tudo o que tinha acontecido antes. Lembrei daqueles olhos profundos, daqueles lábios carnudos, daquele decote cheio e daquela bunda quicando, meu pau ficou duro que nem pedra, apertando contra minha calça jeans.
Desliguei a televisão e Subi as escadas. Ela tirou minha calça, minha camisa e minha cueca e jogou tudo no cesto do canto. Subi na minha cama e meu pau duro caiu contra minha barriga enquanto eu me deitava. Em vez de abrir o notebook e procurar pornografia, fechei os olhos e comecei a acariciar meu pau, pensando na minha vizinha, Nancy.
Enquanto me masturbava, fiquei pensando no decote lindo dela e em como senti falta daquilo enquanto admirava as coxas grossas dela. Aí lembrei como o decote dela balançava quando ela batia palmas e quando ria das próprias piadas. Só esse pensamento já foi o suficiente pra soltar um gemido alto. Enquanto acelerava o ritmo, batendo uma mais rápido, pensei na bunda dela, quicando no ritmo dentro do short de yoga. O tecido elástico esticava tão apertado nas nádegas dela que eu imaginava aquela bunda quicando pra cima e pra baixo num contexto diferente. Pensei em ouvir ela falar o nome dela, saindo da língua dela. A língua dela? Não tinha reparado nada de especial nisso, tava concentrado demais nos lábios macios e vermelhos dela. Do jeito que eles precisavam se juntar e depois se separar só pra dizer o nome dela.
— Adrián? — Levantei. Alguém tava batendo na porta, gritando meu nome. Olhei em volta e vi que já passava das onze da noite. Pensei em só voltar pro que tava fazendo, sentindo meu pau pulsando na minha mão. Minhas bolas estavam tão cheias, mas decidi que tinha que ir ver quem era na porta, caso fosse uma emergência. Pulei da cama e vesti uma calça de pijama amassada do lado da porta.
Descendo as escadas, a pessoa na porta ainda tava batendo quando abri. Nancy estava do outro lado, com um biquinho quase desesperado nos lábios. As sobrancelhas dela se franziram enquanto explicava que a pia da cozinha dela tava vazando e que precisava de ajuda pra tampar. Por mais que eu ouvisse o que ela dizia, eu tava mais concentrado em fazer contato visual de novo, pra evitar olhar descaradamente pro que notei primeiro quando abri a porta: a camisa molhada da Nancy.
Concordei em ajudar e segui ela pelo quintal da frente compartilhado, até a porta dela. Agora eu tava na casa da minha vizinha, pra ajudar a resolver um problema de encanamento, e ela tava de camisa molhada. Mal dava pra entender o que tava rolando, mas fiz o possível pra manter o profissional e educado.
—Então, cadê o problema? — sussurrei, tentando manter um tom baixo pra não acordar mais ninguém na casa.
—Ah, não precisa sussurrar — disse a Nancy, num volume normal — O Paul foi dormir na casa de um amigo da faculdade, suspeito que tem mulher no meio, mas fazer o quê, tô sozinha. — Aquelas duas palavras mandaram um arrepio na minha espinha, me fazendo perceber que não tinha vestido uma camisa antes de vir. A Nancy também notou a falta da camisa, admirando meu corpo definido. Com certeza não era um maromba, mas era musculoso o suficiente pra dar pra ver a definição. Ela supôs que eu provavelmente não era atleta, mas me esforçava pra ir na academia regularmente. Isso trouxe um sorriso no rosto dela, mas ela voltou a se concentrar na bagunça que tinha nas mãos.
A Nancy entrou na cozinha e eu fui atrás. Notei que tinha uma boa quantidade de toalhas espalhadas pelo chão, a maioria molhada com água encharcada. No epicentro da água, uma ilha no meio da cozinha tinha uma pia grande. Embaixo, os armários estavam abertos e um jorro lento e constante de água saía de um dos canos. A Nancy apontou pros canos e, sem dizer mais nada, se inclinou bem na minha frente. Esse movimento me pegou desprevenido, e eu esbarrei nela de leve, o suficiente pra sentir minha rola antes adormecida se contrair. A bunda gordinha dela tava pra cima, as leggings ainda esticadas nela, enquanto ela olhava mais de perto os canos.
— Quer dar uma olhada? — a Nancy me perguntou. Será que ela percebeu que eu tava olhando pra bunda dela? Pensei.
— Claro, vamos ver o que temos — tentei manter a calma, o que era mais fácil agora que eu tinha algo pra focar ativamente que não era o corpo gostoso da minha vizinha. maior. Imediatamente vi o vazamento e a Nancy deslizou a caixa de ferramentas pra mim. Eu já tinha ajudado meu pai em casa antes e também ajudei o pai dela a reformar o banheiro principal, então manjava um pouco de encanamento.
— A primeira coisa que vou fazer é fechar o fluxo de água pra esse cano, pra não vazar mais. Isso vai facilitar o conserto — expliquei enquanto trabalhava, e a Nancy agradeceu. Ela tava agachada do meu lado, eu sorri pra ela, mas ela tava mais focada nos canos que eu tava mexendo. Com o tempinho que isso me deu, dei mais uma olhada demorada na camiseta molhada que a Nancy tava usando. Era o mesmo decote em V de antes, então dava pra ver um bom pedaço do colo, ainda mais considerando que ela tava meio inclinada enquanto agachava. A mancha de umidade tava principalmente em volta do peito esquerdo, e percebi que ela tava de sutiã por baixo. De repente, voltei a atenção e cruzei o olhar com a Nancy. Ela devia ter notado que eu tava olhando.
— Hã? Ah. Foi mal — a Nancy percebeu meu olhar e riu de si mesma. Ela se levantou. — Desculpa, tava tão focada no vazamento que nem me troquei de camisa. Se importa?
Eu não fazia ideia do que poderia importar, quando de repente, num movimento rápido, a Nancy tirou a camisa pela cabeça e jogou em cima da bancada na frente dela. Quase soltei um suspiro. Por baixo da camisa, dava pra ver a barriga dela. Era bem definida, como as coxas já tinham sugerido, mas o que realmente chamou a atenção foi o sutiã azul bebê apertando os peitões dela. Era um sutiã simples, com os babados mais sutis ao longo das alças. No sutiã, descansavam dois peitos grandes, macios e flexíveis, bronzeados e levemente marcados pela idade. Peter sabia que ela era mais velha, mas o corpo da Nancy era absolutamente espetacular.
— Vou pegar uma camisa num segundo, vamos lá — Arruma isso primeiro. Precisamos de algo tipo uma pasta ou algum epóxi de uma loja de ferramentas? — ela perguntou, me tirando do transe em que eu estava, hipnotizado pelo peito dela.
— Ah, não. Talvez mais pra frente, mas o melhor que você pode usar agora é só um pouco de fita adesiva. — Peguei um rolo da caixa de ferramentas e enrolei uma tirinha em volta do vazamento várias vezes. — Agora, a gente já pode ligar a água de novo... — Com um chiado, a água começou a correr de novo. Apontei pra pia e a Nancy abriu a torneira. Depois de um instante, a água estava correndo, e a Nancy se abaixou pra verificar o cano. Se inclinando sobre mim, nós dois admiramos o trabalho dela enquanto a fita segurava. Ela agarrou o cano pra sentir a fita, e eu não consegui evitar imaginar a mão dela agarrando outro cano. A Nancy apertou a fita em volta do cano, e esses movimentos se traduziram fácil na minha mente enquanto eu via a mãozinha dela deslizando ao redor do cano. Pode ser que eu tenha sido interrompido antes, mas de repente percebi que meu pau tava duro. Não tava inchado, não. Meu pau tava completamente ereto, e eu tava de calça de pijama fina com a minha vizinha madura só de sutiã e legging de yoga, praticamente montada em mim. A gente tava sozinho. Tive que parar de pensar na situação, porque só fazia meu pau ficar mais duro. Desviei os olhos das mãos da Nancy no cano pra olhar a calça dela, que tava completamente justa. Tava tão nervoso que precisei me ajeitar, mas como? Não dava pra simplesmente enfiar o pau na cintura, porque aí com certeza ia aparecer. Me curvei e toquei no meu pau duro, fazendo ele tremer. Comecei a empurrar ele pra baixo, tentando pensar em outra coisa que não fosse na MILF que era minha vizinha. Tão perto que os peitos dela estavam do meu rosto. Precisava pensar em outra coisa, mas tinha material de sobra pra trabalhar. Tava empurrando desesperadamente meu pau para baixo quando, de repente, senti outra mão tocando a dele.
Gelei silenciosamente e olhei para cima, vendo Nancy olhando para ele. Ela não estava mais apalpando o cano, mas sim afastando minha mão. Enquanto fazia contato visual, Nancy tirou minha mão e envolveu seus dedinhos em volta da minha pau dura. Ela não a acariciou, só segurou por um momento, que pareceu uma eternidade.
— Você tem uma pau muito bonita, Adri — Nancy quebrou o silêncio sussurrando baixinho e sensual, e eu quase gozei na hora. Fiquei tão estupefato. Minha vizinha estava com um punhado da minha pau. Não sabia o que fazer. Então Nancy tomou o controle.
Ela sentiu minha pau se contrair na minha mão e pôde sentir o sangue bombeando por ela. Sem uma palavra, recuou, saindo do armário e dos canos, em direção ao meu colo. Ela puxou minha calça de pijama para baixo e jogou de lado, de qualquer jeito não estavam servindo pra nada. Eu não conseguia me mexer, só absorvia tudo que acontecia ao meu redor. Nancy segurou meu pau de novo, dessa vez começando a masturbar devagar, de cima pra baixo. Rapidamente encontrou um ritmo lento, eu estava no paraíso. Pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo, era hipnotizante.
— Ninguém gosta de uma punheta seca... — sussurrou, quase pra si mesma, antes de se inclinar em direção à pau na mão dela. Prendi a respiração quando a boca dela se aproximou cada vez mais, até parar a um centímetro da cabeça. Então ela abriu a boca e cuspiu na minha pau. Será que era possível cuspir com elegância? Não tinha certeza, mas se sim, foi isso que minha vizinha acabou de fazer. Ela começou a masturbar de novo, espalhando a saliva toda, dando à minha pau um brilho gostoso e deixando a punheta bem lisinha e macia.
Nancy olhou pra pau na mão dela, admirando. Era de bom tamanho, não tão comprida a ponto de não poder aproveitar tudo, mas definitivamente uma das maiores que já tinha visto. Além disso, era grossa. Não exageradamente grande, mas Simplesmente forte. Tinha grossura, e a Nancy adorava. A cabeça era um pouco mais rosada que o corpo, e por um momento ela passou um dedo ao redor da ponta, me fazendo ficar tenso. Eu conseguia envolver as duas mãos em volta do meu pau, e ela estava prestes a fazer isso quando notou minhas bolas. Pesadas, densas e, o mais importante, cheias. Essas com certeza iam ser um petisco, um pensamento que fez Nancy lamber os lábios inconscientemente. Com uma mão ainda bombeando devagar em volta do meu pau duro, a outra mão dela deslizou até minhas bolas, acariciando-as de leve. Enquanto fazia isso, eu quase derretia. As mãos dela eram tão macias, tão gentis.
Com uma mão levantando devagar meu membro duro e a outra massageando minhas bolas macias, Nancy se perguntou quanto tempo eu aguentaria. Eu estava visivelmente no limite, mas ela tinha fé que eu poderia durar mais. De qualquer forma, ela sabia que queria aquilo na boca dela. Ela tirou as mãos do meu pau, e eu consegui inspirar fundo.
— Ah, não se preocupa, só um segundo — ela tranquilizou, esticando a mão por trás das costas para desabotoar o sutiã num movimento rápido. Meus olhos se arregalaram enquanto eu tentava absorver tudo que estava na minha frente. Devagar, bem devagar, Nancy começou a tirar o sutiã, que praticamente caiu. Será que ela estava provocando ele? As alças deslizaram pelos ombros dela, descendo pelos braços. Os peitos dela se derramaram, tão lindos quanto eu imaginava, claramente Nancy tinha feito a parte dela para mantê-los em boa forma.

Ela se inclinou, pegando no meu pau de novo. Enquanto ela baixava a cabeça na direção do meu pau, eu segurei a respiração de novo. Observei como os lábios dela se abriram e a língua dela apareceu. Ela passou a língua ao longo do meu pau pulsante, pra baixo, depois pra cima, depois pra baixo de novo. Eu soltei um gemidinho. Depois soltei um gemido muito maior quando a Nancy tomou a decisão impulsiva de chupar uma das minhas bolas. Ainda sem quebrar o ritmo lento de acariciar meu pau, ela passou a língua pelas minhas bolas, franzindo os lábios em volta de uma antes de focar na outra, chupando de leve. Ela deixou cair da boca e voltou a atenção pro evento principal. Se levantando, a Nancy pressionou os lábios franzidos contra a cabeça do meu pau e esperou até eu encontrar o olhar dela, fazendo contato visual, antes de se inclinar pra dentro.Meu pau separou os lábios dela quando a Nancy recebeu meu membro quente na boca ansiosa dela. Enquanto percorria a língua molhada, ela pôde sentir o gosto do líquido pré-gozo escorrendo pela ponta, o que só a deixou mais excitada. Mas ela não parou por aí, levou até o fundo, até o nariz dela ficar pressionado contra o meu colo, eu tava quase desmaiando de tanta estimulação quando a Nancy me fez um garganta profunda sem esforço. Ela se afastou e eu deslizei quase completamente pra fora da boca dela antes dela parar na cabeça, chupando principalmente com os lábios e massageando com a língua enquanto rolava minhas bolas na mão dela.
Eu soltei um gemido quando minhas bolas cheias se apertaram e eu comecei a gozar. Ela empurrou fundo na garganta da Nancy, que engasgou com minha grande carga. Jato após jato, eu me esvaziei dentro dela. Tudo isso foi tanta estimulação que a Nancy continuou chupando, depois de limpar completamente os restos de porra do meu pau a Nancy quebrou o silêncio:
— Bom, valeu por consertar minha pia — Ela riu do ridículo que aquilo soou, mas continuou — Olha, é... Tarde, então é melhor você voltar pra casa e descansar um pouco. Sentei e concordei com a cabeça.
—É, ia dizer o mesmo — Levantamos juntos. Nancy viu meu pau balançar enquanto eu me levantava, e eu vi os peitos dela fazerem o mesmo. Peguei a calça do meu pijama que Nancy tinha jogado pela cozinha mais cedo e, preguiçosamente, vesti. Sabia que ia tomar banho e lavar a roupa amanhã de qualquer jeito.
Juntos, ela me acompanhou até a porta dela. No caminho, passamos por uma porta aberta que dava no que eu imaginei ser um quarto de hóspedes. Dei uma olhada rápida e notei uma escrivaninha ao lado da cama, além do que parecia ser uma configuração profissional de microfone.
—O quê, você faz podcast? — brinquei, curioso.
—Ah, é, algo assim. Talvez outra hora — Nancy respondeu, fechando a porta. Fomos para a frente da casa dela, e me virei pra olhar ela enquanto abria a porta. Ela ainda estava nua e me deu um sorriso suave com aqueles lábios ainda mais suaves. Imaginei aqueles lábios no meu pau de novo, o que deu uma animada no meu membro cansado. Nancy notou o pequeno volume e riu, dando um empurrãozinho brincalhão.
—Acho que você tem algo pra cuidar — Ela piscou. Depois, apertou os peitos com as mãos e os comprimiu levemente enquanto fazia biquinho com os lábios, de um jeito sedutor.
Atravessei o jardim da frente que dividíamos e fui pra minha própria porta. Enquanto andava, ouvi Nancy fechar a porta atrás de mim, antes de abrir a minha e entrar. Quando fechei a porta, tentei processar o que tinha acabado de acontecer. Minha vizinha MILF tinha acabado de me dar uma punheta fenomenal, um boquete dos bons, e depois deixou eu gozar na boca dela, tudo na cozinha dela. Fiquei duro que nem pedra em questão de segundos só de pensar nisso. Uma coisa era certa: queria fazer tudo de novo.
Subi pro meu quarto, onde minha mãe estava sentada na minha cama me esperando.
—O que você estava fazendo tão tarde? Na casa da Vizinha?
Valeu por ter chegado até aqui, agradeço pelos pontos e comentários
Lembrem-se de que quanto mais vocês apoiarem as histórias, com mais frequência vou trazê-las pra vocês.
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