Oi, pessoal! Meu nome é Lena, tenho 21 anos e sou assim fisicamente.
Como vocês podem ver, eu tenho um corpo gostoso, uma bunda boa, mas meu maior atributo são meus peitões. Eu sou cristã, fui criada assim a vida toda, mesmo que aos 15 anos já tinha perdido a virgindade e fiquei viciada em sexo. Comecei a trepar literalmente todos os dias, adorava transar, aproveitar as pirocas era a melhor coisa do mundo. Amo ter uma dentro de mim, chupar, engolir porra e ficar toda melada de esperma. Mesmo sendo uma putinha para o mundo, eu mantinha minha imagem de menina cristã inocente. Achava que quando me casasse, meu marido ia acalmar meus desejos sexuais. Foi aí que, com 19 anos, conheci o Tomás, dois anos mais velho que eu, um cavalheiro, cristão, carinhoso, trabalhador, simplesmente o homem ideal para formar uma família. Depois de um ano de namoro, a gente ficou noivo e se mudou junto para a cidade onde morava a maior parte da família dele. Eu já tinha dito ao meu noivo que não íamos transar até casar. Ele sabia, porque também era cristão e estava guardando a virgindade para o casamento. Só que eu não era virgem de jeito nenhum, haha, na verdade já tinha traído ele umas 2 ou 3 vezes. Como a gente se mudou para outra cidade, eu não conhecia ninguém, então me acalmei um pouco. Procurei outra igreja cristã para frequentar e acabei achando uma num bairro. A maioria das pessoas nessa igreja eram homens e negros. Pouco tempo depois de começar a ir, acabei me oferecendo como voluntária. Tinha uma relação muito boa com o pastor dessa igreja, mesmo que mais de uma vez eu peguei ele olhando para meus peitos ou minha bunda. Isso começou a me excitar. Um dia, a igreja estava fechada e eu fui porque o pastor Edgar me pediu para ajudar a limpar e tal. Aceitei porque não tinha nada para fazer. Cheguei na igreja, o pastor me abriu a porta. Eu estava usando um vestido longo bem fechado, mas ia me trocar para não sujar ele. Então, coloquei isso.
Assim que o pastor me viu, ficou bobão kkkk sabia que ele ia adorar me ver com essa minissaia e esse decote, e por baixo só tinha um fiozinho preto e sem sutiã, então meus bicos apareciam. A gente começou a limpar e, de tanto mexer e varrer, eu estava suando. Aí peguei um balde d'água e joguei em mim, ficando toda molhada. A blusa, além de ser branca, era de um tecido bem fininho e ficou totalmente transparente, deixando meus peitos à mostra. O pastor ficou em choque quando me viu molhadinha e vendo meus peitos, eu pude ver como ele ficou duríssimo por baixo da calça, fazendo um volume enorme.
Eu: "Ai, meu Deus, pastor Edgar, ficou excitado me vendo?"
Pastor: "Me perdoa, senhorita Lena, não foi minha intenção..."
Eu: "Não se preocupe, pastor, deixa eu ajudar o senhor. É meu dever como cristã ajudar meu pastor em tudo que ele precisar, e isso inclui as necessidades dele."
Pastor: "E eu... não acredito...
Não deu tempo dele terminar, eu me aproximei e me ajoelhei na frente dele, peguei a calça dele, puxei pra baixo junto com a cueca e tirei uma bela piroca preta e veiuda, uns 18 cm, cabeçuda, bem dura, bem inchada. Passei a língua no tronco dela, olhando, e depois meti na boca e comecei a chupar enquanto batia uma pra ele. Passei a língua em círculos na cabeçona, deslizei a ponta da língua no furinho da piroca dele, enfiei inteira na boca, chupei com força, meti e tirei sem parar. O pastor segurou minha cabeça, aí eu levantei, andei até uma parede, virei pra olhar ele, levantei a saia e mostrei minha bunda pra ele, com o fio dental aparecendo. Empinei a bunda e fiquei rebolando. Ele veio correndo quase, afastou o fio dental e meteu de uma vez, inteirinha — ai, que gostoso! Ele começou a me comer com tudo, me dando com força, eu gemendo igual uma puta no cio, pedindo mais e mais piroca. A dele tava uma delícia. Ele me comeu por meia hora até gozar dentro de mim. A gente descansou um pouco e começou a conversar.
Padre: não sabia que você era tão piranha, parece tão inocente
Eu: hahahaha obrigada, padre
Padre: e você sempre foi assim?
Eu: sim, é meu dever como cristã satisfazer as necessidades sexuais dos homens, não é?
Padre: sim, coração, você tem toda razão, é seu dever
Depois de conversar um pouco, comecei a chupar ele até que ficou duro que nem pedra de novo. Ele meteu no meu cu até gozar lá dentro. Eu, toda feliz depois de ter uns orgasmos do caralho, me vesti de novo e fui pra casa. No dia seguinte, voltei pra igreja e o padre me comia do jeito que ele queria. Virei o brinquedo sexual dele. Em poucos dias, o padre chamou um cara da igreja pra fazer um menage, depois outro, e mais outro. Em meses, já tinha dado pra quase todos os homens da igreja. Justo naquele mês, eu ia casar com meu noivo Tomás. Quando o dia chegou, finalmente pensei que seria só de um homem, que meu marido ia me satisfazer em tudo. Naquele dia, já estava na igreja, com meu vestido de noiva, toda pronta. Aí entrou o padre. Padre: "Nossa, como a noiva está gostosa." Eu: "Obrigada, padre, já estou pronta." Padre: "Sim, já vamos começar, mas antes, moças, me permitem um momento com a noiva? Preciso dizer umas palavras pra ela.
Minhas amigas e primas foram embora e me deixaram sozinha, o pai se aproximou de mim e começamos a nos beijar bem gostoso, ele me subiu numa mesa, levantou meu vestido e me penetrou, tirou meus peitos do vestido e começou a chupá-los bem gostoso enquanto me comia gostoso, até que me ajoelhou e gozou na minha cara, jogando a porra na minha carinha e boca, com meus dedos recolhi a porra do meu rosto e engoli, me maquiei rápido, me arrumei e saí, casei com Tomás, dançamos, nos divertimos muito, à noite finalmente veria a pica do Tomás, já que em dois anos nunca tinha visto, e olha quando vi, era pequena, comparada com todos os homens com quem transei a pica mais pequena que já comi tinha uns 6 cm a mais que a do Tomás facilmente, que decepção, ele me comeu, tentei fingir o melhor que pude porque a verdade é que não sentia nada e Tomás gozou em 5 minutos, transamos de novo e a mesma coisa, nada de nada, mas não quis ser ruim com ele, chupei ele, fiquei de quatro, montei nele, claro sem usar todas as minhas técnicas pra ele não perceber que eu era muito boa nisso kkk, fomos pra lua de mel na praia, na praia nos divertimos, transamos várias vezes na nossa lua de mel mas eu não sentia nada, mas gosto de ver que meu marido sente, então fingia só pra vê-lo feliz, já de volta pra casa, eu tava super necessitada, tava claro que meu marido não ia me satisfazer, não era nada do que eu esperava, nesse dia fui na igreja, entrei no escritório do padre, estávamos sozinhos, começamos a nos beijar apaixonadamente, sentia falta daqueles beijos gostosos enquanto ele apertava meus peitos, me ajoelhou e tirou aquela deliciosa pica preta, comecei a chupetear enquanto masturbava ele, depois chupei as bolas dele, fiz garganta profunda, até que ele me colocou em cima da mesa, levantou minha saia, abaixou minha calcinha fio dental e me penetrou bem gostoso e forte, começou a bater na minha bunda e me comer com fúria, depois de me dar pica por 1 hora ele gozou dentro da minha buceta, eu tive 3 orgasmos maravilhosos, me Me arrumei e fui pra casa. Enquanto caminhava, dava pra sentir a porra escorrendo da minha buceta, isso me excitava pra caralho. Não podia acreditar, tinham acabado de me comer e eu já tava excitada de novo. Cheguei no meu prédio, tava no elevador quando entra um cara bêbado. Ele morava no prédio, já tinha visto ele várias vezes. Era branco, grandalhão, bem gostoso, devia ter uns 25 anos. Pra ser só 4 da tarde, me surpreendi de ver ele bêbado, mas dava pra ver que tava feliz, provavelmente comemorando alguma coisa. Ele tava atrás de mim, eu tava de frente pra porta, quando de repente sinto um tapão na bunda.
Eduardo: que par de rabão gostoso você tem
Eu ignorei e ele me deu mais um tapa na bunda, meu deus, tava me excitando ainda mais
Eduardo: usando essa roupa de velha não dá pra apreciar
Falando isso, Zás, ele levantou minha saia longa e viu minha bunda de fio dental
Eduardo: olha só, olha só, que cuzão de fio dental, quem diria (PLAF mais um tapa na bunda) você devia dar essa raba de presente pra mim por eu me formar, putinha
Nisso cheguei no meu andar, saí devagar e olhando pra ele
Eu: vem buscar seu presente ou vai ficar aí parado?
Eu caminhei e rapidamente o Eduardo me seguiu. Entramos na minha casa, ele fechou a porta. Eu coloquei minhas coisas na mesa, fui até onde ele estava, me ajoelhei e puxei a rola dele pra fora. Peguei nela e comecei a chupar até ficar bem dura. Era bem grande, tinha a cabecinha rosadinha. Enquanto eu olhava pra ele chupando, ele se sentia no céu. Depois me levantei, me despi na frente dele e fiquei de quatro no sofá. Ele me seguiu e se posicionou atrás de mim, pegou a vara dele e me penetrou gostoso pra caralho. Ele me segurava pela cintura enquanto me comia com tudo, uffff. Eduardo: "Que putinha você é, não sabia que era assim." Eu: "Mas você gosta, papasito?" Eduardo: "Adoro, sua puta maldita. Você vai ser minha putinha pessoal." Eu: "Sim, papi, com todo prazer. Me dá essa rola.
Ele me comeu bem gostoso até gozar na minha boca. Fiquei chupando ele até deixar seco, e depois falei que ele tinha que ir embora porque meu marido já ia chegar. Ele se vestiu e foi. Meu marido chegou meia hora depois. À noite, a gente transou, e ele gozou em 3 minutos. No dia seguinte, umas 10 da manhã, eu tava me arrumando pra ir na igreja, quando bateram na minha porta. Era o Eduardo. Deixei ele entrar, e assim que fechei a porta, ele começou a me beijar. Me levou pro meu quarto, se despiu e sentou na beira da cama. Me fez ajoelhar e comecei a chupar ele bem gostoso, tava chupetando, passando a língua na cabeçona e no tronco, quando ele pegou o celular e falou: "Eduardo: ei, olha pra cá". Eu levantei o olhar com a pica dele na boca. Ele tirou uma foto e mandou um áudio: "Eduardo: ei, Lucas, olha como eu tô com essa putinha kkkk". Continuei chupando até o amigo responder: "Lucas: olha só, e por que você não convida? kkkk parece que ela chupa bem". "Eduardo: então vem, é minha vizinha, é do apartamento xxx. Bate duas vezes quando chegar".
Dioos, esse cara me tratava do jeito que eu queria e isso me excitava ainda mais. Eduardo me colocou de quatro, cuspiu no meu cu e enfiou a pica enorme dele lá dentro. Começou a me comer com fúria, dioos, eu amava, ele tava arrombando meu cu. Umas 15 minutos se passaram, ele tava furando meu cu sem parar, quando bateram na porta duas vezes. Eduardo: "Vai lá, abre pro meu amigo." Eu levantei, toda pelada, e fui abrir. Assim que abri, Lucas ficou chocado. Eu: "Você é o Lucas?" Lucas: "Sim." Eu: "Entra, seu amigo tá no meu quarto.
Fui e fomos pro quarto, Lucas cumprimentou o Eduardo, Lucas se pelou e me fez chupar ele enquanto Eduardo enfiava o pau no meu cu de novo, puta merda que gostoso, esses dois me comeram de quatro, dupla penetração, me comeram separado, me fizeram chupar enquanto conversavam entre si, me comeram de todo lado, quase o dia inteiro, depois se vestiram e foram embora, tava exausta, no dia seguinte Eduardo trouxe o Manuel e Lucas trouxe o Kevin, me comeram de novo o dia todo, faziam o que queriam comigo, me enfiavam pau sem parar, tinha meus buracos sempre ocupados com um pau, assim continuaram me comendo esses 4 por 3 meses, com esses caras me comendo do jeito que queriam, eu só podia ir na igreja 2 vezes por semana, onde o padre e uns caras da igreja também me comiam, além do meu marido que também me comia, só que ele durava de 2 a 5 minutos, depois desses 4 meses me senti meio mal e fiz uns exames, e descobri que tava grávida de 2 meses, fiquei no controle e contei pro meu marido, na real não sabia quem era o pai do bebê, mas rezava pra que fosse o Eduardo ou os amigos dele, porque se fosse alguém da igreja ia sair moreno ou preto, e meu marido ia me expulsar, quando contei pro meu marido que tava grávida, ele ficou super feliz, tava emocionado porque ia ser pai, depois contei pro Eduardo e pros amigos dele, eles pouco se importaram, jaja, me comeram por mais 2 meses e depois sumiram, até o Eduardo se mudou do prédio, no último dia que me comeram, fizeram bem bruto, verdade, adorei, quando passou uns 2 ou 4 dias, descobri que o Eduardo tinha se mudado, então achei que não ia ver eles de novo, fui pra igreja, uma vez lá, tava de joelhos chupando o padre, nisso bateram na porta, eu me enfiei debaixo da mesa pra não me verem, mas continuei chupando o padre, Padre: entra, Tomás: oi padre, Padre: ah Tomás, que surpresa, o que cê faz aqui? Não devia tá trabalhando? Eu me fiz a mesma pergunta, Eu tava chupando a pica do padre com meu marido na frente
Tomás: bom, é que eu queria vir falar com o senhor e pedi esse tempo livre
Padre: ohh (fiz garganta profunda nele) nossa, e sobre o que você quer falar?
Tomás: então, acho que minha esposa Lena tá me traindo
Quê! Como ele ousava duvidar de mim? Eu tava passando a língua nas bolas do padre enquanto batia uma pra ele, mas prestando atenção pra ouvir bem
Padre: sério? E como você tem tanta certeza?
Tomás: bom, não tenho certeza, mas recebi várias mensagens hoje de manhã dizendo que ele e 3 amigos comiam minha esposa todo dia na nossa cama, que ela era a putinha pessoal deles, o depósito de porra deles, que você era um viado, que eu tinha uma engolidora de leite como esposa, que o filho que ela espera é deles. Esses malditos, por isso sumiram.
Padre: e o que você pensa sobre isso?
Tomás: a verdade é que não sei, não sei o que pensar, por isso queria falar com o senhor.
Padre: bom, na minha opinião, acho que alguém está te fazendo uma piada de mau gosto. Não vejo a dona Lena sendo esse tipo de mulher, ela te ama, é devota da igreja, uma mulher muito respeitosa. Duvido muito que o que te disseram seja verdade. Nisso, ela está dando um boquete profundo enquanto lambia as bolas dele.
Tomás: O senhor acha? E como sabiam que a Lena tava grávida, sendo que ainda não contei pra ninguém?
Padre: Bom, aqui todo mundo sabe que a dona Lena tá grávida, com certeza ela contou pra todo mundo, dá pra ver que ela tá toda empolgada com a gravidez.
Tomás: Ah, que bom, então foi brincadeira mesmo, ela nunca faria umas coisas tão sujas assim. Fico feliz de ter vindo conversar com o senhor, muito obrigado, padre. Vou indo, preciso ir.
Padre: Fico feliz em ajudar, volte quando quiser.
Tomás foi embora e o padre gozou na minha garganta, chupei ele até deixar bem limpinho. Depois o padre precisava ir, mas mal ele saiu, entrou outro cara, depois outro, e mais outro. Fui comida por 3 caras. Aí fui embora de táxi, mas tava tão tarada que precisava ser comida. Tá grávida triplicou minha vontade de transar, minha buceta tava queimando, eu precisava de uma rola, precisava ser comida.
O taxista ficava me olhando e me olhando, porque eu tava inquieta, já que minha buceta tava ardendo, queimando. Aí não aguentei mais e falei:
Eu: "Ô, moço, desculpa, acabei de perceber que não tô com dinheiro."
Taxista: "E como cê pensa em pagar então?"
Eu: "Talvez a gente possa ir pra um lugar mais tranquilo e conversar, chegar num acordo?"
O taxista me olhou de cima a baixo, lambeu os lábios.
Taxista: "Perfeito."
O taxista dirigiu até um motel que parecia horrível, e quando entramos no quarto, tava pior ainda. Era óbvio que era um motel de quinta, mas eu não tava nem aí. O taxista entrou atrás de mim e, *zas*, me deu uma palmada na bunda.
Taxista: Beleza, agora se pelou toda, sua putinha. Quero ver o que vou comer.
Eu obedeci, tirei toda a roupa e fiquei pelada na frente daquele taxista gordo, barrigudo e careca.
Taxista: Caralho, você tem um corpaço, hein! Nem parece com esses trapos que você usa. Agora ajoelha e começa a pagar.
Eu obedeci, me ajoelhei, abaixei a calça e a cueca dele, e vi o pau dele, uns 16 cm, bem grosso, igual a ele. Comecei a chupar o pau dele, minha testa batia na barriga enorme dele, chupava as bolas enquanto batia uma pra ele. Depois ele me jogou na cama, abri as pernas, ele se pelou, montou em cima de mim e começou a me comer bem gostoso e forte. A gente começou a se beijar enquanto ele metia toda aquela rolona, eu sentia aquelas bolas grandes batendo no meu cu. Eu gozava sem parar. Ele me comeu por uma hora até gozar dentro de mim. Uff. Depois a gente se vestiu e ele me deixou no meu prédio.
Cada dia que passava, minha safadeza dobrava. Eu precisava de um pau. Desde cedo eu ia pra igreja, e o padre e os ajudantes da igreja me comiam do jeito que queriam. Me davam pau do jeito que queriam, me faziam chupar até encher minha boca de porra. Metiam no meu cu e na minha buceta, eu ficava escorrendo porra. Me comiam tanto que tiveram que fazer um quarto particular pra mim. Na porta tinha o nome "Desabafo". E eu passava o dia inteiro lá, desde que chegava até umas 7 ou 8 da noite. No começo, só o padre e os ajudantes me comiam. Às vezes vinham sozinhos, às vezes em grupo. A porta tinha uma trava por dentro que mostrava se tava ocupado ou livre. Pouco depois, o padre me disse:
Padre: ei Lena, posso te perguntar uma coisa?
Eu: sim padre, pode falar (enfiei o pauzão dele até a garganta)
Padre: você se importaria se eu deixar alguns irmãos que vêm na igreja entrar nesse quarto? Claro, eles dariam uma contribuição pra igreja por ter esse privilégio
Eu: sim padre, claro, o que for pra ajudar a igreja (chupava as bolas dele enquanto batia uma pra ele)
Padre: você é a melhor
Eu: brigada (tava me engasgando com o pauzão dele)
Então no dia seguinte fui na igreja bem cedo, já tinha fila do lado de fora da porta. Primeiro entrei, me despi, me perfumei, coloquei uma lingerie gostosa e troquei a placa de ocupado pra disponível. Foram entrando os que sempre me comiam. Lá pra umas 13h, eu tava tomando banho, tava sozinha, já tava com uns 4 meses de gravidez nessa época, mal dava pra ver minha barriguinha. Terminei de tomar banho, me enxuguei e troquei a placa de ocupado pra livre. Entrou um senhor de uns 54 anos, já tinha visto ele várias vezes na igreja. Assim que me viu, ficou durasso. Eu lambi meus lábios e me ajoelhei na frente dele pra chupar ele, depois fiquei de quatro e ele me comeu bem gostoso. Aí entrou outro que eu tinha visto na igreja, e depois outro e outro, até que fui comida por 10 pessoas que vinham na igreja. Alguns falavam que sabiam que eu era uma puta, que me desejavam desde que me viram, que dariam tudo que tinham pra continuar me comendo, que eu seria a putinha deles, e coisas do tipo. A verdade é que eu vivia encantada, receber tanta rola me fazia extremamente feliz. A notícia começou a se espalhar e no dia seguinte eu atendia entre 30 a 50 caras por dia, às vezes entravam em grupos de 3 ou em casal.
A parada saiu meio que do controle, então a igreja teve que liberar só dois dias pra usar a sala de desabafo, e limitar a 30 números nesses dias, porque tava levantando suspeita. Então nesses dois dias eu ia pra igreja e atendia todo mundo, um por um ia passando. Já tava com uns 6 meses e tinha uma barrigona, alguns caras ficavam excitados em comer uma grávida. Me comiam de barriga pra cima, de lado, de quatro, eu montava neles, chupavam meus peitos e bebiam meu leite que saía das tetas, me davam no cu, me batiam, beliscavam meus bicos, me açoitavam, cuspiam em mim, me sufocavam até eu ficar vermelha. Era uma loucura, eu vivia no paraíso, tinha uns orgasmos enormes e intensos, vivia com tesão e só me acalmava quando todos aqueles caras me comiam. Depois de 9 meses, cheguei a parir um lindo menino gordinho e branco, meu marido felizão por ser pai, eu apaixonada pelo meu filho. Fiquei dois meses de repouso pra minhas partes voltarem ao normal. Por algum motivo, não tava com vontade de transar nesse tempo, verdade, não sentia falta. Até que um dia, do nada, bateu um calorão na minha buceta e senti uma puta vontade de transar. Mesmo já sendo noite, pensei em transar com meu marido, mas isso só ia me deixar mais excitada.
Eu: Amor, vou jogar o lixo fora, fica de olho no bebê.
Tomás: Sim, amor.
Peguei o lixo e joguei fora. O vigia tava na entrada, um homem mais velho, uns 60 e poucos ou 70, sei lá. Cumprimentei ele.
Eu: Oi, tudo bem?
Vigia: Oi, moça, bem e a senhora?
Eu: Bem, bem. Noite tranquila?
Vigia: Sim, nessa hora ninguém sai mais.
Eu: Ah, entendo. Deve se sentir sozinho.
Vigia: Já me acostumei com isso, haha.
Eu: Mas se quiser, a gente pode ficar junto, assim o senhor não se sente sozinho (passei a mão na perna dele).
Vigia: Ehh...
Eu: Quer?
Vigia: S-sim.
Fecha a porta, tirei a pica pra fora — já tava bem dura, aquele velho. Levantei a saia, montei em cima dele e comecei a cavalgar gostoso. Era a primeira pica que eu comia em um tempo, e olha que eu tava precisando. Tava com um tesão acumulado, tive orgasmo atrás de orgasmo. O velho pegava nos meus peitos e chupava eles desesperado, até que gozou dentro de mim — uff. Me arrumei e fui pra casa.
Tomás: "Que que houve, amor? Demorou tanto."
Eu: "Ah, é que fiquei conversando com o velhinho vigia, ele tava se sentindo sozinho e fiz companhia pra ele um pouco."
Tomás: "Você é tão boa, amor. Te amo."
Eu: "Te amo, amor."
Depois disso, fomos dormir. No dia seguinte, procurei uma creche, porque mais cedo ou mais tarde eu teria que voltar pros meus deveres na igreja. Encontrei uma bem boa perto de casa, então deixava meu bebê lá toda manhã e ia pra igreja pra ser comida. Como já tinha baixado bastante o tesão, só atendia 10 pessoas. Um dia, tava dando gostoso no meu quarto de desabafo, quando o cara que tava me comendo gozou dentro de mim, se vestiu e foi embora. Antes, fui me limpar e tomar água, aí entrou outro senhor — e quando vi, fiquei gelada! Era o tio do Tomás!!
Ernesto: olha só, olha só quem está aqui
Eu: fiquei gelada
Ernesto: não sabia que você era uma puta suja
Eu: po, por favor não conta pro Tomás
Ernesto: bom, isso depende de você, raposinha
Ernesto chegou perto de mim, me agarrou pelo pescoço e me beijou, descendo a mão pra esfregar meu clitóris. Meu deus, meu clitóris, meu deus, fiquei excitada demais. Correspondi ao beijo enquanto ele me dedava, eu acariciava o pau dele por cima da calça. Me ajoelhei e comecei a chupar bem gostoso enquanto olhava pra ele, e ele me xingava, me chamava de puta, engole pica, prostituta, que eu seria a putinha pessoal dele. Enquanto me comia pela boca, me sufocava com o pau dele, depois me puxou pelo cabelo, me jogou na cama de bruços, abriu minhas pernas e me penetrou bem forte. Me puxou pelo cabelo enquanto me dava tapas na bunda e metia com tudo. Me comeu por umas horas até que finalmente gozou dentro de mim.
Ernesto: por enquanto não vou falar nada, mas logo você vai saber de mim
Eu: tá bom
Ernesto: vou indo, continua recebendo pica, puta
Eu: adorando
Ernesto: hahahaha
Ernesto foi embora e eu atendi quem faltava. Umas 5 horas já tava em casa com meu bebê. No dia seguinte, deixei o menino na creche e voltei pra casa porque tinha esquecido uma coisa. Já ia sair de novo quando bateram na porta. Abri a porta e era o Ernesto.
Ernesto: oi, meu amor, posso entrar?
Eu: pode, entra.
Ernesto, assim que fechei a porta, me agarrou, me beijou segurando minha bunda, desceu pra chupar meus peitos, eu gemia do gostoso que ele fazia. Passei a mão na pica dele por cima da calça, aí me ajoelhei e comecei a chupar ele, engolia a pica toda até a garganta, lambia as bolas dele enquanto batia uma pra ele. Depois ele me colocou de quatro no chão, cuspiu no meu cu e foi enfiando devagar, meu deus que gostoso. Quando já tava toda dentro do meu cu, ele começou a meter e tirar bem forte, tava arrebentando meu cu mas eu amava, eu gemia igual uma puta no cio, pedia mais e mais. Depois de uma hora furando meu cu, gozou dentro dele. A gente conversou mais um pouco, ele acabou me comendo o dia inteiro. Depois que ele foi embora, fui buscar meu filho. No dia seguinte ele não veio, deixei meu filho e fui pra igreja, lá fui comida por 10 homens, me encheram de porra na buceta, meu deus que gostoso sentir aquela porra dentro de mim. No dia seguinte recebi uma mensagem do Ernesto falando pra eu não sair, já tinha deixado o bebê na creche, então fiquei em casa esperando. Depois de uma hora bateram na porta, eu abri e era o Ernesto com os dois filhos dele, o Raul de 18 e o Rubén um ano mais novo que o Raul. Ernesto: "Hoje não posso ficar, mas vou deixar meus meninos aqui, já falei de você pra eles, trata eles bem haja tchau.
Não deu tempo nem de reagir quando o Ernesto foi embora. Os caras entraram, fecharam a porta, o Raúl pegou na minha mão e fomos pro quarto. Lá, o Raúl ficou na minha frente e o Rubén atrás. O Raúl me beijou enquanto o Rubén encostava o pau dele na minha bunda. Me despiraram, começaram a dar tapas na minha bunda, a dedar, chupar meus peitos. Depois me ajoelharam e me fizeram chupar eles. Eu masturbava eles e chupava até o fundo, passava a língua nas cabeças, lambia as bolas. Aí o Raúl deitou na cama, eu montei em cima dele enquanto chupava o Rubén. Cavalgava gostoso pra caralho no Raúl até ele gozar, e depois montei no Rubén até ele gozar também. Depois de um tempo, os dois me deram no cu, um por um, e depois na buceta de novo. Foi o dia inteiro assim, até que não conseguiam mais ficar duros, hahaha.
O pai deles veio buscar eles e eu fui buscar meu filho no dia seguinte. Ernesto também não veio, mas Raúl e Rubén sim kkkk. Me comeram de novo até eu ficar sequinha. No dia seguinte, Ernesto veio com os filhos dele e me comeram os três o dia inteiro. No outro dia, Raúl e Rubén vieram com 3 primos, outros primos do Tomás. Tinha o Juan de 20, o Rick de 22 e o Paul de 23 anos. Eles não acreditavam que estavam me comendo até me verem pelada na frente deles. Aí, entre os 5, me fizeram chupar e me deram pica. Fiquei com os buracos ocupados o dia inteiro, mal tiravam uma pica e já metiam outra. Nossa, que gostoso.
terminei bebendo litros de porra e tinha litros de porra na minha buceta e no meu cu. No dia seguinte, o Rick e o Paul vieram com o pai deles! O outro tio do Tomás, um velho tarado que sempre me assediava, baixinho e gordo, todo suado, eu não aguentava ele. E lá estava eu na sala, nua, de joelhos, com o pau gordo daquele nojento na minha boca enquanto batia uma pros dois filhos dele. Depois ele me comeu no cu e o filho dele, Paul, na buceta, enquanto o Rick usava minha boca do jeito que queria. Tava sendo comida literalmente pela boca. Meu deus, que trepada violenta que eu levei naquele dia. No dia seguinte, veio o Ernesto com os dois filhos dele, e o Henry, o velho gordo, com os três filhos dele. Naquele dia, arrebentaram todos os meus buracos.
Fiquei moída kkkkk no dia seguinte ninguém veio, então fui na igreja e o padre e os ajudantes dele me comeram. No dia seguinte vieram Ernesto, Henry e Enrique, o pai do Tomás! Quase desmaiei quando vi ele, pensei que tudo tinha ido pro caralho, mas tava enganada. Eu achava que aquele senhor era certinho, muito religioso, super fiel à esposa, quem diria que era igual ou até mais sádico que os irmãos dele. Os três me deixaram de joelhos, dando tapas na minha cara com as picas deles. Meu sogro pegava minha boca, depois os irmãos dele me metiam, aí meu sogro arrombava meu cu. Meu deus, era uma loucura total. Já tinha comido todos os homens da família do Tomás, era a putinha particular da família Martinez e amava isso! Me comeram por um mês nesse esquema, e nos dias que não vinham, me comiam na igreja. Daí pouco tempo comecei a me sentir mal, fui no médico e descobri que tava grávida de um mês. A verdade é que não sabia quem era o pai, porque tinha comido com homens demais. Contei a notícia pro Tomás e ele ficou super feliz, contente que seria pai de novo. Eu só rezava pra que fosse de algum parente do Tomás, pra sair igual a ele. Os meses foram passando, e quanto maior minha barriga ficava, mais vontade de trepar eu sentia. Eu vivia insaciável por sexo, precisava ser comida com tudo. Pedia pros tios e primos do Tomás chamarem os amigos deles, pro meu sogro chamar os amigos dele. Eles me obedeciam. Ernesto chamava os chefes dele e com o tempo conseguiu uma promoção. Os primos chamavam os professores e eles passavam o material da faculdade.
De vez em quando eu pegava com os convidados pelos primos, vi como eles davam dinheiro pra eles, supus que estavam cobrando, mas não me importava, eu precisava que me comessem, que chupassem meus peitos que soltavam leite. Aos 9 meses já tava sentindo as dores do parto, então fui pro hospital, nisso chegou o Tomás, entrou na sala de parto comigo e depois de muita dor dei à luz um menino preto! Meu Deus, queria morrer! E o Tomás também, não falou nada, as horas passavam e ele não dizia nada. Quando chegamos em casa, ele começou a agir como sempre, continuou sem perguntar quem era o pai daquele bebê, ou me perguntar por que eu tinha traído ele. Aí percebi que ele tava muito apaixonado, acho que não queria me perder e se fazia de bobo. Me deu até uma pena dele. Passei dois meses de repouso, e um dia falei pro Tomás:
Eu: love, quer me dar pelo cu?
Tomás: sério que posso, love?
Eu: sim, love
Tomás: mas e se doer?
Eu: relaxa, por ali não dói (soltei essa indireta super direta pra ver se ele falava algo)
Tomás: tá bom, o que eu faço?
Eu me coloquei de quatro na cama, falei pra ele cuspir na rola e meter, ele fez isso, tava encantado e super excitado, em 1 minuto gozou no meu cu kkkk verdade, senti pouco, mas adoro ver ele feliz e satisfeito. No dia seguinte fui na igreja, me pegaram todos ao mesmo tempo, todo mundo tava com saudades de mim.
me encheram de porra até não aguentar mais, em casa já na cama com o Tomás, me enfiei debaixo dos lençóis e peguei na pica dele e fiz um boquete sugador, não precisava mais fingir que era uma santa, fiz um boquete do caralho, como era pequena, enfiei a pica e as bolas dele na boca enquanto passava minha língua nas bolas dele dentro da minha boca, em 30 segundos já tinha a porra dele na minha boca. Eu: gostou, amor? Tomás: porra, adorei, não sabia que você mamava assim, caralho. Eu: a prática, amor, haha. Tomás não disse nada, só tava feliz. No dia seguinte, os primos e tios dele vieram me comer como bem entenderam. À noite, dei uns bons sentões, com 10 sentões foi suficiente pra ele e ele gozou. No dia seguinte, meu sogro me comeu com os irmãos dele e alguns amigos deles, e à noite o Tomás me comeu de cu de novo. No outro dia, me comeram de novo na igreja e à noite o Tomás me comia, assim o tempo todo, até que o Tomás mudou o horário na empresa, agora saía um pouco mais cedo. No primeiro dia, esqueci completamente, tava sendo comida pelo meu sogro e pelos irmãos dele, já tinham terminado de me dar pica, se vestiram, eu tava de fio dental com uma camiseta e o cabelo molhado porque tinha tomado banho com meu sogro, eles já tavam indo pra porta, eu ia na frente quando de repente o Tomás abriu a porta, entrou e nos viu.
Eu: oiiii amor, cê tá fazendo o que aqui tão cedo?
Tomás: oi amor, lembra que mudaram meu horário? Oi pai, oi tios, o que vocês tão fazendo aqui?
Enrique: viemos ver os bebês, filho!
Ernesto: isso, isso.
Tomás: ah, tá.
Enrique: mas já vamos indo, tchau.
Os senhores foram embora.
Tomás: amor, cê tava fazendo o que de fio dental com meu pai e meus tios em casa?
Eu: ah amor, não se preocupa, fica tranquilo, vou vestir algo e buscar os bebês.
Tomás: cê ainda não foi buscar eles?
Eu: não, amor.
Tomás: e meu pai e meus tios não vieram ver eles?
Eu: sim, amor. Olha, vou me vestir, já tô atrasada.
Fui me vestir e buscar as crianças. Depois, de noite, elas já estavam dormindo, eu tava limpando a cozinha, e o Tomás apareceu, meio pensativo.
Eu: amor, por que cê não vem e me dá uma pirocada? 🤭
Tomás perdeu a cara de pensativo, veio por trás de mim e meteu. Em 5 minutos já tinha gozado. Assim foram os dias, até que um dia a família Martinez ia fazer uma noite de caras. Eu achei que não devia ir, mas o Tomás disse que meu sogro tinha me convidado e que eu seria a única mulher no lugar. Já imaginei onde aquilo ia dar, então fui.
Chegando lá, a gente conversava e os caras faziam churrasco na grelha. Tomás tava meio distraído, e nisso dois primos dele me levaram pra um quarto e começaram a me comer. Um já tinha gozado e eu tava cavalgando o outro quando apareceram mais dois. Comecei a chupar um enquanto cavalgava até ele gozar. Depois, os outros dois me fizeram dupla penetração até acabarem. Aí vieram os dois tios do Tomás e me comeram, e por último meu sogro. Fiquei umas 4 horas sumida.
Tomás: amor, cadê você?
Eu: tava jogando com os caras, amor
Tomás: ah, e foi bom o jogo?
Eu: muito bom, daqui a pouco a gente vai jogar de novo
Tomás: ah, beleza, me avisa, amor
Eu: sim, amor
Passaram umas horas, avisei o Tomás que ia jogar e fui pro quarto, onde um por um me comia à vontade, até gozarem dentro de mim e saírem pra dar lugar ao próximo, assim por outras 4 horas. Me arrumei meio por cima, tava descabelada e com a roupa toda amassada, saí assim e falei pro Tomás pra gente ir embora. Ele me olhou, mas não falou nada. Em casa, a babá já tinha posto os bebês pra dormir. Ela foi embora e eu me despi, abri minhas pernas e, com as mãos, abri meu cu, que tava bem vermelhinho, e da minha buceta escorria porra. Aí falei pro Tomás:
Eu: amor, vem e mete no meu cu
O Tomás ficou maluco ao ver como eu tava com a buceta aberta esperando por ele. Ele tirou a roupa, meteu o pau e gozou em 3 minutos. Aí a gente deitou pra dormir.
Como vocês podem ver, eu tenho um corpo gostoso, uma bunda boa, mas meu maior atributo são meus peitões. Eu sou cristã, fui criada assim a vida toda, mesmo que aos 15 anos já tinha perdido a virgindade e fiquei viciada em sexo. Comecei a trepar literalmente todos os dias, adorava transar, aproveitar as pirocas era a melhor coisa do mundo. Amo ter uma dentro de mim, chupar, engolir porra e ficar toda melada de esperma. Mesmo sendo uma putinha para o mundo, eu mantinha minha imagem de menina cristã inocente. Achava que quando me casasse, meu marido ia acalmar meus desejos sexuais. Foi aí que, com 19 anos, conheci o Tomás, dois anos mais velho que eu, um cavalheiro, cristão, carinhoso, trabalhador, simplesmente o homem ideal para formar uma família. Depois de um ano de namoro, a gente ficou noivo e se mudou junto para a cidade onde morava a maior parte da família dele. Eu já tinha dito ao meu noivo que não íamos transar até casar. Ele sabia, porque também era cristão e estava guardando a virgindade para o casamento. Só que eu não era virgem de jeito nenhum, haha, na verdade já tinha traído ele umas 2 ou 3 vezes. Como a gente se mudou para outra cidade, eu não conhecia ninguém, então me acalmei um pouco. Procurei outra igreja cristã para frequentar e acabei achando uma num bairro. A maioria das pessoas nessa igreja eram homens e negros. Pouco tempo depois de começar a ir, acabei me oferecendo como voluntária. Tinha uma relação muito boa com o pastor dessa igreja, mesmo que mais de uma vez eu peguei ele olhando para meus peitos ou minha bunda. Isso começou a me excitar. Um dia, a igreja estava fechada e eu fui porque o pastor Edgar me pediu para ajudar a limpar e tal. Aceitei porque não tinha nada para fazer. Cheguei na igreja, o pastor me abriu a porta. Eu estava usando um vestido longo bem fechado, mas ia me trocar para não sujar ele. Então, coloquei isso.
Assim que o pastor me viu, ficou bobão kkkk sabia que ele ia adorar me ver com essa minissaia e esse decote, e por baixo só tinha um fiozinho preto e sem sutiã, então meus bicos apareciam. A gente começou a limpar e, de tanto mexer e varrer, eu estava suando. Aí peguei um balde d'água e joguei em mim, ficando toda molhada. A blusa, além de ser branca, era de um tecido bem fininho e ficou totalmente transparente, deixando meus peitos à mostra. O pastor ficou em choque quando me viu molhadinha e vendo meus peitos, eu pude ver como ele ficou duríssimo por baixo da calça, fazendo um volume enorme. Eu: "Ai, meu Deus, pastor Edgar, ficou excitado me vendo?"
Pastor: "Me perdoa, senhorita Lena, não foi minha intenção..."
Eu: "Não se preocupe, pastor, deixa eu ajudar o senhor. É meu dever como cristã ajudar meu pastor em tudo que ele precisar, e isso inclui as necessidades dele."
Pastor: "E eu... não acredito...
Não deu tempo dele terminar, eu me aproximei e me ajoelhei na frente dele, peguei a calça dele, puxei pra baixo junto com a cueca e tirei uma bela piroca preta e veiuda, uns 18 cm, cabeçuda, bem dura, bem inchada. Passei a língua no tronco dela, olhando, e depois meti na boca e comecei a chupar enquanto batia uma pra ele. Passei a língua em círculos na cabeçona, deslizei a ponta da língua no furinho da piroca dele, enfiei inteira na boca, chupei com força, meti e tirei sem parar. O pastor segurou minha cabeça, aí eu levantei, andei até uma parede, virei pra olhar ele, levantei a saia e mostrei minha bunda pra ele, com o fio dental aparecendo. Empinei a bunda e fiquei rebolando. Ele veio correndo quase, afastou o fio dental e meteu de uma vez, inteirinha — ai, que gostoso! Ele começou a me comer com tudo, me dando com força, eu gemendo igual uma puta no cio, pedindo mais e mais piroca. A dele tava uma delícia. Ele me comeu por meia hora até gozar dentro de mim. A gente descansou um pouco e começou a conversar.
Padre: não sabia que você era tão piranha, parece tão inocente Eu: hahahaha obrigada, padre
Padre: e você sempre foi assim?
Eu: sim, é meu dever como cristã satisfazer as necessidades sexuais dos homens, não é?
Padre: sim, coração, você tem toda razão, é seu dever
Depois de conversar um pouco, comecei a chupar ele até que ficou duro que nem pedra de novo. Ele meteu no meu cu até gozar lá dentro. Eu, toda feliz depois de ter uns orgasmos do caralho, me vesti de novo e fui pra casa. No dia seguinte, voltei pra igreja e o padre me comia do jeito que ele queria. Virei o brinquedo sexual dele. Em poucos dias, o padre chamou um cara da igreja pra fazer um menage, depois outro, e mais outro. Em meses, já tinha dado pra quase todos os homens da igreja. Justo naquele mês, eu ia casar com meu noivo Tomás. Quando o dia chegou, finalmente pensei que seria só de um homem, que meu marido ia me satisfazer em tudo. Naquele dia, já estava na igreja, com meu vestido de noiva, toda pronta. Aí entrou o padre. Padre: "Nossa, como a noiva está gostosa." Eu: "Obrigada, padre, já estou pronta." Padre: "Sim, já vamos começar, mas antes, moças, me permitem um momento com a noiva? Preciso dizer umas palavras pra ela.
Minhas amigas e primas foram embora e me deixaram sozinha, o pai se aproximou de mim e começamos a nos beijar bem gostoso, ele me subiu numa mesa, levantou meu vestido e me penetrou, tirou meus peitos do vestido e começou a chupá-los bem gostoso enquanto me comia gostoso, até que me ajoelhou e gozou na minha cara, jogando a porra na minha carinha e boca, com meus dedos recolhi a porra do meu rosto e engoli, me maquiei rápido, me arrumei e saí, casei com Tomás, dançamos, nos divertimos muito, à noite finalmente veria a pica do Tomás, já que em dois anos nunca tinha visto, e olha quando vi, era pequena, comparada com todos os homens com quem transei a pica mais pequena que já comi tinha uns 6 cm a mais que a do Tomás facilmente, que decepção, ele me comeu, tentei fingir o melhor que pude porque a verdade é que não sentia nada e Tomás gozou em 5 minutos, transamos de novo e a mesma coisa, nada de nada, mas não quis ser ruim com ele, chupei ele, fiquei de quatro, montei nele, claro sem usar todas as minhas técnicas pra ele não perceber que eu era muito boa nisso kkk, fomos pra lua de mel na praia, na praia nos divertimos, transamos várias vezes na nossa lua de mel mas eu não sentia nada, mas gosto de ver que meu marido sente, então fingia só pra vê-lo feliz, já de volta pra casa, eu tava super necessitada, tava claro que meu marido não ia me satisfazer, não era nada do que eu esperava, nesse dia fui na igreja, entrei no escritório do padre, estávamos sozinhos, começamos a nos beijar apaixonadamente, sentia falta daqueles beijos gostosos enquanto ele apertava meus peitos, me ajoelhou e tirou aquela deliciosa pica preta, comecei a chupetear enquanto masturbava ele, depois chupei as bolas dele, fiz garganta profunda, até que ele me colocou em cima da mesa, levantou minha saia, abaixou minha calcinha fio dental e me penetrou bem gostoso e forte, começou a bater na minha bunda e me comer com fúria, depois de me dar pica por 1 hora ele gozou dentro da minha buceta, eu tive 3 orgasmos maravilhosos, me Me arrumei e fui pra casa. Enquanto caminhava, dava pra sentir a porra escorrendo da minha buceta, isso me excitava pra caralho. Não podia acreditar, tinham acabado de me comer e eu já tava excitada de novo. Cheguei no meu prédio, tava no elevador quando entra um cara bêbado. Ele morava no prédio, já tinha visto ele várias vezes. Era branco, grandalhão, bem gostoso, devia ter uns 25 anos. Pra ser só 4 da tarde, me surpreendi de ver ele bêbado, mas dava pra ver que tava feliz, provavelmente comemorando alguma coisa. Ele tava atrás de mim, eu tava de frente pra porta, quando de repente sinto um tapão na bunda.
Eduardo: que par de rabão gostoso você tem Eu ignorei e ele me deu mais um tapa na bunda, meu deus, tava me excitando ainda mais
Eduardo: usando essa roupa de velha não dá pra apreciar
Falando isso, Zás, ele levantou minha saia longa e viu minha bunda de fio dental
Eduardo: olha só, olha só, que cuzão de fio dental, quem diria (PLAF mais um tapa na bunda) você devia dar essa raba de presente pra mim por eu me formar, putinha
Nisso cheguei no meu andar, saí devagar e olhando pra ele
Eu: vem buscar seu presente ou vai ficar aí parado?
Eu caminhei e rapidamente o Eduardo me seguiu. Entramos na minha casa, ele fechou a porta. Eu coloquei minhas coisas na mesa, fui até onde ele estava, me ajoelhei e puxei a rola dele pra fora. Peguei nela e comecei a chupar até ficar bem dura. Era bem grande, tinha a cabecinha rosadinha. Enquanto eu olhava pra ele chupando, ele se sentia no céu. Depois me levantei, me despi na frente dele e fiquei de quatro no sofá. Ele me seguiu e se posicionou atrás de mim, pegou a vara dele e me penetrou gostoso pra caralho. Ele me segurava pela cintura enquanto me comia com tudo, uffff. Eduardo: "Que putinha você é, não sabia que era assim." Eu: "Mas você gosta, papasito?" Eduardo: "Adoro, sua puta maldita. Você vai ser minha putinha pessoal." Eu: "Sim, papi, com todo prazer. Me dá essa rola.
Ele me comeu bem gostoso até gozar na minha boca. Fiquei chupando ele até deixar seco, e depois falei que ele tinha que ir embora porque meu marido já ia chegar. Ele se vestiu e foi. Meu marido chegou meia hora depois. À noite, a gente transou, e ele gozou em 3 minutos. No dia seguinte, umas 10 da manhã, eu tava me arrumando pra ir na igreja, quando bateram na minha porta. Era o Eduardo. Deixei ele entrar, e assim que fechei a porta, ele começou a me beijar. Me levou pro meu quarto, se despiu e sentou na beira da cama. Me fez ajoelhar e comecei a chupar ele bem gostoso, tava chupetando, passando a língua na cabeçona e no tronco, quando ele pegou o celular e falou: "Eduardo: ei, olha pra cá". Eu levantei o olhar com a pica dele na boca. Ele tirou uma foto e mandou um áudio: "Eduardo: ei, Lucas, olha como eu tô com essa putinha kkkk". Continuei chupando até o amigo responder: "Lucas: olha só, e por que você não convida? kkkk parece que ela chupa bem". "Eduardo: então vem, é minha vizinha, é do apartamento xxx. Bate duas vezes quando chegar".
Dioos, esse cara me tratava do jeito que eu queria e isso me excitava ainda mais. Eduardo me colocou de quatro, cuspiu no meu cu e enfiou a pica enorme dele lá dentro. Começou a me comer com fúria, dioos, eu amava, ele tava arrombando meu cu. Umas 15 minutos se passaram, ele tava furando meu cu sem parar, quando bateram na porta duas vezes. Eduardo: "Vai lá, abre pro meu amigo." Eu levantei, toda pelada, e fui abrir. Assim que abri, Lucas ficou chocado. Eu: "Você é o Lucas?" Lucas: "Sim." Eu: "Entra, seu amigo tá no meu quarto.
Fui e fomos pro quarto, Lucas cumprimentou o Eduardo, Lucas se pelou e me fez chupar ele enquanto Eduardo enfiava o pau no meu cu de novo, puta merda que gostoso, esses dois me comeram de quatro, dupla penetração, me comeram separado, me fizeram chupar enquanto conversavam entre si, me comeram de todo lado, quase o dia inteiro, depois se vestiram e foram embora, tava exausta, no dia seguinte Eduardo trouxe o Manuel e Lucas trouxe o Kevin, me comeram de novo o dia todo, faziam o que queriam comigo, me enfiavam pau sem parar, tinha meus buracos sempre ocupados com um pau, assim continuaram me comendo esses 4 por 3 meses, com esses caras me comendo do jeito que queriam, eu só podia ir na igreja 2 vezes por semana, onde o padre e uns caras da igreja também me comiam, além do meu marido que também me comia, só que ele durava de 2 a 5 minutos, depois desses 4 meses me senti meio mal e fiz uns exames, e descobri que tava grávida de 2 meses, fiquei no controle e contei pro meu marido, na real não sabia quem era o pai do bebê, mas rezava pra que fosse o Eduardo ou os amigos dele, porque se fosse alguém da igreja ia sair moreno ou preto, e meu marido ia me expulsar, quando contei pro meu marido que tava grávida, ele ficou super feliz, tava emocionado porque ia ser pai, depois contei pro Eduardo e pros amigos dele, eles pouco se importaram, jaja, me comeram por mais 2 meses e depois sumiram, até o Eduardo se mudou do prédio, no último dia que me comeram, fizeram bem bruto, verdade, adorei, quando passou uns 2 ou 4 dias, descobri que o Eduardo tinha se mudado, então achei que não ia ver eles de novo, fui pra igreja, uma vez lá, tava de joelhos chupando o padre, nisso bateram na porta, eu me enfiei debaixo da mesa pra não me verem, mas continuei chupando o padre, Padre: entra, Tomás: oi padre, Padre: ah Tomás, que surpresa, o que cê faz aqui? Não devia tá trabalhando? Eu me fiz a mesma pergunta, Eu tava chupando a pica do padre com meu marido na frente Tomás: bom, é que eu queria vir falar com o senhor e pedi esse tempo livre
Padre: ohh (fiz garganta profunda nele) nossa, e sobre o que você quer falar?
Tomás: então, acho que minha esposa Lena tá me traindo
Quê! Como ele ousava duvidar de mim? Eu tava passando a língua nas bolas do padre enquanto batia uma pra ele, mas prestando atenção pra ouvir bem
Padre: sério? E como você tem tanta certeza?Tomás: bom, não tenho certeza, mas recebi várias mensagens hoje de manhã dizendo que ele e 3 amigos comiam minha esposa todo dia na nossa cama, que ela era a putinha pessoal deles, o depósito de porra deles, que você era um viado, que eu tinha uma engolidora de leite como esposa, que o filho que ela espera é deles. Esses malditos, por isso sumiram.
Padre: e o que você pensa sobre isso?
Tomás: a verdade é que não sei, não sei o que pensar, por isso queria falar com o senhor.
Padre: bom, na minha opinião, acho que alguém está te fazendo uma piada de mau gosto. Não vejo a dona Lena sendo esse tipo de mulher, ela te ama, é devota da igreja, uma mulher muito respeitosa. Duvido muito que o que te disseram seja verdade. Nisso, ela está dando um boquete profundo enquanto lambia as bolas dele.
Tomás: O senhor acha? E como sabiam que a Lena tava grávida, sendo que ainda não contei pra ninguém?Padre: Bom, aqui todo mundo sabe que a dona Lena tá grávida, com certeza ela contou pra todo mundo, dá pra ver que ela tá toda empolgada com a gravidez.
Tomás: Ah, que bom, então foi brincadeira mesmo, ela nunca faria umas coisas tão sujas assim. Fico feliz de ter vindo conversar com o senhor, muito obrigado, padre. Vou indo, preciso ir.
Padre: Fico feliz em ajudar, volte quando quiser.
Tomás foi embora e o padre gozou na minha garganta, chupei ele até deixar bem limpinho. Depois o padre precisava ir, mas mal ele saiu, entrou outro cara, depois outro, e mais outro. Fui comida por 3 caras. Aí fui embora de táxi, mas tava tão tarada que precisava ser comida. Tá grávida triplicou minha vontade de transar, minha buceta tava queimando, eu precisava de uma rola, precisava ser comida.
O taxista ficava me olhando e me olhando, porque eu tava inquieta, já que minha buceta tava ardendo, queimando. Aí não aguentei mais e falei: Eu: "Ô, moço, desculpa, acabei de perceber que não tô com dinheiro."
Taxista: "E como cê pensa em pagar então?"
Eu: "Talvez a gente possa ir pra um lugar mais tranquilo e conversar, chegar num acordo?"
O taxista me olhou de cima a baixo, lambeu os lábios.
Taxista: "Perfeito."
O taxista dirigiu até um motel que parecia horrível, e quando entramos no quarto, tava pior ainda. Era óbvio que era um motel de quinta, mas eu não tava nem aí. O taxista entrou atrás de mim e, *zas*, me deu uma palmada na bunda.
Taxista: Beleza, agora se pelou toda, sua putinha. Quero ver o que vou comer. Eu obedeci, tirei toda a roupa e fiquei pelada na frente daquele taxista gordo, barrigudo e careca.
Taxista: Caralho, você tem um corpaço, hein! Nem parece com esses trapos que você usa. Agora ajoelha e começa a pagar.
Eu obedeci, me ajoelhei, abaixei a calça e a cueca dele, e vi o pau dele, uns 16 cm, bem grosso, igual a ele. Comecei a chupar o pau dele, minha testa batia na barriga enorme dele, chupava as bolas enquanto batia uma pra ele. Depois ele me jogou na cama, abri as pernas, ele se pelou, montou em cima de mim e começou a me comer bem gostoso e forte. A gente começou a se beijar enquanto ele metia toda aquela rolona, eu sentia aquelas bolas grandes batendo no meu cu. Eu gozava sem parar. Ele me comeu por uma hora até gozar dentro de mim. Uff. Depois a gente se vestiu e ele me deixou no meu prédio.
Cada dia que passava, minha safadeza dobrava. Eu precisava de um pau. Desde cedo eu ia pra igreja, e o padre e os ajudantes da igreja me comiam do jeito que queriam. Me davam pau do jeito que queriam, me faziam chupar até encher minha boca de porra. Metiam no meu cu e na minha buceta, eu ficava escorrendo porra. Me comiam tanto que tiveram que fazer um quarto particular pra mim. Na porta tinha o nome "Desabafo". E eu passava o dia inteiro lá, desde que chegava até umas 7 ou 8 da noite. No começo, só o padre e os ajudantes me comiam. Às vezes vinham sozinhos, às vezes em grupo. A porta tinha uma trava por dentro que mostrava se tava ocupado ou livre. Pouco depois, o padre me disse:
Padre: ei Lena, posso te perguntar uma coisa? Eu: sim padre, pode falar (enfiei o pauzão dele até a garganta)
Padre: você se importaria se eu deixar alguns irmãos que vêm na igreja entrar nesse quarto? Claro, eles dariam uma contribuição pra igreja por ter esse privilégio
Eu: sim padre, claro, o que for pra ajudar a igreja (chupava as bolas dele enquanto batia uma pra ele)
Padre: você é a melhor
Eu: brigada (tava me engasgando com o pauzão dele)
Então no dia seguinte fui na igreja bem cedo, já tinha fila do lado de fora da porta. Primeiro entrei, me despi, me perfumei, coloquei uma lingerie gostosa e troquei a placa de ocupado pra disponível. Foram entrando os que sempre me comiam. Lá pra umas 13h, eu tava tomando banho, tava sozinha, já tava com uns 4 meses de gravidez nessa época, mal dava pra ver minha barriguinha. Terminei de tomar banho, me enxuguei e troquei a placa de ocupado pra livre. Entrou um senhor de uns 54 anos, já tinha visto ele várias vezes na igreja. Assim que me viu, ficou durasso. Eu lambi meus lábios e me ajoelhei na frente dele pra chupar ele, depois fiquei de quatro e ele me comeu bem gostoso. Aí entrou outro que eu tinha visto na igreja, e depois outro e outro, até que fui comida por 10 pessoas que vinham na igreja. Alguns falavam que sabiam que eu era uma puta, que me desejavam desde que me viram, que dariam tudo que tinham pra continuar me comendo, que eu seria a putinha deles, e coisas do tipo. A verdade é que eu vivia encantada, receber tanta rola me fazia extremamente feliz. A notícia começou a se espalhar e no dia seguinte eu atendia entre 30 a 50 caras por dia, às vezes entravam em grupos de 3 ou em casal.
A parada saiu meio que do controle, então a igreja teve que liberar só dois dias pra usar a sala de desabafo, e limitar a 30 números nesses dias, porque tava levantando suspeita. Então nesses dois dias eu ia pra igreja e atendia todo mundo, um por um ia passando. Já tava com uns 6 meses e tinha uma barrigona, alguns caras ficavam excitados em comer uma grávida. Me comiam de barriga pra cima, de lado, de quatro, eu montava neles, chupavam meus peitos e bebiam meu leite que saía das tetas, me davam no cu, me batiam, beliscavam meus bicos, me açoitavam, cuspiam em mim, me sufocavam até eu ficar vermelha. Era uma loucura, eu vivia no paraíso, tinha uns orgasmos enormes e intensos, vivia com tesão e só me acalmava quando todos aqueles caras me comiam. Depois de 9 meses, cheguei a parir um lindo menino gordinho e branco, meu marido felizão por ser pai, eu apaixonada pelo meu filho. Fiquei dois meses de repouso pra minhas partes voltarem ao normal. Por algum motivo, não tava com vontade de transar nesse tempo, verdade, não sentia falta. Até que um dia, do nada, bateu um calorão na minha buceta e senti uma puta vontade de transar. Mesmo já sendo noite, pensei em transar com meu marido, mas isso só ia me deixar mais excitada. Eu: Amor, vou jogar o lixo fora, fica de olho no bebê.
Tomás: Sim, amor.
Peguei o lixo e joguei fora. O vigia tava na entrada, um homem mais velho, uns 60 e poucos ou 70, sei lá. Cumprimentei ele.
Eu: Oi, tudo bem?
Vigia: Oi, moça, bem e a senhora?
Eu: Bem, bem. Noite tranquila?
Vigia: Sim, nessa hora ninguém sai mais.
Eu: Ah, entendo. Deve se sentir sozinho.
Vigia: Já me acostumei com isso, haha.
Eu: Mas se quiser, a gente pode ficar junto, assim o senhor não se sente sozinho (passei a mão na perna dele).
Vigia: Ehh...
Eu: Quer?
Vigia: S-sim.
Fecha a porta, tirei a pica pra fora — já tava bem dura, aquele velho. Levantei a saia, montei em cima dele e comecei a cavalgar gostoso. Era a primeira pica que eu comia em um tempo, e olha que eu tava precisando. Tava com um tesão acumulado, tive orgasmo atrás de orgasmo. O velho pegava nos meus peitos e chupava eles desesperado, até que gozou dentro de mim — uff. Me arrumei e fui pra casa. Tomás: "Que que houve, amor? Demorou tanto."
Eu: "Ah, é que fiquei conversando com o velhinho vigia, ele tava se sentindo sozinho e fiz companhia pra ele um pouco."
Tomás: "Você é tão boa, amor. Te amo."
Eu: "Te amo, amor."
Depois disso, fomos dormir. No dia seguinte, procurei uma creche, porque mais cedo ou mais tarde eu teria que voltar pros meus deveres na igreja. Encontrei uma bem boa perto de casa, então deixava meu bebê lá toda manhã e ia pra igreja pra ser comida. Como já tinha baixado bastante o tesão, só atendia 10 pessoas. Um dia, tava dando gostoso no meu quarto de desabafo, quando o cara que tava me comendo gozou dentro de mim, se vestiu e foi embora. Antes, fui me limpar e tomar água, aí entrou outro senhor — e quando vi, fiquei gelada! Era o tio do Tomás!!
Ernesto: olha só, olha só quem está aqui Eu: fiquei gelada
Ernesto: não sabia que você era uma puta suja
Eu: po, por favor não conta pro Tomás
Ernesto: bom, isso depende de você, raposinha
Ernesto chegou perto de mim, me agarrou pelo pescoço e me beijou, descendo a mão pra esfregar meu clitóris. Meu deus, meu clitóris, meu deus, fiquei excitada demais. Correspondi ao beijo enquanto ele me dedava, eu acariciava o pau dele por cima da calça. Me ajoelhei e comecei a chupar bem gostoso enquanto olhava pra ele, e ele me xingava, me chamava de puta, engole pica, prostituta, que eu seria a putinha pessoal dele. Enquanto me comia pela boca, me sufocava com o pau dele, depois me puxou pelo cabelo, me jogou na cama de bruços, abriu minhas pernas e me penetrou bem forte. Me puxou pelo cabelo enquanto me dava tapas na bunda e metia com tudo. Me comeu por umas horas até que finalmente gozou dentro de mim.
Ernesto: por enquanto não vou falar nada, mas logo você vai saber de mim
Eu: tá bom
Ernesto: vou indo, continua recebendo pica, puta
Eu: adorando
Ernesto: hahahaha
Ernesto foi embora e eu atendi quem faltava. Umas 5 horas já tava em casa com meu bebê. No dia seguinte, deixei o menino na creche e voltei pra casa porque tinha esquecido uma coisa. Já ia sair de novo quando bateram na porta. Abri a porta e era o Ernesto.
Ernesto: oi, meu amor, posso entrar?
Eu: pode, entra.
Ernesto, assim que fechei a porta, me agarrou, me beijou segurando minha bunda, desceu pra chupar meus peitos, eu gemia do gostoso que ele fazia. Passei a mão na pica dele por cima da calça, aí me ajoelhei e comecei a chupar ele, engolia a pica toda até a garganta, lambia as bolas dele enquanto batia uma pra ele. Depois ele me colocou de quatro no chão, cuspiu no meu cu e foi enfiando devagar, meu deus que gostoso. Quando já tava toda dentro do meu cu, ele começou a meter e tirar bem forte, tava arrebentando meu cu mas eu amava, eu gemia igual uma puta no cio, pedia mais e mais. Depois de uma hora furando meu cu, gozou dentro dele. A gente conversou mais um pouco, ele acabou me comendo o dia inteiro. Depois que ele foi embora, fui buscar meu filho. No dia seguinte ele não veio, deixei meu filho e fui pra igreja, lá fui comida por 10 homens, me encheram de porra na buceta, meu deus que gostoso sentir aquela porra dentro de mim. No dia seguinte recebi uma mensagem do Ernesto falando pra eu não sair, já tinha deixado o bebê na creche, então fiquei em casa esperando. Depois de uma hora bateram na porta, eu abri e era o Ernesto com os dois filhos dele, o Raul de 18 e o Rubén um ano mais novo que o Raul. Ernesto: "Hoje não posso ficar, mas vou deixar meus meninos aqui, já falei de você pra eles, trata eles bem haja tchau.
Não deu tempo nem de reagir quando o Ernesto foi embora. Os caras entraram, fecharam a porta, o Raúl pegou na minha mão e fomos pro quarto. Lá, o Raúl ficou na minha frente e o Rubén atrás. O Raúl me beijou enquanto o Rubén encostava o pau dele na minha bunda. Me despiraram, começaram a dar tapas na minha bunda, a dedar, chupar meus peitos. Depois me ajoelharam e me fizeram chupar eles. Eu masturbava eles e chupava até o fundo, passava a língua nas cabeças, lambia as bolas. Aí o Raúl deitou na cama, eu montei em cima dele enquanto chupava o Rubén. Cavalgava gostoso pra caralho no Raúl até ele gozar, e depois montei no Rubén até ele gozar também. Depois de um tempo, os dois me deram no cu, um por um, e depois na buceta de novo. Foi o dia inteiro assim, até que não conseguiam mais ficar duros, hahaha.
O pai deles veio buscar eles e eu fui buscar meu filho no dia seguinte. Ernesto também não veio, mas Raúl e Rubén sim kkkk. Me comeram de novo até eu ficar sequinha. No dia seguinte, Ernesto veio com os filhos dele e me comeram os três o dia inteiro. No outro dia, Raúl e Rubén vieram com 3 primos, outros primos do Tomás. Tinha o Juan de 20, o Rick de 22 e o Paul de 23 anos. Eles não acreditavam que estavam me comendo até me verem pelada na frente deles. Aí, entre os 5, me fizeram chupar e me deram pica. Fiquei com os buracos ocupados o dia inteiro, mal tiravam uma pica e já metiam outra. Nossa, que gostoso.
terminei bebendo litros de porra e tinha litros de porra na minha buceta e no meu cu. No dia seguinte, o Rick e o Paul vieram com o pai deles! O outro tio do Tomás, um velho tarado que sempre me assediava, baixinho e gordo, todo suado, eu não aguentava ele. E lá estava eu na sala, nua, de joelhos, com o pau gordo daquele nojento na minha boca enquanto batia uma pros dois filhos dele. Depois ele me comeu no cu e o filho dele, Paul, na buceta, enquanto o Rick usava minha boca do jeito que queria. Tava sendo comida literalmente pela boca. Meu deus, que trepada violenta que eu levei naquele dia. No dia seguinte, veio o Ernesto com os dois filhos dele, e o Henry, o velho gordo, com os três filhos dele. Naquele dia, arrebentaram todos os meus buracos.
Fiquei moída kkkkk no dia seguinte ninguém veio, então fui na igreja e o padre e os ajudantes dele me comeram. No dia seguinte vieram Ernesto, Henry e Enrique, o pai do Tomás! Quase desmaiei quando vi ele, pensei que tudo tinha ido pro caralho, mas tava enganada. Eu achava que aquele senhor era certinho, muito religioso, super fiel à esposa, quem diria que era igual ou até mais sádico que os irmãos dele. Os três me deixaram de joelhos, dando tapas na minha cara com as picas deles. Meu sogro pegava minha boca, depois os irmãos dele me metiam, aí meu sogro arrombava meu cu. Meu deus, era uma loucura total. Já tinha comido todos os homens da família do Tomás, era a putinha particular da família Martinez e amava isso! Me comeram por um mês nesse esquema, e nos dias que não vinham, me comiam na igreja. Daí pouco tempo comecei a me sentir mal, fui no médico e descobri que tava grávida de um mês. A verdade é que não sabia quem era o pai, porque tinha comido com homens demais. Contei a notícia pro Tomás e ele ficou super feliz, contente que seria pai de novo. Eu só rezava pra que fosse de algum parente do Tomás, pra sair igual a ele. Os meses foram passando, e quanto maior minha barriga ficava, mais vontade de trepar eu sentia. Eu vivia insaciável por sexo, precisava ser comida com tudo. Pedia pros tios e primos do Tomás chamarem os amigos deles, pro meu sogro chamar os amigos dele. Eles me obedeciam. Ernesto chamava os chefes dele e com o tempo conseguiu uma promoção. Os primos chamavam os professores e eles passavam o material da faculdade.
De vez em quando eu pegava com os convidados pelos primos, vi como eles davam dinheiro pra eles, supus que estavam cobrando, mas não me importava, eu precisava que me comessem, que chupassem meus peitos que soltavam leite. Aos 9 meses já tava sentindo as dores do parto, então fui pro hospital, nisso chegou o Tomás, entrou na sala de parto comigo e depois de muita dor dei à luz um menino preto! Meu Deus, queria morrer! E o Tomás também, não falou nada, as horas passavam e ele não dizia nada. Quando chegamos em casa, ele começou a agir como sempre, continuou sem perguntar quem era o pai daquele bebê, ou me perguntar por que eu tinha traído ele. Aí percebi que ele tava muito apaixonado, acho que não queria me perder e se fazia de bobo. Me deu até uma pena dele. Passei dois meses de repouso, e um dia falei pro Tomás: Eu: love, quer me dar pelo cu?
Tomás: sério que posso, love?
Eu: sim, love
Tomás: mas e se doer?
Eu: relaxa, por ali não dói (soltei essa indireta super direta pra ver se ele falava algo)
Tomás: tá bom, o que eu faço?
Eu me coloquei de quatro na cama, falei pra ele cuspir na rola e meter, ele fez isso, tava encantado e super excitado, em 1 minuto gozou no meu cu kkkk verdade, senti pouco, mas adoro ver ele feliz e satisfeito. No dia seguinte fui na igreja, me pegaram todos ao mesmo tempo, todo mundo tava com saudades de mim.

me encheram de porra até não aguentar mais, em casa já na cama com o Tomás, me enfiei debaixo dos lençóis e peguei na pica dele e fiz um boquete sugador, não precisava mais fingir que era uma santa, fiz um boquete do caralho, como era pequena, enfiei a pica e as bolas dele na boca enquanto passava minha língua nas bolas dele dentro da minha boca, em 30 segundos já tinha a porra dele na minha boca. Eu: gostou, amor? Tomás: porra, adorei, não sabia que você mamava assim, caralho. Eu: a prática, amor, haha. Tomás não disse nada, só tava feliz. No dia seguinte, os primos e tios dele vieram me comer como bem entenderam. À noite, dei uns bons sentões, com 10 sentões foi suficiente pra ele e ele gozou. No dia seguinte, meu sogro me comeu com os irmãos dele e alguns amigos deles, e à noite o Tomás me comeu de cu de novo. No outro dia, me comeram de novo na igreja e à noite o Tomás me comia, assim o tempo todo, até que o Tomás mudou o horário na empresa, agora saía um pouco mais cedo. No primeiro dia, esqueci completamente, tava sendo comida pelo meu sogro e pelos irmãos dele, já tinham terminado de me dar pica, se vestiram, eu tava de fio dental com uma camiseta e o cabelo molhado porque tinha tomado banho com meu sogro, eles já tavam indo pra porta, eu ia na frente quando de repente o Tomás abriu a porta, entrou e nos viu.
Eu: oiiii amor, cê tá fazendo o que aqui tão cedo? Tomás: oi amor, lembra que mudaram meu horário? Oi pai, oi tios, o que vocês tão fazendo aqui?
Enrique: viemos ver os bebês, filho!
Ernesto: isso, isso.
Tomás: ah, tá.
Enrique: mas já vamos indo, tchau.
Os senhores foram embora.
Tomás: amor, cê tava fazendo o que de fio dental com meu pai e meus tios em casa?
Eu: ah amor, não se preocupa, fica tranquilo, vou vestir algo e buscar os bebês.
Tomás: cê ainda não foi buscar eles?
Eu: não, amor.
Tomás: e meu pai e meus tios não vieram ver eles?
Eu: sim, amor. Olha, vou me vestir, já tô atrasada.
Fui me vestir e buscar as crianças. Depois, de noite, elas já estavam dormindo, eu tava limpando a cozinha, e o Tomás apareceu, meio pensativo.
Eu: amor, por que cê não vem e me dá uma pirocada? 🤭
Tomás perdeu a cara de pensativo, veio por trás de mim e meteu. Em 5 minutos já tinha gozado. Assim foram os dias, até que um dia a família Martinez ia fazer uma noite de caras. Eu achei que não devia ir, mas o Tomás disse que meu sogro tinha me convidado e que eu seria a única mulher no lugar. Já imaginei onde aquilo ia dar, então fui.
Chegando lá, a gente conversava e os caras faziam churrasco na grelha. Tomás tava meio distraído, e nisso dois primos dele me levaram pra um quarto e começaram a me comer. Um já tinha gozado e eu tava cavalgando o outro quando apareceram mais dois. Comecei a chupar um enquanto cavalgava até ele gozar. Depois, os outros dois me fizeram dupla penetração até acabarem. Aí vieram os dois tios do Tomás e me comeram, e por último meu sogro. Fiquei umas 4 horas sumida.
Tomás: amor, cadê você? Eu: tava jogando com os caras, amor
Tomás: ah, e foi bom o jogo?
Eu: muito bom, daqui a pouco a gente vai jogar de novo
Tomás: ah, beleza, me avisa, amor
Eu: sim, amor
Passaram umas horas, avisei o Tomás que ia jogar e fui pro quarto, onde um por um me comia à vontade, até gozarem dentro de mim e saírem pra dar lugar ao próximo, assim por outras 4 horas. Me arrumei meio por cima, tava descabelada e com a roupa toda amassada, saí assim e falei pro Tomás pra gente ir embora. Ele me olhou, mas não falou nada. Em casa, a babá já tinha posto os bebês pra dormir. Ela foi embora e eu me despi, abri minhas pernas e, com as mãos, abri meu cu, que tava bem vermelhinho, e da minha buceta escorria porra. Aí falei pro Tomás:
Eu: amor, vem e mete no meu cu
O Tomás ficou maluco ao ver como eu tava com a buceta aberta esperando por ele. Ele tirou a roupa, meteu o pau e gozou em 3 minutos. Aí a gente deitou pra dormir.
4 comentários - O cara gostoso do meu namorado