Lizbeth, la pequeña evangélica 2

Lizbeth, 18 anos, de Veracruz, 1,50m, rostro bonito e um corpo muito gostoso. Continuei vendo ela várias vezes e ainda conversava com ela pelo WhatsApp, onde a gente se esquentava e trocava mensagens mais pesadas. Ela me chamava de "papi", o que me deixava ainda mais excitado. Por causa do meu trabalho, às vezes tenho dias de folga e decidi fazer uma visita a ela.

No primeiro dia, como já tinha virado amigo da família, me convidaram pra jantar na casa dela. Cheguei e conversei um pouco com a avó e a irmã mais nova. Ela estava se arrumando e a mãe ainda não tinha chegado do trabalho. Ela apareceu, linda demais, com o cabelo solto, os óculos e um vestido branco de verão com estampa de flores. A gente conversou sobre coisas banais. A irmã dela foi pro banheiro do térreo e eu pedi pra usar o banheiro. Me falaram pra ir pro segundo andar. Nisso, a Lizbeth me acompanhou pra me mostrar onde era.

Quando chegamos no banheiro, ela virou pra sair, mas eu peguei ela pelo braço e puxei pra dentro comigo. Beijei ela e passei a mão na bunda dela, e ela deixou. Falei: "Temos 10 minutos antes de desconfiarem". Ela apoiou os braços na caixa d'água, eu levantei a saia dela e me surpreendi ao ver que ela não tava usando nada por baixo. Mas gostei, porque já tava toda molhadinha. Tirei a pica e comecei a meter, primeiro devagar e depois mais rápido. Queria gozar rápido, ela disse que tava tomando a pílula, então gozei dentro dela. Foram uns 13 minutos. Ela limpou um pouco do sêmen que escorria pela perna dela e a gente desceu. A avó perguntou por que a gente demorou, e eu falei que tava meio mal do estômago. Não sei se ela acreditou, mas não fez perguntas.

A mãe dela chegou e a gente jantou os cinco. Eram umas 10 da noite quando a gente comeu, e aí, quando gozei, já era perto de 1 da madrugada. Então eu tava indo embora, mas me falaram pra ficar. Tinha um quarto vago. A mãe e a avó dormiam embaixo, a Lizbeth e a irmã tinham o quarto delas em cima, e tinha mais um quarto lá em cima, bem do lado do banheiro. Fiquei e todo mundo foi pros quartos. Por volta de... A partir da 1:30 recebo uma mensagem da Lizbeth, perguntando se eu já podia dormir. Falei que ainda não, e ela perguntou: "Você não quer dormir comigo?" Respondi que sim, mas que ela esperasse um pouco mais, pra ter certeza de que todo mundo já tava dormindo. Bateu 2 horas e não se ouvia mais nada, falei pra ela vir pro quarto. Menos de 2 minutos depois, sinto a porta abrir. Eu tinha um abajur do lado da cama, acendi ele. Ela chegou com um shortinho que deixava ver um pouco da bunda dela e uma camisa que não tampava o umbigo. Parou do lado da cama e perguntou: "Posso deitar com você?" Me afastei e deixei ela sentar. Começamos a nos beijar, agora mais devagar, a gente tinha muito mais tempo. Eu passava a mão nas pernas dela e no abdômen lisinho, ela esfregava minha pica por cima da cueca. Tirei o short e a calcinha que ela tava usando e comecei a chupar a buceta dela. Era uma delícia ver como ela se contorcia e lutava pra não gemer alto. Ela pegou o travesseiro e mordeu, enquanto eu continuava chupando gostoso, até fazer ela gozar. Veio minha vez. Ela se ajoelhou no chão e eu sentei na cama. Ela tirou minha cueca e minha pica saltou pra fora. Ela pegou com a mãozinha e começou a bater uma suave, deu uns beijinhos na cabeça, até que devagar foi colocando na boca. Ela chupava minha pica e com as mãos brincava com minhas bolas. Segurei a cabeça dela dos dois lados e comecei a comer a boca dela, primeiro devagar e depois mais rápido. Enfiava tudo e dava pra ouvir ela engasgando. Tirava e ela aproveitava pra puxar o ar. O chão tava cheio de saliva dela e eu já queria estar dentro dela de novo. Deitei ela na cama e coloquei um travesseiro entre a parede e a cama, pra não fazer tanto barulho, e enfiei devagar. Ela não podia fazer muito barulho. Dessa vez foi mais lento, era meter até o fundo e tirar quase tudo. Ela queria gritar de prazer, abria a boca bem grande e gemia baixinho no meu ouvido. A gente trocou e ela ficou por cima de mim. Ela rebolava gostoso, mas também sem fazer muito barulho. Por ser tão pequena e magrinha, eu carreguei ela e meti nela em pé. A gente se beijava pra não gritar muito. Ela já tinha gozado três vezes e tava chegando a minha. Falei que ia gozar, e ela perguntou: "Onde você quer gozar em mim, papai?" Falei que era no rosto dela. Coloquei ela no chão, ela ajoelhou — tava de óculos ainda. Comecei a bater uma pra soltar tudo na cara dela, e ela falava: "Papai, me dá seu leite, sua bebê quer o leite do papai." Não aguentei mais e gozei na cara dela. Enchi o rosto dela de porra. Ela pegou um pouco com o dedo e levou à boca. Só disse: "Seu leite é uma delícia, papai." A gente queria dormir junto, mas era arriscado. Ela pegou as coisas dela e foi no banheiro limpar o rosto. Assim que deitei, capotei e dormi até quase meio-dia.

1 comentários - Lizbeth, la pequeña evangélica 2

Jajaja terribles cojedores ,digo terrible putos ni vos te crees esa historia.