ainda com a pica na boca, comenta morbidamente:
—já te foderam essa bunda pequena ou tava se guardando pra mim?
e antes que eu reaja, tira a pica da minha boca. eu, sentado, ele puxa com força minha calça e cueca e, pra minha surpresa, eu tava de pau duro, então tento cobrir a pica como dá, mas era bem óbvio. ele comenta, já num tom de excitação:
—ah! você tá morrendo de vontade!!
—não, não, nada a ver, respondo, enquanto tirava as mãos da pica.
olhando meu pau duro, ele continua:
—me pede pra te comer, me implora pra te foder o cu, enquanto passava a mão na minha pica e descia a mão pra minha bunda. e mesmo eu tentando tirar a mão dele, negando, era inútil.
ele me arrasta pelo sofá até a borda e coloca minhas pernas nos ombros dele. depois de uma leve luta, ele prende minhas duas mãos na minha barriga, enquanto com a outra colocava dois dedos na minha boca e mandava:
—saliva eles bem, chupa, puta, chupa, enquanto eu engasgava. de vez em quando tirava e pedia pra eu cuspir neles.
depois de uns minutos, ele tira a mão da minha boca e leva direto pro meu cu, começando a brincar, enfiando e tirando um dedo. por mais que eu lutasse, não conseguia soltar as mãos nem tirar os dedos do cu — já eram dois entrando e saindo. depois de um tempo, ele estica a mão até a mesa, pega a carteira e tira uma camisinha, enquanto fingia um gemido como se já estivesse me fodendo, enquanto colocava a camisinha, e comenta de novo:
—me pede pra te comer, fala "papai, me come" e me faz sua, num tom já muito excitado, mas autoritário.
os dedos entravam e saíam com facilidade e velocidade.
eu só negava, aguentando a dor, mas uma parte de mim queria aquela pica no meu cu. então, depois de um tempo, acabo falando:
—vai, me come, de má vontade.
—não, assim não. me pede querendo que eu te faça minha, que eu arrebente essa bundinha pequena, enquanto enfiava e tirava os dedos. ele solta minhas mãos e continua:
—se toca e pede bem baixinho enquanto a gente continuava, eu deitado no sofá com as pernas nos ombros dele e os dedos dele entrando e saindo do meu cu.
:-vai logo, senão eu te estupro, ele fala com malícia
quase na hora eu respondo:
:-vai, papi... me come
:-não, não, ele fala, mais doce e é "faz o que quiser comigo, rasga minha bucetinha, tô aqui pra te servir e te satisfazer, papi"
mordendo o lábio, tento falar a frase do jeito mais doce possível enquanto pegava a mão dele e colocava no meu pau pra ele me masturbar
:-ufff responde e continua, e eu posso fazer tudo o que quiser com quem eu quiser? enquanto já enfiava o pau no meu cu, se ajudando com a mão e esperando minha resposta
:-sim
:-sim, o quê? responde
:-tudo o que você quiser, papi, respondo relutante
:-assim que eu gosto, e continua, não sabia que você era tão... VIADO, ele fala enfatizando e aumentava o ritmo da metida com o pau inteiro já enfiado no meu cu, eu não conseguia nem me masturbar de tanta dor.
ele enfiava dois ou três dedos na minha boca e mandava eu segurar a mão dele como se fosse um pau e chupar bem.
Depois de um bom tempo de metida, onde meu cu não aguentava mais de dor, começa a tocar meu telefone que tava na mesa, ele tira a mão da minha boca e com a outra aperta de novo minhas duas mãos na minha barriga pra eu não me esticar pra pegar o phone e sem parar de meter, pega ele e entre risadas e zoação fala:
:-uma videochamada... de um tal de Gabriel e atende e aponta pra minha cara.
Gabriel era um amigo que eu tinha em comum com Ulisses, nunca tinha me ligado e muito menos uma videochamada.
Tento parecer o mais normal possível, mesmo com a cara toda suada, gemendo de dor e me mexendo por causa da metida que não parava. E falo:
:-oi... Gabriel... como cê tá... tanto... tem...po, não conseguia completar a frase porque Ulisses aumentava o ritmo da metida de propósito enquanto ria descaradamente, mas eu tinha que disfarçar que não tava tendo meu cu arrombado.
:-de boa aqui, o Ulisses me contou que você brigou com sua mulher e Que você tá parando na casa dele por uns dias, e como é que a Uli te trata? Ela tá aí com você? Comenta num tom acelerado.
Eu pensando em que hora vou contar. Enquanto o Ulises vira o celular pra focar nele e dar um oi, ou pelo menos foi o que pensei.
:- Como é que cê tá, Gabi? Tudo bem? Nós aqui se divertindo.
:- Ah, é? Pergunta o Gabriel num tom cúmplice e continua: o que vocês tavam fazendo?
:- Sim, de boa, diz o Uli e continua abaixando a câmera pra mostrar como a rola entrava e saía do meu cu, e fala: aqui metendo uma porra de uma foda.
:- Ah, beleza, diz o Gabriel, não sabia que ele gostava, achei que cê tava me zoando enquanto o tom dele subia, como se não conseguisse acreditar.
:- E não acaba aí, comenta o Uli, enquanto tira a rola do meu cu e me puxa até eu ficar de joelhos no chão. E me ordena, enquanto tirava a camisinha: o que cê tem que fazer? Segurando o celular pra mostrar a sequência.
Sem responder, começo a chupar ele enquanto repetia:
:- Viu que te falei que ele tava de olho em mim há anos pra ser meu cuzinho, meu brinquedo pessoal, pra tu ouvir, Gabriel.
Ele tira a pica da minha boca e começa a bater punheta com a mão livre enquanto me faz chupar as bolas peludas dele e continua falando:
:- Chegou e pediu na hora que entrou, falei que não tomava banho desde ontem e ele disse melhor ainda.
Eu ia parar de chupar e negar isso, mas ele me ordena acelerado e todo excitado, como quem tá perto de gozar, pra eu abrir a boca e esticar a língua.
E começa a encher minha boca de porra e enfia a rola até a garganta.
:- Assim, cuzinho, assim, continua e levanta o celular pra falar com o Gabriel.
:- E não acaba aí, e virando pra mim diz: a porra tu engole tudo, tudo.
Eu só balanço a cabeça e continuo chupando, engolindo a porra entre uma ânsia e outra.
E o Gabriel comentou, já com um tom alterado:
:- E dá pra mais um aí? Ele aguenta? Sabe que eu tenho a cabeça grossa.
Sem me consultar, o Ulises responde:
:- Sim, claro, vem amanhã.
Continua...
Continua...
—já te foderam essa bunda pequena ou tava se guardando pra mim?
e antes que eu reaja, tira a pica da minha boca. eu, sentado, ele puxa com força minha calça e cueca e, pra minha surpresa, eu tava de pau duro, então tento cobrir a pica como dá, mas era bem óbvio. ele comenta, já num tom de excitação:
—ah! você tá morrendo de vontade!!
—não, não, nada a ver, respondo, enquanto tirava as mãos da pica.
olhando meu pau duro, ele continua:
—me pede pra te comer, me implora pra te foder o cu, enquanto passava a mão na minha pica e descia a mão pra minha bunda. e mesmo eu tentando tirar a mão dele, negando, era inútil.
ele me arrasta pelo sofá até a borda e coloca minhas pernas nos ombros dele. depois de uma leve luta, ele prende minhas duas mãos na minha barriga, enquanto com a outra colocava dois dedos na minha boca e mandava:
—saliva eles bem, chupa, puta, chupa, enquanto eu engasgava. de vez em quando tirava e pedia pra eu cuspir neles.
depois de uns minutos, ele tira a mão da minha boca e leva direto pro meu cu, começando a brincar, enfiando e tirando um dedo. por mais que eu lutasse, não conseguia soltar as mãos nem tirar os dedos do cu — já eram dois entrando e saindo. depois de um tempo, ele estica a mão até a mesa, pega a carteira e tira uma camisinha, enquanto fingia um gemido como se já estivesse me fodendo, enquanto colocava a camisinha, e comenta de novo:
—me pede pra te comer, fala "papai, me come" e me faz sua, num tom já muito excitado, mas autoritário.
os dedos entravam e saíam com facilidade e velocidade.
eu só negava, aguentando a dor, mas uma parte de mim queria aquela pica no meu cu. então, depois de um tempo, acabo falando:
—vai, me come, de má vontade.
—não, assim não. me pede querendo que eu te faça minha, que eu arrebente essa bundinha pequena, enquanto enfiava e tirava os dedos. ele solta minhas mãos e continua:
—se toca e pede bem baixinho enquanto a gente continuava, eu deitado no sofá com as pernas nos ombros dele e os dedos dele entrando e saindo do meu cu.
:-vai logo, senão eu te estupro, ele fala com malícia
quase na hora eu respondo:
:-vai, papi... me come
:-não, não, ele fala, mais doce e é "faz o que quiser comigo, rasga minha bucetinha, tô aqui pra te servir e te satisfazer, papi"
mordendo o lábio, tento falar a frase do jeito mais doce possível enquanto pegava a mão dele e colocava no meu pau pra ele me masturbar
:-ufff responde e continua, e eu posso fazer tudo o que quiser com quem eu quiser? enquanto já enfiava o pau no meu cu, se ajudando com a mão e esperando minha resposta
:-sim
:-sim, o quê? responde
:-tudo o que você quiser, papi, respondo relutante
:-assim que eu gosto, e continua, não sabia que você era tão... VIADO, ele fala enfatizando e aumentava o ritmo da metida com o pau inteiro já enfiado no meu cu, eu não conseguia nem me masturbar de tanta dor.
ele enfiava dois ou três dedos na minha boca e mandava eu segurar a mão dele como se fosse um pau e chupar bem.
Depois de um bom tempo de metida, onde meu cu não aguentava mais de dor, começa a tocar meu telefone que tava na mesa, ele tira a mão da minha boca e com a outra aperta de novo minhas duas mãos na minha barriga pra eu não me esticar pra pegar o phone e sem parar de meter, pega ele e entre risadas e zoação fala:
:-uma videochamada... de um tal de Gabriel e atende e aponta pra minha cara.
Gabriel era um amigo que eu tinha em comum com Ulisses, nunca tinha me ligado e muito menos uma videochamada.
Tento parecer o mais normal possível, mesmo com a cara toda suada, gemendo de dor e me mexendo por causa da metida que não parava. E falo:
:-oi... Gabriel... como cê tá... tanto... tem...po, não conseguia completar a frase porque Ulisses aumentava o ritmo da metida de propósito enquanto ria descaradamente, mas eu tinha que disfarçar que não tava tendo meu cu arrombado.
:-de boa aqui, o Ulisses me contou que você brigou com sua mulher e Que você tá parando na casa dele por uns dias, e como é que a Uli te trata? Ela tá aí com você? Comenta num tom acelerado.
Eu pensando em que hora vou contar. Enquanto o Ulises vira o celular pra focar nele e dar um oi, ou pelo menos foi o que pensei.
:- Como é que cê tá, Gabi? Tudo bem? Nós aqui se divertindo.
:- Ah, é? Pergunta o Gabriel num tom cúmplice e continua: o que vocês tavam fazendo?
:- Sim, de boa, diz o Uli e continua abaixando a câmera pra mostrar como a rola entrava e saía do meu cu, e fala: aqui metendo uma porra de uma foda.
:- Ah, beleza, diz o Gabriel, não sabia que ele gostava, achei que cê tava me zoando enquanto o tom dele subia, como se não conseguisse acreditar.
:- E não acaba aí, comenta o Uli, enquanto tira a rola do meu cu e me puxa até eu ficar de joelhos no chão. E me ordena, enquanto tirava a camisinha: o que cê tem que fazer? Segurando o celular pra mostrar a sequência.
Sem responder, começo a chupar ele enquanto repetia:
:- Viu que te falei que ele tava de olho em mim há anos pra ser meu cuzinho, meu brinquedo pessoal, pra tu ouvir, Gabriel.
Ele tira a pica da minha boca e começa a bater punheta com a mão livre enquanto me faz chupar as bolas peludas dele e continua falando:
:- Chegou e pediu na hora que entrou, falei que não tomava banho desde ontem e ele disse melhor ainda.
Eu ia parar de chupar e negar isso, mas ele me ordena acelerado e todo excitado, como quem tá perto de gozar, pra eu abrir a boca e esticar a língua.
E começa a encher minha boca de porra e enfia a rola até a garganta.
:- Assim, cuzinho, assim, continua e levanta o celular pra falar com o Gabriel.
:- E não acaba aí, e virando pra mim diz: a porra tu engole tudo, tudo.
Eu só balanço a cabeça e continuo chupando, engolindo a porra entre uma ânsia e outra.
E o Gabriel comentou, já com um tom alterado:
:- E dá pra mais um aí? Ele aguenta? Sabe que eu tenho a cabeça grossa.
Sem me consultar, o Ulises responde:
:- Sim, claro, vem amanhã.
Continua...
Continua...
1 comentários - El inquilino (relato gay) segunda parte