No último dia de aula, lembro que tinha pegado no sono, entrava às 8h e acordei às 7h50. Quando abri os olhos, agarrei o celular e pulei da cama. Escovei os dentes, peguei minhas coisas e saí voando pra faculdade. Considerando todos os atrasos do transporte público e tal, cheguei meia hora atrasado. Já na porta, parei pra comprar uma água no camelô de fora — a muvuca pra comprar era incrível! Já sabia que tava atrasado, uns minutos a mais não fariam diferença. Tinha muita gente esperando, e bem na minha frente estava ela. Era uma professora muito conhecida na facul, a chefe da cadeira de Filosofia 1! Marina Tanzani, uma expert na matéria e super rigorosa, também cheia de valores como pessoa e gente boa quando você estudava pras provas. Ela era minha fantasia sexual de sempre, adorava sentar na frente e admirar aqueles peitos lindos e enormes. Era uma mulher jovem, mas madura, não passava dos 40, media uns 1,70, esbelta, com o cabelo super longo e bem preto. Sempre carregava uma pasta de papelão cheia de folhas e documentos. Parece que ela também tava atrasada, porque quando se virou apressada, esbarrou em mim e, além de quase cairmos, todas as folhas dela voaram. O que mais me surpreendeu foi que ninguém — absolutamente ninguém — que tava ali se ofereceu pra ajudar. Ela pediu desculpas e, ao me reconhecer, cumprimentou. Sem hesitar, me abaixei e ajudei a juntar tudo. Nossos olhares se cruzaram, como já tinha acontecido outras vezes — ela tinha uns olhos castanhos claros deliciosos, um olhar muito penetrante, e sem falar naqueles peitos lindos, firmes e cheios de sardas. Quando terminamos, ela me agradeceu sorrindo e entrou. Entrei na sala e tava uma bagunça, mesmo sendo gente adulta era um caos, parecia uma turma do segundo ano do ensino médio, risadas e gritos de um lado pro outro. Ao entrar, percebi que Tanzani estava sentada na mesa, de braços cruzados, encarando todo todo mundo, decepcionada como sempre, quando me viu entrar me olhou fazendo um gesto de negação com a cabeça e por isso decidi bater com muita força na primeira mesa, o que chamou a atenção de todos que não hesitaram em olhar na minha direção. A professora exclamou: - Agora sim podemos começar? Todos ficaram olhando para ela em silêncio, ela me olhou e disse: - Obrigada, de novo. Acertei a cabeça e sentei em uma das mesas lá na frente. Quando ela começou a dar a aula foi impossível não olhar para os peitos dela, como sempre fazia, tenho certeza de que ela tinha percebido que eu estava olhando, para ela e seus peitos grandes e perfeitos, dava para ver um pouco pelo decote e os mamilos marcavam, mostrando que ela não estava usando sutiã. Quando chegou o intervalo, ela ficou guardando coisas e me veio um comentário de dentro: - Que alívio, né? - O quê? Que acabou? - Também, mas eu estava falando de não usar sutiã pelo menos hoje. - Como você sabe que só foi hoje? - Porque seus peitos são firmes. Isso é sinal de que usa sutiã. - Que observador! Sim, as duas coisas me dão um certo alívio! Graças a Deus!! Só sorri e não pude evitar dizer enquanto saía: - Muito lindas, por sinal! Ao cruzar a porta me virei para olhar para ela e ela estava me olhando com cara de surpresa, meio sorrindo. Depois do intervalo e da aula chata de Sociologia, na sala magna número 24, estava ela, tinha soltado o cabelo, tinha a chave na pulseira, uns óculos para ler e estava corrigindo algumas provas, todas com caneta vermelha!! - Tem alguém se salvando aí? - Perguntei. Sem me olhar, continuou corrigindo e disse: - Por enquanto a nota mais alta é um 3! - Vá preparando a azul para a minha prova!! - Falei me achando. - Não se empolma, quer? Hahahaha - Ela disse rindo. - Mas, eu me dou melhor com língua. Coloquei a língua para fora para umedecer meus lábios, ela me olhou e sem conseguir nem querer disfarçar mordeu os dela de leve. - Não me dificulta, você sabe que não Posso sim!! - ela me disse em voz baixa, olhando para ver se ninguém entrava. Era o último dia, não pensei duas vezes e fui até a porta verificar se não vinha ninguém e tranquei. Me aproximei dela, agarrei sua cintura e cheguei perto de seu rosto. Ela apenas fechou os olhos e afastou meu rosto, dizendo: - Não, chega. Eu sabia que no fundo ela queria, assim como eu, só que a culpa que viria depois era mais forte que ela, como já me tinha dito uma vez, ela nunca tinha traído o marido. Consegui roubar um beijo, e ela me olhou e disse: - Pronto, tá aí. Bastou eu olhar nos seus olhos para que ela fosse rapidamente até a porta e trancasse com chave. Como chefe de departamento, ela tinha um chaveiro para as salas. Depois de trancar, ela se aproximou de mim, amarrando o cabelo, e começou a tocar meu pau por cima da calça enquanto eu devorava sua boca. Foi incrível sentir aquela língua se movendo daquele jeito dentro da minha boca. Não consegui evitar que meu pau ficasse duro, nem queria - era exatamente o que ela também estava procurando. Desabotoei o jeans dela e perguntei: - Posso? De maneira desesperada, ela mesma abaixou o zíper da calça, pegou minha mão e a colocou por baixo da sua calcinha. Nem preciso dizer que ela estava toda molhada e super quentinha. A buceta estava depiladinha, macia. Comecei a esfregar devagar, e ela começou a se agitar e respirar mais forte, soltando ar quente pela boca. Ela meteu a mão por baixo da minha calça e começou a tocar meu pau. Me sentou na cadeira e se ajoelhou. Já de joelhos, me olhou, colocou os óculos e disse: - Agora o oral vou ser eu quem vou dar! Começou lambendo bem a cabeça do meu pau, deixando ela toda babada, e desceu direto para minhas bolas. Começou a chupá-las de um jeito espetacular, daquele que só uma mulher experiente é capaz. Ela as lambia e chupava, colocando-as na boca e saboreando, enquanto fazia uma bela punheta com aquelas mãos delicadas, com unhas longas bem cuidadas. - Antes de tomar a mamadeira, gosto de esquentar o leitinho, papi - ela me disse, me encarando. os olhos. Depois disso parei e ela enfiou meu pau na boca mais ou menos até a metade, colocou as mãos atrás e me olhou, ficou parada sem se mexer, só me encarando nos olhos. Sem hesitar, agarrei seu cabelo e comecei a meter fundo na boca dela, era isso que ela queria, queria que eu a dominasse do meu jeito, meu pau chegava na garganta dela fazendo-a chorar e os sons de engasgo eram tão altos que ela teve que cuspir para não se afogar. Depois de um tempo chupando, ela se levantou e sentou na mesa, abrindo as pernas, puxou a calcinha de lado e abrindo a buceta com os dedos, me disse:
- Quero que enfie tudo nessa buceta, seu atrevido!!!
Sem pensar, bati com meu pau por fora e, depois de ouvir aqueles gemidos de prazer, enfiei até o fundo, agarrando sua cintura comecei a meter com força e bem fundo, ela gemía de prazer e em voz baixa pedia mais:
- Assim, não para, papi, vai, quero mais, me dá mais, MAIS POR FAVOR!!
Comecei a chupar seus peitos enquanto metia com força, finalmente tinha na boca aqueles seios que eu tinha olhado por 4 anos!! Estava provando, mordendo, enquanto ela continuava se mexendo, tive vontade de gozar e avisei:
- Vou gozar!!!
- Opa, espera - ela se ajoelhou e disse:
- Me dá, vai, goza na professora, papi, vai.
Ela botou a língua para fora e abriu bem a boca, respirava ofegante, quando comecei a gozar ela começou a engolir, tudo, me olhou e disse:
- Quero mais!!! Me dá mais porra!!
Agarrou meu pau e colocando os lábios na cabeça começou a chupar, a filha da puta conseguiu tirar ainda mais leite de mim! Foi lindo sentir ela sugando com fome de pau.
Ouvimos batidas na porta e tivemos que abrir, nos vestimos e pegamos uns papéis, era a coordenadora, inventamos que ela estava explicando uns conceitos e conseguimos nos safar. Hoje de manhã recebi uma mensagem dela:
- Estou na sala magna corrigindo, vem?...
Se gostaram, pontuem e me digam nos comentários sobre o que gostariam no próximo. relato.
- Quero que enfie tudo nessa buceta, seu atrevido!!!
Sem pensar, bati com meu pau por fora e, depois de ouvir aqueles gemidos de prazer, enfiei até o fundo, agarrando sua cintura comecei a meter com força e bem fundo, ela gemía de prazer e em voz baixa pedia mais:
- Assim, não para, papi, vai, quero mais, me dá mais, MAIS POR FAVOR!!
Comecei a chupar seus peitos enquanto metia com força, finalmente tinha na boca aqueles seios que eu tinha olhado por 4 anos!! Estava provando, mordendo, enquanto ela continuava se mexendo, tive vontade de gozar e avisei:
- Vou gozar!!!
- Opa, espera - ela se ajoelhou e disse:
- Me dá, vai, goza na professora, papi, vai.
Ela botou a língua para fora e abriu bem a boca, respirava ofegante, quando comecei a gozar ela começou a engolir, tudo, me olhou e disse:
- Quero mais!!! Me dá mais porra!!
Agarrou meu pau e colocando os lábios na cabeça começou a chupar, a filha da puta conseguiu tirar ainda mais leite de mim! Foi lindo sentir ela sugando com fome de pau.
Ouvimos batidas na porta e tivemos que abrir, nos vestimos e pegamos uns papéis, era a coordenadora, inventamos que ela estava explicando uns conceitos e conseguimos nos safar. Hoje de manhã recebi uma mensagem dela:
- Estou na sala magna corrigindo, vem?...
Se gostaram, pontuem e me digam nos comentários sobre o que gostariam no próximo. relato.
4 comentários - La mejor despedida de la Profe.